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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia e Peru - Em casal com dicas, fotos e gastos + Planilha de custos

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[align=justify]Meu nome é Ricardo, eu e minha esposa Eliane fizemos nosso mochilão pela Bolívia e Peru, entre os dias 29 de setembro e 22 de outubro de 2013, esta é minha pequena contribuição para outros viajantes que pretendem ir à Bolívia e Peru, todo nosso roteiro foi planejado de acordo com dicas aqui do mochileiros.com e algumas outras informações que achei em blogs.

 

Dinheiro

 

- Levamos apenas US$ 250,00 em dinheiro , somente para uso em alguma emergência ( falha de algum cartão ).

- 03 Cartões Internacionais. Usados somente para Saques ou uso no débito.

- Não fiz o VTM ou outro semelhante porque não é vantajoso para quem possui Cartões de Crédito / Débito Internacional , a cotação do Dólar em Saque Internacional através do Débito é mais próxima do Câmbio Comercial e não aquela extorsão de Cambio Turismo que é aplicada ao VTM ou mesmo quando compramos Dólares. Por exemplo no dia em que fui viajar o Dólar no Câmbio Turismo estava no valor mais baixo que encontrei a R$ 2,39 , já o valor do Cambio Comercial a R$ 2,21 , o preço médio que paguei em todos os saques que fizemos no Exterior ( Bolívia e Peru ) foi de R$ 2,24. Mesmo com as taxas é vantajoso, fora que não ficamos carregando muito dinheiro para todos os lados. OBS. Muitos cartões de conta corrente ou poupança, mesmo sem ter a opção de crédito habilitada funcionam para Saques no Exterior. Consulte seu banco antes da Viagem.

 

Coisas úteis

-Caderninho para anotações, caneta, papel higiênico, cadeado ( pra trancar as mochilas nos hostels ), Benjamim " T " , bateria reserva para câmera, Pen Drive ( para backup das fotos ), uma farmacinha básica (gelol, sorine, colírio, aspirina, neosaldina, estômago, faixa, esparadrapo, band-aid, dramin, protetor solar, repelente, hidratante).

 

Documentação necessária

- Passaporte ou RG , levamos o passaporte por ser mais seguro.

- Certificado internacional de Vacina. OBS. Não foi solicitado em nenhum momento.

 

Recomendo

- Deixar alguma quantia em dinheiro e ainda um cartão reserva muito bem guardado, pois vai que você tem o azar de ser assaltado ou perder toda sua grana, alguns recomendam o uso de Money belt, eu não levei pois não gosto, carreguei minha carteira o tempo todo no bolso da frente da calça ( como faço em qualquer cidade movimentada ).

- Aprenda pelo menos o básico de espanhol, vai fazer a diferença, te garanto.

- O Mesmo eu digo para o Inglês, vai te ajudar a fazer amigos durante todo caminho.

 

Reservas

- Só reservamos o Hostel do primeiro dia em Santa Cruz, no mais fomos de cidade em cidade, apenas com uma listinha de 3 a 5 Hostels ou Hoteis em cada cidade, separados por recomendações em sites de reservas como o hostelworld.com / booking.com e também de indicações aqui do mochileiros.

Fizemos desta forma e com certeza foi muito bom.

 

Roteiro

Santa Cruz, Sucre, Potosí, Uyuni, La Paz, Copacabana, Puno, Cusco, La Paz, Santa Cruz

 

29/09 – Santa Cruz de La Sierra

 

Chegamos a Santa Cruz atrasados as 14:05, nosso voo que foi pela Gol, estava previsto para as 11:05 da manhã, ficamos praticamente uma hora aguardando, apenas informaram que dois passageiros não puderam embarcar e tiveram que retirar suas bagagens, vai saber se é verdade...

