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  1. Aproveitando o feriado do Natal resolvi aproveitar viajando, esta foi minha primeira viagem estilo mochilão e o destino escolhido foi Paraty, cidade que sempre me encantou devido a junção da parte histórica, que remonta a história colonial do brasil, e a deslumbrante Costa Verde do Brasil: uma conservada porção de mata atlântica formando um verdadeiro paraíso tropical com praias, cachoeiras, entre outros. Vale ressaltar que não possuo carro e que todas as minhas viagens são low cost, ou seja, aqui vou compartilhar informações de como fiz para viajar sem gastar muito. Minha aventura começa em Passos, cidade do interior de Minas Gerais, sendo assim foi necessário primeiramente me deslocar de busão até o Terminal Rodoviário do Tietê. Tentei economizar nas passagens, sendo que nos trajetos Passos - São Paulo, e São Paulo - Passos, utilizei meu IDJOVEM, um benefício do governo onde é possível fazer trajetos interestaduais com 50% de desconto, ou então gratuitamente (depois posso fazer um post explicando mais sobre). Para chegar em Paraty não foi possível utilizar o IDJOVEM isso porque todas as passagens já haviam sido reservadas, sendo assim comecei a buscar alternativas, como caronas no aplicativo BlaBlaCar, ou então nos grupos de Facebook, entretanto o que mais compensou nessa trip foi utilizar o Buser, uma alternativa inovadora que estou completamente apaixonada, pois além de muito seguro oferece passagens de ônibus muito baratas! Para vocês terem ideia o trajeto São Paulo - Paraty pela empresa que possui guichê dentro da rodoviária custa em dezembro de 2020 R$111,15 já pela Buser paguei R$49,90. Vou deixar aqui o link para que vocês possam se cadastrar e procurar disponibilidade de passagens para Paraty ou qualquer outro destino: https://www.buser.com.br/convite/cqvkdy2. (Para primeira viagem você só paga a passagem de volta.) Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica. Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem. No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar). Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. Na Praia do Meio apenas aproveitamos a passagem pois mesmo sendo cedo, já estava muito cheia, o que intensifica devido a faixa de areia pequena, entretanto é onde observei que as águas são mais calmas e sem fortes ondas, ou seja ideal para quem tem medo, ou então para quem pretende levar crianças. No final dessa praia é que fica uma pequena trilha de cerca de 10min que leva a Praia do Cachadaço, depois de atravessar o rio de água doce que deságua no mar é que fica o início da trilha. Pessoalmente achei muito tranquila de fazer, mas isso pode variar de pessoa a pessoa e quantidade de peso que você está carregando. Como gosto mais de mar com ondas, a praia do Cachadaço foi excelente para passar um tempo, existem alguns bancos de areia, mas mesmo sendo um dia nublado com o mar mais agitado estava muito bom para tomar um banho. Na praia do Cachadaço existe outra trilha que leva às piscinas naturais, não visitamos esse local pois novamente estávamos evitando aglomerações, e o fluxo de pessoas que estava pegando a trilha era grande, logo resolvemos ficar apenas na praia onde havia mais espaço para relaxar. No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3 palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada. No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa. Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00. Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
  2. Fala, galera! Esse é meu primeiro post aqui no site e eu quis escrevê-lo como forma de retribuir tudo o que li aqui que me foi MUITO útil pra montar esse roteiro. Inicialmente seríamos dois amigos fazendo essa viagem, mas chamamos mais umas pessoas e acabamos viajando em quatro. Nossa meta era gastar em torno de R$1k cada e ficar dez dias de rolê pela costa verde - região do RJ que engloba Paraty, Angra e suas particularidades. Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. Se alguém quiser ver como a planilha ficou no final, só dar uma ideia aí que eu mando o link! No mais, bora lá! Viagem feita dos dias 15/07 ao dia 24/07 (de 2019). Dia 1. Paraty Viajamos de BH pro RJ de Buser e como a gente tinha distribuído nosso código, conseguimos salvar essa ida e volta. Chegamos no RJ por volta de 5h30 e pegamos o primeiro ônibus direto pra Paraty. O busão sai da rodoviária Novo Rio mesmo, às 7hs (mas costuma atrasar muito!), e custa R$83 pela Costa Verde. Ficamos hospedados no Chill Inn Hostel e, sinceramente, recomendo demais! Staff muito atencioso e café da manhã na praia. Almoçamos por lá mesmo, paramos pra tomar umas brejas e fazer umas compras pros próximos dias. Não sei se era pq a cidade ainda tava cheia de gringos pós-flip, mas tava rolando um forró na praça em frente à Matriz pela noite e o comércio ficou aberto até bem tarde no centro histórico. Ficamos apaixonados pelo lugar e pegamos nosso carimbo do passaporte da Estrada Real. O preço das coisas é normal fora do centro histórico (almoço em torno de R$20,00) e bem alto dentro do centro histórico. R$83 busão R$18 lanches pra viagem e café da manhã R$34 almoço e brejas R$20 de rolezin a noite durante o forró R$44 a diária R$28 compras pros dias seguintes Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara) Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty. R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty) R$15 camping do Abraão R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk Dias 3 - 4. Paraty De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade. R$44 a diária R$20 rango no restaurante R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também) Dias 4 - 6. Trindade Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande. R$70 duas diárias no Hostel Kaissara R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias) R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas) Dias 6 - 10. Ilha Grande Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras. No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo. No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte. R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande) R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila) R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas) R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30) R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj) Dia 10. Rio de Janeiro Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe R$7,00 lanche pra viagem R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos) R$15 fast food da massa R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária R$13 cerveja pré-busão No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí! Qualquer dúvida, só mandar msgs!
  3. Ola vim relatar um pouco da viagem que fiz sozinha pra Paraty. Esse é meu primeiro relato, então caso leia alguma coisa que não concorde, desconsidere. Estive em Paraty do dia 20/01/2020 a 26/01/2020 Transporte: Ônibus São Paulo - Paraty - R$105,24 Ônibus Paraty - São Paulo R$105,01 Tempo de viagem: a ida durou 7hs e teve 2 paradas de 30min cada de lanche. A volta durou 9hs, por causa do transito, teve 2 paradas também. A empresa que faz o trajeto é a Reunidas. Hospedagem: Fiquei hospedada no Carpe Diem Hostel, que alias recomendo muito, o gerente Leonardo é muito atencioso, todos os funcionários alias são simpáticos, prestativos, a localização é ótima, próximo à rodoviária, supermercado, farmácia, restaurantes, centro histórico, café da manha ótimo, cozinha bem equipada e o hostel tem a área comum bem gostosa e uma piscina maravilhosa! Foi minha primeira vez em hostel, e eu gostei bastante, fiz muuuuitas amizades. Fiquei no quarto compartilhado misto com 6 camas, banheiro dentro do quarto, total deu R$244,65, 6 dias. Passeios: Dia 20/01- Como cheguei tarde, fui dar uma volta ao centro histórico, fiquei apaixonada pela arquitetura de lá, as igrejas que são lindas. Dia 21/01 - Realizei o passeio de Jeep Tour + Alambiques, e eu amei. Fiz com a Paraty Experience, super recomendo. O guia te busca na hospedagem, leva pra visitar o Alambique Pedra Branca, no qual você pode experimentar e comprar as cachaças, logo após leva na cachoeira Pedra Branca, no qual você paga R$5 para entrar caso esteja com guia e R$8 sem guia. Tem um ótimo poço para banho. Depois o guia leva pro Alambique Paratiana, no qual você degusta a cachaça também e lá você conhece o processo de fabricação da cachaça, que é bem interessante, lá também tem o museu da cachaça, com mais de 3 mil cachaças expostas. Logo após eles