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  1. Olá pessoal, Acabei de chegar de uma viagem que fiz a Costa Rica. Fui participar de um congresso internacional e depois fui passear um pouco pelo país. Fui na baixa temporada (Junho/julho) e fiquei 16 dias no total. Como achei poucos relatos aqui no Mochileiros, achei que seria uma boa fazer uma contribuição! Optei por escrever um relato detalhado para vcs terem a exata idéia de como foi a experiência e de quanto eu gastei com base no que comi, onde fiquei hospedado, etc. Por fim gostaria de agradecer todas as pessoas que me ajudaram respondendo minhas perguntas ou postando seus relatos. Valeu! Roteiro: Dia 1: (21/06/13) – Rio de Janeiro - San Jose Dia 2: (22/06/13) – San Jose (vulcão Poás) Dia 3: (23/06/13) – San Jose (vulcão Irazu) Dia 4: (24/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 5: (25/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 6: (26/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 7: (27/06/13) – San Jose - Rafting - La Fortuna Dia 8: (28/06/13) – La Fortuna (Cerro Chato e cascata do rio Fortuna) Dia 9: (29/06/13) – La Fortuna (Rio Celeste) Dia 10: (30/06/13) – La Fortuna – Monteverde Dia 11: (01/07/13) – Monteverde (Canopy) Dia 12: (02/07/13) – Monteverde (Reserva de Monteverde) Dia 13: (03/07/13) – Monteverde – Manuel Antonio Dia 14: (04/07/13) – Manuel Antonio (Manuel Antonio National Park) Dia 15: (05/07/13) – Manuel Antonio – San Jose Dia 16: (06/07/13) – San Jose – Rio de Janeiro [media]https://maps.google.com.br/maps?saddr=San+Jos%C3%A9,+Costa+Rica&daddr=La+Fortuna,+Alajuela,+Costa+Rica+to:Monteverde,+Costa+Rica+to:parque+Manuel+Antonio+National+Park,+Quepos,+Puntarenas,+Costa+Rica+to:San+Jos%C3%A9,+Costa+Rica&hl=pt&ie=UTF8&ll=9.976966,-84.498596&spn=1.647312,2.705383&sll=9.976816,-84.499436&sspn=1.647312,2.705383&geocode=FYXgkgAdDRj--inFFQ3FQuOgjzE26ENkKayO_w%3BFfq5nwAdh3T0-imZ6WAGiQygjzHmLFfSe6jjaQ%3BFdTxnAAdycXx-inJ3b6-ChmgjzEn2DobP6lVZg%3BFbRQjwAd5Cv8-iGGSlzOOWHmlSlL9ambnHGhjzGGSlzOOWHmlQ%3BFYXgkgAdDRj--inFFQ3FQuOgjzE26ENkKayO_w&oq=san+&mra=ls&t=m&z=9[/media] Considerações gerais: Vacina: Atenção pessoal! Os brasileiros precisam apresentar o cartão internacional de vacina contra a febre amarela ao chegar no país! Para consegui-lo vc deve tomar a vacina no mínimo 10 dias antes da viagem e depois levar seu cartão de vacina no escritório da ANVISA no aeroporto mesmo e retirar seu cartão internacional. Teve muitos brasileiros que iriam para o congresso, mas foram barrados no check-in, pois não tinham tomado a vacina. Teve uma mulher que foi deportada, pois não cobraram o cartão no check-in e só foram cobrar na Costa Rica e ela não tinha. Portanto fiquem ligados! Hospedagem: Não reservei nenhum hostel aqui no Brasil (exceto o de San Jose) e foi tranquilo! Ainda mais porque viajei na baixa temporada. Mas se vc pretende ficar em hostels da rede The Costa Rica Hostel Network (http://www.costaricahostelnetwork.com/) eu recomendo reservar antes, pois vive cheio. Essa rede de hostels é a melhor que já fiquei na vida! Provavelmente eles possuem um dos melhores hostels do mundo! Agora, uma visão geral dos hostels que passei na CR: São mal estruturados! Na verdade grande parte deles parece que, anteriormente, eram uma casa e que resolveram fazer um hostel! Mas tbm não procurei muito, fechava com o primeiro barato que encontrava. Até na Bolívia encontrei hostels melhores. O café da manhã tbm não é grandes coisas. Trasporte: O trasporte na CR é precário, especialmente se vc quer se deslocar de um lugar para outro que não seja San Jose. Por exemplo: Para ir de La Fortuna para Monteverde vc precisa fazer baldeação em Tilaran, o que te tomará tempo. Agora, se vc vai para San Jose ou sai de San Jose para algum lugar, é tranquilo. Além disto, não tem ônibus a noite, ou seja, vc vai ter que gastar tempo durante o dia para se descolar. Uma dica importante se vc esta de carro: NUNCA confie no Google Maps para calcular o tempo de um lugar ao outro. As estradas são péssimas, não tem acostamento nem pista dupla. E para chegar a alguns lugares percorre-se kilometros em uma estrada de chão que, na época das chuvas, ficam terríveis. Uma alternativa para fugir destes problemas e fechar um shuttle que sai muito mais caro do que ir por conta, mas pelo menos é mais rápido. Neste site (http://thebusschedule.com/EN/cr/ ) e neste (http://www.visitcostarica.com/ict/paginas/leyes/pdf/itinerariobuses_es.pdf) vc encontra os horários de ônibus. Outra dica: Se vc for pegar um taxi, peca pra o motorista ligar o taxímetro! Sai mto mais barato do que preço combinado! Dinheiro: Preparem o bolso! A CR é um país muito caro. Pelo que andei lendo é um dos mais caros da América Central. A moeda da Costa Rica e o Cólon. Mas a melhor coisa é levar dólares. Eu levei tudo em dinheiro vivo e um cartão de credito (que só e aceito em alguns lugares). O dolar eles aceitam em todos os lugares (a cotação é de 1 dólar = 500 colones), mas e sempre bom ter alguns colones trocados para pegar um onibus por exemplo. Dica: Se vc pegar um voo da Copa Airlines vc fará uma escala no Panamá. O Free Shopping deles é excelente! Achei os preços muito bons. Passeios: Não vi muita diferença nas empresas que fazem os passeios. No geral me pareceu que todas são muito boas. Acho que é porque 90% dos turistas na CR são americanos então eles tem que manter a alta qualidade. Comida: Eu particularmente nao gostei da comida. Simplesmente pq eles usam coentro em quase tudo. E eu odeio coentro. Sempre perguntava se tal prato tinha a tal erva (“colantro”). Tirando isso achei a comida sem tempero... Nao sei, mas estou acostumado com a comida mineira bem temperada e senti falta disso. Roupa: Fui na estação das chuvas e senti calor, podem levar muita roupa fresca em qualquer época do ano. Acho que 1 blusa de frio e 1 calça jeans já bastam. Recomendo levar uma bota de trekking pra fazer as trilhas, pois tem muito barro. Uma capa de chuva tbm é muito importante. Surf: Não passei por nenhuma cidade famosa pelo surf, mas pelo que ouvi falar, algumas das principais são Puerto Viejo, Jacó e Montezuma. Povo: Gostei muito dos costa-riquenhos. São simpáticos, estão sempre dispostos a dar informação e a conversar. O lema deles é “Pura vida”! Quanto aos turistas, prepare-se para encontrar muitos americanos! Eles simplesmente dominam o turismo na CR. Segurança: De maneira geral me senti seguro em todos os lugares que passei, exceto San Jose. Fui abordado 3 vezes por mendigos na capital, o que me deixou apreensivo. Algumas pessoas que estavam no Congresso que participei foram assaltadas a mão armada. No hostel me recomendaram a não andar sozinho a noite pela cidade. Mas o esquema é não dar mole, pois violência tem no Brasil, na França e na Costa Rica também! Seguro viagem: Fechei com a Porto Seguro (http://www.portoseguro.com.br/seguros/seguro-viagem) e paguei R$78. Fiz o cadastro online e paguei com o cartão. Mesmo que vc ache que não vá precisar eu recomendo fortemente fazer um seguro em todas as viagens internacionais! Biodiversidade: Apesar de muita gente dizer que o Brasil se parece com a Costa Rica nesse quesito eu digo que é diferente! A riqueza de especies na Costa Rica é maior! Vc anda um pouco na trilha da mata e já vê muitos animais em pouco tempo. Em Manuel Antonio por exemplo tem uma quantidade enorme de lagartos de todos os tamanhos. Mas atenção: Sempre que possível, contrate um guia para ajudar a encontrar os animais. Eles tem os olhos treinados para isto, e além do mais, eles carregam um telescópio para vc enxergar os animais de longe. E por fim a dica mais valiosa de todas: Comunique-se! Peça informação no hostel, converse com outras pessoas, faça amizades, pergunte quais passeios valem a pena (e quais não valem)... Enfim, troque ideias! Eu garanto que a sua viagem vai ser diferente (e para melhor!). Agora vamos ao relato em si... Dia 1 (21/06/13): Chegada a San José Sai do RJ pegando o voo da Copa Airlines com conexão no Panamá. Paguei R$2.400,00 na passagem... Caríssima! Comprei com 2 semanas de antecedência, mas pelo que vi o valor não muda muito se vc comprar com meses de antecedência. O serviço da Copa foi mto bom, comida boa e os voos saíram no horário previsto (tanto na ida quanto na volta). Chegando ao aeroporto de San Jose peguei um taxi e segui direto para o Hostel Aldea que já havia feito reserva (http://www.aldeahostelcostarica.com/). Mas não precisa ir de taxi, ir de ônibus é super de boa... Dei mole! Mas se vc quer ir de taxi, saia do aeroporto e pegue um na rua e peça para ligarem o taxímetro que sai bem mais barato! O taxista foi muito simpático e inclusive me perguntou como estavam as manifestações no Brasil. Fiz o check-in em um quarto privado pra poder descansar melhor. Minha primeira impressão da cidade: Muito parecida com algumas cidades brasileiras. Uma coisa interessante: Quanto o sinal do pedestre esta quase fechando, comeca a soar o pio de um pássaro. Na primeira vez fiquei olhando para cima tentando achar a ave! Hahaha. Fui caminhando ate o Mercado Central. Um lugar bem legal que tem de tudo. Muitas lanchonetes, açougues e artesanato. Tomei um sorvete na famosa Sorveteria Lolo Mora que existe desde 1901 e atualmente e comandada pela 4ª geração da mesma família! Tem apenas 1 sabor de sorvete: Baunilha com canela. Como nada me agradou no Mercado Central fui comer em uma rede de fast food tipo KFC. Passei no supermercado da rede “Pali” e descobri que eles se cobram 10 colones por sacola plástica que vc quiser levar! Achei justo! Saindo do supermercado um mendigo veio me abordando para pedir dinheiro... E detalhe: falando inglês! Hahaha. Como diria minha vó: A necessidade faz o sapo pular! Descansei mais um pouco e no final da tarde fui no Subway. Gastos do dia: - 20 dólares de taxi - 30 dólares de diária no hostel (quarto privado com banheiro) - 1.750 colones em imã de geladeira - 1.200 colones no sorvete de creme com canela - 3.000 colones no frango com batata frita - 3.100 colones no supermercado (água, suco, chocolate e biscoito) - 2.900 colones no Subway Total em dólares: US$ 74 Dia 2 (22/06/13): Vulcão Poás Acordei pagando mico! Achei que a diferenca de horário para o Brasil fosse de 2 horas, e na verdade são 3! Acordei para tomar o café achando que fosse 7h e eram 6h! Hahaha. Voltei e dormi mais um pouco. Um aviso: Os cafés da manhã nos hostels da CR são muito francos! Nesse hostel foi café, biscoito doce e banana. Conversei na recepção e consegui continuar no quarto privado pelo valor de 25 dolares (5 dólares a menos). Segui para a estacao da compahia TUASA para pegar o onibus ate Alajuela (onibus de San Jose para Alajela tem todo minuto!). Chegando em Alajuela, desci uma quadra e já estava em outro terminal onde as 9:15 (Acho que existe apenas este horário durante o dia) peguei o onibus ate o Vulcão Poás. No caminho o onibus faz uma parada de 15 minutos em uma lanchonete que vende salgados, bebidas e frutas. Lembre-se de sentar do lado esquerdo do onibus, pois a vista é melhor (ve-se plantações de morangos e café) Cheguei no Parque já era umas 10:30. O Parque e bem estruturado, tem um pequeno museu, banheiros estacionamento e lanchonete. Extrangeiros pagam 10 dólares a entrada. Para chegar até a cratera tem que andar alguns minutinhos. No inicio do trajeto aconteceu uma cena engracada: Estava andando na beira da mata e de repente começo a ouvir um barulho estranho... Parecia um chocalho de uma cobra, ou o coachar de um sapo, ai pensei: Oba! Vou ver meu primeiro animal na CR... pois bem, adentrei um pouco na vegetação para conseguir avistar o animal e para minha surpresa, era uma TORNEIRA que de vez em quando fazia barulhos estranhos... kkkkkkkkkkkkkk. Fiquei de longe espiando as pessoas que passavam e todas achavam que eram um tipo de animal! Bem, a cratera do Poás é legal mas não e anda de exorbitante. Acho que seria legal se fosse uma escalada de verdade, gastando horas para chegar até a cratera, passando um pouco de perrengue... Ai eu iria gostar mais! Toda hora surge uma nuvem para cobrir a cratera, mas que some em poucos minutos. Venta bastante então leve um casaco. Dependendo da direção do vento, a fumarola que sai de dentro do vulcao com cheiro de enxofre (ovo podre) pode ir em direcao ao mirante, mas nada que atrapalhe. Depois de ficar alguns minutos e bater muitas fotos decidi ir ate o mirante da Laguna Botos. Segui um caminho demarcado no meio da floresta ate chegar a Laguna. Durante o percurso tinha um casal de americanos com um guia que tbm era fotografo particular. Um pássaro marrom sem graça cruzou a trilha e eles: Oh My God! Hahaha. A Laguna Botos não tem nada de especial, mas dizem que ela tem um verde muto bonito qnt faz sol, mas este dia estava nublado. No mirante da Laguna tinha muitos esquilos sem vergonha. Eles ficam loucos querendo comida e são capazes de comer na sua mão! Dps disso desci de volta a entrada do parque e gastei o resto do tempo na lanchonete e no museu. O onibus parte as 14:30 em direção a Alajuela. Chegando lá, vc deve pegar o ônibus para San Jose fazendo o caminho inverso. Bom, minha opnião sobre o passeio: Faça se vc for por conta. Definitivamente não compensa pegar tour! De transporte, gastei 3.390 colones (aproximadamente 7 dólares para ir e voltar) sabe quanto é o tour fechando com agencia? 92 DÓLARES!!! Mas com a agência, além do vulcão, eles te levam para uma plantação de café e para a La Paz Waterfall que tbm tem um pequeno borboletário e ranário, mas como iria para La Fortuna e Monteverde, veria várias cachoeiras, sapos e borboletas, então pra mim não valeria a pena! No final do passeio conheci 2 brasileiros. O Tom e o Luiz. Chegando em San Jose fomos jantar no restaurante do Hostel Casa Colon. O lugar parece bem com um hotel... Gostei! Jantei muito bem por 3.700 colones. Gasto do dia: - 25 dolares de diária no hostel (quarto privado com banheiro) - 530 colones de ônibus San Jose – Alajuela - 1.165 colones de ônibus Alajuela – Poás - 800 colones em uma empanada - 10 dólares de entrada no vulcão - 1.000 colones em uma lata de suco - 1.165 colones de ônibus Poás – Alajuela - 530 colones no ônibus Alajuela – San Jose - 3.700 colones no jantar (arroz, feijao, carne e salada) Total em dólares: US$ 43 Dia 3 (23/06/13): Vulcão Irazu Acordei as 7h, tomei cafe da manha e fui pegar o onibus para o vulcão Irazu. Mais uma vez compensou mto mais ir por conta do que fechar por agencias que pediam aproximadamente 50 dólares. O onibus partiu às 8h do ponto em frente ao Grand Hotel Costa Rica (próximo ao ministério da Fazenda, é só perguntar que todo mundo sabe onde fica!) indo direto para o vulcão, mas antes ele pega alguns passageiros na cidade de Cartago. No caminho, quase chegando no vulcão começou a chuviscar. Pagamos a entrada de 10 dolares e entramos no parque. Assim que cheguei fui direto para a cafeteria comprar um poncho de plástico vagabundo (saco de supermercado era mais resistente que aquilo) caríssimo! Segui em direção a cratera, mas ela estava encoberta de nuvens fazia um frio descomunal!!! Ventava MUITO! Não me lembro de ter sentido tanto frio assim, sério! Pra piorar fui de bermuda, minhas pernas congelaram, meu nariz começou a escorrer, me deu dor de ouvido e dps dor de cabeça... Corri pra tomar um chocolate quente. Quando faltava meia hora para o onibus partir o sol saiu e as nuvens foram embora, corri para ver a cratera. Realmente ela impressiona pelo tamanho, mas o lago esverdeado que existe no fundo estava seco! Achei o vulcão Poás mais bonito. Se tiver de escolher apenas 1 passeio escolha o Poás! O onibus de volta para San Jose saiu as 12:30. Chegando em San Jose fui de Subway mesmo. Voltei pro hostel e dormi. Gastos do dia: - 4.550 colones no ônibus ida e volta de San Jose – Irazu – San José - 1.600 colones em compras de biscoito e chocolates - 10 dolares de entrada no parque - 1.515 colones em uma capa de chuva de plástico - 1.825 colones em um chocolate quente e um muffin - 1.000 colones em um adaptador de tomadas. Obs.: Na CR as tomadas são diferentes do Brasil, então leve adaptadores. - 7 dólares no Subway - 25 dólares na diária no hostel (quarto privado com banheiro) Total em dólares: US$ 63 Dia 4, 5 e 6 dedicados ao congresso, mas aconteceu uma coisa que vale comentar: Bem, quando cheguei no hostel voltando do congresso mega cansado, passei na recepção e me informaram que eu não poderia usar o vaso pq tinha ocorrido uma infiltração, fiquei meio puto pq eu paguei um quarto privado para ter esse tipo de conforto, mas deixei passar pq no dia seguinte ia apresentar meu trabalho e não queria aborrecimentos. Quando cheguei no quarto reparei q meus sapatos e o lençol na cama estavam em lugarem diferentes... Fui pegar um chocolate que tinha comprado e ele simplesmente tinha sumido! Conferi o resto das coisas para ver se todas estavam no lugar e nada além do chocolate tinha desaparecido. Desci na recepção e reclamei! Ganhei um jantar no restaurante do hostel. O que eu acho queaconteceu foi o seguinte: Os trabalhadores que entraram no quarto para consertar o vaso pegaram o chocolate... Tenho certeza disto! Tudo bem que era apenas uma barrinha de chocolate de 500 colones mas peraê, ne? Pois bem, ganhei uma pizza e ice tea por conta disto e economizei 3.500 colones! Então fiquem atentos: ALDEA HOSTEL DE JEITO NENHUM!!! Dia 7 (27/06/13): Rafting no rio Pacuare (classe III & IV) Bom, dps que terminou o congresso fui fazer o rafting pelo rio Pacuare por 99 dólares. Fechei com a Exploradores Outdoor (fazer reserva com alguns dias de antecedência). Eles passaram no hostel para me pegar as 6:10. Durante o percurso o guia foi explicando os comandos a serem feitos durante o rafting. Paramos em um lugar especial da empresa e nos serviram o café da manhã... Tinha o famoso Gallo Pinto, mas desisti de experimentar pq logo senti o cheiro de coentro que eu detesto! Fomos para o rio. Não lembro no nome do guia do nosso bote mas o apelido era Teddy Bear. O nosso bote era: Eu, o americano Noah, as nepalesas que moram nos EUA: Jeny, Ota e Sony, e uma costa riquenha. Entramos no bote e treinamos um pouco. O guia me colocou junto com Noah de “capitães” do bote, aqueles que ficam na frente. Pois bem, comecamos o rafting e logo o guia me tirou do posto e colocou a costa riquenha que ja tinha feito rafting antes... Realmente eu não estava dando conta dos comandos. No inicio é um pouco confuso, mas dps fica tranquilo. Mas vou confessar: Ser o capitão não e uma boa! Requer mais atenção! Se vc fica atrás, vc só copia os movimentos do capitão! Hahaha. Fica a dica! Com 5 minutos dps do inicio, Ota, a única que não sabia nadar, caiu na água... hahaha...Tadinha! Durante o percurso vc vai passando por várias cachoeiras sendo que uma delas quase cai dentro do bote certa hora! Incrível! Na parte final passamos no meio de um cânion bem legal com uma ponte abandonada... Parecia cenário de algum filme de aventura! O guia deixa vc cair na agua 2 vezes durante o percurso. Ficar boiando na água refrescante e deixar a correnteza te levar não tem preço! Recomendo muito esse passeio. Dps voltamos para o mesmo lugar onde tomamos café da manhã para almoçarmos. O almoço foi um burrito. Durante o percurso um guia vai tirando fotos que dps é vendido um CD por 25 dólares. Como as nepalesas ja tinha hostel em La fortuna, decidi ir para o hostel delas e aproveitamos e compramos o CD juntos que foi dividido por 4, então saiu 6 dólares para cada! No msm local onde almoçamos pegamos a van da empresa direto para La Fortuna (já incluso nos 99 dólares). Esse esquema de transfer e bem legal: Vc pode sair de determinadas cidades, fazer o rafting e dps ir pra outra cidade... as opções são: San Jose, Puerto Viejo ou La fortuna. Qualquer dúvida entre em contato com a empresa e se informe mais sobre esse esquema(http://www.exploradoresoutdoors.com/pacuare-rafting.html). Chegando em La fortuna fomos direto para o Arenal Backpackers (http://www.arenalbackpackersresort.com/). Nunca vi uma estrutura como esta para um hostel! Mais parecia um resort: piscina, quartos com ar condicionado, um barzinho bem legal, banheiro amplo e com água quente (atá as 22h). Nota 10 com louvor! Recomendo reservar com alguns dias de antecedência. A noite tomamos uma cerveja e comemos no hostel msm: um macarão que estava muito bom. Acabei conhecendo o Vincent, um americano que assim como eu gosta de trekking! Decidimos fazer a caminhada até o Cerro Chato Volcano no dia seguinte. Gastos do dia: - 99 dólares no rafting no rio Pacuare - 6 dólares no CD de fotos - 15 dólares na diária do hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 10 dólares no macarrão e uma cerveja Total em dólares: US$ 130 Dia 8 (28/06/13): Cerro Chato Volcano e Cascata do rio Fortuna Acordamos as 7h passamos no supermercado antes para comprar algumas coisas para a caminhada. Recomendo levar uma garrafa de agua de 2L para a caminhada, pois faz muito calor e a caminhada é pesada. Para chegar no Cerro Chato vc deve seguir o msm caminho em direção a cascata do rio Fortuna. A caminhada até lá é de aproximadamente 1h. Nós fomos a pé, mas se preferir dá pra pegar um taxi. Chegando lá vc tem a opção ou de ir na cascata ou subir o Cerro Chato. Cada um custa 10 dolares a entrada. Se vc não esta com água o suficiente, esta é a chance de comprar! Seguimos para o Cerro Chato. A caminhada é beeem puxada... No inicio é tranquilo, mas qnd entra na mata, é subida que não acaba mais! Demoramos 2h para chegar no lago (isso pq paramos muito pouco) e 1h30 para descer. O lago é bem bonito, nada mto especial, mas só de saber que aquilo é a cratera de um vulcao extinto acho que vale a pena! E o interessante e q dps de alguns poucos passos em direção a água, fica fundo muito rápido, ou seja, é uma cratera mesmo! Antes de chegar no lago tem um pequeno mirante de onde se vê o vulcão Arenal, mas vc tem que ter sorte para pegá-lo sem nuvens, e nós tivemos! Descemos até a entrada do parque e eu fui para a catarata do rio Fortuna e o Vincent foi pra casa, pois já tinha ido no dia anterior. Mais 10 dolares para entrar e lá fui eu. Para chegar até a queda vc tem que descer algumas escadas, nada de mais. A catarata e simplesmente linda! Perfeita! Pode-se nadar, mas nao dá para se aproximar mto da queda, pois a força que a água cai é tão violenta que cria uma corrente que te impede de chegar perto. Uma dica: leve uma sandália ou algo antiderrapante... Tem muitoo lodo nas pedras e vc pode se machucar facilmente. Eu mesmo fui descalço e quase cai vária vezes. Durante o caminho de volta comecei a me sentir fraco e minha garganta comecou a querer doer... Acho que juntou o cansaco com a falta de comida (até entao so tinha comido alguns nachos e uma garrafinha de iogurte durante todo o dia!) e minha imunidade estava ficando baixa. Passei em uma vendinha e comprei um isotônico. Voltei pro hostel morto de cansado. Descansei um pouco e ao invés de comer algo que preste fui comer no Burger King que tinha promoção do hamburger chamado “Tica”... Carne, tomate e uma especie de nacho com pasta de feijao! Hahaha... Mas estava gostoso. Passei no Luigi’s Hotel para fechar com eles o tour pelo Rio Celeste no dia seguinte. Eles ligaram para todas as compahias de turismo e nehuma iria fazer o tour no dia seguinte, pois eles precisam de no minimo 2 pessoas. Nesse meio tempo um cara me abordou e disse que se eu não conseguisse, que ele me ensinaria a chegar lá sozinho, que seria mais barato, mas que se eu fosse com um guia seria melhor. Logo dps a moça me disse que havia conseguido. Eu iria sozinho com um guia por 85 dolares. Fechei com eles! A noite fizemos uma pool party particular com o pessoal do quarto que rendeu até as 23h! Gastos do dia: - 5.000 colones em compras - 15 dólares de diária no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 2.450 colones no Burger King - 10 dólares na entrada do rio Fortuna - 10 dolares na entrada do Cerro Chato Total em dólares: US$ 50 Dia 9 (29/06/13): Rio Celeste Acordei cedo e fui para o Luigi’s Hotel esperar o guia passar para me pegar as 8h como combinado. As 8:25 chega o guia. Era uma francesa de nome Caroline que morava a 6 anos na CR. Até ai tudo bem. Fui para o carro e reparei que era um carro comum e não de turismo. E mais: o filho dela de 3 anos estava la!! Seguimos em direção ao rio. Paramos em uma cidadezinha onde tomamos café (eu paguei o meu) e continuamos viagem. Ela parou algumas vezes no caminho para perguntar qual a direção e as 10:30 chegamos no parque. Iniciamos a caminhada nós 3: Eu, ela e o seu filho. Durante o trajeto ela não disse absolutamente nada a respeito do Parque ou da floresta ou dos animais, apenas conversava com o filho. Fomos primeiro na parte onde o rio “comum” se transforma em celeste. Nessa parte ela me explicou muito mais ou menos como ocorria a reação química. Dps fomos em direção a cascata, mas o filho dela reclamou do cansaco e eu fui sozinho enquanto ela me esperava. Chegamos aproximadamente as 16:00 em La Fortuna. Ela me deixou no hostel e eu senti que ela estava esperando uma gorjeta. Se ela falasse alguma coisa eu ja tinha a resposta pronta!! Ela não era uma guia de verdade e não me deu atenção nenhuma! O que conteceu foi que, como a moça do Luigui’s Hotel não achou nenhuma agencia, ela ligou pra essa mulher e ofereceu uma grana para ela me levar. Tenho certeza disto! Mas apesar de tudo, valeu a pena... A cor da água é inacreditável!! Quanto mais fundo o rio mais azul fica. A cascata, aahh a cascata.... Fenomenal! Tem uma placa dizendo que não se pode nadar mas não ia perder a oportunidade. Dica: Depois eu percebi que dá pra fazer o passeio por conta sim!! Se vc estiver um grupo e fechar um taxi sai bem mais barato. E a trilha é bem demarcada e não é necessário guia. Chegando no hostel já não estava me sentindo mto bem. Fechei o shuttle para Monteverde para o dia seguinte as 8:30 por 22 dólares no hostel mesmo. Comi 2 burritos com batata frita e fui dormir. Gastos do dia: - 85 dólares no passeio pelo rio Celeste - 1.500 colones em uma garrafa de 2L de água - 15 dólares de diária no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 1.340 colones em compras (Biscoitos, banana e suco) - 2.000 colones em 2 burritos com batatas fritas Total em dólares: US$ 110 Dia 10 (30/06/13): La Fortuna - Monteverde Acordei mal. Minha cabeca estava pesada e doendo um pouco. Acho que estava ficando desidratado. Tomei café da manha no hostel msm enquanto esperava o shuttle. O esquema do shuttle foi o seguinte: Van – Barco – Van. Nesse esquema vc atravessa o Lago Arenal e corta caminho . Se fosse fazer por conta teria que ir para Tilaran e de lá para Monteverde, demoraria umas 2-3h a mais. Como não estava me sentindo muito bem, valeu o investimento! A van me deixou no centro de Monteverde que é uma cidade bem pequena. Fui para a Pensão Santa Elena (http://www.pensionsantaelena.com/). Peguei um quarto privado com banho compartido e café da manha por 14 dólares a diária. O hostel é bem legal, os unicos problemas são: Não tinha tomada no meu quarto e as paredes eram muito finas e feitas de madeira, então dava pra ouvir tudo o que falavam na recepção, além da música que ficava tocando o dia todo. Mas o hostel tem cozinha e os banheiros compartilhados são limpos. Recomendo se vc quer apenas um lugar para dormir, pois durante o dia era impossível dormir (pelo menos no meu quarto). Passei o dia de molho. Fui no restaurante Tico y Rico e comi uma espécie de arroz de forno com frango, batata frita e salada... Tomei vergonha na cara e resolvi gastar dinheiro com comida de verdade. Passei na farmácia e comprei vitamina C e paracetamol. Aproveitei e fechei o Canopy para o dia seguinte na Xtremo (http://monteverdeextremo.com/) as 10:30. Estava na dúvida de fazia o Canopy em La Fortuna ou em Monteverde. Conversei com o recepcionista do hostel em La Fortuna e ele me disse que o melhor canopy da Costa Rica é em Monteverde, então fica a dica! A noite comi um hambúrguer em frente o hostel e fui dormir. Gastos do dia: - 22 dólares de shuttle para Monteverde (Van-Barco-Van) - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) - 1.300 colones em Paracetamol e vitamina C - 3.500 colones no almoço no Tico y Rico - 5 dólares de compras (frutas, biscoitos e isotônico) - 4 dólares de lavanderia - 1.500 colones no hambúrguer Total em dólares: US$ 58 Dia 11 (01/07/13): Monteverde (Canopy) Acordei bem melhor, tomei café e fiquei na recepcão esperando a van passar. Quem eu encontro? Ariel, uma americana que estava no msm quarto que eu em La Fortuna e que tbm estava hospedada no Santa Elena. Ela animou de fazer o passeio comigo e fomos juntos,mas antes a van passou pra pegar algumas pessoas e quem entra na van? Saly! Tbm americana que tbm estava no msm quarto que eu em La Fortuna. Agora éramos 3! Esse passeio consiste em 3 etapas: O canopy em si, o Tarzan Swing e o Superman. Vou explicar por partes: 1) Canopy: É aquilo que todo mundo conhece conhece. Vc vai passando de um ponto a outro pendurado pelos cabos, não tem mta emoção, vc tem a opção de frear se quiser. Mas em algumas partes é beeeem alto. 2) Tarzan Swing – O MELHOR!!!! MUITO BOM MESMO! Vc fica numa plataforma e pula e fica balançando. 3) Superman: Por fim vc chega no alto de uma montanha onde dá pra ver o Oceano Pacífico!!! Lembrando que Monteverde fica no interior do país!! Te penduram pelo tronco e pelos pés e vc vai de braços abertos e fica aproximadamente 1 minuto “voando” por cima das árvores a uma altura mto grande. Muito bom tbm, mas dá um pouco de medo! kkkkkkk Recomendo muito fazer esse passeio, a Xtremo foi excelente! Pontual, atenciosos e total segurança nos equipamentos. Nota 10! Uma uma dica para quem tem GoPro: Levem a sua com o acessório de fixar no capacete, pois eles tem capacetes para encaixá-la! No final dá para comprar um CD com as fotos que eles tiraram de vc por 10 dólares. Dividi com a Ariel o CD com as fotos, assim ficou 5 dólares para cada. Voltamos e resolvemos almoçar no restaurante do lado do hostel chamado Morphos. Comi um “casado” de arroz, feijão, carne (estava mto suculenta e macia), salada e banana. Paguei 14 dolares... Caro! Mas pelo menos o bife estava bom e era grande. Voltei para o hostel e consegui descansar um pouco. As 18h fui ao ranário que fica a 10 min do centro de Monteverde. No mesmo lugar, além do ranario, funciona um borboletário (que só vale a pena se estiver sol, pois só assim as borboletas ficam mais ativas) e um insetario. Paguei 17 dolares para ver os sapos e os insetos com guia. O esquema de ver os sapos é o seguinte: A maioria das espécies fica mais ativa durante a noite, então as chances de vc vê-las são maiores. Já as espécies venenosas (que são as mais coloridas) são de hábito diurno, então eles deixam vc fazer 2 visitas com apenas 1 bilhete. Mas se vc tiver tempo apenas para 1 visita faça a noite. Fica a dica. O ranário vale a pena! Só desse jeito para vc ver os sapos coloridos da Costa Rica (ou se vc tiver mta sorte de ver na natureza). No final dei 2 dólares de gorjeta para o guia. Já o tour pelo insetário eu não gostei mto... Achei meio infantil. As crianças devem adorar. A maioria dos animais estão fixados. Os vivos são: Um lagarto, um bicho-pau, uma tarântula, um besouro e um escorpião. Tbm dei 2 dolares de gorjeta para a guia. Não sou acostumado a dar gorjetas, mas gosto de valorizar esse tipo guia. Voltando para o hostel no meio do caminho eu escorreguei numa vala no passeio e raspei o joelho no meio-fio. Esfolou um pouco e ficou ardendo durante alguns dias. Passei na lanchonete em frente ao hostel e comi um hambúrguer (o mesmo do dia anterior). Gastos do dia: - 45 dólares no Canopy (incluía: Canopy, Tarzan Swing e Superman) - 14 dolares no almoço - 17 dólares no ranário e insetario - 4 dólares de gorjetas - 1.500 colones no hambúrguer – 1.500 colones em compras (biscoito, água e frutas) - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) Total em dólares: US$ 100 Dia 12 (02/07/13): Monteverde (Reserva de Monteverde e Night Tour na Reserva Santa Maria) Acordei as 5:30. Fui à padaria tomar um café e as 6:15 peguei o onibus público (em frente a padaria mesmo) para a reserva de Monteverde. Em 20 minutos estava na reserva. Paguei 9 dólares de entrada e fechei um guia por 15 dólares (na verdade eram 17 dólares, mas chorei e ele fez por 15) por 2 horas e meia. Começamos as 7:30. No início ele falava mto sobre as plantas e poucos sobre animais. Mas depois comecei a ver alguns bichos legais. Eu aconselho fortemente a contratar um guia... 15 dolares é mta coisa, mas os olhos deles estão treinados para achar os animais, além disto, um guia fala para o outro quando encontra alguma coisa. Se vc fizer por conta não vai ver nem a metade dos animais. Fizemos a caminhada até uma cascata e voltamos, sempre parando o quanto for preciso para tirar fotos. O tour terminou as 10:30. Segui para uma lanchonete onde eles colocam bebedouros para os beijaflores... Haviam dezenas deles! De várias espécies. E eles estão acostumados com a presença dos humanos, ou seja, dava para tirar fotos bem de perto. As 11:00 Peguei o onibus de volta para Monteverde (mas acho que poderia ter ficado mais e aproveitado para fazer algumas trilhas pela reserva... Dei mole!) e parei em frente ao ranario que havia ido na noite anterior. Aproveitei para ver as espécies venenosas que são mais ativas durante o dia. Almocei na lanchonete em frente ao hostel e decidi fazer o Night Tour na Reserva Santa Maria. O hostel agendou pra mim e as 17:30 a van passou para me pegar. Escolhi o guia em espanhol ja que só tinha 2 pessoas, enquanto que o guia em ingles tinham dezenas, fica a dica: Se puder escolher escolha o guia em espanhol que tem menos pessoas. No total são 2 horas de tour. Na primeira hora de tour vimos a serpente verde venenosa (beeem de longe), bicho-pau, 2 pássaros grandes muito bonitos e um bicho-folha. Na segunda vimos algumas formigas, um porco espinho e tarântulas! Sinceramente eu esperava mais. Principalmente os bichos preguiça... Mas pelo que vi esse passeio é sorte. Recomendo fazê-lo se vc estiver folgado de grana. E a noite adivinhem onde fui comer? Sim, o hambúrguer na lanchonete em frente ao hostel! Hahaha. Na verdade ele nem era tão gostoso assim, mas é pq era uma opção barata e perto do hostel. Gastos do dia: - 1.500 colones no cafe da manha (bolo e café com leite) - 1.200 colones em passagem ida e volta para a reserva de Monteverde (600 cada uma) - 9 dólares na entrada para Monteverde (com carteirinha de estudante) - 15 dólares no guia - 2.800 colones no almoço (frango grelhado com batata frita e salada) - 4 dólares em ima de geladeira - 1.500 colones em compras - 20 dólares no Night tour - 1.500 colones no hambúrger - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) Total em dólares: US$ 79 Dia 13 (03/07/13): Monteverde - Manuel Antonio Acordei as 5h, arrumei minhas coisas, tomei um café na padaria e fui para o centro comercial de Monteverde de onde partiu o ônibus as 6h com destino a Puntarenas. Cheguei em Puntarenas as 9h, esperei até o proximo onibus as 11h para Quepos. Aqui dá pra ver claramente a falha no trasporte na Costa Rica. Tem um ônibus para Quepos que sai as 9h (justamente no horáio que cheguei). Custava mudar o horario para 15 minutos mais tarde? Assim os turistas não teriam que ficar mofando 2h na rodoviária. Mas fazer o que, né? As 14h cheguei em Quepos e dps peguei mais um ônibus de 15 minutos (esse onibus tem toda hora) até Manuel Antonio finalmente! Ao todo foram 8h para chegar em Manuel Antonio, mas achei que compensou pegar o transporte público. O shutle estava 46 dolares! Fazendo por conta saiu por 7 dólares ou seja, economizei 39 dólares! Excelente! Fiz o check-in no Backpackers Manuel Antonio (http://www.backpackersmanuelantonio.com/index.php/en/) em um quarto compartilhado por 12 dólares a diária. Não gostei do hostel. Não senti um clima legal, sei lá. E pra piorar os quartos eram muito quentes e as pareces não iam até o teto, ou seja, dava pra ouvir o que se falava no quarto do lado! Almocei no restaurante em cima do hostel chamado El Tipico e finalmente comi algo gostoso: um “casado” de frango que vinha arroz, feijão (com pouquíssimo coentro... Aee!) frango grelhado, salada e um omelete de vagem. Descansei um pouco e peguei o ônibus para a principal praia de Manuel Antonio chamada Playa Espadilla Norte (que fica fora do parque e é de graça). Gostei da praia, mas o ruim é a quantidade de turistas. Existem vária coisas para se fazer: aulas de surfing, banana, paraglider (puxado pelo barco), snorkeling, etc. Caminhei um pouco eu peguei o ônibus de volta para o hostel. E assim terminou o dia. Gastos do dia: - 1.000 colones no café da manhã - 1.500 colones na passagem Monteverde – Puntarenas - 1.850 colones na passagem Puntarenas – Quepos - 280 colones na passagem Quepos – Manuel Antonio - 12 dólares na diária do hotel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro compartilhado) - 560 colones de passagem de ida e volta para a Praia de Manuel Antonio (280 colones cada) - 2.300 colones em compras - 3.800 colones em almoço Total em dólares: US$ 45 Dia 14 (04/07/13): Manuel Antonio National Park Acordei às 6h, passei no restaurante em cima do hostel para tomar café. Como pretendia ficar o dia todo sem almoço resolvi encarar o gallo pinto e gostei. Nada de muito especial, mas só de não ter o coentro já estava bom. Peguei o ônibus e às 7h (a hora que o parque abre) eu já estava na porta. Lembre-se que o parque não abre na segunda-feira e sempre é bom chegar na hora que abre, pois depois fica lotado de turistas. Paguei 10 dolares de entrada e não fechei com o guia e acho que foi uma boa. Queria liberdade de ir para onde quiser e consegui ver todos os animais que queria. Minha impressão sobre o parque: Foi a maior surpresa da viagem! Simplesmente não esperava aquela beleza, na verdade não tem nada de exepcional, mas acho que subestimei. Não pensava ver tantos animais. A vegetação encontrando com o mar é sensacional! Só tinha um problema: estava calor demais!!! O parque tem 3 praias: Playa Espadilla Sur, Playa Manuel Antonio e Playa Puerto Escondido. Em 1 dia dá para conhecer todas. A que eu mais gostei foi a Playa Manuel Antonio, e entre ela e a Espadilla Sur tem uma pequena trilha com alguns mirantes que valem a pena. Em alguns pontos do parque existem banheiros com duchas de água doce grátis. Tome muito cuidado com os guaxinins, pois eles mexem nas mochilas para procurar comida! Voltei para o hostel às 14h e pouco tempo depois começou a cair uma chuva descomunal que se estendeu ate altas horas da noite! Gastos do dia: - 12 dólares de diária (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro compartilhado) - 3.500 colones no café da manhã (gallo pinto com suco) - 560 colones no ônibus de ida e volta para a praia (280 colones cada passagem) - 10 dólares na entrada do parque - 2.000 colones em compras - 5.500 colones no burrito com suco Total em dólares: US$ 45 Dia 15 (05/07/13): Manuel Antonio – San Jose Acordei às 6h e peguei o ônibus até a rodoviária de Quepos para comprar minha passagem para San Jose. Me recomendaram comprar antes pra não correr o risco. Depois disto fui para a Playa Espadilla Norte e andei um pouco por lá. Voltei pro hostel, almocei e às 13h peguei o ônibus direto para San Jose. Cheguei as 16:30 e peguei um taxi para o hostel Aldea de novo. Apesar do que aconteceu comigo e de não recomendar o hostel eu tive que voltar, pois deixei algumas coisas que não queria ficar carregando na viagem. A noite fui à Pizzaria do hostel. Gastos do dia: - 4.465 colones na passagem de Manuel Antonio para San Jose - 550 colones no café da manha - 280 colones no ônibus de Manuel Antonio para a praia - 1.000 colones no sorvete - 280 colones no ônibus de volta para o hostel - 4.800 colones no almoço com suco - 1.800 colones de taxi da rodoviária até o hostel - 13 dolares de diaria no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 4.000 colones em uma pizza e suco Total em dólares: US$ 47 Dia 16 (06/07/13): San José - Brasil Dia de voltar para o Brasil. Mas como meu voo era só a tarde aproveitei para ir ao Teatro Nacional e dps no Mercado Municipal para comprar os últimos presentes, mas não achei nada que me agradasse. Como tinha visto uma loja de suvenires chamada La Campesina do lado do Hotel Wyndham Herradura onde aconteceu o congresso, peguei o ônibus no terminal Tuasa e fui até a loja. São 2 andares com todo os tipos de suvenires. Achei o que queria! Almocei e voltei pro hostel para arrumar as coisas. Peguei o onibus direto para Alajuela que me deixou em frente ao aeroporto, assim e conomizei uns bons dólares! E uma última facada: Paga-se 29 dólares de taxa para deixar o país! Gastos do dia: - 15 dólares de suvenires - 530 colones de ônibus para ir até a loja de souvenir - 3.500 colones no almoço - 530 colones de ônibus para ir até o aeroporto - 29 dólares de taxa no aeroporto Total em dólares: US$ 53 E foi isso... Espero que tenham gostado do relato e me desculpem se fui muito detalhista! rs O melhor e o pior: O lugar mais bonito: Rio Celeste. A natureza nesse lugar é privilegiada. Aquele azul do rio e aquela cascata são para ficar na memória. O lugar mais feio: San Jose. Não gaste seu tempo na cidade. Não tem nenhum atrativo a não ser os vulcões. Se for perder um dia aqui vá até o vulcão Poás. A maior surpresa: Manuel Antonio e Canopy Ouvi dizer que a praia de Manuel tinha muito turista que isto e aquilo, o que reduziu minhas expectativas. Quando cheguei e vi aquele mar esverdeado e de água quente, a floresta encontrando o oceano, aquela quantidade de animais... Fiquei surpreso. Voltaria em Manuel Antonio com certeza! Já o canopy eu achava que seria apenas aquilo de ficar indo de um lugar pra outro no meio da floresta, mas o Trazan Swing e o Superman são demais! Muita adrenalina! Altamente recomendáveis! Um must do: Rafting no rio Pacuare Já sabia que esse passeio ia ser fantástico! E todas as expectativas foram atendidas. As cachoeiras, os cânios, a mata preservada... Todos os cenários são incrivelmente belos! Um passeio que te coloca dentro da natureza da Costa Rica. Vale cada centavo gasto! Considerações finais: Meus gastos gerais foram: - R$70,00: Ida e volta de ônibus da minha cidade até o Rio de Janeiro - R$2.400,00: Passagens aéreas - R$78,00: Seguro viagem (plano básico) - US$897,00 ou R$2.036,19 (com o dólar a R$2,27): Soma dos gastos com hospedagem, alimentação e passeios. Lembrando que exclui os gastos referentes aos 3 dias que fiquei no congresso Assim, o total da viagem ficou em R$4.584,19 Recomendo muito um mochilão pelo país, mas acrescentaria mais países no roteiro. Ainda mais com o preço caríssimo das passagens acho que compensa conhecer mais lugares, como por exemplo um país que possua Caribe de águas azuis (por exemplo, San Blás no Panamá) já que a parte caribenha da CR não é tão bonita. De uma maneira geral a CR me surpreendeu. Esperava encontrar algo bem parecido com o Brasil, mas descobri um país com identidade própria e extremamente rico em biodiversidade. Se vc gosta de natureza e de aventura é um prato cheio! “PURA VIDA!”
