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Olá viajante!

Bora viajar?

Buenos Aires - 7 dias - Abril/2012

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Buenos Aires - 10/04/2012

 

Já faz quase dois anos que não atualizo o blog, mas continuo com ele ativo. Ainda estou devendo as postagens sobre a viagem de final do final do ano passado para João Pessoa, mas essa vai ficar para depois. Vou tentar postar meu dia a dia aqui em BA´s.

 

Na verdade essa viagem de agora nem foi muito planejada. Como sou servidor público, posso parcelar minhas férias anuais em três períodos de 10 dias. Sempre faço isso e acabo emendando com um ou outro feriado prolongado. Minha intenção era viajar no período do Carnaval, mas como não apareceu nada muito bom e nem quis enfrentar a loucura dessa época, acabei ficando em casa para arrumar a bagunça (e que bagunça, rs).

 

Acontece que 20 dias atrás apareceu uma mega promoção da Gol saindo de Londrina para Buenos Aires por 245 reais. Fiz e refiz as contas e achei o preço imperdível. Como já cogitava em fazer esse passeio um dia, resolvi comprar o voo. Com as tarifas (que na Argentina são mais e mais caras) ficou em 800 reais e alguns quebrados ida e volta para mim, minha esposa e minha filha de 1 ano (ela não paga indo no colo). No entanto essa combinação de valor eu consegui somente saindo numa terça e voltando na outra terça (portanto uma semana na cidade). Mesmo assim considerei uma boa ideia, pois meu passeio terá que ser bem tranquilo por conta da minha filha. E por causa disso também, resolvi gastar um pouco mais no hotel, pensando em ficar bem localizado e ter mais conforto pra ela. Se fosse apenas eu e minha esposa encararíamos algo mais em conta. Sei que não é algo muito mochileiro, mas acredito que as informações serão úteis.

 

Depois de muito pesquisar, resolvi fazer uma reserva pelo site Hoteis.com para o Awwa Suites and Spa, que acabou saindo por 1200,00 reais para o período todo (sem café da manhã). Ficou um pouco salgado, mas a vantagem dele é a localização nos Bosque de Palermo (que ao chegar, confirmei ser um local muito bom), além de contar com uma minicozinha americana, o que ajudaria com as refeições da minha filha. E mesmo neste valor, ainda ficou mais barato do que se comprássemos um pacote de 5 dias em agência de turismo. Isso porque ainda tive que pagar 80 reais de IOF por conta da reserva no site Hoteis.com, pois como ele é sediado no exterior o IOF está em 6,38%. Mancada minha não ter atendado para isso. Mas fica a lição.

 

Depois dessa breve (na verdade nem tão breve) introdução, vamos começar com o relato propriamente dito.

 

Saímos de casa às 4 da manhã para o aeroporto, pois nosso voo saía às 6 horas com destino a Curitiba. Tudo certo neste primeiro trecho. Somente cabe registrar que a Gol só forneceu bebida. Não que eu goste das barrinhas ou do amendoim, mas só para registrar a contenção de despesas da companhia. Chegamos em Curitiba às 6:40 e ficaríamos esperando até às 10:55 pelo nosso voo para Buenos Aires. Essa parte da espera é muito cansativa. Tanto foi assim que por volta das 10 horas, minha esposa estava ao telefone com a irmã e fui tirar um cochilinho. Resultado: literalmente "apaguei". E ela, por conta da conversa, esquece de conferir o horário acabamos que tivemos que ir voando para o embarque às 10:40 para não perder o voo. O pior de tudo é que ao chegar na imigração de saída, a atendendo da Gol disse que teria que voltar no check-in para despachar o carrinho de bebê.

 

Nesta parte abro um parênteses para explicar esta confusão, pois vai constar do meu relato de João Pessoa. Naquela viagem, em toda conexão, logo ao embarcar, nós solicitávamos para pegar o carrinho no desembarque e entregávamos novamente na porto do avião quando fazíamos outros embarque. Isso é bem normal em voos domésticos, desde que avisado com antecedência para as aeromoças. O detalhe é que como nosso voo é internacional, não dá pra deixar o carrinho na porta do avião, tendo que despachar novamente, mesmo já estando tudo feito desde o começo. Não sei o motivo disto, mas como não me avisaram antes do embarque tive que voltar correndo para o check-in para não perder o voo.

 

Consegui despachar o carrinho e quando voltava faceiro para a sala de embarque a moça da entrada não quis deixar eu ir para o embarque pois estava faltando um adesivo na minha passagem. Reclamei que novamente ninguém tinha avisado nada, mas não teve jeito. Voltei novamente para o check-in para pegar o adesivo. Nem perguntei para que que servia isso. Fui correndo para a sala de embarque e, ao chegar na imigração, o sistema da Polícia Federal estava com aquela vontade de funcionar, quase parando. Bom, apesar dos pesares conseguimos embarcar mas não escapamos dos olhares fulminantes dos passageiros (a tripulação disfarçou bem, rsrs). Ossos do ofício. E o duro foi que nem daria para inventar uma desculpa de que a nossa conexão havia atrasado, pois a passageira da nossa fileira estava no mesmo voo de Londrina para Curitiba, rs.

 

O trecho até Buenos Aires teve uma escala em Assunção. Tudo bem nos dois trajetos, onde foi servido bebida e um lanche de frios em cada trecho, junto com as famosas rosquinhas de sobremesa. Coisa bem básica em se tratando de Gol.

