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Cancun e Riviera Maya - 15 dias


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Olá Pessoal,

 

Assim como as demais, essa viagem também foi intensa. Tentei resumir bem, mas, acho que mesmo assim ficou longo. Mas acho que tem informações bacanas e se quer viajar sozinho, tem que pesquisar. Portanto, BOA LEITURA!

 

O que conheci:

 

- Cancun;

- Isla Mujeres

- Chichen Itza

- Cenote Hubiku

- Xplor

- Xel Há

- Xcaret

- Playa del Carmem

- Cozumel

- Tulum

- Akumal

 

 

Visto mexicano: é necessário para todo brasileiro. Porém, pra quem vai de avião, há o chamado SAE (link no fim do relato), que nada mais é do que um visto eletrônico. O formulário deve ser preenchido pela internet, coisa bem simples. Fora esse formulário, somente com visto que deve ser requerido na embaixada do México.

DICA: fique atento à CIA aérea que você voará. Algumas companhias não estão operando ainda com este visto eletrônico, portanto, você corre o risco de chegar no México e te barrarem na entrada. Quando comprar a passagem, certifique-se disso. E quando embarcar, a companhia aérea pedirá esse formulário. Caso tenha algo errado, eles não permitem seu embarque.

 

 

Vistos, passagens e mochilas prontas, pegamos carona com Charles até o aeroporto em Guarulhos, almoçamos por lá e esperamos impacientemente pelo voo. Não atrasou. O avião é imenso, daqueles parecidos com aquele filme “Plano de Voo”. Até a música ambiente do avião era sinistra. Mas foi meio vazio, tanto que cada uma de nós pegou 3 poltronas e dormimos boa parte da viagem.

São 9 horas de voo até a Cidade do México e juro, pensei que aquele avião ia fazer um estardalhaço quando pousasse, mas foi mais leve que uma pluma. É na Cidade do México que você passa pela imigração. Quando embarcamos em São Paulo, como nosso destino final era Cancun, tivemos que pegar as mochilas, e despachar novamente, justamente por causa da imigração. Uma fila quilométrica na imigração. Depois que passamos, pegamos as mochilas, despachamos novamente e pelo que me lembro, devemos ter passado pelo raio-x umas 3 vezes. A segurança no aeroporto é bem grande, assim como o fluxo de pessoas também. Gente pra tudo que é lado, filas intermináveis, máquinas de Raio-X a cada passo. Me senti na fronteira com os Estados Unidos. Mas depois de ser investigada até as calcinhas pelas máquinas de raio-x, aguardamos mais algumas horinhas para o próximo voo. E mais 3 horas de voo até Cancun.

 

Chegamos à 01:00 da manhã, debaixo de uma garoa fina. Mas calor. Havia feito a reserva de um transfer que nos levaria até o hotel, pois li vários relatos dizendo que os táxis lá eram caros. Então, por esse site: http://www.entrainament-plus.net fiz a reserva ainda do Brasil. Eles te pegam no aeroporto, com plaquinha com seu nome, e te levam até o hotel. Somente depois disso é que você paga. Saiu por USD 55 para as 3, ida e volta.

 

Ficamos no Hotel Rivemar (info no fim do relato), bem no centro de Cancún. Diária por USD 13 por pessoa, sem café da manhã, com ar condicionado, TV, e banheiro. Coisa bem simples, mas muito limpo. Fuso de 4 horas a menos do que no Brasil, então o jeito era tentar descansar um pouco. Depois de alguns dias e conversando com o dono do hotel (simpatia em pessoa), descobrimos que é o hotel mais antigo de Cancun e que foi fundado junto com a cidade, há 40 anos atrás. É um hotel bem familiar e isso foi o que mais gostei!

 

Ficamos em Cancún por 5 dias e por uma questão de logística, optamos por dividir a viagem em 2 partes. Na primeira, ficamos em Cancun e conhecemos Isla Mujeres e Chichen Itza, além da zona hoteleira e das baladas.

