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Olá viajante!

Bora viajar?

(Nova York), Paris, Londres, Berlim e Roma - Janeiro/Fevereiro 2011

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Olá, fiz uma viagem por 4 países da europa em janeiro/fevereiro desse ano, e como o mochileiros.com foi muito útil no planejamento dessa viagem, nada mais justo que tentar retribuir o apoio. Tentarei fazer um breve relato da viajem (o que não será fácil), sem muitos detalhes do dia a dia para não ficar muito cansativo, mas irei dar algumas dicas que achei interessante. E estarei a disposição para responder qualquer pergunta.

 

Algumas dicas gerais antes da viagem: Evitem voar em cias low cost. Por mais difícil que seja imaginar um mochilão na Europa sem voar Ryanair ou EasyJet, tentem fugir delas. Se planejar a viagem com certa antecedência, e comprar as passagem com antecedência (2 ou 3 meses), você consegue comprar passagens em cias tradicionais por um valor um pouco acima do preço de uma low-cost. E o serviço e a comodidade não se comparam. Por exemplo, um vôo Londres-Berlim, pela British Airways, saiu umas 20 libras mais cara do que na EasyJet. Só que a BA opera em aeroportos centrais, servidos por bons (e baratos) sistemas de transporte público, o que gera uma grande economia de tempo e de dinheiro. Então, pesquisem bem, e tentem comprar com antecedência, pois por uma diferença pequena na tarifa, evita-se uma viagem espartana nas low-cost.

Outra “detalhe” que demanda um certo cuidado é o horário dos vôos, geralmente os vôos baratos saem muito cedo, ou muito tarde. E lembrem-se que deve chegar ao aeroporto com 2 horas de antecedência., assim, para um vôo as 7:30 da manhã, tem que acordar por volta das 4:30 para se arrumar e chegar ao aeroporto a tempo, sem contar que isso é um tanto quanto desgastante, ficando difícil aproveitar bem o resto do dia na nova cidade. Sem contar que não é qualquer cidade que o transporte público começa a funcionar tão cedo. E todo mundo fala, não conte o dia de chegada nem o de saída, como dia útil de viagem, sempre vai perder no mínimo meio dia de deslocamento (entre arrumar a mochila, ir p/ aeroporto/ estação, a viagem em si, fazer check-in no hostel, etc), fora a canseira que isso dá dependendo da distância.

A viagem na verdade começou por NY, onde fui com minha família e ficamos 10 dias por La. Foi uma viagem bem família mesmo, sem albergues e sem economizar na comida, então preferi deixar fora do relato.

Outra dica, que pode parecer um pouco estranha, é não “perder” muito tempo em atrações turísticas. Explico: as vezes você fica 2 horas na fila subir na Torre Eiffel p. ex., debaixo do sol, etc. As vezes vale “pular” esse passeio e gastar o tempo em coisas mais agradáveis. Eu li uma vez, não me lembro onde, que as vezes pontos turísticos são apenas isso, lugares para atrair turistas. Eu penso que eles devem ser pontos que servem como referencia nos lugares. Óbvio que você vai visitá-los, mas eu acho que o legal da viagem é “viver” o estilo da cidade, sua cultura, seu dia-dia, sua culinária, suas pessoas. Descobre-se muito mais coisas interessantes andando do Champs de Mars ao Jardin dês Tuileries do que ficando 2 horas em uma fila, descobre-se igrejas pouco conhecidas, restaurantes ótimos com preços excelentes, ruelas que parecem ter saído de um filme... Opinião um pouco polêmica essa, mas vale a pena pensar um pouco sobre isso. Viajar é muito mais do que conhecer o fotografar pontos turísticos.

E invistam em um bom guia, ajuda demais no planejamento, e recomendo muito o o guia do viajante criativo para a Europa (http://compare.buscape.com.br/guia-criativo-para-o-viajante-independente-na-europa-zizo-asnis-8587896016.html). Guia excelente. Mas independente de qual escolher, não deixem de levar um bom guia.

Para essa viagem, levei 100 euros por dia, o que acabou sendo muito. Com isso, deu p/ dormir em bons albergues, em quartos com no maximo mais 3 pessoas, comer muito bem, e não pular atrações por falta de dinheiro, e mesmo assim eu ainda trouxe dinheiro de volta. Se apertasse um pouco o cinto daria para fazer essa viagem com 60 euros por dia tranquilamente. Ah! Levei 30% em cash e o resto no VTM, que é extremamente prático.