levam para conhecer o poço do Tarzan e Cachoeira Tobogã que é bem legal, lá tem um restaurante para almoçar também. O passeio vai das 11hs até 16hs. Dia 22/01- Realizei o passeio de Escuna que pra mim foi o melhor que fiz, realizei também com a Paraty Experience, e a escuna que fomos foi a Ilha Rasa 1 que possui um diferencial. As escunas saem todas no mesmo horário de Paraty para o passeio, porem a Ilha Rasa 1 faz a primeira parada na Ilha do dono da escuna, que leva o mesmo nome, lá tem redes, lugares de descanso e um lugar bem tranquilo para nadar, fica 1hs parada lá, quando a escuna segue viagem, as outras escunas estão indo embora, o que torna os outros lugares bem vazio pra quem não gosta de muvuca é uma ótima opção. Logo depois a escuna seguiu viagem pra Praia Vermelha que é bem gostosa, mar bem tranquilo, seguiu viagem para Lagoa Azul, aonde eles servem almoço (pagos a parte) e ultima parada é em Ilha comprida, onde dá pra nadar com os peixinhos (recomendo snorkel), e pra quem não sabe nadar, eles disponibilizam Macarrãos e coletes. O passeio dura das 11hs até 16hs. Dia 23/01 e 24/01- Trindade. Pensa numa cidade com a vibe muito boa. Não cheguei a ir à Pedra que engole, nas piscinas naturais, pois estava chuviscando nos dois dias e as trilhas estavam bem escorregadias. Dividi o tempo entre Praia do Rancho para almoço e Praia do Meio. Fui à praia do Cachadaço também, que para acessa-la tem uma trilha bem curtinha, de nível médio. Infelizmente nos dois dias o mar estava bem agitado, mesmo assim recomendo quando estiver com o sol, deve ser muito calma as águas. Dia 25/01- Praia do Sono. Quando sai da minha cidade, essa praia era meu principal objetivo, porem deu tudo errado. Pra chegar à praia do sono tem duas opções, por trilha ou por barco. Para ir eu optei pela trilha, que eu achei de dificuldade média por causa das subidas bem íngremes, e ela estava um pouco escorregadia por causa das chuvas nos dias anteriores. A trilha em si é linda, natureza total, é muito bom escutar o barulho dos riachos, pássaros e até o barulho do mar. Realizei a trilha em 1h e 20min. A praia do sono em si é linda, porem no dia que eu fui o mar estava bem agitado, porem dava pra entrar na água tomando bastante cuidado. Não tive sorte, pretendo voltar ainda pra essa praia pra ter outra impressão dela. A volta foi realizada por barco, que foi horrível, o mar estava muito agitado, a todo o momento pensei que o barco não ia aguentar e ia virar porem deu tudo certo. O barqueiro te deixa no cais do Condomínio das Laranjeiras (que por sinal é muito top) e logo após vem uma van do próprio condomínio pra te levar até a portaria (você não paga nada por isso) Dia 26/01- Foi o dia de ir embora, infelizmente. Impressões que tive: Eu particularmente amei a cidade, achei bem segura, tranquila, o centro histórico é um encanto, pretendo voltar pra ir a Praia do Sono novamente e realizar os passeios pra Ilha dos cocos e Ilha do pelado. Alimentação: Achei as coisas bem caras em Paraty, até mesmo no próprio supermercado. O pacote de macarrão é R$4,50 de 500g e o molho de tomate é R$2,05. A coca 2l é R$8,00. Bolacha R$3,00. A garrafinha de água eu achei barata, R$0,99, porem comprei uma só, pois no Hostel tinha filtro. - Em Paraty eu comi no Candeeiro Musica e Gastronomia, o prato pra uma pessoa é aproximadamente R$50 (penne com camarão) e o drink Jorge Amado (vocês não podem deixar de tomar, é uma delicia) é R$17,00. Foi o lugar mais barato do centro histórico que achei. Comemos lá para comemorar o aniversario da Poliana, que alias conheci aqui no Mochileiros. - Em Paraty também tem um restaurante chamado Bom Apetite, fica em frente a uma pracinha, ao lado da Caiçara Tours, 1 quadra do centro histórico, aonde o PF é R$15 á R$18, comida deliciosa, bem servido. - Em Trindade eu comi no Ardentia, fica na Praia do Rancho, o PF lá é salgado, R$40, suco R$10, refri R$8. O atendimento é excelente e a comida também. - Em Trindade, na rua principal também tem restaurantes que o PF é entre R$20 e R$25. Infelizmente eu só vi na hora de ir embora. - No passeio de Jeep Tour, comi no restaurante do Poço do Tarzan, comida com preço salgado R$49,00 o prato feito. - Na escuna, eles vendem o próprio almoço, R$45,00 no PF de strognoff de frango, não lembro o preço exatamente, mas as outras