 

Primeira parte:

 

CANCUN:

Frequentamos por vários dias a Playa Caracoles. No último dia fomos a uma outra praia, mas não me recordo o nome, mas não podia nadar, o mar era muito bravo. Mas na minha opinião, a praia mais bonita. Cancun tem suas praias na zona hoteleira, então, você acha uma brecha entre um hotel e outro e se enfia na areia da praia. Não se pode alugar as cadeiras do hotel, mas eles não impedem que você fique na areia. Há restaurantes na beira da praia, dos hotéis, claro, mas eles te vendem as bebidas e comidas, te servem numa boa.

 

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ISLA MUJERES:

Fechamos um passeio na Playa Caracoles com Jimmy. É uma das saídas do ferry boat para Isla, e ficou por USD 50 por pessoa com transporte e almoço incluso. É open bar. Eles te vendem o passeio dizendo que há uma festa da tequila a bordo do barco, que sai mais em conta que pegar um ferry até a Isla, e bla bla bla, e no fundo, realmente saiu mais em conta. Me diverti horrores no barco, mas as únicas pessoas que dançavam éramos nós e mais uma brasileira com o esposo, que conhecemos no dia. Porém, não recomendo que façam esse passeio. Até tem a tal da festa da tequila a bordo, mas é bem “chinfrim” comparado a qualquer festa que conheço. E outra: você só fica 1 hora em Isla Mujeres e a Playa Norte é um lugar lindo demais pra ficar tão pouco tempo. Então, recomendo que pegue o ferry e vá até lá, com seu tempo livre. Tem muita coisa pra conhecer ali. Os ferrys saem a partir das 6 da manhã, a cada 30 minutos, e custa USD 20 ida e volta.

 

ISLA CONTOY:

Não tive coragem de ir. Havia feito algumas pesquisas sobre lá, e achei lindo, mas caro demais. Saindo de Isla Mujeres, paga-se mais USD 65 pra conhecer a Isla, sem nada incluso. Então, desisti. Mas pelo que tive de informação, é uma ilha praticamente intocada e muito bonita. Mas somente duas agências em Cancun fazem esse passeio e são caras.

 

CHICHEN-ITZÁ

Fechamos esse passeio na recepção do nosso hotel, com a Nancy. Nancy é uma mexicana que tem um sorriso largo no rosto que não some de jeito nenhum. É gerente de uma agência de turismo e seu ponto fixo é no hotel. Às vezes ficana frente dele, oferecendo passeios pra quem passa. Consegui até um emprego com ela!! Pra Chichen, ficou USD 50 com almoço, transporte, entradas no sítio e o guia. No caminho pra lá, paramos em um Cenote chamado Hubiku, que abriu p/ visitação recentemente. Bem bonito. Dá pra fazer snorkell, a visibilidade parece ser boa. Não entrei na água porque estava muito gelada e não tinha levado roupas de banho.

Chichen Itza é o sitio arqueológico mais importante do México. No caminho, o guia nos disse que eles cobravam uma taxa de 40 pesos para tirar fotos. Mas não vi ninguém cobrando nada por lá. Havia um guia que falava português pois estava com um grupo de brasileiros e o nosso guia nos colocou pra seguir o passeio com ele. Foi ÓTIMO! Lá é um lugar de energia incrível, me arrepiei do início ao fim do passeio. DICA: leve roupas frescas e repelente. E compre muita água. O dia que fomos fez um sol escaldante, e por mais que estivéssemos de bermuda e camiseta regata, tudo que eu queria naquele momento era um CHUVEIRO! Mas o sítio é enorme, e estar em um lugar que foi habitado há quase 3000 anos, deixa qualquer um boquiaberto.

Almoçamos em um lugar que é tipo uma aldeia, mas há um restaurante grande, comida boa. Só os turistas é que são mal educados, em especial os americanos. Acham que são os donos do mundo.

Outra DICA: em Chichen Izta há muito artesanato (dentro do sítio). Muita coisa em prataria. Nada muito barato, mas se pechinchar, tudo sai por menos da metade do preço. Ofereceram uma calendário maia pra Lua, feito de osso, por USD 50 dólares, ela ofereceu USD 10 e o cara aceitou.