  2. pqd91391

    Costa Rica Trip Dez/19

    Salve comunidade!! Vou passar 10 dias (Dezembro 2019) das minhas férias em algumas cidades da Costa Rica. Meu projeto é curtir a natureza fazendo trail running pelas diversas trilhas nos parques naturais que tem por lá. Principalmente, porque acredito que vivenciar a natureza de maneira intensa e através da prática de esportes nos ajuda a nos auto-conhecer e curtir o melhor da vida. Não tenho nenhum roteiro fechado ainda, mas tenho um esboço das corridas, trilhas e travessias que pretendo fazer. Se tiver alguém na área que curtiu a ideia, vamos conversar e se tudo der certo partir junto! Vai ser irado demais compartilhar essa experiência de vida. Valeuu!!
  3. Jadson Mello Santos

    Informação

    Pessoal , moro em Salvador e estarei indo para Costa Rica em Março ano que vem , alguém sabe dizer quanto custa uma prancha de lomgboard em Jacó? Prefiro ir de mochila , não quero alugar carro , fora o valor do carro , tem o valor do caução, prefiro pegar ônibus . Não sei como é o trânsito por lá. Outra coisa as despesas com taxas de transporte de prancha sairia muito caro e depois poderia vender a prancha lá mesmo. Alguém poderia me dar uma dica ?
  4. Jadson Mello Santos

    Lomgboard

    Boa tarde , Tenho 2 dúvidas: Vale a pena ir para Costa Rica como mochileiro e comprar a prancha de lomgboard lá e depois revende-la ? Moro no Nordeste e estou querendo fazer um pacote turístico , mas achei que poderia usar meu dinheiro lá, usufruindo de mais coisas lá , prefiro ficar em hostel e não em hotel caro e ainda por cima alugar carro com seguro caro . Acredito que pegando onibus , vou economizar bastante ! Quanto será que custa um lomgboard na Costa Rica usado ou novo ? Não sou marinheiro de primeira viagem , mas é sempre bom pesquisar já que o País é novo para mim . Já morei em alguns paises na Europa e sei como a banda toca por lá , mas América Central é como pisar em ovos para mim . Agradeço pelas dicas . Obs : o porque da ideia de comprar o lomgboard lá: teria primeiro que comprar uma viagem trecho salvador - são Paulo, não sei quanto seria a taxa desse percurso para a prancha , depois um percurso pagando 100 dólares de ida e volta da mesma , teria que alugar um carro, fora o trabalhão que ia dar . A melhor coisa saltar do avião e pé na estrada . Sabe dizer se lá tem aluguel de moto ? Seria também uma ótima pedida ! Saudações, Jadson Santos.
  5. A Costa Rica é o país Latino Americano que mais cresceu nos últimos anos no setor do Ecoturismo, e esse é um tema levado muito a sério no país. Rodeado de vulcões, praias e florestas, os “ticos” sabem explorar muito bem essa área e o mais importante, de uma forma sustentável. Uma das cidades que ferve de viajantes em busca de aventura e contato com a natureza é La Fortuna. Os vulcões Arenal e Cerro Chato são as opções mais procuradas entre os turistas, porém a cidade oferece muitas outras atividades ao ar livre. Chegando e saindo Para quem estiver em San José, há somente três saídas diárias para La Fortuna sendo que a ultima é ás 11 horas da manhã. O valor é três dólares e a viagem leva cerca de cinco horas. Uma opção que me pareceu bastante interessante, porém cara, é ir fazendo rafting desde San José até La fortuna. Para isso você terá que comprar algum tour e custa em torno de oitenta dólares. Meu próximo destino depois de La fortuna foi San Juan del Sur na Nicarágua. Para fazer esse trajeto você deve ir de La fortuna até El tanque, o trajeto demora apenas uns vinte minutos. Avise ao motorista que você quer descer exatamente na parada de ônibus para Peñas Blanca. De El tanque até Peñas Blancas são aproximadamente seis horas de viagem em um ônibus “comum”. Peñas Blanca é uma das fronteiras entre Costa Rica e Nicarágua, é lá que você fará todos os tramites de saída e entrada de um país para outro. Onde ficar Todos os itens básicos para um viajante são encontrados na parte central da pequena cidade – essa com certeza é a melhor área para se hospedar. Fiquei hospedado no Gringo Pete’s e recomendo o lugar. É um dos mais baratos da cidade (suspeito que seja o mais barato), os staffs são muito prestativos e simpáticos, a cozinha é bem equipada, e fica bem localizado – perto de supermercado e do terminal de ônibus. Outro ponto a favor do hostel é que ele organiza diversos passeios e os preços também são inferiores aos outros lugares. O quarto compartilhado custa cinco dólares por noite, um verdadeiro “achado” para o alto custo da Costa Rica. O que fazer Vulcão Arenal e Vulcão Cerro Chato – Se seu sonho é fazer um trekking em algum vulcão, essas são duas ótimas opções caso você esteja em La Fortuna. Enquanto o Arenal não requer muito esforço ou preparo físico o Cerro Chato é completamente o oposto. Para ambos, é recomendável que você vá com algum guia, pois as trilhas nem sempre são bem demarcadas. Rio Celeste – Para mim esse foi o lugar mais incrível durante meus dias em La Fortuna. Localizado no Parque Nacional Vulcan Tenorio, esse rio desperta a curiosidade de muitas pessoas. A cor azul celeste do rio, acontece devido a mudança de ph no encontro dos rios Buenavista e Quebrada Agria. Dentro do parque nacional você fará um pequeno trekking de aproximadamente duas horas para conhecer os diversos pontos do Rio. Como Chegar: A opção mais fácil é ir com algum tour. Você pode contratar apenas o transporte (aproximadamente trinta dólares) ou o tour completo que inclui a entrada do parque, almoço e o acompanhamento de um guia (sessenta dólares). Se você quer economizar essa grana, é possível ir por conta própria. Tenha em mente que você terá que acordar bem cedo, pois para realizar o trajeto você terá que pegar três ônibus. Outro detalhe, o ônibus não para na entrada do Parque Nacional- da parada de ônibus até o parque são aproximadamente oito quilômetros. Você pode ir caminhando e tentar alguma carona, provavelmente você encontrará uma boa alma pelo caminho. Hot Springs – Nada melhor do que relaxar nas águas quentes de um rio após um longo dia de trekking. Há diversos lugares onde você pode curtir essa atividade. Como fica um pouco afastado da cidade, a maioria dos hostels oferecem transporte até lá. Normalmente o passeio é feito durante a noite e o transporte de ida e volta custa cinco dólares com algum drink incluso. Cachoeiras – Para quem está interessado em lavar a alma em alguma cachoeira, há algumas opções perto do centro de La Fortuna. A mais próxima e menor, fica a um quilometro da cidade, você pode ir caminhando e não precisa pagar nada para entrar. Outra que é mais afastada e com uma queda d’água bem maior, é necessário pagar dez dólares para entrar. Rafting / Tirolesa – Para aqueles que estão em busca de aventura, diversas empresas oferecem passeios para rafting e tirolesa. Os preços variam de cinquenta a oitenta dólares. Post originalmente publicado no meu blog. (http://www.voltologo.net/la-fortuna-ecoturismo-na-costa-rica/)
  6. Olá a todos! Em Janeiro irei fazer um mochilão mas surgiu um problema! Soube agora que nessa época o Brasil fica completamente lotado de turistas e o tempo entre sítios aumenta muito. Tenho um mês para partir do Rio de Janeiro em destino do México. Queria passar pela Amazónia e entrar pela Colômbia. Alguém tem dicas de percursos? Ajudaria MUITO!!!!!!!!! Muito obrigada! 😊😊
  7. Surf trip que já fazia muito tempo que eu queria fazer. Destino muito procurado por surfistas de todo o mundo nos despertou a vontade de conhecer esse país maravilhoso. O famoso Pura Vida life style. No dia 5 de julho de 2017 eu e mais dois amigos(Eduardo e Fabio) saímos de fortaleza em direção a Costa rica! Saímos de Fortaleza as 5:30 da manhã e chegamos em Guarulhos as 9:00 da manhã. Como nosso voo para San jose era somente meia noite, tínhamos o dia inteiro pra fazer alguma coisa. Decidimos ir almoçar no mercado municipal. Passamos na casa do meu primo e partimos. Durante a tarde conhecemos um pouco do centro. Estava fazendo muito frio em SP. À noite fomos para o aeroporto fazer o check-in. Somente na hora do embarque o Eduardo percebeu que esqueceu o cartão de vacinação. Quase que ele não embarcava, por sorte, um funcionário da Avianca nos instruiu a procurar o posto da Anvisa no aeroporto, só que já era 11 da noite (no site dizia que o posto fechava as 22:00) mesmo assim ele nos disse para insistirmos pois era obrigação da Anvisa ter alguém de plantão no aeroporto. Graças a esse cara, conseguimos embarcar. Uma cervejinha pra tirar a tensão do pre embarque e ativar o modo sono durante o voo. Conexão na Colômbia. Chegamos as 09:30 da manhã em San josé. Compramos o pacote(Bilhete + carro) pela Welcome Surftrips. Na chegada já tinha um carinha da locadora nos esperando. Fomos pegar o carro e depois direto almoçar no Walmart que fica bem próximo ao aeroporto. Dicas: 1. Não troque dólares no aeroporto, a taxa é muito mais alta que o normal aplicado nas casas de cambio. 2. Procure o mais rápido comprar um chip local. a internet 3g/4g deles é muito boa e funciona em boa parte do país. 3. Em todos os locais se aceita Dólares e Colones, sempre pergunte os dois preços, pois dependendo da taxa, vc pode ganhar alguns trocados na hora do cambio. 4. o Waze funciona bem em todo o pais e te deixa na porta. É ideal para quem vai rodar o país de carro. Almoçamos, compramos os chip's e trocamos alguns Colones, tudo isso no Walmart. Partimos em direção a Jaco. Estrada boa e bem sinalizada. Viagem tranquila. Não tínhamos nada reservado lá. Fomos a procura e achamos vários locais com vários preços. Acabamos ficando no Hostel Beds on bohio. Quarto e banheiro privado para 3 pessoas com ar condicionado e Wi-fi grátis. - 11.000 colones, equivalente a R$66,00 por pessoa. Na recepção do hostel funciona uma lanchonete bem bacana, com sanduiches, batatas, sucos e bebidas, drinks e cervejas Papas and Burgers Precinho bacana também, recomendo as batatas supremas, com uma cervejinha gelada. Obs: Peça ao garçom que ponha a cerveja no congelador, pois, lá eles não costumam tomar cerveja bem gelada (mofada) como os brasileiros gostam. em Jaco as ondas não estavam muito boas, o swell encostou e fomos para a Playa hermosa - que fica ao lado de Jaco. Lá estava gigante e fechadeira. Entrei no mar mas não estava surfável, logo saí. A vida selvagem prevalece nesse lugar, pra falar a verdade, nesse país. Dicas: 1. Pesquise preços. Encontramos vários preços para o mesmo tipo de refeição em Jaco. 2. O casado (nosso conhecido "prato feito" - Arroz, feijão, batata frita ou salada, e carne, frango ou porco) é bem tipico nos restaurantes e pode variar desde 3.000 a 7.000 colones (18 a 42 reais) Comemos um bom "casado" no Restaurante El recreo a preço justo. 3. É sempre bom verificar nos cardápios, pois, boa parte dos restaurantes cobram 10% de taxa de serviço e mais 23% de imposto. Fiquem atentos. 4. Jaco foi o lugar mais barato que encontrei para comprar souvenir. Apesar de que quando comparado com os nossos preços é bem "salgado". Passamos mais um dia em Jaco mas as ondas não melhoraram e partimos para Pavones. Saímos de Jaco as 10 da manha e chegamos em Pavones as 4 da tarde de sábado 08/07/17, com paradas para almoço e abastecimento do carro. Logo na chegada em Pavones o mar estava clássico, nem fomos procurar hospedagem. Caímos no mar sem mesmo conhecer o pico. Era coisa de filme aquelas três sessões quebrando perfeitas. Surfamos até o anoitecer e somente depois fomos procurar algum lugar para dormir. Conhecemos dois brasileiros super gente boa e que mais tarde se tornariam dois amigos nossos. Eles estavam no Hotel La Perla, mas lá não tinha vaga. A dona de lá tinha um quarto vazio (somente o quarto, sem wi-fi, sem cozinha e o banheiro ainda era no andar inferior) e que acabou nos acomodando 2 noites (Não tínhamos escolha). A cidade estava lotada e quase não havia hostel ou pousada com vagas disponíveis. Na segunda feira conseguimos vaga no hostel Cabinas Carol. Quarto e banheiro privado com café da manhã e cozinha compartilhada - 15 doletas por pessoa. - Super indico - O sr. Pablo é super gente boa e sempre solícito. Todos o dias eram duas caídas, uma pela manhã e outra no fim de tarde! Depois de três dias de swell constante todo mundo tava quebrado. De longe as series pareciam pequenas. Só pareciam. Brasileirada junta e misturada. Na quinta feira dia 13/07 o swell deu uma baixada considerável e os dois paulistas que conhecemos lá, subiram pro norte em direção a Tamarindo. Nós resolvemos ficar mais um dia para ver no que ia dar. Acabamos conhecendo outro brasileiro que trabalhava no hostel e que acabou nos convidando para dar uma passada em Paso Canoas fronteira com Panamá. Comprar umas besteiras por lá, já que nada por lá tem imposto. Vale o passeio. Na volta para pavones ainda fomos verificar o mar, mas continuava pequeno e ainda curtimos o nosso ultimo por do sol naquele lugar mágico. Naquela noite ficou decidido que íamos partir no dia seguinte para Manuel Antonio visitar o parque nacional. Na manhã seguinte dia 14/07/17 partimos as 09:00 hs. Chegamos lá por volta de 14:00 e fomos direto ao parque. Logo na entrada o guia nos explicou que já era tarde para entrarmos e que o parque iria fechar as 16:00. Não teríamos tempo o bastante de conhecer bem o parque. 1º imprevisto da viagem - Se forem conhecer o Parque Nacional de Manuel Antonio, melhor chegar lá no fim do dia se acomodar em algum hostel e visitar o parque no dia seguinte. Fomos procurar um hostel para passar uma noite e na manhã seguinte retornar ao parque. Ficamos no Pura vida Hostel - quarto e banheiro compartilhado, com café da manhã, cozinha compartilhada e wi-fi grátis. 10 doletas por pessoa. Ainda batemos maior papo com o funcionário super gente boa do hostel - Ken - mochileiro da Malásia. À noite fomos comer no Backpackers Paradise Costa Linda Comida boa, cerveja gelada e preço justo. Na manhã seguinte dia 15/07/17 partimos bem cedo para o Parque nacional e deixamos avisado no hostel que iríamos partir quando voltássemos do passeio. O ingresso ao parque custa 16 doletas por pessoa. O caminho é feito todo a pé e existem varias trilha que levam a diferentes praias, mirantes e uma cachoeira. Fabio e Eduardo não gostaram e saíram mais cedo. Eu gostei e acabei fazendo todas trilhas do parque. Pra quem gosta de natureza vale a caminhada. Na saída do parque caiu uma chuva que eu pensei que não ia cessar. Acabei indo pro carro todo molhado e quando cheguei no hostel Fabio e Eduardo já me esperavam pra ir embora, pois, como tínhamos avisado que íamos ficar somente uma noite, acabaram preenchendo nossa vaga. Nosso próximo destino era Monteverde mas não conseguiríamos chegar a tempo de encontrar lugar para dormir, então decidimos ir até Jaco e logo pela manhã seguir viagem. e assim foi feito. Mas uma noite em Jaco e na manhã do dia 16/07/17 já seguíamos para Monteverde Ponte bem próxima a Jaco. Caiu morreu. A caminho de Monteverde Monteverde é região serrana e lá faz muito frio Quase nas nuvens Chegamos lá por volta de 16:00. Ficamos no Hostel Monteverde Backpacker's - quarto e banheiro privado, wi-fi e café da manhã - 13 doletas por pessoa. Logo marcamos nosso passeio ao Monteverde Extremo park para o dia seguinte. 121 doletas para pular de Bungge Jump e Canopy (várias tirolesas - Tarzan swing, Superman e outras) e também deixamos avisado no hostel que iríamos partir quando voltássemos do passeio. Iríamos para La fortuna. Na manhã seguinte a van do parque nos buscou no Hostel, pegou mais algumas pessoas em outros hostels e seguiu em direção ao parque. Logo na chegada você vai até a recepção, diz e paga o que você vai querer fazer. Fomos primeiro ao Canopy (várias tirolesas, curtas no início e muito longas no final, Tarzan swing e Superman). Em média duas horas, dependendo do tamanho da turma para fazer todo o percurso. Quando terminamos o Canopy, um funcionário do parque perguntou se iríamos para o Bungee, dissemos que sim e ele pediu para que o acompanhasse. Fomos para a sala do Bungee e já vestimos os equipamentos. De repente o tempo fechou e caiu uma chuva muito forte, mas muito forte mesmo. Chegou a cair um raio bem perto onde estávamos. Deu muito medo.,kkkkkkkkkkkk Só pra ter noção de como a parada foi sinistra, esse raio caiu tão perto que faltou energia em todo o parque e o pulo foi adiado para o dia seguinte. 2º imprevisto da viagem. Estávamos cientes de que quando saíssemos do parque iríamos somente passar no hostel pegar as mochilas e ir direto para La fortuna. Para no dia seguinte conhecer o vulcão, águas termais e fazer o rafting. Depois de passar o dia inteiro no parque, voltamos para a cidade ainda com chuva e paramos para almoçar quase 5 da tarde! Restaurante Tico y Rico sem dúvida o melhor casado de Monteverde. Preço justo e comida saborosa. Voltamos para o hostel e como tínhamos avisado que íamos ficar somente uma noite, novamente acabaram preenchendo nossa vaga. Fomos procurar outro hostel, por sorte ali no centrinho existem muitos. fomos para o Hostel Casa Tranquilo. mesmo preço e mesma características do anterior. Na noite fria de Monteverde saímos para comer taco no restaurante Taco Taco. Recomendo demais, 3 tacos por R$ 21,00 muito saboroso. Nunca tinha comido taco. é uma parada muito saborosa, e ainda tem um molho picante que acompanha o pedido que é muito bom. Na manhã seguinte nem esperamos a van do parque, como de lá já iríamos para La fortuna, fomos de carro. Fomos os primeiros a chegar no parque. Logo vimos o Andre, funcionário do parque muito gente boa. Ele nos acompanhou até o bungee, naquele dia fazia sol, graças a Deus. Vestimos os equipamento e partimos. Obs: Eles não deixam você levar nem câmera e nem celular. Justamente para no final do salto eles cobrarem 25 doletas pelo vídeo do salto. Achamos caro mas é impossível não comprar aquelas imagens. O salto é uma parada muito louca. No início você pensa que vai morrer, mas depois você quer outro! Não adiante eu tentar explicar a sensação. Só indo pra ver o quão louco é aquilo. Super recomendo pra quem gosta de sentir adrenalina correndo pelas veias. Superman. Galera reunida depois do salto. ] Bungee. Extremo park. Araras passeando pelo parque. Ligamos para uma das empresas que vendiam o rafting em La fortuna, e a última turma do dia saía ao meio dia. Estávamos saindo as 9:30 da manhã de Monteverde. A viagem desde Monteverde até La fortuna dura em média 4 horas. Não chegaríamos a tempo. Como já voltaríamos pra casa no dia seguinte, fomos direto para San josé. Chegamos em San josé e ficamos no Hostel Bekuo. Sem dúvida o melhor hostel da viagem. Área comum muito massa. Dois Pc's, sinuca, Ps4, violão e etc. Super recomendo. Na manhã seguinte fomos ao mercado de artesanato comprar mais alguns souvenirs. Logo depois fomos deixar o carro na locadora e em seguida ao aeroporto. Foi uma viagem maravilhosa. Altas ondas em Pavones. Selva em Manuel Antonio. Adrenalina em Monteverde. Espero ter ajudado de alguma forma outro viajante que queira conhecer esse pedaço de paraíso na terra. Somente agora depois de alguns dias pude conhecer o clássico desânimo pós-viagem. Estou naquela situação de auto avaliação em que se põe em questão vários pontos da viagem e a cruel comparação com a vida "real" no corre corre do dia a dia. Será que é possível levar a vida como a vida que se leva em uma viagem? Valeu galera, até a próxima. Thiago.
  8. Passamos 6 dias na Costa Rica. Foi o nosso primeiro país na nossa viagem pela América Central em 2017. Deixamos muito por fazer, admito. A Costa Rica requer muito mais dias pra aproveitar cada atração desse país maravilhoso. Confere aí embaixo um resumo do que fizemos nesse país incrível. San José Não ficamos nenhum dia inteiro em San José, capital da Costa Rica. Resolvemos usá-la como ponto de conexão entre outras localidades como o rio Pacuare, Puerto Viejo e o Parque Manuel Antônio. Como chegamos Voo de Montreal com escala na cidade do Panamá, tudo pela Copa Airlines. Do aeroporto, pegamos um ônibus comum que passava pelo centro de San José. O terminal de ônibus do aeroporto fica uns 20 metros logo após a saída do aeroporto. A empresa de ônibus mais famosa é a Tuasa. Os ônibus são vermelhos e tem um pequeno letreiro com o destino. Entretanto, sempre pergunte pro motorista se o destino final é realmente San José. Onde nos hospedamos Ficamos hospedados no Aldea Hostel San Jose, em um quarto compartilhado sem café da manhã inclusos. O banheiro não estava limpo e o hostel no geral era bem velho. Recomendo somente pela localização e preço acessível. Rio Pacuare Fechamos tudo com a agencia Exploradores Outdoors. Eles te pegam no hostel e levam para fazer o rafting. O truque aqui é pedir para ser deixado no final do passeio em outra cidade, como por exemplo, Puerto Viejo. Foi o que a gente fez. Pagamos cerca de 200 dólares para duas pessoas, com direito a transporte, café da manhã e almoço e, é claro, o próprio rafting. Leia mais Puerto Viejo Ficamos 4 dias em Puerto Viejo e achamos o suficiente. Para explorar o caribe costa-riquenho, existem duas opções: ficar em Cahuita ou Puerto Viejo. Cahuita é conhecida pelo sossego. Já Puerto Viejo, pelas festas, bares e a vida ativa. Resolvemos arriscar e nos hospedamos em Puerto Viejo. Não poderíamos ter acertado mais. A cidade é realmente bem movimentada, muitos restaurantes e bares e gente de todas as idades nas ruas. A cultura reggae é muito presente. Gostamos muito de lá! Além do que, Puerto Viejo fica bem localizado se você quiser usá-la como ponto de conexão para conhecer outros locais próximos como o Parque Nacional Cahuita e as praias mais ao sul. Como chegamos O transporte para Puerto Viejo já estava incluso no pacote de rafting pelo rio Pacuare. Sugiro fazer a mesma coisa, você ganha tempo e salva alguns dólares com isso. Onde nos hospedamos Ficamos hospedados no Hostel Pagalú. Esse hostel não aceita reserva. Pagamos 26 dólares por noite (o preço na alta temporada muda). Super calmo, bem localizado e bem arrumadinho. O café da manhã não era incluso, mas tinha uma cozinha onde a gente preparava o nosso café da manhã. Único problema era que não tinha ar-condicionado no quarto (lá faz muitoooo calor!). O que fizemos PLAYA COCLES, PLAYA CHIQUITA E PUNTA UVA As principais praias do caribe da Costa Rica. Pra mim a melhor foi Playa Uva. Ela é a mais distante das três, mas pra chegar nela, fomos parando em cada uma das praias intermediárias pra tirar fotos e apreciar a vista. Fizemos todo o percurso de bicicleta, que alugamos por 10 dólares em um hostel qualquer de Puerto Viejo. JAGUAR RESCUE CENTER Se você que deixar uma pequena mais importante contribuição pra ajudar o meio ambiente, sugiro dar uma passada no Jaguar Rescue Center. Você pode até trabalhar como voluntário, cuidando dos bichos e dos afazeres do centro. O local funciona como um santuário de reabilitação da fauna local. Todo o dinheiro arrecadado vai para o cuidado dos animais. A entrada é de 20 dólares por pessoa, mas pense como uma doação. Leia mais. PARQUE NACIONAL CAHUITA Ponto obrigatório se você vai à Costa Rica. É um daqueles lugares que reúnem tudo em um só local. Praia, mar, natureza, animais, floresta, trilhas, descanso, etc. Pagamos 5 dólares por pessoa para entrar (é facultativo). Fizemos um bate e volta de Puerto Viejo (30 minutos de ônibus cada trecho), todos com a empresa MEPE. Aproveitamos o dia na Playa Branca, entre entrar no mar (que é bem quentinho e cor azul turquesa) e ficar na sombra vendo os animais (macacos, quatis, lagartos, etc.). No final, fizemos uma trilha, ou parte dela, pra fechar o passeio com chave de ouro. Onde comemos Todos os restaurantes que visitamos foram escolhidos através do TripAdvisor. Eles são: Café Rico Sobre las Olas Madre Tierra Como en mi Casa Art Café Lidia's Place Bread & Chocolate Parque Nacional Manuel Antônio O menor parque nacional da Costa Rica, é também o mais visitado, e posso dizer, um dos mais lindos que visitamos. O Parque Nacional Manuel Antônio vai te surpreender em vários aspectos. Cada praia guarda suas próprias características, animais e plantas. A sua praia principal, Manuel Antônio, é perfeita para um banho de mar. Lá, você vai também poder fazer alguns esportes radicais, ver cachoeiras e desfrutar da natureza a todo minuto. Como chegamos Saímos de Puerto Viejo de manhãzinha com destino à San José. Usamos a companhia Mepe. A viagem durou cerca de 4 horas. Chegamos no terminal da empresa em San José e logo pegamos um táxi para o terminal da outra empresa, Tracopa, que nos levaria ao Parque Manuel Antônio. Novamente umas 4 horas de viagem. Todos os ônibus eram novos e super confortáveis. Onde nos hospedamos Ficamos hospedados no Hostel Plinio. Super recomendo esse lugar. Fica bem no meio entre Quepos e Manuel Antônio com parada de ônibus bem na porta. Pagamos uma bagatela por uma noite em uma suite super chique com café da manhã incluso, sem contar que os funcionários era super simpáticos e prestativos. Conclusão sobre a Costa Rica Definitivamente um país que vamos voltar um dia, nem que seja para passar uma semaninha ou quem sabe se aposentar. A Costa Rica nos surpreendeu muito. Possui uma excelente estrutura turística, é seguro, comida deliciosa e natureza por toda a parte. A Costa Rica deixou saudades! Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com
  9. Oi, gente! Agradeço se puderem me auxiliar com dicas sobre a rota (campo grande - bonito) e (campo grande - costa rica). Pelo que vi, essas duas cidades ficam em lados opostos e eu vou desembarcar no aeroporto de Campo Grande e pretendo pegar o transfer do hostel (aceito sugestoes) ou as vans (ja li que há varias opcoes na saida do aeroporto (confere??). Vou sozinha, nao pretendo alugar carro. Alguma sugestão do que fazer primeiro, ir para Bonito ou para Costa Rica? Seria viável, estando em qualquer uma das duas cidades, ir direto pra outra, sem passar por Campo Grande, alguem conhece, algum serviço de de transporte que faça o trajeto? Os passeios sao tranquilos? Quem ter artrose nos joelhos consegue fazer tudo numa boa? Galera, super obrigada!!