opções de PF e as porções eram bem caras. Refri R$8,00. Eu gostei do almoço, estava bem delicioso. - Em Paraty tomei sorvete na Miracolo Gellateria, R$16,00 duas bolas de sorvete, porem não me arrependo, foi um dos melhores sorvetes que tomei até hoje. - Na praia do sono eu não almocei, comi bolacha, salgadinho que comprei no mercado, pois fiquei na duvida se lá tinha restaurantes. Dicas - Para realizar a trilha da Praia do Sono, usem tênis, levem repelentes e no mínimo 1L de água. - Saem ônibus de hora em hora da rodoviária de Paraty para Trindade, custa R$5,00 a passagem e dura 1h em media. Porem ao lado da rodoviária saem vans que custam R$5,00 também e levam 40min e é bem mais confortável, mas as vagas esgotam muito rápido, tem que ser ligeiro kkk. - A agência que realizei os passeios foi a Paraty Experience (http://paratyexperience.com.br/), o atendimento deles é ótimo, tiraram todas minhas duvidas pelo whats. - Caso forem no passeio dos Alambiques, deixem pra comprar cachaça no Alambique Pedra Branca, que é mais barato que o Alambique Paratiana e Centro histórico. Porem eu achei a cachaça da Paratiana mais gostosa. - Não deixem de experimentar a cachaça Gabriela (contem cachaça, cravo e canela, melaço de cana), é uma delicia. - Não deixem de experimentar o drink Jorge Amado (contem cachaça Gabriela, limão, gelo e maracujá) é uma delicia também. - O preço do barco na Praia do Sono é alto, R$40 a ida ou à volta. - O passeio de escuna é R$80,00. - O passeio de Jeep tour + Alambiques é R$80,00 - Os preços das agências é tabelado, porem se você negociar sai por R$70,00. - A Praça da Matriz no Centro Histórico é o point à noite, bem agitado, porem acaba cedo, às 23h30min o pessoal começa a ir embora. - Os preços das cervejas eu vou ficar devendo, pois não bebo kkkk, mas nas praias de Trindade a lata é R$8,00, long neck R$10 e o litrão de Brahma é R$20. Eu acho que é isso, qualquer coisa é só perguntar insta:@rafaeladealmeiida
  4. Pessoal, estou indo para praia do sono (Paraty) agora em outubro, pretendo acampar por lá. Gostaria de saber algumas dicas de quem foi, em relação a Camping, bar, mercadinhos, restaurante na praia do sono e região nessa época do ano, se há infraestrutura operante o ano todo...ou se devo me preparar e levar comigo em termos de suprimentos para passar aproximadamente 4 dias. Grata.
  5. Pessoal, estou indo para praia do sono (Paraty) em julho, vou acampar na praia, e como estarei de férias, não tenho dia certo para voltar, pretendo fazer a travessia que tem nessa região. Gostaria de saber algumas dicas de quem foi, em relação a Camping, bar, alimentação e lazer na praia do sono e região! Obrigado
  6. Ever

    Praia do Sono

    É possível chegar a praia do sono navegando de barco a partir do pier de Paraty? Alguém já fez este trajeto de barco ?
  7. Ola, Estou planejando fazer a travessia da ponta da Joatinga no feriado de 07/09 e gostaria de dicas, sugestoes e tambem companhia. A principio vou com minha namorada, vamos iniciar na quarta feira - 06/09 e terminar no domingo 10/09, pensei em começar por paraty mirim e logo, finalizar na praia do sono. Gostaria de saber primeiro se é uma epoca boa de ir, ja estive na praia do sono no verao e é deslumbrante, porem chove muito nessa epoca e vi varios relatos de pessoas que pegaram bastante chuva na travessia nos meses de janeiro e fev. Apesar de ser inverno ainda, ano passado fiz a travessia da metade de ilha grande no feriado da independencia e nao me arrependi, so nao peguei muito sol e a agua estava bem gelada. Gostaria de saber tambem a respeito do transporte de paraty para paraty mirim e a travessia pelo saco de mamangua, vi que saindo de paraty mirim tem uma trilha que vai ate uma parte mais estreita do saco e la seria possivel pegar barco mais barato e com mais facilidade, porem sera que nessa epoca do ano eu encontro ? Sera que saindo do porto de paraty mirim eu encontro mais facilmente ? Tambem gostaria de saber da trilha que vai pra cachoeira do saco, nao vi muito relato de pessoas que fizeram. No mais a ideia é sair de paraty dia 06(quarta) pela manha, pegar o primeiro onibus para paraty mirim e la atravessar o saco de mamangua, depois ir ate a praia e montar camping, e a tarde subir o pico do pao de açucar. Daqui em diante tambem rola duvidas, quais as praias melhores para acampar ? a ideia é chegar na praia do sono no sabado a tardinha, entao teria tempo bastante pra curtir as praias do caminho - 2 dias e meio. Agradeço aos amigos e depois escreverei um relato sobre a travessia abraços
