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Fog

Como me preparar para um pneu furado? e outros equipamentos

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Paguei R$16 e pouquinho na Vacina de Pneu.

 

Deu trabalho pra colocar o "líquido".

 

Ainda não furei o pneu pra saber se funciona, e pretendo nem ficar sabendo também hehehe.

 

Intéééé

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Viajo em lombo de moto desde 1984. Já zerei velocímetro de várias motos rodando em estradas tipicamente brasileiras, ou seja, da pior qualidade. Posso contar nos dedos da mão do Lula as vezes em que tive um pneu furado. É isso aí meus senhores, quatro vezes em mais de 500.000 Km rodados só em estradas.

Se o amigo está preocupado em se preparar para reparar um pneu furado, está arruando ideia de carregar peso extra na sua viagem. Na minha experiência, a receita é a seguinte: Esqueça o kit reparo de pneu. Dê a sua moto a manutenção adequada; procure não fazer viagens longas com pneu muito rodado; utilize a calibragem adequada para o pneu e o peso que vai carregar. Procure não trafegar pelo acostamento porque nele você encontrará objetos varridos da pista e que certamente trará prejuízo para seus pneus. Esteja sempre atento aos buracos principalmente se você for rodar pelas estradas do RJ e MG. Aprenda a calibrar as suas frenagens evitando arrastar pneus no asfalto. :arrow: E aqui aponto o mais importante: deixe de lado a preocupação com um possivel reparo de pneu e preocupe-se em aprender sobre como permanecer encima da moto quando um pneu furar de súbito. Te garanto amigo, que depois de comprar terreno a 100 por hora você não vai fazer questão de ter o pêso extra de um kit de reparo de pneus, até porque, nessa hora quanto mais leve a moto estiver maior será a sua chance de equilibrá-la. Fique seguro de que, se você der boa manutenção na moto e no cuidado com os pneus a possibilidade de voce ter um pneu furado :arrow: "na estrada" :?: vai ficar somente por conta do ::ahhhh:: COCÔ DE URUBÚ ::ahhhh:: É sério; cocô de urubu é danado pra fazer essas coisas acontecerem. :lol: Ah, mais uma coisa muito importante; aliás foi um conselho que dei para o meu filho e ele não deu a mínima; capacete é para a cabeça, não para o cotovelo e a cinta do capacete só funciona quando está ajustada ao maxilar. A cinta frouxa facilita tirar e colocar o capacete, e também facilita a despedida dele quando você compra terreno. Assim aconteceu com o meu filho que comprou terreno e antes de bater com a cabeça no asfalto o capacete já estava longe. Nem vou comentar o resultado. Se interessar, mais a frente te passo umas dicas sobre segurar a moto com pneu furado.

Meu abraço

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Não quero ser cansativo, mas tem uma coisa muito importante que eu não falei.

Mano, respondendo ao pé da letra a sua pergunta; O que levar para um possível reparo de pneu; O que eu levo, e sempre, em todas as viagens foi a minha principal ferramenta; meu colete de couro e o brasão do meu moto clube nas costas. Procure afiliar-se a um moto clube, mas procure um moto clube de nome reconhecido, nada de moto clube de bairro. Um motociclista escudado na estrada esta sempre bem acompanhado. Estando você escudado, experimente parar no acostamento de uma rodovia e colocar o seu colete exposto sobre o baú da sua moto. Posso apostar com você que o primeiro motociclista escudado que passar e reconhecer o seu escudo vai parar e perguntar se você precisa de alguma ajuda. Esse é o conceito de motociclismo pregado entre os moto clubes mais conhecidos do Brasil . Um motociclista escudado não está sozinho na estrada.Existe uma irmandade nesse meio. Para uns é quase uma religião. Eu já passei por muitas situações em viagens, e se aqui estou a digitar essas coisas agradeço a um "ABUTRE" a um "DORME SUJO" a um "FALCÃO RAÇA LIBERTA" a um "CAVEIRA" a um "BLACK JAGUAR" a um "MARRECO SOBRE RODAS" e a outros dos quais não me recordo no momento. Já ajudei e já fui muito ajudado na estrada. Só por curiosidade leia uma postagem minha no tópico desse fórum "APRESENTE-SE ....."

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Pneus gastos furam com mais facilidades, rodei mais de 25000 KM com mnha twister sem acontecer um furo se quer, os pneus estavam gastos semana passada troquei, pra eviar que os furos começem.

Agora pretendo trocar o dianteiro, que ainda guenta o tranco!

 

Wilson

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valeu americo,

suas dicas foram muito importantes. A troca de experiencia de estrada é oque eu procuro quando entro neste forum.

