Saindo de Roma cedo para não perder nenhum minuto em Orvieto, antes de começar meu relato sobre este dia, vou informar um pouco sobre como, onde, e porque escolhi essa cidadela para conhecer.
Desde quando comecei a montar o roteiro tinha o interesse em conhecer cidades pouca visitadas por turistas, e também batia uma curiosidade sobre como é uma cidade medieval, então recorri ao chatGPT em busca de cidades que se encaixasse neste filtro,
Sugestões enviadas pelo chat saindo de Roma: Orvieto (umbria) 1h , Civita di Bagnoregio (lácio) 2h, Viterbo (lácio) 2h.
E qual o motivo real da minha escolha? Decidi conhecer Orvieto por ser uma das cidades medievais mais bem preservadas da Itália, com origens que remontam ao século VIII a.c., há cerca de 2.700 anos. Queria conhecer um destino além dos grandes centros turísticos e vivenciar um ritmo mais tranquilo. A cidade reúne arquitetura impressionante, herança etrusca (povos que vieram antes do império Romano) e paisagens únicas sobre um penhasco vulcânico. É o tipo de lugar que permite sentir a essência da Itália em cada rua e praça.
Ao chegar na cidade às 10h29, me encantou na primeira vista, o interessante é que a cidade fica no alto de uma montanha e para chegar até lá temos que ir de trem vertical que eles chamam de Funicolare, geralmente os turistas chegam após as 12hrs, então tinha saldo para curtir a cidade com poucos turistas, e pegar os comércios abrindo. Gente é um lugar encantador. Deixei a mochila no bagageiro no hotel local onde paguei 12,20 euros através do aplicativo BOUNCE, que recomendo.
Visitei a igreja incrível que fica no ponto alto da cidade, andei pelas ruas sem destinos, entrei em vilas, igrejas, galerias de arte, lojinhas de artesanato, e fui em alguns mirantes que tem espalhados pelo local, conhecer a cidade sem agenda prévia foi uma das experiências mais sensacional que vivi. Parei para tomar um cafézinho com o doce local muito saboroso, e para o almoço eu queria provar o sanduíche de Porchetta, tipico da italia, porem os melhores sao os feitos pelas família tradicionais e em cidades pequenas e isoladas, vi esse dica no documento da NATGEO Tucci na Itália, que recomendo.
Finalizei o dia vendo o pôr do sol em um mirante que parece um forte, lugar mágico e tranquilo, a vista é de tirar o fôlego.
Meu ônibus da Flixbus de Orvieto para Veneza sairia às 22hrs, ou seja, eu tinha uma noite inteira para curtir a cidade. Busquei minha mochila por volta das 19hrs e fui jantar, antes de descer para a estação.
Fotos:
Tomando café enfrente ao Roma Termini, lugar simples mas com preço acessível.
Esta é a estação que gente pega o trem (Funicolare di Orvieto) para subir até a cidade de Orvieto, que fica no alto da montanha.
A igreja linda que fica no ponto mais alto da cidade, é incrivel.
A Catedral de Orvieto começou a ser construída em 1290 e é considerada uma das mais belas igrejas da Itália.
Os detalhes são os que me chamam mais atenção.
Parada para um cafezinho acompanhado de um doce que, infelizmente, esqueci o nome. Até hoje não encontrei em nenhum outro lugar da Itália algo com um sabor parecido.
Mapa da cidade
Um castelo vista do mirante
Entrada para a fortaleza. Lá de cima é possível ter uma vista espetacular da cidade e dos arredores.
A ruas das cidades parecem cenas dos filmes e séries mediévais.
As lojinhas de sulvenir são lindas, mas achei o preço alto demais.
Sem perceber cheguei novamente na Cadetral.
Na hora do almoço resolvi experimentar um dos sanduíches mais tradicionais da região o de porchetta. Confesso que foi uma das melhores surpresas gastronômicas da viagem. O pão era fresco, a carne extremamente macia, bem temperada e com uma casquinha crocante que fazia toda a diferença. Um sanduíche simples, sem exageros, mas com um sabor incrível. Se voltar a Orvieto, certamente será uma das primeiras coisas que vou comer novamente.
