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Viagem à Bolivia - La Paz - Salar de Uyuni - Sucre - Copacabana - Rodovia da Morte


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Parabéns pelo relato e pela viagem. Ano passado fiz uma viagem bem parecida com a sua apenas pela Bolívia, o link para o relato está abaixo. Um dia também quero voltar à Bolívia, até porque existem outras cidades por lá pouco explorados por turistas que tem muito a oferecer. Abraço!

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  • 1 mês depois...
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Belo reato pco. Desejo fazer essa viagem a Bolivia e outubro.

Como vc disse no relato Uyuni não é tão movimentado assim.

Eu farei só La Paz e Uyuni, descobri um onibus q faz esse trajeto, fico meio bolado na passagem de volta de Uyuni - La Paz.

Mas vamos q vamos.

Só quero fazer Coroico, Chalcantaya e Uyuni.

Poderia ir pelo deserto do atacama, mas já conheço e, infelizmente, não tive tempo de ir a Uyuni. Então farei essa viagem só para ir a Uyuni, virou questão de honra rs.

Como te disse de La Paz a Uyuni aparentemente é tranquilo^atraves desse leito (dizem q é rss) . Mas fico preocupado ao regressar do passeio ao Salar de arrumar passagens para La Paz.

Vc acha q deve ser tranquilo arrumar esse onibus de volta a La Paz??? É facil andar por Uyuni, pois imagino q sendo uma cidade pequena deva ser tranquilo.

Valeu

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André,

 

Como disse a viagem de La Paz a Uyuni não é muito confortável (mas já viajei em condições bem piores no Brasil), mas eu voltaria hoje sem nenhum problema, é muito bonito e interessante. Acredito que com onibus deve ser bem melhor. Com relação à volta de Uyuni para La Paz, compre a passagem antes de fazer o passeio de 3 dias e você estará garantido.

A viagem, na verdade, é bem tranquila. Só não é aconselhável para patricinhas e gente desse tipo, para outras pessoas é normal.

 

Um abraço,

 

Elias

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  • 1 mês depois...
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Elias,

muito bacana seu relato! Saiba que "chupinzei" várias informações para a construção do meu próprio roteiro - que acontecerá em agosto/setembro deste ano, começando em La Paz, entrando no Chile pelo Atacama e descendo até a região dos Lagos (Pucón/Puerto Varas).

 

As fotos também estão muito boas - tenho também o costume de tirar fotos de motivos diversos... Aquelas que tirou dos nativos, captadas sem eles fazerem "pose", ficaram ótimas! (o que aconteceu? Você pediu que eles fizessem "cara de paisagem" enquanto tirava as fotos? hehehe)

 

Agora, me diz uma coisa: você se lembra de onde se hospedou nas cidades de La Paz, Copacabana e Uyuni? Navegando pelos relatos no Mochileiros, tem várias indicações de hostels. Quero saber as suas!

 

Abraço

Mendes

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Mendes,

 

Com relação às fotos, eu realmente gosto muito de fotografar e comprei uma Sony HX1 que possui um recurso que qualquer um que goste de fotografar não dispensaria: é que o display dela "vira" e é possível tirar fotos com a máquina bem acima ou bem abaixo do rosto. O que eu fazia era pendurar a máquina no pescoço (como todo mundo faz quando não está utilizando a máquina), mas a minha estava ligada e discretamente eu fazia as fotos.

 

Com relação à hospedagem em La Paz fiquei no Hotel Sagarnaga e no Milton, ambos estão na mesma região que é excelente porque são lotadas de turistas e assim fica mais fácil não ser notado na multidão. Eles ficam na calle Sagarnaga e na Llampu (ou Illhampu, não me recordo, embora seja fácil verificar no Google maps). Se fizer a reserva no Brasil, só reserve um ou dois dias (por comodidade) porque lá é mais barato. Não faça como eu que paguei lá o mesmo preço daqui. Eles são muito simpáticos, mas verifique outros hoteis similares para saber se vc está pagando o preço de mercado.

 

Em relação aos hoteis em Copacabana e Uyuni são bem simples e sinceramente não me lembro dos nomes, mas tenho certeza que será fácil encontrar hospedagem.

 

Um abraço,

 

Elias

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Mendes,

 

Eu emburreci porque não lembro direito como carregar uma foto na mensagem, mas segue uma foto da HX1 com o visor na posição "engana povo". Afinal as maquinas costumam estar desligadas, mas nem todas estão e com esta é possível tirar uma foto de uma maneira não convencional.

 

Pensei que havia informado sobre os hotéis em La Paz, mas ao reler meu relato notei que bobeei neste aspecto. O hotel não é tão importante, mas eu considero fundamental estar próximo à calle Sagarnaga e Illampu (é esse o nome correto). Neste local existem diversas lojas, casas de câmbio, locutórios / lan houses, restaurantes e é lotado de turistas o que torna a região segura (pelo menos me senti assim lá). Eu saía para almoçar, jantar, comprar, visitas ao centro, etc, sempre a pé, até as 22:00 sem nenhum problema. Há os mais destemidos que circulam a qualquer hora, mas sabe como é... estamos na América Latina, eu não faço isso em minha cidade, quanto mais em outro país.

 

Eu paguei antecipadamente 2 dias no Hotel Sagarnaga aqui no Brasil a R$40,00 a diária, lá eu paguei o equivalente a uns R$38,00 por mais uma diária. Acidentalmente descobri que o preço do Hotel Milton (que fica perto porque as ruas se cruzam) era de R$20,00. Quando retornei a La Paz fiquei hospedado no Milton, que considero um pouco melhor. Os dois são bem simples, algo como 2 ou 3 estrelas, mas possuem TV a cabo, café da manhã (uma boa oportunidade de mascar folhas de coca) e WI FI.

 

Descobri o Hotel Milton "acidentalmente" porque eu ia sair de La Paz pela manhã e precisava comprar um protetor solar, fui procurar uma farmácia, mas todas estavam fechadas, o único tipo de estabelecimento que estava aberto eram os hotéis e para "não perder a viagem" perguntei o preço, e sabe como é... não há simpatia que justifique uma diferença de preços tão grande. Com relação ao protetor solar FPS 50 eu acredito que isso seja um bom aprendizado: ele custava R$32,00 em SP (no Carrefour) lá na Bolivia custava R$14,00. É importante dizer que era exatamente o mesmo SUNDONW FPS 50 (hecho en Brasil). Então amigos não se deixem iludir pelo "dia sem imposto" em que os comerciantes (e industriais) promovem um auê para dizer que sem imposto de 40% tudo seria melhor, que isso é a doença de nosso pais e blá, blá, blá. A verdade é que a margem de lucro deles é astronômica. Que tal criarmos um dia sem lucros abusivos????

 

Um abraço,

 

Elias

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