 

O desembarque em BA´s foi bem simples. Apenas entregamos os documentos e a guia de imigração preenchida. Sem perguntas nem burocracia excessiva. Demos uma passadinho rápida no Duty Free só para ver os preços, mas não tinha nada muito chamativo. Algumas polos Lacoste até compensavam, por preços entre 60 e 70 dólares. Talvez eu compre na volta, se não achar nada melhor na cidade. Fiz o câmbio no La Nacion com a cotação de $ 2,30 e paguei pelo serviço da TaxiEzeiza para vir até o hotel. O preço não estava lá aquelas coisas ($ 195,00), mas a volta ficará por $ 160,00 (agendando um dia antes por telefone) e evito cair em alguma furada com algum taxista mais malandro.

 

O trajeto ia tudo bem, até que em certo trecho da 9 de Julho a avenida estava interditada por conta de uma manifestação (tem tido muitas por lá estes tempos). Foi nesta hora que vi vantagem em ter fechado pacote com o Taxi Ezeiza, pois o motorista teve que dar diversas voltas até conseguir fugir do tumulto, além de ter pego vários congestionamentos que teriam sido evitados pelo caminho normal. Se o preço já não estivesse fechado acredito que aumentaria bem o valor da corrida. Passamos por alguns trechos da cidade que não são as mil maravilhas para os olhos de um turista. Lembrou muito algumas regiões feias de São Paulo (até agora as duas cidades se parecem em muitos aspectos).

 

Depois desta "viagem" dentro da nossa viagem, chegamos ao hotel e gostei muito do que vi. O quarto é amplo, realmente bem localizado, limpo e o pessoal do atendimento é muito educado e atencioso. A internet Wi-Fi grátis funciona e muito bem (resultado é esta minha postagem inicial), o cofre eletrônico também, onde cabe inclusive meu notebook. Tem até uma sacadinha, mas que não te vista para nada (nem para a rua, pois uma árvore tampa quase toda esta vista. Mas não fim pro hotel pra ficar vendo a vista do quarto, rs).

 

Saímos rapidinho para comprar algumas bebidas e comidas e voltamos para descansar, pois estamos muito cansados deste dia de viagem. amanhã começam os passeios e as fotos estarão mais interessantes. Mas já deu pra perceber que é um bairro de alto padrão. O engraçado é ver a quantidade de madame passeando com seus cachorros (infelizmente o produto deles acaba ficando na rua). Vimos também vários café estilo parisiense pelo caminho. Por enquanto apenas algumas amostras e um pouco da visão do quarto (gosto de postar fotos dos quartos onde fico, pois mostram a visão do usuário e não uma fabricação para os sites dos hotéis).

 

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Esperando o embarque em Curitiba.

 

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Toda feliz ao chegar em Buenos Aires.

 

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Vista geral do quarto.

 

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Vista da cozinha do quarto.

 

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Cama King Size. Veio bem a calhar para as duas que estavam mortas.

 

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Banheiro bem organizado e limpo.

 

P.S.: Tentarei ser mais breve nas próximas postagens, rs.

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Olá.

 

Como vou embora somente na próxima terça, saindo do hotel ao meio dia, deixei para completar estar parte dos Bosques de Palermo na terça de manhã. Valeu pela informação, pois agora vou me esforçar para conseguir cumprir esta parte final. Não sei se vai para Lujan. Se for, vou colocar agora as informações de lá.

 

Minha programação para os próximos dias é:

 

Sábado: Delta do Tigre, indo pelo Tren de La Costa.

Domingo: Feira de San Telmo, Caminito, Estádio do Boca, Puerto Madero e o que mais der para fazer, utilizando o ônibus turístico.

Segunda: Calle Flórida, Galerias Pacífico e o que estiver faltando, com o ônibus turístico (48 horas é apenas $ 20 pesos a mais). Poderia usar o subte ou os ônibus, mas tenho que pensar na comodidade para a minha filha.

 

Talvez a gente ainda se encontre em um destes locais. Só não sei os horários pois dependemos da Mariana, nossa filha.

 

Abraços e bom passeio.

 

Hoje fizemos roteiro praticamente igual ao seu no Palermo Botanico (inclusive ida ao Paseo Alcorta e compras no Carrefour, rs, coincidência). Gostamos muito. Vi que você não postou fotos, nem fez comentários sobre o Rosedal, você chegou a entrar nele ? Pois o Parque 3 Febrero contém o Rosedal. Foi o parque mais bonito que vimos, se você ainda não visitou, vale a pena dar um pulo lá.

 

O zoo é exatamente aquilo que você falou, o pasaporte ahorro é enganação, reptilário e aquário fracos e o passeio de barco nem tava funcionando. Mas não esquentei, a diferença é só 6 reais. Mas do zôo em si gostamos muito.

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Tudo bem.

 

sobre levar dinheiro em espécie, isso vai depender de quanto é esse valor. Eu disse que não trouxe o VTM pois o saque com meu cartão de banco está compensando, quando saco valores maiores. Agora eu não acho seguro e nem prático trazer muito dinheiro com você. Como não tem cartão de crédito, então a melhor opção seria um VTM e apenas um pouco para as despesas iniciais (táxi, alimentação na viagem, etc.). Depois você faz o saque ou as compras sempre que precisar com o VTM, usando o dinheiro somente onde não aceitarem. É muito mais prático e seguro.

