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Bora viajar?

Peru, Bolivia e Chile - Março/Abril de 2012 (antes tarde do que nunca)

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Eu e minha namorada fizemos um mochilão em 2012, meses de março e abril, totalizando 25 dias em 3 paises: Peru, Bolivia e Chile. Demorei um pouco pra fazer o relato (e nem está totalmente pronto ainda), mas vou publicando aqui a medida que for terminando (e aproveitando para reviver essa ótima experiência). Vou publicar dia a dia, acho que fica mais fácil pra assimilar.

Pesquisamos bastante no Mochileiros.com antes de viajar, para montar o roteiro e escolher o que visitar (e o que não visitar), dentro de nossas possibilidades. Foi uma viagem de baixo custo, mas com muita atividade. Fizemos a trilha Inca Classica até Machu Picchu, visitamos a Isla del Sol, subimos o Cerro Chalcataya, descemos de bicicleta pela Estrada da Morte, cruzamos a região de Uyuni e Sud Lipez em 4x4, além de outros passeios em cada parada.

Montamos uma planilha antes de viajar, com o planejamento, e revisamos a mesmo após a viagem, para servir de referência para outras pessoas. Nesse primeiro post, envio a planilha: Roteiro_Peru_Bol_Chi_pos.xls

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01.04.2012

 

Acordamos cedo e descemos para o café da manhã, que apesar de simples foi suficiente. O tempo estava fechado e era possível avistar a chuva ao longo do lago Titicaca.

Como acordamos cedo, arrumamos a mochila, capas de chuva e lanches, e ainda antes da saida para a ilha, passeamos um pouco pela orla, seguindo para o porto perto do horario de saida. Surpresa a nossa quando, ao conversar com o barqueiro, descobrimos que o barco só iria até o lado sul (Yumani) da Ilha. Fato consumado, nos contentamos com ficar apenas por lá e não fazer a trilha que liga uma parte a outra. Como o tempo era curto, poderiamos também explorar melhor o sul.

Conformados, seguimos no barco pelo lago, embaixo de chuva, o que desanimou um pouco, pois não era possivel avistar as paisagens do caminho.

Depois de quase uma hora, atracamos na ilha, ainda com uma chuva persistente. Desembarcamos e, logo na chegada, conforme haviamos lido em relatos, a cobrança de "ingresso" pelos nativos ainda no pier (Bs 5 por pessoa). Após o pagamento, nos abrigamos um pouco e vestimos as capas de chuva para subir a escadaria que dá acesso a parte habitada. A escadaria é bastante longa e, estando um pouco acima dos 3600m de altitude, a subida é bastante exigente. Subimos de for modulada, parando para descanso e apreciar a paisagem, ainda bastante encoberta. Cerca de 30 minutos depois, chegamos ao topo e a chuva enfim mostrava sinais de diminuir. Logo a chuva passou e as capas de chuva puderam ser retiradas. Rodamos pela área habitada por um tempo, sem encontrar grandes atrações, mas com alguns pontos de ótimo visual. Decidimos então seguir em direção a ponta da ilha, pela crista, com visão dos dois lados. Tirando a chegada, quase não encontramos pessoas durante esse trajeto, apenas alguns pastores com ovelhas e lhamas.

Do alto, avistamos belas enseadas, o continente, que é bem proximo da ilha, e outras ilhas menores. Avistamos também algumas ruinas que ficavam as margens lago, então decidimos seguir até elas. Descemos vários terraços existentes na encosta, passando por lhamas e ovelhas que pastavam. Chegamos as ruinas, que ficam sobre uma lage de pedra, com um pier logo em frente, ótimo para fotos do lago. Nessa hora, o sol brilhava forte. Depois da visita e algumas fotos, seguimos subindo de volta para a area habitada. De lá, já descemos diretamente para o porto, pois o horario do barco se aproximava. Algumas crianças nadavam nas águas geladas do lago, muita animação. Em seguida, alguns turistas mais animados também deram alguns mergulhos.

O retorno foi ensolarado. O barco tinha uma boa área aberta, seguimos nela para fotografar e tomar sol. Uma parada no retorno nos estranhou um pouco: uma ilha flutuante, a distancia parecida com as ilhas de Uros, mas quando se aproxima nota-se grande diferença. A construção da ilha é bem mais artificial, dando a entender que existem outros meios de flutuação embaixo da Totora. Uma parada totalmente desnecessária, mesmo para quem não visitou Uros.

