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  1. Olar pessoal, venho aqui de novo trazer algumas dicas de viagem. Como sempre meus relatos não são os mais detalhados e maravilhosos que vocês vão encontrar por aqui, mas informações nunca é demais! Como temos poucos textos sobre Prudentópolis no Mochileiros achei bacana relatar, então vamos lá! O feriado de N. S. Aparecida estava chegando e a grana curta não estava permitindo uma viagem muito longa, então eu e meu marido decidimos conhecer Prudentópolis, a terra das cachoieras gigantes no interior do Paraná. 1º Dia - 1ª Parada Recanto Rickli e Salto Manduri. A cidade de Prudentópolis fica perto da Capital, são 200km em estrada pedagiada e é muito tranqüila e bem cuidada, mas com poucos km de pista dupla.(são 3 pedágios no caminho totalizando R$ 32,50) Saímos de Curitiba cedinho, e perto das 9h00 da manhã já chegávamos na cidade. Como a reserva no hotel (Mayná) tinha check-in apenas ás 12h00 nem paramos fomos direto para a primeira cachoeira. Foram 12km do centro da cidade sendo 8,5km em estrada asfaltada e 3,5km em estrada de chão. Sobre as estrada, um comentário a parte. Tínhamos muito medo da estrada ser ruim, nosso carro é ótimo, mas não é um 4x4. Porém todos os trechos de estrada de chão que pegamos na viagem inteira estava ótimos (para estrada de terra). Há bastante cascalho na pista então creio que mesmo com chuva a estrada não fique escorregadia. A informação que recebemos é de que a prefeitura esta investindo e que pretende melhorar ainda mais os acessos com mais asfaltamento e pedra irregular. Então não se preocupem quanto a isso.. vão na fé! A estrada também é bem sinalizada, então não tem erro de se perder (e se precisar o GPS de celular te leva certinho em todos os lugares!) Chegamos no Recanto Rickli e havia 1 único funcionário. Sinceramente, se não tivéssemos perguntado se tinha taxa de entrada provavelmente ele não teria nos cobrado. Foram R$ 5,00 por pessoa. Ainda compramos 2 garrafinhas de água por R$ 2,00 cada. O recando possui piscina (suja e desativada) e uma área com churrasqueiras onde havia 1 família. Andando uns 50 metros de onde estacionamos o carro já chegamos na vista para cachoeira; o Salto Manduri. Não existe acesso para a água, é uma queda só contemplativa mas já vai dando uma idéia do que teríamos para os próximos dias. São 100 metros de largura e 34 metros de altura! Ficamos lá um tempinho andando e tentando achar qual o lugar mais próximo da queda d´água que conseguiríamos ir. Tiramos mais algumas foto e seguimos para a segunda parada do dia! Ahhhhhhhh.. em todo o tempo que ficamos lá só encontramos com essa família que estava se organizando para fazer um churrasco e creio que iriam passar o dia inteiro lá, mas na área de cachoeira só estávamos eu e meu esposo. 1º Dia - 2ª Parada Salto Barão do Rio Branco. Nessa mesma estrada de terra, 1 km pra frente do Recanto Rickli fica o Salto Barão do Rio Branco. Essa é a cachoeira com maior volume de água da região e possui 64 metros de queda, por isso lá havia sido instalada uma pequena usina hidroelétrica que atualmente está desativada. O salto fica em uma propriedade privada, mas não encontramos ninguém cobrando entrada para a visitação. Com a existência da hidroelétrica o acesso para o salto é muito tranqüilo. De onde estacionamos o carro já vemos a escadaria que leva até a base da cachoeira. Segundo o que encontrei na internet são 478 degraus, eu contei 456, mas posso ter me perdido! A escada é de ferro e me pareceu bastante firme em quase toda sua totalidade, há uma parte apenas que está solta mas nada que nos impediria de chegar até a base. Depois de descer a escadaria chegamos na hidrelétrica, caminhando pelas pedras na beira do rio fomos o mais perto que conseguimos da queda d’água. Existem placas informando que o rio chega até 40 metros de profundidade e a correnteza é