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Roteiro de 14 dias pelo Para: Alter do Chão, Belém e Ilha de Marajó - 1º parte

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Alter do Chão – 3 dias e 1/2

 

Alter do Chão, considerado o “Caribe Amazônico”, é um vilarejo de Santarém. Cheguei até lá por avião, num voo de São Paulo (Guarulhos) com conexão em Belém. Eu fui de TAM (usando milhagem), mas a Gol também faz o trajeto. Chegando no aeroporto de Santarém peguei um táxi até Alter do Chão: a distância de pouco mais de 30 km é tarifada em R$ 90,00. Porém, o hotel onde me hospedei mantém convênio com os taxistas, e com o desconto dado paguei R$ 80,00. Existe linha de ônibus regular que faz o trecho, mas cheguei de madrugada e na volta, optei pelo táxi para poder curtir mais o tempo que me restava no local.

 

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Hospedei-me no Hotel Água Linda - http://www.agualindahotel.com.br/. O lugar é simples, mas o atendimento é bom. O café da manhã é gostoso, mas eles não servem muita quantidade de cada item. Se quiser mais de alguma coisa, tem que pedir na cozinha. No café da manhã, se quiser ovos ou tapioca, tem que pedir na cozinha também. Não tem wifi e nem qualquer outra conexão de internet. A localização é excelente: 3 minutos a pé da Praça Central. Valor da diária: R$ 80,00

 

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As atrações de Alter do Chão permanecem debaixo das águas do Rio Tapajós por cerca de 6 meses. Somente a partir de julho, quando a água do rio começa a baixar é que as praias começam a aparecer. Portanto, a época de julho a dezembro (verão paraense) é a época de temporada. Quando cheguei lá (já na 2° quinzena de agosto) as praias não estavam totalmente descobertas (lembrando que no ano de 2012 foi a maior cheia deles!). Entretanto, o dono do hotel me disse que quando as águas baixam muito (a partir de final de setembro) as praias ficam mais fotogênicas, mas menos gostosas: a faixa de areia fica muito grande, fica com pouca água e, consequentemente, fica muito mais quente! Enfim, sei que aproveitei muito, mesmo com as praias não completamente descobertas! As águas do Tapajós são de uma cristalinidade absurda e a temperatura da água é super agradável também!

Todas as atrações do local (exceto as Praias de Ponta de Pedras e do Pindobal) são acessíveis somente por barco. Os barcos são pequenos e você os aluga para o dia todo. Como eu estava sozinha, o aluguel saiu mais caro, uma vez que eu não tinha com quem dividir. Porém, a beleza do lugar não tem preço. Meus passeios fiz com o “Anjo Azul” com o barqueiro Neo por R$ 500,00 os 3 dias. O passeio sai de manhã e volta só no final do dia. Para a travessia para a Ilha do Amor (na frente da Vila), os catraieiros cobram R$ 3,00 por pessoa por trecho.

 

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Uma dica: em Alter do Chão poucos são os lugares que aceitam pagamento com cartão de crédito. Portanto, venha abastecido de cédulas. E leve esse conselho ao pé da letra, pois na praça só existe UM único caixa eletrônico do Banco do Brasil (não é Banco 24 Horas!) que fica dentro do único mercadinho – e você ainda corre o risco de ele não estar funcionando!

1° dia:

Praia de Ponta de Pedras: uma praia grande acessível também por uma estrada de terra a partir de Santarém. Da Vila de Alter do Chão até lá, com o barco que eu estava, foi cerca de 1 hora de navegação. Devido à facilidade de acesso para quem está na cidade, aos finais de semana é bem cheia. As famílias aproveitam a sombra das árvores para amarrar as redes, levam seus lanches, churrasqueira e etc.

