Olá viajante!
Bora viajar?
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catharina 1 post
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Danilo_ 1 post
Olá mochileiros,
Resolvi escrever meu relato já que varias informações eu colhi atraves do mochileiros.com. Não pretendo relatar meu dia a dia... Primeiro para não estragar a futura experiência de vocês e segundo porque meu objetivo aqui é relatar como é viajar no alto inverno europeu.
Ao planejar minha viagem eu acabei percebendo a falta de relatos sobre viagens nesta época do ano (compreensivo vocês que conseguem tirar ferias em junho / julho / agosto).
Viajei em 19/01/2012 e voltei em 24/02/2012. Essa viagem quando foi formulada, deveria acontecer durante o verão, mas resolvi antecipar a viagem e fazer um intercâmbio e mochilar o restante dos dias. Como já falei, minha maior duvida era o período que escolhi viajar. O máximo de frio que havia enfrentado foi 0 C em Buenos Aires e o a intensidade é completamente diferente! Com toda sinceridade, se você for friorento, nao gostar de neve e afins, NÃO VÁ DURANTE O PERIDO DE INVERNO! Vamos ao relato!
Passagens aéreas
Rio x Frankfurt x Malta x Luxemburgo x Rio - R$ 2.350,00 (Lufthansa)
Essas passagens foram compradas em no final de agosto de 2011, em uma época eu que o real tinha um valor... Digamos, mais digno frente as outras moedas.
Malta X Londres - € 68,00 (R$ 172,00) (Easyjet)
Era a mais barata para sair de Malta. Tinha também a opção de voar de Ryanair ou de Air Malta, porém eram mais caras. Ah, esse preço inclui a tarifa para mala despachada e taxas de cartão de credito.
Londres x Budapeste - £ 68,00 (R$ 207,00) (British Airways)
Tinha a opção de ficar outro dia em Londres e ir de easyjet, porém, além de Londres ser uma cidade mais cara e a easyjet ser extremamente apertada, nao valia apena as £ 10,00 de diferença.
FRANKFURT É uma imagem embaçada na minha cabeça...
Saí do Rio as 23 hs no vôo LH 500, da Lufhansa. O vôo seguiu sem qualquer problema (tirando as crianças ao meu lado que nao paravam de chorar a noite toda). Aquele serviço consistente da LH. O único problema foi que na chegada em Frankfurt o avião nao parou no finger do terminal internacional e paramos na área de segurança americana do aeroporto. Todos os passageiros tiveram que pegar o um ônibus para chegar até o terminal internacional. Nessa, consegui sentir frio que estava. Se for comparar com as temperatura que peguei no fim da viagem, não foi nada tão extremo (5 à 0 graus) porém, o choque de temperatura é forte.
Se eu fosse replanejar a viagem, provavelmente iria primeiro direto para o lugar mais frio e iria para os mais quentes. Quando chegar a parte de Praga e Berlin vocês irão entender o porque.
Ao chegar no terminal, um policial me parou e pediu pra ver meu passaporte. Tinha um carimbo da Argentina a menos de uma semana da viagem (havia viajado no dia 05/01 e voltado no dia 13/01). Nessa hora bateu um frio na barriga porque me lembrei que as duas viagens tão próximas uma da outra poderia ser considerado como movimento irregular (que vê boarder security Australia sabe do que estou falando). Na versão, esse policial foi super educado e tranquilo. Só perguntou o que eu estava fazendo por lá (falei estudo e turismo) e ele me devolveu o passaporte. Subi até os guiches de imigração para pegar o visto e escolhi a mulher mais carrancuda que estava sem filas. Nao tive problema nenhum. Ela nao me perguntou nada. Olhou para o meu rosto e carimbou meu passaporte.
O conselho que dou para qualquer entrevista na hora de pegar visto no aeroporto, além de nao mentir, vá sempre na que tem menor fila ( quando tiver filas múltiplas).
O aeroporto é super tranquilo de se localizar e o metro fica no subsolo. A passagem para o centro da cidade custa 4,20 E. Esse ticket é de 2ª classe, então preste atenção na hora de embarcar.
Fiquei no hostel Four Elements que fica perto da Hauptbanhoff de Frankfurt. Paguei em um dorm com quatro camas E 36,00. Staff tranquilo... Aquela coisa germânica! rolou um quiz na noite que passei lá... Bem legal. Sem contar que tem um bar / lounge no térreo que da pra bater um papo com os outros viajantes. O único ponto meio negativo (só meio) é que o hostel fica no redlight district, então o que mais tem é casa de strip e prostitutas ao longo das ruas. Sem contar que eu, carioca, fui ver um cara injetando no meio da rua! Mas olha, em momento algum senti alguma insegurança. Recomendo.
A cidade é relativamente barata (1 euro pela coca ou cerveja e 5 euros por uma pizza brotinho num turco) e fácil de se localizar.
Frankfurt foi um stopover, logo, só deu para aproveitar algumas coisas da cidade. Nao aconselho a contar o dia da chegada porque o vôo realmente cansa muito. Eu andei bastante pela cidade mas fiquei exausto. Confesso que a única coisa que achei legal de Frankfurt foi a organização e limpeza. A falta de catraca no metro é algo que até agora me impressionam (fiquei imaginando isso aqui no Rio rs).
Acho que pularia frankfurt para ficar mais descansado no meu primeiro dia em Malta, mas foi valida a visita.
Próximo post, Malta!