 

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Na volta, todo mundo cansadaço no bus e minha irmã me acordou (de novo, isso tbém aconteceu na Bolívia). O motorista estava andando pra fora da pista, em zigue-zague. Achei muito estranho, não foi só nós que vimos, o cara de trás também viu, fui lá falar com o motorista. Acho que ele estava meio sonado, e depois de eu resmungar dizendo que ia fazer o cara parar, acho que ele acordou e andou direitinho. Mas o guia engraçadinho, queria justificar dizendo que isso era normal. Sou loira, mas não sou burra!

 

BALADAS:

Na zona hoteleira é que estão concentradas as baladas. Eu estava me sentindo na Time Square, embora nunca tivesse visitado o lugar. Balada colada com outra, músicas que se misturam, pessoas enlouquecidas. Eu li em algum lugar antes de ir pro México, que quem não tem muita estrutura, não deve ir pras baladas lá. Realmente. As pessoas piram o cabeção! Mas é muuuuito divertido.

Fomos um dia para a Señor Frog’s, pagamos USD 25 pra entrar com direito a uma bebida. Mas detalhe: eram 2 litros de bebida em um copo gigantesco! Muito legal, estava tendo um concurso pra saber quem bebia mais cerveja em um tempo record. No dia estava tendo uma festa chamada Glow Party, e tinha tinta esparramada por todo o bar, daquelas tintas que são fluorescentes e mancham. Mas foi bacana.

Para as baladas, pegávamos um bus na frente do nosso hotel até a zona hoteleira. Dá uns 15 minutinhos de bus, e a passagem custava 8,50 pesos (USD 0,68). Então, pegávamos bus pra ir pra praia, para as baladas, e até pro hospital, onde fui parar. É muito fácil andar de bus em Cancun, e eles funcionam 24 horas. Então, não era necessário pegar um táxi quando voltássemos das baladas, o que era caro demais lá.

Outro dia fomos pra Cocobongo. Pagamos USD 55 pra entrar, com bebida free até as 03:30 da manhã. Com a Nancy, compramos uma pulseira amarela, que não nos obrigaria a ficar na fila. MUITO LOCO! Músicas excelentes, muita gente bonita, aquele lugar tem até escada rolante! De repente um garçon me puxou pela mão e quando vi estava dançando em cima do bar! Adorei, com exceção de que toda hora os garçons nos tiravam de onde estávamos paradinhas assistindo aos shows. Aquilo nos tirou do sério, pois por mais de 5 vezes nos mandaram sair de onde estávamos. Já pensou? Você vai pra um lugar e não pode ficar onde quer!! Não esperamos o show acabar e saímos, reclamando com a gerência. De tanto reclamar, o cara nos deu mais 3 convites VIPS, pra ver o show quando quiséssemos, sentadadas na área VIP. E voltamos no último domingo (antes de voltar ao Brasil) e fomos tratadas como rainhas. Mas antes de entrar na Cocobongo, enquanto esperávamos do lado de fora, ganhamos entrada e bebida free na Mandala, que é ao lado da Cocobongo. Super chiquetérrima, músicas muito boas, mas não ficamos muito. Do outro lado da Cocobongo, tem a Charlies, que tbém é muito animada. E na frente, tem mais uma que não me lembro o nome, mas é bem doida tbém.

 

NADO COM GOLFINHOS:

SÃO OS SERES MAIS INCRÍVEIS QUE CONHECI NA MINHA VIDA! Em Cancun, há vários lugares que fazem essa atividade, então, fechamos com Nancy para nadar no Hotel Dreams, que é um braço do mar, na zona hoteleira. Pagamos USD 60 (depois de chorar horrores, era USD 89) e a atividade dura de 30 a 45 minutos. Você acaricia, canta pra ele e ele dança pra você, abraça, ganha beijo e nada também. Meu biquíni caiu (o que é que não acontece comigo, hein?), mas deu tempo de arrumar de volta sem que ninguém visse. Eu acho...