 

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Porém, como a praia é extensa, tem lugar para todos, e mesmo estando “cheia”, você nem se sente incomodado com a “farofa” dos outros. A praia tem estrutura de restaurantes com preços honestos, que te deixam tranquilo para passar o dia por lá (eu cheguei lá por volta das 10h30 e fui embora às 15h). Uma porção de bolinhos de peixe, com cerveja ficou por R$ 14,50

 

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Quando o barco se aproximava de Ponta de Pedras pensei que eu era azarada, pois o céu tinha uma grande nuvem negra bem em cima do lugar.

 

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Ventava muuuuito e achei que ia cair o mundo. Porém, o tempo se transformou e o sol e o céu azul chegaram logo depois. Essa é uma coisa que você logo aprende estando no Pará: o tempo se transforma rápido, mas o predomínio é sempre do sol, céu azul e calor, que em instantes voltam a aparecer!

Quando entrei na água do rio Tapajós pela primeira vez me encantei! Foi amor à primeira vista: uma água cristalina e quentinha, que não te desencoraja a sair. Fiquei tanto tempo dentro da água nesse primeiro dia que fiquei com o colo, ombros e rosto todo vermelhos.

 

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À direita da praia tem uma área verde por onde fiz uma caminhada e me encantei com a quantidade de borboletas que encontrei.

 

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Outras imagens de Ponta de Pedras:

 

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Praia de Tapari: Essa foi uma parada rápida e um “bônus” do barqueiro, pois eu tinha contratado só Ponta de Pedras e Ponta do Cururu. mas, óbvio que gostei! RS Essa praia é pequenininha e tem um lago (Lago de Tapari ou Lago Preto).

 

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Essa praia tem uma área de vegetação bem grande e lá vi até uns macaquinhos nas árvores. Nesse lugar só tinha um casal com filho (que pareciam ser locais pois conversaram com o barqueiro com bastante familiaridade). Depois de uma caminhada de exploração e algumas fotos, partimos.

 

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Ponta do Cururu: Esse é um ponto de encontro ao entardecer, pois situa-se de frente para o pôr do sol. Também é famoso pelo aparecimento de botos (tanto boto rosa quanto o cinza – tucuxi) pois é um lugar que tem muitos peixes. Para minha tristeza, o único boto que vi na região foi à distância, quando passava de barco na ida para Ponta de Pedras. A Ponta do Cururu também é um lugar pequeno, com bastante vegetação. Ficamos por lá durante um tempo e depois de caminhar fui para a água. Realmente lá tem muitos peixes, pois os vemos pulando na nossa frente! Infelizmente eu estava roxa de fome e não fiquei para ver o pôr do sol por completo. O sol se punha em definitivo quando chegamos na Vila, por volta das 18h30.

 

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Ao retornar para a Vila, como era domingo, havia uma apresentação na praça, com uma banda tocando ao pôr do sol e aproveitando para fazer a divulgação dos grupos “Boto Rosa” e “Tucuxi”. Tal como em Parintins que tem a “Festa do Boi”, em Alter do Chão tem a “Festa do Boto”, onde os dois grupos disputam a vitória. Essa apresentação musical dura somente até o sol se pôr mesmo. Como estava com muita fome, fui para o hotel tomar banho e jantar e pensava em “dar uma volta”. Porém, às 19h30 já não tinha mais nada e a praça estava às moscas, com tudo fechado...

Para comer, recomendo o restaurante “Parada Obrigatória”. Ele é vizinho do Hotel Água Linda. Como estava sozinha, as duas vezes que comi por lá pedi PF (morro de dó de jogar comida fora). Um PF muito bem servido custa R$ 12,00 e um suco de fruta natural R$ 2,50. Ou seja, por menos de R$ 15,00 você está muito bem alimentado. Nas duas vezes que estive lá comi peixe – (frango e carne eu como na minha casa! RS): um dia peixe frito e outro, peixe desfiado. A comida estava tão boa que toda vez que vejo essas fotos tenho saudades do sabor!

 

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2° dia:

Lago verde: Esse passeio eu achei uma enganação. O Lago Verde nada mais é do que a região próxima da Vila. Não achei nada de especial...