  10. Bom, vou colaborar com nosso relato de viagem por dois países da América Central realizado entre fev e mar/19. Ressalto que a melhor época para visitar a região é de janeiro a abril para fugir das chuvas. O custo total da viagem foi R$6000,00, sendo: R$1500 (passagem São Paulo – San José) pela Avianca R$ 500 (passagem San José – Cidade da Guatemala) pela Copa R$ 600 (hospedagens em hostel) R$ 500 (ônibus/shuttles na Guatemala) R$ 400 (aluguel do carro) + R$150 combustível na Costa Rica (valor por pessoa em carro 4 pessoas) + demais custos com alimentação e passeios Os roteiros foram os seguintes Costa Rica 9 dias: todo o roteiro realizado com carro alugado (aprox. 50usd/dia) Chegada em San José – Pq. Manuel Antonio – Cartago (vulcão Irazú) – Vulcão Poás – La Fortuna (Arenal + Rio Celeste) – Tamarindo (Playa Conchal e Hermosa) Guatemala 9 dias: todos os deslocamentos realizados por ônibus/shuttle (possível comprar pelo site GuateGO), mas recomendo fechar com as agências locais que fica bem mais barato. Chegada na Cidade da Guatemala – Antígua (vulcões Pacaya e Acatenango) – Panajachel (Lago Atitlán) – Lanquin (Semuc Champey) – Flores (Tikal)
  11. ALÔ, galera mochileira! Lápis e papel na mão ou dedo a postos no CRtl+C/CRtl+V. Aqui vão dicas importantes, atualizadas e revisadas na versão 2018 sobre a dupla Costa Rica + Panamá. RESUMO: 20 dias de viagem. Intinerário: 3 noites em San José/Costa Rica. 4 noites em La Fortuna/Costa Rica. 1 dia em Siquirres/Costa Rica. 5 noites em Puerto Viejo/Costa Rica. 5 noites em Bocas del Toro/Panamá. 1 noite na Cidade do Panamá. Passagem Copa Airlines: R$ 2.300,00 Custo total de hospedagem + alimentação: US$ 2.000,00 Custo total com tours + entradas + shuttles: US$ 521 Dica número 1: Costa Rica e Panamá não são países baratos para se fazer turismo. Esteja preparado(a) financeiramente mesmo que esteja determinado(a) a guardar dentro da mochila as bananas do café da manhã do hostel para economizar na alimentação. ========== SAN JOSÉ/COSTA RICA ========== O voo teve duração de 7:00h até a Cidade do Panamá. Depois de mais 1:30h de voo cheguei na capital da Costa Rica. É importante dizer que em San José fiquei hospedado na casa de amigos. Então não tive custos com hospedagem nesses primeiros dias de viagem. [ MITO ] Li em diversos relatos que era pra passar batido por San José devido a alta delinquência na cidade. Bobagem. Como todo centro urbano, a população convive com furtos e assaltos (infelizmente). Mas o que quero dizer é que se você tiver o devido cuidado de não usar objetos de valor à mostra (relógios, cordões, celular e câmeras fotográficas) pode circular tranquilamente da forma que fiz. Durante três dias caminhei pelas ruas, entrei no temido Mercado Municipal, Museu Nacional, Teatro Nacional (imperdível), almocei em restaurantes onde só haviam costarricenses e não fui incomodado. [ DICA INÉDITA ] Os táxis comuns têm cor vermelha. Táxis executivos têm cor laranja. Ambos usam taxímetro. Não é necessário negociar o valor da corrida. O UBER é amplamente usado pelos moradores de San José mas não é regulamentado no país. Por isso os motoristas do aplicativo sugerem aos passageiros para sentarem-se no banco da frente do carro para evitar problemas com os taxistas e não chamarem a atenção da fiscalização. Usei táxis vermelhos e o UBER. Confesso que não há diferença no valor final das corridas. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Os costarricenses são extremamente amáveis, cordiais, solícitos e amam nós, brasileiros. Facilmente surgiam conversas com vendedores do Mercado Municipal ou moradores da cidade que dividiam comigo alguma mesa compartilhada. Aliás, não deixem de tomar o sorvete “Helado Sorvetera” que existe dentro do Mercado Municipal. Há um único sabor: Creme de baunilha com canela. A textura é diferente do nosso sorvete. Parece um mousse. A “tienda” é fácil de ser localizada, o Mercado é pequeno. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Tanto na Costa Rica como no Panamá, as águas de garrafa não são águas minerais. São águas tratadas por algum método de filtração ou osmose. O Brasil é um dos poucos países no mundo com água mineral em abundância. O que isso quer dizer? As águas engarrafadas desses países não têm potássio, sódio e outros minerais que ajudam a regular a pressão e a circulação sanguínea. O calor e a umidade são intensos. Beba muita água. Mas dependendo do seu biotipo se hidratar apenas com água de garrafa não será suficiente. Lá pelo sétimo dia de viagem me deu uma moleza no corpo… Intercalei a hidratação entre água engarrafada e isotônicos e deu certo. (Exemplo: Gatorade, Powerade…) Saindo de San José: Os ônibus para qualquer outro destino do seu roteiro saem do Terminal 7-10 (http://terminal7-10.com/es/). O terminal é novo, limpo, seguro e organizado. Foi construído em 2015. Compre a sua passagem com antecedência. A companhia que opera o trecho para La Fortuna é a Transportes San Jose Venecia (ônibus de cores rosa e branca). A bilheteria desta companhia abre às 10:00h da manhã e está localizada no último andar do terminal. Pedi um UBER para ir até o terminal. Existe uma alta concentração de táxis e às vezes uns “rateiros” (delinquentes) pelas redondezas do Terminal. A dica é pedir ao motorista do UBER ou táxi para ele te deixar dentro do estacionamento do terminal (subsolo). Há uma placa que indica “parqueo/encomendas” como entrada do estacionamento. O custo por 15 minutos de estacionamento é de 100 colones (R$ 0,60). Dei os 100 colones ao motorista para que ele pagasse o estacionamento e para que eu pudesse desembarcar e pegar minha mochila e minhas coisas tranquilamente. ========== LA FORTUNA/COSTA RICA ========== Fui para La Fortuna no ônibus das 10:00h de uma quarta-feira. A maioria dos passageiros eram turistas. Ao todo foram 5 horas de viagem à uma velocidade média de 60km/h. [ MITO ] É fácil você encontrar relatos dizendo que as estradas da Costa Rica estão em péssimo estado de conservação. Não mais. De fato as estradas são de pista de mão dupla em via única para cada um dos sentidos. Mas estão com uma nova pavimentação e sinalização em todos os trajetos em que percorri. Obedecendo os preceitos de preservação do país, as estradas não são retas ou com túneis e viadutos megalomaníacos. Elas contornam morros e muitas vezes cortam cidades pequenas. Por isso a velocidade média é baixa. Deve-se evitar viajar à noite. Regiões como Turrialba não são seguras à noite. [ DICA INÉDITA ] A Costa Rica é conhecida internacionalmente pela alta qualidade do café e a melhor cidade para se comprar é em La Fortuna. Os preços estão mais baratos no Supermercado MegaSuper, ao lado do terminal rodoviário. Comprei dois pacotes do café Britt, a marca mais famosa no país. Se você tem interesse em fazer um tour para uma fazenda de café, de San José saem tours para diversos lotes, inclusive para a fazenda licenciada pela Starbucks. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Antes de embarcar para La Fortuna, comprei no Terminal 7-10 (San José) um chip da Claro para ter internet e poder me comunicar em caso de alguma emergência. Os planos pré-pagos são extremamente caros e a internet da operadora é muito deficiente. Além disso, os serviços são vendidos separadamente. Não há um combo telefonia + internet. Paguei R$ 60,00 para ter direito a 15 minutos de plano de telefonia em roaming para as Américas. Depois da Costa Rica fui para o Panamá, então imaginei que seria vantajoso comprar um plano de telefonia que funcionasse em toda a América. A internet custava mais R$ 90,00 adicionais para ter direito à 50MB durante 7 dias, apenas. Não comprei e me contentei com o Wi-Fi por onde eu passava. No aeroporto de San José há uma operadora oferecendo simcard com acesso ilimitado para turistas. Talvez valha à pena caso você queira estar 100% conectado. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Enquanto aguardava no Terminal 7-10 reparei que os ônibus das companhias não eram tão novos… Viajei em ônibus melhores no Brasil, Peru, Chile e Argentina. Ri quando chegou o ônibus da Transportes San Jose Venecia em que eu faria o trajeto para La Fortuna. Caindo aos pedaços. Não tinha ar-condicionado e acreditem: Faltavam assentos em determinados conjuntos de poltronas! Fui lá pro fundão do ônibus, procurei um lugar em que não havia um assento no corredor e sentei na janela. Assim pude colocar as minhas mochilas ao meu lado. Detalhe: Os assentos não reclinam. Todos são soldados. Os que não estão soldados caem para trás. Hahaha… Faz parte da experiência. Há a alternativa de você percorrer o país com shuttles turísticos (microvans). A Interbus (www.interbusonline.com) é uma das empresas que oferecem esse serviço. A diferença de preços entre as companhias de ônibus e os shuttles turísticos é muito grande. Paguei US$ 5,00 pela passagem para La Fortuna. A Interbus oferece o mesmo trajeto por US$ 50. [ HOSPEDAGEM ] Em La Fortuna fiquei hospedado no Selina em um quarto para 4 pessoas. Hostel extremamente limpo e organizado. Todos os dias o quarto era limpo e as camas arrumadas. La Fortuna não é a cidade em que vi muitos mosquitos, mas eles estavam lá. É fundamental o uso do repelente concentrado tanto de dia quanto à noite. Procure por marcas que oferecem 10h - 12h horas de proteção. São fórmulas com icaridina. É fácil encontrar em boas farmácias de rede. Além do repelente levei barbante e um mosquiteiro da Quechua. Usei nas camas dos hostels em que me hospedei. Fácil de amarrar e proteger o seu sono durante a noite. Valor total da hospedagem por 4 noites: US$ 140. Fiz todos os tours no Sky Adventure (https://skyadventures.travel/) É uma empresa costarricense com 15 anos de tradição em La Fortuna. Eles instalaram um complexo de ecoturismo dentro da reserva florestal que está no entorno do vulcão Arenal. Também oferecem o transporte de ida e volta e almoço no complexo. São extremamente profissionais, cumprem à risca todas as normas de segurança e oferecem lockers e toalhas gratuitamente. As toalhas são oferecidas apenas para as atividades aquáticas. Tours/Passeios: Combo Sky Walk + River Drift (Pontes suspensas + Descida das corredeiras em boia individual) = US$ 92 + US$ 16 (transporte de ida e volta) + US$ 18,00 (almoço). Total de US$ 126,00. Arenal Sky Trek (Percurso de 6 tirolesas por cima da floresta) = US$ 81,00 + US$ 16,00 (transporte de ida e volta). Total de US$ 97,00. Sky Wild Kayaks (Passeio de Caiaque pelo lago Arenal) = US$ 47,00 + US$ 16,00 (transporte de ida e volta). Total de US$ 63,00. Comprei todos os tours antecipadamente aqui no Brasil através do site. Compras pelo site têm 5% de desconto com o código promocional ADVENTURE5. Todos os tours valeram muito à pena. O passeio de caiaque não tem muita procura… no dia em que fiz só havia eu e o guia remando pelo lago Arenal com o vulcão ao fundo. Uma paz sensacional. Reservei no horário mais cedo, um visual incrível. No decorrer da manhã aparecem barcos dos cidadãos locais que saem para pescar, beber e escutar música alta. Principalmente aos finais de semana. O River Drift também foi sensacional, a decida é longa e o rio cruza diversos cânions de mata fechada. Para chegar até a cabeceira do rio é preciso encarar 2 tirolesas + trilha + passagem suspensa sobre um riacho. Bem completo. 2 guias acompanham todo o trajeto. ========== SIQUIRRES/COSTA RICA ========== Não há como ir para a Costa Rica, paraíso do ecoturismo, e não fazer o rafting pelo Rio Pacuaré (Lê-se: Pacuáre). Esse é o quarto melhor rio do mundo na prática de rafting. Eu era o único brasileiro de uma excursão de 40 pessoas e 15 botes. Nosso país é tetracampeão mundial em rafting. Impossível perder esse passeio. Não há nada para fazer em Siquirres a não ser esse rafting. A cidade está localizada no meio do caminho entre La Fortuna e a costa do Caribe, no estado de Turrialba. Costarricenses haviam me alertado a não sair às ruas caso passasse uma noite em Siquirres. Não foi o meu caso. Depois de longas pesquisas para incluir Siquirres em meu roteiro, descobri a agência Exploradores Outdoors (https://exploradoresoutdoors.com). A agência é muito bem recomendada aqui no Fórum e eu assino embaixo. São especialistas em rafting. Além disso, oferecem um pacote sensacional: Te buscam em La Fortuna às 6:00h da manhã, te levam até Siquirres, fazem a atividade de rafting com café da manhã e almoço incluído e depois te levam até Puerto Viejo (meu próximo destino). Também fazem o trajeto inverso. O rafting tem duração de 4 horas com uma parada para o almoço improvisado (sanduíches e wraps) no meio da mata. Em todo o percurso as paisagens são fenomenais. O custo é US$ 99,00. Há lockers gigantes em que é possível você guardar toda a sua bagagem enquanto faz a atividade. Consulte a agência antes de planejar sua viagem e decidir fazer o rafting. Em uma determinada época do ano está suspenso devido à grande vazante do rio (época das chuvas). ========== PUERTO VIEJO/COSTA RICA ========== Confesso que eu estava com certo receio da vibe de Puerto Viejo. Por tudo que li, havia imaginado um lugar abandonado e pouco turístico na costa caribenha. Me enganei redondamente. Foi uma surpresa tão boa que fez com que Puerto Viejo fosse o melhor destino de todo o meu roteiro. Puerto Viejo é praia, bicicleta, sunga/biquíni e chinelos. Só vida boa! Uma pequena estrada asfaltada e plana corta todo o vilarejo e faz com que as bicicletas sejam o principal meio de transporte de todos os turistas. [ MITO ] Por causa da influência Jamaicana o reggae está presente mas o lugar é uma verdadeira mistura de ritmos e de gente do mundo inteiro. Um lugar democrático e onde o tempo passa bem devagar. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Para aproveitar Puerto Viejo é preciso acordar cedo. Fiquei hospedado no Selina Puerto Viejo. Aqui peguei um quarto individual com banheiro compartilhado para ter mais sossego. 4 noites saíram por US$ 274,82. Os quartos individuais ficam longe da piscina, cozinha e bar do hostel. É uma boa pedida. O melhor almoço que tive foi no próprio Selina. Apesar de existirem bons restaurantes em Puerto Viejo, a maioria deles está nivelado ao poder aquisitivo dos norte-americanos e europeus. [ Prato servido no Selina Puerto Viejo ] O cardápio do Selina tem um excelente custo benefício e pratos saborosos que vão além do tradicional casado. Já o café da manhã não vale à pena. Na unidade Selina de Puerto Viejo o café da manhã é um buffet à quilo. 100g = US$ 1,00. Na unidade Selina La Fortuna o buffet é liberado (coma à vontade) por US$ 5,00. O espírito brasileiro “se vira nos 30” sempre presente fez com que eu fosse ao mercado comprar coisas para preparar o café da manhã na cozinha do hostel. Existem 2 geladeiras e 2 fogões e todos os equipamentos disponíveis. Foi a melhor opção para economizar uma grana. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Nesta altura do campeonato eu já estava enjoado de comer sempre o mesmo prato no almoço, o casado. Em comparação ao Brasil e outros lugares do mundo, a Costa Rica não tem uma vasta variedade gastronômica. O Selina Puerto Viejo foi uma boa opção para dar uma variada na mistura diária. Aproveitando o embalo do assunto “comida”, em Puerto Viejo não deixem de ir à loja de chocolates artesanais, a Cho.co (http://cho.co.cr/). Eles revendem os chocolates artesanais produzidos pelas cooperativas da região. Puro cacau. E pode levar pra viagem porque não derrete, mesmo. Tours/Passeios: A caminhada pela Reserva de Cahuita é uma boa pedida. Tem a Playa Blanca e animais fáceis de serem avistados. Mas chegue cedo se a sua intenção é atravessar todo o parque. A trilha é fácil mas bem extensa. Os ônibus saem em horas partidas desde o centro de Puerto Viejo. Por exemplo: 8:30h / 9:30h / 10:30h… Esteja atento(a) ao horário do último ônibus. Para acessar o parque é preciso fazer uma contribuição voluntária em dinheiro. Manzanillo é bem bonito mas é uma pena que a reserva esteja abandonada. Foi neste lugar em que vi um bicho-preguiça mais de perto durante toda a viagem. [ Praia de Manzanillo ] O parque está sem sinalização, não há banheiros, segurança e as trilhas estão sendo engolidas pelo crescimento da mata. Também vi certa quantidade de lixo durante a caminhada pela reserva. Para chegar até Manzanillo, fui de bicicleta com um casal de chilenos + 1 canadense de Toronto. O trajeto de ida e volta somam 24 km. Não posso andar muito de bicicleta por conta de um problema no joelho. Principalmente subidas (tenho 35 anos). Mas não há dificuldades no trajeto. Em sua maioria é totalmente plano. Encontramos apenas uma leve subida em que precisei descer da bicicleta e subir caminhando. Em Manzanillo há um bicicletário improvisado antes de atravessar a ponte suspensa para acessar o parque. Sempre use a trava/cadeado ao estacionar a sua bicicleta. Sobre as praias, estive em Cocles, Playa Chiquita e Punta Uva. Todas com temperatura muito boa para se passar horas dentro d’água. Playa Chiquita é a mais bonita de todas e pouco movimentada. O acesso se dá por uma trilha que está no meio da estrada. Em Puerto Viejo visitei o Centro de Resgate Jaguar Rescue. É uma ONG responsável por reabilitar animais que estão em estado crítico de saúde. Existem duas modalidades de tour. Paguei pela mais simples (US$ 20,00). Estava com a expectativa bem alta para fazer essa visitação. É uma excelente oportunidade para ver animais de perto, como o bicho-preguiça, mas confesso que achei o tour muito superficial. Tem duração aproximada de 40 minutos. Existem outros tours mais privativos que têm o valor de US$ 60,00. Informações sobre horários de funcionamento e outras modalidades de passeio estão neste link: http://www.jaguarrescue.foundation ========== BOCAS DEL TORO/PANAMÁ ========== Confesso que imaginar atravessar a fronteira por terra entre a Costa Rica e o Panamá me dava um certo frio na barriga. Eu já havia cruzado fronteiras terrestres entre o Chile e a Argentina e entre a Argentina e o Uruguai. Mas essa aqui estava no meu imaginário dias antes de começar a viagem. Antes que esse processo também se instale no seu imaginário gerando algum tipo de preocupação, tranquilize-se. É seguro, confuso e divertido. Não me atrevi a fazer essa aventura por conta própria. Por mais que a gente leia todas as informações possíveis no Google, o cagaço toma conta e a amnésia é efeito colateral. Contratei o shuttle da Caribean (US$ 35,00 www.caribeshuttle.com) para fazer a travessia. Esse valor inclui a passagem de lancha no Porto de Almirante para Bocas del Toro. Compre com dias de antecedência porque esta rota é disputada. É fácil localizar o quiosque da companhia no centro de Puerto Viejo. [ Fronteira entre a Costa Rica e o Panamá ] Programe-se para fazer essa travessia nos horários das 6:00h ou 8:00h. Dizem que no decorrer do dia o fluxo na fronteira aumenta e a sua passagem por lá pode demorar horas sob o sol escaldante. Quando entrei na mini-van e o guia informou que havia wi-fi gratuita, me senti no primeiro mundo. Foi como um abraço quando se está sozinho rumo à fronteira. Toda a região parece um gigante canteiro de obras. Estão ampliando uma das pontes que dá acesso ao Panamá. Atravessar a fronteira significa você cumprir 3 etapas: Ao chegar na fronteira, a van estaciona em frente a uma lojinha onde é preciso pagar US$ 7,00 para o Ministério da Fazenda da Costa Rica. O rapaz te entregará um recibo carimbado. De porte deste recibo + seu passaporte é preciso caminhar cerca de 100 metros até um segundo posto de imigração da Costa Rica onde a Polícia Federal carimbará o seu passaporte. É IMPORTANTE LEMBRAR QUE NESTA ETAPA VOCÊ PRECISARÁ APRESENTAR A SUA PASSAGEM AÉREA DE RETORNO AO BRASIL + CONFIRMAÇÃO DE RESERVA DE HOSPEDAGEM NO PANAMÁ. Sem esses papéis impressos a sua entrada não será liberada. Tickets de ônibus de saída do Panamá não são aceitos. Ao sair do posto da PF da Costa Rica, é preciso atravessar uma ponte à pé em direção ao Panamá em meio à constante passagem de caminhões de banana. Há muita gente por ali, logo na entrada do Panamá: Vendedores, guias, pessoas que não consegui identificar o propósito de estarem ali, exército… Ou seja, não dê sorte ao azar. Faça exatamente o que o guia da Caribbean orienta. Neste momento seja o brasileiro agilizado ou brasileira agilizada que todos nós somos. Não fique esperando amigos recém conhecidos durante a viagem, não pare para tirar fotos, não dê mole com as suas mochilas, não fique com medo de vir um caminhão buzinando… Trace uma reta, atravesse a ponte e quando chegar em terra firme no Panamá aviste no alto, do seu lado esquerdo, uma pequena placa amarela informando “imigración”, dentro de uma “galeria” coberta. Faça os trâmites e depois entre em outra van da Caribbean que estará esperando ali, do lado panamenho. Ao sair da fronteira e seguir pela estrada rumo à Bocas del Toro haverá no meio do caminho uma blitz do exército com parada obrigatória para verificar se todos os passageiros da van estão com o passaporte carimbado. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Depois de cerca de 40 minutos de lancha você chegará à Bocas Town (Isla Colón), ilha principal de Bocas del Toro. Desta ilha partem todos os tours. Durante a fase de pesquisa da viagem, eu havia visto algumas fotos de Bocas Town em relatos antigos e sinceramente já esperava algo sujo e desordenado. Mas me surpreendi positivamente. As fotos mostravam entulhos e montanhas de lixo espalhadas pela rua. Percebi um melhoramento… Há lixeiras espalhadas pela cidade e propagandas de conscientização para os moradores da ilha. Também vi duas ruas interditadas porque estavam em obras para a instalação dos dutos de saneamento do esgoto. Mas ainda sim é fácil avistar lixo doméstico em certos pontos da cidade. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO - PARTE II ] Bocas Town é um lugar muito bem policiado. Tanto de dia como à noite. Por volta das 22:00h desembarquei no cais retornando de um dos tours, caminhei em direção ao meu hostel de bermuda e com a camiseta pendurada no meu ombro. Em uma das mãos eu carregava uma pequena mochila. Há poucos metros do meu hostel fui abordado por uma dupla de policiais. Me perguntavam para onde eu estava indo… Expliquei que eu era turista e estava retornando para o meu hostel. Gentilmente me disseram que é proibido circular sem camisa pela ilha. Em um primeiro segundo fiquei estarrecido com a abordagem mas rapidamente pedi desculpas, disse que eu não sabia desta lei, coloquei a mochila no chão e vesti a camisa. Desejei boa noite e segui caminhando para o hostel. Há 5 dias atrás meus trajes em Puerto Viejo/Costa Rica eram sunga, chinelos e uma bicicleta. O fato de eu ser carioca e ter vivido muito tempo em uma cidade de praia provocou esse choque cultural. Fiquem atentos. [ O MITO QUE É VERDADE ] À primeira vista os panamenhos não são um povo simpático e receptivo. A diferença é grande no comparativo com os costarricenses. A maioria dos panamenhos caminham de cara amarrada pelas ruas e não são pró-ativos para ajudar os turistas. É claro que guias de turismo e funcionários do comércio dedicado ao turista não se aplicam de forma alguma à essa descrição. Enfim, é uma particularidade da cultura do país que deve ter alguma explicação histórica e deve ser respeitada. [ HOSPEDAGEM ] Fiquei hospedado no STAY Bocas (www.staybocas.com). É um Bad & Breakfast localizado próximo ao aeroporto de Bocas Town e a poucos metros da rua principal. Está longe de ser o point dos mochileiros ou mochileiras que querem/precisam economizar com estadia mas valeu cada centavo investido na reta final da minha jornada. Paguei US$ 390,00 por 5 diárias em uma suíte privada com ar-condicionado e um banheiro para chamar de meu. Esse valor inclui toalhas, café da manhã, bicicleta free e toalhas de praia. [ Restaurante flutuante na Ilha Solarte ] Tours/Passeios: Durante os 5 dias em que estive hospedado em Bocas del Toro, fiz apenas 2 passeios através de agência. Os demais dias desbravei praias em voo solo. O primeiro passeio que contratei desde o Brasil foi o tour noturno da bioluminescência (US$ 30,00). Sempre tive vontade de ver o plâncton que brilha à noite. Esse tour acontece somente durante a lua minguante. Ou seja, está disponível apenas durante uma semana a cada mês do ano. Inicialmente achei que seria uma furada. Embarquei na lancha já certo de que não veria muito coisa ou quase nada. Mas é realmente mágico! E ao final do tour eles fazem um mergulho em águas rasas onde você pode ver o plâncton iluminar à medida em que você mexe o corpo dentro d’água. O segundo tour que contratei foi o trivial que engloba: Ilha dos bicho-preguiça, Isla Solarte y Cayo Zapatilla (US$ 35,00). Contratei a Hello Travel Panama (https://hellotravelpanama.com) para fazer ambos os tours. Além de ser uma das poucas autorizadas a fazer o tour da bioluminescência, eles são os únicos que tem uma prancha de acrílico patenteada para fazer o Anfibia Board (A prancha fica amarrada à lancha e puxa você vagarosamente enquanto admira os corais no fundo do mar usando uma máscara de mergulho). Os valores dos passeios incluem bebidas (cervejas, água, sangria e refrigerantes). Playa de las Estrellas: Esqueçam as fotos que estão publicadas no Google sobre essa praia. Infelizmente o turismo predatório acabou com este lugar. Muitos panamenhos construíram quiosques de madeira na areia da orla que deveria ser a margem de um manguezal preservado. Você facilmente vê uma grande quantidade de lixo doméstico na trilha que dá acesso a esse lugar que é o cartão postal da ilha (latas de spray aerosol, desodorante, embalagem de óleo para barcos, fraldas usadas…). Catei algumas coisas que estavam ao alcance com um saco de lixo improvisado e ao retornar para o Centro despejei em uma lata de lixo da Praça Central. Além disso, a quantidade de estrelas não é a mesma que anos atrás. Avistei uma estrela do mar a cada 100 metros que caminhava dentro da água. O que ninguém conta é que as estrelas do mar se alimentam dos materiais vivos e orgânicos dos corais e fazem a filtragem da água. No fim do processo, elas excretam partículas muito finas de coral que “espetam” a nossa pele. Um argentina me havia alertado sobre isso no hostel. As partículas são invisíveis ao olho nú. Usei sapatilhas náuticas na praia. Não usei chinelos. Mas de nada adiantou. Em 20 minutos dentro da água eu já sentia algo “espetar” o meu corpo por toda parte. A dor não é absurda mas incomoda. [ DICA INÉDITA ] Uma feliz descoberta na Isla Colón foi a Playa Paunch. Peguei um táxi coletivo na Praça Principal (US$ 8,00) e pedi para que me deixasse no Paki Point que está localizado na Playa Paunch. Cheguei lá por volta das 10:00h da manhã achando que iria encontrar um point de badalação à beira-mar mas o lugar ainda estava fechado. Só abre às 11:00h! Notei no caminho um outro Beach Bar e resolvi caminhar até lá… Decisão acertada! Acabei descobrindo o Skully’s Beach Bar. Na verdade, o Skully’s é um hostel descolado com toda a infra de Beach Bar e o melhor: O acesso é gratuito mesmo para quem não está hospedado. Existem espreguiçadeiras, redes, mesas, bar, restaurante, mesa de Ping-pong, piscina… Chegue cedo caso queira assentar em uma espreguiçadeira acolchoada. Existe uma barreira de corais na extensão da Playa Paunch. Em muitos trechos os corais estão no raso e impedem até mesmo molhar as canelas… Mas justamente no trecho em frente ao Skully’s, os corais formam uma rasa piscina para você ficar ali em banho-maria tomando uma cerveja gelada. O bar/restaurante tem excelentes smothies e a comida e os preços são bem honestos. Não há taxa de consumação. [ Skully's / Playa Paunch ] ========== CIDADE DO PANAMÁ ========== A viagem de ônibus de Bocas del Toro até a Ciudad de Panamá pode durar 10 horas ou mais. Um casal de amigos chilenos fizeram esse trajeto e me disseram que a viagem é massacrante. Antes de sair do Brasil, investi em uma passagem de avião da AirPanamá (US$ 130) e fiz o trajeto em 1:00 hora. Existem preços mais baratos para esse voo mas decidi pagar pela tarifa cheia porque ela garante a remarcação ou reembolso total em caso de desistência. O fato de estar hospedado ao lado do aeroporto também facilitou a hora de carregar a mochila pesada até lá. É importante dizer que esse voo permite apenas despachar uma única bagagem de até 14kg. A aterrissagem é feita no aeroporto Albrook (em frente ao shopping Albrook), na capital. O UBER do aeroporto até o meu Hotel na Av. Cincuentenario custou US$ 6,61 (11km percorridos de distância). A capital definitivamente não é uma cidade para se explorar à pé. Prepare-se para alugar um carro ou rodar de UBER ou Cabify. No último dia de viagem pedi um Cabify para me levar ao Aeroporto Internacional Tocumen (US$ 20,61 para 20km percorridos). Assim como no Brasil, a qualidade do serviço e o carro do Cabify foram muito superiores às corridas de UBER que fiz pela Ciudad do Panamá. [ HOSPEDAGEM ] Passei apenas uma noite na “Casa Ramirez”, no bairro Coco del Mar. Um bairro nobre e seguro, próximo às ruínas de Panamá Viejo e aos melhores restaurantes da capital. Fiz a reserva pelo Booking. As fotos do site me deram a impressão de ser um lugar bacana e novo. Tem até piscina. Mas o valor que paguei pela diária (US$ 77,00) não fez jus às instalações. Vi alguns pontos de infiltração pelo quarto e o ar-condicionado era bem antigo. Demorava horas para gelar. Tours/Passeios: Costumo dedicar o último dia de viagem à um bom almoço ou jantar pra fechar a viagem com chave de ouro. Afinal, a gente merece depois de encarar perrengues mantendo o bom-humor das férias. Almocei no Botánica e jantei no famoso Maito (ranqueado em 2016 entre os 20 melhores restaurantes da América Latina). Esqueça o Maito. Atendimento fraco e comida sem novidades. Prefira o Botánica (http://www.botanicapanama.com/) CONCLUSÃO: Dois destinos pouco explorados pelos brasileiros e que valem o investimento de planejar uma viagem em modo slow motion, sem correrias. A decisão de viajar no período da seca é fundamental para que a sua viagem esteja garantida com praia e boas paisagens.
  12. Olá pessoal! Trip na Costa Rica do dia 04/02 a 12/02 ainda sem roteiro definido. Alguém se anima? Alguém pra me dar umas dicas?