São bichos extremamente inteligentes. Dóceis, amigáveis, adoram contato e além do prazer em nadar com eles, você ainda aprende, pois antes eles passam um vídeo falando sobre a origem, o que pode, o que não pode e todo o resto. Nosso golfinho se chamava Alushe (em maia, Duende), tem 27 anos, pesa quase 1 tonelada e come 220 quilos de peixe por dia. Gulosinho, né? Parte ruim: não pode entrar com máquina fotográfica. Minha irmã ficou do lado de fora tentando tirar fotos, mas os caras propositalmente ficavam bem na frente dela. Então, depois que saímos da água, eles nos levaram para uma sala, onde vendem um DVD com vídeos, fotos, blá blá blá. Vá preparado com grana, porque você não sai de lá de dentro sem uma foto. O CD todo custava USD 99, e eu e Luluzera dividimos, pra depois copiar todas as fotos aqui no Brasil. MAS VALEU DEMAIS A PENA!

 

 

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Segunda Parte – Xplor, Xel-Há, Xcaret, Akumal, Cozumel, Tulum.

 

PLAYA DEL CARMEM:

Pegamos um bus no terminal ADO (ao lado do hotel onde estávamos) até Playa del Carmem, por 40 pesos. Em Playa, ficamos num estúdio, chamado LA Casita de La Musica, que fica entre na 5ª Avenida entre Juarez e 2Nte. Bem no centro, ao lado do terminal ADO tbém (info no fim do relato). Pagamos USD 15 por pessoa, com ar condicionado, TV, banheiro no quarto e cozinha também no quarto. Tudo novinho, além de muito, mas muito limpo. Em Playa, a noite é bem agitada. A 5ª avenida é bem comprida, tem muitos bares e restaurantes, mas não muito baratos. O comércio abre a partir das 10 da manhã e fecha também as 10, sendo que algumas lojas fecham as 8. O supermercado fica bem longe da 5ª avenida, mas há algumas lojinhas de conveniência, que foi o que nos salvou, pois quando nossa comida acabou, ninguém tinha coragem de voltar ao supermercado, pois os táxis são caros e não tinha busão que nos levasse até lá ou próximo.

A Playa Mamitas é bem bonitinha, mas não foi a mais bonita que vimos durante a viagem. Se estiver de bobeira em PDC, vá até lá, mas caso contrário, opte por outros passeios.

 

COZUMEL:

Pegamos um ferry boat até Cozumel, por USD 25 ida e volta. Quando estávamos no porto ainda em PDC fechei um mergulho com 1 cilindro em Cozumel USD 85, dois cilindros, dois mergulhos). Chegando lá, o cara já estava nos esperando. A Paula não podia mergulhar e Lua desistiu de última hora (estava insegura e bem mareada por causa do ferry), então, foram comigo no barco. Me equipei e pulei na água. Cozumel é muito, mas muito, mas muuuuuuuuito bonito! A visibilidade é bem grande (acredito que mais de 30 metros) e há muitos tipos de peixes e corais. Onde mergulhei tinha muita corrente marítima, o que é bom porque você não se cansa, mas por outro lado, se vê algum peixe bonito, não dá tempo de voltar. Fomos a 21 metros de profundidade e quando subimos de volta, os outros dois caras que estavam conosco iam descer de novo, eu não. Mas minha geruza falou mais alto e eu pensei: será que vou? Pensei em voz alta e o guia malucão me respondeu: não pense, faça! Me equipei de novo e quando vi, já estava debaixo da água outra vez. Há 12 metros de profundidade e esse segundo mergulho foi mais bonito, pois vi mais peixes ainda com menos corrente marítima. Voltamos para PDC no mesmo dia, e aquele ferry boat balançou mais do que minha cabeça quando bebo tequila. O mar estava muito agitado e tanto na ida quanto na volta, aquela coisa balançou tanto, que muitas pessoas passaram mal de vomitar. Cheguei enjoadíssima, mas com fome.

Comemos super tarde e a noite, depois de me ficar lindona pra sair, caiu o maior pé d’água. E os dias se seguiram assim: chovia, ficava sol, chovia de novo, dava um pancadão de chuva, esquentava, chovia... por aí vai.

 

XEL-HÁ:

Fechamos esse passeio com uma agência em PDC chamada Solatino Tours e Travel. Foi a mais barata. Com ele, fizemos Xel-há, Xplor, Xcaret e ganhamos Tulum. Então, cada um saiu por USD 67 dólares, com tudo incluso, inclusive transporte, alimentação, entradas e bebidas. Fizemos um de cada dia, intercalando um dia livre entre eles.

