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  1. Retirado do meu blog: http://itinerant.com.br/ México era um país que sempre despertou minha cuiriosidade desde criança quando assistia ao Chaves. Além disso, ter sítios arqueológicos fascinantes, o mar do Caribe do lado, uma culinária super saborosa e um povo super feliz e simpático num mesmo lugar faz do México uma parada obrigatória pra qualquer tipo de viajante. Minha viagem pra lá aconteceu no período de de 21 de abril a 5 de maio de 2017. O clima estava perfeito, bem ameno e sem chover nenhum dia. Na Cidade do México, eu fiquei hospedado na casa de um amigo próximo à estação de metrô Hospital 20 de Noviembre. O fato de ficar próximo a uma estação de metrô facilitou bastante minha locomoção pela cidade. Então recomendo uma hospedagem próxima de alguma estação de metrô também. O primeiro ponto que visitei na Cidade do México foi o Zócalo, onde fica o Palácio Nacional, a Catedral Metropolitana e o Templo Mayor. Pra chegar lá é só pegar o metrô até a estação Zócalo. O interior da Catedral também é muito lindo: A praça do Zócalo é enorme, mas quando eu fui estava acontecendo um evento e quase toda a praça tinha sido isolada pra armação de um palco, etc. Mas a visita à catedral valeu muito a pena. Duas estações depois do Zócalo fica a Estação Bellas Artes que também é parada obrigatória. É lá que fica o Palácio de Bellas Artes, que além de ser bonito por fora, funciona também como museu de arte. Vale a pena comprar o ingresso com a taxa extra pra fotografia pra poder fotografar no interior também. Também é bom tirar um dia pra conhecer o Museo Nacional de Antropología próximo da Estação Auditorio. É uma boa aula de história principalmente se você for conhecer Teotihuacán e Chichén Itzá depois. Outros lugares que visitei na Cidade do México foram o Museo Frida Kahlo e o campus da Universidad Nacional Autónoma de México. Também assisti a uma partida de futebol no Estádio Azul a convite do meu amigo. Assim como no Brasil, os mexicanos também adoram futebol. Deu pra aprender uns palavrões em espanhol também: put***ssimo! kkk Como tinha uma outra amiga que morava na cidade de Querétaro, no norte da Cidade do México, tirei um dia pra visitar essa cidade também. Fui até lá de carro com meu amigo, mas também dá pra ir de ônibus da rodoviária da Cidade do México. É um pouco distante, cerca de 3 horas de carro. Mas é uma cidade interiorana bem agradável. Foi lá que comi a melhor comida mexicana. Ainda nos arredores da Cidade do México, é claro que não podia deixar de visitar as pirâmides de Teotihuacán. Pra lá também fui de carro. Mas assim como Querétaro, também dá pra ir de ônibus da rodoviária. O lugar é enorme. E vá preparado pra escalar a pirâmide porque a subida é de tirar o fôlego! Mas a vista lá de cima compensa muito! Dentro da área das pirâmides funciona também um museu contando um pouco da história dos povos que viviam ali. Vale a pena a visita. Também não deixe de visitar o restaurante La Gruta que fica ao lado do sítio arqueológico de Teotihuacán. É um restaurante construído dentro de uma caverna! A comida é excelente e também tem algumas apresentações artísticas. Outra dica é se você for comprar lembrancinhas, compre em Teotihuacán! Lá a variedade é grande e os preços são bons também (sempre negocie). Não deixe pra comprar em Cancún ou Chichén Itzá, por exemplo. Pois lá os preços são bem maiores e a variedade é menor também. De volta à Cidade do México, peguei um voo até Cancún pra segunda metade da minha viagem. Eu tinha planejado me hospedar em Playa del Carmen em vez da orla de Cancún, pois tinha lido que se você não tem dinheiro pra pagar um hotel localizado nas praias de Cancún, não valeria muito a pena. Já Playa del Carmen, eu tinha lido que é lugar mais pra mochileiros, com hospedagens mais baratas e acesso mais fácil à praia. E realmente não me arrependi. Fiquei em um albergue a 5 minutos da praia e da rodoviária. O nome do local é Hostel 3B Chic & Cheap. Como hostel, achei ele médio. Ele