  13. data de partida: 31/10/2015 Senta que lá vem história, muitas histórias. Eu e minha grande amiga Carol fomos para o Panamá, Costa Rica e Nicarágua. Foram dois desafios: eu ter cia de viagem, pois gosto de viajar sozinha e era o primeiro mochilão da Carol. Mandamos muito bem nos dois e a viagem foi incrível. Nosso roteiro foi aberto, só sabíamos as cidades por onde queríamos ir. Do Brasil compramos o voo Rio – Panamá – Rio. Também compramos um voo David - Cidade do Panamá. Este comprei com data para dois dias antes do voo de volta para o Brasil, então só precisaríamos chegar em David (que é mais ao Norte do Panamá) no dia certo, era nossa referência de tempo. Fora isso, tudo foi decidido no calor da emoção e garanto que foi maravilhoso. Roteiro final: Cidade do Panamá San Blás (Panamá) Bocas del Toro (Panamá) Puerto Viejo (Costa Rica) La Fortuna – Arenal (Costa Rica) Isla Ometepe (Nicaragua) Tamarindo (Costa Rica) Manuel Antônio (Costa Rica) Cidade do Panamá Pode rolar uma pequena confusão com os preços das coisas porque eu perdi os comprovantes e não é boa ideia depender da minha memória, mas dá pra ter uma noção. PANAMÁ CITY DIA 1 Pegamos o voo da Copa Airlines C600, Galeão –RJ até Tocumen –Panamá city. O voo custou suaves R$ 1098,00 porque conseguimos uma promoção em Julho. Pelo que acompanhei no site, tirando alguns dias de promoções, os preços não alteraram muito. Foram quase 7 horas num voo direto, com almoço e lanche. A chegada foi bem tranquila. Passamos reto pelo free shop porque eu acabo deixando para comprar as coisas no fim da viagem, quando não tenho mais dinheiro e não consigo comprar mais nada (técnicas de economia). Depois pela imigração, com aquelas perguntas básicas (motivo da viagem, profissão, destino final, etc.). Para entrar no Panamá você SÓ precisa do passaporte brasileiro. Há uma discussão se é necessário levar a carteirinha internacional de vacina contra febre amarela ou não. Eu levei porque disseram ser imprescindível na Costa Rica (nem foi), mas acho que levaria de qualquer forma, para evitar surpresas. É super fácil tirar (aqui no Rio e acredito que nas capitais) e é grátis. Mas vale registrar que NÃO pediram a carteirinha. Depois pegamos nossas malas e fomos para a aduana. Na aduana o cara já começou a xavecar a Carol então nem olhou nossas mochilas no raio x hehe sorte dele que somos pessoas honestas e não tínhamos nada ilícito. Na saída do aeroporto, eu tinha lido relatos para pegar um taxi “fora”, mas não entendi muito bem onde era esse “fora” (fora do aeroporto? Fora na área de embarque?). Então saímos pra área de estacionamento e ficamos ali com caras de bocó. Logo veio um cara e ofereceu transporte. Negociei muito e cheguei a virar as costas fingindo que não queria mais o transporte (que é meu truque preferido) até ele fazer por 25 usd pelas duas (12,5 usd cada). Achei o preço bom pela distância (era longe). Fomos com uma Van compartilhada que nos deixou na porta do hostel. Sobre a moeda, no Panamá se chama Balboa, mas na verdade não existe cédula, só moeda, eles usam dólar como cédula (chamam de Balboa na hora de falar o preço, mas é dólar americano). E, ao contrário de alguns lugares na América do Sul, as notas antigas de dólar são aceitas numa boa. O hostel escolhido foi o Luna´s Castle em Casco Viejo. Pagamos 18usd por quarto compartilhado com ar (por favor, COM AR) e café incluso. Recomendo o hostel, animado, quartos espaçosos (pegamos o de 10 camas), limpos dentro do possível, staff simpático, preço bom de cerveja e boa localização. Comemos num bar do lado do hostel, caro e nada de mais. Como era noite de Halloween, teve festa no hostel. Aliás, no primeiro andar do hostel fica o Relic Bar, bem famoso por lá e hóspede não paga para entrar. A galera estava bem animada e todos improvisaram fantasia. Nós estávamos meio cansadas, deslocadas e sem fantasia, então não aproveitamos tanto assim. O único detalhe ruim é que pegamos o quarto no 2° andar (tente sempre o 3° andar) então foi aquela barulheira a noite toda. Mas estávamos de férias então, sobrevivemos sem muito stress. DIA 2 Tomamos café no hostel (incluso - panquecas, banana e café). Saímos para andar por Casco Viejo. Uma manhã é suficiente para passear por ali, mas nem por isso é menos interessante. As construções antigas, as igrejas e o contraste com a parte “nova” no Panamá são super bem legais. Estava bem quente e lá é MUITO úmido então haja garrafinha de água. Logo voltamos pro hostel para refrescar e tomar umas Balboas (cerveja Panamenha). Fechamos na agência do próprio hostel o passeio para San Blás. Já havíamos escolhido – por relatos –a Isla Franklin e optamos por não comprar o pacote completo (translado+estadia), então fechamos na agência somente o transporte pra Isla (85 usd por pessoa) e eles foram muito solícitos em nos ajudar a reservar a cabana na Isla por telefone. Não tinha lugar na Franklin, então nos indicaram a Senidup, que na verdade fica na outra metade da mesma ilha, topamos. Já estava tarde e fomos ao Mercado de peixes, que as pessoas não sabiam explicar muito bem onde era, mas fica na cinta costeira (ciclovia que vai da parte velha da cidade à nova), do hostel você consegue ver. Pedimos um “copinho” de ceviche (2usd) e um prato com peixe, arroz, patacones e salada (entre 8usd-10usd), estava ótimo! Experimentamos a cerveja Panameña, pois eram férias, mas preferimos a Balboa. Vale a pena comer lá, preço bom e comida boa. Saímos de lá para a rodoviária para comprar passagem a Bocas Del Toro onde iríamos três dias depois voltando de San Blás (o plano era voltar de San Blás e já direto pra Bocas e li aqui que é bom comprar passagem antes), mas ATENÇÃO, eles só vendem passagens a partir de 1 dia anterior à viagem e como só viajaríamos em três dias, fomos lá à toa. O lado bom é que aprendemos como ir de transporte público. De Casco Viejo dá pra caminhar pela Cinta e ir perguntando até chegar na Estação de Metrô 5 de Mayo, comprar o bilhete (2usd o cartão + o valor da viagem que custa 0,35usd o trecho). Carregamos um cartão com 1,40usd, ou seja 0,70 pra mim e 0,70 para Carol, ida e volta (total com cartão = 3,40usd). Foi uma estação até o Albrook Mall onde fica a rodoviária e o famoso shopping. Frustradas por não conseguir comprar a passagem e com raiva do atendimento lento que causava uma fila infernal, demos uma volta no shopping pra comer, retornamos de metrô para a cinta costeira e demos um rolê por lá. A cinta é bem bonita e dá pra ver que recuperou bem a região, um passeio por lá a pé ou de bike é imperdível. Já no hostel arrumamos nossas coisas e ficamos por lá bebendo uma Balboa barata (1usd), pois o dia seguinte começaria cedo. Nesta noite pegamos o quarto do 3° andar (fechamos o hostel dia por dia) então foi uma boa noite de sono. PANAMÁ - SAN BLÁS DIA 3 5h30 o motorista passou no hostel. Foram 6 pessoas na 4x4 e saímos em direção à San Blás. A mochilona ficou no hostel. Pra Isla levamos uma mochilinha menor. Primeiro paramos na rede de supermercados Super 99 onde pudemos comprar algumas coisas (água, banana, bolacha), tomar um café e pagar o restante da viagem (demos só um sinal pra agência na reserva e o restante na hora para o motorista). Eu já tinha lido que a estrada é uma montanha russa e posso afirmar que não há exagero nenhum na frase. É curva, sobe, desce, curva e vira e afe... São três horas de teste de estômago. Eu normalmente passo mal, mas segurei firme, a Carol queria star morta ãã2::'> . Paramos primeiro em um porto mais ajeitadinho, onde as pessoas que iam pra isla indicada pela agência tomariam o barco. Depois ele nos levou até o nosso porto, mais chechelento. Lá informamos a Isla que iríamos, colocamos a pulseira do nosso motorista que buscaria dois dias depois e embarcamos. Pagamos 10usd para o barqueiro e na volta pagaríamos mais 10usd. Na hora parece confuso, mas o esquema ali funciona. Confia no moço. O “imprevisto” em ficarmos na outra Isla foi bom, porque eu super recomendo ficar no lado Senidup, que a comida é melhor, e frequentar o lado Franklin, que é mais animado. O acesso entre as duas é livre. Pagamos 26 usd por dia, incluindo café, almoço, janta e cabana compartilhada (mas só ficamos eu, a Carol e uma menina). Devidamente acomodadas ficamos maravilhadas com a beleza do lugar e decidimos não fazer passeio nenhum, só curtir a ilha fazendo muito “nadismo”. Neste dia tivemos direito a almoço e janta. Normalmente tem arroz, salada e frango ou peixe. Mas vem em boa quantidade. Ah! Choveu no meio da tarde, parecendo que ia durar pra sempre, mas durou no máximo uma hora e abriu o tempo de novo. A estrutura é simples, mas é de se imaginar, já que a proposta é ficar com os índios Kuna. Sobre a história dos Kunas, li que eles foram reconhecidos como uma comunidade independente do Panamá (apesar de Panamenhos), então têm cultura própria e fazem as próprias leis, porém sempre em acordo com o Governo Panamenho, uma liberdade assistida, pelo que entendi (posso estar errada). Não me parece que há conflito, mas os kunas garantiram que primeiro são Kunas e depois Panamenhos. Você consegue ver muito da arte kuna pelo Panamá (muito bonita e colorida). E a vida lá é no estilo deles, água fria saindo de um cano na hora do banho, descarga era o famoso balde e energia só das 18h às 22h. Nada disso incomoda, nada disso tira a beleza e magia desta ilhota no meio do Caribe. Fiquei meio apreensiva que toda hora caíam uns côcos na areia, como não vi nenhum relato de morte por queda de côco, relaxei, mas nunca parava embaixo do coqueiro. A Ilha estava bem vazia, acho que as pessoas tinham saído para algum passeio, o que deixou o lugar melhor ainda. Na nossa cabana estávamos eu, a Carol e uma menina Kuna que pelo que entendi, fica passeando pelas Islas pra saber se os turistas estão sendo bem tratados e se a filosofia Kuna está sendo mantida, conhecendo ela, vi que o negócio dela era festejar mesmo haha quem julga? Seguindo a dica da kuna -roomate, à noite fomos fuçar no lado Franklin e estava rolando uma “festa” com os kunas e os turistas, tinha alemã, espanhóis, chilenas e muitos kunas animados. Cantamos, tomamos cerveja (não muito gelada, pois não tinha geladeira na ilha rs) e rum a noite toda. Essa interação de culturas é o que mais me encanta nas viagens. E vimos que ali todo mundo estava muito relaxado, afim de curtir aquele paraíso dando muitas risadas. Aí você pensa que são 3h da manhã, mas ainda são 11h da noite, e isso é ótimo. Enfim, curtimos muito aquele céu estreladíssimo e os plânctons brilhando no mar. Incrível! DIA 4 Acordamos ao som de uma concha avisando que era hora do café. Ah! IMPORTANTE! Na noite anterior comentaram com a maior calma do mundo que na Ilha tem baratas!!!!!! O bicho que tenho mais medo no mundo. Me fala que tem crocodilo, mas não me fala de barata. Fiquei em pânico, tirei toda comida da cabana, dormi enrolada no lençol dos pés à cabeça, feito uma múmia, só com os olhos pra fora e acordei ensopada de suor. Essa foi a bad da ilha. Eu nunca imaginaria barata em uma ilha no meio do Caribe, mas esse bicho não é terráqueo, então dá pra entender. Fora que não li nenhum relato amigo me alertando sobre essa peste. Dica: sempre informe sobre baratas. A Carol tb dormiu mal porque ela viu/sonhou que tinha um índio de pé do lado dela na cama. Não sei se era um espírito Kuna ou um índio mesmo apesar do quarto estar trancado, enfim, acho que foi o rum mesmo. Haha! Bom, café era um pãozinho caseiro com manteiga e banana, além de café, leite e chá. Depois resolvemos fechar o passeio até Isla Perro com o pessoal da Franklin que era mais barato e iríamos com nossos amigos da noite anterior. Pagamos (20 usd) e fomos curtir o nadismo na parte da manhã. Podia fazer nadismo pra sempre ali (tirando os côcos e as baratas, ambos assassinos). Almoçamos na nossa ilha e saímos para o passeio no lado Franklin. Primeiro paramos para mergulhar em uma parte do mar com muitas estrelas e aquela cor de água maravilhosa. Eles nos dão o snorkel e ficamos por ali uns 30 minutos. Depois fomos para a Isla Perro. Como era um feriado importante no Panamá, a Isla estava bem cheia, então não tivemos uma boa impressão, a nossa Isla era melhor. Mas acredito que em dias “comuns” ela encantaria mais. Tem um barco naufragado onde se pode ficar hoooras observando a imensa variedade de peixes e corais. Muito bom! De lá fomos até a Isla XX (tentei resgatar o nome, mas não lembro, desculpa) que não tem nada de mais, parece que está em construção e logo terá uma estrutura bem turística e sem muita identidade com o estilo de vida Kuna. Eu achei que o passeio valeu muito a pena por ter a oportunidade de conhecer as Islas, navegar por aquele mar incrível e pelos mergulhos. Voltamos pra Isla, e ficamos mais um pouco na praia. Depois tomamos banho e já fomos jantar. De noite, mais festa no lado Franklin. Os Kunas são animadíssimos!!! Tanto que nossa amiga de perícia Kuna nem voltou pro quarto hehe . Eu novamente terminei a noite enrolada como uma múmia e a Carol rezando pra não ver o Indião de novo. SAN BLÁS – PANAMÁ DIA 5 Acordamos com o chamado da concha e fomos tomar café. Já bateu uma tristezinha de ir embora daquele paraíso, mas acho que o tempo foi suficiente. Arrumamos nossas coisas e fomos nos despedir do pessoal do lado Franklin. Depois acertamos as contas com o Kuna responsável pela Isla Senidup e embarcamos para o continente. Como eu disse, as coisas são organizadas e quando chegamos nosso motorista já estava lá nos esperando. Depois fomos no outro porto buscar o restante dos passageiros que no final era a mesma galera que estava na Isla com a gente. Na volta tomamos dramin e dormimos todo o trajeto. Chegamos no Luna´s meio dia e entramos fazendo a egípcia pois não éramos mais hóspedes. Ok, não é legal, mas precisávamos de um banho, então pegamos nossa mochila e tomamos banho camufladas no hostel. Depois fomos direto de metrô pro Allbrok. Era um grande feriado no Panamá, então a cidade estava repleta de gente nas ruas, com desfiles especiais e muita festa. Foi bacana ver! Já no terminal, depois de horas novamente na fila de 3 pessoas devido ao atendimento panamenho à la Barichello, compramos a passagem pra mesma noite para Bocas Del Toro (30usd). Neste momento estávamos sendo observadas haha mais tarde eu conto. Depois ficamos zanzando no shopping, comemos por lá e abusamos do wifi. Nosso ônibus saiu às 20 horas. Ônibus convencional. A viagem durou 10h e foi dentro dos conformes. PS: faz muito frio no ônibus, vá agasalhado.
  14. Oi galera. Quando comecei a planejar minha viagem para a Costa Rica. Procurei na net e não achei muita informação e relatos sobre viagens. Por isso resolvi postar um pequeno resumo. Minha viagem foi durante o mês de maio de 2012. O objetivo principal era surfar e é claro conhecer a CR. Optei por viajar pela costa do pacífico... Caso alguém precise de mais alguma informação, posta aí que eu respondo e o que é legal é q fica de fonte de consulta para outros mochileiros. Antes do relato vou reproduzir um post que fiz no forum sobre o CS. Que diga-se de passagem descobri procurando informações para a viagem , me inscrevi e hoje faço parte do CS Florianópolis. É muito legal, recomendo para que gosta de viajar, receber pessoas ou até mesmo só para fazer novas amizades nos encontros que rolam.... ========================================================================================== http://www.111diaspelaal.com/?p=239" onclick="window.open(this.href);return false; Surfando em sofás... Esta é mais ou menos a tradução da expressão Couch Surfing, “… uma rede mundial sem fins lucrativos que conecta viajantes com nativos em mais de 230 países e territórios ao redor do mundo.. bla, bla bla.” segundo a própria página da comunidade (http://www.couchsurfing.com" onclick="window.open(this.href);return false;). Creio que esta frase resume bem o que é Couch Surfing (CS) mas o que explico neste post é porquê considero muito mais. Resumindo: Couch Surfing é uma rede social de viajantes e nativos que se comunicam com intuito de fazer amizade ou em busca de hospedagem gratuita. A comunidade tem um site com a mesma lógica de outras redes sociais como Orkut, Facebook, Linkedin, MySpace onde você adiciona e se comunica com amigos. A grande diferença é que está disponível uma ferramenta para que você busque hospedagem gratuita na casa de outros membros. Há também comunidades onde os membros organizam eventos e onde viajantes pedem sugestão de lugares para visitar. ============================================================================================== A revista parafina na edição 49 fez uma matéria bem legal sobre a CR... http://parafinamag.com.br/revista/ver/edicao/49" onclick="window.open(this.href);return false; ============================================================================================== Agora vamos ao relato..he...he Primeiro pensei em viajar por alguma agência de turismo que faz surf trip para a CR. Mas o problema é que eles só fazem para grupo fechado.Tipo se vc já tem parceria para ir. Um coisa legal é fazer um post aqui no mochileiros. Pode ser que alguém esteja indo na mesma época que vc. Fiz o meu e rolaram várias pessoas que estavam indo. Acabei não encontrado com eles, mas foi legal a troca de informações e se precisasse poderia contactá-los por lá. O que levar? Como faz calor o ano todo. Opte por uma mochila pequena. Pouca roupa (pois mandar lavar roupa sai barato e prático). Um pracha só é o suficiente( para quem é intermediário ou básico) caso precise dá para alugar por lá (tem prancha boa para alugar).Não é como as praias daqui que só tem toco..rs..rs. Dois intens importantes são o protetor solar e um repelente para mosquitos(tem em qualquer farmácia) e levei um outro ítem para mosquitos que foi um mosquiteiro de solteiro (vende em lojas de cama e mesa - as mais antigas- tire a armação de arame ou plástico e enrole.) fica de tamanho pequeno e é bem útil. Pois sabe como é ,lugar quente, com muita vegetação tem mosquito. Não é nada demais, mas como não consigo dormir com ném um mosquito que seja. Foi super útil. Um toalha de banho, boné. Comprei uma rede. Essas para acampamento Tem uma da trilhas e rumos bem pequena, custa em torno de R$50,00. É útil para quando vc está a fim de ficar o dia inteiro na praia. Como por lá tem coqueiros (como no nordeste do Brasil..rs..rs) Dá para amarrar a rede, descançar, esperar o mar melhorar e ficar curtindo o visual. Sempre levo paracetamol e vitamina C. Viajei pela Aeromexico (comprei pelo site decolar). Um vôo legal, a empresa é boa e fiz escala no México (esperei umas duas horas) foi tranquilo da até para comer uns tacos(autenticos) ou alguma coisa com pimenta..rs..rs. Um informação SUPER importante é que no site da empresa diz que não precisa visto para o México, mas quando fui embarcar me pediram o visto(puts..quase morri). Sorte que o visto pode ser tirado pela internet. O funcionário da Aero mesmo me passou o endereço (ele já tem uma cola com o endereço para entregar aos desavisados..rs..rs) .Mas o melhor e fazer antes..Outra coisa a Aeromexico cobra Us$50,00 por prancha. Cheguei em Sao Jose e fiquei no hostel Gaudys Bacpackers que reservei pela net e optei pelo transfer que eles oferecem do aeroporto até o hostel (custa US$25,00). Achei mais tranquilo, pois estava com mochila e prancha de surfe. Mas vc pode chegar , pegar um taxi ou ate bus para a cidade. O hostel é legal. Está próximo da rua principal e tem mercado, lanchonetes ,etc..bem proximo. San Jose não tem muita coisa interessante. Se vc tem pouco tempo e quer logo curtir a Costa Rica ou surfar. Dá para sair do aeroporto, pegar um táxi direto ao Terminal Coca Cola e tomar um bus para Jacó (tem a cada duas ou três horas) Leva em torno de três horas de viagem. E vc estará em uma surf city. Tipo Garopaba. Uma rua só, a uma quadra da praia . Bem legal. Rolam altas ondinhas em Jacó. Fiquei em um hostel chamado Hamburgues y Papas que está na rua Bohio e ali perto atras do bar Orange Pub tem outro. Diga-se de passagem. Hospedagem na CR não é problemas todas as cidades tem várias opçoes de hostel que em geral s custam U$15 em quartos compartidos. Dois ou três beliches. Em Jaco é legal alugar uma bike US$10 por dia. Depois sigo postando..Agora vou surfar...fuiiii !!! Pura Vida !! ============================================================================================= (segunda parte) Para quem vai para surfar. Jacó tem altas ondas. É uma praia bonita, grande com varios picos. Fiquei alguns dias em Playa Hermosa. Está a 8 km de Jacó. A onda é bem mais pesada e tubular..É para que tem um nível alto de surf. Nos dias em que estive lá era só gringo com equipamento de primeira botando pra baixo.. Vale a dica de que o pico é bem no Hotel Las Olas. Pois a praia é na beira da estrada e não tem uma entrada principal é toda fechada pelas pusadas. A Playa Hermosa é mais complicada para quem está viajando de ônibus pois não têm estrutura(mercado por exemplo). Somente os hoteis e seus restaurantes onde a comida claro é mais cara do que fazer no hostel. Acho que o ideal é ficar em Jaco e ir surfar um dia de bus ou taxi em Hermosa. Se gostar volta mais uma vez ou vai para se hospedar. Lá não tem hostel e o hotel que fiquei (muito simples até demais) custou USS30. De lá fui para Manuel Antonio(mais ao sul) que está dentro de um Parque Nacional. É super bonito, a vegetação tem ares de Parati . Foi o melhor Hostel que fiquei na CR. Se chama Manuel Antonio Bacpacker. Bem legal, novo e tem até piscina com vista para o mar e a selva. Aqui faz muito calor. Nada melhor do que depois do surfe ,da praia, ir curtir uma piscina no final da tarde. Ele não fica próximo da praia. Pois é um lugar de hoteis grandes. Mas tem bus a cada 15 minutos que leva até a praia .A praia é bonita tem uma valinha(onda) para surfar que é muiiito boa. E vai uma dica para quem surfa. Bem a direita, tipo uns 20 minutos caminhando pela areia, tem um pico chamado playta que é a saida de um rio...Galera !! Uma valinha mais que perfeita o dia que fui estava com um metrão gringo mas abrindo perfeito fui no final da tarde . Alto surf !! Falando em surf na CR tem um coisa importante que é a variação da maré que é bem maior que a nossa e que influencia muiito na condição de ter ou não ter onda. Tem que ficar de olho na tabua de marés. Os motoristas dos busao são gente fina com a galera que vai de prancha.. Falando nisso, peguei vários táxis e TODOS são super legais em dar uma força para embarcar a prancha..Nao rola estress em ter que descer , baixar banco, arrumar da melhor maneira possivel,etc....No Brasil nao rola essa atencao toda. Em Manuel Antonio tem um parque nacional onde rola um passeio pelo parque. Pode ser com guia que custa US$20. Eu fiz mas nao achei nada de extraordinario. Minha dica seria somente comprar a entrada para o parque. US$10 e fazer o camno sozinho . Dura aprox duas horas. É bem sinalizado e passa por duas prais lindas. Dá para caminhar e quase no final do passeio ficar nas praias . Uma parada bem Caribe. Mar azul e areia branca. ============================================================================================== De Manuel Antonio tinha planjado ir para Pavones. Mas achei meio longe para ir de busao afinal nao encontrei parceria para alugar um carro. E tambem porque é uma esquerda. E eu prefiro surfar para a direita..Mas todo mundo diz que tem que ir..que vale a pena..Mas fica para a proxima. Falando em busao e carro. Da para fazer na boa de busao.É claro que o carro dá mais conforto..mas os locais que fui e oss principais picos estao próximos dos hostels.. Me mandei para Malpais. Uma dica é sair cedo pois tem um ferry que sai de puntarenas as 09, 14 e 17hs. E depois tem que fazer mais duas horas de busao. Nao acho legal viajar muito tarde e chegar em cidades muito tarde da noite..so se vc ja tem o lugar certo onde vai ficar ou conhece o trajeto. Acabei ficando em Puntarenas perdi um dia de viagem, gastei o dobro da diária, mas sai no outro dia cedinho.Malpais e Santa Tereza sao juntas. Fiquei em Santa Tereza. Albergue Tranquilo(esse é o nome do hostel..rs..rs). Muito legal, na quadra da praia. Uma praia sem estrutura, bem natural. Somente uma rua e de terra(uma puta poeira). O mar é pesado e ainda por cima é so pedra no fundo . achei meio sinistro...rs..rs nem entrei estava grandao o swell. mas tinha bastante gente na agua. Em Santa Tereza conheci dois Argentinos. O Diego e o Nicolas.. Muito gente boa os "gringos".rs..rs Eles estavam de carro e acabei embarcando junto para Tamarindo.. Foi muito legal. Rachamos a despesa do carro. Saindo de Sta Teresa resolvemos ir pela costa(eles na verdade.porque por mim que já tinha lido relatos de estradas ruins na CR votei por ir pelo asfalto.mas como era minoria...rs..rs). A estrada de terra estava tranquila até que em uma descida que era puro barro o carro que era 4x4 derrapou e atolou em um barranco. Foi siniiiiistro!!!.e para piorar começou uma chuva daquelas de o céu desabar e nós no meio do nada.A CR é só mato e ainda mais em um estrada "alternativa" daí ja viu. Foi aquele silêncio...rs..rsEstava difcil até para sair do carro. Metemos o pé para fora e atolamos até a canela..O Nicolas resolveu sair andando em frente(pois para trás sabíamos que não tinha nada. A gente tinha visto a úlitma pessoa fazia umas duas horas..he..he). Mas como na vida nunca tudo esta perdido. Do nada apareceu um caminhao pequeno carregando uma galera. Eram algumas famílias que estavam indo para um jogo de futebol em outra comunidade por ali. Era domingo. Puta sorte nossa . A galera desceu no meio da lama. Foram super solícitos. Pegamos juntos e depois de uma hora de trabalho na lama conseguimos tirar o carro. depois disso foi a vez do caminhão deles atolar..Dai mais uma novela e mais duas horas no meio da lama até conseguir tirar o caminhao. Final das contas seguimos nosso caminho e eles resolveram voltar e cancelar o jogo pois a estrada estava muito ruim até tentaram subir o trecho que haviamos descido(eles estavam no sentido contrário do nosso) e não deu o caminhão desceu de ré com tudo pensei que iríamos assistir uma tragédia.mas no final foi só um susto. Acabamos nos despedindo deles em um rio, tomando banho e tirando um pouco da lama, dando risada e tomando uns trago que eles tinham na bagagem..O que mais bebia era o artilheiro do time..rs..rsApelidamos ele de "El Matador!!"Foi muito legal...he..he..he Viagem com aventura fica melhore!!! No final da tarde chegamos em outra cidade/praia bem pequenachamada Samara. Hostel na quadra da praia, bem legal e o mar com boas ondas(pequeno mas tinha uma brincadeira no final do dia) . Dorminos lá. Pela manhã mais um surf e simbora para a estrada. Nosso destino era Tamarindo. Chegamos no final da tarde no Hostel Oveja Negra. Tinha visto um relato de um rapaz que viajou pela América colocando ele entre um dos melhores. Cheguei cheio de espectativa, mas o lugar não é aquilo tudo (o de Manuel Antônio é bem melhor), mas o que vale no ON é que o astral é muito legal. Os donos são argentinos e todo mundo que trabalha lá é surfista então conhecem os picos, saí surf trip quase todos os dias (eles tem duas vans) então vc tem informações sobre as prais/ondas/swel. Galera gente boa. O hostel é bem locaizado (recomendo). Tamarindo foi a melhor parte da viagem (para quem quer surfar e curtir praia).É uma cidade pequena(como quase todas na CR).Acabei ficando duas semans por lá. Tem a praia principal com 5 ou 6 picos. Onda para iniciante, intermediário, profissa...etc.. E ali perto para quem estiver de carro e as mais pertos com uma bike resolve, tem várias prais com ondas de qualidade. Tem surf TODOS os dias de manhã e a tarde. Dá para "afiar"o surf. A CR é cheia de adjetivos como sempre a galera fala nos relatos, mas não dá para falar de novo. É um pais tranquilo, como a polulação não é grande , tem poucos carros na estrada, o povo é simpático, educado , as paisagens são bonitas, vale a pena e para que surfa NOSSAAA!! Tem muita onda. Mesmo eu que não sou um especialista(fissurado sim, mas especialista não..he..he) dá para surfar muito. Ném crowd tem. De Tamarindo sai surf trips para Roca Bruja e Olie.s point. É o passeio mais caro que fiz por lá . Custa USS80,00. Mas já vou avisando VALE MUITO A PENA!!. Sai às 5 da manhã do hostel, roda uma hora até uma baia . De lá pega um barco , mais uns 45 minutos no mar e chega primeiro em Olies. É estranho para que sempre chega na onda pela praia. Nessa a gente chega de barco , já tinha um barco ancorado e uns 5 carinhas surfando .Depois ficamos sabendo que era um veleiro e os caras tinha chegado na tarde anterior só para surfar bem cedo. Não dá para ver a onda. Parece que não tem nada mas saímos remando do barco em direção ao pico e em alguns minutos vc está mais no inside e vem as série marchando . Vou confessar fiquei meio com medo. A gente perde um pouco a referência pois as onda vem de alto mar(sei lá o que é). Mas a galera do hostel(foram uns 3) já foram botando para baixo. A primeira onda que o cara pegou era grande para caramba(para meus parấmetros de brasileiro) Metrão e meio consistente e ele botou para baixo e sumiu.. Foi surfando até la embaixoooo na areia(que onda) já fiquei amarradão mas cabreiro.. Fiquei mais fora da onda vendo a galera dropar. Mas depois de uma meia hora me acostumei com a onda e fui mais para o pico..Meu Deus do Céu que vala..Dropei a primeira (e não é história de surfista/pescador) a onda abre e tem uma parede perfeita..ela não quebra vai abrindo e ficando maior. Cara a melhor onda que ja peguei na minha via. E olha que surfo a mais de 15 anos.(só para vc ter uma idéia da moral da onda ...he..he). Dai foi só alegria. A onda vem grande, mas bate em umas pedras do costão . mas estão submersar(dá para ver as pontas na flor dágua) , e quebra para a direita. Sempre no mesmo lugar.É só de posicionar esperar e yeeeess. botar para baixo..Foram 4 horas de onda atrás de onda. Éramos nosso barco que tinha uns 6 surfistas e mais a galera do veleiro, que eram mais uns 6. Bem tranquilho, galera camarada, tinha onda para todo mundo e cada drop a galera gritava e botava pilha..muito legal..O difício foi a hora que o cara do barco avisou que íamos em frente para Roca Bruja eu não queria sair dali..queria ficar surfando até anoitecer...rs..rsMas o que é bom uma hora acaba. Remamos para o barco...uma agua, um lanche e vamos em frente. Quinze minutos depois chegamos a Roca Bruja(sempre quiz estar naquele lugar...). Quem surfa tem o filme Endlles Summer na memória. Ver aquela pedra gigante no meio do mar foi muito especial..O mar é mais power que Ollies deu para notar já na chegada ao pico. Porém infelizmente o vento já tinha começado e a formação não estava tão boa.. Na real peguei 3 ou 4 ondas e sai..fui para o barco..Mas só ter surfado Ollies point já valeu a trip... A galera surfou duas horas em roca bruja e voltamos para terra(uns 45 minutos de barco). Cara vale muito a pena ir... Depois fiquei mais uns dez dias em Tamarindo. Só no sossego. Surfe de manhã as vezes à tarde e na noite uma baladinha light. Terminada a moleza , um dia antes do vôo voltei para San José e depois Brasil.... Como esse é um relato principalmente para surfistas..rs..rs Preciso dizer o seguinte "DEMOROU!!!!" Pega a prancha , uma mochila pequena e te manda para a Costa Rica.he..he Só para ter uma idéia meu surfe que era de intermediário para ruim . Depois da viagem surfei 3 ou 4 vezes aqui em SC e percebi que meu surfe melhorou para "caralho". Claro que não sou lá essas coisas, mas não tenho dúvida que uma viagem dessas, mesmo que não tenha ido para treinar, me permitiu aperfeiçoar meu surf em ondas de qualidade. Mais uma vez vou dizer - DEMOROU brother!!!.. te joga para a Costa Rica e vai curtir o "Pura Vida"rs..rs... E na volta faz um relato par ajudar a galera que está de aprtida... Um abraço e boas ondas Alessandro
  15. Olá pessoal, neste post eu vou falar só da minha visita ao Vulcão Poás, em Alajuela no dia 28/03/2017. Há muitos tours particulares que partem de diversas cidades para lá, mas eu recomendo que vá até Alajuela, e pegue um ônibus que sai de lá e vai direto para o Vulcão. Se você for contratar um tour você irá pagar até $100 por pessoa, mas se você não estiver afim de despender de todo este dinheiro, faça como eu, vá de ônibus por 1090 colones (aprox. R$6,50). Só há um ônibus durante todo o dia, se tu perder este, só no próximo dia, e ele sai exatamente às 9h10 (horário da CR), mas recomendo estar la uns 30 minutinhos antes para garantir seu lugar na fila, e a passagem tu compra direto com o motorista. A cor do ônibus é azul, e eu não me lembro o nome da companhia. Tu pega o ônibus e ele vai andar mais ou menos uns 40 minutos até a parada no meio do caminho para tu ir ao banheiro e é neste momento que tu não podes deixar de comer o morango que o rapaz estará vendendo, por 2000 colones (aprox. R$12,50) tu levas um copo de morango com leite condensado ou pode levar na bandeja, mas esta eu não sei o preço porque não perguntei. NÃO SAIA DE LA SEM COMER O MORANGO, mas não cheiro o leite condensado, só o coma, hehehehehe. Depois mais 30 minutos e já estarás no parque. Chegando ao Vulcão o ônibus vai parar na portaria do parque do vulcão, tu desces e compras a entrada por $15, tu volta ao ônibus e ele entra no parque e estaciona, a partir daí já é contigo. O parque tem um café e uma lojinha de souvenires, mas recomendo ir ver o vulcão e o lago primeiro e na saída tu visita estes lugares. Então iniciei a minha caminhada, no meio do caminho, ele se divide e tu pode ir ver o vulcão primeiro ou a Lagoa Botos, mas no final tu vai visitar os dois, pois o caminho é circular. Eu já tinha pesquisado antes na internet sobre este vulcão e vi que muitas pessoas não conseguiram ver a cratera por conta das nuvens que a cobriram então pensei: vou no vulcão primeiro, se ele estiver descoberto, ótimo, mas se ele estiver coberto eu vou à lagoa e depois volto para ver se a cratera do vulcão foi descoberta, mas para a minha sorte em momento algum ela foi coberta e consegui vê-la perfeitamente. O lugar é muito bonito e totalmente diferente dos desenhos animados onde fica a lava vermelha borbulhando, hehehehe, a foto do vulcão e da lagoa está abaixo. Vulcão Poás Lagoa Botos Um detalhe importante, durante a trilha tu sentirá muito, mas muito calor, mas depois que tu parar de andar o frio vai vir agressivo a ponto de tu colocar casaco e ainda sentir frio, então vá de calça e leve blusa de frio. Se tiver um Drone pode levar também que, creio que vá conseguir fazer belas imagens. La eles não barram este tipo de equipamento, creio que não por enquanto, até o pessoal começar a derrubar drones dentro do vulcão, hehehehehe. Na trilha é bem possível que tu encontrarás alguns animaizinhos também. Lembra que eu disse para deixar para ir ao café e à lojinha no fim? Isto é porque tu, andando sem pressa, faz todo este percurso em coisa de 2h30, então depois tu ficarás de bobeira esperando a partida do ônibus, e é neste momento que tu aproveitas e vais visitar a lojinha e tomar um café. Não perca o horário de volta do ônibus, porque tu só terás aquele para voltar. Na frente dele estará escrito o horário que volta, eu não vou nem arriscar a colocar o horário aqui porque não me lembro e posso escrever besteira, mas é entre 13h30 e 15h30 (horário da CR). Então é isso pessoal, esta foi a minha visita ao Vulcão Poás, na Costa Rica. Quem quiser ver o post completo da minha ida à Costa Rica é só pesquisar por 10 DIAS NA COSTA RICA. Quem ainda tiver dúvida ou quiser alguma dica, é só escrever depois nos comentários que, se eu puder e/ou souber, eu vou ajudar sim. Obrigado pessoal!