 

E sobre o VTM em pesos, eu não acho bom. Independente do dinheiro que carregar (reais, dólares, euros, pesos) o saque será sempre na moeda local, com a cotação normalmente pelo dólar turismo. Sendo assim, é muito mais vantajoso carregar com uma moeda forte (euro, dolar ou até mesmo real). E o que sobrar da viagem você não precisa recambiar, podendo usar o VTM aqui no Brasil mesmo (lembrando que a taxa de saque é de US$ 2,50 se não me engano, mas sem tarifa para compras).

 

Analise novamente e veja algumas postagens sobre o tema. Eu considero o VTM melhor, no caso de não ter cartão de crédito.

 

Abraços.

 

Olá Mahpa, tudo bem?

 

Agora que percebi que vc ESTÁ em Buenos Aires...rs doida eu...

 

Hummm bom neste caso, acredito que seja melhor eu levar valor em espécie, tentar trocar algumas notas por moedas, pq li no seu relato que nos onibus, se utiliza somente elas. E os demais levo mesmo em especie. Sobre os valores,estou acompanhando o relato, mas pela economia que esta ai, imagino que não esteja tao barato como ja foi, porém não tao caro em outros paises, então ficarei acompanhando pra ter um parametro. O ruim é que não tenho cartao de credito (que eu como mulher, acho até melhor rsrs), mas vou calcular e levar mesmo uma qtde aonde de pra supri todas as minhas necessidades....

 

Vou acompanhando e boa viagem pra ti e sua familia...

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Zoo de Lujan - 13/04/2012

 

Ainda estou em dúvida se este foi o melhor ou o pior passeio até então. Vamos ver ao longo da postagem sobre o que decido.

 

Saímos do hotel um pouco mais tarde do que o planejado, afinal de contas temos que nos adaptar ao relógio biológico da nossa filha. Queria ter saído mais cedo pois íamos de ônibus em virtude do valor ($20 ida e volta + $ 100 por pessoa no Zoo de Lujan contra preços entre $ 400 e $ 500 negociados com empresas de turismo). - RESULTADO = MELHOR PASSEIO.

 

Chegando próximo ao ponto do ônibus me lembrei que não havia sacado o dinheiro no dia anterior e estava apenas com $ 200, que dava para a passagem, mas faltaria para a entrada. Apesar de ter alguns bancos no trajeto, resolvi não sacar naquela hora pois teria que fazer um saque mais alto para compensar as tarifas e não queria voltar com muito dinheiro à noite. Além disso, hoje em dia a modernidade está aí e todo mundo recebe com cartão. Então lá fomos nós até o guichê da Linha 57, empresa Atlântico compras as passagens de ida e volta. Tem que comprar a volta para não ter que pagar $ 10 por pessoa tudo com moedas (se as conseguir trocar no passeio). Esperamos alguns poucos minutos e saímos por volta das 10 da manhã com destino ao parque. Havia mais uns dois ou três casais brasileiros no ônibus. Em certo momento, quando curtíamos a paisagem, ouvimos no rádio do ônibus: "Ai se eu te pego, ai, ai...". Até aqui, ninguém aguenta, rsrsrs - RESULTADO = PIOR PASSEIO.

 

A viagem de pouco menos de duas horas foi até que bem tranquila, ficando o ônibus mais cheio após a cidade de Moreno. A Mariana dormiu quase todo o percurso e a estrada ajudou, pois era excelente e havia um movimento tranquilo. O mais interessante de tudo foi ver um pouco da cidade fora do eixo turístico e perceber quão grande é Buenos Aires, novamente lembrando muito São Paulo, com seus bairros independentes e cheios de vida, mas com problemas de cidade grande, como algumas favelas na periferia. Mas de um modo geral foi interessante. - RESULTADO = INDIFERENTE.

 

O ônibus para do outro lado da rodovia, quase em frente ao Zoo. Basta atravessar uma passagem por baixo e andar cerca de 500 metros até a entrada. Já na chegada é possível ver e manter contato com algumas emas e cervos que ficam perto de uma cerca ao lado da rodovia. Chegamos na entrada e perguntamos à recepcionista se aceitavam cartão e ela respondeu que não. Putz. Lembra o que eu falei da modernidade lá em cima? Esqueça. E o pior é que não consta nem no site oficial nem em nenhum relato que eu li que somente aceitavam notas (que pode ser em reais, no caso R$ 50). Como eu teria dinheiro suficiente apenas para uma entrada, resolvemos pegar um táxi (remis) até Lujan para fazer o saque (poderia ir de ônibus, mas estava sem moedas suficientes. Por isso aconselho a sempre ter uma boa reserva delas). Nesta brincadeira já foram mais $ 40. RESULTADO = PIOR PASSEIO.

 

A única compensação dessa bobeira minha foi conhecer a belíssima Catedral de Lujan, que se assemelha muito a algumas igrejas européias. Mas a cidade em si é muito feia. Não vale a visita, que é oferecida nos pacotes caríssimos das agências. RESULTADO = MELHOR PASSEIO (por conta da Catedral).

 

Depois de conhecer a catedral, fomos até o banco, que fica logo ao lado, onde fiz um saque de $ 900, e que com as tarifas bancários e o IOF (0,38%) ficou com uma cotação aproximada de $ 2,25. Considerando que a cotação no aeroporto foi de $ 2,30 e que no Shopping Abasto estava em $ 2,05, então até que foi um bom negócio. RESULTADO = MELHOR PASSEIO.