 

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Ponta de Muretá: um dos meus lugares prediletos. A praia tem característica diferente da praia de Ponta de Pedra: é bem comprida, a faixa de areia é extensa e a vegetação está distante da água, o que faz sua cor e cristalinidade serem ressaltadas. Quando estive aqui entendi o termo “Caribe Amazônico”: a água absolutamente cristalina. Com a água na altura do peito, enxerga-se o próprio pé ao fundo... Encantador!!!

 

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O que me encantou também nesse lugar foi que, com exceção do barqueiro, eu era a única pessoa no lugar. Aquele paraíso era todinho meu e de mais ninguém! Deitada na sombra da árvore você pode ficar olhando as leves ondas que vão e vem na margem do rio, sentindo o vento bater e apreciando esse momento de paz! Atrás da vegetação existe um lago, que leva o mesmo nome – Lago de Muretá. Segundo o barqueiro esse lago é bem fundo e mesmo com a baixa do rio, ele não esvazia. Na época de cheia a água do rio o invade e tudo vira uma coisa só...

 

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Praia do Pindobal. Essa praia na verdade já pertence a outro município – Belterra e é possível chegar nela com carro. Possui uma faixa de areia bem larga e na beira do rio existem diversos pequeninos quiosques com mesa e banco para servir ao turista com sombra enquanto ele lá estiver.

 

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Possui estrutura de restaurante e serve almoço. Aqui, por ser um local mais afastado, a comida é mais cara: R$ 35,00 por uma Coca-Cola (nenhum lugar de praia vende suco!), uma água de coco e um almoço de peixe, arroz, vinagrete e farofa. Como sempre, o peixe (pirarucu) estava delicioso (e olha que nunca fui muito amiga de peixes de água doce).

 

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Tal qual a Ponta de Muretá, aqui também entendemos o termo “Caribe Amazônico”. A água adquire uma tonalidade linda de azul, em contraste com a areia bem branquinha.

 

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Infelizmente o tempo virou completamente, começou a chover forte e como fiquei com medo do barco naquela imensidão de rio (o barco é pequeno), acabei indo embora por volta das 14h30.

 

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A chuva nesse dia se estendeu, choveu durante todo o trajeto de retorno do barco e só foi parar de chover quando eu já estava no hotel. Até hoje me pergunto se fiz bem em ter vindo embora cedo... RS Essa praia também estava vazia e além de mim, só mais 3 turistas estavam no local. Sossego total, do jeito que eu gosto, para poder curtir uma praia na paz!

Depois do fim da chuva, fui dar um passeio para explorar um pouco mais a vila. Ao final da avenida principal, que vou chamar aqui de “Beira-Rio” (esse nome é dado por mim!), existe uma praia que não gostei! A praia estava cheia e a água não parecia tão cristalina (na verdade parecia meio suja mesmo). Nessa praia tinha um grupo de crianças de um programa de esportes fazendo aula de natação.

 

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Algumas fotos da Vila ao entardecer:

 

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3º dia

FLONA: A Floresta Nacional do Tapajós é uma área de cerca de 545 mil hectares, que é aberta para visitação turística em uma trilha de cerca de 8 km a partir da comunidade Jamaraquá.Para chegar até a FLONA tive que usar um outro barco, pois o “Anjo Azul” tem aqueles motores que só vão no “tuc, tuc, tuc” e demoraríamos muito tempo para chegar. Numa lancha rápida, como aquelas chamadas “voadeiras”, o trecho foi de cerca de 1h40. Antes de chegar na comunidade Jamaraquá, passamos pela sede do Ibama, que fica na comunidade São Domingos.

 

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Lá pagamos uma taxa e retiramos a autorização para a visitação. Para um só dia, o valor da taxa é de R$ 5,50, e para dois dias, R$ 11. O passeio saiu às 8h e voltou às 18h30.