Espero nunca ter um pneu furado, mas sei que um dia isto vai acontecer. Então, se puder nos dar uma dica de como se manter em cima da moto quando o pneu fura eu agradeço muito. Pois, eu sempre viajo com a moto carregada e ainda levo a patroa junto.

são coisas que não se aprende em auto escola e podem salvar vidas.

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Fala Américo, seja bem vindo.

 

E dicas importantes são sempre bem vindas.

 

Discordo do seu pensamento de abandonar o kit de reparo de pneus. Isso depende muito de onde você está indo. Sou do interior de SP, e se eu viajar pela Washington Luis por exemplo, não preciso me preocupar com os kits porque tem um guincho rodando 24h por dia. Ele vai me rebocar até onde haja um lugar para eu reparar meu pneu (já precisei desse serviço com um carro). E se eu for pra Brotas (pela estrada de Novo Horizonte)? Nunca ví um guincho ou uma viatura da polícia passando. Aí é sentar e pedir a Deus um socorro, ou empurrar a moto até vai saber onde... Sempre acampo e pego várias estradas de terra, às vezes no meio de fazendas ... E aí? Como fica?

 

São situações distintas para necessidades distintas.

 

Minha opinião: o kit é válido!

 

Ahhhh sobre o capacete: bati em um carro que cruzou o pare uma vez e o capacete saiu da minha cabeça antes de eu cair no chão. A cinta estava folgada. Então: VAMOS AJUSTAR CORRETAMENTE A CINTA DO CAPACETE! Essa dica simples vale uma vida.

 

Intééé

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É como eu disse. Foi por isso que escrevi "na minha experiência"; eu sou motociclista de asfalto, nunca viajei em estrada de terra a não ser em pequenos trechos como por exemplo, para atingir a cidade de Cumuruxatiba BA, que não tem opção, São Tomé das Letras, que na época não tinha estrada asfaltada para chegar lá. Eu passei longa época levando kit de pneu, bolsa de ferramentas etc., isso nos anos 80, mas, acredite, nunca usei nada disso na estrada, a não ser para esticar corrente, ajustar guidão, e uma única vez para trocar o óleo e regular o freio traseiro de uma Teneré na estrada, coisa que bem poderia esperar até chegar na cidade seguinte. Durante anos eu levei mais ou menos 3 quilos de ferramentas nas viagens. Dos anos 90 para cá decidi fazer seguro total da moto e não levar mais nada alem das ferramentas próprias da moto. De 1993 a 2004 não tive sequer um pneu furado. Nesse período adquiri uma XT600 98 e de 98 a 2004 rodei nela 174.000Km pagando seguro total para ficar garantido na estrada. Em Setembro de 2002 enguicei a caminho de Marabá PA por causa da bateria que estava já bem cansada. Essa teria sido a única vez que eu teria acionado o seguro para pedir um reboque, mas cadê que o celular pegava naquele fim de mundo. conclusão; acampei à margem de um rio, passei o resto daquela tarde pescando, pernoitei no local e ao amanhecer fui socorrido por um sujeito do local que pescava em uma canoa. O cara empurrou a moto pra lá e pra cá até ela pegar. Como sempre viajei no asfalto sempre estive entre um ponto e outro de civilização, nunca distante o suficiente para temer qualquer situação de ficar muito tempo parado na estrada.. Em viagens como para Palmas TO ano passado, do norte de Goiás até Porto Nacional TO as distâncias são muito perigosas até em termos de pane seca. Mas como fiz todas as previsões de rota pela Internet, já estava sabendo o que me esperava e sabia todas as distâncias entre postos de abastecimento. Num total de 4.210Km ida e volta tive um pneu furado pela quarta vez em anos de estrada, mas, por que? Negligência minha, achei que daria para ir até Brasília com o pneu traseiro frisado. Mífu. Mas, como eu disse anteriormente, nunca estou tão longe da civilização a ponto de me desesperar nessa hora. Quando eu viajo de moto, levo minha "TUPANAROCA" (minha barraca) e sempre dou alguma atenção para itens de subsistência na estrada. No mais eu não tenho pressa de chegar em lugar algum. Se der algum problema e eu tiver que ficar parado na estrada apelo para os camioneiros que sempre me deram um excelente suporte. Se por exemplo, eu tivesse enguiçado na viagem para Palmas, lá no meio do planalto central, possivelmente teria passado parte do dia sem ver um carro passar, mas nessa hora eu me considero macaco velho e faço do limão uma limonada. Relaxo, estou no asfalto, onde fatalmente vai passar alguém para pelo menos saber se eu estou vivo ou até levar algum recado na cidade mais próxima para vir socorro. Em 2006 viajei com um amigo que tinha uma Vulcan 750 (nunca compre essa moto) e fomos para Capada dos Guimarães. A moto dele deu todo tipo de apurrinhação até que finalmente queimou o estator. Estávamos a mais de 300 km de Chapada, no meio do nada, floresta pra todo lado, aí o cara pirou. Saibamos que teríamos que pernoitar ali e ele ficou no maior cagaço por causa de onça, que ele ouvira histórias que onças naquela região atacavam de graça. O cara entrou em pânico; queria abandonar a moto e seguir na minha garupa a qualquer custa. Enquanto ele chorava, rezava e tudo mais, eu já começava a tirar a tupanaroca do baú para montar meu quartel general e disse pra ele: se vier uma onça e rugir pra você, você berra mais alto que ela. Se ela não se mandar com o seu berro certamente vai se intoxicar com o seu mau hálito. Ali passamos a noite e eu ainda tive que dividir meu QG com o cagão que se recusou a dormir sozinho na barraca dele. Eu relaxei, preparei um miojo pra nós, abri um vidrinho de amónia, espalhei em volta da barraca pro causo da onça realmente aparecer, e me meti no saco para descansar. No dia seguinte (e nada de onça)a gente parecia um casal em lua de mel dentro daquela barraca pra dois faquires, só que eu sou grande para os lados. Imagina o clima. Dois marmanjos acordando ao nascer do sol (lindíssimo, diga-sede passagem) dentro daquela barraquinha que mais parecia um saco de dormir. Bafo matinal, chulé, remela, tudo isso em dobro. Foi um brochante. Nos levantamos, eu fiz um nescafézinho, uma mijadinha aqui outra cagadinha ali, e lá pelas 8 da manhã vem uma puta carreta daquelas de dois reboques, o camioneiro para e... qual a primeira pergunta que o cara fez? "E aí cabritão? Tão passando lua de mel aí? Que que houve? Resumo do final: os três juntos com a ajuda da catraca da carroceria do caminhão conseguimos levantar a quenga da moto do infeliz e colocá-la no fundo da carroceria, e quando eu pensava que finalmente íamos cair na estrada de vez o Catarina (o camioneiro) me abre uma puta cozinha debaixo da carroceria e diz; agora bamo comer um gordurame que nóis não é de ferro né. Final; de lá saímos por volta de duas da tarde, numa boa. No fim da viagem a gente relembra essas coisas e acaba sempre dizendo: valeu, até que foi divertido. Temos história pra contar.