Xel-há é muito bonito. Disseram ser o mais belo aquário natural do mundo, mas sinceramente, o único peixe que vi ali fui eu. No caso, um mamífero, uma baleia mesmo... não vi nenhum outro peixe, eles pedem pra você não entrar com bronzeador e nem protetor solar na água por causa dos peixes, mas tinha tanto óleo na água, que chegava a ficar turva. Dava pena. Mas em Xel-há, você pode pegar uma bike pra conhecer o parque, tem tirolesas que caem na água, boias que você pode pegar pra descer o rio, e ainda ganha um tubo de snorkel, tudo incluso no valor. Para as máscaras e nadadeiras, assim como a chave dos armários e toalhas que o parque dá, você precisa deixar um depósito de USD 25. No final, você devolve as toalhas, máscaras e chaves e eles te devolvem a grana. Há também outras atividades que são pagas, como snuba, nado com golfinhos, e não saem por menos de USD 60 cada uma. Mas sinceramente, recomendo só se não tiver o que fazer em PDC. A comida é muito boa, a bebida é liberada, mas... outros parques são melhores.

 

TULUM:

As ruínas ficam na encosta do mar das Caraíbas, coisa linda de morrer. Como ganhamos esse passeio, inclusive o guia, fizemos no mesmo dia de Xel-há. Dá pra fazer os dois num dia só, até porque não tem muita coisa em Xel-há. Mas se quiser ir por conta, pegue um bus do ADO até Tulum, que custa 35 pesos e a entrada p/ Tulum é 51 pesos. E aconselho pegar um guia em Tulum, ou fica de “beira” em algum grupo, senão você boia. Tulum é o primeiro lugar no México onde o sol nasce. Mesmo esquema de Chichen-Itza, disseram que pagava pra tirar foto, mas não vi ninguém cobrando.

 

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XPLOR:

Na minha opinião, o melhor parque! Na verdade, diferente dos demais, Xplor é um parque subterrâneo. Cheio de cavernas com estalactites, rios subterrâneos que você anda de balsa ou vai nadando pelo rio mesmo, adrenalina total. Há tirolesas de vários tamanhos, um veículo anfíbio que você mesmo dirige por entre as cavernas, muita lama, coisa bem de exploradores mesmo. A comida muito boa, liberada a qualquer tempo, assim como as bebidas também, com exceção das bebidas de álcool. Lá você guarda suas coisas também em armários com chaves, mas precisa levar sua toalha de banho. MUITO, MUITO DIVERTIDO! Há dois caminhos pra cada atividade, o parque é extremamente organizado e limpo, as pessoas são extremamente educadas, e você não consegue sossegar 1 minuto sequer! E todas as atividades estão inclusas no valor. Também se paga USD 25 pra chave do armário, que depois você devolve e os caras devolvem o dinheiro.

 

 

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XCARET:

Recomendo deixar esse parque por último. É o maior e mais bonito. Mas é tão grande que você não consegue conhecer tudo em um dia só. Diferente dos outros, esse estava incluso apenas 1 comida (você podia entrar somente 1 vez no restaurante e comer e beber o quanto quisesse) e 1 cerveja (bebida alcoólica). A peninha é que o dia ficou todo nublado, mas o parque é muito belo. Há várias atividades também, mas todas pagas, como nado com golfinhos, tartarugas, tubarões. Então, aproveitamos pra conhecer o parque, tem jaguar, panteras, muitas araras, um mariposário, é quase um mini-zoo. Também se paga USD 25 pra toalhas e chaves e eles devolvem o dimdim no fim do dia. Tem também algumas ruínas, um cemitério e um aquário incrível, com corais enormes, ainda vivos. Mas o melhor do parque é o final: às 18:00 há um espetáculo falando desde o período pré-hispânico até os dias de hoje, passando pela conquista espanhola, revolução mexicana, falando da cultura de cada estado. É de chorar, muito emocionante. Vale à pena. Dizem que esse parque é a razão pela qual México se escreve com “X”. Mas só pra ter uma ideia de como o parque é grande, tem 10 restaurantes espalhados. Minha irmã fez o nado com os golfinhos aqui (mais caro que em Cancun) e eu descobri que tem trabalho voluntário com esses carinhas (golfinhos) nesse parque. Vou voltar em breve.