A câmera usada na viagem foi uma Canon sx210, as vezes com um tripé “gorilapod” (http://joby.com/gorillapod/original/) que eu comprei no mercadolivre por uns R$25. E a mochila foi uma trilhas e rumos de 75 litros (http://www.submarino.com.br/produto/28/21537883/mochila+de+75+lts.+montanha+-+cinza+-+trilhas+e+rumos), com uma capa para transporte da POC (para proteger a mochila na hora de despachá-la no aeroporto).

Eu ligava para casa com um smartphone com Skype instalado, antes de viajar eu coloquei R$25 na minha conta do skype, e durou o viagem toda, falando uns 15 minutos quase todos os dias.

 

Paris

 

Dia 24/01 fiz o trecho JFK-CDG, de AirFrance. A Cia. É fantástica, a melhor que já voei até hoje, com um sistema de entretenimento individual muito bom, avião novo, e a comida não deixou a desejar. O voo saiu do NY às 16:00h, fui para o aeroporto (sozinho) com o GoAirLink por U$22 (http://www.goairlinkshuttle.com), ótimo serviço de shuttle.

A diferença de fuso horário foi de 6 horas, cheguei em Paris 6 horas da manhã (meia noite em NY), com um jet-lag horrível. Entre o avião pousar e eu sair do terminal do CDG foram uns 90 minutos mais ou menos.

Os franceses, ao contrário do que todos falam, não são rudes, pelo contrário, são muito prestativos. Falo um francês muito básico (3 meses de aulas), e quando eles percebem que você tenta falar a língua deles, eles respondem (muitas vezes em inglês) às perguntas com muita paciência. A dica é fazer a abordagem em francês (decorando algumas frases básicas), e assim a “conversa” flui bem, seja em inglês, espanhol, gestos, enfim, qualquer coisa.

A imigração (que eu tinha muito medo) foi muito tranqüila, literalmente não durou 20 segundos, o oficial só carimbou o passaporte, não fez UMA pergunta.

No aeroporto fui seguindo as placas para o RER B, para Paris até chegar na “estação” do aeroporto, onde comprei o bilhete do trem por 8 Euros. Mais 40 minutos de trem até a (gigantesca) estação de chatelet les halles, onde troquei para o metrô até a Bastille, e da La, andei uns 400 metros até o albergue.

Fiquei no Bastille Hostel (em quarto individual, 30 euros/dia), que não recomendo. Apesar do quarto individual (com chuveiro) pelo preço de um dormitório, o albergue era meio paradão, não encorajava muito a interação com os outros mochileiros, o staff não era muito prestativo, o café da manhã (grátis) era apenas pão (ruim) com manteiga ou geléia e café com leite ou chocolate quente, e o albergue tem uma ridícula política de lock-out, o albergue fecha todos os quartos das 11h da manhã até 4 da tarde, você simplesmente não pode ficar no quarto, então nada de sair de noite, nem de querer descansar de tarde depois de um longo voo . A localização é ótima, mas enfim, para quem viaja sozinho não recomendo.

Como eu não pude subir para o quarto quando eu cheguei, deixei a mochila no albergue e saí para andar, meio sem rumo. Peguei o metrô e desci na estação Ópera, andei um pouco na região, almocei em um restaurante nas Galerias Lafayette (um prato gigante de frutos do mar e uma taça de vinho por 14 euros), e com direito a essa vista.

 

 

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Paris não é uma cidade barata, mas também não é nada absurdo. Com 8 euros come-se MUITO bem em padarias ou supermercados (Monoprix, há vários espalhados pela cidade), ou 15 euros em restaurantes, mas não com a mesma fartura (salvo exceções, como essa da Galerias Lafayette. Nessa cidade vale a pena gastar um pouco mais de vez em quando e comer em um bom restaurante um prato típico da França. Apesar de que a melhor coisa que eu comi em Paris foi o velho croissant, que os franceses sabem fazer como ninguém.