tem o básico. Mas de fato a localização é perfeita. Então se você quer só um lugar pra dormir, recomendo. Só achei chato o fato de eles reterem o nosso passaporte ou identidade com eles. Eles não querem a cópia, querem ficar com o original mesmo até o checkout. Fiquei preocupado em deixar com eles, mas no final recebi de volta sem problemas. Na Playa del Carmen, eu estava sozinho. então fiquei curtindo e relaxando na praia. Na praça principal, também ficam alguns artistas fazendo apresentações diversas: Dá pra pegar barco também dali e ir pra ilha de Cozumel que fica bem próximo, mas como iria pra Chichén Itzá ainda, não teria muito tempo pra ir lá. Mas fica a dica. O último ponto que visitei e também o mais esperado por mim foi Chichén Itzá. Fui até lá de ônibus da rodoviária de Playa del Carmen. Além da pirâmide de Chichén Itzá, considerada uma das Maravilhas do Mundo, o sítio arqueológico tem as ruínas de todo o polo urbano dessa cidade maia antiga. Dá pra passar o dia por lá. Mas sofri com o calor. O local fica no meio de uma selva e não tem muita sombra. Então levem bastante água e protetor solar também. Também não deixem de ir ao Cenote Sagrado que fica na área oeste da pirâmide. Depois de sair de lá com aquela sensação de satisfação, voltei pra Playa del Carmen pra minha última noite no México. Aproveitei minhas últimas horas num barzinho na praia escutando música ao vivo e tomando uma boa frozen margarita com chili. No dia seguinte, voltei ao aeroporto de Cancún pra ir de lá pra Cidade do México novamente e pegar o voo pra ir embora. Foi realmente uma ótima viagem! Reencontro com bons amigos, visitas a lugares fantásticos e comida e bebida excelentes! Acompanhem também relatos de outros destinos no meu blog: http://itinerant.com.br/
  2. Onde, diabos, fica a Nicarágua? O que tu vai fazer, sozinho, em El Salvador? Guatemala é na África? Essas são reações habituais quando se fala em passar férias, mochilando, na América Central. Por que esses destinos? Tive a oportunidade de passar alguns dias, em 2013, na Nicarágua, desde então a vontade de conhecer mais desse pedaço da América me tocava. Um pequeno pedaço de terra, se comparado com a imensidão do Brasil, mas gigante em história e em acolhimento. Em setembro de 2016, em um daqueles dias que a ansiedade, vontade, ou sei lá o que - o desejo infinito de cair no mundo - falou muito forte comprei uma passagem Porto Alegre - Cidade do Panamá e Cancún - Porto Alegre (Copa Air - ida 01/02/2017 e retorno 01/04/2017). O que faria? Não sabia quase nada. Retornaria para conhecer mais da Nicarágua, pesquisaria mais sobre um destino - San Blás - que um Português comentou comentou comigo quando conversamos subindo Machu Picchu e terminaria descansando em Cancún/Playa Del Carmem. No período até a viagem fui lendo alguns relatos, pesquisando sobre destinos, conversando com amigos da América Central - listando e cortando pontos e percebendo que seria pouquíssimo tempo. Ponderei entre leste e oeste, entre o caribe, montanhas, cidades. Uma injustiça cortar qualquer destino. (Decidi não passar por Belize, decidi voar da Cidade da Guatemala para Cancún no dia 26/03, com Volaris) O roteiro acabou, com varias dores por não poder ir em todos os lugares, assim: 1 a 3 de março - Cidade do Panamá A base foi o Casco Velho, Hostel Lunas Castle, a antiga, histórica Cidade do Panamá. A sede da Presidência da República fica por lá, museus, prédios históricos e uma bela vista - de um lado para a "nova" cidade do Panamá e de outro para o Canal do Panamá. Um bairro tranquilo, mas cheio de vida. Ali perto fica o Mercado Pesqueiro, comer um ceviche por lá é obrigação. É possível caminhar por todo o centro e pelo casco velho com tranquilidade - foram muitos quilômetros nesses dias. desde o Casco Velho até a outra ponta, onde fica a "Trump Tower". Vale muito a pena conhecer tudo por lá, entender um pouco da história desse povo, das consequências e causas do Canal do Panamá. Há, ao mesmo tempo, uma diversidade cultural enorme e uma falta de cultura própria, consequências de toda a exploração que o país sofreu/sofre. O que mais se vê por lá são sedes de bancos, um centro financeiro da América. Lugar, também, de diversão de investidores e empresários longe das esposas. 