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Luiz Paulo Ferrero

Um passeio de moto pelos Alpes julho 2011

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Depois de Merano, a quantidade de carros foi aumentando e quando passamos por Bolzen, entramos na rodovia principal na qual rodamos só uns 50km.

Em Chiusa, saímos da estrada principal e voltamos a secundária. As coisas que íamos vendo eram indescritíveis pela perfeição.

Tudo que a maquina fotográfica apontava ficava muito bom.

Passear com a Goldwing é muito bom e confortável. A esposa não reclama...

A carenagem te protege contra o vento, o motor bem forte, a moto vai que parece planar...

Combustível, é só colocar sem chumbo.

 

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continua...

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Muito legal uma viagem dessas de moto, algum dia ainda faço algo parecido :P. Obrigado pelo relato, bem completo....

 

Obrigado Dangerousjec.

Se precisar de alguma dica, fica a vontade. Pergunte.

Abraços,

LP

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Prosseguindo...

Próximos do entroncamento que seguia para Cortina, paramos num posto para informações.

Com quem? com a polícia.

Uso esse estratagema de sempre solicitar a ajuda dos policiais. Eles são super solicitos e sempre ajudam.

Nesse momento começou uma pequena garoa, que foi nos amedrontando, pois viajar com chuva é uma mer...

Mas fomos seguindo, faltava pouco e ficou só na garoa, bem fraca e conseguimos chegar em Cortina D’Ampezzo sem problemas.

A cidade nos impressionou de cara pela beleza. Rodamos um pouco e o GPS nos levou até o hotel reservado.

Hotel médio, sombrio e estranho, mas como estava frio (uns 10º), nem reclamamos nada. Queriamos tomar um banho quente e sair para o jantar.

Boa comida e bebida sempre é bem vinda. Muuuuuito boa, mas cara.

 

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Luiz Paulo,

 

Bem legal seu relato, diferente, acho que é o primeiro que vi de moto na Europa. Só sugiro colocar menos fotos. Dê uma selecionada, muitas estão muito parecidas. Na minha humilde opinião, por volta de 5 por dia estaria de bom tamanho.

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Saímos para dar uma volta na cidade e fazer o reconhecimento do que poderíamos fazer no dia seguinte. O passeio foi muito legal e entendemos que essa é uma cidade para pessoas que podem gastar muito. As lojas são todas de grife e olhando nas vitrines começamos a entender que os custos ali praticados não eram para o nosso “bico”.

Mas ainda estávamos com aquela expectativa de comprar algumas roupas, mas tivemos que esperar. Só abrimos “o cofre” para a compra de um casaco de frio para Marília, que daí prá diante ficou super-satisfeita.

 

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As fotos, daqui prá diante, começaram a duplicar, pois passei a utilizar a GOPRO prá isso também. Até ali só tinha usado para filmes, mas ela se mostrou interessante nas fotos também. Como é uma grande angular, algumas coisas parecem distorcidas, mas dá um efeito legal.

E fomos jantar, num lugar indicado pelo recepcionista do hotel.

 

4º dia – Cortina d’Ampezzo

 

Cortina d'Ampezzo é uma cidade italiana relativamente pequena, que é conhecida por suas famosas estações de esqui (as mais importantes da Itália). Foi sede das olimpíadas de inverno em 1956, a cidade possui uma ótima infra-estrutura e oferece bons restaurantes, bares, lojas e hotéis. Por ser freqüentada pela elite italiana, possui, em geral, preços mais elevados que outros locais da Itália. Isso não impede, contudo, que você encontre bons serviços por preços em conta. Nós encontramos.

A cidade fica entre os Alpes Dolomitícos (ou Dolomitas), formados por penhascos e picos de rochas de corais mineralizados. Os Alpes oferecem uma natureza fabulosa e é um lugar perfeito para atividades ao ar livre.

Durante a primavera e o verão, os visitantes podem usar as trilhas de bicicleta nas montanhas da cortina, além de fazer hiking, escalada e trekking.

De manhã, programamos para conhecer uma estação de esqui, mesmo no verão. Gelado, mas verão. Realmente não tinha nenhum esquiador e sim vários andarilhos das alturas. Um povo com calças curtas que só de olhar dava frio na perna, coisas locais que estávamos tentando entender.