Do lado de fora todas as mesas estavam ocupadas, então tive que esperar alguns minutos até vagar uma. Enquanto aguardava, pedi uma birra e fiquei observando o movimento da praça. Foi nesse momento que conheci uma turma de senhoras brasileiras, muito simpáticas e educadas. Conversamos um pouco sobre Orvieto e Roma. Elas estavam fazendo o caminho contrário ao meu, seguindo para Roma, enquanto eu já me preparava para embarcar rumo a Veneza.
Voltei para as ruas, rsrsrs.
Durante a caminhada pelo centro entrei na galeria Verosi sem grandes expectativas. Eu não conhecia o artista, mas confesso que fiquei encantado com as obras. Passei alguns minutos observando os quadros, admirando os detalhes e a técnica (adquiri um postêr). É curioso como, às vezes, as melhores surpresas de uma viagem aparecem justamente quando a gente não estava procurando por elas.
Vídeos
Subida no ''trem vertical''.
Gastos do dia:
Passagem ida Roma > Orvieto comprei com antecedência (total de R$ 70,09)
Passagem ida Orvieto > Veneza comprei com antecedência (total de 29,00 euros)
Breakfast: 6,00
Trem: 3,60
Café: 4,00
Banheiro: 1,00
Banheiro: 1,20
Almoço: 16,00
Gelato: 3,50
Água: 0,50
Banheiro: 1,00
Creme labial: 8,50
Pôster: 5,00
Janta: 20,00
Café: 3,00
Água: 1,50
Total: 74,80
08/04 - Veneza (parte 1)
Desci do ônibus por volta das 6 horas da manhã. Antes de chegar, percorremos as autoestradas de Veneza Continental e, ao longe, pude contemplar o nascer do sol. Pela janela do ônibus, que já estava quase vazio, foi possível avistar a ilha de Veneza, as lanchas navegando pelos canais, as pontes e os pássaros sobrevoando a lagoa. Parecia uma cena de filme acontecendo bem diante dos meus olhos. Naquele breve instante, já sentia que aquela seria uma das cidades que mais me marcariam na viagem.
A última parada ficava em frente à estação Venezia Mestre. Na mesma avenida estava o hostel onde ficaria hospedado pelos dois dias seguintes, uma decisão que considero acertada e que recomendo para quem pretende visitar Veneza.
Outra decisão importante que tomei naquela manhã foi alterar o roteiro. Inicialmente, faria um bate e volta para Pádua, mas resolvi permanecer em Veneza e aproveitar melhor a cidade (tendo em vista que estava cansado). Se mantivesse o plano original, teria apenas um dia para conhecer a ilha, o que seria muito corrido. Essa escolha veio da experiência que tive em Orvieto, onde senti que teria aproveitado mais se tivesse permanecido por dois dias. Como meu estilo de viagem é explorar os lugares com calma, essa mudança fez todo o sentido.
Deixei a mochila no guarda-volumes do hostel, já que o check-in seria apenas às 15 horas. Tomei um banho de gato no banheiro, troquei de roupa rapidamente e segui para a estação Venezia Mestre. Comprei a passagem para a ilha por 1,50 euros o trecho e confesso que estava em êxtase para finalmente conhecer Veneza. Antes de embarcar, aproveitei para tomar café da manhã na estação. Encontrei um combo com salgado, cappuccino e suco por apenas 5,60 euros, um excelente custo benefício.
Esse dia era para explorar a cidade sem pressa, sem hora marcada para nenhum passeio. A ideia era simplesmente andar sem rumo, caminhar, e foi exatamente o que fiz (as fotos mostram isso claramente). Ao descer na ilha, a ficha caiu. A emoção é instantânea. Comecei a seguir em direção à Praça de São Marcos, que eu imaginava ser uma caminhada rápida. Porém, são cerca de 25 minutos até lá e, na minha primeira vez, levei quase 40 minutos. Era impossível não parar a todo instante para admirar as pontes, os canais, as fachadas dos prédios e o movimento das embarcações.
No horário em que cheguei, os turistas já começavam a ocupar a cidade, mas Veneza ainda despertava, o que para mim foi um ponto muito positivo. Às 9 horas cheguei à Praça de São Marcos e fiquei sem acreditar naquela estrutura imensa diante da lagoa.