3 a 5 de março - San Blás - Panamá O lugar mais incrível do mundo, ao menos do mundo explorado por mim. É difícil resumir, colocar San Blás em palavras, é puro sentimento. Fiquei na Isla Franklin, reservei, com transporte, no dia em que saia do Brasil. Uma ilha, no mar do caribe, em que se dá a volta em menos de 5 minutos caminhando, sem energia elétrica, gerida por indígenas nativos, com cabanas a 3 metros do mar para dormir e umas 20 pessoas - de diferentes partes do mundo. Há Rum no local. Só posso dizer: Vá, sem pensar. 5 a 6 de março - Cidade do Panamá Chama atenção o controle de fronteira entre esses dois países. Além de uma aprofundada revista das malas na fronteira, meu ônibus foi parado duas vezes em território Costarricense. Nas duas vezes o mesmo senhor, mexicano, deve que descer e tirar tudo da mala. Há um preconceito contra os mexicanos pelo histórico de tráfico realizado por pessoas daquele país. 7 a 8 de março - San José - Costa Rica A Costa Rica é cara, mais que o Brasil. A cidade em que me senti menos seguro no trecho todo, não chega a ser tão insegura como Porto Alegre, por exemplo. Foi um ponto de passagem, o prédio do Teatro Nacional foi o que vi de mais legal por lá. Foi um bom dia para descansar. (Hostel Selina San José) 8 a 11 de março - La Fortuna - Costa Rica La Fortuna foi o paraíso que escolhi para desbravar um pouco das belezas naturais desse país. Boa parte do território nacional é composta por áreas de preservação ambiental, há um contraste com os países vizinhos. La Fortuna é um pacata cidade, cheia de americanos, abriga o Vulcão Arenal e uma diversidade ambiental enorme. Minha estada aqui foi típica de cidade do interior, sentar na praça e observar o movimento era ótimo. Há diversas possibilidades de aventura. Fiz um trilha de grande dificuldade, subi o Vulcão Chato, me banhei na cratera dele, onde existe um lago - água mais gelada da vida - desci, fui até a base do Arenal e terminei o dia, depois de 8 horas de subidas e descidas, relaxando por uma hora no rio termal da cidade. Isso mesmo, um rio, público, com água natural em torno de 50ºC. Não preciso dizer mais nada, né? (EcoHostel La Fortuna) Minha querida Nicarágua, voltei! A terra de Sandino só me encanta mais. Para quem gosta de história e de política esse é o lugar. Revoluções, vida e morte marcam cada viela desse país. Ainda, uma recente democracia, bem(?) diferente da nossa, digna de muitas conversas de bar, marcam essa terra 11 a 13 de março - San Juan del Sur - Nicarágua A pequena e badalada San Juan. Praia de surfistas, cheia de jovens estadunidenses em busca de diversão. Mesmo não sendo "a minha praia" tinha que conhecer, é linda. O mar do pacífico fica bonito por lá, é a porta de entrada do país. (Saltwater Hostel) 13 a 15 de março - Ometepe - Nicarágua Uma ilha, no segundo maior lago das Américas, com dois vulcões e pouquíssimo explorada. Óbvio que eu ia conhecer e óbvio que eu ia subir os 1600m do Vulcão Concepción. Uma subida ingrime e escorregadia. Foi incrível passar por lá. Dá para alugar uma motinho e girar os diversos povoados da ilha. Cada canto com suas diferentes belezas, sempre belas. Espero que a ilha siga lá, intacta e linda por muito tempo. (Hostel Casa Moreno) 15 a 17 de março - León - Nicarágua A capital da revolução. León tem cheiro de história, dá para caminhar pelas ruas e imaginar tanques de guerra e conflitos armados por lá. É incrível. Na primeira vez que estive na Nicarágua vidrei nessa cidade, voltei e sai gostando mais ainda. Por lá, no vulcão Cerro Negro, fiz o Volcano Boarding, sky no vulcão. O único lugar do mundo em que se pode fazer isso. (Hostel Las Vacaciones) 18 a 19 de março - El Tunco - El Salvador El Tunco é a San Juan Salvadorenha. Boa de ondas e menor ainda em extensão. Tão bela quanto. Como tudo nesses países, vale muito a pena conhecer. 