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A partir de 2026, Angra dos Reis (RJ) deve implementar a Taxa de Turismo Sustentável (TTS) , uma medida que visa conciliar o aumento do fluxo turístico com a preservação ambiental e a melhoria da infraestrutura da cidade. Atualmente, o município recebe cerca de 1,8 milhão de visitantes por ano, sendo 1,2 milhão apenas na Ilha Grande, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Leia mais:

https://turismo.ig.com.br/2025-10-23/angra-tera-taxa-de-turismo-de-r--23-por-dia-a-partir-de-2026.html.amp

  • 2 meses depois...
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Numa boa, o serumano ia para Angra dos Reis e desiste por causa de R$ 23,75? É o pobre prêmio plus, não?

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Você já foi a Angra?Eu tenho obrigação, pois está a pouco mais de 2h da minha casa.Mas o que tem lá?Quase nada, só praia, mas o turista vai para Ilha Grande e,para ir ali,é preciso gastar e gastar, em tudo,pois os preços ali são muito maiores que no continente. 

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19 horas atrás, pmichelazzo disse:

Numa boa, o serumano ia para Angra dos Reis e desiste por causa de R$ 23,75? É o pobre prêmio plus, não?

Uma coisa é ter dinheiro. Outra coisa é gostar de ser feito de trouxa (e brasileiro fica sempre no pódio nesse quesito). 

Virou a tendência do verão 2025/2026 cidade "turística" inventar taxa de preservação, taxa do turismo, taxa do patrimônio natural, taxa da taxa. A pessoa já se mata de trabalhar pra pagar pedágio, combustível caro/ruim, hotéis cheios e com preços lá em cima e ainda pagar mais para contribuir com o orçamento de uma cidade que arrecada bem e tem todo um patrimônio para promover as melhorias "justificadas"? 

Daqui a pouco, Curitiba (que está até o tucupi de mendigo nas ruas) vai querer cobrar taxa por ser "uma capital ecológica". Daqui a pouco Manaus/Belém (boa parte com lixarais e esgotos a céu aberto) vão querer exigir "taxa da preservação da amazônia" ::hein:

Sou totalmente a favor de boicote de cidade que inventa moda quando seus prefeitos e vereadores já ganham e arrecadam muito bem às custas do visitante.

 

Editado por StanlleySantos
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@StanlleySantos, venho discordar em partes de você. 

Não é uma tendência brasileira, mas mundial. As cidades simplesmente não comportam tanta gente. Lembro-me de quando ia para Ponta de Trindade/Paraty que era somente "lugar de maluco". Tinha o morro do Deus me livre onde somente chegava-se nas praias caminhando uma trilha de 4 ou 5 km que era uma lameira só. Hoje, só falta McDonald's no local. O mesmo aconteceu com Pipa no RN e também em Florianópolis (cidades das que posso falar por tê-las conhecido antes de virarem o inferno de hoje em dia).

Barcelona, Roma, Veneza, Paris e outras tantas, se não fizerem isso (como já estão fazendo), estão simplesmente "fodidas". A infra-estrutura não comporta, os moradores não aguentam e a coisa vai se acomulado. Dizer que "já arrecadam muito" não fecha a conta. Se você coloca 100 mil pessoas num lugar cuja coleta de lixo é projetada para atender 10 mil, vai ficar lixo na rua. Se você coloca estes 100 mil numa cidade com 10 mil, vai faltar água. Então, como o bolso é o nervo mais sensível do corpo humano, nada melhor que tocar nele com brasa quente.

Mas concordo contigo que no Brasil, se continuar da forma que vai, Sorriso no MT criará taxa para ver campo de soja, o que é injustificável e totalmente ridículo.

Abraço

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