  8. Período: 24 a 26/10/2009 Cidades: Paraty - Vila de Trindade A Vila de Trindade pertence à cidade de Paraty, porém enquanto o centro histórico preserva a arquitetura de época e fica devendo em matéria de praia, a pequena vila, embora com menos infra-estrutura, esbanja em natureza e praias lindas. Ficou conhecida como reduto e símbolo dos hippies e depois como destino dos aventureiros que ousavam percorrer a terrível estrada de terra, para acampar nas belas praias. A estrada era tão terrível que um morro foi nomeado como Deus Me Livre, tal era a dificuldade de passar por esse trecho, especialmente em épocas chuvosas. Atualmente a estrada asfaltada permite o acesso a pessoas não tão aventureiras e as casas dos pescadores viraram pousadas e bares simples, bem como mercearias, lojinhas e restaurantes foram abertos, aumentando a infra-estrutura do local. As praias são belíssimas e as trilhas ótimas para cansar o corpo, mas descansar a mente e encher os olhos. Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. A cidade A Vila de Trindade, pertencente à cidade de Paraty, fica situada na região conhecida como Costa Verde, no Rio de Janeiro. A cidade faz limite com as cidades de Angra dos Rei, Cunha e Ubatuba. Possui cerca de 33mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 928 Km². Apresenta clima tropical com temperatura média de 24 ºC.
  9. Como não obtive muitas informações sobre a Praia do Sono, aqui vão algumas prá ajudar quem estiver indo. No sentido Paraty-São Paulo, na Rio-Santos (18 km de Paraty) do lado direito há o trevo de Patrimônio, do lado esquerdo há o nosso trevo para Trindade. Subindo, à esquerda vai-se para Laranjeiras, vila ao lado de condomínio chique de mesmo nome de onde sai a trilha para o Sono, à direita, caminho pra Trindade. Deixa-se o carro na vila de Laranjeiras, pagando-se, no Carnaval de 2010, R$ 7,00 de estacionamento/dia. A trilha para a Praia do Sono sai de uma praça na vila, e levamos 1h10 de caminhada antes do sol nascer, com muito peso, barraca grande, colchão inflável e toda a comida, sem parar. Para os menos acostumados, leva-se fácil 2h. A primeira subida é de matar, com muita vossoroca e piso escorregadio, atenção. Quanto a luz na praia do sono, já chegou nas casas (há algumas para alugar) e nos poucos bares, não há nos camping's (preço entre R$10 e $17 reais por pessoa, dependendo da segurança - cerca - e qualidade dos banheiros). Pf's são servidos a R$ 15,00 (Carnaval 2010) e há café da manhã nos bares, tudo meio caro, em razão da dificuldade de acesso. Ou seja, com dinheiro, não precisa levar comida nenhuma. Existem pequenos mercados improvisados com legumes e frutas, e artigos de 1ª necessidade, creio que só funcionam na alta temporada. Pode-se chegar de barco na praia do sono, a partir de Trindade (dependendo das condições do mar) e a partir de Laranjeiras (R$20/pessoa, a partir de 07:00), onde se chega de carro e lá o deixa a R$ 7/dia, ou pela trilha, como dito, mas vindo de ônibus vindo de Paraty, empresa Colitur. No Carnaval, houve alguns showzinhos todas as noites (MPB, reggae e forró) em dois bares, o que garante alguma noitada pra os mais chegados, o ar carregado de vapores, digamos, ilícitos, que me deixaram enjoada e com náusea. Se quiser mais sossego, vá para os camping da segunda metade da praia, mais silenciosos, mas nunca sem os tais vapores. Atenção para pequenos furtos, deixe tudo dentro da barraca, com cadeado. Meu lampião a energia solar foi levado, chuif. Vale a pena tomar banho de água doce no fim da praia, o riacho dá p/ molhar até a cintura. É no começo da trilha para Antigos e Antiguinhos, Galhetas (onde tem uma cachoeira) e Ponta Negra, de onde se volta de barco táxi, a R$ 15/pessoa. Em tempo, não se assuste com os urubus na praia do sono, na parte da manhã. Eles são alimentados pelos pescadores com restos de peixe e não adianta convencê-los a fazer diferente, têm relação de afeto com os bichinhos. Espero ter ajudado. Praia do Sono vale muito a pena, apesar do esforço.
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