19 a 20 de março - San Salvador - El Salvador San Salvador é tranquila. Sim, a violência não se dá contra a população em geral, como no caso do Brasil. Há muitos conflitos entre grupos, por isso a fama país violento. A cidade é grande, uma capital latino americana tradicional. Um povo que ama seu país, mesmo que saia dele em busca de melhores oportunidades. Um país cheio de riquezas naturais. Tive a oportunidade de conhecer pouco, subi o vulcão Ilamatepec, conheci o vulcão Izalco e o belo Lago Coatepeque. Comi muita Pupusa, prato típico do país. 21 a 23 de março - Antígua - Guatemala 500 anos de história nesse chão. Patrimônio Mundial da UNESCO. Fantástica. (Hostel Antigueño) 23 a 25 de março - Panajachel - Guatemala Se El Tunco é a San Juan Salvadorenha, Panajachel é a Ometepe Guatemalteca. Rodeada por vulcões, cheia de povos tradicionais, um belo lago. Um pedaço do paraíso. (Hotel El Sol) 25 a 26 de março - Antígua - Guatemala 26 de março a 1 de abril - Playa del Carmem - México Playa é demais. Isla Mujeres é demais. Os cenotes são incríveis. Descansar é demais! (Lobo do Mar Hostel) Viajar é demais! Fico à disposição: Rodolfo Fuchs @rodolfofuchs *Todas reservas feitas pelo booking durante a viagem - ter flexibilidade é essencial. *A passagem foi o caro da viagem, tenho os custos detalhados, país por país. *Para San Blás tenho o contato de um indígena que consegue fazer mais barata a estada por lá. *Cada país tem suas manhas, seu jeito.
  3. Oie, Gente... Como o grupo me ajudou vou fazer o meu relato.. Em Abril compramos a nossa passagem saindo de São Paulo, com Stopover no Peru de 4 dias, mais 7 dias e meios em Playa Del Carmen e Cancun.. Fomos em 2 casais.. 07/09 - Chegamos J, fomos direto para Playa, nossa dúvida era ir de ADO ou Táxi.. resolvemos ir de Taxi ficava apenas 150 pesos mais caro, porém não contratamos taxi lá dentro , saímos de dentro do portão de desembarque e já do lado de fora, mas ainda dentro do aeroporto, contratamos um taxi.. Ficamos na WABI HOTEL, amamos o hotel, fica na rua de cima do Wal Mart, perto da 5ª avenida, reservamos pelo Booking +-R$120,00 com ar condicionado e sem café da manhã.. a gente se trocou e fomos conhecer o WAL Mart, comprar tequilas, cervejas, besteirinhas.. Voltamos para o hotel e fomos conhecer a praia, e ver os passeios, pois precisávamos fechar Cozumel, nossa dúvida era ir de ferry e fechar El Cielo em Cozumel ou ir direto por agência de viagem.. Depois de sermos abordados diversas vezes, fechamos o passeio com o Jaime, uma cara super gente boa.. Ele nos ajudou muito, por exemplo compramos o ingresso do Xcaret no Brasil (para garantir o desconto) e não tínhamos o transfer, ele disse vai no ADO vê o preço, vem de manhã cedinho que eu chamo um taxi para vocês, mas comprem a volta do ADO , pois o taxi sai bem mais caro a volta.. Do dia 08/09 – Conforme combinado com o Jaime, fomos na agência e ele pediu um taxi por +- 150 pesos, partimos para o Xcaret, amamos o parque e a comida.. incrível , na volta voltamos de ADO comprado no dia anterior. No dia 09/09 – Dia de ir para Cozumel, foi inesquecível um dos melhores passeios, pegamos o Ferry com o ticket que o Jaime nos deu. Em Cozumel havia um rapaz nos esperando, ele foi com nós até o barquinho, onde tinha o “guia-marujo” e o capitão, no barco só havia nós 4 e um casal mexicano super gente boa. O mar estava agitado por causa do furacão e terremoto, mas o “marujo” nos explicou como se portar no mar, como usar boia, tinha a nossa disposição cerveja, suco e agua.. A primeira parada foi El Cielo, tão tenho palavras para descrever é lindo, muitas estrelas do mar , Depois Colombia , lindo parecia que estávamos em um aquário, próxima parada foi Palancar, sensacional, vimos 2 tubarões pequenos... A princípio queríamos o passeio por causa de El Cielo, no final, foi maravilhoso, mas Colômbia e Palancar foi muiiiiito melhor, amamos. A sensação é estar dentro de um aquário, foi incrível. 