 

Resolvemos então almoçar por ali mesmo, pois já era próximo de uma da tarde. Comemos no restaurante La Família que fica bem na esquina da catedral. Pedimos um prato que vinha com duas empanadas (o melhor da refeição), um fiambre empanado sem gosto, com um purê de batatas horrível e um sorvetinho napolitano em barra bem meia boca. Com duas Pepsis pequenas, pagamos $ 90 pesos por uma refeição que não recomendo a ninguém. Isso sem falar num atendimento de péssima qualidade. RESULTADO = PIOR PASSEIO.

 

Pegamos o ônibus de volta para o zoo a três quadras da catedral por $ 2 por pessoa (10 vezes menos que o táxi) e em menos de 15 minutos estávamos de volta à portaria do zoo. Pagamos a nossa entrada, compramos uma comidinha para os bichos por $ 10 e seguimos para o passeio. Logo de cara você já vê muitos tratores antigos, veículos de guerra e animais típicos de fazendo (como gansos, ovelhas, bodes, burros, galinhas, etc.). Algo meio estranho para um zoo. Se não fosse pela jaula da entrada onde havia umas três leoas com alguns cachorros, já pensaríamos que haviam nos enganado. Mas logo esse pensamento mudaria, e muito. Vou resumir como foi o passeio, senão não acabarei esse post tão cedo. A possibilidade de entrar em jaulas e interagir com adultos e filhotes de animais como leões, tigres, ursos, macacos (esse um pouco velhinho), dromedário e elefantes é algo indescritível. Sei que muita gente deve torcer o nariz para o modo como funciona este zoo, mas esta oportunidade faz qualquer sacrifício para realizar esta visitar valer a pena. mesmo para minha filha que tem pouco mais de um ano, a oportunidade dela se aproximar de alguns filhotes e de outros animais que não encontramos tão frequentemente na nossa vida urbana já é algo que vale muito, principalmente quando ela começar a entender as coisas melhor e ver estas recordações. Como eu e minha esposa revesávamos para entrar nas jaulas, os tratadores tiravam as fotos para você sempre com muita boa vontade. Não há cobrança por isso, mas quem quiser pode deixar alguma gorjetinha na saída em um balde que existe para isso. Na visita do urso tem um pacotinho com alguns pedaços de marrom glacê que custa $ 5 para dar ao animal. O mesmo para os leões marinhos, onde o peixe para eles custa $ 10. No local tem espaço para camping e também lanchonete e restaurante para quem quiser comer por lá. Os preços não são muito diferentes dos praticados em BA´s. Não sei em relação à qualidade. Ficamos no zoo até pouco depois das 17 horas, e nos divertimos bastante. Recomendo muitíssimo a quem for à BA´s e tiver tempo em fazer este passeio. RESULTADO = MELHOR PASSEIO (com louvor).

 

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Agora lembra do começo do post onde falei que estava em dúvida se este seria o melhor ou o pior passeio? Então aqui começou nosso martírio. Região metropolitana do tamanho de São Paulo, horário de rush, o que isto lembra? Congestionamento e transporte público lotado. Pois bem, quem quiser economizar no passeio tem que levar em consideração que podem ocorrer imprevistos e você mesmo é quem terá que resolver isso. Se não se precaver, como foi o nosso caso, irá penar um pouco. Ficamos nós três e mais uns 10 turistas por cerca de duas horas parados no ponto de ônibus. A linha 57 cumpre os horários e passa a cada meia hora, no entanto eles não colocam mais ônibus nos horários de pico. Portanto eles já saiam de Lujan lotados e nem paravam no ponto. Ninguém tinha moeda para ir até Lujan e pegar o ônibus de lá, e a essa altura já estava esfriando um pouco, a fome batendo e os pernilongos atacando (isso sem falar no mau humor da dona patroa, e com razão). Depois de muita espera e nervosismo, finalmente passou um ônibus que parou, mas não menos lotado. Felizmente um cidadão educado deu lugar para a minha esposa sentar com minha filha (que havia dormido depois de algum choro pela demora e pelo cansaço). Eu e todos os demais turistas fomos em pé até Moreno (cerca de meia hora), onde esvaziou bem o ônibus. O restante da viagem foi no mesmo ritmo da ida, bem tranquila. Chegamos na Plaza Itália pouco depois das 21 horas e fomos caminhando até o hotel. As ruas estavam bem movimentadas e não senti insegurança em nenhum momento, mesmo quando passamos pelos parques e praça no caminho, que já não tinham tanto movimento. RESULTADO = PIOR PASSEIO.

 

Portanto aqui segue o conselho que só é dado por quem passa por esses perrengues. Caso resolve economizar neste passeio indo de ônibus (que vale a pena sim), tente calcular um período em que sua visita não termine muito tarde, para evitar pegar ônibus neste horário. Caso não seja possível, então se previna comprando passagem de ida e volta até a cidade de Lujan ($ 12 ao invés de $ 10 até o zoo). Assim você aproveita e visita a Catedral (única coisa que vale a pena na cidade) e volta para o passeio no zoo (mais $ 2). Ao final do passeio, se conseguir pegar o ônibus na frente do zoo, volta para BA´s sem problema. Se não conseguir, então paga mais $2 até Lujan e pegue o ônibus no ponto inicial, que é garantia de embarcar, o que já não digo da entrada do zoo. Desta forma você se previne de tomar um chá de cadeira e gasta apenas $ 6 ou $ 8 pesos a mais.