Na comunidade Jamaraquá fui recebida pela D. Conceição, a líder comunitária e a responsável por todo atendimento aos turistas. Meu guia pela FLONA foi o Sebastião, um jovem índio de 21 anos. O Sebastião trabalha a pouco tempo como guia nas trilhas, pois até então estava estudando (se formou no ensino médio). Mas ele cresceu ali e conhece aquilo tudo como a palma de sua mão. Ele me explicou que quase metade da trilha fazemos na chamada “mata secundária”, pois aquela região, até meados da década de 70, era desmatada para ser usada como lavoura de mandioca. O reflorestamento da área foi natural, segundo ele. A caminhada é tranquila, com terreno em aclive, mas pouco acidentado. O guia caminha no ritmo que você ditar a ele, e eu consegui fazer a trilha toda, com as devidas paradas para explicações e fotos, em 2h40. Não se esqueça de levar água, pois o calor é bem intenso e não há uma única brisa dentro da mata! A metade da trilha é marcada pelo Mirante, onde você avista uma imensidão de copas de árvores.

 

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Dentre as árvores da floresta, as que mais me chamaram a atenção foram: breu branco, que tem uma resina que é queimada e usada para inalação (como um vick vaporub); “goiaba de anta” - achei curioso ver um monte de frutinha dessa árvore no chão e perguntei ao Sebastião de que se tratava e então ele me contou o nome da fruta. Eu comi uma, e tem um gosto bem leve de goiaba branca (a fruta também é branquinha por dentro). Da madeira dessa árvore é retirada uma resina que é usada para calafetar as canoas.; cipó que é fumado como cigarro, depois de descascado e seco; uma árvore cuja casca, depois de deixada de molho na água, se torna remédio contra malária (doença de pouca incidência na região); a árvore do tronco rosa, que tem a casca perfumada (segundo o Sebastião, a Natura está querendo comprar para fazer perfume). Também achei curioso descobrir que a palha (aquela palmeira que fornece a palha para coberturas dos telhados) tem no meio dela um coquinho do tamanho pouco menor que minha mão, que depois de quebrado tem uma polpa com o fruto de sabor igual ao do coco comum.

 

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E o “ponto alto” da FLONA, a samaúma, a árvore gigante da amazônia. A gente até se sente uma anã em meio às suas raízes. O que achei bem curioso foi saber que essa árvore gigante, na verdade, tem uma madeira bem fraca, que se derrubada, só serve para fazer caixão para defunto! Achei muito incrível isso, pois temos a sensação de que árvores grandes, implicam em madeira forte.

 

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Depois da trilha, a D. Conceição serve um almoço caseiro na casa dela (foi a melhor comida que comi por lá!). Tinha arroz, feijão, frango com batata e salada de alface com tomate. Simples, mas estava uma delícia! Aproveite para conversar um pouco com essa senhora que transmite uma paz e uma serenidade incrível. Eu a adorei e ela é um ser iluminado, sem dúvida alguma!

 

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Um descanso na rede debaixo de uma árvore para fazer a digestão, e por volta das 15h, pegamos uma canoa para fazermos um passeio pelo igapó.

 

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O passeio foi ótimo e foi bem diferente do igapó que fui em Manaus, porque a água forma um espelho natural muito lindo!

 

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Na volta do igapó passamos pelo centro de artesanatos da comunidade Jamaraquá. Eles vivem do turismo, do artesanato com sementes e da extração do látex, e nessa lojinha encontramos colares e pulseiras feitos com sementes e artesanato feito com látex, como capas de agenda, tapetinhos, jogo americano e chaveiros. Também dá para ver como eles produzem o látex colorido e visitar a sala de secagem.

 

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O trajeto do barco até lá ficou em R$ 200 (incluídos nos R$ 500 pagos no primeiro dia). A taxa de visitação da comunidade, com o guia e almoço, R$ 60. Paguei com gosto!

Quem se interessar (e tiver disponibilidade de tempo), dá para pernoitar na região. Existe uma “pousada”, com quartos em cima e redário em baixo.