10/09 – Íamos para Chichén Itzá, mas não deu certo, aproveitamos para ficar o dia inteiro na praia.. No começo estava ótima, porém o mar voltou a ficar agitado, e os salva vidas começou a tirar todo mundo da agua, fiquei bem chateada, pois queria ficar o dia inteiro naquela agua maravilhosa.. 11/09 – Alugamos um carro, fomos para Tulum, conhecemos as ruinas e depois aproveitamos aquela praia maravilhosa.. Fomos ao Cenote dos Ojos e fizemos Bat Cave (lindo demais, mas agua é beeeem gelada), depois Akumal, amamos Akumal não vimos nenhuma tartaruga, mas a praia, e o pôr do sol, foi incrível.. Voltamos para Playa pegamos as nossas coisas e fomos para Cancun no Ibis.. · Preferia ter ficado em Playa. A localização do Ibis é ótima bem no centro, tem um Seven Eleven do lado, um Mini Wal Mart, perto tem um shopping e um Cassino.. Mas Playa ganhou o meu coração 12/09 – Nesse dia nosso grupo se separou um pouco, aqui no Brasil já havíamos fechado eu e meu marido o parque Dolphin Discovery, e o outro casal Garrafon VIP.. Esse dia foi uma tragédia.. Entregaríamos o Carro em Cancun mesmo e de lá pegaríamos o taxi até o ferry e depois Isla da Mujeres.. acordamos cedo e fomos entregar o carro, procuramos a BUGET e nada de achar, passamos em um farol amarelo, um policial viu que éramos turista e nos parou.. disse que passamos no farol vermelho blá bla blá, que iria nos multa por 1800 pesos, teria que retirar a habilitação do outro lado de Cancun perderíamos o dia inteiro blá blá bla OU pagamos 1000 pesos e ele liberava gente (FDP), isso era 08 da manhã.. Resolvemos pagar 50 dólares e seguir caminho, o horário da entrega do carro já havia passado, o horário do ferry era 9 hrs, deixamos o carro no estacionamento e pegamos o ferry.. Chegando em Isla Mujeres, mais gente querendo tirar vantagem.. Cobravam 250 pesos para nos levar no Discovey e 250 no garrafon, fechamos, porém nos colocaram em apenas um taxi, o taxi me deixou no Dolphin Discovery e depois meus amigos no Garrafon e cobrou os 500 pesos L, um absurdo.. Eu e meu esposo fizemos o nado com golfinhos, mas com o acontecimento do policial, ele estava meio chateado e como ainda tínhamos que entregar o carro nem esperamos o almoço já incluso e fomos embora.. entregamos o carro, fomos para o hotel andando, pois era perto... ficamos dentro no hotel um pouco, depois fomos no cassino, andamos no shopping e outlet.. Não vi grandes coisas no outlet .. Na loja da Oakley, as camisetas estavam 11 dólares, meu marido comprou algumas.. 13/09 – acordamos cedo, tomamos café e fomos para o resort.. Pedimos um Uber, porém quando ele chegou os taxistas viram o viram, ele comunicou ao meu marido que não podia fazer a corrida pois os taxistas viram ele (ABSURDO), tivemos que pegar um taxi até a zona hoteleira 550 pesos.. chegamos no resort (The Royal Sands Resort e SPA), amamos, incrível , demais, sem palavras.. kkkkkk’ Primeiro que a entrada era apenas as 16 hras, mas liberaram antes, segundo na piscina havia 2 bares que serviam bebida e comida a vontade com uma variedade incrível e de qualidade, terceiro há os restaurantes do próprio resort e os de fora, que tem que agendar, mas um ônibus te leva e busca, quarto é perto do shopping.. Nesse dia íamos fazer o passeio parasaing, 65 dólares, mas no hotel estava tão bom, tão maravilhoso que não fizemos.. 14/09 Dia de vir embora L Obs.. O povo te pede propina na cara dura.. Em restaurantes, no mercado, nos passeios, a camareira.. e ainda ficam bravo se você não dá ou dá pouco.. Comprem tudo em Playa, deixei para comprar um perfume e lembrancinhas em Cancun e me FUD.. Amamos o Wal Mart, nele você encontra de tudo com preços ótimos.. Li que você pode comprar o bilhete do ADO pelo site e tem desconto, vale a pena dar uma conferida Se alugar um carro, cuidado com os policiais em Cancun, parece que tem um em cada farol L Se pudesse mudar ficaria uns 3 dias no resort e o resto em Playa Qualquer dúvida podem me perguntar, Estou à disposição... Me sigam no insta... https://www.instagram.com/nayaradilma/
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