forte por ali, não fomos bobos de tentar tomar banho de rio não! Haha Ficamos um bom tempo tomando aquela “chuva” da cachoeira e decidimos encarar a subida das escadas. Em todo o tempo que ficamos lá em baixo só havia mais um casal com duas crianças, e enquanto subíamos cruzamos com 4 pessoas que estavam descendo. Super tranquilo para poder aproveitar a paisagem. Chegando lá em cima vimos um homem seguindo por outro caminho e decidimos seguir.. tava com cara de ser uma outra trilha haha. O caminho dava para o mirante na parte alta da queda. Lá, há uma grade de proteção que impede de nos aproximarmos muito do salto, obviamente por segurança. Depois de mais um tempo e mais muitas fotos pegamos a estrada e voltamos para a cidade para fazer check-in no hotel. O Mayná fica bem no centro de Prudentópolis e de super fácil acesso para a saída da cidade que nos leva para as cachoeiras. Na cidade pelo que encontrei na internet possui 4 hotéis. Não sei como são os outros mas pagamos 140 reais por dia para um quarto de casal com café da manhã incluso. Preço justo. O colchão e o chuveiro eram ótimos, os recepcionistas muito solícitos, estacionamento gratuito e um café da manhã bem bonzinho! Nesse dia não saímos para almoçar. Na noite anterior preparei 6 sanduiches de atum, maionese e milho para levarmos, como não sabia a condição das estradas de terra achei melhor estar preparada com uma comidinha – gordo tá sempre preocupado com comida haha - Almoçamos 2 sanduíches cada um com as bebidas que também trouxemos na viagem. 1º Dia - 3ª Parada Salto São Francisco. Ainda no primeiro dia nos programamos para ir no Salto São Francisco. Esse é o mais distante de todos e também o maior e mais famoso. Em teoria seriam 50km de estrada, sendo 35km em entrada de chão. O que a gente não previa, entretanto, é que com o aniversário da N. S. Aparecida a estrada estaria fechada para as festas em homenagem a santa. Haviam 2 caminhões atravessados na pista impedindo que seguíssemos pela estrada de acesso. Perguntamos para as pessoas que estavam lá na festa como faríamos para ir para o cachoeira e nos falaram “lá por cima”. Na nossa cabeça “lá por cima” era via Guarapuava, a cidade vizinha que também tem estrada para o Salto. Colocamos no GPS e de 50km o caminho dobrava para 108km, mas o tempo alterava em pouco mais de 20 minutos pois seriam muito menos km em estrada de terra. Não pensamos duas vezes e pegamos a estrada. Depois, descobrimos que “lá por cima” era menos de 1km de distância de onde estávamos.. um desvio de nada, enfim.. acontece! Chegamos na entrada do Salto eram 16h00. E aqui já sentimos a diferença em função da popularidade dessa queda. Haviam muitos carros, vários com som alto e um pessoal bebendo, fazendo festa mesmo. A trilha da área do estacionamento até o mirante do salto é bem demarcada e bem estruturada, são não mais que 500 metros de distância quase sem desnível. De lá sai outra trilha de também uns 500 metros e também sem desnível para a beirada do Salto de onde pode ser feito Rapel (não cheguei a perguntar o valor). Seguindo mais um pouquinho essa trilha, talvez uns 200 metros chegamos a mais um salto: o Salto dos Cavalheiros, aqui sentamos e finalmente molhamos o pé na água. Esse salto deve ter uns 15 ou 20 metros mais ou menos. O local estava cheio de gente, barulho, bebida alcoólica e várias pessoas fumando.. estragava um pouco o clima, tinha um grupo inclusive com um narguilé haha. Entendam que não sou uma pessoa chata, gosto de um fervo, mas não era o que estávamos buscando nesse feriado com um passeio nas cachoeiras. Existe uma trilha que vai até a base do Salto São Francisco, são 8km em nível médio-difícil. A recomendação é não descer depois das 14h00 para que dê tempo de subir ainda com a luz do dia. Também é solicitado que, antes de descer informem na entrada do parque para que, havendo necessidade, sejam