 

E o resultado da minha discussão sobre ser o melhor ou o pior passeio acabou dando empate (4x4). Mas agora ao preparar este posto e rever as fotos e vídeos do dia, teno certeza que toda a dor de cabeça não foi suficiente para manchar o valor da visita. Com certeza foi o MELHOR PASSEIO até então. Cansativo, mas muito bom. Acredito que ficarão somente as boas lembranças. Agora vou descansar que amanhã tem mais.

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Delta do Tigre - 14/04/2012

 

Passeio que era para ser bem tranquilo em comparação ao do dia anterior acabou tendo alguns imprevistos, mas quem viaja está sujeito a isto e tem que tirar coisas boas destas situações. Mas vamos ao relato.

 

Saímos do hotel por volta das 10 horas com destino à Estação Retiro para pegar o trematé Mitre/Maipu, pensando em seguir até Tigrepelo Tren de La Costa. Poderia ter pego o trem na estação 3 de Febrero, que era bem mais perto do nosso hotel, mas como era um sábado e eu não tinha certeza se estaria aberta, resolvi seguir o roteiro dos relatos que li. Para isso pegamos o metrô até a estação ($ 2,50 cada) e compramos a passagem até Mitre ($ 1,10). Enquanto esperávamos o horário demos um passeio pela estação, que tem uma bela arquitetura e é até bem limpa, em se tratando de uma estação de trem urbano.

 

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O trajeto até Mitre durou cerca de 25 minutos, em um trem razoável, mas antigo. Seguimos em direção à passarela que leva até à estação Maipu, de onde sai o Tren de La Costa. Na verdade não é bem uma passarela, mas um mini shopping, com café, loja de antiguidades, objetos de arte, lembranças e muitas outras coisas. Bem interessante e dá até pra perder um tempinho por ali. Quando chegamos ao guichê, vimos um burburinho das várias pessoas que estavam na fila (todas vieram no mesmo trem que nós). Qual não foi a nossa surpresa ao saber que as saídas do Tren de La Costa estavam canceladas por conta de problemas técnico, sem previsão de retorno. Fiquei chateado, pois este seria parte importante do roteiro. Mas resolvi continuar mesmo assim.

 

Conversando com o pessoal da estação, descobri que podia pegar um táxi até a estação Olivose seguir até Tigre. Fomos então para o ponto de táxi, onde ficamos um bom tempo sem aparecer nenhum. Como todos que estavam ali tiveram a mesma idéia, acabaram rapidamente os poucos táxis disponíveis. Resolvemos então fazer uma caminhada de uns 20 minutos até a estação. E sobre isto que falei ao tirar o melhor proveito dos imprevistos. Se não fosse por isso, não teria a oportunidade de caminhar por belas ruas arborizadas, com casas bonitas, numa região residencial de Olivos. A impressão que cidade deixou, pelo menos por onde passei, foi de ser uma ótima região residencial da Grande Buenos Aires. É claro que não vou dizer para ninguém incluir num roteiro para BA´s, mas vale o registro sobre a cidade.

 

Chegando à estação, o guichê estava fechado (lembram o que falei sobre a Estação 3 de Febrero?). Dois policiais que estavam no local informaram que eu poderia subir no trem e, caso solicitado, informar que o guichê estava fechado e por isso ainda não tinha a passagem. Fiquei meio ressabiado com isso, mas como a multa seria de somente $ 10, resolvi arriscar. No entanto não segui direto até Tigre. Resolvi descer em San Isidro (que fazia parte do roteiro do Tren de La Costa), pois li bons relatos sobre a cidade. Acontece que a estação onde o trem normal desce é um pouco distante da turística. E como já era pouco mais de meio dia, resolvemos almoçar em um café ao lado desta estação. Pedimos um Ravioli de queijo e nozes, com bebida e café por $ 39. O ravioli até que estava bom, mas o molho de vinho tinto era tão forte que deixou o prato intragável. Eu e minha esposa comemos somente metade do prato e ainda não saímos muito bem de lá. Já um pouco desanimados, demos uma pequena volta pela rua comercial que tem ao lado da estação, sem nada de interesse, e resolvemos ir para Tigre, para não acontecer o mesmo do dia anterior.

 

Dessa vez pagamos $ 0,80 até Tigre, e 20 minutos depois estávamos em uma estaçãozinha muito bem cuidada e simpática. E a mesma impressão se tem ao sair da estação. A vista do rio logo em frente, as ruas limpas e com muitos canteiros floridos, com guardas de trânsito controlando a passagem dos pedestres já dá um ar de organização e boa receptividade. Nesta situações a primeira impressão é a que fica.

 

Seguimos direto para a Estação Fluvial para os passeios de barco, que fica atravessando a rua à direita da estação Tigre. Dentre os passeios que estavam dentro do nosso orçamento, resolvemos ir com uma catamarã, por ter mais espaço e liberdade para minha filha ficar à vontade. Com um cupom de desconto que você pega ao sair da estação Tigre, o passeio de uma hora fica em $ 50 por pessoa. O problema do catamarã é que ele não passa em frente ao Paseo Victoria, ao contrário dos barcos menores. Em contrapartida, ele passa em frente ao Parque de La Costa e ao Puerto de Frutos. Não fomos em nenhum dos dois depois, mas o parque me pareceu muito interessante para quem gosta de diversão radical. Acho que num outro passeio vou pensar em ir nele.