  16. Não sou muito de escrever, sou de falar...mas vamos tentar Vou passar um resumo rápido sobre como foi a Surf trip do ano passado, já vou dar alguns valores pra o pessoal ter uma noção... Esse ano estou indo novamente em junho, caso alguém for nesse mesmo período chama aiii.. Informações Tempo: 10 dias 24/07 a 04/08/2017 Pessoas 5 (Surfistas 3 - Bodyboarders 2) Carro Reservamos um carro grande na Alamo, uma Toyota Fortune para 7 pessoas + bagagens. Valor: 1.100U$ Aluguel + seguro + taxas Rodamos quase 1700 km – gastamos 1 tanque e meio de diesel (120 litros) computado do carro deu media de 15 km/l Perrengue da chegada: não tinham nosso carro reservado, depois de muita conversa nos ofereceram uma Van 12 lugares 4x4 da Hyundai com a promessa de trocarem pelo carro reservado a noite em nosso Hostel. Conforme prometido a noite estavam la no Hostel com a caminhonete. Como pedido de desculpas não precisaríamos entregar o carro com o tanque cheio... Estradas As estradas principais são boas, boa pavimentação, são estreitas e tem muitos caminhões.....muita atenção ao dirigir, regras de transito são ignoradas, para ter ideia, se você estiver em uma estrada e o carro da frente resolve entrar a esquerda, ele não vai pro acostamento e aguarda para converter, ele simplesmente para no meio da pista...outra, mantenha distância do carro da frente, eles param por nada, mas também param para animais selvagens..... Estradas secundarias algumas são asfaltadas e outras são de chão....tranquilas para um carro comum....mas as estradas terciarias, aquelas que dão acesso a muitos picos de surf são uma buraqueira só, o 4x4 e essencial, principalmente se tiver chovido na noite anterior...muita lama e buracos que cabem uma roda inteira dentro.... Sobre a chuva, o período que ficamos choveu apenas 1x uma pancada no final da tarde e outra na noite, chuvas rápidas mas fortes, muito fortes mesmo....nos demais dias era muito sol e ceu limpo de manhã e sol e algumas nuvens a tarde..... Celular: Chip local da kolbi com 10U$ de carga para internet..durou até o 8º dia depois coloquei mais 5U$ - só fiquei sem sinal em Ollies Point, nosso guia tinha um modem da claro que levávamos no carro e usamos muito também; comprei o meu no aeroporto com um agente autorizado ele fez tudo na hora e deu certo, meu amigo que comprou em uma banca de jornal teve de ligar para a kolbi para fazer o cadastro via telefone, demorou pra caramba. Então, compre o seu com o agente autorizado e não perca tempo com isso depois... Surf Guia Para o Surf na região de tamarindo foi essencial, contratamos o Augusto, instagram @gu_paty, um brasileiro muito gente boa, ele é guia e faz as fotos da trip também. Por que o guia foi essencial na trip? Com o guia conseguíamos surfar em uma praia durante a maré vazia e em outra com a maré cheia, a maré é muito importante para o surf, o guia nos levou em secrets incríveis com ondas de capa de revista que, com certeza, não acharíamos por conta. Surfávamos de manha em um pico incrível, a maré mudava, e íamos para outra praia mais incrível ainda..para ter uma ideia, existem praias extensas onde com a mare vazia quebra em um canto e com a mare cheia em outro....sem o guia teríamos passado reto por muitos acessos a praias que estavam rolando as ondas....que no GPS e waze não pareciam. Sobre GPS, no nosso caso o Waze funcionou perfeitamente na costa rica, não precisa alugar GPS na locadora de veículos eles tentam empurrar mas é só negar..quem quer pagar 10U$ por dia em um GPS??? Kkkkk Bagagem – apetrechos(acessórios) Leve: Protetor solar, repelente isso é obrigatório, lá é muito caro. O que levei: Repelente, protetor solar, um canivete suíço, uma lanterna pequena, fita tape, remédio para dor de cabeça e dor no corpo, Sorine (quem precisa sabe da importância dele..), kit primeiro socorros para suturas...surf em coral sempre corremos o risco de ter de fazer alguns pontos.... Bagagem – Roupas A única calça e moletom que levei foi porque sai do RS e aqui era frio pra caramba, 3 bermudas, 3 sungas, 5 cuecas, 6 camisetas, chinelos, toalha. Minha roupa eu acomodei naqueles sacos a vácuo e coloquei na capa da prancha...que foi uma das minhas bagagens despachadas, a outra foi uma mochila normal que coloquei alguns acessórios de surf e na bagagem de mão foi o equipamento fotográfico; Obs1. Para a nova ida a CR (jun/18) vou levar menos roupas... Obs2. A roupa molhada seca em menos de 2 hs se estender na rua durante o dia, na noite ela custa a secar devido a umidade da estação verde; Equipamento de surf: Levei capa sarcófago, capa toalha, uma prancha de bboard, pe de pato, lycra, parafina e leash Dica: Acessórios de surf, leashs, parafina, chave de quilhas com catraca, lycra....da pra comprar la. Para terem ideia um leash da FCS premium custa 28u$, chave de quilha FCS com catraca 20U$, lycra 20U$, parafinas de 2 a 3U$, não se jogue na primeira surfshop e nem nas grandes.. Detalhe: quando fui a primeira vez pude despachar duas malas (prancha e mochilão) e ainda levar uma bagagem de mão (mochila equipamentos fotográficos); Bodyboard, viajando AVIANCA, não paga taxa de prancha desde que ela suja uma das bagagens a ser despachadas....esse ano mudou, poderei despachar, sem custo, somente uma mala de até 23kg ou seja, levarei o sarcófago do bodyboard usando-o também como mala, dentro levarei as roupas e a mochila dobrada...a bagagem de mão continua sendo a dos equipamentos fotográficos... RESUMINDO: prancha de bodyboard não paga taxa desde que seja a única bagagem a ser despachada até 23kg Lembranças/souvenirs As lembranças são muito caras na costa rica, isso pq pagamos em dólares e temos a mania de converter para reais, sempre esquecendo que a realidade é sempre 1x1..mas vamos lá.. para ter ideia um imã de geladeira sai 5U$, uma placa sai 15U$, um crocodilo, raia manta ou perereca de madeira sai 10U$ cada e são do tamanho da palma da mão. Alguém deu a dica de separar uns 50U$ para lembranças, é muito valido é o suficiente... Bebida: Agua em garrafa é cara, as pets de 5 litros chegam a custar 15 dolares, o guia disse que esse preço é por causa dos americanos que não tomam água da torneira...também fui informado que a água da torneira pode ser tomada desde que não venha de cisternas, comprei uma garrafa pet de 1 litro e usei ela a viagem toda, enchendo em troneiras...não tive problemas....resumindo, não frequentei muito o banheiro...kkk Cervejas, la tem muita cerveja artesanal em quase todo local, cervejas são baratas, na faixa de 4 a 5 U$ a lata de 500ml de cervejas top...as mais comuns na faixa de 2 a 4 U$...consegue-se comprar pack de heineken por 5 dólares com u unidades; O café é um caso a parte, tu toma um ótimo café em qualquer soda, cafeteiras estilo americanas, aquelas que aparecem nos filmes nos restaurantes de beira de estrada, o valor é muito variável, uns não cobram, outros cobram míseros 250 colones(0.50 cents de dólar..) ahh..550, colones = 1 dolar, outros cobram 1 dólar e tu enche a caneca quantas vezes for necessário ( no meu caso é sempre necessário...kkk) O melhor café que tomei foi no Down Patrol em tamarindo....não tem explicação, quem toma café sem açúcar entenderá o que irei escrever, dependendo do sistema utilizado para moer o sabor, o cheiro e a textura mudam....sensacional Surf...ahhh o surf.. Surfando na CR você se sentira em um filme de surf, ondas perfeitas, com pressão e muitos tubos....das praias que fui, as que peguei as melhores ondas foram Rivermouth, LitlleHawaii e Ollies poit. Avellanas river mouth e na saída de um rio, onda abre para os dois lados e indo até a beira...dependendo da maré é um tubo lindo... Avellanas Litlle hawaii é uma direita forte com tubo e parede, quebra em cima de uma bancada de corais...a direita tbm é surfavel para mais experientes pois quebra ceca em cima da bancada, se errar o drop é acidente certo... Ollies point é o sonho de qualquer surfista e bodyboarder, principalmente para aqueles que assistiram Endlles summer, é uma direita linda, lenta, que quebra na saída de um rio, quebrando sempre no mesmo lugar...tu dropa ela e vê aquela muralha de agua se formando, mas ela não vai fechar inteira...ela vai abrir..pedindo manobras, implorando para que tu atrase e pegue aquele tubo dos sonhos..a onda te espera...a onda é tua....se não errar vai até a ultima sessão que é um tubo seco na beira da praia.....sai da onda, rema por de tras do barco e vai pra fila no pico.. Também surfamos Marbella (pequeno menos de meio metro), Hermosa (pequeno), Esterillos(pequeno). IMPORTANTE: respeite a fila, não rabeie ninguém.....se sair no meio da onda não atrapalhe quem vem na onda seguinte....não reme na linha da onda.....não tive estresse no surf, em alguns picos quando tu entra o pessoal já deixava tu pegar a primeira onda de boas-vindas (ollies e Avellanas) Lugares que tentarei surfar esse ano: boca Barranca, dona ana, Caldeira, el hoyo, roca bruja (vou de carro kkkkkk), Labirints; Playa Grande; Edys Point; Lugares a explorar que não fui na primeira vez La fortuna- vulcão arenal-Rio Celeste-parque Manuel Antonio-dominical-Roca Bruja Estadias. Fiquei a primeira e última noite no Room2board em Jacó, reservei pelo www.hostelworld.com (tem app) o que facilita para as reservas entre uma cidade e outra, muito conforto, segurança, higiene, estrutura de hotel...vale muito...sendo que essas são as noites de mais cansaço da viagem... Na playa negra montamos nosso QG no Almendro Surf Lounge, quarto simples mas com banheiro(agua fria), área externa com piscina e jacuzzi, 100 metros da beira da praia.... Dia 1 · Porto Alegre - San Jose - Jaco Aluguel carro: Toyota Fortune 4x4 7 lugares + Seguro total 1.100U$ o Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa Jacó é Surf City, muitas Surfshops, restaurantes (Soda), bares e bem movimentada. AGUARDANDO CARRO NA ALAMO https://goo.gl/maps/ygVbQrds6J52 Na ida pra Jaco vale a parada na ponte do rio Tarcoles para ver os Crocks https://goo.gl/maps/w33RRbuMck52 https://goo.gl/maps/ujCG6omiex82 HOSTEL ROOM2BOARD https://goo.gl/maps/4MBjyF62AkQ2 https://goo.gl/maps/XjGYFLrKvAN2 Dia 2 · Jaco - Esterillos Este, Centro e Oeste - Playa Hermosa o Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa FOTO ESTERILLOS https://goo.gl/maps/9zQrcQhiePL2 FOTOS HERMOSA https://goo.gl/maps/zXJegM5setR2 https://goo.gl/maps/tfTcmed47Q52 Dia 3 · Playa Hermosa – Estrada ate Playa Negra – Playa Negra e Lagartillos o Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa Na ida passamos por Boca barranca estava minúscula mas suas linhas eram lindas. Esquerdas longas.... Nosso QG foi na Negra, de lá íamos a qualquer praia da região de tamarindo, tiros rápidos de 1 hora, salvo a ida a Playa de Coco dois dias seguidos para surfarmos Ollies... ALMENDRO LOUNGE https://goo.gl/maps/ZQWHgSGRV7t https://goo.gl/maps/XFvWCg16sw42 PLAYA LAGARTILLOS https://goo.gl/maps/KxdLaEsSpU92 https://goo.gl/maps/yuvGd3hvaNK2 Dia 4 Marbella – Bahia de los Piratas – Avellanas o Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa AVELLANAS https://goo.gl/maps/dbUAcGoHcnF2 https://goo.gl/maps/Ssa6ueFHAVB2 https://goo.gl/maps/keFCpbN97P62 https://goo.gl/maps/yNKfVSNM6582 RIVER MOUTH https://goo.gl/maps/PUt4XChyJdo FOTO BAHIA DE LOS PIRATAS https://goo.gl/maps/mVuA6qfieyG2 https://goo.gl/maps/frKVfTbKxKk https://goo.gl/maps/deikPw98Bom MARBELLA https://goo.gl/maps/vfnRFtFt9F32 https://goo.gl/maps/dGbNu1YWYf72 https://goo.gl/maps/hoAA6Edhv2R2 Dia 5 Avellanas River Mouth – Litlle Hawaii o Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa FOTOS LITLLE HAWAII https://goo.gl/maps/JT3k195UhJF2 https://goo.gl/maps/mwu2kZxpAZU2 Dia 06 e 07 · Ollies point – Gasto Barco + taxa + lanche 75U$ p/ pessoa p/ dia o Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa p/ dia o Alimentação: +/- 10U$ p/ pessoa p/dia Esses dois dias foram corridos mas totalmente alucinantes ou auge da Trip No primero saímos da Negra as 5 horas da manhã ruma a Playa del Coco para pegarmos o barco com destino a ollies, muita adrenalina para conhecer e surfar essa onda, swell marcando 1.5m e intervalo de 13 segundos...na ida passamos ao longe por Rocca, da pra ver no horizonte a pedra gigante e a nevoa do lip das ondas quebrado..só nesse visual já percebemos que as ondas estava entrando e o terral soprando.....chegamos em ollies e tinham 2 barcos, um catamarã que pernoitou ali e outro com um grupo de paulistas....mal o barco tinha ancorado nós já nos jogamos na agua...altas ondas....a ond quebra no mesmo local....vem com força, abre aquela muralha a tua frente e o tubo....emoção, adrenalina e sorriso no rosto....tu surfa até cansar..volta pro barco, come algo e volta pra agua...ficamos umas 8 horas surfando...estava bom demais para ir pra Roca....mas prometemos voltar no dia seguinte... No segundo dia saímos ainda mais cedo, swell prometendo e queríamos ser os primeiros a chegar no pico..saímos da Negra umas 4hs da manhã..chegamos na playa del Coco e o barco já nos esperava, desta vez um barco um pouco maior com 2 motores. Muito mais rápido e nosso capitão era o Wilber..local gente boa e no mar nos mostrou ser baita surfer... Chegamos em ollies e só tinham 2 na agua, era o pessoal do catamarã que estava passando o final de semana na região...imagine a cena..chegar no paraiso, ondas clássicas quebrando, 2 na agua?? É de chorar...caímos e fomos pro pico, ao chegarmos os surfistas que já estavam la, desde as 5 hs da manhã segundo eles, falaram que pegariam mais duas ondas e iriam embora....como prometido, foram para o bote e depois rumo ao catamarã...surfamos sozinhos até o meio dia..quando chegaram dois barcos um com uma equipe americana e outro com uma família do RJ...mais tarde chegou um barco com uma família japonesa com dois guris que entraram e quebraram no surf.... Mais uma vez, estava tão bom e clássico que nem pensamos em arriscar ir pra Roca..surfamos ollies até não aguentar mais, não ter mais braço para a remada... Na volta ao continente passamos em Roca para curtir aquele visual, energizante, emocionante. Sem explicação.... Ao chegarmos no continente descobrimos pq ollies estava vazia, naquele mesmo dia entrou swell em Pavones e a costa rica toda desceu....hehehe Quem nos atendeu na Boat trip foi a equipe Go South Adventures CR insta @gosuuthadventurescr solicite o capitão Wilber Fotos Ollies https://goo.gl/maps/P8YF8rMkEy12 https://goo.gl/maps/M4VzFUHuyk52 https://goo.gl/maps/igBwhf39QeP2 https://goo.gl/maps/8DTtSfoP5hu FOTOS Roca BRUJA Dia 8 Avellanas – Bahia de los Piratas o Pernoite na Negra – Almendro Louge 10U$ p/pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa Dia 9 Playa Negra – Estrada para Jacó – Playa Hermosa o Pernoite em Jacó – Room2board 18U$ p/ pessoa o Alimentação: +/- 15U$ p/ pessoa Dia 10 Jacó - San Jose – Porto Alegre
  17. Meus amigos, em novembro de 2015 fiz minha primeira surf trip internacional, viajei para a Costa Rica e vou lhes contar por onde passei e o que considero dicas para uma viagem parecida. Primeiramente, passei 12 dias lá, poderia passar o resto da minha vida, o lugar é incrível. Primeira dica, consolidação do que já li por aqui: Não vale nada a pena ficar na capital, a capital tem um trânsito horrível, peguei essa dica nos relatos daqui e repasso a vocês. Comprem um chip e coloquem algum dinheiro, a internet lá é muito boa e funciona no país inteiro. Comecei a viagem decidindo para onde iria, afinal queria fazer uma surf trip e detinha duas coisas na minha cabeça: quero surfar com aquela grande pedra ao fundo (como no filme 'the endless summer') e também quero surfar pavones. O Problema é que são praias extremamente distantes entre si, uma ao norte do pacífico e outra no extremo sul. Optei por simplesmente descer o pacífico. Sobre alugar carro se for viajar sozinho: não me parece a melhor opção. O carro, para quem for fazer surf trip, é utilizado tão somente para se deslocar entre cidades, pois quando se hospeda, tudo é feito a pé. Dessa forma acredito que onibus deve ser melhor. Mas, para quem for alugar carro: o WAZE funciona em todo o país, a internet é incrível e também funciona em todo lugar (durante a estrada eu usava o waze e ainda fazia ligação pro whatzapp, e coloquei somente 10 doláres de crédito). Sobre a viagem mesmo: Fiz sem muitos planos, queria viver o momento e descobrir lugares, fiquei feliz com esse resultado, vamos a ele. Primeiramente, ao chegar na capital já fui buscar o carro (com transfer saindo do aeroporto) e me dirigi à cidade de Jacó (minha intenção era iniciar descendo o pacífico). Cidade legal, estava receoso de cair no mar pois seria a primeira vez.. fui junto dos instrutores do Hostel no qual me hospedei, foi tranquilo, ondas pequenas para iniciantes. Fiquei dois dias em Jacó, foi suficiente. Fiz uma pequena caminhada para chegar a um mirante, foi bacana. Em Jacó descobri sobre a cidade 'Dominical', com altas ondas, o swell indicava (baixar o MagicSeeWeed para achar as ondas) que rolaria onda lá. peguei mais 2h de estrada. No caminho para dominical resolvi que surfaria, então parei numa praia no meio do caminho, deixei o carro num resort (não me cobraram por isso e ainda tomei uma ducha antes de ir embora), surfei e continuei o caminho. Dominical é um lugar incrível. Tinha a opção de pagar 10 dólares para dormir em quarto comunitário ou pagar 11 dólares (um dólar a mais) para ficar em um quarto sozinho, com banheiro. Em dominical o surf é incrível. Em toda a Costa Rica a influência da maré é um fator muito importante a ser considerado, em questão de 10 minutos por conta da maré vi acontecer de uma praia sem onda alguma começar a quebrar um metro insano! Em dominical o surfe funciona de toda forma, com maré seca ou cheia, somente não funcionando com a maré no mais alto do dia. Com a maré seca ondas mais tubulares e com a maré cheia ondas um pouco mais gordas, sempre abrindo. O lugar é incrível, parecia que estava em woodstock, várias pessoas com barracas na praia, o astral de todo mundo é incrível. Tão legal lá que acabei ficando uns três dias. Em um dia sem onda fui a uma cachoeira ali da cidade, que coisa maravilhosa. Eram 60m de queda d'água, num lugar inóspito, incrível. Após isso continuei a viagem indo mais ainda par ao Sul do Pacífico para a tão esperada Pavones. Chegando lá me indicaram perguntar par ao cara da loja de surfe sobre as ondas e onde ficar. Fiz isso, o dono da loja de surfe é muito gente boa, assim como todas as outras pessoas que conheci lá. Me hospedei no "Cabinas Carol", quem cuida lá é o Pablo, um italiano gente boa que mora lá há uns 20 anos. Pavones é incrível, ia ficar pouco tempo (um ou dois dias) mas acabei ficando 5 dias. A vibe das pessoas é algo fora de série, me abalou muito voltar para essa vida maluca que levamos aqui. Lá o 'Pura Vida' realmente existe. Sobre o surf em pavones, ele acontece na frente do rio (nesse ri não tem crocodilos, em outros há, cuidado com isso). Fui em novembro e a temporada de altas ondas lá é em abril. Ainda assim consegui pegar um dia com quase dois metros de onda, e a onda nao acaba, 500m de extensão (nesse período que nao é o melhor, a onda chega a passar de quilometro). No dia que estava quase sem onda fomos para uma praia ao lado que recebe melhor a ondulação, Punta Banco, que tem ondas muito boas também. A natureza em toda a Costa Rica é exuberante, eu tinha vontade de parar a cada 5 minutos na estrada para tirar fotos. A energia do país é muito louca, te impacta mesmo vc se sente muito bem, abençoado. Espero poder ser vir de algo a vocês. Abraços, Fernando
  18. Onde, diabos, fica a Nicarágua? O que tu vai fazer, sozinho, em El Salvador? Guatemala é na África? Essas são reações habituais quando se fala em passar férias, mochilando, na América Central. Por que esses destinos? Tive a oportunidade de passar alguns dias, em 2013, na Nicarágua, desde então a vontade de conhecer mais desse pedaço da América me tocava. Um pequeno pedaço de terra, se comparado com a imensidão do Brasil, mas gigante em história e em acolhimento. Em setembro de 2016, em um daqueles dias que a ansiedade, vontade, ou sei lá o que - o desejo infinito de cair no mundo - falou muito forte comprei uma passagem Porto Alegre - Cidade do Panamá e Cancún - Porto Alegre (Copa Air - ida 01/02/2017 e retorno 01/04/2017). O que faria? Não sabia quase nada. Retornaria para conhecer mais da Nicarágua, pesquisaria mais sobre um destino - San Blás - que um Português comentou comentou comigo quando conversamos subindo Machu Picchu e terminaria descansando em Cancún/Playa Del Carmem. No período até a viagem fui lendo alguns relatos, pesquisando sobre destinos, conversando com amigos da América Central - listando e cortando pontos e percebendo que seria pouquíssimo tempo. Ponderei entre leste e oeste, entre o caribe, montanhas, cidades. Uma injustiça cortar qualquer destino. (Decidi não passar por Belize, decidi voar da Cidade da Guatemala para Cancún no dia 26/03, com Volaris) O roteiro acabou, com varias dores por não poder ir em todos os lugares, assim: 1 a 3 de março - Cidade do Panamá A base foi o Casco Velho, Hostel Lunas Castle, a antiga, histórica Cidade do Panamá. A sede da Presidência da República fica por lá, museus, prédios históricos e uma bela vista - de um lado para a "nova" cidade do Panamá e de outro para o Canal do Panamá. Um bairro tranquilo, mas cheio de vida. Ali perto fica o Mercado Pesqueiro, comer um ceviche por lá é obrigação. É possível caminhar por todo o centro e pelo casco velho com tranquilidade - foram muitos quilômetros nesses dias. desde o Casco Velho até a outra ponta, onde fica a "Trump Tower". Vale muito a pena conhecer tudo por lá, entender um pouco da história desse povo, das consequências e causas do Canal do Panamá. Há, ao mesmo tempo, uma diversidade cultural enorme e uma falta de cultura própria, consequências de toda a exploração que o país sofreu/sofre. O que mais se vê por lá são sedes de bancos, um centro financeiro da América. Lugar, também, de diversão de investidores e empresários longe das esposas. 3 a 5 de março - San Blás - Panamá O lugar mais incrível do mundo, ao menos do mundo explorado por mim. É difícil resumir, colocar San Blás em palavras, é puro sentimento. Fiquei na Isla Franklin, reservei, com transporte, no dia em que saia do Brasil. Uma ilha, no mar do caribe, em que se dá a volta em menos de 5 minutos caminhando, sem energia elétrica, gerida por indígenas nativos, com cabanas a 3 metros do mar para dormir e umas 20 pessoas - de diferentes partes do mundo. Há Rum no local. Só posso dizer: Vá, sem pensar. 5 a 6 de março - Cidade do Panamá Chama atenção o controle de fronteira entre esses dois países. Além de uma aprofundada revista das malas na fronteira, meu ônibus foi parado duas vezes em território Costarricense. Nas duas vezes o mesmo senhor, mexicano, deve que descer e tirar tudo da mala. Há um preconceito contra os mexicanos pelo histórico de tráfico realizado por pessoas daquele país. 7 a 8 de março - San José - Costa Rica A Costa Rica é cara, mais que o Brasil. A cidade em que me senti menos seguro no trecho todo, não chega a ser tão insegura como Porto Alegre, por exemplo. Foi um ponto de passagem, o prédio do Teatro Nacional foi o que vi de mais legal por lá. Foi um bom dia para descansar. (Hostel Selina San José) 8 a 11 de março - La Fortuna - Costa Rica La Fortuna foi o paraíso que escolhi para desbravar um pouco das belezas naturais desse país. Boa parte do território nacional é composta por áreas de preservação ambiental, há um contraste com os países vizinhos. La Fortuna é um pacata cidade, cheia de americanos, abriga o Vulcão Arenal e uma diversidade ambiental enorme. Minha estada aqui foi típica de cidade do interior, sentar na praça e observar o movimento era ótimo. Há diversas possibilidades de aventura. Fiz um trilha de grande dificuldade, subi o Vulcão Chato, me banhei na cratera dele, onde existe um lago - água mais gelada da vida - desci, fui até a base do Arenal e terminei o dia, depois de 8 horas de subidas e descidas, relaxando por uma hora no rio termal da cidade. Isso mesmo, um rio, público, com água natural em torno de 50ºC. Não preciso dizer mais nada, né? (EcoHostel La Fortuna) Minha querida Nicarágua, voltei! A terra de Sandino só me encanta mais. Para quem gosta de história e de política esse é o lugar. Revoluções, vida e morte marcam cada viela desse país. Ainda, uma recente democracia, bem(?) diferente da nossa, digna de muitas conversas de bar, marcam essa terra 11 a 13 de março - San Juan del Sur - Nicarágua A pequena e badalada San Juan. Praia de surfistas, cheia de jovens estadunidenses em busca de diversão. Mesmo não sendo "a minha praia" tinha que conhecer, é linda. O mar do pacífico fica bonito por lá, é a porta de entrada do país. (Saltwater Hostel) 13 a 15 de março - Ometepe - Nicarágua Uma ilha, no segundo maior lago das Américas, com dois vulcões e pouquíssimo explorada. Óbvio que eu ia conhecer e óbvio que eu ia subir os 1600m do Vulcão Concepción. Uma subida ingrime e escorregadia. Foi incrível passar por lá. Dá para alugar uma motinho e girar os diversos povoados da ilha. Cada canto com suas diferentes belezas, sempre belas. Espero que a ilha siga lá, intacta e linda por muito tempo. (Hostel Casa Moreno) 15 a 17 de março - León - Nicarágua A capital da revolução. León tem cheiro de história, dá para caminhar pelas ruas e imaginar tanques de guerra e conflitos armados por lá. É incrível. Na primeira vez que estive na Nicarágua vidrei nessa cidade, voltei e sai gostando mais ainda. Por lá, no vulcão Cerro Negro, fiz o Volcano Boarding, sky no vulcão. O único lugar do mundo em que se pode fazer isso. (Hostel Las Vacaciones) 18 a 19 de março - El Tunco - El Salvador El Tunco é a San Juan Salvadorenha. Boa de ondas e menor ainda em extensão. Tão bela quanto. Como tudo nesses países, vale muito a pena conhecer. 19 a 20 de março - San Salvador - El Salvador San Salvador é tranquila. Sim, a violência não se dá contra a população em geral, como no caso do Brasil. Há muitos conflitos entre grupos, por isso a fama país violento. A cidade é grande, uma capital latino americana tradicional. Um povo que ama seu país, mesmo que saia dele em busca de melhores oportunidades. Um país cheio de riquezas naturais. Tive a oportunidade de conhecer pouco, subi o vulcão Ilamatepec, conheci o vulcão Izalco e o belo Lago Coatepeque. Comi muita Pupusa, prato típico do país. 21 a 23 de março - Antígua - Guatemala 500 anos de história nesse chão. Patrimônio Mundial da UNESCO. Fantástica. (Hostel Antigueño) 23 a 25 de março - Panajachel - Guatemala Se El Tunco é a San Juan Salvadorenha, Panajachel é a Ometepe Guatemalteca. Rodeada por vulcões, cheia de povos tradicionais, um belo lago. Um pedaço do paraíso. (Hotel El Sol) 25 a 26 de março - Antígua - Guatemala 26 de março a 1 de abril - Playa del Carmem - México Playa é demais. Isla Mujeres é demais. Os cenotes são incríveis. Descansar é demais! (Lobo do Mar Hostel) Viajar é demais! Fico à disposição: Rodolfo Fuchs @rodolfofuchs *Todas reservas feitas pelo booking durante a viagem - ter flexibilidade é essencial. *A passagem foi o caro da viagem, tenho os custos detalhados, país por país. *Para San Blás tenho o contato de um indígena que consegue fazer mais barata a estada por lá. *Cada país tem suas manhas, seu jeito.
  19. Fala comigo.... Depois de me aproveitar do conteúdo daqui para montar minhas mochiladas é chegada a hora de colaborar. Vou fazer esse relato pq acho que tenho muito a agregar para esse destino que não possuem muitas informações aqui. Deu maior trampo e eu fiz com todo carinho do mundo, enjoy it ! Para iniciar, vou situar a galera que vai ler esse relato. Sou mochileiro a quase 10 anos do tipo “médio cost” (atualmente), ou seja, sou econômico, mas não economizo com passeios e sempre que vou em algum lugar tento conhecer tudo que é possível. Represento bem a classe dos Mochilas já que converso com todo mundo, tenho vergonha de pouca coisa , choro desconto, almoço quase qualquer coisa e durmo em qualquer lugar (em qualquer situação). Sempre que compro algo fora faço uma conversão mental para reais, então colocarei os valores em reais (ou originais em dólares, se houver) que eu ACHO que paguei. Fiquem atentos, pois tem preços em dólares e em reais. Nota: meu modelo de escrita (e fala) usa muitos parênteses, as vezes parênteses dentro de parênteses. Estou recém chegado de uma mochilada pela América Central (a partir de agora AC) via terrestre (leia-se busão ou oq tiver), foram 20 dias com paradas na Costa Rica, Nicarágua, Guatemala e Belize ( cruzando Honduras e El Salvador de Van). DIA 1 - Reconhecimento de La Fortuna Cheguei em meados de Abril no aeroporto de San José CR as 9h da manhã de um Domingo. Troquei dinheiro no banco (taxa igual a da rua) que fica no andar de cima (embarque) e como não tinha vontade de ficar lá (San José), peguei um Uber (taxi lá é sem taxímetro) com a internet do próprio aeroporto que é grátis até a estação (terminal) de ônibus chamada “La Radial” com destino a La Fortuna. O terminal de bus é próximo (3km), mas não rolava de ir a pé com mochila já que o Uber deu R$10 conto. Logo que cheguei na “estação” (mais parece uma galeria de lojas derrubadassas) comprei um chip da Movistar (R$20,00) que funciona em toda AC e comprei a passagem (R$ 30,00) para um busão que saia logo. Saldo total, R$40,00 para sair do aeroporto e chegar em La Fortuna, existe um shuttle dento do aeroporto que custa $70 (doletas), e ai vai preferir oq? Cheguei em La Fortuna (uma charmosa cidadezinha aos pés do vulcão Arenal) eram umas 3h da tarde, almocei em um restaurante (para locais e ainda paguei R$ 20,00 num prato feito tipo PF) pertinho de onde o busão parou. Deixei minhas coisas no hostel (Arenal Backpackeres (que falando nisso, gostei d + da estrutura e da área de lazer, paguei $13 a cama, quarto com 12 almas penadas e banheiro dentro)) e tratei de correr atrás dos passeios, no final das contas agendei tudo no próprio hostel que tem uma agência integrada (tive quase 20% de desconto no pacote e pagando em efetivo $). Aliás lá vai a primeira dica para AC, leve mais grana viva (dólares) que qualquer outra coisa, os lugares não aceitam cartão direito e quando aceitam cobram +6% de taxa. Agendei os seguintes passeios: Hiking 2 vulcanos fullday $30 Rapel halfday manhã $50 Canopy halfday tarde $ 45 Rafting halfday manhã $50 DIA 2 Hiking 2 vulcanos fullday $30 – Passeio muito show, obrigatório de fazer em La Fortuna, começa as 10h (não sei pq desse horário, sol no lombo) vc faz um hikking leve (mas o grupo é grande, então demora) de 2h e chega na cratera de um vulcão extinto que está cheia água da chuva, depois de nadar um pouquinho e fica lá por 1h +-, segue mais caminhada até um mirante que é possível ter uma vista linda do vulcão Arenal e para fechar rola um “banho” em um rio de agua quente termal e um “drink” que eu vi a galera preparando e trata-se de uma coisa alcoólica artesanal ( tipo rum) com um refrigereco. Voltamos para o hostel e cheguei tipo as 8 da noite. Alertas, esse passeio é feito na lama então levem tênis que pode ser detonado, vc vai ficar molhado o dia inteiro então não se preocupe com toalha ou levar capa ou roupa extra, tem que levar sua própria comida e água. Rapel halfday $50 – Fiz rapel (tenho quase zero experiência, tinha feito somente um a 6 anos atrás em Capetown) com uma empresa chamada Puretrek ( http://www.puretrek.com), passeio animal, seguro, divertido e com almoço incluído (na Costa Rica as coisas são muito caras). Síntese, são 5 pontos de descida todos com cachoeiras, sendo o mais alto de 35m, a galera vai tirando fotos ( vc pode levar sua câmera) e no final eles vendem pelo amargo valor de $25 (claro que não comprei). Canopy halfday $ 45 – Saindo do Rapel já tinha o passeio de tirolesa agendado, escolhi fazer tirolesa em La Fortuna pq não estava nos meus planos ficar muito tempo na Costa Rica (muito caro), digo isso pq tem um parque de tirolesas muito mais doido em Monte Verde (outra cidade). Síntese, são 13 descidas algumas com vista muito doida e uma de mais de 1km. Impressão pessoal, Fiz e NÂO faria de novo, já que o custo benefício desse não é bom ( caro pra pouca emoção), mas se der vai pra Monte Verde e faça o passeio lá, lá tem um parque que a galera que eu encontrei relatou mt bem. DIA 3 Rafting halfday $50 – Fiz o passeio com a Arenal http://www.arenalrafting.com/, passeio bacana e para mim que não tinha experiência foi legal, adoro esportes e faço todos que existem, no caso do Rafting não morri de paixão, mas o passeio não deixou nada a desejar e votei cedo para o hostel (3 da tarde) deu para ir no centro de La Fortuna comprar algum souvenir para minha namorada. DIA 4 – Transfer day Costa Rica x Nicarágua Dia de translado entre Costa Rica até a Nicaragua, viajei completamente sem planos e chegando na AC fui conversando com a galera que estava fazendo a trip inversa (descendo a AC) eu tinha então as seguintes opções, ir para San Juan Del Sur, Ometepe ou León. San Juan Del Sur é uma cidade de surfistas e o ponto mais alto da cidade é sábado onde tem uma festa que é um mini springbreak Sunday Funnyday (a galera que foi adorou), como eu tenho esposa e não surfo essa opção foi descartada de cara . Ometepe é um vulcão maravilhoso na beira do lago Nicarágua rola até de subir ele, porém a vista nunca está limpa, como eu já iria subir um vulcão ativo na Guatemala pulei essa cidade, porém reza a lenda que convém parar um dia lá . Sobrou então León, cidade que fica mais ao norte da Nicarágua e tem o Vulcano Boarding (isso mesmo vc n está ficando louco ) a escolha foi simples. Não tem muito segredo, vc pega um ônibus saindo do terminal de La Fortuna as 6:30 da manhã e pede para te deixar no trevo para “Tanque” (Colón del Tanque) :'> , lá as 7:00 passa um bus de linha pública para fronteira, cai dentro e 2 horas depois vc estará na fronteira (Peñas Blancas). Não tive problemas na imigração para sair da Costa Rica (reserve $21 para taxas e afins ). Entrando na Nicarágua vc praticamente cai em uma parada de ônibus vulgarmente chamados de chicken bus, paguei $3 para me levar até Manágua (capital) uma viagem tranquila leva umas 3 horas com o bus parando a cada km para embarque/desembarque. Em Manágua, eles te deixam em uma espécie de terminal e vc pega uma van para León (fácil o pessoal fica gritando por passageiros na rua ), essa custa como $2 e mais 1h e 30 de viagem. Chegando em León peguei um biketaxi $1 para me levar no hostel (sem necessidade, mas eu já estava cansado e n queria ficar procurando). Em León fiquei no BigFoot (http://www.bigfoothostels.com $10 a cama) um dos melhores hosteis que já fiquei, galera super comprometida com os detalhes o que faz sua experiência lá ser incrível, na mesma noite já agendei o Vulcano boarding para o dia seguinte. IMPRESSOES GERAIS DA COSTA RICA País meio artificial com o turismo formatado para americanos, muito caro (unanimidade entre os mochilas), hosteis bem preparados e passeios estruturados. Sem grandes pontos de destaque. HIGHLIGHTS Rappel + Nadar na cratera do vulcão DIA 5 – Vulcano Boarding + La Penitas O tour para o Vulcano sai as 10h, antes tomei café no próprio hostel que oferece uma experiência diferenciada com cafés selecionados da Nicarágua e de outros locais (vale mais para quem entende, eu fui de blackcoffe). Uns 15 min antes do tour sair eu vi um cara conversando no telefone em português, abordei o sujeito e conheci o Cadi, que na verdade é um dos donos do hostel (guarde essa informação, pois ela será útil mais a frente). Vulcano Boarding halfday $30 – A treta inicia em um caminhão e vc vai na caçamba tipo pau de arara, chegando na base do vulcão são 1h e 30 min de caminhada (hikking leve) até o topo carregando a prancha (que mais parece aquela do skibunda de Natal). Depois de uma seção de fotos (um dos guias vai com câmera profissional e tira fotos da galera e posta no face no dia seguinte) por isso não se preocupe muito em registrar pro sua conta. É chegada a hora, vc está no alto de um big ( olha o tamanho do caminhão lá em baixo) morro e são te passadas algumas instruções sobre como controlar (o q não ajuda muito já que a velocidade é absurda e vc nunca viu aquele equipamento) a prancha e, é isso ai papai, morro abaixo . Lá embaixo sua velocidade é medida e o mais rápido ganha um drink e o mais lento um banho de gelo. Ainda estão inclusos no passeio, um drink no retorno e um transfer para La Penitas (o Bigfoot possui uma unidade (pé na areia) mais voltada para surfistas em La Penitas uma cidade a 20 km de León e quem faz o Vulcano boarding pode ir lá passar o resto da tarde grátis (vale muito a pega ir e pegar o pôr do sol lá (saca o visual)) Achei a experiência incrível e recomendo para todos, barato pelo tanto de coisas inclusas e seguro, além de único no mundo . Preferi pernoitar em La Penitas, e chegando lá fui muito bem recebido pela galera, tomei umas de leve no barzinho a beira da praia e decidi alugar uma prancha de surfe para o dia seguinte. DIA 6 - La Penitas + Mesa redonda Acordei de boa e mandei um café da manhã de omelete R$ 10 que vale muito a pena e fui surfar (tentar). Fiquei até umas 2 da tarde na praia e voltei para o hostel onde fiquei de relax o resto da tarde. Quando dá 7h da noite o mesmo caminhão pau de arara te busca para voltar para o BigfFoot de León. Eu decidi conversando com a galera que fui encontrando a ir direto para Antígua uma cidade animal na Guatemala. O BigFoot oferece esse shuttle que custa $50 ( são 6 imigrações, 3 países) e sai as 2 am ( 2 da manhã) e chega as 8h da noite. Eu já tinha decidido (comigo mesmo) de chegar, tomar um banho e ficar esperando o shuttle no relax zone do hostel (não queria viajar a noite toda bêbado). Enquanto eu estava cumprindo meu plano, sentando no sofazinho , de banho tomado, passa o Cadi e me cumprimenta e começa a bater papo, tava um calor infernal e passados uns 15 min ele abriu uma cerveja e me ofereceu (recusei de primeira ), mas o papo foi ficando bom e eu não resisti e comecei..... Foi então que a gente passou para uma mesa e nisso chegou o Fernando (outro brazuca que trabalha como gerente do hostel de León) e a Reginy outra Brasileira que estava no seu último dia de trip (iniciada no Panamá). Saldo, falamos sobre tudo e ficamos até as 2h da manhã batendo papo regado a cerveja gelada e rondas de tequila (boa). Me senti muito honrado em conhecer a história do Bigfoot os caras são obcecados por tratar bem os hospedes pensando em cada detalhe e hoje estão com 3 unidades e possuem a maior disponibilidade de camas na América Central (não é para qualquer um não). Para os Brasileiros o Bigfoot é escolha certa em León, pode confiar (Procurem o Cadi ou o Fernando para bater papo e peçam o welcome drink(cortesia minha )). OBS: o Hostel oferece um desafio que se chama LavaShot, é tipo uma régua com 3 tequilas misturada com pimenta ( rum curtido por 6 meses na pimenta). Eu que não sou parâmetro para ninguém em pimenta (Sou apaixonado e tenho coleção de pimentas) resolvi encarar. Só falo que o negócio é punk e os gringos que eu vi fazendo choraram chamando a mamãe (sério). Eu que me considero quase imune a pimenta, achei pesadasso e fiquei uns 5 min sem conversar oxigenando o cérebro para absorver a porrada. Mas voltei com uma camisa do desafio que não é vendida é conquistada! Dia 7 – Transfer Day para Antigua – Guatemala Após uma calorosa despedida da galera entrei na van para Antígua, as 5 da manhã vc é acordado pelo paciente motorista para sair da Nicarágua e entrar em Honduras, e go on.... Viajem em cima de viagem, a van para em El Tuco uma cidadezinha em El Salvador muito doida, acho q vale a pena reserva um dia para lá. A única dica é a mesma para todos os transfers na América Central, a van simplesmente não para (de 4 em 4 horas), então vai preparado com comida e não beba líquidos pq n tem lugar pra piss, eu estava com uma estratégia, um dia antes baixei uns 3 filmes no Netflix na internet do hostel e passadas 2 horas de viagem eu começava a tomar agua (nunca antes mesmo com sede), rolou bem. IMPRESSÕES GERAIS DA NICARAGUA País muito pobre, porém, muito seguro, barato e com grandes atrações surpreendentes, acho que vale muito a pena conhecer a parte caribe da Nicarágua. HIGHLIGHTS Vulcano Boarding + La Penitas + Bigfoot Ometepe (não fui, mas foi unanimidade entre a galera) DIA 8 – Day off Me hospedei no Bigfoot de Antígua, unidade novinha em folha estilo hostel boutique (a nova geração está com tudo), que é administrado pelo irmão do Cadi, o Breno, cara comprometido com manter o cliente satisfeito. Uma curiosidade, nesse hostel a cozinha é tocada por um chefe Suíço, a alimentação lá realmente é diferenciada. Eu precisava trabalhar um pouco no pc e depois de uma viagem de 18h sem dormir direito, e na eminência de agendar um passeio de 2 dias de caminhada para o vulcão Acatenango, tirei o dia off e fiquei no hostel, almocei em um lugar chamado Rincón Típico, lugar super local, escolha certa, um almoço custou R$ 15,00 (prato feito). Agendei o passeio para o Acatenango ($28), que situando a galera é um vulcão ao lado do vulcão Fogo, que entra em erupção toda noite. São dois dias de caminhada com barraca (vc dorme na barraca e dentro do saco de dormir, são 4 dentro da mesma barraca) e tudo nas costas, vc sobe em um dia e no outro é acordado as 4h para continuar a caminhada para pegar o nascer do sol lá em cima.Aproveitei esse dia tb para agendar o transfer ($30) para Lanquim que saia no dia que eu voltava do Acatenango as 2 pm. DIA 9 – ACATENANGO O tour chegou as 9h no hostel, fui praticamente o primeiro no bus e foi só enchendo, rapidamente éramos um grupo de 15 almas penadas, depois de 1h de estrada chegamos em uma casa na beira da estrada, bem simples, lá é decidido quem vai levar cada parte da barraca, se puder recomendo levar as varetas. Eu levei na mochila: 4 latas de atum (eu sigo a dieta lowcarb e como proteína pra carai)+ um pacote de rap10 + 4 litros de agua, roupa de frio ( segunda pele, moleton, corta vento, luva) Galera aqui vai um alerta IMPORTANTE lá em cima faz um frio simplesmente cabuloso (entre -5°c e 5°c) então se prepare para esse tipo de situação. Comprei tudo no La Bodegona, um supermercado gigante em Antígua Começou a subida e a primeira parada é uns 30 min depois, ali vc já v quem é quem, a galera chega lá bufando. Eu tenho bom preparo físico então fui indo conversando com o guia um Guatemonteco muito gente boa que morou nos EUA com brasileiros então gostou muito de mim. Resumindo, são 10 km de subida com 2000metros de elevação, não tem trecho leve nem normal, somente subida leve, subida na areia ou escadas, foram 5h para subir, chegamos por volta de uma 17h no base camp e armamos as barracas e fizemos uma fogueira. Rola um miojão da hora (no qual eu já joguei 2 latas de atum por cima) e fiquei batendo papo com a galera até as 23h na beira da fogueira, quando o vulcão acordou e ficamos admirando ele cuspindo fogo e fazendo um barulho igual de trovoes. O guia ofereceu um passeio extra por $20 que te levaria até a base do vulcão fogo, que saiu as 12h da madrugada e voltaria as 4h (hora de acordar) eu n fui, pois ia ter q fica virado. Peguei um chazinho e fui dormir (ou tentar), pq vc fica em uma barraca com 4 pessoas (eu estava com um Holandês e um casal de Australianos, as raças mais loucas do mundo (galera muito gente boa)) Mas faz tanto frio e a posição é tão desconfortável que eu dormi tipo umas 2 horas. 