feitos os resgates. Essa descida não estava nos nossos planos e, de qualquer forma não daria tempo de fazer naquele dia. Tiramos mais alguma fotos e voltamos para a área de estacionamento. Compramos 1 Coca e 1 Gatorade na lanchonete por R$ 9,00 e foi ali que nos explicaram que daria para vir pela estrada de Prudentópolis e então voltamos por lá. Na volta, ficamos atentos para encontrar o Mirante dos Saltos Gêmeos, (Salto Barra Grande e Salto Fazenda Velha) para esses dois saltos não existe trilha ou estrada para chegar. Pelo que pesquisei dá para ir de Motocross.. e leva 10 horas entre ida e volta. Encontramos o "mirante" mas vou falar para vocês que essa vista é BEEEEEEEEEEEEEEEEM de longe. Tem que se esforçar para conseguir ver as duas cacheiras lado a lado, tanto que nem fotografei. Chegamos no hotel perto das 19h00 tomamos banho, comemos o ultimo sanduiche que eu havia feito e não saímos mais. O dia foi longo e no dia seguinte teríamos varias outras trilhas para fazer! Saldo do dia valores para 2 pessoas. Pedágios: R$ 32,50 Rickli: R$ 10,00 Bebidas: R$ 13,00 Hospedagem: R$ 420,00 (3 diárias) Total: R$ 475,50 2º Dia - 1ª Parada Salto São Sebastião. Acordamos cedo, tomamos café da manhã e um Dorflex pras pernas (hahaha sedentários!) e fomos para a primeira cachoeira do dia, o Salto São Sebastião. Ele fica a 30km do hotel, sendo 15km em entrada de chão. Essa estrada, assim como as duas que pegamos ontem também é muito boa e bem sinalizada. Também em propriedade privada, essa trilha dá vista para duas cachoeiras, a São Sebastião e a Mlot. As quedas ficam uma de frente para a outra, literalmente. Há uma trilha que desce até a base das cachoeiras mas não fizemos. O dono do local falou que ela estava muito lisa em função das chuvas e que ele, particularmente, não recomendava a descida. A gente tinha a intensão de descer nessa mas não somos o tipo de pessoas que nos arriscaríamos e se o dono do lugar diz que é melhor não, a gente escuta! Além dessa trilha para a base existem mais três trilhas, uma que leva para uma área tranqüila do rio, boa para banho, uma segunda trilha que leva para uma gruta e uma cachoeira menor, que também possui espaço para banho e a terceira trilha que leva para o topo da cachoeira. Conhecemos os 3 lugares e optamos por entrar na água na terceira, na cabeceira do São Sebastião. Ali o chão tem mais pedras deixando a água menos barrenta. A maior parte do tempo estávamos só eu e o Vini, depois apareceram mais 2 casais. Como a nossa intensão era fazer a trilha e acabamos não fazendo ficamos bastante tempo curtindo o banho de rio. Na volta compramos 2 águas (3 reais cada), pagamos a entrada (10 cada) e seguimos para o próximo destino, mas não sem antes de pegar mais uma trilhazinha para ir até o mirante do São Sebastião e vermos a cachoeira de frente! 2º Dia - 2ª Parada Recanto Perehouski. Seguindo na mesma estrada de chão no sentido Prudentópolis em 5km paramos no Recanto Perehouski para almoçar. Diferente do Rickli o Perehouski estava impecavelmente bem cuidado. O atendimento era de uma simpatia sem fim, e a comida maravilhosa. A região de Prudentópolis é de colônia Ucraniana então tivemos um almoço típico e caseiro! É importante ligar e reservar o almoço pois eles fazem sob demanda. Nós não ligamos e tivemos sorte, por ser feriado eles estava servindo e puderam nos atender. Além do almoço (que vou falar de novo, tava ótimo!) o recanto possui uma trilha circular tem várias quedas D’águas propícias para o banho, o trajeto todo tem um pouco menos de 1km. A entrada é de R$ 10,00 e o almoço é R$ 25,00, com bebidas a parte por R$ 5,00 a lata. Ficamos lá cerca de duas horas mas logo depois do almoço saímos para a terceira parada do dia! Ahhh, para que interessar lá existe área de camping! 