Depois fui andando até a Torre Eiffel, que não é muito perto, mas é uma caminhada fantástica, ainda mais no primeiro dia na cidade. Paris é uma cidade única, diferente de qualquer outra, todo mundo deveria ir à Paris ao menos uma vez. Não é perfeita, me surpreendi com o tanto de mendigos e com a limpeza das ruas deixando um pouco à desejar. Já nesse primeiro dia comprei o NaviGo Découverte, que trás uma GRANDE economia no metrô, foram mais ou menos 27 euros para uma semana de uso do metrô, com viagens ilimitadas. (Levem do Brasil um foto 3x4 para usar no NaviGo, vão economizar 5 euros com isso).

No segundo dia (o único dia de chuva em Paris), fui ao Louvre logo cedo (entrada: 10 euros). Tinha uma fila de uns 10 minutos para entrar, mas pelo museu ser muito grande, não dava a impressão de estar cheio da dentro. Esse museu merece no mínimo meio dia, e não tentei conhecer tudo, foquem em uma área de interesse (esculturas, quadros renascentistas, artefatos egípcios, etc). Depois de umas 6 horas por La, a chuva parou e fui andando até o hotel dês invalides, passando pelo jardim de tuileries, place de La conrode, etc. Não entrei no Hotel pois não valia a pena, estava próximo da hora de fechar, então segui (de novo) para a torre Eiffel, onde tirei algumas belas fotos da torre desde o Trocadéro.

 

 

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No terceiro dia fui logo cedo até a Place Saint-Michel, de onde partia o walking tour de Paris. Essa é talvez a principal dica de mochileiro para a Europa. Nas principais capitais européias há grupos de guias que fazem walking-tours gratuitos (tem que dar apenas gorjetas, se quiser, e quanto quiser) pelos principais pontos da cidade, sempre com muita história e muita descontração, e sempre com ótimos guias. (http://www.neweuropetours.eu).

O tour em Paris durou umas 3 horas, e acabou no Petit Palais. Depois, aproveitando o dia mais claro, fui com um pessoal do grupo da manhã para a Torra Eiffel (mais uma vez), e subimos nela (infelizmente até o segundo andar, pois o último estava fechado), o ingresso custou 11 Euros.

Depois da vista à torre, fomos até a basílica de sacre coeur, de onde tem uma vista belíssima da cidade. Na escadaria para a Basílica tem que tomar cuidado com os imigrantes que aplicam o “famoso golpe da cordinha”. Eles ficam em grupos de 3 ou 4 e são bem insistentes, chatos, mas não são perigosos. Basta seguir as dicas de sempre, mãos no bolso, e o “no” mais incisivo se eles insistirem muito em te “vender” uma pulseira.

Atenção a um golpe que não conhecia, e acabei caindo: Um grupo de 3 ou 4 imigrantes te abordam extremamente simpáticos e pedem p/ assinar um abaixo-assinado p/ democracia em algum país africano (no meu caso foi a Tunísia). Ao assinar o papel, eles dizem que vc tem que pagar 20 euros, pois vc assinou o papel, e o dinheiro é p/ luta pela democracia; eles usam a estratégia da pressão, são 3 ou 4 pressionando p/ conseguir o $$, e na hora vc acaba dando. Eu tinha uns 3 euros no bolso, que eu dei p/ eles e saí andando, mas ainda ficaram reclamando.

Depois da Basílica, andei pela região de Montmartre até o Moulin Rouge. Fui só para tirar foto mesmo, pois acho insano pagar mais de 100 euros para assistir um musical. A região me decepcionou um pouco, apesar de ser uma região bastante turística, a prostituição é muito escancarada, e o tráfico nas ruas não é tão velado. Da uma sensação de insegurança (ainda mais sozinho e de noite), é uma região meio vulgar. É melhor ir de dia, quando as coisas estão mais light.

No outro dia fui até o Palácio de Versailles, com o pessoal do walking tour (dessa vez pago, 28 euros, mas com o transporte e o ingresso para os JARDINS inclusos), não inclui o interior do Palácio. Apesar de bem caro, o passeio vale a pena, os jardins (mesmo no inverso) são fantásticos, e o fez um roteiro fantástico pelos jardins, sempre com muita, muita história. Diziam que não valia a pena entrar no Palácio, mas como já estava por la, resolvi ser um pouco teimoso, e depois do passeio, gastei mais 15 euros pata entrar no Palácio para descobrir que realmente não valia a pena. Dentro do gigantesco palácio, pode visitar apenas uns 20 cômodos, e a única coisa que faz passar um pouco a raiva de ter gastando 15 euros para entrar é o Salão do Espelhos, realmente impressionante. Dica: no inverno vão muito bem agasalhados, pois há um vento constante nos jardins que faz a sensação de frio aumentar muito.