4h da manhã, hora de acordar e rumar para o nascer do sol, são + 1:30 de subida punk, chegando lá em cima tudo vale a pena, vou deixar o vídeo abaixo falar por mim. Na volta rola um café preto (no qual eu comi minhas latas de atum com rap10) no base camp e começou a descida as 8h, a descida é uma delícia e o melhor a fazer é descer correndo igual nos filmes de ação, desci eu, o guia e o Holandês disputando corrida (por 2 vezes quase que um passo direto e acerto uma árvore e no final já estava manerando, ainda tinha mt viajem pela frente) Cheguei no hostel as 12h, tomei banho, almocei um Burrito sensacional ( o melhor que já comi na vida ( talvez seja a fome)) e fiquei esperando o shuttle para Lanquim. Pegando o Shuttle, nada de mais, estrada em cima de estrada e era quase uma da manhã quando cheguei no hostel EL Retiro (No qual o Breno conhece o dono (Josué) e reservou por whatsapp pra mim). DIA 11 – Semuc Champey Em Lanquim me hospedei no hostel El Retiro, recomendo d +++ , no meio do mato, são chalés tipo cabana e possuem quartos compartilhados, paguei R$50 por duas noites e aproveitei e agendei o passeio para Semuc Champey (uma das atrações mais aguardadas da viajem para o dia seguinte). Lanquim é um vilarejo, quase não tem opções, acordei cedo, coloquei minhas roupas para lavar ( ficaram finas) e tomei café no próprio hostel (não está incluído). Saimos para o passeio as 8h, primeiro rola o tour dentro de uma carvena segurando um vela (que apaga toda hora), o tour em si não é perigoso, mas a chance de sair com algum hematoma (na canela) é grande, já que vc não enxerga nada e tem trechos com água até o pescoço. Depois da carvena o guia te leva para um Tarzan Swing show de bola, vc voa muito alto. Depois rola uma cachoeira que é uma paisagem espetacular, onde tb tem um lugar para saltar. E para completar a fase inicial, tem um tubbing, uma descida de boia pelo rio, muito relax, vem uns meninos vendendo cerveja na boia pra vc, eu tomei uma, mais como atração turística. Lunch time, o tour para em um “restaurante” improvisado na beira da estrada, tipo self-service com uma carne, eu estava numa lara pesada, já que no dia anterior foi só estrada (e a van não parou para comer), eu peguei o almoço R$ 25 e comi o suficiente para alimentar um Dragão por uma semana, depois fui ver q essa não era uma boa ideia , pois para subir no mirante de Semuc tem uma trilha com um lance de escada de 30 min. Semuc Champey é uma paisagem maravilhosa, eu fiquei relaxando nas piscinas batendo papo com a galera do tour ( 1 casal de americanos, 2 canadenses, um mexicano e um colombiano), um dia é suficiente, dois dias seriam se vc tiver com uma turma e quiser fazer tipo um “picnique”, se tiver de mochilada reserve somente um dia mesmo. Voltando para o hostel, nesse dia teve um jantar tipo em família (tem que avisar antes) custou R$ 30, e ai todo mundo hospedado lá participa em uma única mesa, achei muito doido já que é exatamente essa minha ideologia, mundo sem fronteiras. DIA 12 – Dale Estrada – Transfer day de Lanquim para Flores Esse é mais um daquele dias que vc só vê estrada, de Lanquim para Flores foram mais 10h de estrada, saindo as 8h e me custou R$60. Cabe mencionar uma coisa aqui, nesse transfer eu conheci um Suíço que estava indo também para Flores e depois para Belize (o mesmo roteiro que eu), dessa forma começamos a seguir viagem juntos. Chegando em Flores nos hospedamos no Hotel Petén http://www.hotelesdepeten.com (apesar do nome possui quartos compartilhados) paguei $9 na cama em quarto com ar condicionado, sem café da manhã. Nessa mesma noite fechamos o passeio para o dia seguinte nas ruinas de Tikal e ainda o transfer para Belize (paguei $40 por tudo, não sei agora o valor em separado). Uma dica, na mesma rua desse hotel, virando a direita andando uns 30 metros tem um restaurante/lanchonete que vendem uns burritos maravilhosos e muito baratos (tipo R$ 3 cada). No primeiro dia nos jantamos lá e no segundo também. Dia 13 – Ruinas de Tikal Achei melhor pegar o Sunset (o Sunrise tem que acordar as 4 am) no parque, nessa modalidade o passeio começa às 12h. acordamos cedo e tomando café da manhã o Suíço levantou a bola de fazer alguma coisa na parte da manhã, eu animei e fomos para um lugar chamado Jorgue’s rope, que nada mais é que um Tarzan Swing em uma paisagem incrível no meio do lago. Pagamos R$ 20 cada para o barqueiro nos levar lá e mais R$ 5 para entrar. Tikal Seguinte, impossível fazer Tikal sem guia, tem muita história embutida naquelas pirâmides, placas, canais e tudo mais, o passeio sem guia pode ser meio fútil na minha opinião. Tem que pagar uma taxa de R$ 60 para entrar no parque, que é uma lenhada . Resumindo, vc passa toda tarde imerso em uma aula de história em um dos berços da civilização Maya, achei muito doido e levarei meus filhos (quando tiver). Passeio leve e termina com o pôr do sol em um dos templos. Chegamos no hostel as 8h da noite e adivinha onde fomos jantar? No burrito, o lugar é tão bom que no caminho voltando de Tikal eu perguntei para o suíço: EU- Vc quer comer naquele lugar de novo ou prefere ir em algum lugar diferente, quem sabe melhor? ELE – Cara, só existe uma opção. Dia 14 – Transfer day para Belize Nabada day, já tinha lido aqui em um post que brasileiros tem “problemas” para entrar em Belize, então lá vai o mineirinho aqui com cara de trouxa. Pegamos o bus das 5h da manhã em Flores e chegamos na fronteira as 7:15, por questões de tráfego o ônibus só pode passar a partir das 8h ( não entendi já que é uma fronteira vaziassa), então fomos fazer o processo imigratório, para sair da Guatemala foi sossegado. Chegando em Belize, o cara da imigração, olhou meu passaporte e disse “ vc é brasileiro, espere ali”, eu claro, não teci comentários e sentei.... deu 8h e nada deles me chamarem, fui perguntar “oq q pega?” e o cara disse que eu teria que passar por uma entrevista, blz. Deu 8:30 o motorista do busão veio conversar comigo, falando que não podia mais esperar, e que eu deveria pegar o próximo bus que passaria as 11h. Ok, deu 8:45 o cara me chama, vestido de uma educação britânica me fez 3 perguntas e me liberou. Eu fiquei na fronteira de 7:15 até as 11:30, por 3 perguntas??? Aqui cabe uma reflexão, o cara atrapalhou meu dia quase todo, por nada, é o tipo de relação perde x perde, eu perdi pq fiquei 4 horas na fronteira, perdi o bus e me separei do meu amigo, Belize perde pq muitos brasileiros ficam inibidos de passar por esse processo e evitam o país. No mundo moderno esse tipo de relação não tem mais lugar. Respeito a aplicação de qualquer processo, só acho que poderiam ter sido ágeis na solução do caso. Conversando na imigração (já que tive muito tempo), entendi que a parada toda é por causa que pegaram 15 pessoas com passaportes falsos do Brasil uma vez, então todo mundo que chega com passaporte do Brasil roda. Uma dica: Se for fazer esse roteiro pegue o ônibus das 5h, assim se der alguma coisa errada vc pega o próximo as 11h. Se ainda assim der errado, a cada 30 min passa um ônibus de turismo na fronteira indo para Belize City, conversei com um dos motoristas que me levaria por $20 (eu não fui, pois era minha segunda opção). Encontrei um casal brasileiros que tb foi parado e perdeu o bus, porém eles tinham saído da Flores no bus das 8h (último busão dessa cia), dessa forma eles tiveram que pagar $75 de taxi para leva-los até o Ferry, Loucura. 3 horas de bus e chega-se no porto do ferry que te leva para Caye Cauker, são $25 por ida e volta ( se comprar os 2 juntos sai mais em conta). A viagem é curta 30 min e cheguei na ilha, cruzei a ilha de fora a fora buscando um bom lugar para ficar, acabei parando em um hostel chamado Yumma’s, um lugar tranquilo e confortável (paguei R$ 50 quarto com 4), pertinho da chegada do ferry a esquerda. Tomei banho e fui ver o pôr do sol no Lizards o único point para ver o pôr do sol, como era único, encontrei com o Suíço e ficamos toma uma de leve. Dia 15 – Day off em Caye Caulker O Suiço achou um hostel fino, que era mais barato e com ar condicionado setado para “polo norte”, não pensei 2 vezes, acordei arrumei minha mala e vazei do Yumma’s e fui para um chamado “Go Slow” do famoso Basílico. O suíço acordou passando um mal filha da pu$% e decidimos não fazer o passeio esse dia e ficamos de boa na “praia”. Nesse momento já tenho as primeiras impressões sobre Caye Caulker, um lugar com uma vibe pesada, onde as pessoas não tem respeito pelos outros, além de não ter porr&* nenhuma para fazer, nem praia tem, o lugar que o povo chama de praia é um deque de concreto sem areia (whats????). Fui muito mal recebido e tratado pelos locais, na fila do supermercado os caras entram na frente, pois sabem que vc é turista e não vai enquencrar. Na rua, os caras vem de bike para te atropelar se vc n sair da frente. Conversei com o Suíço sobre, ele me disse que não foi pior tratado do que em qualquer lugar da América Central, mas ainda assim era tratado como “ turista otário”. Essa é minha opinião sobre o lugar, a não ser por um motivo especialíssimo não volto em Belize nunca mais. Dia 16 – Snorkel com Tubarões + Arraias e afins O suíço ainda estava morrendo, tipo de gripe e com febre, eu já tinha decidido de vazar de Caye Caulker assim que possível, então tratei de correr atrás do passeio para parte da tarde (esperando melhoras do Suiço). Seguinte, só tem um tour para fazer na ilha, ou vc mergulha dia inteiro ou meio dia, sendo que o fullday ou halfday os pontos são os mesmos, mas o halfday fica menos tempo nos lugares. O custo é $60 fullday ou $35 halfday, fui de halfday e achei de bom tamanho, fiz o passeio com o CAVEMAN tipo o único cara (local) gente boa da ilha (o cara é muito zueira). O passeio sai as 14h e retorna as 17h (antes do pôr do sol) e vc nada com tubarões, arraias e tudo mais que existe no mundo marinho, além de visitar a segunda maior barreira de coral do mundo. Não sou um aficionado por mergulho, apesar de já ter feito muito, foi um passeio nota 7 ( tive medo de mergulhar com tubarões, mesmo assim fui com medo mesmo). Dia 17 – Bora para San Pedro Conversando com os caras do hostel ( trip inversa), descobri que existia uma ilha bem maior e mais agradável que Caye Caulker que ficava a 30 min de ferry, chamada San Pedro. Era perfeito para mim que queria vazar de Caye Caulker e para o Suíço, já que era mais perto de Chetumal, uma cidade litorânea no sul do México ( seu próximo destino de viagem (ele estava rumando para o Paraiso de Playa Del Carmem)). Pegamos o Ferry as 11:15 e chegamos em San Pedro as 12h (custo $25 ida e volta), chegamos em um hostel chamado Sandbar (o melhor da cidade, a cama custou $13) e depois de uns 30 min lá eu já estava enturmado com meio hostel. Conheci uma galera do Canadá e de Uganda e armamos um rolê a tarde para um lugar chamado “Secret Beach”, para chegar lá só com carrinho de golf (deve ser uns 20 km da cidade), então alugamos dois e fomos de galera. Passamos a tarde lá, e pelo menos é uma praia de verdade, na volta paramos em um lugar chamado “Truck Stop” é tipo uma feirinha de food trucks no Brasil, peguei um rango servido de feijão com arroz e ficamos lá batendo papo até umas 8 da noite (horário que tínhamos que entregar o carrinho). Dia 18 – Goodbay para o Suiço – Dia off em San Pedro Acordei cedo (tipo 6 da manhã) para fazer o bota fora do Suíço que iria pegar o Ferry para Chetumal, aqui vai mais uma dica, se quiser subir a AC até o México ou USA, vai de Ferry por esse caminho que é muito melhor que cruzar Belize de busão, porém tudo tem seu custo o Suíço mandou botar $50 de taxas para atravessar, mas é menos burocrático. Fiquei o dia de boa no hostel, meio que me preparando para partir no dia seguinte. San Pedro é uma cidade party hard e não faltaram convites para sair a noite, no entanto eu não estava na vibe (sem contar que minha mulher me mata). Dia 19 – Inicio do Retorno – Transfer Day de San Pedro para Panamá Meu voo sairia do aeroporto de Belize City as 14h, então acordei cedo e peguei o ferry para Belize City. Aqui cabe somente uma dica, ao chegar no “Ferry port” existe uma máfia de taxis (por isso existe Uber no mundo (não em Belize)) o valor é tabelado em $25 ( R$75,00 por 20min de corrida, somos otários mesmo!!!) para te levar no aeroporto, como eu já estava muito puto com Belize (exatamente por esse tipo de comportamento) e tinha tempo sobrando, resolvi me virar. Perguntei como chegar ao aeroporto de transporte público (foi a minha forma de fud¨&* com o sistema) recebi uns 3 “não tem jeito”, ainda assim não desisti. Perguntei em uma lojinha e um cara chinês me explicou como seria, seguinte: vc sai do terminal e vira a esquerda e segue por uns 1 km ( 6 min) atravessa duas pontes, se vc n se perdeu, vc chegará em uma parada de chicken bus, onde vc pergunta por “Ladville”, o busão me custou $1 e me levou até um ponto que fica a uns 2km do aeroporto, ai vc decide se vai a pé (15min) ou pega um taxi, eu fui de taxi pq não sabia a distância, de taxi foram $5, ou seja, fiz o trajeto com $6 ( fiquei triste de não ter hackeado o sistema todo). THE END galera.... Se vc leu até aqui, obrigado pela companhia, foi um prazer relembrar os passos da viagem! Aproveite seu tempo [email protected]
  20. Olá pessoal, tenho 22 anos e sou do interior de São Paulo. Resolvi fazer a minha viagem há uns 2 meses atrás, e estava decidido que ficaria 10 dias na Costa Rica, escolhi sair de São Paulo no dia 21/03/2017 e voltar dia 30/03/2017, e logo já fui correndo atrás das passagens. Pesquisei primeiro no site Decolar.com para saber quais seriam as melhores companhias aéreas e então cheguei à COPA AIRLINES. Depois fui ao site da companhia e comprei direto deles, paguei aproximadamente R$2.200,00 com saída de Guarulhos, escala no Panamá e destino final Alajuela, na Costa Rica. Como eu queria conhecer alguns lugares que sempre tive vontade, decidi reservar 3 Hostels em lugares distintos, para eu não me sentir muito "preso", então meu itinerário ficou assim: Dia 01: BRA - Alajuela Dia 02: Alajuela – Jacó Dia 03: Jacó - Jacó Dia 04: Jacó - Jacó Dia 05: Jacó – San José Dia 06: San José – San José Dia 07: San José - Alajuela Dia 08: Alajuela - Alajuela Dia 09: Alajuela - Alajuela Dia 10: Alajuela – BRA - Escreverei todos os horários como se fossem o de Brasília, mas se vocês quiserem saber qual era o horário no Panamá subtraiam 2 horas, e na Costa Rica subtraiam 3 hora - Todos os quartos dos Hostels e Hotel que fiquei foram privativos com banheiro/chuveiro privativo. DIA 01: No primeiro dia sem novidades. Cheguei no Aeroporto e logo vi uma fila gigantesca nos guichês da Copa, mas vi que tinha um senhor dando informações e ele me perguntou se já tinha feito o check-in online e se estava com o meu cartão de embarque impresso, e respondi que sim, logo ele me indicou uma outra fila com apenas 1 casal na minha frente. Então já fica a primeira dica para vocês: façam o check-in online, além de já escolherem o assento, na hora de despachar a mala, tu terás preferência. Como tenho conta no Banco do Brasil eu fiz o saque em dólar direto no caixa eletrônico, paguei mais ou menos R$ 3,14. Como tenho facilidade de dormir, eu fui dormindo nos dois voos e não consegui pegar nenhuma das refeições. Tive que esperar umas 2 horas no Panamá, a partir daqui recomendo a desligarem a chave do Português e ligarem a chave do Espanhol. Eu, que nunca tinha viajado para nenhum país de fora, fui testar o meu espanhol de vídeo game comprando, no próprio aeroporto do Panamá, aqueles travesseiros de pescoço, e até que fui bem, consegui comprar por $10 um belo de um travesseiro de pescoço que tornou as minhas sonecas muito mais confortáveis (segunda dica). O avião do Brasil para Panamá tem uma televisão onde tu consegue escolher alguns filmes (dublados) para ir assistindo, ou músicas para ir ouvindo, e você também consegue reproduzir fotos, músicas e vídeos que você tem em seu pendrive. Em Alajuela fiquei em um Hostel que foi projetado para Estadunidenses, mas como tinha gostado das fotos, preço e localização, resolvi ficar la, até porque eles não iriam impedir a minha estadia porque sou BR né! Reservei por e-mail, e paguei $200 pelas 4 noites. HOSTEL: Alajuela Backpackers ([email protected]) DIA 02: No meu segundo dia, fui para Jacó, uma cidade litorânea que é banhada pelo Oceano Pacífico. Fui de ônibus mesmo, paguei uns 1000 colones (a conversão grosseira pode ser feita 500 colones=1 dolar). Neste dia visitei só a praia da própria cidade mesmo, que tem uma areia grossa e água um pouco mais escura do que estamos acostumados. Em Jácó fiquei em um outro Hostel chamado El Crucero, reservei pelo chat do Facebook, que paguei $130 pelas 3 noites. HOSTEL: El Crucero (https://www.facebook.com/elcrucerolodge/) DIA 03: No outro dia acordei cedo e fui para o Parque Manuel Antônio. Peguei o ônibus em frente a uma loja chamada EKONO, é um ônibus verde que passa a cada hora ímpar, que vai para a cidade de Quepos, de lá tu pega um circular e vai para o Parque Manuel Antônio. O ônibus para Quepos vai LOTADO, então tente pegar o mais cedo possível. Quem visitar a Costa Rica e não for visitar este parque, certamente perdeu uma grande oportunidade, inclua este local no seu roteiro! Estrangeiros pagam $16 para entrar, no parque. No caminho encontra-se vários animais, como bicho preguiça, uns macaquinhos, ..., mas não vá lá com o intuito de ver animais, pois este é só um “bônus”, o principal mesmo é a praia de Manuel Antônio. Praia lindíssima, e com uma bela trilha para se fazer, onde, no meio do percurso, tu encontras alguns mirantes para o mar, não perca a oportunidade de tirar várias fotos nestes mirantes. Neste parque não se pode entrar com alimento, o guarda faz uma vistoria na sua bolsa antes de tu entrar, mas pode-se, e deve levar maquinas fotográficas. Em frente ao local onde compra-se as entradas ficam vários guias oferecendo serviços, mas eu fui sem nenhum guia e consegui ver todos os animais, fazer as trilhas e ir à praia tranquilamente, então eu não recomendo guia não. Além disso o parque é super bem estruturado, tem local para você se banhar depois de sair da praia. Tome cuidado pois na praia há muitas pedras e tu pode se machucar, além disto, a praia é funda, então se não souber nadar, fique bem no cantinho. DIA 04: Fiquei só na praia de Jacó mesmo, sem inventar muita coisa. O que tem para jantar que já conhecemos la é KFC, Pizza Hut e McDonalds. Como não sou muito fã de McDonalds eu acabei comendo mais no Pizza Hut e no Pollolandia, que é um concorrente direto do KFC, e eu o gostei mais do frango da Pollolandia. DIA 05: Neste dia eu saí de Jacó para a capital San José, neste dia eu fui ao Castros’s Bar. Este é outro lugar que também recomendo para terem uma ideia dos ritmos e das danças da Costa Rica. Neste lugar rola um DJ todo sábado, então se for, vá em algum sábado. La vão pessoas sozinhas também, e creio que, se tu pedir para elas te ensinarem um passinho ou outro, creio que elas te ensinarão, eu não tentei, hehehehehe. Para se locomover dentro da própria cidade, qualquer cidade, vá de Uber, é muito barato e eficiente (Dica 03). Hotel: Hotel Novo ([email protected]) DIA 06: Acordei cedo mais uma vez e fui para o Parque Diversiones, fica em San José também e dá para ir de Uber, tu paga para entrar 8mil colones e desfruta de todas as atrações do parque. Recomendo irem com roupa leve e que seca rápido, porque la tem brinquedos que são na água, brinquedos mais tranquilos e também alguns com mais adrenalina. Tem como você alugar um guarda volumes la também. Dentro do parque também tem uma praça de alimentação muito boa com opções de frango, pizza e lanches. Vá cedo para que não pegue muita fila nos brinquedos, então tu vais em todos os brinquedos que queira de manhã, almoça, dá uma descansada, e a tarde vai mais uma vez. No parque há também uma mini fazenda com alguns animais, nada muito diferente da nossa realidade: vacas, galinhas, cabritos, ... DIA 07: Fiz isto também para que ficasse fácil para que eu fosse ao aeroporto no meu último dia também. Voltando para Alajuela, neste dia estava programado para eu ir visitar a Basílica de Nossa Senhora dos Anjos, mas acabei chegando tarde em Alajuela e perdi o horário do trem que ia para Cartago, cidade que fica a Basilica, então resolvi deixar para o dia 09. DIA 08: Talvez este tenha sido o segundo dia mais aguardado por mim (depois de Manuel Antônio), o dia de conhecer o tão famoso Vulcão Poás. Aqui não vou detalhar muito, mas neste outro post (vulcao-poas-costa-rica-t142506.html) eu conto os detalhes só deste dia. Mas adiantando: coloque este destino também na sua lista. Acabei jantando no Subway perto do Hostel mesmo. DIA 09: Como dito acima, no dia 08 eu jantei um lanche do Subway, foi a pior coisa que fiz em toda esta minha viagem. Eu peguei uma intoxicação alimentar que não saía do banheiro! Fiquei todo o dia tomando soro e comendo banana e maçã no Hostel e, por conta disto, não consegui visitar a Basílica em Cartago. DIA 10: Depois de 2 litros de soro ingerido, 1 cacho de banana e algumas maçãs no dia anterior acordei melhor para pegar o meu voo para o Brasil. Como já tinha feito o check-in online e já tinha impresso o cartão de embarque foi só despachar a minha mala, mas desta vez sem fila preferencial porque tinham pouquíssimas pessoas na fila. Cheguei na minha escala no Panamá e fui direto ao meu portão de embarque para o Brasil, e, para minha surpresa, só estava faltando eu. Mas não foi culpa minha o atraso, é que o avião que eu estava vindo da CR tinha pousado mas não tinha finger para que nós pudéssemos desembarcar, então tivemos que ficar esperando uns 20 minutos dentro do avião. No avião do Panamá para o Brasil você já começa a se sentir mais familiarizado com as pessoas, porque a maioria são brasileiras e estão vindo dos EUA, México, República Dominicana e também fizeram escala no Panamá, mas mesmo assim é melhor tu não desligar a chavezinha do Espanhol para tu se comunicar com as aeromoças. Nestes voos, diferentemente dos da ida, eu consegui ficar acordado e pegar as refeições que eles serviram. De CR para Panamá eles serviram um pão com uma salada este da foto abaixo; e do Panamá para BR eles serviram uma macarronada que você podia escolher o molho, de carne moída ou frango, eu peguei de frango e uma CocaCola, mas tinham várias outras opções como Schweppes, vinho, vodka, água, CocaZero. Depois eles passam mais umas duas vezes oferecendo bebidas. Chegando em GRU, peguei a minha mala despachada e na primeira andada já percebi que tinha algo errado, então sentei e fui conferir se não tinha enroscado nenhum plástico ou nada nas rodinhas, foi aí que vi que a companhia tinha quebrado a rodinha da minha mala. • Eles são muito patriotas; nos dias que eu fiquei lá a seleção de futebol deles iria jogar, e muitos homens e mulheres só andavam com a camiseta da seleção deles. • A comida deles é um pouco diferente das nossas, eles gostam muito de frango e mariscos. Eu que não gosto muito de mariscos resolvi ficar só no frango e pizza mesmo. • Eu me identifiquei mais com o reggaeton deles, com a salsa, merengue, bachata, eu não gostei muito não. • Acostume-se em fazer contas rapidamente para tu converter de colones para dólar e depois para Real. A maioria dos lugares fazer a seguinte conversão: 500 colones = 1 dólar = R$ 3,14 (em março/2017). • As coisas são muito caras lá, vá preparado! • Há muitos ATM e ATH para você realizar saques em todas as cidades, pelo menos nas que eu passei: San José, Alajuela e Jacó. • Ande de Uber tranquilamente. • Lá eles gostam muito de brasileiros, porque creio que uns 70% dos visitantes de lá são estadunidenses, então tu falas que é do Brasil, eles piram. • Respeite a cultura deles, pois o estranho lá é você. Então é isto pessoal, esta foi a minha visita à Costa Rica. Quem ainda tiver dúvida ou quiser alguma dica, é só escrever depois nos comentários que, se eu puder e/ou souber, eu vou ajudar sim. Obrigado pessoal!
  21. 1 º dia - Cidade do Panamá Escolhemos uma conexão longa no Panamá de propósito, para sairmos do aeroporto e conhecermos um pouquinho da Cidade do Panamá. O vôo foi da Copa Airlines ( Guarulhos - Cidade do Panamá - San José), mas acabamos não planejando nada para fazer lá e quando chegamos no país não tínhamos ideia de onde dormir, o que fazer, nada! Pegamos nossas bagagens, por causa da conexão longa elas são retiradas. Por sorte o aeroporto oferece 30 minutos de internet grátis, e começamos a procurar algum hostel para ficar. Nisso, chegou um taxista não oficial ao nosso lado Eduardo, ele disse que deveríamos ficar em Casco Viejo e ir ao shopping albrookz, o maior do Panamá e que cobrava 20 dólares por pessoa para nos levar a Casco Viejo. Disse que no Panamá não tem taxímetro, e que o preço original é 30 dólares por pessoa! Depois de eu pechinchar ele aceitou fazer 15 por pessoa. Chegamos a olhar também aluguel de carro, 40 dólares o dia mais 300 de caução. Tudo no Panamá é em dólar!!! Então, antes de fechar com Eduardo busquei mais informação. Fui até aqueles stands do aeroporto, e a moça me confirmou o que Eduardo disse, tanto sobre o preço do táxi, como sobre ficar em Casco Viejo como melhor opção. Perguntei a ela sobre transporte público, um ônibus para o aeroporto é USD 1,56, mas tem que sair da estação que fica na praça Cinco de Maio, e o ponto de ônibus não é na porta do aeroporto, então seria uma caminhada boa, nós decidimos que no dia seguinte resolveríamos isso. Fomos com Eduardo para Casco Viejo para ao chegar lá procurarmos um hostel. Telefone de Eduardo: +50765081315 A cidade é linda! Do carro vimos o mar, prédios super altos e com arquitetura bem moderna, muitos carros de luxo e ônibus antigos que são um charme, contrastando com aquela modernidade toda! Chegamos a Casco Viejo, a cidade antiga da cidade do Panamá! Muito linda! Casarões muito conservados e alguns em reforma, chão de tijolinhos e uma vida noturna agitada, com muitos bares. Ficamos no Magnólia Inn, 15 dólares por pessoa sem café da manhã. Excelente opção! Funcionários muito simpáticos, e a arquitetura do lugar muito linda! Um casarão enorme, muito limpo, iluminado, com banho quente. Não tem ar condicionado, mas ao lado de cada cama tem um ventiladorzinho. A toalha eles alugam por 2 dólares, mas como nós tínhamos as nossas, não alugamos. Tem armários no quarto, mas eles não fornecem cadeados, então se quiser trancar suas coisas, leve um cadeado, nós não levamos, mas a moça da recepção disse que poderia guardar num cofre que fica na recepção o que tivéssemos de valor. O Panamá é muito quente! Pelo menos em maio, quando estivemos lá! Era noite, estávamos andando na beira da praia e ainda assim fazia muito calor. A região de Casco Viejo é bem turística e tem muito estrangeiro, fomos caminhando, caminhando, caminhando, descemos até a orla, e do lado contrário a Casco Viejo vimos uns toldos iluminados, ficamos curiosos e atravessamos a avenida, chegamos no Mercado de Mariscos. O lugar é bem popular e frequentado por nativos, com várias lanchonetes que vendem Ceviche. Valeu a pena conhecer, mas o cheiro forte de peixe e a música alta não nos faz querer ficar. Voltamos para Casco Viejo. Lá, tem muitos restaurantes com terraço e vista para o mar, decidimos ir no Central Panamá. Muito bonito! Tem a parte fechada, com ar condicionado, e o terraço com umas luzes de gambiarra. Ficamos no terraço, mas começou a chover e fomos para a área com ar condicionado. A chuva passou rápido, mas o friozinho do ar condicionado estava tão bom que ficamos lá mesmo. A cerveja foi 4 dólares, tomamos duas e fomos embora. 2º dia - Cidade do Panamá Acordamos 8h e tomamos café em um mercadinho chamado Rey, o preço convertido é bem parecido ou mais barato que no Brasil, comemos de café da manhã um pratinho de ravioli de queijo que foi U$$3,40, bem servido e bem gostoso! Lá tem mesinhas e eles esquentam a comida e dão talher para você comer lá mesmo. Passeamos mais um pouco por Casco Viejo e 10h pegamos um táxi para o shopping Albrook, o maior da cidade. De Uber seria 3,50 dólares, mas vamos de táxi mesmo que foi 5. O shopping é giganteeee! Enorme, enorme, enorme! E é meio divido, tem a parte de lojas mais caras, Victoria's Secret, Tommy e outras, e das lojas populares Titan, Costo, onde você encontra blusinhas por um dólar. Eletrônico também é mais barato do que no Brasil. Voltamos para Casco Viejo por 5 dólares. Quando chegamos no hostel o moço da recepção avisou que o check out era as 11h, e já eram 13h, não tínhamos nos preocupado com isso, mas ele foi bem gentil e só afastou nossas malas da cama. Ajeitamos as coisas e fomos para o aeroporto de táxi. 25 dólares o preço total. 3º dia - San José / Manuel Antonio - Costa Rica Na nossa primeira noite em San José dormimos na casa de um amigo Costa Riquenho, ele preparou um jantar com comidas típicas: torresmo frito, um picadinho de carne com batata, tortilla, porco assado e uma espécie de pamonha recheada, de sobremesa Torta Chilena. Não deixem de experimentar! É deliciosa! Na Costa Rica não tem rodoviária, então você precisa pesquisar antes qual empresa faz o trajeto para onde você vai e ir até a garagem da companhia. Como nosso primeiro destino foi Manuel Antonio pegamos o ônibus da TRACOPA http://www.tracopacr.com/rutas-y-horarios você diz o hostel que vai ficar ao motorista e ele te deixa no ponto mais próximo. Ficamos no Hostel Plínio, muito bom, com piscina, chuveiro com água quente, café da manhã incluso, cozinha e restaurante. Tem um ônibus que todo dia circula entre Quepos e Manuel Antonio a cada 15 minutos, são uns 300 colones. Quepos é uma cidade grande e muito mais barata que Manuel Antônio. Se quiser ir ao mercado ou comer fora, Quepos é uma opção mais em conta. 4º dia - Manuel Antonio Seguimos a recomendação de Rebeca, recepcionista do hostel, e fomos para a Playa Macha, uma praia menos turística, mas muuuuito linda, que para chegar nela você faz uma trilha de uns 20 minutos. No caminho já vemos alguns bichinhos, moluscos com conchinhas nas costas, caranguejos infinitos, até que chegamos na praia, LINDA e só nossa! Vimos uns pássaros diferentes, uma iguana, e na trilha de volta, uma cobra! Depois do almoço fomos para a Praia Pública de Manuel Antonio. Muito linda também! Não dá para ver o sol se pôr no mar, mas ainda assim o efeito do fim de tarde é muito lindo lá! 5º dia - Manuel Antonio O Parque Nacional não abre as segundas-feiras, então fomos na terça. O preço para estrangeiro é 16 dólares e vale muito a pena! É incrível!!! Mas lembre de levar lanche e água, pois lá dentro não vende nada. Outra coisa importante é que não são todos os alimentos que eles permitem o acesso, vi um pessoal com amendoim torrado sendo barrado. Não sei exatamente o que pode e não pode, mas nós levamos pão, queijo, banana, oreo e água e foi liberado! O Parque é MARAVILHOSO! Logo na entrada pegamos um desvio, em vez de seguirmos pelo caminho principal, e nos deparamos com dois veadinhos, mais a diante bichos preguiça, um formigueiro ENORME e quando chegamos na praia um guaxinim que tentou roubar nossas bananas kkkkk é preciso ter cuidado com os macacos também, um deles abriu o zíper da mochila de um amigo nosso e roubou um sanduíche. A praia é MARAVILHOSA, o parque tem três praias, mas a maior é a melhor mesmo, sem ondas, água cristalina, dá para ficar o dia todo na água, mas, como ainda tinha muito do parque para ver, seguimos caminhando. Vimos árvores enormes, cotias. aranhas. lagartas e borboletas super coloridas, os três tipos de macacos que tem no parque, iguanas, e um quati muito fofo que veio até mim, creio eu pelo cheiro da banana que estava na minha bolsa. 6º dia - Manuel Antonio / Monteverde Uma coisa que nos preocupou enquanto planejávamos a viagem era como iríamos no locomover. Li muitos textos falando sobre como era difícil ir de um lugar a outro sem carro, que teríamos que ir a San José para de lá irmos a outro lugar ou alugar um carro, isso não é verdade. É possível rodar a Costa Rica de ônibus! É só pesquisar um pouquinho, pedir informação e se jogar! Alugar carro pode ter suas vantagens, mas na Costa Rica eu não acho que seja a melhor opção. Algumas estradas são beeeem ruins, e quando a gente é só passageiro não precisa se preocupar com essas coisas. Para irmos até Monteverde pegamos um ônibus saindo de Quepos às 9;30h, chegando em Puntarenas 13h, e, às 13:30h pegamos outro bus para Monteverde. Monteverde faz um friozinho, ficamos no Santa Elena Hostel Resort, muito bom! O gerente, Ro, é uma simpatia! Chegamos já no final da tarde, então tomamos chocolate quente e passeamos pela vila, Monteverde foi o lugar mais barato na Costa Rica para Souvernirs, tem uma loja que é a maior de todas, comprem lá, sabem aqueles copinhos de licor? Foi o único lugar que achei por 2 dólares, devia ter comprado vários! Nos outros lugares todos custavam pelo menos USD6! 7º dia - Monteverde ´ Dia de aventura! Fechamos o passeio com a 100% aventura que nos pegou na porta do hostel. Foi 50 dólares por pessoa, que incluíram o translado (hostel - parque - hostel) 10 tirolesas, um rapel, uma ponte suspensa e um passeiozinho de bugre. Vale muuuuuuuuito a pena! O instrutor coloca um medinho na hora de passar as orientações, dizendo que você tem que saber frear senão pode se bater na árvore, mas é bem tranquilo e você sente muita segurança nos equipamentos. As tirolesas vão aumentando de "dificuldade" gradativamente, e se a pessoa achar que não dá conta, pode desistir, mas é muito legal! Valeu demais! Eles tem inclusive a tirolesa mais comprida da América Latina, 1590m. De tarde fomos no árbol hueco (árvore oca), é uma caminhada até chegar nessa árvore, um sobe ladeira infinito, até que você chega a uma trilha bem escondida que leva até a árvore oca. Eu não subi na árvore porque fui atacada por uns bichos que começaram a me picar, mas os meninos foram e adoraram. O tronco da árvore se entrelaça de um jeito que é possível subir por dentro dela. Nesse dia jantamos no hostel mesmo uma pizza, USD18, e na hora de dormir encontrei um escorpião no meu travesseiro! Joguei o travesseiro no chão e conseguimos matar o bicho. Eu acho que ele entrou por um buraco que tinha na parede bem na cabeceira da minha cama, então tapei esse e os outros buracos que tinha no quarto com papel higiênico para não ter mais sustos. Ro, o gerente, disse que é comum aparecer escorpião lá, pelo menos 3x no mês, que esse era o azul e que ele mesmo já foi picado umas 20 vezes!!! Que dói pra caramba mas que não mata. Eu aproveitei e perguntei logo que bichos na Costa Rica podem levar à morte, ele disse que tem uma aranha bem "peligrosa", mas que não é fatal, e serpentes e rãs que podem matar. 8º dia - Monteverde / La Fortuna de San Carlos De Monteverde fomos para La Fortuna, e Ro nos deu duas opções, irmos de ônibus por 8h por 15 dólares, ou pagarmos 25 dólares numa viagem de 3 horas que iria pelo lago, escolhemos a segunda opção. Aventuras en el lago foi a empresa que fez o transfer, eles nos pegaram de van no hostel, nos deixaram no lago, que atravessamos com uma lanchinha, o que já é um passeio, e do outro lado do lago outra van nos pegou e nos deixou no hostel. Do lago já é possível ver o vulcão Arenal! Emocionante demais ver um vulcão assim! Ficamos no Hostel Arenal Backpackers Resort, ele tem uma estrutura muito boa, com piscina, slackline, rede de vôlei, ar condicionado nos quartos, chuveiro quente, maaaaaas, não é um hostel simpático. Não tem cozinha, e se você quiser comer algo que comprou tem que ir para o fundo do hostel porque eles não deixam comer nas mesas do bar, sinceramente eu NÃO recomendo esse lugar. 9º e 10º dia - La Fortuna Fizemos o check-out no hostel, que inclusive é super cedo 10h da manhã, sendo que o check-in é as 15h, e fomos ao Baldi Hot Springs, um hotel que tem 25 piscinas com águas termais, quentes por causa do vulcão. Eles oferecem a opção de day use, em que você chega de manhã e fica até as 22h, ou você pode se hospedar e mesmo depois do check out continuar lá aproveitando o day use, nós nos hospedamos e foi uma delícia passar dois dias naquelas águas quentinhas, sem falar na vista do quarto que é pro vulcão. 11º ao 15º dia - La Fortuna / Montezuma Nós só tínhamos roteiro até La Fortuna, decidimos que deixaríamos uns dias livres mesmo para decidir já na CR o que fazer e aí ficamos na dúvida entre Guanacaste e Montezuma, como Guanacaste é bem turística, bem movimentada, escolhemos ir pra Montezuma, que tem uma pegada mais hippie, mais tranquila. Acordamos cedinho e conseguimos pegar o ônibus para San Ramón que saiu às 4:30h, com chegada às 7h. Depois pegamos outro ônibus de San Ramón às 7:20h e chegamos em Puntarenas 10:15h. De lá, pegamos o ferry para Paquera 11h, e as 14h chegamos, aí mais um ônibus para Montezuma e enfim Hostel Lucy. Essa viagem foi beeeeeeeem cansativa, mas chegamos no lugar certo! O hostel Lucy fica de frente pra praia, que não é ideal para o banho porque tem muita pedra, mas com a maré baixa dá pra dar um mergulho.A dona do hostel é uma senhorinha que mora lá a vida toda, o hostel é simples, mas é limpo e bem silencioso. O único problema é que o banho não é quente, mas tem uma cachoeira a uns 15 minutos e o centro da cidade fica bem perto também. Resolvemos passar a última semana da viagem lá, só relaxando e curtindo a natureza. 16º dia - Montezuma / San José Chegamos no ponto de ônibus 6h da manhã e de lá pegamos um ônibus para San José, paramos no ponto de Cabuyo e lá compramos a passagem para San José, o ônibus pega o ferry de Paquera e vai direto até San José, nessa noite ficamos na casa de um amigo e fomos ao Cassino do Sheraton. 17º e 18º dias - San José Fomos para a CR para o casamento de um amigo costa riquenho, o casamento foi no Hotel Real Intercontinental, e como tinha desconto para os convidados ficamos lá nas duas últimas noites da viagem. O hotel é na frente do maior shopping da CR, o Multiplaza e tem um café da manhã maravilhoso! O restaurante de cozinha italiana do hotel , o Pimento, também é maravilhoso! Foram dias maravilhosos e a CR é um país lindíssimo! As pessoas são extremamente gentis e simpáticas, é realmente PURA VIDA!