2º Dia - 3ª Parada RPPN Ninho do Corvo. A RPNN Ninho do Corvo é uma propriedade que faz divisa com o Recanto Perehouski, a entrada de uma para a outra dista menos que meio km. No Ninho do Corvo são oferecidas atividades de turismo de aventura. Optamos pelo pacote completo com Tirolesa seca com 170 metros de extensão (realizada duas vezes) a Rapelesa um rapel de 70 metros sobre o Cânion Barra Bonita e a Cachoeira da Divisa e a Corvolesa, uma tirolesa de velocidade controlada feita dentro do Cânion com banho de cachoeira na decida e que termina com uma bundada daquelas na água haha Para essa atividade deixamos a câmera no carro e como ainda não compre uma Gopro =( não tenho registro pois não tinha como levar a câmera só para metade do trajeto para não molhar no final. Ao meu ver Ninho do Corvo é a propriedade privada mais bem estruturada das que visitamos, o pacote com as três atividades ficou R$ 180,00 por pessoa e do início até a volta (que é feita por uma trilha de nível fácil, com não mais que 1 km) dura aproximadamente 2 horas. A experiência é incrível, e super segura, recomendo! Ainda demos sorte de conhecer uma família sensacional que estava hospedada no Ninho do Corvo e que fez as atividades conosco, que já fariam valer o passeio! Do Ninho do Corvo voltamos para Prudentópolis. Paramos em um posto de gasolina e compramos besteiras para comer (tipo amendoim e sorvete) e voltamos para o hotel. Não sei se era o cansaço ou o que mas não estávamos com fome então só beliscamos esses salgadinhos e fomos dormir. Saldo do dia valores para 2 pessoas. São Sebastião: R$ 26,00 (2 entradas + 2 águas) Perehouski: R$ 85,00 (2 entradas + 2 almoços + 3 bebidas) Ninho do Corvo: R$ 360,00 (2 circuitos completos com as três atividades) Besteiras posto: R$ 23,00 Total: R$ 494,00 3º Dia - 1ª Parada Mirante Salto São João. Acordamos no terceiro dia com mais dores na panturrilha e mais vontade de conhecer cachoeiras! A primeira parada nesse dia foi no Mirante Salto São João. Aqui é o lugar onde a prefeitura está investindo mais, (ou primeiro). Está sendo montado uma estrutura digna de Foz do Iguaçu (dada obviamente as proporções) uma grande entrada, com estacionamento com vagas preferenciais, uma lanchonete e loja de conveniência, banheiros e um auditório para palestras. A trilha para o mirante é super curta, tem em torno de 100 metros e é toda feita em passarela elevada, novinha. Linda de se ver. Os funcionários que estavam lá, e me perdoem eu não lembrar os nomes, nos explicaram que está sendo concluído o acesso até a parte de cima do Salto São João, (inclusive que vai ser um a trilha com acessibilidade para cadeirantes e larga o suficiente para passar uma ambulância) e que nos próximos 1 ou 2 meses já deve estar pronta. Achei sensacional esse cuidado e atenção para tornar os atrativos acessíveis! Falaram também que existe um projeto que está sendo terminado para também ser feita uma trilha de passarela até a parte baixa do salto, permitindo a entrada na água. Eles nos explicaram que, até pouco tempo o acessa a parte de cima do salto São João era feita por uma propriedade privada, mas que a queda não faz parte dessa propriedade, nos contaram que o IAP proibiu a exploração por essa fazenda particular pois eles estavam cobrando entrada e que, no projeto inicial, a trilha se iniciaria ali no mirante e sairia por essa propriedade mas que o dono não gostou, queria continuar com a entrada e como quem muito quer nada tem ficou sem nada. As trilhas serão ida e volta e não mais circulares e não permitirão que ele explore o turismo na propriedade dele com uma lanchonete, por exemplo. Mas enfim, a questão é que, com a proibição do IAP não era permito chegar até o salto então tivemos que nos contentar com o Mirante, que tem uma vista maravilhosa, diga-se de passagem! Talvez essa seja a cachoeira mais bonita de todas, por sinal pena não estar tudo pronto ainda. Por indicação dos funcionários pegamos uma estrada de terra secundária para chegarmos ao Salto Sete, a ultima cachoeira que visitamos! 