Com tudo isso quero dizer que no fundo não é um pneu furado que faz a viagem fracassar, mas sim a falta de espírito de aventura. Eu aprendi a fazer do limão uma limonada. Regra básica. Se vocês acharem que eu escrevo muito, por favor me digam. É que quando eu começo a lembrar das coisas que eu já passei na estrada me dá coceira nos dedos.DSC07374.JPG.ee9d5c908865c9d43f13264864b2c128.JPG

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Fica frio rapaiz, aqui o espaço é nosso.

Pode escrever o quanto estiver a fim.

 

Intééé

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nossa Américo!

miojo, água, ferramentas, barraca, saco de dormir,,,, você anda com a casa toda na moto...

faz uma lista de tudo que tu leva numa viagem longa..

você já viajou para o rio grande do sul?

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nossa Américo!

miojo, água, ferramentas, barraca, saco de dormir,,,, você anda com a casa toda na moto...

faz uma lista de tudo que tu leva numa viagem longa..

você já viajou para o rio grande do sul?

Uéh :oops: Eu só não levo o ar condicionado, mas quando faço viagens como essa para Palmas TO e quando não levo a patroa, aí eu levo farta bagagem. Normalmente viajo só, sem garupa e sem companhia de outros motociclistas. Isso por que os amigos e o pessoal do meu moto clube gostam de viajar somente para encontros de motociclistas e eu tenho mes previsto para viajar todos os anos, que é o mes de agosto. Logico que faço pequenas viagens durante o ano todo, mas em agosto eu vou pra longe. Longe pra mim é acima de 1.000 km, e não importa se tem encontro de motociclista lá ou não. Eu escolho o lugar e vou; e nunca deixei de convidar os amigos para me acompanharem, mas pouquissimas vezes tive companhia. Quanto a bagagem eu vou fazer uma listinha aqui.