Enfim, continuei andando, parando, andando novamente e visitando vários lugares. O dia foi assim. Parei para almoçar um pão com uma birra, e acabei tomando mais uma. Férias é isso, correto? Se divertir. Já eram 14 horas e eu não queria ir embora, mas estava com vontade de tomar um banho. Voltei para o hostel, e no caminho parei no minimercado para comprar água, lanche e etc (9,50 euros), fiz o check-in e, por volta das 17 horas, decidi retornar à ilha para aproveitar a noite.
E foi uma excelente decisão. Veneza à noite tem um clima completamente diferente. Com menos turistas, caminhar pelas ruas estreitas e atravessar as pequenas pontes se torna uma experiência ainda mais especial. Fui andando sem destino, parei para tomar mais uma birra e, em seguida, resolvi sentar em um dos cafés da Praça de São Marcos. Confesso que paguei caro pelo cafezinho com doce (7,70 euros), mas naquele momento o que eu queria mesmo era viver a experiência de observar o movimento, ouvir a música que tocava na praça e aproveitar a atmosfera veneziana. Às vezes, não estamos pagando apenas pelo café, mas pelo lugar e pela lembrança que ele proporciona. Por volta das 22 horas, voltei para o hostel com a sensação de ter vivido um dia inesquecível em Veneza.
Estava muito cansado. O celular marcava 21 km percorridos naquele dia. Isso explicava a sensação de exaustão. Afinal, já era o quinto dia de férias e eu precisava ter uma boa noite de sono.
Fotos: Confesso que neste dia, estava muito cansado e por conta disso foram poucas fotos registradas, porém o dia 02 compensei com fotos incríveis e foi um dia espetacular.
Nascer do Sol na autoestrada a caminho de Veneza Continente
A caminho da ilha de Veneza
Descendo da estação já começamos a sentir a atmosfera veneziana
Era por volta de 9h da manhã ainda estavam chegando os turistas.
Salvei esse PUB no Maps para conhecer no dia 02, e foi bem interessante.
Praça de São Marcos
Minha vontade era de comprar todas as louças e cristais que tinham nas galerias, rsrsrs.
Parada para um almoço simples.
Por volta das 21h voltei para o hostel, o outro dia exigira muito de mim.
07/04 - Orvieto
Saindo de Roma cedo para não perder nenhum minuto em Orvieto, antes de começar meu relato sobre este dia, vou informar um pouco sobre como, onde, e porque escolhi essa cidadela para conhecer.
Desde quando comecei a montar o roteiro tinha o interesse em conhecer cidades pouca visitadas por turistas, e também batia uma curiosidade sobre como é uma cidade medieval, então recorri ao chatGPT em busca de cidades que se encaixasse neste filtro,
Sugestões enviadas pelo chat saindo de Roma: Orvieto (umbria) 1h , Civita di Bagnoregio (lácio) 2h, Viterbo (lácio) 2h.
E qual o motivo real da minha escolha? Decidi conhecer Orvieto por ser uma das cidades medievais mais bem preservadas da Itália, com origens que remontam ao século VIII a.c., há cerca de 2.700 anos. Queria conhecer um destino além dos grandes centros turísticos e vivenciar um ritmo mais tranquilo. A cidade reúne arquitetura impressionante, herança etrusca (povos que vieram antes do império Romano) e paisagens únicas sobre um penhasco vulcânico. É o tipo de lugar que permite sentir a essência da Itália em cada rua e praça.
Ao chegar na cidade às 10h29, me encantou na primeira vista, o interessante é que a cidade fica no alto de uma montanha e para chegar até lá temos que ir de trem vertical que eles chamam de Funicolare, geralmente os turistas chegam após as 12hrs, então tinha saldo para curtir a cidade com poucos turistas, e pegar os comércios abrindo. Gente é um lugar encantador. Deixei a mochila no bagageiro no hotel local onde paguei 12,20 euros através do aplicativo BOUNCE, que recomendo.
Visitei a igreja incrível que fica no ponto alto da cidade, andei pelas ruas sem destinos, entrei em vilas, igrejas, galerias de arte, lojinhas de artesanato, e fui em alguns mirantes que tem espalhados pelo local, conhecer a cidade sem agenda prévia foi uma das experiências mais sensacional que vivi. Parei para tomar um cafézinho com o doce local muito saboroso, e para o almoço eu queria provar o sanduíche de Porchetta, tipico da italia, porem os melhores sao os feitos pelas família tradicionais e em cidades pequenas e isoladas, vi esse dica no documento da NATGEO Tucci na Itália, que recomendo.