3º Dia - 2ª Parada Salto Sete Rodamos 10km e chegamos a propriedade Salto Sete. Lá também é propriedade privada e cobram 10 reais de entrada. A trilha, com 1 km leva até a parte alta da queda. Nessa local também pode-se praticar rapel. (Não perguntamos o preço) Atravessando o rio e seguimos pela continuação de trilha, com mais 1 km que leva até a base da cachoeira onde existe um fosso para mergulho. O salto possui 77 metros de queda livre, então a trilha é puxadinha e íngreme, mas nada impossível de ser feita. Descemos e quando chegamos fomos surpreendidos com um visual sensacional! Novamente demos muita sorte pois encontramos pessoas na trilha mas lá em baixo não havia ninguém, a cachoeira era todinha nossa! Ficamos um bom tempo lá curtindo o visual, tomando sol na pedra e nos refrescando na água do salto e só quando as nuvens começaram a dar sinal de chuva no céu foi que decidimos encarar a subida. Lá estávamos nós, talvez a 5 minutos na trilha quando uma vespa (?) amarela horrível e sedenta de sangue me picou no joelho esquerdo, por cima da calça. A dor meus amigos, é insuportável.. aí o que que a espertona aqui fez? Bateu na vespa (?) que saiu de uma perna e fincou na outra hahaha é muito azar não? Dizem que assim como as abelhas as vespas - se é que aquele monstro horrível (hahahaha) era um vespa -morrem depois que picam alguém pois o ferrão fica na pessoa. Acho que, do jeito que eu bati nela e do jeito que sou sortuda consegui fazer com que o ferrão não soltasse e desse tempo de ela me ferroar uma segunda vez! Cara, queima até alma, e eu sou uma pessoa meio urbana demais para essas coisas. Já rola um medo do veneno ir por coração e eu morrer, do veneno maligno mutante mortal.. Enfim, meu marido, que sempre ia na frente na trilha fez com que eu passasse na frente e fosse ditando o ritmo da subida, porque afinal não tinha muito o que fazer. Era subir com dor, ou ficar ali com dor também. Dei uma chorada no caminho mas sobrevivi haha. Não bom o bastante, nos talvez últimos 10 metros de trilha apareceu uma cobra, que jamais saberemos se era verdadeira ou falsa coral. Mas é aquilo, 3 dias de trilha e nenhum tombo? Tinha que pelo menos ter uma picada de bicho estranho pra parecer que tínhamos saído da cidade. haha No fim, compramos 2 águas e 1 coca (10 dinheiros) e voltamos para a cidade encerrando assim o ciclo de cachoeiras de Prudentópolis. Na volta paramos para comer no Chalé Costenaro e aproveitamos para comprar Cracóvias para levar para Curitiba, uma espécie de Salame produzida na região. Passamos em uma farmácia que a minha perna ainda tava doendo, compramos anti-alérgico e pomada e voltamos para o hotel. Banho tomado, demos uma dormida de tarde e saímos para jantar na cidade. Na quadra do hotel tinha uma pizzaria e foi ali mesmo que entramos, não tava conseguindo andar direito. Pegamos uma pizza grande uma coca de 1,5 litro, comemos até não poder mais, e voltamos para o hotel dormir. Saldo do dia valores para 2 pessoas. Salto Sete: R$ 30,00 (2 entradas + 3 bebidas) Chalé: R$ 130,00 (2 almoços + 2 bebidas + 2 Cracóvias e 1 saquinho de doce de leite) Farmácia: R$ 40,00 (antialérgicos + dorflex + bebidas) Pizarria R$ 45,00 (pizza grande + bebida) Total: R$245,00 4º Dia – Volta para Curitiba No dia seguinte só acordamos, tomamos café e pegamos a estrada para Curitiba. Se quiséssemos economizar poderíamos ter dormido um dia a menos na cidade, mas teríamos que pegar 3 horas de estrada depois de fazer as cachoeiras pela manhã e achamos que seria muito cansativo. Saldo do dia valores para 2 pessoas. Pedágios: R$ 32,50 Total da viagem R$ 1.247,00 gastos para duas pessoas. Espero que esse meu relato incentive vocês a conhecer a região. É lindo demais e vale super a pena! Tirando uma ou outro atividade é tudo super barato então dá tranqüilo pra se programar e ir!