 

 

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No terceiro dia fui logo cedo até a Place Saint-Michel, de onde partia o walking tour de Paris. Essa é talvez a principal dica de mochileiro para a Europa. Nas principais capitais européias há grupos de guias que fazem walking-tours gratuitos (tem que dar apenas gorjetas, se quiser, e quanto quiser) pelos principais pontos da cidade, sempre com muita história e muita descontração, e sempre com ótimos guias. (http://www.neweuropetours.eu).

O tour em Paris durou umas 3 horas, e acabou no Petit Palais. Depois, aproveitando o dia mais claro, fui com um pessoal do grupo da manhã para a Torra Eiffel (mais uma vez), e subimos nela (infelizmente até o segundo andar, pois o último estava fechado), o ingresso custou 11 Euros.

Depois da vista à torre, fomos até a basílica de sacre coeur, de onde tem uma vista belíssima da cidade. Na escadaria para a Basílica tem que tomar cuidado com os imigrantes que aplicam o “famoso golpe da cordinha”. Eles ficam em grupos de 3 ou 4 e são bem insistentes, chatos, mas não são perigosos. Basta seguir as dicas de sempre, mãos no bolso, e o “no” mais incisivo se eles insistirem muito em te “vender” uma pulseira.

Atenção a um golpe que não conhecia, e acabei caindo: Um grupo de 3 ou 4 imigrantes te abordam extremamente simpáticos e pedem p/ assinar um abaixo-assinado p/ democracia em algum país africano (no meu caso foi a Tunísia). Ao assinar o papel, eles dizem que vc tem que pagar 20 euros, pois vc assinou o papel, e o dinheiro é p/ luta pela democracia; eles usam a estratégia da pressão, são 3 ou 4 pressionando p/ conseguir o $$, e na hora vc acaba dando. Eu tinha uns 3 euros no bolso, que eu dei p/ eles e saí andando, mas ainda ficaram reclamando.

Depois da Basílica, andei pela região de Montmartre até o Moulin Rouge. Fui só para tirar foto mesmo, pois acho insano pagar mais de 100 euros para assistir um musical. A região me decepcionou um pouco, apesar de ser uma região bastante turística, a prostituição é muito escancarada, e o tráfico nas ruas não é tão velado. Da uma sensação de insegurança (ainda mais sozinho e de noite), é uma região meio vulgar. É melhor ir de dia, quando as coisas estão mais light.

No outro dia fui até o Palácio de Versailles, com o pessoal do walking tour (dessa vez pago, 28 euros, mas com o transporte e o ingresso para os JARDINS inclusos), não inclui o interior do Palácio. Apesar de bem caro, o passeio vale a pena, os jardins (mesmo no inverso) são fantásticos, e o fez um roteiro fantástico pelos jardins, sempre com muita, muita história. Diziam que não valia a pena entrar no Palácio, mas como já estava por la, resolvi ser um pouco teimoso, e depois do passeio, gastei mais 15 euros pata entrar no Palácio para descobrir que realmente não valia a pena. Dentro do gigantesco palácio, pode visitar apenas uns 20 cômodos, e a única coisa que faz passar um pouco a raiva de ter gastando 15 euros para entrar é o Salão do Espelhos, realmente impressionante. Dica: no inverno vão muito bem agasalhados, pois há um vento constante nos jardins que faz a sensação de frio aumentar muito.

 

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No outro dia fui para a Disney Paris. Comprei os ingressos ainda no Brasil por 56 euros, os dois parques. Eu sou um fã de Disney, então nem preciso comentar como foi o dia. O Hollywood Studios é um pouco pequeno, mas muito divertido. A disneyland mesmo me surpreendeu pelo tamanho, estava esperando um parque bem pequeno, mas é um parque muito grande. Achei maior até que a Disney da Califórnia, mas menor que a de Orlando. Não deixa nada à desejar para os demais parques da Disney. Se for nos dois parques no mesmo dia, chegue bem cedo, e comece pelo Hollywood Studios (vai contra a multidão) e depois do almoço vá para a disneyland. Eu fui em um sábado, porque os parques fecham mais tarde, mas não compensa, você tem mais tempo nos parques, só que perde mais tempo nas filas. Eu iria em um dia de semana. E não deixem de usar o fastpass, ele vai te economizar preciosas horas nas filas.