  22. Dalhe raça!!! Fiz um mochilão de 23 dias pela Costa Rica e Nicarágua em janeiro e feveiro de 2017 com mais dois amigos (Vitor e João). Segue abaixo o relato dessa viagem incrível, com custos parciais de deslocamento e passeios ao decorrer do texto, a soma dos custos totais (sem contar a passagem de avião) no final e muitas fotos! Informações gerais: Documentos necessários: Nenhum dos países necessita de visto, mas o cartão internacional de vacina da febre amarela é obrigatório (só pediram na saída do Brasil). Outra coisa importante é sua passagem de volta impressa para comprovar que você sairá da Costa Rica (nos pediram somente quando entramos na Costa Rica pela fronteira da Nicarágua). Transporte: Fizemos todos os deslocamentos internos de ônibus. No geral eles funcionam bem (passamos apenas um perrengue), mas são relativamente desconfortáveis e as conexões podem ser lentas. Não sei se a gente deu muito azar, mas na maioria das vezes os motoristas não nos avisavam quando chegávamos ao nosso destino final, então, o melhor jeito é sempre ir perguntando para os locais que estão dentro do ônibus. De qualquer jeito não faríamos de outro jeito, pois se economiza MUITO dinheiro e ainda dá pra conhecer um pouco do dia-a-dia e da cultura dos locais. Hospedagem: Só fizemos reserva dos hostels na Cidade do Panamá e em Rivas, pois chegaríamos um pouco tarde, e não tivemos grandes problemas. Acho que dá pra chutar uma média de 8-10 dólares na Nicarágua e 12-15 Costa Rica. Dinheiro: Na Nicarágua tudo é mais barato, mas dá pra não gastar muito na Costa Rica também. Trocamos 300 dólares assim que chegamos na Costa Rica e foi suficiente para pagar os deslocamentos e alimentação (pagamos quase todos os hostels e passeios com dólares). Não trocamos dólares pela moeda local da Nicarágua, pois o câmbio feito diretamente nas compras do país é bem justo. Alimentação: O prato típico da Costa Rica é o casado - arroz, feijão, uma proteína (carne, frango ou peixe, normalmente), salada (quase sempre com banana frita) e um carboidrato (normalmente algo com batatas). O prato sai algo em torno de 4-7 dólares e normalmente a bebida já está incluída (se não estiver, fale que não vai beber nada que eles sempre dão um copo com água com gelo). ROTEIRO: 1º dia (11/01/2017) – Florianópolis -> São Paulo -> Cidade do Panamá 2º dia (12/01/2017) – Cidade do Panamá -> Libéria -> Rivas 3º dia (13/01/2017) – Rivas -> Ometepe 4º dia (14/01/2017) – Ometepe (Vulcão Concepción) 5º dia (15/01/2017) – Ometepe -> San Juan del Sur (Sunday Funday) 6º dia (16/01/2017) – San Juan del Sur 7º dia (17/01/2017) – San Juan del Sur -> La Fortuna 8º dia (18/01/2017) – La Fortuna (Cerro Chato) 9º dia (19/01/2017) – La Fortuna (Rio Celeste) 10º dia (20/01/2017) – La Fortuna -> Quepos 11º dia (21/01/2017) – Quepos (Manuel Antônio) 12º dia (22/01/2017) – Quepos (Matapalo) 13º dia (23/01/2017) – Quepos -> Montezuma 14º dia (24/01/2017) – Montezuma (Isla Tortuga) 15º dia (25/01/2017) – Montezuma -> Santa Teresa 16º dia (26/01/2017) – Santa Teresa 17º dia (27/01/2017) – Santa Teresa 18º dia (28/01/2017) – Santa Teresa -> Jiracal 19º dia (29/01/2017) – Jiracal -> Sámara 20º dia (30/01/2017) – Sámara 21º dia (31/01/2017) – Sámara -> Playa del Coco 22º dia (01/02/2017) – Playa del Coco 23º dia (02/02/2017) – Playa del Coco -> Libéria -> Cidade do Panamá -> São Paulo -> Florianópolis 1º dia (11/01/2017) – Florianópolis -> São Paulo -> Cidade do Panamá Conseguimos um voo (Copa Airlines) muito mais barato indo para Libéria, mas com um problema, uma conexão gigante na Cidade do Panamá (17:07 até 09:42). Como ficamos pouco tempo, não tem muito o que falar. Ficamos no Luna’s Castle Hostel, localizado no Casco Viejo (centro histórico da cidade). Valeu a pena, deu pra conhecer um pouco do local e ainda curtir um pouco a noite, pois dentro do hostel tem um bar bem famoso da cidade. 2º dia (12/01/2017) – Cidade do Panamá -> Libéria -> Rivas Nosso primeiro destino de fato seria Ometepe, no entanto só chegaríamos em Rivas (cidade de onde saem os barcos para Ometepe) fim de tarde, então teríamos que dormir por lá mesmo. Antes de seguir para Nicarágua queriamos trocar colones para não precisar fazer isso depois. Perguntamos no balcão de informações do aeroporto onde teria um banco para fazermos a troca por dólares (fazer o câmbio no aeroporto sai sempre muito mais caro) e a moça nos falou que o ônibus que passava no aeroporto e ia em direção ao centro passaria por uns bancos e ainda ficava relativamente perto do terminal de onde pegaríamos o ônibus para a fronteira da Nicarágua. Pegamos o ônibus ($1 e 10min) e pedimos pro motorista nos avisar quando chegássemos. Paramos num centro comercial com dois bancos: Lafisa e Banco de Costa Rica. O primeiro fazia um câmbio de 1 dólar -> 548 colones, enquanto o segundo fazia por 550. Acabamos trocando no Lafisa porque o outro tinha muita gente e íamos nos atrasar. No final das contas não faz muita diferença, pois pela quantidade de colones perdemos pouco mais que 1 dólar. Vale ressaltar que todos os custos desse relato estão baseados ness câmbio. Dali fomos andando a pé em direção ao terminal (Libéria tem dois terminais: Pulmitán e outro que aparentemente não tem nome. Um fica do lado do outro. Perguntem pelo primeiro, não é difícil de achar, mas vai uns 10min de caminhada) para pegarmos o ônibus com destino a fronteira. O ônibus para a fronteira custa aproximadamente 3 dólares e demora 1h e meia. Chegando lá deveríamos pagar 8 dólares para sair da Costa Rica (pra ser sincero não sei se realmente tem que pagar essa grana, vale dar uma conferida) e mais 13 para entrar na nicarágua (facada!!!!!). Apesar de ter muita gente tentando te passar a perna de algum jeito no lado nicaraguense (nunca paguem nada para ninguém que esteja fora dos prédios de imigração ou troquem dinheiro na fronteira) no geral foi tudo tranquilo. Dali pegamos um ônibus para Rivas (1/3 dólares e 25min). Descemos em Rivas umas 18:30 e pedimos informações para chegarmos no nosso hostel numa lanchonete próxima ao ponto. O dono disse que ficava um pouco longe e disse que nos levava até lá numa boa (gente boa!!). Ficamos no “hostel” Julieta (6 dólares sem café da manhã), digo “hostel” porque nada mais é do que uns quartos numa casa. De maneira geral valeu a pena, quartos e banheiros limpos e a Julieta é muito gente boa, o maior problema é que não podíamos usar a cozinha. 3º dia (13/01/2017) – Rivas -> Ometepe Pegamos um táxi (5 dólares no total e 10min) para o para o porto San Jorge, onde pegaríamos um ferry para Ometepe (5 dólares no total e 1h). Já em Ometepe trocamos uma ideia com dois turistas e eles disseram que era melhor ficar em Moyogalpa pois era o maior vilarejo, então tinha mais gente, era mais fácil de se locomover e era mais barato no geral também. Perguntamos sobre o que conhecer na ilha, eles disseram que o melhor lugar era o chaco verde, mas que não valeria ir naquele dia pois o clima não estava ajudando (tinha MUITO vento nessa dia). Perguntamos então sobre os vulcões da ilha e se eles tinha escalado algum, eles disseram que não porque era “pretty fucking insane”. Ficamos no hostel El Jade por 4.5 dólares com café da manhã. Fica bem no centro de Moyogalpa e é o prédio mais antigo da ilha. O hostel não é dos melhores (o ponto mais fraco era a limpeza, que praticamente não existia), mas compensa pelo preço. Deixamos nossas coisas no hostel e seguimos em direção a punta Jesus y Maria. A nossa ideia era ir de ônibus mas quando chegamos no ponto os locais nos informaram que valia mais a pena ir a pé, pois era bem perto. Longe não era, mas também não era perto, andamos cerca de 1h. Paga-se 1 dólar para entrar e no local tem um restaurante e banheiros. Para aproveitar a punta de verdade o tempo tem que ajudar muito o que não aconteceu naquele dia. Acho que é a vista mais bonita do vulcão em toda ilha... se o vulcão estiver aparecendo, tinha muitas nuvens nesse dia então não tivemos uma visão das melhores. Entrada de Punta Jesus y Maria by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Como provavelmente não conseguiríamos aproveitar o chaco verde decidimos ir para o Ojo de Agua, uma piscina de água cristalina natural formada com as águas de um rio subterrâneo que vem do vulcão Maderas. Pegamos um ônibus (0.5 dólares e 30min) que passa na saída de punta Jesus y Maria com direção ao Ojo. Turistas pagam 3 dólares para entrar e o local tem restaurante, banheiros e chuveiros. A piscina é irada! Há locais onde a profundidade chega a mais de 2 metros e tem uns lugares mais altos para pular, se não tiver muita gente (neste dia não tinha) pode-se aproveitar bastante tanto isso quanto um slack line. Ojo de água by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Vale muito a pena passar uma tarde aqui! Pegamos um ônibus para Moyogalpa (fiquem atento aos horários, não tem muitos ônibus na ilha; ≈0.7 dólares e 1h) e chegando lá fecharíamos o passeio para algum vulcão no próximo dia. No entanto, o tempo abriu e fomos ver o pôr do sol no porto e quando fomos procurar a agência UGO (lemos em algum lugar na internet que os caras são bons) ela estava fechada. Ometepe by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Chegamos no hostel e perguntamos se alguma agência ainda estava aberta para fechar o passeio amanhã, fomos informados que talvez conseguiríamos fechar o passeio através do contato do dono de outro hostel, o Hospedaje Central (não sei o preço mas acho que é o melhor hostel de Moyogalpa). Fomos até lá, trocamos uma ideia com o cara e fechamos o passeio no vulcão Concepción (há a possibilidade de subir o vulcão Maderas também, mas como choveu no dia anterior não era aconselhado, pois lá tem muito mais lama) com a empresa OTT por 20 dólares (rango para levar também incluído). Neste hostel também rola um bar com cerveja barata (e boa!! A cerveja da Nicarágua é muito melhor que as populares daqui e muito melhor que a da Costa Rica), litrão era algo como 1.7 dólares. Tomamos umas e voltamos pro hostel. 4º dia (14/01/2017) – Ometepe (Vulcão Concepción) Um dia antes nos avisaram que as únicas coisas necessárias eram um par de tênis, bastante água e um casaco. Eu não tinha o casaco mas decidi fazer mesmo assim. A empresa oferece dois horários: 05h ou 07h, resolvemos fazer o mais tarde pois havia mais possibilidade de o tempo melhorar. Nos encontramos com o Roberto e o Alejandro, nossos guias, às 06:50 na frente da Hospedaje Central para pegarmos o ônibus que sai às 07h até a entrada do parque (2/3 de dólares e 10min). Chegando no parque e tivemos que pagar 3 dólares para entrar. A partir daí é que começa a brincadeira, são cerca de 4h pra subir e 3h30min pra descer. O trecho tem uma trilha bem sinalizada até certo ponto, o que te faz pensar se os guias eram realmente necessários, mas depois disso a trilha acaba e você fica subindo no meio do nada, fazendo-os imprescindíveis. Quando a trilha acaba, começa a cair um vento muito forte, por isso a necessidade de casaco. Nesse momento o Roberto me emprestou o dele (o cara é muito gente boa, recomendamos demais – [email protected] para agendar com o cara com antecedência). O negócio desse passeio é o desafio, tanto fisíco quanto mental, pois para se ter uma vista privilegiada é necessário uma condição de tempo muito favorável que até os locais concordam que é difícil de acontecer. Ou seja, é bem como os gringos do começo falaram: “pretty fucking insane”. Mas isso em nada diminui o passeio, sério, subir até o topo de um vulcão ainda ativo é uma experiência verdadeiramente única. Na volta, na entrada do parque alguns tuk-tuk (tem muitos na ilha fazendo um pouco o papel de táxis) esperam a raça para oferecer corridas até Moyogalpa. Não pensamos duas vezes, pois não aguentávamos mais caminhar, e fechamos por 3 dólares o total. De noite saímos para tomar umas geladas com o Roberto e o Alejandro na Hospedaje Central. 5º dia (15/01/2017) – Ometepe -> San Juan del Sur (Sunday Funday) Pegamos o primeiro ferry com destino a Rivas às 06h. Do porto San Jorge pegamos um táxi (3 dólares total) com direção ao terminal de ônibus da cidade. Dia 15 era um domingo e os locais nos informaram que por ser domingo íamos ter que esperar muito por um ônibus que fosse em direção ao terminal, por isso optamos pelo táxi. De lá pegamos um ônibus para San Juan del Sur (1 dólar e 45min). Fomos procurar hostels e a cidade tava bem lotada, o melhor que encontramos foi um quarto privado no hostel Casa Oro. Recomendamos muito o hostel; a cozinha é bem ampla, quartos e banheiros limpos e um ótimo café da manhã. A nossa ideia inicial era passar o dia inteiro no Sunday Funday, mas avaliamos melhor e decidimos que não era a melhor opção, pois há a possibilidade de entrar no último local da festa, às 20h, de graça. Sunday Funday é um circuito de festas que passa por 3 hotéis e termina no bar Arribas. Custa 30 dólares e as únicas coisas incluas são os transportes entre os locais e uma regata da festa. E a cerveja é algo como 2 dólares ainda. Com a decisão tomada fomos conhecer alguma praia da região. Acho que o maior problema de San Juan del Sur é a conexão até as praias. Os ônibus te deixam muito longe da praia então a melhor opção é fechar o trajeto no próprio hostel, os preços variam de acordo com a praia, entre 5 e 15 dólares. Neste dia fomos à praia Remanso. Remanso by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Remanso by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Voltamos pro centro por volta das 16h. Comemos alguma coisa e já começamos a beber pois mais tarde tinha a finaleira do Sunday Funday. Opinião nossa: vale muito mais a pena fazer o que nós fizemos! Sai MUITO mais barato e ainda aproveita-se a festa com mochileiros de vários cantos do mundo. De um jeito ou de outro, não percam o Sunday Funday!!!! 6º dia (16/01/2017) – San Juan del Sur Neste dia fomos conhecer duas praias: Maderas e Hermosa. Acho que a Maderas é mais bonita mas a Hermosa tem mais gente e mais coisas pra fazer. De qualquer jeito vale a pena conhecer qualquer praia da região. Praias em San Juan del Sur by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Maderas by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Hermosa by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Hermosa by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Hermosa by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Depois fomos ver o famoso pôr do sol na praia de San Juan, a principal da cidade. Pôr do sol em San Juan by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr 7º dia (17/01/2017) – San Juan del Sur -> La Fortuna Acordamos meio tarde e acabamos pegando o ônibus de 08:40 com destino a Las Virgens ($1 e 40min), uma região na rodovia que vai pra fronteira. De lá não esperamos nem 5 minutos e o ônibus que vai pra fronteira (1/3 de dólar e 25min) passou no ponto. Chegamos na fronteira e a única coisa que tivemos que fazer foi pagar 3 dólares pra sair da Nicarágua. A parte da fronteira da Nicarágua é uma várzea, muito desorganizada, pessoas tentando fazer você pagar por coisas desnecessárias, entre outros problemas. Por isso, reforçamos, só paguem dentro dos prédios do governo! No lado da Costa Rica pegamos uma fila de uns 10 minutos para passar pelos trâmites (aqui foi a única hora que nos pediram a passagem de volta impressa) e depois pegamos um ônibus para Libéria (≈$3 e 1h30min). Depois mais um ônibus para Cañas (≈$3 e 1h), outro para Tilarán (≈$1.5 e 30min) e o último para La Fortuna (≈$5 e 2h). Para resumir, fizemos San Juan del Sur -> Las Virgens -> fronteira Peñas Blancas -> Libéria -> Cañas -> Tilarán -> La Fortuna; saímos as 08:40 e chegmaos as 17:30 e gastamos algo em torno de $14 (um shuttle sairia uns 60). Vulcão Arenal na estrada para La Fortuna by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Em La Fortuna ficamos no Gringo Pete’s Hostel, num quarto privado por 8 dólares cada. A ideia era ficar no quarto compartilhado, que custa 6 dólares, mas como não fizemos reserva e chegamos relativamente tarde, o privado era o único que tinha vaga. De qualquer jeito até o preço do quarto privado é inferior a qualquer outro hostel da região. DICA: Em San Juan del Sur conhecemos duas americanas, uma delas tinha o roteiro parecido com o nosso e então acabou viajando conosco um pedaço dele. Encontramos ela em La Fortuna no dia seguinte e ela nos contou que se você pegar o primeiro ônibus de San Juan del Sur com destino a Las Virgens (acho que sai às 05:30), você consegue chegar na fronteira a tempo de pegar um ônibus que vai direto pra La Fortuna. Nós não sabíamos dá existência dessa linha de ônibus, mas vale dar uma conferida se alguém pretende fazer esse trajeto. 8º dia (18/01/2017) – La Fortuna (Cerro Chato) Saímos do hostel umas 07:30 com destino ao Cerro Chato, uma trilha que dá num lago formado na cratera de um antigo vulcão. Esse passeio não precisa contratar nenhum tipo de guia, pois a trilha é muito bem sinalizada, e também não precisa se preocupar com transporte (só se você não se hospedar no centro da cidade) já que a entrada do parque fica uns 2 km do centro e é muito tranquilo conseguir carona (nós conseguimos com dois italianos depois de uns 5 min caminhando). O Cerro Chato fica na mesma rua da cascata Fortuna, é só seguir reto e virar a direita depois da segunda ponte. A entrada (e onde se paga o ticket, $12) é a direita antes da cascata no Green Lagoon Resort. Todo mundo disse pra gente que a trilha era MUITO difícil, mas a gente achou bem tranquila (talvez porque fizemos a do vulcão e o nosso parâmetro de dificuldade pode ter aumentado). A pior parte é a descida até o lago, que segundo os locais, sempre tem muita lama. Independente da dificuldade da trilha o lugar é indispensável na Costa Rica, a sensação de saber que você está tomando banho numa cratera de um antigo vulcão é das melhores possíveis. Antes de começar a trilha do Cerro Chato by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Cerro Chato by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Cerro Chato by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Raça no Cerro Chato by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Logo na saída já começamos a pedir carona e conseguimos com duas americanas. Elas não iam pro “centro” de La Fortuna em seguida, mas iam para um ponto do rio Fortuna (não temos certeza se o nome é esse mesmo, mas segundo elas era o mesmo rio da Cascata La Fortuna) onde dava pra se banhar e tinha até uns locais para salto. Não precisa pagar nada e é a pedida perfeita depois de um passeio que não dure o dia todo. Uma coisa irada de La Fortuna é que de praticamente qualquer ponto é possível ver o vulcão Arenal. Vulcão Arenal visto do nosso hostel by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Vulcão Arenal no centro de La Fortuna by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr 9º dia (19/01/2017) – La Fortuna (Rio Celeste) Neste dia fomos conhecer o rio Celeste. Se você fechar com alguma agência o passeio sairá por no mínimo $65 (preço do Gringo Pete’s, nas outras agência é de $85 pra cima) e o preço é assim caro pois o rio fica bem distante de La Fortuna. A trilha é muito fácil e não precisa de guia. O rio Celeste é um rio com uma água de cor absurdamente azul que aparece num ponto conhecido como Teñidero. A coloração é formada pela mistura de dois outros rios: rio Buenavista e Quebrada Angria. A mudança do pH no ponto de mistura aumenta o tamanho de uma partícula específica de um mineral presente no rio Buenavista. O mineral conhecido como aluminosilicates (formado por alumínio, silício e oxigênio) aumenta seu tamanho de 184 nanometros para 570 nanometros (1 nanometro é equivalente a 10^-9 metros, ou 0.000000001 metros). Uma fração deste mineral alcança o fundo do rio e pode ser visto como um sedimento branco, enquanto a maioria do mineral fica suspenso no rio. Este mineral suspenso explica a coloração azul do rio. Podemos fazer uma analogia com um arco-íris: gotas de água agem como um prisma decompondo a luz branca em cores diferentes. No rio Celeste, o tamanho específico das particulas do mineral faz com que apenas os tons azulados sejam dispersados. Na física este fenômeno é chado de dispersão de Mie. Placa na trilha do Rio Celeste by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Rio Celeste e Rio Buenavista by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Agora vamos a parte que realmente importa, como fazer esse passeio sem fechar com nenhuma agência (sim, é possível, mas vai levar o dia inteiro). Lemos alguns relatos aqui no mochilerios explicando como fazer, mas nós fizemos de um jeito um pouco diferente. Pegamos o ônibus que vai para Upala às 06:30 e paramos no terminal de Guatuso (≈$4 e 1h30). De lá um ônibus para o rio celeste às 08:30 (≈$1.5 e 40min). Descemos na esquina da rua de terra que vai para a entrada do parque, que segundo o motorista ficava a 6 km de distância. Aí que está a diferença: nos outros relatos o pessoal descia do último ônibus a 9km de distância, acreditamos que eles desciam na entrada do povoado de Katira, que fica a uns 3km de onde nós descemos. Aparentemente o ônibus deles não entrava no povoado e o nosso entrou. Independente de onde você descer, já comece a pedir carona. Embora a maioria dos veículos que passam por você sejam vans de turismo (e essas não vão parar de jeito nenhum) a chance de conseguir uma carona com outros turistas é grande. Andamos cerca de 1.5 km e conseguimos carona até a entrada do parque com um casal de australianos. Fizemos todas as trilhas do parque (que são curtas) e ficamos aproveitando o visual do rio. Lindo demais! Na volta pegamos uma carona logo na saída do parque com dois ingleses até o hotel que eles estavam hospedados (uns 2km do parque). Dali caminhamos cerca de 1 km e conseguimos mais uma carona até a saída do povoado com um casal francês. De lá pegamos um ônibus para Guatuso às 14:30 (≈$1 e 30min) e depois mais um para La Fortuna às 15h (≈$3 e 1h30min). Ah, já ia esquecendo! A entrada do parque custa 12 dólares. Acordamos 05:45, voltamos às 16:30 e gastamos algo em torno de $21.5. O rio é sensacional, mas não sei se vale $90 para o bolso de um mochileiro. Façam o passeio por conta própria!! Rio Celeste by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Rio Celeste by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Rio Celeste by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr 10º dia (20/01/2017) – La Fortuna -> Quepos Neste dia, nossa ideia era chegar em quepos e ainda aproveitar alguma praia da região, mas infelizmente tivemos uma eventualidade durante a viagem que fez com que chegássemos na cidade relativamente tarde, impossibilitando qualquer coisa do que conhecer o centro e ficar tranquilo no hostel. Ficamos no Wide Mouth Frog por $11.5 num quarto compartilhado. O hostel é muito bom, tem uma ótima cozinha, quartos arejados, banheiros limpos e até piscina! Não tem café da manhã, mas em qualquer parte do dia, ou noite, sempre tinha café preto ou chá gelado de graça. Saímos de La Fortuna às 05:30 em direção a San Ramón (≈$4 e 2h30min). Segundo o dono do Gringo Pete’s os melhores horários de conexão com destino a Quepos são 05:30 e 09:00. De lá fomos para Puntarenas (≈$2 e 1h) e depois para Quepos (≈$4 e 3h). O tempo do trajeto Puntarenas -> Quepos foi o tempo que fizemos no sentido inverso (ou seja, Quepos -> Puntarenas), quando fomos pra Montezuma, pois foi nesse ponto do trajeto que aconteceu a eventualidade citada a cima: o motorista do nosso ônibus bateu na traseira de um outro carro. Isso atrasou muito a viagem. O acidente não foi nada grave, só a incomodação mesmo. Para resumir, fizemos La Fortuna -> San Ramón -> Puntarenas -> Quepos. Saímos às 05:30, chegamos às 17h e gastamos uns $10. Nesse dia, o que valeu a pena foi ver o pôr do sol em Quepos. Pôr do sol em Quepos by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr 11º dia (21/01/2017) – Quepos (Manuel Antônio) O parque Manuel Antônio é o destino de praias mais famoso de toda a Costa Rica. Com muitos macacos, preguiças, guaxinins, aves e lagartos, além de três praias com águas tranquilas, quentes e cristalinas e ainda algumas trilhas com vários mirantes onde observa-se as praias da região de lugares privilegiados, o parque atrai turistas de todas as idades e tipos de viagem. Apesar do local ser muito turístico, o dinheiro investido vale muito a pena ($16 dólares por pessoa para entrar). O parque abre às 07h, fecha às 16h e não abre nas segundas-feiras. A região de Manuel Antônio é muito mais desenvolvidade que a de Quepos, o que torna os preços muito mais caros (motivo que decidimos ficar em Quepos). Há vários bares e restaurantes em frente a praia de Manuel Antônio (praia de graça que fica um pouco antes da entrada do parque), com muitas opções de comida. Saem ônibus de Quepos para Manuel Antônio todos os dias, de 15 em 15 minutos, desde às 05:30 (≈$0.5 e 15min). Chegamos no parque umas 08h e ficamos até 15h30min, deu tempo de sobra de visitar todas as praias e fazer todas as trilhas. Preferimos a segunda praia (na sequência do sentido entrada -> praias) por ter menos gente e a água ser um pouco mais gelada. Não se vende nada no parque, portanto levem bastante água e comida para este dia. Primeira praia do parque Manuel Antonio by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Mirante no parque Manuel Antonio by Murilo Scarpa Sitonio, no Flickr Uma coisa que todo mundo fala, mas vale reforçar: cuidado com os macacos e guaxinins do parque! Um pequeno descuido e eles poderiam pegar alguma coisa da nossa mochila. Era até engraçado que parecia que um macaco do bando tentava desviar a atenção da raça que parava para observa-los enquanto os outros tentavam pegar alguma coisa da mochila da raça. 12º dia (22/01/2017) – Quepos (Matapalo) Pelo nosso roteiro dá pra perceber que o surf não era o foco principal da viagem, mas queríamos tentar surfar em alguns dias mesmo assim (mesmo o surf não sendo o esporte principal de nenhum de nós). Perto de Quepos há uma praia bem famosa para a prática do esporte, a praia Matapalo, fica a uma hora de Quepos e o ônibus custa ≈$1.5. A previsão para o dia anterior era pior do que este, então decidimor ir dia 22 mesmo. Não sei se o dia anterior estava melhor e a previsão foi errônea, porque pior eu acho difícil. A praia tem 12 km de comprimento e não tinha onda em grande parte dela (por toda a parte que caminhamos, pelo menos). A praia nem é tão bonita e ficou devendo de surf aquele dia. Acabamos relaxando e jogando um futebol com uns nativos ali na praia mesmo. Voltamos para o hostel umas 16h e ficamos jogados na piscina. Fomos dormir bem cedo neste dia, pois o próximo seria longo.