Passamos na imigração sem nenhum problema, apenas algumas perguntinhas básicas sobre quanto de dinheiro, cidades que iríamos visitar e qual país iríamos depois. Enfim, fomos para esteira esperar nossas mochilas, mochilas nas costas, apertamos o botão de sorteio se teríamos a honra de ter nossas mochilas toda vasculhada, luz VERDE e sejam bem vindos a Bolívia ! Fomos aos caixas eletrônicos no andar de cima do aeroporto, alguns passavam propagandas e tinham várias luzes piscando, estilo alguns Jukebox hahaha, saquei Bs 1500,00 , dinheiro na mão, chegamos à porta do aeroporto, conversei com alguns taxistas e não teve jeito, Bs 60,00 pela corrida até o Jodanga Hostel, a todo o momento ouvíamos pelo rádio PX do Táxi a Central informando o valor da corrida, o taxista era muito gente fina, já havia morado por dois anos em Corumbá, sabia português, mas pedi que o mesmo falasse em espanhol, pois queria conversar em espanhol, pois desde meu outro mochilão no Chile não conversava e teria praticamente um mês para aprender mais, pois ao chegar a qualquer loja, hostel, barraquinha de rua, restaurante falando a língua local, o atendimento e tratamento é melhor, a não ser por alguma azar de pegarmos uma pessoa de mau humor ! O taxista foi falando sobre cada ponto que passávamos, achei bem legal, pois foi praticamente um tour, chegamos próximos ao Jodanga, passamos pelo Parque Urbano estava bem cheio, ele nos recomendou que fossemos até lá, pois teria várias barracas de comidas e ainda poderíamos experimentar o “Juco de Coco” que não tínhamos no Brasil, na hora pensei que fosse nossa “ Água de coco “ que bebemos em qualquer praia e em muitas outras cidades, chegamos ao Jodanga, o hostel é muito bom, mas também é o mais caro que ficamos em toda Bolívia, mas de qualquer forma valeu muito a pena, fizemos o check-in, guardamos nossas mochilas em nosso quarto e rua, fazia um calor infernal em Santa Cruz, chegamos ao parque, fomos em direção a uma barraquinha e fui logo pedindo “ Juco de Coco “ , para nosso espanto era realmente “ Suco de Coco “ hahaha, muito bom por sinal, o parque urbano estava lotado de locais, era como dia de festa, várias barracas, um parquinho montado, pessoas se divertindo, alguns dançando, achamos bem legal, foi nosso primeiro contato com a Cultura da Bolívia, logo mais à tarde, voltamos ao Jodanga, tomamos um banho e fomos para a Praça 24 de setembro, estava acontecendo uma apresentação de danças folclóricas, ficamos assistindo e tirando algumas fotos, compramos Nachos e frozen em uma lanchonete próxima a praça e sentamos em um banco na praça e logo se sentou um senhor de Cochabamba, ficamos mais de um hora conversando com ele, ele nos contou muito sobre a Bolívia, sobre as cidades que iríamos visitar, nos despedimos do senhor e voltamos para o Jodanga, o calor estava pedindo mais banho, fomos para piscina, logo chegaram outras pessoas que estavam hospedados lá, um casal de ingleses que moravam em Salvador a cerca de sete anos, e dois caras do Chile que estavam somente de passagem por Santa Cruz, pois no outro dia iriam a um tour na região do Pantanal Boliviano. Ficamos até tarde por ali, umas caipirinhas, conversando, rindo, interação muito boa. Depois fomos dormir.

 

Santa Cruz e Sucre

 

Acordamos cedo e fomos rumo ao aeroporto, pegamos um voo para Sucre pela BoA, este voo estava marcado para as 7:50 e saiu já era umas 8:15, fizemos uma escala em Cochabamba e logo em seguida estávamos em Sucre, quando desci do avião, percebi logo a diferença da altitude, ao respirar sentia que vinha menos ar para dentro do corpo, apenas esta diferença que senti em Sucre, nem eu e minha esposa tivemos ou sentimos nenhum efeito da altitude em Sucre, ao sair do aeroporto o ônibus que vai ate o Centro da cidade estava acabando de sair, perguntei a um guarda a que hora tinha outro e ele nos disse que seria em cerca de 20 minutos a meia hora, resolvemos pegar um táxi, o motorista pediu Bs 35,00 , disse logo que não era Gringo, era do Brasil e que a Dilma não era tão boa para nós Brasileiros como Evo era para os Bolivianos ( mesmo sabendo que em Sucre tem oposição forte ao Governo ), o motorista estampou um grande sorriso no rosto e disse que já estava acostumado com os Brasileiros pedindo descontos. Hahaha ! Fechou por Bs 20,00, fomos para o Hostal Wasi Masi ( a 5 minutos do mercado central ) tentar a sorte, já que a única reserva que tínhamos feito era para o primeiro dia em Santa Cruz, para as demais cidades, fiz uma pequena lista contendo cinco hostels e hotéis com boas recomendações em sites de reservas e ainda dentro de uma faixa de preço que queria pagar , chegando, perguntei se tinha quarto de casal e fomos ver o quarto, achei bem bacaninha, estava bem limpo, banheiro privado e com café da manhã, deixamos as mochilas, a moça da recepção nos deu um mapa de Sucre, fomos direto ao Mercado Central, já era hora do almoço e estava morto de fome, em minhas viagens gosto muito de ir aos mercados e lugares frequentados pela população local, pois assim vivemos a cultura do lugar, almoçamos, ficamos rodando por todo mercado, lembrei das “Hojas de Coca”, tínhamos que experimentar.

Além de tudo já sabíamos que era bom mascar e tomar o chá para evitar o soroche, melhor não arriscar rsrsr.

 

Dica: Você que chegou agora no mochileiros e pensa em ir à Bolívia ou Peru, saiba que a folha de coca não é droga, não da nenhuma onda, nem brisa, nem nada !

Outra coisa, não se assuste com os costumes locais, são bem diferentes dos nossos, as comidas são em muitas vezes diferentes das nossas, mas nem por isso o gosto é ruim, lembre-se também que alguns pratos típicos de várias regiões do Brasil são considerados bem exóticos e estranhos para muitos estrangeiros, lembre-se da “feijoada, rabada de boi, buchada de bode, chouriço, dobradinha, pé de porco, caldo de mocotó,entre muitos outros”.