Finalizei o dia vendo o pôr do sol em um mirante que parece um forte, lugar mágico e tranquilo, a vista é de tirar o fôlego.
Meu ônibus da Flixbus de Orvieto para Veneza sairia às 22hrs, ou seja, eu tinha uma noite inteira para curtir a cidade. Busquei minha mochila por volta das 19hrs e fui jantar, antes de descer para a estação.
Fotos:
Tomando café enfrente ao Roma Termini, lugar simples mas com preço acessível.
Esta é a estação que gente pega o trem (Funicolare di Orvieto) para subir até a cidade de Orvieto, que fica no alto da montanha.
A igreja linda que fica no ponto mais alto da cidade, é incrivel.
A Catedral de Orvieto começou a ser construída em 1290 e é considerada uma das mais belas igrejas da Itália.
Os detalhes são os que me chamam mais atenção.
Parada para um cafezinho acompanhado de um doce que, infelizmente, esqueci o nome. Até hoje não encontrei em nenhum outro lugar da Itália algo com um sabor parecido.
Mapa da cidade
Um castelo vista do mirante
Entrada para a fortaleza. Lá de cima é possível ter uma vista espetacular da cidade e dos arredores.
A ruas das cidades parecem cenas dos filmes e séries mediévais.
As lojinhas de sulvenir são lindas, mas achei o preço alto demais.
Sem perceber cheguei novamente na Cadetral.
Na hora do almoço resolvi experimentar um dos sanduíches mais tradicionais da região o de porchetta. Confesso que foi uma das melhores surpresas gastronômicas da viagem. O pão era fresco, a carne extremamente macia, bem temperada e com uma casquinha crocante que fazia toda a diferença. Um sanduíche simples, sem exageros, mas com um sabor incrível. Se voltar a Orvieto, certamente será uma das primeiras coisas que vou comer novamente.
Do lado de fora todas as mesas estavam ocupadas, então tive que esperar alguns minutos até vagar uma. Enquanto aguardava, pedi uma birra e fiquei observando o movimento da praça. Foi nesse momento que conheci uma turma de senhoras brasileiras, muito simpáticas e educadas. Conversamos um pouco sobre Orvieto e Roma. Elas estavam fazendo o caminho contrário ao meu, seguindo para Roma, enquanto eu já me preparava para embarcar rumo a Veneza.
Voltei para as ruas, rsrsrs.
Durante a caminhada pelo centro entrei na galeria Verosi sem grandes expectativas. Eu não conhecia o artista, mas confesso que fiquei encantado com as obras. Passei alguns minutos observando os quadros, admirando os detalhes e a técnica (adquiri um postêr). É curioso como, às vezes, as melhores surpresas de uma viagem aparecem justamente quando a gente não estava procurando por elas.
Vídeos
Subida no ''trem vertical''.
Gastos do dia:
Passagem ida Roma > Orvieto comprei com antecedência (total de R$ 70,09)
Passagem ida Orvieto > Veneza comprei com antecedência (total de 29,00 euros)
Breakfast: 6,00
Trem: 3,60
Café: 4,00
Banheiro: 1,00
Banheiro: 1,20
Almoço: 16,00
Gelato: 3,50
Água: 0,50
Banheiro: 1,00
Creme labial: 8,50
Pôster: 5,00
Janta: 20,00
Café: 3,00
Água: 1,50
Total: 74,80
08/04 - Veneza (parte 1)
Desci do ônibus por volta das 6 horas da manhã. Antes de chegar, percorremos as autoestradas de Veneza Continental e, ao longe, pude contemplar o nascer do sol. Pela janela do ônibus, que já estava quase vazio, foi possível avistar a ilha de Veneza, as lanchas navegando pelos canais, as pontes e os pássaros sobrevoando a lagoa. Parecia uma cena de filme acontecendo bem diante dos meus olhos. Naquele breve instante, já sentia que aquela seria uma das cidades que mais me marcariam na viagem.
A última parada ficava em frente à estação Venezia Mestre. Na mesma avenida estava o hostel onde ficaria hospedado pelos dois dias seguintes, uma decisão que considero acertada e que recomendo para quem pretende visitar Veneza.