Freccia nel Cielo. Compramos os ingressos e fomos pro bondinho. Cortina fica a uma altitude de 1224 m e o cume que visitaríamos estava a 3.244m de altura. Pensei, já passei pelo Passo do Aconcagua nos Andes por volta de 4000m, esse eu vou tirar de letra. Que engano.

 

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E fomos subindo... até chegarmos na 1º estação. Ali começam as pistas de esqui e treking, as mais tranqüilas e também para os iniciantes. Como não estávamos ali para esquiar, só queríamos ir, ver e fotografar, rodamos um pouco e fomos pro próximo bondinho. E subiu..... ai a coisa começou a esfriar. Muito interessante o local, ficamos imaginando como seriam as coisas no inverno. Vimos uma quantidade impressionante de equipamentos para salvamento e segurança, e era dali que as pistas de esqui ficavam mais difíceis. Pegamos o terceiro bondinho e ai sim ficou gelado.

Vi um russo de manga de camisa (achei insano, mas ele estava tranqüilo) brincando com o gelo nas mãos. Achei interessante e peguei um pouco e fiz uma bola que logo descartei. Mas aquilo gelou tanto minha mão que não conseguia esquentar mais. Demorei uns 15 minutos tremendo (outra burrice), mas aprendi.

Difícil explicar aquilo com palavras, só vendo as fotos. Descemos e paramos na primeira estação para almoçar. Restaurante muito bonito e comida bem legal. E ficamos ali curtindo o local. Começou a chover e resolvemos ir embora.

Na saída, pegamos a moto e andamos um pouquinho e vimos um ginásio. Achamos bonito e resolvemos entrar na cara dura e visitar. Ninguém nos impediu e acabamos por encontrar uma escola de patinação. Sentamos e ficamos assistindo aquilo que não estava nos planos e nunca tínhamos visto nada parecido, só na TV.

E fomos caminhar pela cidade, muito bonita, mas pequena. Compramos algumas poucas coisas e pequenas de lembrança (minha coleção de copinhos) e mapas. Uma loja de cacarecos de 2 andares (La Cooperativa), que adoramos, pois eram mais baratas. Lotada de gente. Tudo “durango kid” que nem nós.

Voltamos e fomos descansar, não sem antes um jantar com massas.

 

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5º dia – Trajeto Cortina D’Ampezzo (Itália) até Viena (Austria).

 

Este dia sabíamos que seria longo ( 568km) prá quem tá fazendo turismo.

Tinha um primeiro trecho, ainda nos Alpes, uma estrada muito bonita, cheia de curvas, como todo motociclista adora. Logo alcançamos uma pequena cidade, Piéve, a beira de uma represa (a segunda que encontramos), era ainda bem cedo e apanhamos a cidade acordando bem preguiçosa (bem tarde por sinal) que parecia um domingo.

E continuamos seguindo por uma estrada bem sinuosa, passamos por Ampezzo e depois chegamos a Tolmezzo. Ali o GPS deu um “tilt”. Ficou burro. Me enrolou todo, demos uma errada e acabamos entrando na cidade. Ai foi na marra mesmo e achamos a saída sem perguntar prá ninguém, também não tinha viva alma andando na rua.

 

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Dali fomos para a auto-estrada maravilhosa, mas o tempo começou a piorar. Não deu 15 minutos de estrada, e caiu uma “puta” chuva. Aqui quer fazer um esclarecimento, com chuva pouca (garoa), na Goldwing, você não se molha nada devido a ótima carenagem, mas aquilo não estava pouco. Andamos uns 50km e paramos para lanchar e abastecer.

Eu ainda estava sem calça para chuva com jeans normal mesmo. Estava encharcado nas pernas e já começando a sentir frio. Olhamos um pro outro e a dúvida chegou! Para ou continua? E a chuva ali sem dar sinais de qualquer alteração. Em vez de ficar ali batendo queixo de frio e esperar o que? Resolvemos enfrentar a chuva. Marília estava tranqüila com o casaco novo e a calça de viagem impermeável. O problema era eu mesmo! Ainda não tinha comprado nada de roupa de viagem. Na verdade eu estava esperando chegar em Munique, a terra da BMW. Não podia ficar comprando coisas que ocupariam lugar nas malas.