 

AKUMAL:

Pegamos um bus saindo do ADO para Akumal, às 10:00. Saídas de hora em hora, por 20 pesos. Eles te deixam na rodovia e você precisa ir caminhando até a praia, que fica do outro lado do povoado. A praia é bem bonita, pois é um braço do mar, com muitos peixes coloridos. Lá, fizemos snorkel por USD 17, e nadamos com tartarugas marinhas e arraias. Vi um peixe enorme, marrom, com uns dentes esquisitos (mas ele tinha cara de peixe bêbado, daqueles que tem dente, falta dois, tem outro dente), sai nadando em disparada na direção do barco, o guia me empurrando pro peixe pra tirar foto. E eu fugindo. Hilário. Dá pra fazer mergulho também, por USD 65, inclusive mergulho com tubarões touro. Esse eu passei. Choveu. E choveu muito. Então, saímos da praia e fomos comer em um restaurante logo na entrada do centro de biologia marinha. Não lembro exatamente o nome do lugar, mas era algo como La Cocina, super simples, quase uma cabaninha, barato e a comida caseira DIVINA! Recomendo.

Pra ir embora, fomos caminhando até a rodovia, passou um van (30 pesos) e voltamos pra PDC.

 

Quando retornamos a Cancun, ficamos mais uns 3 dias até nossa viagem de volta ao Brasil. Choveu a maior parte do tempo quando voltamos, com exceção do último dia que fez um sol lascado que rachava qualquer um no meio. Numa dessas noites chuvosas, ganhamos duas pizzas gigantescas do dono do Hotel (o mesmo que ficamos quando chegamos do Brasil) que comemos durante dois dias seguidos.

Conhecemos também um museu da tequila, que fica dentro de um shopping, Luxure Avenue. Muito legal!

Retornamos ao Brasil no vôo das 15:30, ficando 6 horas na Cidade do México, passando um frio do c..*&&¨¨%%$%¨¨, porque tinha chegado uma frente fria no México e todo mundo estava agasalhado e nós, de camiseta regata. Depois, no voo até São Paulo, dormimos como uma pedra, já que era madrugada.

A viagem de volta foi menos cansativa que a da ida, mas chegamos tão cansadas que não tinha parte do meu corpo que não doía. Mas minha cabeça estava ZEN. E foi assim que tudo terminou: o corpo cansado, moído, mas a cabeça leve feito pluma!

 

Algumas informações importantes:

 

Câmbio:

Eles aceitam dólares em tudo. Porém, fazem a cotação que querem. Então, aconselho a fazer a troca em alguma casa de câmbio de tempos em tempo, pois se pagar em dólar, eles te voltam o troco em pesos e fazem uma confusão lascada. Além de cobrarem muito, mas muito pra isso. Na casa de cambio você pode pagar 12,00 ou até 12,90 o peso e no supermercado, por exemplo, eles fazem o cambio a 11. As vezes 10. Em outros lugares no entanto, faziam a 13. Mas depende muito.

 

Pechinche!

Sempre que te oferecerem algo, seja um souvenir ou um passeio, chore. Eles vão dizer que não em um primeiro momento, mas quando você der as costas dizendo que não quer, eles voltam atrás e fazem o preço que pediu. Na viagem de volta ouvi um casal de brasileiros conversando, dizendo que cada um pagou USD 200 dólares pra nada com os golfinhos. De tanto chorar, eu paguei USD 60. Em Akumal, pagamos USD 17 por pessoa e um casal de espanhóis pagou 30 EUROS CADA UM. Tive a impressão de que eles colocam o preço, se você pagar, ótimo.

 

Propina:

Pra TUDO eles te pedem propina. Até em um banheiro dentro do xopis, um balcão no supermercado, o Burger King, tudo. Dá se você quer, caso contrário, não dê.