 

O passeio de catamarã é bem interessante, pois mostra as residências ao lado do rio, onde muitas famílias estavam reunidas, além de alguns clubes particulares. Não é nada extraordinário, mas vale a pena para conhecer um estilo de vida diferente. O mais legal é ver o pessoal passando com barcos a remos ao lados dos barcos motorizados. retornando do passeio, fomos dar uma caminhada pelo Paseo Victória até o Museu de Belas Artes de Tigre. O caminho é muito bem cuidado e charmoso, onde havia muitas famílias passeando, tomando seu mate ou fazendo um piquenique nos bancos, além dos tradicionais casais de namorados. E muitos cachorros, claro, só que ao menos lá eu vi algumas donas cuidando dos dejetos dos mesmos. A pernada, apesar de agradável, é bem longa até o museu (no caminho também tem o museu naval, mas nem paramos por lá). Pensamos em pegar um táxi até a estação, pois já estava no final da tarde, mas como não encontramos nenhum, fomos caminhando novamente. Na volta fomos pela calçada da rua, ocasião em que vimos uma quantidade muito grande de restaurantes em mansões enormes. A qualidade da comida deve ser muito boa, mas não foi dessa vez que ficamos até mais tarde por lá.

 

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De retorno, pagamos $ 1,35 cada até a estação Retiro. Apesar de não ficarmos esperando, o trem estava lotado e só foi esvaziar em Nunes, duas estações antes do destino final, após mais ou menos 40 minutos de viagem. Apesar de ser um meio de transporte onde você vê todo tipo de gente (o que acaba sendo a parte mais interessante deste tipo de passeio), não bateu nenhuma insegurança em relação aos pertences ou a qualquer outro problema. O mesmo posso dizer ao passar pelo Zoo e demais parques de Palermo. Na verdade, como sempre gosto de frisar, eu sempre estou encucado com a parte da segurança, principalmente quando estamos em um local desconhecido, mas até agora não tive receio em nenhum local, nem mesmo na esquisita Lujan (a cidade, não o Zoo). Vamos ver como será nos próximos dias, no Caminito e na Calle Florida.

 

Em relação ao passeio de hoje, a dica é se preparar para não conseguir utilizar o Tren de La Costa pois, segundo moradores de BA´s que estavam por lá, isto não é nada incomum. De resto, é um bom passeio para relaxar e sair da rotina da cidade grande.

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Não pretendemos pegar o bus turístico. Um passeio que seria bom de fazer em conjunto seria o de Tigre, pois o lugar parecia não ser fácil de chegar, mas vi que vocÊ acabou de postar o relato enquanto eu digitava, vou dar uma lida. Talvez a gente faça esse passeio amanhã, domingo.

 

Seu relato sobre Luján foi extremamente útil. Já vou entrar em contato com a Fabebus pra ver se não vamos pra lá de van, pois estou com receio de ter os mesmos problemas que você pra voltar de lá. E não fique na dúvida se foi o pior ou melhor passeio. Pois esses perrengues a gente esquece, fazem parte da viagem, mas a experiência boa fica pro resto da vida. Espero que a gente tenha a mesma impressão positiva que vocês tiveram, pois parece mesmo um lugar incrível.

 

Hoje passeamos pela Recoleta, andamos muito, fomos a pé do ap, passando por praticamente tudo quanto é praça e ponto turístico que aparece no mapa da Byt, até a Plaza San Martin, no Retiro. De lá, pegamos um metrô e saltamos na Callao, perto da livraria Ateneo. Depois de visitá-la, andamos mais até o hotel. Recoleta tem muita coisa bonita pra ver. A dica que dou é não ir ao Centro Cultural Recoleta, pois não há absolutamente nada pra se visitar por lá, nada está acessível e o lugar está abandonado. E a estação de metrô do Retiro é nojenta, há muita nojeira espalhada pelo chão, nem vou entrar em detalhes. De resto, tudo é recomendável.

 

Ah, tivemos que dar um pulo no Paseo Alcorta hoje de noite e provamos o sorvete da Un'altra Volta. Realmente, muito bom. Depois vamos provar o da Freddo para comparar.

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Olá.

 

Quando estava pesquisando sobre esta viagem, fiquei um pouco receoso de não gostar muito, pois é sempre a mesma coisa de monumentos, museus, e etc. Mas a cidade realmente está me surpreendendo e mostrando que BA´s é muito mais do que os pacotes turísticos mostram. Já fizemos muita coisa fora do roteiro tradicional e até então tudo com aspecto muito positivo (os problemas de Lujan já foram esquecidos, com certeza). Hoje minha primeira parada será na Recoleta, para dar uma passeada, mas já não perco tempo no Centro Cultural. Depois vou fazer o basicão do ônibus turístico. Se não fosse muito cansativo para minha filha, faria exatamente como vocês e caminharia bastante. Mas depois de Lujan ela já deu sinais de que está ficando cansada mais rapidamente. Assim vamos aproveitar o ônibus turístico para passear com ela descansado.

 

E obrigado mesmo pela postagem, pois um lugar que estava esquecendo de dar uma espiada é justamente a livraria Ateneu.

 

Um grande abraço e boa diversão.

 

Não pretendemos pegar o bus turístico. Um passeio que seria bom de fazer em conjunto seria o de Tigre, pois o lugar parecia não ser fácil de chegar, mas vi que vocÊ acabou de postar o relato enquanto eu digitava, vou dar uma lida. Talvez a gente faça esse passeio amanhã, domingo.