 

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Também há a possibilidade de pernoitar na floresta e começar a trilha às 5h da manhã, quando você ainda avista os animais (eu ouvi muitos pássaros e macacos, mas não vi nenhum animal durante minha trilha). Pelo que soube, a diária lá é R$ 35 e dá direito às refeições (mas confirme antes).

A volta de barco foi muito bonita, pois o sol veio nos acompanhando durante todo o trajeto, até se pôr no momento em que chegávamos em Alter do Chão. Foi um belo dia de passeio, sem dúvida alguma!

 

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4º dia:

Ilha do Amor: aproveitei que só teria uma manhã aqui e deixei esse pedaço para o último dia. A Ilha do Amor é a ilha que fica em frente da vila de Alter do Chão. Para chegar até ela, catraieiros cobram R$ 3 por pessoa/trecho. Para voltar, você pode marcar um horário ou apenas pegar qualquer embarcação que esteja dando sopa por lá. A única coisa que não recomendo é visitar a ilha no final de semana. Meu primeiro dia no local, um domingo, a ilha parecia um formigueiro. Os moradores de Santarém vem para passar o dia e o lugar fica lotado. A desvantagem para alguns, é que os quiosques com serviço de comes e bebes só abrem quando tem turista. Ou seja, na manhã que fui, não tinha nada aberto. Mas isso não me incomodou nem um pouco, pois eu não ia para passar o dia, tinha acabado de tomar café no hotel e tinha água dentro da bolsa.

Chegando lá, caminhe pela ilha de uma ponta a outra, escolha a sombra de uma árvore para ficar, estenda sua canga e deixe o tempo correr...

Eu fiquei do lado contrário ao lado que dá vista para a vila... Sei lá, dá mais gostinho de natureza ficar olhando o morro verde do que a praça, né?

 

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Essas imagens são da outra margem:

 

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Depois de algumas horas na praia, hora de voltar para o hotel, tomar banho e arrumar as malas para fazer o check in. Novamente almocei no restaurante “Parada Obrigatória” e então já era hora de pegar o táxi rumo ao aeroporto.

Uma dica: o aeroporto de Santarém é um ovo... digo melhor, um ovo de codorna! Muito pequeno, se você chegar “tarde”, não encontrará sequer uma cadeira para sentar, e nem um canto para sentar no chão. Realmente o conforto do aeroporto é zero!

Daqui, partindo pela Gol para Belém, com a vista bonita do encontro das águas entre os rios Amazonas e Tapajós. Uma beleza! Caso viaje durante o dia, lembre-se de pegar uma janela nesse trecho do voo, que dura cerca de 1 hora.

 

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Outras fotos de Alter do Chão podem ser vista no Flickr:http://www.flickr.com/photos/daninoguei/sets/72157631659121003/

 

Custos desse trecho da viagem: Alimentação: R$ 141; Transporte aeroporto / hotel: R$ 160; Passeios: R$ 571,50; Hospedagem; R$ 320; Outros: R$ 25,50 = Total R$ 1218

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  • 2 semanas depois...
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Fui para Santarém no dia 15 de outubro com minha mãe e uma amiga. Chegamos num dia em Santarém e no outro fomos para Alter do Chão, só para ver como era. No outro dia estavamos com nossas coisas arrumadas e ficamos por lá até o último dia de viagem. SUPER recomendado! O lugar é lindo, as pessoas são muito hospitaleiras, educadas, as comidas são deliciosas. Amei demais!

Ficamos na pousada do Mingote, ela fica na rua que desce para a praça. Fica em cima do mercadinho (único nas redondezas da praia). Muito lindo lá e o café da manhã que segurava a fome até o lanche da tarde, se duvidar. hehehehe

Parabéns, Dani! Ótimo relato!

 

Estou organizando com minha namorada para irmos juntos da próxima vez.

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Pois é, Dino... eu sou suspeita porque amei muito esse lugar maravilhoso!