  2. Mike Weiss

    Prudentópolis

    opa... eu to dentro. ainda mais se passar no salto S Chico
  3. Salve! Bora pra mais um relato?! Dessa vez é de uma trip de 3 dias para a terra das cachoeiras gigantes,Prudentópolis e as cidades ao lado!! Prudentópolis, situada na região centro-sul do Paraná, tem mais de cem cachoeiras catalogadas em todo o seu território. As quedas variam entre 80 e quase 200 metros de altura. O Salto São Francisco é considerado o maior do Sul do Brasil com 196 metros de altura,é metro pra caramba! Vou passar algumas distancias de algumas cidades chaves: Curitiba: 204 km – acesso pela BR – 373 Ponta Grossa: 113 Km Londrina(De onde fomos): 340 Km Maringá: 363 Km São Paulo: 606 Km Primeiramente,falarei do Camping que ficamos,o Recanto Perehouski. Um camping com uma estrutura muito boa,tranqüilo,excelente para famílias e amigos. Ele por si só,já é uma atração e tanto,conta com cachoeiras,trilhas e grutas! Alem de uma vendinha com diversos produtos caseiros,é possível desfrutar de café da manhã e almoço no local,a Dona Izabel oferece comidas típicas Ucranianas,não provamos,mas ouvimos dizer que é muito boa! Contato para o Camping: Dona Izabel 42 – 3446-3329 Distancia do Camping: Cerca de 23,2 Km da cidade de Prudentopolis (É só pegar sentido as rotar das cachoeiras,sem erro,estrada de chão,mas tranqüila para carros baixos) Salto São Francisco Distancia do camping: 45 Km Passamos o primeiro dia apenas curtindo no camping,e saímos cedo na outra manhã,para conhecermos o famoso Salto São Francisco,a maior queda do Sul do Brasil e 5º maior do país! São 45 kms do camping que ficamos,em uma pistinha simples,de terra,com muita subida! Em dias chuvosos,carros baixos e sem tração podem ter certa dificuldade pra chegar,mas pode se optar de voltar pela estrada e ir pelo asfalto,aumenta a distancia,mas garante o passeio! Optamos por irmos pela terra,afinal estávamos com uma camionete 4x4,dava pra dar uma brincada kkkk! Chegamos na entrada do parque,estacionamos e não é cobrado taxa nenhuma,existe um mirante onde se pode ver a queda do Salto de cima,e existe também uma outra cachoeira bem bonita,porém pequena(perto do São Francisco),mas boa para se banhar! Quem não tem disposição,ou tem dificuldade,ou esta com crianças e idosos,pode preferir esse passeio,que vai ser bem proveitoso! Mas para os aventureiros de plantão,que não se contentam em vê-la de longe,partir para trilha e ir para o pé da monstra,é o canal! Gastamos cerca de 2 horas para chegar em baixo dela,trilha tranqüila,mas nos últimos 800 metros,é necessário algumas subidas em pedras cheia de lodo,portanto,CUIDADO! A força da água é sensacional,não da pra chegar muito perto dela,a vista de baixo,imponente demais a Cachu,sem duvida,vale todo o esforço pra se chegar nela! Voltamos e comemos coxinha e churros no restaurante do parque,hehe,larica feita,voltamos para pernoitar no camping! Salto São Sebastião e Mlot Distancia do Camping: 5 Km Partimos cedo para esse outro role,são muitas opções de cachoeiras,mas como só tínhamos mais um dia,optamos por essas 2,por serem uma de frente com a outra,matamos 2 coelhos com uma cajadada hahaha. Pertinho do camping que ficamos,é cobrado a taxa de R$ 10,00 por pessoa para entrar,na fazenda desse salto,existe área pra camping,parece ter uma estrutura maneira! Descemos para a trilha,eu fiz a burrada de descer descalço,pois não dá 1 km de trilha,mas o barro e a umidade do lugar,fazem o caminho virar um sabão! Pelo menos deu uma adrenalina maneira,que não existiria se tivesse ido de tênis(caso não queira essa adrenalina,vá de tênis kkk). A trilha da descida requer um pouco de cuidado,cordas auxiliam e é bem íngreme,requer muita atenção. Os dois saltos são maravilhosos,o São Sebastião 120 m de queda e o Mlot 130 m,dois gigantes!! Há também uma gruta na fazenda,vale a pena conhecer!! Terminamos o role e voltamos pra Londrina com mais essa experiência pra passar pra vocês!! Relato: Renan Calixto PassoForte Trekking
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