Chegando a cidade, fomos para o hotel, deixamos nossas coisas e seguimos para almoçar Pollo com Papas (Bs 58). Depois de satisfeitos, seguimos para a praça, onde compramos as passagens para La Paz (Bs 25 por pessoa), nosso destino do dia seguinte. Ainda seguimos para a catedral de Nossa Senhora de Copacabana. Uma coisa chama a atenção: a frente está oposta ao lago. Não encontrei uma explicação, pois normalmente as frentes de igrejas no litoral apontam para o mar.

Uma volta pela cidade, algumas compras de suprimentos e voltamos para o hotel, para descansar depois de um dia bem puxado.

Postado
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Riquíssimo seu relato, leo, parabéns!

Eu tenho vontade de fazer a trilha inca e as informações por vc passadas ajudam a minha convicção.

Um outro ponto que eu achei interessante é quando vc fala da abordagem policial diferenciada; também passei por situação similar e me solidarizo com vc, hehe. Escapuli de 3 tentativas e acho um absurdo, sobretudo por eu ser policial e ter aversão a corruptos.

Vou continuar acompanhando o tópico. Abs

  • 3 meses depois...
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02.04.2012

 

Acordamos cedo e, como a viagem seria apenas as 13:30, resolvi subir os Cerros Santa Barbara e Calvário, de onde se tem uma ótima vista da cidade e do lago. Renata preferiu ficar e descansar, então segui sozinho para o café da manhã e para a subida. Poucas pessoas na rua, segui o caminho pelas ruas até o ponto em que a subida se inicia.

Evidentemente, o efeito da altitude limitava bastante minha velocidade de ascenção, e levei cerca de 20 minutos para subir. Mas valeu muito a pena essa subida, a vista é realmente espetacular. Foi possível avistar a parte sul da Ilha do Sol, a enseada da cidade com seus barcos, e diversos pontos de chuva no entorno do lago.

Depois de diversas fotos e contemplação, segui rumo abaixo do Calvário, desviando rapidamente para subir mais um pouco no Cerro Santa Barbara, e então de volta a cidade.

Novamente, poucas pessoas nas ruas. De volta ao hotel, já preparamos nossas bagagens e fomos dar uma volta pela cidade antes do check-out. Paramos em uma praça para ouvir, por um breve periodo, um discurso politico (parecia uma inauguração, não me recordo ao certo). Rodamos por outras ruas, fomos até a feira, onde compramos maiz tostado, uma versão gigante de pipoca doce normalmente vendida no Brasil. Durante parte do trajeto, um cachorro nos seguiu. Também aproveitamos para fazer um lanche, ao invés de almoço. Ai sim, voltamos ao hotel para o check out definitivo.

Saimos de Copacabana com destino a La Paz em um micro onibus, mais uma vez sem outros brasileiros. No caminho, o estreito de Tikina, em um dos braços do Titicaca, onde descemos do onibus, o qual atravessa em uma balsa, enquanto seguimos em pequenos barcos. O caminho é todo feito no altiplano. Atravessamos uma tempestade, e foi um grande susto quando um raio caiu muito proximo ao onibus, com um estrondo ensurdecedor. Chegamos em La Paz por El Alto, uma cidade na região metropolitana, que fica as margens da "cratera" onde a capital se localiza. A rodoviária não é tão ruim quanto imaginavamos, mas bastante movimentada, inclusive por mochileiros. Nossa primeira ação, ao chegar a rodoviária, foi procurar as empresas que fazem a viagem para Uyuni. Encontrei três, mas não nos passaram confiança. Sabiamos que havia uma empresa que faz o trecho, com um onibus mais confortavel e alimentação, bastante voltado para os turistas. Também pensamos em seguir até Oruro de onibus e depois continuar de trem. Deixamos para resolver isso até o dia seguinte. Tomamos um Taxi (Bs 10) para o hotel Torino. É relativamente perto e o transito não estava tão complicado naquele momento. Nos acomodamos no hotel, que tem uma boa relação custo x beneficio (Bs 140 para quarto com banheiro privativo), principalmente pela localização, bem ao lado da praça onde fica a sede do governo boliviano. Nesse dia já saimos para conhecer as redondezas.

Andamos pela calle Commercio, logo acima do hotel, onde há ambulantes e muito movimento. O nome da rua é bastante apropriado. Também fomos até a calle Sagarnaga, onde jantamos em um restaurante Cubano.

Mesmo a noite, em nenhum momento sentimos qualquer insegurança em La Paz. Voltamos então ao hotel, para um merecido descanso e preparação para o dia seguinte.

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