Eu também voltaria, mas por enquanto sigo na minha meta de ticar Estados brasileiros ainda não conhecidos! :-)

 

 

Fui para Santarém no dia 15 de outubro com minha mãe e uma amiga. Chegamos num dia em Santarém e no outro fomos para Alter do Chão, só para ver como era. No outro dia estavamos com nossas coisas arrumadas e ficamos por lá até o último dia de viagem. SUPER recomendado! O lugar é lindo, as pessoas são muito hospitaleiras, educadas, as comidas são deliciosas. Amei demais!

Ficamos na pousada do Mingote, ela fica na rua que desce para a praça. Fica em cima do mercadinho (único nas redondezas da praia). Muito lindo lá e o café da manhã que segurava a fome até o lanche da tarde, se duvidar. hehehehe

Parabéns, Dani! Ótimo relato!

 

Estou organizando com minha namorada para irmos juntos da próxima vez.

  • 2 anos depois...
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Excelente relato! Como fui lá recentemente (2016), algumas informações precisam ser atualizadas.

A questão de levar $ em espécie não é tão crucial assim, apesar de só haver 1 caixa eletrônico (Banco 24H) no mercadinho da praça, o comércio passa cartões. Para pagar em $ somente os barqueiros. Para uma viagem no estilo mochileiro eu acredito que deve-se priorizar o transporte público, fui de ônibus de linha de Santarém-Alter do Chão, e gastei somente $3 (de táxi seria $90) tanto na ida quanto na volta. Outra coisa que mochileiro deve fazer é se hospedar em hostel. Fiquei nesse hostel Pousada do Tapajós e foi um dos melhores em que já me hospedei (quartos compartilhados amplos e com banheiro neles, muito bem localizado, 500m da pracinha). Hospedar-se em hostel lhe garante parceiros para dividir os passeios (tanto no $ quanto na companhia). Fui na última semana de julho, muito boa época (acho que agosto é a ideal).

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Sim, as informações precisam ser atualizadas, mas não posso fazê-lo pois não retornei ao local! rs

Fui em 2012 e em 4 anos muita coisa muda...

A viagem estilo mochileiro deve ser feita mediante as circunstâncias de cada um. Eu cheguei num horário que não havia ônibus e na volta, optei pelo táxi para ter mais tempo para aproveitar a manhã. Certamente de ônibus é mais econômico, mas são as prioridades de cada um.

Sobre se hospedar em hostel, gosto de fazê-lo quando a relação custo-benefício compensa. Já ouvi falar muito bem desse hostel que vc ficou, mas à época essa não era uma opção.

Acredito que cada um encontra sua própria forma de viajar e se divertir. Não existe certo ou errado, não é? Aqui foram relatadas as minhas experiências apenas.

 

Excelente relato! Como fui lá recentemente (2016), algumas informações precisam ser atualizadas.

A questão de levar $ em espécie não é tão crucial assim, apesar de só haver 1 caixa eletrônico (Banco 24H) no mercadinho da praça, o comércio passa cartões. Para pagar em $ somente os barqueiros. Para uma viagem no estilo mochileiro eu acredito que deve-se priorizar o transporte público, fui de ônibus de linha de Santarém-Alter do Chão, e gastei somente $3 (de táxi seria $90) tanto na ida quanto na volta. Outra coisa que mochileiro deve fazer é se hospedar em hostel. Fiquei nesse hostel Pousada do Tapajós e foi um dos melhores em que já me hospedei (quartos compartilhados amplos e com banheiro neles, muito bem localizado, 500m da pracinha). Hospedar-se em hostel lhe garante parceiros para dividir os passeios (tanto no $ quanto na companhia). Fui na última semana de julho, muito boa época (acho que agosto é a ideal).

  • 5 anos depois...
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Ótimo relato, rico em detalhes obrigado  por compartilhar!! 

Melhordo que isso provavelmente só dividindo  este passeio cntg!! 

 

Editado por Canoah

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