Material que nunca sai da moto:

2 ampolas de reparo instantaneo de pneus, ferramentas da moto mais uma chave inglesa para até 22 mm, um alicatede pressão medio, um canivete suiço completo, luvas sem dedos, boné, cantil tipo bechiga para água (cheio pega até 2,5 l mas fica vazio), um quitezinho de primeiros socorros com as coisas que eu eventualmente precisaria (coisas de velho) unas 10 abraçadeiras daquelas de nylon (não sei o nome correto). Esses itens nunca saiam da moto enquanto eu estava com a XT600.

O que eu adiciono para viajar?:

Um necessaire compacto uma daquelas bolsinhas da primeira classe da falecida Varig onde trabalhei por 15 anos. Numa outra bolsinha da mesma origem, um quit de sobrevivência que monto de acordo com o meu destino. Nesse kit normalmente tem: linha de pescar, 3 anzóis, 3 chumbinhos bem pequenos, isqueiro, lanterna de testa com leds, mapa da rota a percorrer, um kit garfo-faca-colher usado em alpinismo, um micro fogão a gás tambem usado em alpinismo.

Levo tambem um cilinbdro que acho que não tem no Brasil. É um cilindro de aluminio de paredes finas com 6 estágios como se fossem copos com rosca na borda (um atarracha no outro), que é utilisado por alpinistas para levar alimento desidratado. Em cada sessão cabem 300 ml . Ali eu coloco um pouco de nescafé já misturado com açúcar, um pouco de aveia em farinha já misturada com leite em pó, um pouco de sal, quebro um pacote de miojo que enche um desses copos (as vezes encho dois), bananas passas, e frutas desidratadas picadas, do tipo que vem em granola. As vezes isso tudo vai e volta sem ter utilizado.

Levo minha Tupanaroca (que em tupi significa casa dos deuses e é marca de um fabricante de barracas australiano <?>) uma barraquinha boa para uma pessoa do meu porte (gordo) que parece um pouco com a discovery light da Manaslu, só que bem mais leve,1,8 Kg, um colxonete isolante (se levo barraca não levo saco de dormir, se levo saco não lelvo barraca, isso por que eu tenho um saco de dormir antigo de campanha usado na guerra, acho que é alemão e é impermeável, pode-se dirmir dentro dele até na chuva e ele tem dois tipos de forração interna, uma para verão até 30 graus outra para inverno até 10 gráus negativos. Comprei no Flee Market em Amsterdã acho que em 1987), um kit para fazer comida do tipo alpinista (uma panelinha cuja tampa pode ser utilizada como frigideira e prato e um copo, tudo em aluminio) uma faca tipo Rambo que tem uma porrada de coisa dentro do cabo e que tambem vira uma atiradeira daquelas que lança pedras (usada para caçar em sobrevivência), como é mes de agosto eu não levo capa de chuva dependendo do lugar, não levo celular (nem tenho), mas levo cartão de orelhão, e coisas pessoais: um par de chinelos, uma bermuda de nylon que é facil de secar, uma camisa para cada dia desde a saida até o ultimo dia no destino (sempre e somente camisas do tipo malha fina Hering) uma calça jeans (outra no corpo) um óculos de sol reserva e acho que só. Na XT600, como voce pode ver nas fotos acima, eu tinha um baú givi de 45 litros e duas maletas laterais de 21 litros cada. Raramente carregava coisas fora das maletas e sempre sobrava espaço. Quando fui para Palmas levei tudo isso menos capa de chuva e saco de dormir e antes de partir pesei todas as maletas e deu 23 quilos. Água eu não levo de casa, ou compro na estrada ou pego em bicas nas estradas ou em rios sem contaminação aparente. Ah, não sei se voces conhecem, tem umas toalhas de um material tipo perfex sendo que mais grosso e que são embaladas a vácuo e que ficam do tamanho de um maço de cigarros, são descartáveis e não pesam mais que 40 gr cada, são de marca EQUATE USA e eu compro numa loja de material de alpinismo aqui por R$ 13,00 cada. Costumo levar uma dessas para cada 3 banhos. Elas são descartáveis, mas dá pra se enchugar até 3 vezes. Acho que é só. Levo uma camera digital miudinha que parece um chaveirinho. Tira umas 30 fotos apenas e não tem tela de LCD, mas é super compacta 65 mm x 35 mm x 13 mm com bateria recarregável minuscula tipo celular. Levo sempre uns R$ 200,00 em dinheiro para emergências e procuro fazer tudo com Visa ou Redeshop. Praticamente todo esse equipamento eu uso tambem para fazer algumas expedições de canoa. Se eu lembrar de mais alguma coisa volto a postar.

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