Dica de Leitura II - Esqueletos no Saara, por Luiz Fernando Niquet
Trago mais uma sugestão de leitura para todos aqueles que são apaixonados por livros e aventuras! Esqueletos no Saara (2005) foi escrito por Dean King e é um relato verídico de sobrevivência em condições extremas.
Em 1815, o brigue Commerce deixou os Estados Unidos com uma tripulação de onze marinheiros, comandados pelo capitão James Riley. A viagem possuia objetivos comerciais: comprar sal na costa africana e vender tabaco e farinha. Entretanto, a embarcação naufragou junto ao perigoso cabo Bojador, na costa ocidental do continente (na altura da atual Mauritânia).
Após enfrentar o ataque de nativos, a tripulação voltou ao mar num pequeno bote, onde passou dias de provação, esperando por socorro. Exaustos e sedentos, os homens decidiram voltar para terra firme. Encontraram uma paisagem desalentadora: estavam às margens do Saara. Na entrada do maior deserto do mundo, foram capturados por árabes muçulmanos nômades. Escravizados, enfrentaram fome, sede, insolação, cansaço extremo, torturas. O jornalista norte-americano Dean King reconstitui essa aventura perturbadora, de maneira impactante, baseando-se nos relatos dos sobreviventes e flertando com a história natural, a geografia, a ciência e a antropologia. King também descreve os costumes islâmicos, a vida das tribos nômades e particularidades da fauna e das formações geológicas do deserto.
É uma leitura emocionante (apesar de um pouco densa a princípio), que prendeu minha atenção e me fez terminar o livro em tempo recorde!
Dica de Leitura II - Esqueletos no Saara, por Luiz Fernando Niquet
Trago mais uma sugestão de leitura para todos aqueles que são apaixonados por livros e aventuras! Esqueletos no Saara (2005) foi escrito por Dean King e é um relato verídico de sobrevivência em condições extremas.
Em 1815, o brigue Commerce deixou os Estados Unidos com uma tripulação de onze marinheiros, comandados pelo capitão James Riley. A viagem possuia objetivos comerciais: comprar sal na costa africana e vender tabaco e farinha. Entretanto, a embarcação naufragou junto ao perigoso cabo Bojador, na costa ocidental do continente (na altura da atual Mauritânia).
Após enfrentar o ataque de nativos, a tripulação voltou ao mar num pequeno bote, onde passou dias de provação, esperando por socorro. Exaustos e sedentos, os homens decidiram voltar para terra firme. Encontraram uma paisagem desalentadora: estavam às margens do Saara. Na entrada do maior deserto do mundo, foram capturados por árabes muçulmanos nômades. Escravizados, enfrentaram fome, sede, insolação, cansaço extremo, torturas. O jornalista norte-americano Dean King reconstitui essa aventura perturbadora, de maneira impactante, baseando-se nos relatos dos sobreviventes e flertando com a história natural, a geografia, a ciência e a antropologia. King também descreve os costumes islâmicos, a vida das tribos nômades e particularidades da fauna e das formações geológicas do deserto.
É uma leitura emocionante (apesar de um pouco densa a princípio), que prendeu minha atenção e me fez terminar o livro em tempo recorde!