E fomos. Os carros andavam bem rápidos e não podíamos ir devagar, senão passavam por cima de nós, sem exagero. Fui a um velocidade constante de 100km/h “cagando nas calças” de medo de derrapar. O capacete não conseguia fechar, pois a viseira embaçava. Abri aquele mínimo e entrava um pouco de água (fiquei com a cara molhada e a água escorria por dentro pelo pescoço), mas conseguia enxergar. Passei um verdadeiro sufoco ali, mas tinha que manter a calma senão a esposa pirava, na verdade ela estava morta de medo pois não estava vendo nada, seu capacete super embaçado e ela preferiu ficar assim e não se molhar. Não tiramos nenhuma foto deste trecho, só pensávamos em nos proteger.

Mas a moto era uma Goldwing, não deu nenhuma derrapada que não pudesse controlar. O ABS nessa hora é fundamental, deixa a gente super tranqüilo, ou melhor, com menos medo.

Andamos uns 300km de chuva, vimos acidentes feios, mas conseguimos chegar a Viena, onde parou de chover forte. Ali o GPS nos levou para o hotel. Sem garagem, mas uma maravilha. Enquanto ia descarregando as coisas, Marilia fez o check-in. Eu estava pingando e ela sêca. Entramos no quarto e uma surpresa, o chuveiro ficava no centro do quarto e era todo de vidro. Muito diferente.

Estava cansado e preocupado com a moto estacionada na rua. Liguei o alarme e relaxei, pois estava de frente para a portaria do hotel, do lado de outra moto. O quarto ficou parecendo um grande estendedor de roupa molhada.

Resolvemos jantar num restaurante na frente do hotel, uma pequena porta que ficamos em dúvida se estava aberto ou não. Tudo escuro e não vimos ninguém. De repente chega uma moça e nos leva para uns corredores sob luz baixa.

Nos instalou numa pequena sala com 2 mesas e fizemos o pedido meio desconfiados. Mas veio uma comida tão gostosa, que demos muita risada pela desconfiança das esquisitices do local. Bem diferente e reservado. Acabamos voltando. Nesse fim de noite estávamos bastante satisfeitos pelo dia bem difícil que enfrentamos e que tínhamos vencido sem problemas. Descansamos naquele quarto bem bom, com internet, TV a cabo e água quente, porque estava frio para nós.

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6º e 7º dia – Viena

Ficamos 2 dias em Viena. Ali estava presente o velho e o novo.

De manhã demos uma volta de moto, na primeira parada, um edifício grande e cheio de alarme fez interferência na no sistema de segurança da moto.

Não adiantou nada, a moto não dava partida. Como já tinha acontecido isso de outra vez, empurrei a moto para longe do prédio e consegui fazer a moto pegar. Mas foi um trabalho de corno. Resolvemos deixar a moto no hotel e passear a pé.

O tempo estava agradável e o hotel ficava perto do centro. Rodamos a cidade a pé. Fizemos certo.

A cidade é bem típica no centro, cheia de estátuas, pessoas fantasiadas dos mais diversos personagens, desde vampiros até personagens de época na frente das atrações. Ganha pão dos caras.

Muitos turistas, até de lá da Europa mesmo, eram férias lá.

Gente de tudo quanto é lugar. Tudo cheio, sem ser cheio demais e nem tumultuado. Bem civilizado. Vários estudantes de música e teatro se apresentando nas ruas em troca de moedas, sem humilhação e sim com altivez. Achei bem legal. Tenho uma apresentação de rua de um trio de cordas, composto por meninas de uns 15 anos, maravilhoso. Sem preço.

O passeio foi bem light, fomos até o Danúbio e almoçamos no centro, um Winner Schinitzel (?) muito bom. A comida lá é boa, apesar de não ter arroz e nem feijão.

Não tínhamos nada programado e fomos vendo as oportunidades. Visitamos uma igreja, legal como todas, fomos numa galeria, enrolamos um pouco e depois descobrimos uma ópera e por que não?

Bem legal, não era ópera, era uma peça teatral com cantores com fantasias de época. Gostamos.

Jantamos e fomos descansar.

Dia seguinte de manhã saímos de moto de novo. Vimos uma atração no guia e fomos ver o que era. Chegamos num lugar diferente com arquitetura parecida com Gaudi. Hundertwasser (?). Muito diferente. Esse dia a moto de novo apresentou o problema, mas desta vez não adiantou empurrar prá longe. Não pegou na partida. Resolvi dar um "tranco" e deu certo, imagine numa Goldwing no meio da cidade. Pegou de primeira. Ficamos super contentes, mas preocupados com a próxima, que não aconteceu mais.