Cheque os horários de funcionamento no site http://www.disneylandparis.co.uk/index.xhtml.

Para chegar la é muito fácil, RER-A até marne la vallée, é a última parada do trem, a estação fica a pouco metros dos portões da dos parques. O trem demora uns 40 minutos e custa 13 euros ida e volta.

 

 

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No último dia na cidade, fui para a île de la cite, onde fica a conciegerie e a catedral de notre dame, além da Saint Chapelle. Era um domingo, estava tendo um feirinha interessante em algumas ruas.

Não fui na Saint Chapelle pois a fila estava muito grande. Também não fui na Conciergerie porque ela estava fechada. Em compensação, fui na Catedral de Notre Dame, que me surpreendeu muito pelo seu tamanho, e quando entrei estava tendo uma missa, com coral de musica sacra acompanhamento de um órgão, fui uma experiência incrível. Depois fui andando, até o Panteão (6 euros), que também foi uma surpresa muito agradável, é muito bonito por dentro, com sua cúpula muito alta, e muito bem trabalhada.

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Depois, fui de metrô até La Defense, que é a parte moderna, a Wall Street de Paris. Não sei se valeu a pena, é na última estação do metrô, e não tem muita coisa para ver.

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E por fim, voltei de metrô até o Museu D’orsay, que não estava no planos, mas de tanto o guia do walking tour falar bem, eu resolvi encaixar no roteiro, e compensou. O museu é mais focado em artistas mais modernos, tem um grande coleção de Van Gogh. A entrada é gratuita para estudantes. Me arrependi de não ter dedicado mais tempo a esse museu.

Em resumo: não importa quantos dias você tem em Paris, não vai dar para fazer tudo o que estava planejado, esqueça =)

Paris é uma cidade grande, o metrô é essencial, mas procure andar sempre que você pode, a cidade é cheia de surpresas e ruas lindas que você só descobre andando. Vale muito a pena “perder” algum tempo para andar de um lugar à outro (quando próximos), ao invés de pegar o metrô.

Paris merece, sem dúvida, pelo menos 6 dias, esse é o mínimo.

No dia de ir embora fui para o metrô bem cedo (7 da manhã) para não pegar o metrô lotado com mochila nas costas, e deu certo, parece que a hora do rush no metrô começa centra 7:30 e 8:00 horas.

Meu trem saiu da Gare de Nord as 9:30, e eu estava na estação as 8:00. Foi desnecessário, o procedimento lá é muito rápido. Entre chegar na estação, passar pelo controle de passaporte francês, e pela imigração inglesa (que é feita ainda em Paris), e sentar para esperar o trem, eu não gastei 20 minutos.

 

 

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Sobre Paris isso é tudo, até o final do carnaval o termino o relato. Espero que estejam gostando :)

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O frio em Paris me surpreendeu um pouco, a temperatura raramente fica mto abaixo do 0º grau, mas tem um vento fraco e constante que joga a sensação térmica la em baixo. Leve uma segunda pele (tem em qualquer loja de equipamentos de aventura) e um bom casaco de inverno (se não tiver compre la). Mas o frio não chega a atrapalhar, da p/ andar na rua normal, tem gente que exagera um pouco.

Eu não lavei roupa em Paris, pq eu tinha roupas para os 6 dias na cidade; mas os hostels tem lavanderia (as maquinas funcionam com fichas que vendem na recepção, geralmente custa 2 euros p lavar, e 2 euros p/ secar, mais 2 ou 3 euros do sabão), agora se vc ficar em hotel eles devem ter algum serviço de lavanderia que cobra por peça de roupa.

A imigração foi a mais tranquila que eu ja passei, meu passaporte tinha só um carimbo americano, mas acho que ele nem viu. Se vc está com td certo, não tem pq eles implicarem, chegue com uma roupa legal, um sorriso no rosto e um bon jour que vc não terá problemas. Qto aos documentos, reservas de hoteis/hostels, seguro saúde, e uns 2 cartões de crédito resolvem (leve uma fatura dos cartões, p/ compravar limite, e um pouco de $$ em espécie - uns 20% do total), as chances de pedirem p/ ver os documentos são mto baixas, é mais uma precaução.

As reservas eu fiz pelo www.hostelworld.com, site bem confiavél.

