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Bora viajar?

Carretera Austral 2025/26 - 12000 km de Duster c/ 4 pessoas.

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Dia 26 de dezembro de 2026 sairemos em 2 carros e 6 pessoas para essa expedição até o final da Carretera Austral do Chile.

De quebra vamos passar na ida da Argentina ao Chile em Fiambalá e o Paso San Francisco e na volta passaremos do Chile a Argentina pelo Paso Roballos e conheceremos a ruta 41 até Los Antiguos que dizem ser muito cênica.

Na minha Duster, vamos eu Marcelo e a Josiane do PR, a Nara do RS e o Fred de Minas. No outro carro, um Jeep Compass vão o meu amigo mineiro André e sua esposa Neusa.

Como no trecho de Puerto Rio Tranquilo a Villa Cerro Castillo nós já passamos em outra viagem vamos desviar deste trecho e ir para Puerto Rio Ibañes para passar para Chille Chico navegando pelo lago General Carrera via ferry boat (balsa). 

Na volta ao Brasil cruzaremos o norte do Uruguai para adicionarmos mais um país e deixarmos nossa companheira Nara em Canoas RS e voltar pela BR 101 que é bem mais tranquila até Floripa.

 

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Editado por Marcelo Manente

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  • Marcelo Manente
    Marcelo Manente

    1° Dia 26/12/2025 - de Araucária a Posadas. 870 km. No dia anterior, a segunda tripulante, Nara, chegou de avião do Rio Grande do Sul. À noite, no dia 25, Josiane veio de Piraquara para dormir conosco

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    3° Dia 28/12/2025 - Santiago del Estero a Fiambalá - 530 km. Acordamos cedo. Fomos preparar o café e compramos pão numa padaria bem em frente ao apartamento. A manhã estava tranquila, e o trecho do di

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    Fotos de 26 a 28/12/25.    

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17º Dia — 12/01/2016 Puerto Río Tranquilo → Cochrane — 120 km

Entre o azul do Rio Baker e a espera na estrada

Acordamos por volta das 7h30. Preparamos nosso café da manhã e tomamos tudo com bastante tranquilidade. Depois organizamos as coisas no carro e fomos até a cidade abastecer o meu carro antes de pegar a estrada.

Saímos de Puerto Río Tranquilo por volta das 9h30. Como o trajeto até Cochrane exige voltar um trecho da estrada, rodamos novamente aqueles cerca de 50 km até o entroncamento da estrada que vem de Chile Chico, por onde já tínhamos passado alguns dias antes.

Dali em diante a Carretera Austral começa a acompanhar o Rio Baker, que tem uma coloração azul-turquesa simplesmente espetacular. Em vários pontos da estrada é possível ver o rio correndo forte lá embaixo, criando um cenário realmente impressionante.

Seguimos assim até chegar na entrada da pequena vila de Puerto Bertrand. Entramos na cidade pela parte alta e depois descemos até a beira do Lago Bertrand. Paramos alguns minutos para as mulheres encontrarem um banheiro e aproveitamos para tirar algumas fotos do lago.

Logo retomamos a viagem. Na verdade não devíamos ter feito aquela parada, pois o pequeno atraso acabaria nos custando um bom tempo mais adiante.

Pouco depois encontramos um trecho da estrada em obras, onde estavam preparando o piso para receber asfalto novo. O problema é que a estrada ficava totalmente fechada entre 11h30 e 15h00.

Quando chegamos lá já era meio-dia.

Já havia uns seis carros parados na nossa frente, aguardando a reabertura da estrada. Como não havia muito o que fazer, o jeito foi tentar cochilar um pouco dentro do carro, conversar, bater papo com as pessoas dos outros veículos e esperar o tempo passar.

Assim fomos levando a situação até que finalmente, às 15h em ponto, liberaram novamente o tráfego.

Seguimos viagem e logo chegamos a um dos pontos mais interessantes daquele trecho da estrada: a confluência do Rio Baker com o Rio Neff.

Estacionamos o carro e fizemos uma pequena trilha de cerca de 1 km até chegar ao local da confluência. Ali o Rio Baker forma uma pequena queda, enquanto pela esquerda chega o Rio Neff, com uma água de cor esverdeada, quase leitosa, que começa a se misturar lentamente com o azul-turquesa intenso do Baker.

O visual é realmente muito bonito, um espetáculo da natureza diante dos nossos olhos.

Ficamos ali uns 10 ou 15 minutos apenas contemplando aquela paisagem e absorvendo o momento. Mas ainda precisávamos seguir viagem até Cochrane.

Voltamos ao carro e seguimos pela estrada. Em um trecho já mais próximo da cidade a carretera passa a ser asfaltada, o que melhora bastante o deslocamento depois de tantos quilômetros de rípio.

Chegamos a Cochrane por volta das 16h40.

Como de costume, começamos nossa pequena peregrinação em busca de hospedagem. Depois de rodar um pouco pela cidade finalmente encontramos umas cabanas com um preço bom, relativamente perto do centro.

Nos instalamos, deixamos nossas coisas e logo saímos para passear pela cidade a pé.

E, como já estava virando tradição na viagem, as mulheres encontraram uma lojinha de roupas usadas com preços muito baratos e acabaram passando boa parte do tempo ali dentro.

Mas dessa vez até eu saí ganhando.

Elas encontraram uma jaqueta corta-vento para mim por um preço absurdamente barato. Fazendo a conversão, a peça saiu por algo em torno de 8 reais.

Naquela noite resolvemos gastar um pouco mais e jantar em um lugar legal. Acabamos encontrando uma cervejaria artesanal chamada Cervecería Tehuelche.