Depois fomos num castelo imponente. Grande mesmo. Com jardins monumentais. Coisa de rei. Schombrunn (?).

Na volta vimos uma espécie de mercado e resolvemos ver o que era. Uma feira de grande no canteiro central da avenida. Legumes, hortaliças, coisas de madeira, flores, roupas, tudo. Mais a frente, uma área de restaurantes ao ar livre, ali almoçamos e aproveitamos a tarde para andar de moto sem destino só vendo como era a cidade.

 

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Todas as imagens da GOPRO.

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8º, 9º e 10º dia – Munique.

Em Viena ainda, prá nossa alegria, o dia amanheceu fechado. Arrumei a bagagem e a moto pegou de primeira. Bom. Sempre que ia dar partida ficava numa preocupação danada.

Logo na saída de Viena veio a chuva, não tão pesada, mas molhada. Não tiramos foto nenhuma, só alguns filmes.

A moto estava bem firme e segura, assim fomos sem muita preocupação. E ficamos em Munique 2 dias inteiros, 3 pernoites. O hotel era bem do tipo executivo, cheio de pessoas de terno e suas pastas.

Alguns eram turistas como nós. Gostamos do local. Não tinha estacionamento, então parava a moto na frente da portaria. Lugar civilizado ninguém mexe, nem a polícia.

A cidade é ótima, novamente a mistura do antigo com o novíssimo. Muitos jovens, pois é uma cidade com muitas universidades. Muitos turistas e pontos bem característicos para visitação. O centro é muito interessante, com músicos de todo tipo. Sem confusões, porém com a frieza habitual alemã. Mas um respeito enorme. Depois de próximos, são super alegres.

Fizemos vários passeios a pé no centro. Estacionava a moto nas calçadas e dava tudo certo. Visitamos museus, igrejas, centro olímpico, e tudo o mais que apareceu por lá.

Fomos a ótimos restaurantes comer as comidas locais, com destaque para o joelho de porco com cerveja. Bom e bruto. Sai tropeçando de tanta cerveja. Andei um pouco prá curar.

Mas eu estava aguardando a chegada de Munique porquê iria na loja da BMW. Tinha o endereço e digitei no GPS e fomos dar uma volta de reconhecimento. Passamos na frente e vimos que a loja era um monstro de grande, 2 andares e vendia de tudo sobre motos. Tinha todos os modelos de motos, de roupas, de peças, de GPS, de qualquer coisa que possamos imaginar sobre a BMW. Fiquei impressionado e besta ao mesmo tempo, rodamos pela loja toda e resolvemos voltar no dia seguinte com mais tempo. A conta foi cara e o maior problema era como faria para arrumar aquela coisarada toda na Goldwing. Eu tinha que dar um jeito de arrumar tudo sem jogar nada fora.

Comprei uma maleta de encaixe para a RT para apoio da esposa bem legal, não resisti.

E ai foram aquilo que precisava e aquilo que não precisava. Coisa de menino em loja de brinquedo. Tentei até comprar um top case, mas a vendedora disse que não poderia enviar, então desisti de algumas coisas. Na seção de peças, fui pedir o suporte para instalação do GPS que eu tinha acabado de comprar, um Garmim Zumo 660, ele perguntou a moto, o ano e só. Sumiu por uns 15 minutos, eu não estava entendendo nada, já estava irritado com o sumiço do cara, quando ele volta com 2 caixinhas com as peças de fixação do GPS. Maravilha, quando cheguei em casa eu mesmo montei e tudo encaixou sem faltar nada.

No dia seguinte fomos na loja central da BMW. Parece de outro planeta. Literalmente de outro mundo, o do consumismo e luxo, visivelmente fora de nosso alcance.

Mas éramos turistas e a estes tudo é permitido, inclusive a cafonice. Montei em todas as motos que tinham por ali, sentei em todos os carros que estavam abertos. Ninguém me impediu. Só não dei partida porquê não tinha chave nenhuma. Adorei. Outra vez um parque de diversões de adulto.

Mas fiquei feliz e ao mesmo tempo preocupado com a arrumação das coisas na moto, matutei muito para resolver.

Foram 2 maletas sobre o baú traseiro da moto. Mas consegui trazer tudo durante quase metade da viagem.

 

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