 

Seu relato sobre Luján foi extremamente útil. Já vou entrar em contato com a Fabebus pra ver se não vamos pra lá de van, pois estou com receio de ter os mesmos problemas que você pra voltar de lá. E não fique na dúvida se foi o pior ou melhor passeio. Pois esses perrengues a gente esquece, fazem parte da viagem, mas a experiência boa fica pro resto da vida. Espero que a gente tenha a mesma impressão positiva que vocês tiveram, pois parece mesmo um lugar incrível.

 

Hoje passeamos pela Recoleta, andamos muito, fomos a pé do ap, passando por praticamente tudo quanto é praça e ponto turístico que aparece no mapa da Byt, até a Plaza San Martin, no Retiro. De lá, pegamos um metrô e saltamos na Callao, perto da livraria Ateneo. Depois de visitá-la, andamos mais até o hotel. Recoleta tem muita coisa bonita pra ver. A dica que dou é não ir ao Centro Cultural Recoleta, pois não há absolutamente nada pra se visitar por lá, nada está acessível e o lugar está abandonado. E a estação de metrô do Retiro é nojenta, há muita nojeira espalhada pelo chão, nem vou entrar em detalhes. De resto, tudo é recomendável.

 

Ah, tivemos que dar um pulo no Paseo Alcorta hoje de noite e provamos o sorvete da Un'altra Volta. Realmente, muito bom. Depois vamos provar o da Freddo para comparar.

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De nada, vamos trocando dicas do que pudermos. Hoje passeamos por Porto Madero. Foi ótimo ter ido no domingo, pois tem toda uma atmosfera de programa em família, ou casal. A dica que te dou é não ir à Reserva Ecológica. Basicamente, é uma estrada de terra com mato ao redor. Era pra ter lagoas, mas está tudo seco. Muitas pessoas caminham por ali, mas há lugares muito melhores pra se ver.

 

Amanhã se o tempo colaborar será o dia de Luján. Acabamos optando por arriscar ir de ônibus mesmo, vamos tentar não voltar tarde. O problema da van é ter que se deslocar até o centro só pra pegar, depois na volta é a mesma coisa.

 

Aguardando continuação de seu relato.

 

Abraços.

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Olá.

 

O final do nosso passeio hoje também foi em Puerto Madero. Como disse, pegamos o ônibus turístico. Não chegamos a ir na reserva e fomos no máximo até um parquinho cheio de crianças. A minha filha Mariana achou a melhor parte do passeio, rs. Gostei muito do lugar (assim como praticamente tudo por aqui até agora). Agora que ela dormiu vou aproveitar e tentar postar o relato de hoje.

 

Não sei se vai dar para ler esta mensagem antes de ir para Lujan, mas é bem tranquilo ir de ônibus. Basta que não fique até depois das 16:30, pois o horário de saída do trabalho pode dificultar em pegar o ônibus de volta. De qualquer forma, se estiver complicado pegar em frente ao zoo, basta ir no sentido contrário até Lujan (10 minutos) e pegar no ponto de partida.

 

Hoje que fui me tocar porque deu tanta coisa errada no dia em que fui. Era sexta feira 13, kkkk. ::putz::::putz::::putz::

 

Abraços e bom passeio.

 

De nada, vamos trocando dicas do que pudermos. Hoje passeamos por Porto Madero. Foi ótimo ter ido no domingo, pois tem toda uma atmosfera de programa em família, ou casal. A dica que te dou é não ir à Reserva Ecológica. Basicamente, é uma estrada de terra com mato ao redor. Era pra ter lagoas, mas está tudo seco. Muitas pessoas caminham por ali, mas há lugares muito melhores pra se ver.

 

Amanhã se o tempo colaborar será o dia de Luján. Acabamos optando por arriscar ir de ônibus mesmo, vamos tentar não voltar tarde. O problema da van é ter que se deslocar até o centro só pra pegar, depois na volta é a mesma coisa.

 

Aguardando continuação de seu relato.

 

Abraços.

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Buenos Aires - 15/04/2012

 

Conforme programado, resolvemos pegar o ônibus turístico para conhecer os principais cartões postais de Buenos Aires. Sei que poderíamos fazer a maior parte deste passeio utilizando ônibus normal ou metrô, principalmente pelo fato de que algumas atrações são relativamente próximas, como A região da Casa Rosada e de Puerto Madero, por exemplo. Mas como a minha filha já está dando sinais de que o cansaço está batendo cada vez mais cedo para ela, afinal já é quase uma semana fora de casa e com atividades extensa diariamente, resolvemos optar pela comodidade de poder visitar tudo sem ter que fazer muito esforço para pegar um transporte para se deslocar a outro ponto.