 

Para as meninas:

Os mexicanos são homens que querem se casar a qualquer custo!!! Fui pedida em casamento no mínimo 8 vezes, por 8 homens diferentes! Eles se casam cedo, tem filhos cedo e querem casar, nada de namorar, ficar, ou algo do gênero. Eu ria de tudo.

 

Seguro viagem:

Nunca saio do país sem, e foi a primeira vez que precisei usar. Fiz pela Mondial Travel e saiu por R$ 153,00. Me deu uma espécie de alergia muito forte, que depois descobri que foi do protetor solar, e fui parar no hospital. Quando acionei o seguro, a moça me fez várias perguntas, do tipo: a quanto tempo está sentindo isso? Teve febre? Eu estava a ponto de perguntar se ela era a médica e ia me atender por telefone. Mas quando cheguei ao hospital que o seguro me indicou, a consulta já estava paga e o médico já sabia os meus sintomas. Me deu um antialérgico pra tomar, uma pomadinha pra passar no local e eu tive que ficar sem beber alcool por 7 dias. Mas sarei. Não foi nada grave e eu gostei muito do atendimento deles. E o hospital que me indicaram tinha uma cama melhor que a do hotel onde eu estava!!! Quando perguntei a Nancy onde ficava o Hospital Gardênia, ela arregalou os olhos e disse: você quer gastar dinheiro, né? O hospital realmente era muito bom.

 

Clima:

Boa parte do tempo em que ficamos no México fez sol. Mas também ficou nublado e também choveu. E a chuva aparecia sem avisar, de repente despencava do céu. Em PDC, a maior parte do tempo ficou nublado. Mas nada disso impediram os passeios, a diversão e todo o resto. Chuva é consequência. Não fez frio nenhum dia, apesar de ser inverno no hemisfério norte. Resumindo, apesar da chuva alguns dias, não atrapalhou nadinha.

 

Impressão do México:

Achei tudo muito lindo. Nada muito barato, mas também nada muito caro. Mas um passeio não saia por menos de USD 60 por pessoa. Fora que tudo que você vê, você quer fazer. Mas tudo é muito bonito, extremamente limpo, são muito organizados, simpáticos ao extremo (alguns são mais sérios, mas não mal-educados), e o que mais me impressionou é que não se vê um papel nas ruas, um mendigo pedindo dinheiro. Os mexicanos são um povo batalhador, são orgulhosos de suas raízes e são superados. Um lugar que vale a pena voltar mil vezes. Hoje, lembrando de todos os relatos que li sobre o México, consigo entender porque tem tanta gente que volta mais de uma vez. Entrarei pra essa lista.

 

Compras:

Há um shopping chamado La Isla, que tem algumas coisas baratas. O interessante é que você tem 7% do que pagou, de volta. Eles chamam isso de Tax Back, então, qualquer coisa que for acima de USD 99 dõu de 1200 pesos, você pode pedir uma nota fiscal. EXIJA ESSA NOTA! No aeroporto, basta apresentar uma cópia do passaporte, seu bilhete de embarque e as notas das suas compras, que eles te creditam no cartão de crédito o valor dos 7%.

 

Hoje posso dizer: o México é eXpetacular!

 

 

 

Visto: http://www.inm.gob.mx/index.php/page/Solicitud_de_Autorizacion_Electronica/pt-br.html

 

Site transfer: http://www.entrainament-plus.net

 

Hotel Rivemar:

Av. Tulum, lt 49-51, sm 22 mz 7

http://www.hotelrivemar.com

Fone: 52 1 (998) 88411199

(reserva pode ser feita pelo site)

 

Nancy de La Peña

Fone: 044 (998)2156748

e-mail: [email protected]

 

LA Casita de La Musica

[email protected]

Tel: (984) 8733713

Cel: (984) 8042774

Falar com Eduardo.

 

Solatino Tours e Travel

5ª Av entre Calles 4 e 6

Tel: (52 984) 803 3600

http://www.solatinotours.com

 

Xel-Há, Xcaret e Xplor:

http://www.experienciasxcaret.com

 

E qualquer dúvida, estou àzrodi!

Roteiro Daliana - México.xls

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