  23. Fala pessoal! Depois de montar já uns 3 mochilões lendo relatos daqui, resolvi dar minha contribuição para um destino que não acha aquela tonelada de informações aqui no mochileiros, a América Central. Foram 24 dias de viagem. Escolhemos só 3 países pois não dava pra tirar mais dias de férias... Queria muito ter conhecido o México, mas fica pra próxima... Fui de casal e como era baixa temporada, os quartos compartilhados estavam vazios e quando não iamos com a cara, mudavamos para o privado. Nunca tinha usado AirBnb, mas arrependi de não ter conhecido antes! Usei só no final da viagem e valeu muito a pena. Primeira dica: olhem a temporada de chuvas e furacões. Eu não olhei e peguei praticamente todos os dias na Costa Rica com chuva. E em Belize, 2 semanas antes da minha chegada, passou um furacão por lá.... Mas, se você fez que nem eu e comprou a passagem sem olhar, relaxa, não é motivo para desmarcar. Faz um calor bem razoável e a chuva não atrapalha tanto assim os passeios. Só é foda quando se faz uma caminhada de “x” horas pra subir um vulcão e lá de cima vc só vê nuvens! Aí é dureza... As chuvas sempre vem no período da tarde, portanto, as vezes é só organizar a agenda para que os passeios de “vista” sejam cedo! Resolvi fazer alguns trechos internos de avião por questão de comodidade e porque pulei El Salvador e Nicarágua (que fazem parte do trajeto, então de onibus seriam 2 paises e 2 fronteiras a mais), mas se contar que o assunto de aeroporto você praticamente perde o dia, as vezes dá quase na mesma ir de busão. Ah, falando em busão, na América Central não existem viagens a noite... Então é bom separar vários “transfer day” no roteiro! Dia 1 – Costa Rica (SJO Alajuela / La Fortuna) Chegamos as 13:50 em Alajuela, que é onde fica o Aeroporto Internacional de San Jose, a capital de Costa Rica. Alajuela e SJO são cidades “unidas”, algo como Belo Horizonte e Confins. Li nos relatos que ambas não tinham o que fazer, então me mandei direto para La Fortuna... Até tem, mas conto no dia certo, porque voltei a SJO pra pegar o voo de volta para o Brasil. Dei a bobeira de fugir das casas de câmbio do desembarque com medo da cotação ruim, peguei as malas e fui saindo do aeroporto. Bom, vc saí direto nos taxis, já no estacionamento e fora do aeroporto, com uma muvuca de taxista tentando te oferecendo corrida até pro Brasil de volta... Lá todo mundo aceita dólares, mas como eu só tinha nota grande, tive que procurar a casa de câmbio do embarque pra trocar dinheiro, que ficam no 2º andar do aeroporto. Lá percebi que era a mesma casa de câmbio do desembarque! Outra burrice, porque só depois percebi que os bancos trocavam dinheiro sem burocracia. A uns 20 metros dessa casa de cambio do embarque tem um guichê do banco, ali sim era uma boa ter trocado bastante dinheiro! Não caiam no papo dos taxistas que não existe ônibus pra La Fortuna... O shuttle tem hora certa pra sair, acho que o ultimo era 14:30, então fomos de onibus mesmo. Peguei o taxi e por 2k Colones me deixaram no terminal de bus de Alajuela, que fica pertinho do aeroporto. Daí vem a dica #2, usem e abusem do Uber lá. As corridas de taxi são sem taxímetro e baseado na cara do freguês. Nem precisa comentar mais nada, né? Chegando no terminal, pagamos 3.5k Col em 2 passagens pra Quesadas, onde deveríamos comprar outra passagem pra La Fortuna. Chegando em Quesadas, não tinha guichê de venda e saímos perguntando para os ônibus quem ia pra La Fortuna. Pegamos um as 18:30 e pagamos 1.35k col direto para o motorista. Chegamos um bagaço em La Fortuna, procuramos saber do Arenal Backpackers Resort e fomos a pé, uns 10 minutos de caminhada. Esse hostel é nota 10, recomendo. Fizemos reserva antes, mas como era temporada de chuva, vimos que não precisou pra nenhum hostel que ficamos... Se for em alta temporada, reserve! Jantamos no hostel, tomamos uma cerveja e apagamos... Dia 02 – La Fortuna (Tour Arenal e Cerro Chato) Fechamos o tour dos 2 vulcões (Arenal + Cerro Chato) e acordamos cedo! O triste é que meu relógio estava fora de fuso, daí provavelmente acordei umas 5~6 da manhã... Tomamos café da manhã no hostel – que não vale a pena pelo preço e quantidade – e como ninguém falou o que precisava levar, fizemos uma mochila só com as tralhas... Como meu relógio estava errado, as 9:30 eu estava plantado na recepção já reclamando do atraso do tour. Daí a moça me disse que meu relógio estava errado e ainda tinha 1h pra sair! Foda... Passamos num supermercado onde compramos água, comida e capa de chuva. O foda é que como não sabia que tinha de levar a própria agua/comida, só tinha 1 mochila pra duas pessoas, que já saiu do hostel lotada... Saí do supermercado igual um caramujo com a casa nas costas! A subida começa umas 11h da manhã, na minha opinião num horário de merda... O sol já está castigando esse horário e como choveu todo dia a tarde, obviamente no fim da subida pegamos uma neblina+chuva absurda! Engraçado foi o primeiro lugar de descanso. Era debaixo de uma goiabeira e quase todos os gringos nunca tinham visto um pé de goiaba na vida! Ficamos um tempoão lá comendo mini-goiabas com bicho A subida é de nível fácil/razoável... Muito úmido e uma mata muito bonita. Trilha do Cerro Chato. No mirante não víamos absolutamente nada por conta da neblina e chuva... Descemos pra lagoa que fica na cratera e também não dava pra ver 1 palmo na frente do nariz... Mesmo com chuva e vento, pulamos pra dentro da lagoa! Inclusive tinham 3 francesas que após o banho da lagoa trocaram de roupa sem muito pudor. Rapaz, os 3 mexicanos e o guia estavam vidrados Dadas as condições climáticas o guia encurtou o passeio e começamos a descer... Chegando lá em baixo, minha capa de chuva estava um bagaço total, toda rasgada... Pensei que o passeio tinha acabado e mandei ela pro lixo... Quanto arrependimento... Não sabia que tinha de andar o parque todo de volta, daí claro caiu uma chuva torrencial! Chegamos num resort já anoitecendo, onde a van ia nos buscar. Uma das pontes suspensas do passeio A van foi para as aguas termais publicas. É estranho porque a van para no acostamento da estrada, no meio do nada. Descemos um caminho a pé – que por sinal sofreu nas pedras do chão – e chegamos nas aguas termais que são sensacionais depois de um dia de trilha. Já estava bem frio e as aguas são na temperatura ideal! E é muita agua! Daí vai outra dica: apesar do pé chegar lá detonado de pisar no chão de pedras (sim, tenho pé de moça), levar chinelo pode ser uma péssima opção, pq la em baixo não tem iluminação nenhuma e é publico – leia-se, cheio. Ao voltar na van, uma verdadeira seção de aromaterapia: todas as roupas da galera de um dia de caminhada fechadas na van por 1h. Quando o guia abriu a porta pensamos em voltar a pé pro hostel ãã2::'> . Combinamos de jantar no La Terraza, que é conchave da empresa do tour. O pessoal do tour estava todo lá, foi bom pra trocar uma resenha do dia. Pedimos um prato típico costa riquenho e................ era arroz, feijão, carne, queijo coalho e legumes. Bem brasileiro! Preço do jantar pra 2 foi 11k col com cervejas. O passeio foi $55 dolares por pessoa fechado no hostel. Depois fiquei sabendo que a agencia que nos fizemos o tour tem escritório quase em frente a igreja e sai mais barato fechar lá. Claro que no dia seguinte fomos lá e fechamos o tour das aguas termais de Baldi, por $36 por pessoa. Bom, se alguém estiver na duvida se precisa fazer o Arenal com tour ou não, uma das meninas do hostel fez sem tour, pegando um ônibus na rodoviária. Mas ela não sabia que dava pra fazer o cerro chato junto e claro, não fez as águas termais. Acho que vale a pena fazer por conta própria se houver programação, inclusive pela maior vantagem de poder ir cedo e pegar um tempo bom. As aguas termais publicas nem se comparam as privadas que foi nosso dia 3! Vulcão Arenal, uma das raras fotos que não estava com o topo nublado! PS: Depois de tanta chuva e lama da trilha, meu tênis foi pro saco no primeiro dia! O arrependimento de ter deixado a bota goretex no armário de casa foi foda!   Dia 3 – La Fortuna (aguas termais de Baldi) Nesse dia nosso quarto compatilhado tinha 3 suiças. Elas acordaram antes e sem muita frescura trocaram de roupa no meio do quarto. Já tinha visto algo semelhante no mochilão da América do Sul, mas é sempre impactante, né? Minha Dona Maria perguntou se eu fechei os olhos, respondi que nem vi pq estava dormindo sonhando com ela Compramos o ingresso da Baldi Springs na Jungle Tour e não incluía transporte de ida e volta, que fizemos de taxi... Como ninguém nos disse como era o esquema, achamos que seria algo meio aventura e passamos no supermercado pra comprar um rango e bebidas. E claro, como o tour do Arenal foi feito com 1 mochila, dessa vez levamos duas e LOTAMOS as duas! O tour tem uma refeição incluída, ou almoço ou jantar. Escolhemos ir as 14:00 e jantar as 18:00. Quando o taxi parou na porta das térmicas, o lugar era um resort! Olhei pra sacola do supermercado com aquela cara! Claro que não podia entrar com bebida e comida, mas tínhamos latinhas suficiente pra abrir uma festa open bar! Era cerveja, cuba libre, caipi melancia, chá verde com rum, tinha de tudo! Falamos com o segurança que não sabíamos da proibição e íamos colocar no locker. Claro que o preço para beber lá era surreal... E claro como um bom hue-br, íamos varias vezes “ao banheiro” pra fazer um refil na nossa garrafa “dágua” São 25 piscinas, sendo que umas 10 não dá pra entrar de tão quente é agua. O passeio foi fantástico! A água é aquecida de forma geotérmica no pé do vulcão, tem uma cascata inicial mega quente e abastece a primeira piscina. Dali a água vai correndo para as piscinas inferiores que tem temperatura mais “normal”. Uma dia pra relaxar! Ajudou muito que choveu (claro...) e estava um pouco frio, daí ficou melhor ainda. No verão não sei se seria bom, mas no clima que estavamos, era perfeito! Jantamos no resort e nos arrastamos para o hostel no fim da noite. Beber o dia inteiro imerso em agua quente te deixa mole e com um sono incomparável! Outra dica: a diária no Baldi é $150 por casal. Vale a pena ficar um dia, pois nossos gastos nesse dia contando taxi, hostel e café da manhã e as duas entradas de $72 (36 cada), foram de quase $120! Nesse dia minha mulher começou a reclamar de dor de ouvido... História que ia longe e foi motivo de uma das idas ao hospital mais tarde! Sim, fomos mais de uma vez! Na volta perguntaram se tentei dar cabo nela na viagem pq a lista de mazelas foi gigante! E claro, ao longo da viagem tivemos várias piadas prontas... Essa foi a primeira:   Dia 04 – Cascata La Fortuna e transfer para Monteverde Acordamos cedo e nosso local preferido de café da manhã estava fechado. Esse lugar é saindo do Arenal Backpackers, descendo em direção a cidade, um dos primeiros a esquerda. Não lembro o nome, mas era o mesmo preço do hostel por um café da manhã de marajá! Sentamos em qualquer lugar e pedi um café da manhã típico da CR! Veio uma "tortilha" molenga muito gostosa, um zoiudo e um arroz com feijao e vinagrete! Sério! Arroz com feijão logo pela manhã! Depois vi que esse prato - Gallo Pinto - é muito comum com café da manhã. De lá pegamos um táxi por 3.5k para a cachoeira, que fica a 5km e se o caboclo tiver animado, pode ir a pé gastando quase 1h de caminhada. A cachoeira é top. Não choveu. Paga $14 por pessoa pra entrar. Meio pesado, mas..... Tem uma trilha muito organizada que desce até o poço da cachoeira. Existe a opção de fazer tirolesa lá, mas nem se comparava com as de Monteverde, então pulamos esse programa. Chegando na cachoeira a água é congelante... Nada muito diferente do mar carioca, mas é foda! As pedras de acesso a cachoeira são absurdamente escorregadias. Numa delas, a Ana escorregou bonito e caiu de bunda numa quina. Na hora pensei: "fudeu, quebrou a perna e a vigem acabou aqui". Ela levantou, xingou por 10 minutos e no dia seguinte presenciei um dos maiores roxos que já tinha visto... Nesse ponto tinhamos na conta dela: 1 Super roxo 2 Dor de ouvido Cascata La Fortuna Lá nos deram a dica dum lugar que chama El Salto, que tem um Tarzan swing, mas não dava tempo de ter ido, nosso transfer era depois do almoço. Descemos de táxi de novo e fomos procurar um lugar pra comer. Achamos uma barraquinha muito boa com umas coisas de trailer típicas, ótimo! Rango pra 2, sem empanturrar, 5.5k. fica na frente do Casino Vulcão, algo assim, antes de chegar na igreja. Para ir para Monteverde fechamos o Jeep+Boat+Jeep no Jungle Tours. Ai vai uma historinha: O Vulcão Areal entrou em erupção e destruiu 2 vilarejos, sobrando apenas 1, que é La Fortuna. A antiga cidade de Arenal virou uma represa de uma hidrelétrica. Daí, como as estradas eram super precárias e agora tinha um lago artificial, chegar em Monteverde era apenas com Jeep 4x4, uma balsa e terminar o caminho de 4x4. Hoje a estrada até a represa é otima, é num micro-onibus até Wifi. Inclusive até na balsa tem wifi! Perguntei para o cara como seria ir de onibus até monteverde, contornando o rio, ele disse que gastaria umas 2 horas a mais, só que a estrada "seria igual a da outra metade". Poxa... A estrada estava tão boa, com asfalto lisinho, qual era o motivo de não passar ali e ter de pegar a balsa? Depois que atravessamos o rio - travessia bonita por sinal, dá pra pegar otimas fotos do Arenal - e chegamos "na outra metade da estrada". Rapaz... Só buraco, estrada de terra, uma chuva horrível e uma neblina absurda! Aí fui entender que essas 2h que se economiza na balsa provavelmente é saindo fora de uma estradinha ruim daquele jeito. Chegamos em Monteverde e estava uma neblina muito forte. Comemos uma pizza no Fome a Cachete por 7k, perambulamos e tínhamos a intenção de dormir cedo. PS: A cachete significa “pra cacete”. Então o nome é tipo Fome pra cacete! Heheh Mas a pizza nem era grande assim... Quando a voltamos ao hostel, o Santa Helena, não fomos com a cara do quarto compartido e pegamos um quarto privado. O compartido é muito sem espaço, camas coladas, a galera do quarto tinha uma vibe péssima... O novo era razoável, limpinho mas com cheiro de mofo, mas as vigas do piso eram comuns, então quando alguém andava no quarto ao lado, o nosso rangia... WiFi bem ruinzinha... Não pegava no quarto e era muito lenta. O hostel é bacana, tem cozinha e o recepcionista do hotel é uma figura! Muito gente boa o cara, nós acabamos fechando os passeios com ele. Por indicação aqui do Mochileiros, fizemos o Canopy (tirolesa) e o bungee jump no Parque Xtremo. Essa foi a piada pronta do dia!
  24. Galeeeera! Cheguei ha exatamente 1 mês dessa super trip. Vou ser bem objetivo e dar muitas dicas. Vamos lá. Meu objetivo era sair do Brasil para um lugar com muita natureza e altas ondas. Não deu outra: Costa Rica. Pesquisando as passagens, o mais barato foi ir para o Panamá, e de lá pegar um transporte para Costa Rica. No caso, peguei outro avião. Desse jeito, pude planejar passar muitos dias na Costa Rica e no fim da trip, alguns na cidade do Panamá. E assim lá fui eu... Algumas infos do câmbio: 1 Dolar = 3,60 reais = 540 colones (Costa Rica) = 1 balboa (Panamá) Na Costa Rica aceita-se muito bem o dolar, mas aconselho trocar logo por colones pra não perder no câmbio. Já no Panamá, não precisa trocar, pois está 1 pra 1. Use dolar. Sou de Fortaleza, mas meu vôo saiu de Brasilia. Durou 6 horas até o Panamá. Custou R$1.668,00 ida e volta (com as taxas). Chegando lá, na imigração passei tranquilo e já fui direto pra embarcar pra CR. O vôo cidade do Panamá <-> San Jose custou R$916,00 com as taxas e durou 1h, contra 16h de onibus. Se você quiser ir de bus, a principal companhia é a Tica Bus: www.ticabus.com ou www.expressopanama.com. O trecho custa cerca de 45 dolares. Todos os vôos que peguei foram pela COPA. Muito boa companhia aérea!!! Tem até lanche... aheuaheuae.... Cheguei na Costa Rica, aeroporto internacional Juan Santamaria. Bem, este aeroporto está em outra cidade, Alajuela (18km) e não na capital San Jose. Como pesquisei e vi que não tinha muita coisa a se fazer na capital, fui direto ao meu primeiro destino: La Fortuna. Para ir para La Fortuna, existem várias maneiras. Dá pra ir de bus público (2.600 colones ou cerca de 5 dolares). Dá pra ir de shuttle (uma espécie de van compartilhada que te pega e deixa em locais específicos). Dá pra ir de transporte privado (uma van exclusiva, mas bem caro). E até de avião! Bem, a minha ideia era pegar um shuttle saindo do aeroporto direto pra La Fortuna. Perguntei lá para algumas pessoas e o shuttle só saia umas 15h, e eram 9h. Resolvi pegar um transporte até o terminal 710 (de onde saem bus público em San Jose) e de lá o bus. O cara cobrou 15 dolares pra me deixar lá, e a passagem custou cerca de 5 dolares. Total de 20 dolares, e cerca de 4h de viagem de pára e anda, pára e anda. Percebi depois que não precisava ir para esse terminal 710, pq o bus que sai do terminal passa bem perto do aeroporto. Mas enfim, eu tava só e nao me ligava disso. Para pegar o shuttle, eu deveria ter reservado na internet. Algumas companhias que fazem: Interbus, Shuttlebus, Ride Costa Rica. Cheguei em La Fortuna muuuuito cansado. Eu fiquei no Hostel Backpackers La Fortuna. 12 dolares quarto misto, banheiro limpo, camas boas, wi fi e cozinha e bar. Esse preço é a média de lá. www.hostelbackpackerslafortuna.com La Fortuna de San Carlos é bem pequena, voltada ao ecoturismo. Muitos hostels, restaurantes e agências de turismo. Curiosidade: seu nome é esse porque em 1969 teve uma erupção do Vulcão Arenal, que destruiu 2 das 3 vilas. A que sobrou foi "a sortuda", tradução de La Fortuna, San Carlos. Nessa noite eu capotei e dormi. 1º dia: Parque Nacional Vulcão Arenal - a atração mais visitada de lá. O vulcão está inativo e muitas pessoas querem chegar o mais próximo possível desta maravilha da natureza. O mais próximo é o Parque (legalmente falando). Fica cerca de 15km do centro de La Fortuna e conta com trilhas leves, que dá para toda a família. O parque não tem infraestrutura de restaurante, banheiro, lojas, etc. Então leve sua água e lanche. Para chegar lá, tem bus saindo 08h da rodoviária (que é bem central) e custa 1.100 colones. Se você perguntar no hostel ou agência, claro que vão dizer que pra chegar no parque é preciso contratar o tour com guias ou um transporte. Nada disso. Não precisa de guia, é tranquilo. A única coisa é que se vc for de bus, ele te deixa na estrada. Vc ainda terá que andar uns 20 min. até a entrada do Parque. Mas vale a caminhada. A entrada custa 15 dolares. É um passeio de um turno inteiro, ou seja, dá pra juntar com outro no mesmo dia (as agências juntam com o passeio das águas termais(hot springs), que ficam em propriedades privadas.). Eu vi muitos bichos por lá, além da visão sensacional do vulcão. Voltei de carona umas 14h e depois vaguei pela cidade. Fique atento na hora do bus de volta! Acho que é 13h. Verificar. http://parquenacionalvolcanarenal.blogspot.com.br/ 2º dia: Cascata La Fortuna - que cachoeira sensacional!!!!!! Fui de táxii bem cedinho (6 dolares). A entrada custa 14 dolares ou 7.490 colones e tem toda estrutura turística: restaurante, banheiro, lojas, etc. Abre de 08am às 5pm. O onico inconveniente (pra mim não foi) é a descida de cerca de 500 degraus (e a subida na volta). Mas eu fui preparado. A cachoeira tem a zona de banho quase debaixo dela e outra com um riacho, bom pra família. Muita energia, verde e tranquilidade! Mas muitos turistas, bom ir cedo. É muito massa esse pico! Ah!!! Não deixem de fazer a trilha que tem lá. Aparentemente é so uma trilha no meio do mato, mas você encontrará a famosa PONTE SUSPENSA!!! Muita adrenalina galera! Não precisa pagar um passeio especifico para as pontes, já tem lá. A menos que você queira uma sequência de 10 pontes (tem parques que têm isso, mas são beeeem caros). Na volta, pra não perder o costume, peguei uma carona, hehehe. Aliás, o caminho de carro pra cachoeira é único, ou seja, quem está nessa estrada está indo ou voltando: é carona certa! Não esqueçam o snorquel e a GO PRO para filmar tudo! Esse passeio dura um turno de boa, e as agências costumam juntar com outros passeios. Ex: Cascata La Fortuna+ Cerro Chato (um vulcão desativado, ao lado do Arenal, com direito a banho num lago que era uma cratera, é uma trilha média a pesada) + águas termais. Como eu ia para o meu próximo destino naquela tarde, curti só a cachu de manhã e de tarde (15h) fui para a região de Monte Verde. Comprei numa agência o shuttle (que nesse caso é chamado de JEEP-BOAT-JEEP), no qual vc pega uma van até o Lago Arenal, atravessa-o de barco, e depois te pegam do outro lado com outra van). Custou 20 dolares e demorou cerca de 3:30h. Vale muuuuito a pena esse shuttle, senão eu teria que ir para a cidade de Tillaran e depois Monte Verde, um dia inteiro de viagem. Chegando lá, fiquei no hostel SAVEGRE IN, 10 dolares com café da manhã. Muito bom o hostel, bem simples, mas bem caseiro e bem localizado. Além do proprietario e morador Alejandro, que é gente boa demais, filósofo e amante da naturaleza) http://www.savegreinnmonteverde.net/ OBS: aqui cabe uma explicação sobre Monte Verde e Santa Elena. Quando eu pesquisei, fiquei doido, sem entender o quê era o quê? Eram duas cidades? Um distrito da outra? Enfim, só descobri isso lá. Há tempos, o primeiro povoado da região a chamou de Monte Verde. Com o crescimento do centro urbano, virou Santa Elena. Então é assim: a cidade se chama Santa Elena, e uma outra área mais rural/florestal se chama Monte Verde. Se vc disser que quer ir pra Monte Verde ou pra Santa Elena, da;rá no mesmo, todos te entenderão. Você irá para Santa Elena. A menos que vc queira ficar nos resorts entocados na floresta (mais afastados do centro. Isso é Monte Verde, é o entorno, a região). Mas turistas em geral vão para Santa Elena, o centro. 3º dia:[/b Parque 100% Aventura - No primeiro dia em Monte Verde (ou Santa Elena!kkkkkkkk!), eu fui num parque de aventuras. Esse tipo de parque é muito conhecido em toda a Costa Rica e existem muitos em todo o país. Eles oferecem atividades de CANOPY (arvorismo, tirolesa, pontes, bunggie jump, etc.). Os principais se encontram na região de La Fortuna e na região de Monte Verde. Eu fui no 100% Aventura, por 45 dolares com o transporte, fechado no hostel mesmo. A média de preço é 50 dolares, mas tem parque de quase 100 dolares (Sky Adventures. Esse é o mais conhecido e tem em La Fortuna e em Moteverde). Lá foi muito massa, pois finalmente consegui realizar meu sonho de voar. Este parque tem 7 cabos de tirolesa, 2 superman, 1 rappel e 1 tarzan swing. Se quiser, tem pontes, mas tem que pagar por fora. É tudo muito seguro. É uma passeio de um turno, tem loja, banheiro. Leve a sua GO PRO com o suporte pra capacete! No final, dá pra comprar um cd com as fotos por 20 dolares. Dá pra rachar com a galera. Como o passeio foi rápido, resolvi fazer um dia completo. Olhando no mapa, esses parques de aventura ficam bem próximos a um dos Bosques Nubosos da região, o Bosque Nuboso de Santa Elena. Sites: 100% Aventura - www.aventuramonteverdecr.com Sky Adventures - http://skyadventures.travel/ Selvatura - www.selvatura.com/ Bosque Nuboso de Santa Elena - PURA VIDA!!! QUE FLORESTA!!! Apesar de ir na parte da tarde, consegui ver e ouvir muitos bichos, principalmente aves. Se vc for amante de aves, vá beeeem cedinho de manhã. Bem, eu desci do transporte do parque de aventura bem num entrocamento na pista principal, andei e esperei carona. E ela veio, hehehe... e fui até a entrada do Bosque. A entrada custou 14 dolares e não precisa de guia, apesar de ter esse serviço em todos os parques. Dá pra família. Durante a tarde inteira eu andei sozinho pela floresta. Que imensidão verde, que energia, que sinfonia! Foi muito massa galera esse dia. Voltei de transporte do próprio parque (2 dólares) até o centro de Santa Elena. Então fica a dica: se for para um parque de aventura, dá pra ir de tarde no Bosque Nuboso de Santa Elena. E tem bus público que vai e volta, não precisa de táxi ou agência. http://www.reservasantaelena.org/ 4º dia: Bosque Nuboso de Monte Verde - se tinha um lugar que eu queria conhecer mesmo antes de sair do Brasil, era esse Bosque. Peguei o bus bem cedo (6:15am - 600 colones) e em 15 min estava na entrada do bosque. E aqui já fica a primeira dica: antes de entrar no parque, conheça o café que fica bem ao lado. Você simplesmente vai ser rodeado por dezenas de beija-flores!!!! Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos!!! É impressionante!!! Dá pra ficar horas ali! Quando consegui sair desse lugar, fui para o bosque. Entrada custa 20 dolares. Dá pra passar um dia inteiro nesse paraíso. Que lugar abençoado. Como no outro bosque, lá tem muitas trilhas e mirantes e dá pra fazer de boa com a família, sem guia, sem agencia, apesar de os guias conseguirem avistar melhor os animais por sua experiência e com suas mega câmeras, pois as árvores são imensas, alem de explicar tudo sobre eles e sua importância para a natureza. Voltei de carona de novo. À noite dei um último rolé. http://www.reservamonteverde.com/ 5º dia: Shuttle Monte Verde – Playa Hermosa: Acordei bem cedo para pegar o shuttle para o próximo destino: Playa Hermosa, próximo à Jacó, região de Puntarenas. Custou 50 dolares e demorou umas 4h. Ao chegar lá, encontrei um casal de amigos brasileiros que estão descendo desde o México, onde ficamos num hostel, Cabina Las Olas por 12 dias num quarto triplo. O dia saiu por 25 dolares o quarto. Nesse hostel praticamente só dá a galera do surfe. Aliás nessa playa toda, tudo é voltado pro surfe. Existem alguns restaruantes, umas pousadas, pouco movimento. Se quiser movimento vá para Jacó. Fica tudo na beira da estrada, que têm bus pra todo lado da praia. *Aqui vale um comentário do surfe: eu surfo de bodyboard, e as melhores ondas são as mais buraco, ou seja, as mais pesadas, e Playa Hermosa é referência na América Central. Para os mais iniciantes eu não recomendo esta praia. Existem muitas outras opções. Em Hermosa existem basicamente 3 picos: La Terraza, uma direita na ponta da praia com muitos locais. Backyards, que é onde ficam a maior parte das casas, restaurantes. E EL Almendro, uma árvore solitária na praia que tem mais pra baixo. Ali foi onde surfei mais. Então, fiquei nessa playa por 14 dias como base para o surfe e alguns dias surfei em outras praias, como Jacó e Esterillos. Alugamos um carro e conhecemos também vários picos por lá. Entre eles: -Cachoeira Secreta de Quepos: em direção à cidade de Quepos, segue na estrada em direção ao Parque Manoel Antônio. Pegamos carona na estrada com um cara que ia fazer um shuttle, hehehe. Ou seja, fomos de shuttle free. Total de 1:30h até lá. Na subida pro parque, descer em frente ao Monos Residence entra na estradinha e segue a trilha. É grátis e tem uma trilha muito massa, baixa dificuldade, linda. Na cachu dá pra saltar e tomar banho! Lá tem duas opções pra descer e subir: ou numa corda ou numa trilha, que está meio escondida. Na volta pra Hermosa pegamos o bus (305 colones) até o centro de Quepos, e de lá pegamos na rodoviária outro bus pra Hermosa (1145 colones). Quepos é uma cidade maior, com porto e conhecida pela pesca esportiva. -Cachoeira Uvita: de carro fomos parando rapidamente em várias praias em direção à cidade de Uvita, depois de Quepos. A primeira para mesmo seria a praia de Uvita, mas lá descubrimos que tem que pagar, porque está dentro do Parque Nacional Punta Ballena. Acho que a entrada era 6 dolares, mas fomos direto pra cachu. Uns 20 minutos chegamos. A entrada é 2 dólares e tem um restô e banheiro. Praticamente não tem trilha. Excelente banho, saltos bem altos e vários poços. Dá pra família também. -Mirante do Hotel abandono: depois da Cachoeira de Uvita, fomos a um mirante não muito divulgado e visitado: fica num hotel abandonado. A entrada é na estrada, na frente de um posto de gasolina, entre Hermosa e Jacó. Tem gente que vai de carro, outros de bike, outros a pé. É uma beeeela subida! É grátis. E vale muito a pena o visual, com vários mirantes. -Parque Nacional Manoel Antônio: umas dos parques mais visitados da Costa Rica. Imagine o porquê: bicho preguiça, macacos, quatis, tucanos, araras, peixes, rãs, água cristalina, altas ondas, muitas trilhas… é muuuuuuuuuito massa! Não deixem de conhecer. Tem serviço de guias, banheiros. Eles revistam as bolsas em busca de comidas(industrializadas) e bebidas (só pode água e suco). Dá pra ficar o dia inteiro no parque e na praia ao lado (SURFE!). A entrada custa 15 dólares e fica um pouco depois de Quepos (1:30h). http://www.anywherecostarica.com/attractions/national-park/manuel-antonio Sobre o aluguel do carro. Alugamos em Jacó o mais simples (Jimmy) por 2 dias = 101 dolares na Budget com calção de 1000 dolares no cartão. Passaporte e CNH. Devolvemos em Hermosa mesmo. 2 últimos dias - Cidade do Panamá: Para ir ao aeroporto, comprei minha passagem de bus em Jacó 4 dias antes. No dia, sai bem cedo de bus em frente ao hostel para Jacó e de lá, direto ao aeroporto. Então em Jacó tem bus pra muitos locais. Esse que vai para o aeroporto é o mesmo que vai depois para San José. Custou cerca de 5 dólares e demora 1:30h. Peguei o vôo e cheguei à Cidade do Panamá. Lá peguei um taxi (20 dolares) para o hostel Luna's Castle. Eu li que tinha muito barulho e era muito movimentado aos fds. Como era no meio da semana, resolvi arriscar. Bom, lá é um grande hostel, estilo típico do Casco Viejo (Centro Antigo). Fiquei num quarto misto por 14 dolares a noite, com café da manhã (panqueca e banana) incluso, café e água gelada free o dia todo, cerva de 1 dolar, sinuca, wi fi, staff bem informado e muitos banheiros, sempre limpos. O que me incomodou foi o calor, pois os quartos só tem um ventiladorzinho em cada cama, que não dá conta, porque tava muuuuito quente. Cidade do Panamá: No único dia inteiro eu resolvi preenche-lo: Parque Metropolitano – Mercado de Mariscos – Avenida Balboa – Casco Viejo, onde fica o hostel. Galera, apesar de a Cidade do Panamá ser conhecida pelos megalomaníacos arranhas-céus, o Parque Metropolitano é refúgio e início de um corredor ecológico que interliga os dois oceanos. Muuuuuito massa galera, não deixem de conhecer. A dica é ir beeeeem cedo (abre 06 am). Do Casco Viejo dá pra ir andando até o Metro 5 de Mayo, metrô até o Albrook Mall. Lá vai andando (15min) ou de bus pro Parque. Entrada é 4 dolares, mas não tem cerca, então dá pra conhecer free. Algumas trilhas e muito bichos: bicho preguiça, tucano, tartaruga, macacos, muitas aves, roedores, etc… Tem um viveiro de bonsai e árvores imensas. Passei a manhã inteira e fiz o mesmo caminho da volta. Na volta da estação 5 mayo para o Casco Viejo, temos o Mercado de Mariscos. Com muito chevices (U$2,50) e cervezas (1,50 dolar) e tudo de marisco, lá foi meu almoço. De lá caminhei por toda a Avenida Balboa (uns 9km ida e volta). De um lado o mar e do outro muitos edificios, um paraíso para os arquitetos. Por fim, fui da um rolé no Casco Viejo, onde está o Lunas Castle. Muuuuuuuito massa!!! Vale um belo rolé por todas as ruas, com lojas de artesanato, restaurantes, igrejas, ruinas, praças. No segundo dia, como meu vôo saia de tarde, então fui ao Canal do Panamá. De taxi, 8 dólares ida + volta. A entrada custa 15 dólares. Lá você vê bem de perto os navios passando pelas eclusas. Lá é a eclusa de Miraflores. Você também pode assistir um video num cineminha e depois ir num museu. É uma passeio legal, de um turno, melhor pela manhã para ver os navios. Dica: existe outra eclusa, Pedro Miguel. Dá pra ver os navios sem precisar pagar. É só se informar. www.visitcanaldepanama.com A tarde peguei o táxi e regressei ao Brasil. OUTRAS INFOS/DICAS: -Fui na época de chuvas (Jun-Dez) então praticamente todos os dias de tarde chovia. A maioria não era chuva pesada, mas era chuva. Então sempre levar na mochila uma capa de chuva, usar tênis ou botas, meias secas, cuidar bem dos pés, seus melhores amigos. Roupas leves para as praias, um agasalho para as montanhas (de noite é frio em Monteverde). -Levar Go PRO, câmera com um bom zoom, snorquel/óculos de natação, repelente e protetor solar. -Não paguei a taxa de 30 dólares para deixar a Costa Rica. Não pediram, acho que não tem mais isso. -Certificado de Vacina contra Febre-Amarela é obrigatório! -Comida popular é nas chamadas Sodas, onde servem o casado (PF). -Alguns sites que me ajudaram, fora o Mochileiros: www.tripadvisor.com Muitas infos: www.anywherecostarica.com http://mochilabrasil.uol.com.br/destinos/costa-rica Tempo entre as cidades: www.govisitcostarica.com/travelInfo/travelTime.asp Surfe: aburguetesurf.blogspot.com/2012/08/costa-rica-surf-guide-completo.html www.surfguide.com.br/viagens/america-ce ... -rica.html Vulcões da Costa Rica (pra treinar o espanhol): http://audiovisuales.uned.ac.cr/mediateca/videos/205/volc%C3%A1n-po%C3%A1s.-misterios-en-las-profundidades Galera, essa foi uma viagem de muita natureza e aventuras. Apaixonado pela Costa Rica. Muitas energias e muitos novos amigos! Espero ajudar com o relato. Um abraço aos mochileiros! Depois posto as fotos!
  25. Passei o feriado de fim de ano na Costa Rica e gostaria de deixar meu relato aqui. 24 de dezembro: Como moro no Canada, meu voo fazia escala em Miami. Sai as 6 da manha de Toronto e cheguei em San Jose a 1:00pm. Na fila de imigracao fomos recebidos com uma banda tocando musicas de Natal. Imigracao e pegar a mala foi rapido, troquei um pouco de dinheiro no aeroporto mesmo e fui descobrir como ir para o restaurante Denny's para pegar o shuttle para La Fortuna. Peguei o onibus do hotel Holiday Inn que fica em frente ao restaurante. Esperei ate as 2:30 para pegar o Shuttle. A viagem ate La Fortuna levou quase 3 horas. Chegando no albergue reservei o passeio para o Rio Celeste no dia seguinte. Hostel: Arenal Backpackers Resort -> muito recomendado. Adorei o lugar. 25 de dezembro: Acordei cedo pois o tour para o Rio Celeste ia passar as 7:30 da manha. A viagem ate a trilha levou 2 horas. Quando chegamos na trilha comecou a chover e a chuva foi ficando mais forte.... quando chegamos no rio celeste, o caminho estava bem escorregadio, mas valeu a pena. Andamos ate o final da trilha onde 2 rios se encontram. Depois do almoco voltamos para La Fortuna onde chegamos la pelas 4:30. 26 de dezembro: Hoje eu queria escalar o Cerro Chato e ir na cachoeira La Fortuna. Estava um pouco preocupada com a trilha pois choveu a noite inteira, mas resolvi ir... Peguei um taxi do albergue ate a entrada do Cerro Chato... o comeco da trilha eh super tranquilo, mas 40 minutos depois, vc entra no meio da mata e a trilha comeca a ficar bem dificil. Estava indo numa boa, comecei e ver pessoas descerem e tinha gente me passando na trilha. Mas 30 minutos para o topo do Cerro Chato comecou a chover e bem forte... a agua descia parecendo uma cascata. Quando cheguei em cima nao via nada... tudo com nuvens e uma chuva super pesada. Um rapaz que estava atras de mim falou que ia voltar e acabei indo com ele pois estava com medo de escorregar na volta. Quando chegamos la embaixo, o ceu estava aberto e nenhuma nuvem... que raiva... mas foi uma aventura gostosa... Dai resolvi ir na cachoeira de La Fortuna ja que era ali do lado e era so descer umas escadas.... nadei um pouco la e voltei andando para o albergue. 27 de dezembro: Hoje eu fui para Brasilito... acodei cedo e peguei um shuttle. Queria conhecer a praia Conchal que fica 10 minutos andando de Brasilito. A viagem demorou 4 horas. Para nos brasileiros, a praia nao eh la grande coisa... eh bonita, mas a gente tem praias mais bonitas... eu nao iria para la. E era domingo... nossa cheio de faroveiros....Aproveitei a tarde num canto da praia. Dia seguinte eu iria para Santa Teresa. Hotel Brasilito: super simples para o preco que eu paguei. 28 de dezembro - 30 de dezembro: Sai cedo de Brasilito e fui para Santa Teresa com um shuttle. A viagem levou umas 4 horas. O pessoal que estava na van era super legal... tinha uma menina com um violao e fomos cantando... As ultimas 2 horas de viagem sao em estradas de terra no meio do nada. Cheguei a 1 da tarde em Santa Teresa, deixei minhas coisas no hotelzinho que estava ficando e fui para praia que ficava 200m do hotel. Andei a tarde inteira na praia... que lugar maravilhoso... cheio de surfistas... um por do sol maravilhoso. No proximos 2 dias eu alguei uma prancha e fiquei surfando... nao queria ir mais embora de la. Nao espere muito da cidade.... eh apenas uma rua gigante. Hotel: Calocita -> muito recomendado. Sao quartos privados com banheiro e uma cozinha compartilhada. O dono eh um alemao super gente fina. Paguei $35 dolares na alta temporada.... 31 de dezembro: Acordei cedo e aproveitei minhas ultimas horas em Santa Teresa. 1 da tarde peguei um shuttle para Montezuma, foi apenas 30 minutos de viagem. Chegando em Montezuma deixei minhas coisas no hotel e fui conhecer a cidade e a praia. A cidade eh bem pequeneninha... 2 ruas praticamente com restaurantes.... andei um pouco na praia e fui reservar um passeio para ilha tortuga e meu transporte para Manuel Antonio. A noite tinha 2 festas rolando... num canto da praia, tinha um barzinho com musica ao vivo e folgueira (eles adoram folgueiras na praia) e no centrozinho tinha um DJ e todo mundo dancando. Hotel: Luna Llena -> o lugar eh uma graca, mas a cama eh muito ruim. 1 de janeiro: Acordei as 4:30 da manha com os macacos....pareciam que eles iam entrar na cabana. Depois de tomar um cafe da manha com frutas fui ate a cachoeira de Montezuma... foi uma caminhas de uns 20 minutos... nadei um pouco e resolvi subir numa trilha que leva para o topo da cachoeira onde tem uma piscinas que vc nada. Eu acabei indo pelo pior lugar... la em cima descobri que tem um caminha bem mais facil para vc subir.... Depois do almoco, resolvi fazer as trilhas da praia, vc anda por uns 30 minutos e vai passando por umas prainhas ate chegar numa praia quase isolada. Eles falam que eh bom para surfar la, mas nao vi onda nenhuma... a praia estava uma delicia, quase ninguem. 2 de janeiro: Hoje eu fiz um passeio para Isla Tortuga. Fizemos snorkeling em 2 lugares perto da ilha... so alguns peixinhos, nada de interessante. A praia da ilha eh bem bonita, agua clara, areia branquinha... Passei a tarde nadando e descansando. 3 de janeiro: Hoje peguei um barco de 1 hora para Jaco e um shuttle para Manuel Antonio. Cheguei em Manuel Antonio a 1 da tarde. Deixei minha mala no hotel e fui para praia.... nossa lotada. Andei a praia toda e depois fui almocar. Mais tarde fiquei na praia esperando o por do sol, que eh muito bonito tambem. 4 de janeiro: Ultimo dia de viagem. Peguei um guia para o parque, foi a melhor coisa que eu fiz, pois se eu nao tivesse guia so ia ver macaco e bicho preguica. Fiquei a manha inteira com o guia, foram mais de 3 horas e depois a tarde comecei a fazer as trilhas. Tem uns lugares no mapa que falam em look up... nao tem nada para ver so o mar... vc sobe, sobe e chega la tem uma vista do mar e pronto... nada de interessante. Fiz algumas trilhas e no final da tarde relaxei na praia do parque. Guia: Freddy ([email protected] or 506 88953160)
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