Outra decisão importante que tomei naquela manhã foi alterar o roteiro. Inicialmente, faria um bate e volta para Pádua, mas resolvi permanecer em Veneza e aproveitar melhor a cidade (tendo em vista que estava cansado). Se mantivesse o plano original, teria apenas um dia para conhecer a ilha, o que seria muito corrido. Essa escolha veio da experiência que tive em Orvieto, onde senti que teria aproveitado mais se tivesse permanecido por dois dias. Como meu estilo de viagem é explorar os lugares com calma, essa mudança fez todo o sentido.
Deixei a mochila no guarda-volumes do hostel, já que o check-in seria apenas às 15 horas. Tomei um banho de gato no banheiro, troquei de roupa rapidamente e segui para a estação Venezia Mestre. Comprei a passagem para a ilha por 1,50 euros o trecho e confesso que estava em êxtase para finalmente conhecer Veneza. Antes de embarcar, aproveitei para tomar café da manhã na estação. Encontrei um combo com salgado, cappuccino e suco por apenas 5,60 euros, um excelente custo benefício.
Esse dia era para explorar a cidade sem pressa, sem hora marcada para nenhum passeio. A ideia era simplesmente andar sem rumo, caminhar, e foi exatamente o que fiz (as fotos mostram isso claramente). Ao descer na ilha, a ficha caiu. A emoção é instantânea. Comecei a seguir em direção à Praça de São Marcos, que eu imaginava ser uma caminhada rápida. Porém, são cerca de 25 minutos até lá e, na minha primeira vez, levei quase 40 minutos. Era impossível não parar a todo instante para admirar as pontes, os canais, as fachadas dos prédios e o movimento das embarcações.
No horário em que cheguei, os turistas já começavam a ocupar a cidade, mas Veneza ainda despertava, o que para mim foi um ponto muito positivo. Às 9 horas cheguei à Praça de São Marcos e fiquei sem acreditar naquela estrutura imensa diante da lagoa.
Enfim, continuei andando, parando, andando novamente e visitando vários lugares. O dia foi assim. Parei para almoçar um pão com uma birra, e acabei tomando mais uma. Férias é isso, correto? Se divertir. Já eram 14 horas e eu não queria ir embora, mas estava com vontade de tomar um banho. Voltei para o hostel, e no caminho parei no minimercado para comprar água, lanche e etc (9,50 euros), fiz o check-in e, por volta das 17 horas, decidi retornar à ilha para aproveitar a noite.
E foi uma excelente decisão. Veneza à noite tem um clima completamente diferente. Com menos turistas, caminhar pelas ruas estreitas e atravessar as pequenas pontes se torna uma experiência ainda mais especial. Fui andando sem destino, parei para tomar mais uma birra e, em seguida, resolvi sentar em um dos cafés da Praça de São Marcos. Confesso que paguei caro pelo cafezinho com doce (7,70 euros), mas naquele momento o que eu queria mesmo era viver a experiência de observar o movimento, ouvir a música que tocava na praça e aproveitar a atmosfera veneziana. Às vezes, não estamos pagando apenas pelo café, mas pelo lugar e pela lembrança que ele proporciona. Por volta das 22 horas, voltei para o hostel com a sensação de ter vivido um dia inesquecível em Veneza.
Estava muito cansado. O celular marcava 21 km percorridos naquele dia. Isso explicava a sensação de exaustão. Afinal, já era o quinto dia de férias e eu precisava ter uma boa noite de sono.
Fotos:
Confesso que neste dia, estava muito cansado e por conta disso foram poucas fotos registradas, porém o dia 02 compensei com fotos incríveis e foi um dia espetacular.
Nascer do Sol na autoestrada a caminho de Veneza Continente
A caminho da ilha de Veneza
Descendo da estação já começamos a sentir a atmosfera veneziana
Era por volta de 9h da manhã ainda estavam chegando os turistas.
Salvei esse PUB no Maps para conhecer no dia 02, e foi bem interessante.
Praça de São Marcos
Minha vontade era de comprar todas as louças e cristais que tinham nas galerias, rsrsrs.
Parada para um almoço simples.
Por volta das 21h voltei para o hostel, o outro dia exigira muito de mim.
Gastos do dia:
Banheiro: 1,00 (estrada)
Café: 1,00 (estrada)
Breakfast: 5,60 (Veneza)
Passagem Veneza: 1,50 (ida)
Passagem Veneza: 1,50 (volta)
Almoço: 14,50
Supermercado: 9,50
Café noite: 7,70
Total: 42,30