Acho que isso é tudo, se tiver mais duvidasd pode perguntar ::cool:::'>

abs

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Quanto voce levou em libras para Londres?

O que é esse seguro sa;ude? onde eu faço e qnt custa?

é obrigatório?

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P/ londres eu levei umas 70 libras/dia, das que eu visitei, londres foi a cidade mais cara.

O seguro saúde é obrigatório p/ entrar nos países do tratado de schengen, se eles pedirem e vc não tiver, podem até criar problemas na imigração. Vc pode contratar em qualquer agencia de viagens, não é mto caro, p/ 1 mês vc deve gastar uns U$150.

  • 3 meses depois...
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Danilo parabéns e obrigada pelas dicas, me ajudaram muito. Resolvi de última hora passar por paris em janeiro e estava perdidaça.

Abs.

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Danilo,

muito bom o seu relato. Também vou fazer agora em dezembro/janeiro de 2012 um roteiro parecido. Saio de NYC dia 26/12 e chego em madrid dia 27. fico lá até dia 30, vou para paris (relutei muito mas acabei cedendo e comprei esse trecho pela easyjet). fico em paris até dia 04, vou para munique (de trem) até dia 08 e berlim(aviaão) até dia 12. como vc fez alguns trechos de trem, e andou de metrô vindo ou indo para os aeroportos, minha maior dúvida é em relação a bagagem. vou levar uma mala pequena e uma mochila. é muito inconveniente andar com essas bagagens nesses transportes? vi shuttle, por exemplo, em madri, 15 euros, em paris 23 euros.

Valeu e parabéns pelo relato.

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Danilo parabéns e obrigada pelas dicas, me ajudaram muito. Resolvi de última hora passar por paris em janeiro e estava perdidaça.

Abs.

 

:)

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Danilo,

muito bom o seu relato. Também vou fazer agora em dezembro/janeiro de 2012 um roteiro parecido. Saio de NYC dia 26/12 e chego em madrid dia 27. fico lá até dia 30, vou para paris (relutei muito mas acabei cedendo e comprei esse trecho pela easyjet). fico em paris até dia 04, vou para munique (de trem) até dia 08 e berlim(aviaão) até dia 12. como vc fez alguns trechos de trem, e andou de metrô vindo ou indo para os aeroportos, minha maior dúvida é em relação a bagagem. vou levar uma mala pequena e uma mochila. é muito inconveniente andar com essas bagagens nesses transportes? vi shuttle, por exemplo, em madri, 15 euros, em paris 23 euros.

Valeu e parabéns pelo relato.

 

Obrigado Victor ::cool:::'>

Na europa eu vi bastante gente andando com malas no metro. Não é muito pratico, pq vc tem que subir e descer escadas, estações lotadas dependendo do horário, passar por catracas, e algumas (poucas) calçadas não são mto amigaveis com malas. Ja viajei com uma mala pequena uma vez, e por isso resolvi investir em uma mochila p/ europa...hehehe

O shuttle em paris está com um preço razoável, as vezes compensa p/ vc. É possivel viajar com uma mala pequena, mas se der, compre uma mochila, e pensa que vc vai usá-la nas suas proximas viagens.

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Danilo,

valeu pelas dicas. estou receoso com relação a mochila, pois não tenho muito a manha de tamanho e quanto de roupa que cabe (e como será inverno), fico com receio de passar apertado!!

mas valeu, vou olhar umas mochilas aqui!!

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Victor,

vc vai ficar surpreso com o tanto de coisa que cabe em uma mochila de 75 litros. Eu tb achava que não iria caber nd na mochila, mas fiquei surpreso com o tanto de coisa que coloquei dentro dela. Ainda tem algumas de 90 litros, mas achei que seria ruim p/ carregar.

Não vi se eu citei isso no relato, mas essa trilhas e rumos que eu levei, comprei no submarino por R$199, bem mais barata que as outras que eu pesquisei.

Boa viagem!! Qualquer coisa estamo ai :)

  • 2 meses depois...
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Danilo, ninguem me ajudou tanto quanto vc ! estou indo com meu filho agora em janeiro de 2012 ( dia 23 ) e estou meio confuso com relacao ao transporte......vou fazer paris , roma , berlin e londres.....o que acha, vale a pena ir de trem ou de aviao ? parabens pela postagem arrumada ! abs

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