 

Iniciamos nosso trajeto na parada do Planetário, entre as Praças Sicilia e Almirante Gonzalez Fernandez por volta da 11 horas, ocasião em que compramos o passe para dois dias por $ 110 cada. Sabíamos que um dia não seria suficiente para dar conta de tudo e o acréscimo no valor do bilhete foi de apenas $ 20 (tá certo que daria para andar várias vezes de metrô, mas aí entra a questão da comodidade para o nosso caso). Um detalhe para quem pensa em comprar os bilhetes no próprio ônibus é que façam isso antecipadamente pela internet ou nos locais específicos de venda, pois cada ônibus tem um limite de venda e só conseguimos comprar pois estávamos com nossa filha e resolveram não nos deixar esperando. Mas vários grupos de turistas não conseguiram entrar depois pois não tinham os bilhetes. Em relação ao site da empresa, ele está desatualizado, pois há mais paradas no trajeto do que consta lá, mas nada que atrapalhe demasiadamente ou que não dê para se acertar lendo o informativo com mapa e detalhes que eles entregam ao comprar a passagem. Além disso o horário praticado já é o de inverno, mesmo o site informando que até 30/04/2012 o horário praticado seria o de verão. Esse sim atrapalhou um pouco, pois me planejei para iniciar meu passeio com uma hora e meia após o início da circulação dos ônibus e tive que encerrar o mesmo tempo mais cedo, pois o último ônibus passava no local antes do que eu me programei. Mas tudo bem, ainda assim consegui cumprir o roteiro do dia, com exceção da visita ao estádio do Boca. Se der tempo, faço isso amanhã.

 

Nossa primeira opção de descida foi na Recoleta, onde seguimos para o cemitério. Se não soubéssemos que se tratava de um, daria pra pensar que era um museu a céu aberto, tamanha a grandeza das escultura presentes no local. Não deve ser nada barato enterrar alguém ali. O detalhe meio mórbido é que os caixões ficam expostos ao invés de serem enterrados. Havia vários grupos com guias explicando sobre as pessoas que ali se encontram enterradas. Em frente ao cemitério havia uma feirinha de artesanato não muito grande. bem parecida com aquelas que se encontram em qualquer cidade. em frente ao cemitério também ficam alguns restaurantes com uma boa aparência, com suas mesinhas na calçada. Muitas famílias passeavam pelo local. Depois seguimos para a Faculdade de Direito e até a escultura Floralis Genérica. Dois locais interessantes para uma foto, mas sem perder muito tempo. Como nossa programação não inclui museus, não tenho o que falar sobre o Museu de Belas Artes que ficam em frente.

 

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Subimos no ônibus e passamos por pontos turístico mais conhecidos, como o Obelisco, a Casa Rosada, Calle Florida e o Congresso, mas deixamos para descer nestes pontos somente amanhã. O legal foi que nos 20 minutos que ficamos parados no ponto final até a próxima saída foi suficiente para assistir de "camarote" uma belíssima apresentação de tango no meio da rua.

 

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Depois seguimos até a feira de San Telmo, onde não perdemos muito tempo, pois com a questão da alteração no horário do ônibus que expliquei acima, não queria chegar tarde no Caminito e nem deixar de caminhar um pouco por Puerto Madero. Para quem já foi nas feiras de Curitiba, Belo Horizonte (citando as que conheço) e de outras grandes capitais, não vai achar muita para esta. Há todo tipo de artesanato, lembrancinhas (onde comprei algumas) e os tipos "estranhos" de sempre ganhando um trocado com apresentações um tanto quanto exóticas. Se tiver tempo (e paciência para enfrentar a muvuca) vá sem esperar algo extraordinário e pronto para percorrer quadras e quadras de empurra-empurra. Pegamos novamente o ônibus no sentido ao Caminito. Já no trajeto se percebe que o aspecto da região muda drasticamente, contrastando com o restante da cidade vista até então. Realmente não aconselho ninguém a explorar La Boca a pé, ainda mais em horários mais adiantados. Já no Caminito, no entanto, não se percebe essa diferença toda, uma vez que há muita gente passeando, com um policiamento razoável e algumas atrações interessantes, como as casas coloridas, e vários bares em duas ou três ruas ao redor. Já saindo desse pequeno oasís turístico em meio ao bairro, eu já não sei como ficaria a questão da segurança. Portanto, mesmo sendo próximo ao estádio do Boca eu não sei o quão seguro seria fazer esse trajeto à pé por exemplo, para incluir tudo numa visita apenas.

 

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Rumamos então à nossa última parte do programa: Puerto Madero. Realmente o que foi feito na região é impressionante sabendo-se que se tratava de uma região portuária decadente. São diversos prédios luxuoso, com avenidas largas, muitos bares e restaurantes à beira do rio, bem como praças e áreas de lazer que estavam cheias de familiares se divertindo e curtindo um verdadeiro "domingo no parque". Foi a parte onde minha filha mais gostou, pois a levamos em uma praça com um playground lotado de crianças. Detalhe interessante foi que consegui pegar a saída do time do Boca Juniors do hotel em que estavam concentrados com destino a Tigre, onde jogariam com o time local. Não tirei foto de nenhum jogador, pois eles já estavam no ônibus, mais foi bem interessante ver a animações dos torcedores (familiares e não torcida organizada) dando gritos de incentivo ao time. Curioso que eu tentei conseguir ingressos para este jogo e não consegui, pois se esgotaram rapidamente tendo em vista que a capacidade destes estádio é pequena e os dois times estão bem na tabela. O Boca perdeu de 2x1 aos 43 do segundo tempo (vi pela televisão). Acho que não dei muita sorte ao time, kkk (só espero que nenhum torcedor leia isso, pelo menos até eu ir embora). Terminado este passeio, pegamos o último ônibus turístico do dia à 19 horas, que estava totalmente lotado. Amanhã tem a segunda parte deste passeio e os preparativos para voltar para casa (já pensando em voltar).

 

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Mahpa, comprou o bilhete do Bus Buenos Aires no site ou na parada em BAs?

 

Quanto ao TaxiEzeiza, na promoção da volta por AR$ 160,00, a contratação pode ser feita no balcão no aeroporto?

 

Valeu!

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