O jantar foi muito bom e a cerveja também, tudo muito agradável. Depois de mais um dia de estrada pela Patagônia, aquela pausa com boa comida e cerveja artesanal caiu muito bem.

Depois disso voltamos para nossa cabana e, mais tarde, fomos dormir.

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18º Dia — 13/01/2016 - Cochrane → Villa O'Higgins — 230 km


Até o fim da Carretera Austral

Acordamos novamente bem cedo, por volta das 6h00. Ainda com o frio da manhã patagônica no ar, preparamos nosso café da manhã na cabana e tomamos tudo com calma, saboreando aquele momento antes de mais um dia de estrada. Depois de comer, arrumamos nossas coisas no carro e saímos relativamente cedo, por volta das 7h.

Antes de deixar a cidade passamos novamente no posto de gasolina. Eu abasteci e o André também. Era melhor garantir, pois dali em diante os serviços seriam cada vez mais escassos.

No início a estrada é asfaltada, mas essa comodidade dura pouco. Cerca de 10 quilômetros depois o asfalto termina e o rípio volta a dominar a paisagem. Logo chegamos ao Salto del Río del Salto, onde realmente há uma bela cachoeira que pudemos parar para admirar por alguns minutos.

Infelizmente o dia amanheceu nublado e frio. De tempos em tempos uma garoa fina começava a cair, como se o céu estivesse indeciso entre abrir ou se fechar de vez.

Seguimos viagem contemplando as montanhas nevadas que se erguiam por todos os lados. Das encostas dessas montanhas desciam inúmeras cachoeiras formadas pelo degelo, algumas finas como fios de prata, outras mais volumosas, todas compondo um cenário grandioso.

Em certo ponto da estrada encontramos um pequeno restaurante que também possuía banheiro. Aproveitamos a parada e percebemos que ali também havia hospedagem. Parecia ser um bom lugar para quem prefere dividir o trajeto e descansar antes de seguir para Villa O'Higgins.

Quando nos aproximávamos da entrada de Caleta Tortel, a chuva apertou bastante. Diante daquele tempo fechado resolvemos deixar a visita para a volta da viagem. Assim seguimos adiante, subindo a serra logo depois do acesso à caleta e descendo em direção ao Puerto Yungay.

Ao chegar verificamos que havia cerca de dez carros na nossa frente aguardando a primeira balsa do dia, prevista para sair às 9h00.

Descemos do carro e fomos até uma pequena venda próxima ao embarcador. Lá dentro havia de tudo um pouco: sanduíches, refrigerantes, biscoitos e outras coisas para enganar a fome enquanto o tempo passava.

Quando a primeira balsa atracou percebemos imediatamente que sua capacidade era bem pequena. Pela nossa contagem ficaria difícil embarcar naquele primeiro horário.

E foi exatamente o que aconteceu. Não conseguimos embarcar.

Restou esperar mais uma hora até que a outra balsa chegasse, desembarcasse os veículos e então pudéssemos entrar.

A travessia durou cerca de 45 minutos e foi muito bonita. Navegamos lentamente pelo fiorde Mitchell, cercados por montanhas cobertas de vegetação e por aquela atmosfera típica da Patagônia, meio cinzenta, meio misteriosa.

Desembarcamos em Puerto Río Bravo e decidimos esperar todos os carros saírem primeiro. Assim evitaríamos a poeira da estrada e também os veículos mais apressados tentando nos ultrapassar.

Os últimos 90 quilômetros até Villa O'Higgins foram especialmente prazerosos. Mais uma vez a paisagem nos presenteava com montanhas imponentes ao redor e dezenas de cachoeiras despencando praticamente à beira da estrada.

Parávamos inúmeras vezes para tirar fotos. A cada nova geleira avistada ao longe, mais uma parada. Era um verdadeiro deleite para os olhos.

Curiosamente, apesar de toda aquela natureza exuberante, não vimos nenhum animal selvagem naquele trecho.

O clima também continuava instável. Chovia um pouco, depois parava, e logo voltava a garoar novamente.

Quando finalmente chegamos à cidade — ou melhor, à pequena vila — fomos direto para a Plaza de Armas, onde fica o centro de informações turísticas.

Ali solicitamos nosso comprovante honorário de chegada ao final da Carretera Austral. Era um pequeno papel, mas carregado de significado. Depois de tantos quilômetros percorridos, tínhamos realmente chegado ao fim daquela estrada lendária.

Em seguida começamos nossa já tradicional busca por hospedagem. No início parecia difícil, mas como havíamos atravessado na segunda balsa não demorou muito para encontrarmos uma pousada bem agradável, com bons quartos e uma cozinha grande onde poderíamos preparar nossa própria comida.

Como a chuva continuava caindo, sair para passear não era uma opção muito atraente.

Foi então que a Neusa e a Josiane decidiram preparar um estrogonofe de frango para o jantar. Saíram para comprar os ingredientes e voltaram animadas para começar o preparo.

Depois de todo o mise en place e do tempo de cozimento, finalmente o jantar ficou pronto.

Acabamos compartilhando a refeição com a dona da pousada e também com outro viajante que estava hospedado ali. Todos elogiaram muito o estrogonofe, que realmente estava delicioso.

Fomos dormir relativamente cedo, enquanto a chuva continuava caindo forte lá fora.

Nossa esperança era que, pelo menos pela manhã, o tempo melhorasse um pouco para que pudéssemos ir até a placa que marca o fim da Carretera Austral e tirar nossas fotos.

Com aquele misto de satisfação e melancolia de quem sabe que, a partir dali, a viagem começaria lentamente a apontar de volta para casa.

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