Não achamos as folhas de coca por ali, resolvemos ir ao Mercado Campesino, pegamos um ônibus na avenida ao lado mercado, se não me engano era o ônibus nº 07, o motorista nos informou a hora certa de descermos, não imaginava que este mercado era tão grande, várias ruas, cheias de barracas vendendo tudo que se possa imaginar, não reparei se tinha outros viajantes por ali, acredito que por ser mais afastado do centro muitos não vão até lá, compramos folhas de coca e mais uma barrinha tipo um doce de banana que intensificava o efeito das folhas de coca, tomamos sorvete, que por sinal estava muito bom, depois tomamos o ônibus em direção ao centro de novo e paramos um pouco na praça principal para descansarmos, rodamos todo centro, vale muito à pena dar umas voltas por todo centro de Sucre, é como uma volta ao passado, casarões, praças e monumentos muito bem conservados, depois fomos a La Recoleta, subimos tudo a pé, vale muito a pena, é só ir devagar e conhecendo as ruas, paramos em um café que tinha por lá, tomamos um chá de coca e depois um suco, ficamos cerca de uma hora conversando, apreciando a paisagem e ainda o por do sol ! Belíssimo ! Voltamos ao centro, descendo por outra rua, já estava um pouco escuro, passamos mais uma vez pelo mercado central e comemos uma deliciosa salada de frutas.Mais tarde, jantamos e voltamos para o Hostal e fomos dormir.

Dica: Evite comer comidas pesadas a noite nos primeiros dias na altitude.

 

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Sucre e Potosí

 

Depois de uma excelente noite de sono, acordamos cedo, tomamos nosso desayno e fomos dar mais umas voltas ali por perto do Hostel, a inicio pensávamos em fazer o Tour para ver as pegadas de Dinossauro. Mas resolvemos ir neste mesmo dia para Potosí, voltamos para nosso Hostel e fizemos o check-out, fomos para o Terminal de Buses, compramos a passagem para Potosí pela Trans. Villa Imperial, ônibus um pouco antigo, mas em bom estado de conservação, na hora do embarque conhecemos um casal de Ingleses, Karrye e Ronan, por coincidência tinham se hospedado no mesmo Hostel, sentaram-se ao nosso lado na ultima fileira de bancos, na passagem deles o horário de saída do Ônibus era as 11:05 e na nossa era 11:15, o ônibus saiu as 11:00 em ponto, nada dos temidos atrasos relatos por aqui, a paisagem a caminho de Potosí nos surpreendia a cada curva, a cada morro que subíamos. Uma coisa que notei e que me deixou admirado, era ver aquela terra árida com apenas uns pequenos riachos que mal passavam água, com toda esta escassez de água, irrigavam a terra e plantavam. Vi diversas plantações durante todo caminho, apesar de não falarmos inglês muito bem, digamos que minha fluência é de uns 65% rsrs, conversamos com os ingleses durante toda viagem, apresentei a eles as hojas de coca, gostaram muito rsrs. :mrgreen:[/align]

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Ja vi alguns relatos que fizeram a mesma, vao ate Ollanta e de la para Aguas Calientes, tenho percebido que compensa uma noite em ollanta para quem gosta de uma boa fotografia, diz ai, vale ou nao uma noite la?

 

Cara, na minha opinião vale sim, para falar a verdade eu queria ter ficado era uns dias em todo Vale Sagrado, andar sem se preocupar com o tempo...

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Pois é... to planejando a minha viajem para isso, andar sem me preocupar com o tempo... alis isso que é viajar para correr tenho todo o resto do ano no trabalho!!!! Outra coisa, viu por la se tem local para hospedagem, estarei indo com minha noiva e vai ser a primeira mochilada dela, to querendo coisa muito traxx de cara não... para ela não assustar muito!!!

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Pois é... to planejando a minha viajem para isso, andar sem me preocupar com o tempo... alis isso que é viajar para correr tenho todo o resto do ano no trabalho!!!! Outra coisa, viu por la se tem local para hospedagem, estarei indo com minha noiva e vai ser a primeira mochilada dela, to querendo coisa muito traxx de cara não... para ela não assustar muito!!!

 

Tem sim, eu vi Hostels em Ollantaytambo e também em Pisaq Mercado. Não sei lhe falar sobre a qualidade dos mesmos, mas são lugares simples. Todos os Hostels que nos hospedamos foram bons, o único que deixou um pouco a desejar foi o Hotel San Antonio em Potosí.

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Tranquilo, Potosi não esta no meu planejamento, a minha ideia é ir para La Paz e depois descer para Uyuni de trem via Oruro... E com isso vou deixar para comprar as roupas de frio lá, pelo que vi e muito mais barato que aqui!!!

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Machu Picchu

 

[align=justify]Acordamos as 4:50 da manhã, tomamos banho e desayano no Hotel, a senhora do Hotel até ofereceu alguns sanduíches para levarmos, aproveitei a boa vontade dela ! rsrs. Saímos debaixo de chuva a caminho do ponto de ônibus, já havia muitas pessoas lá e os ônibus saiam a cada 5 minutos, as 5:40 já estávamos a caminho de Machu Picchu, que emoção, não sei descrever, minha esposa tinha como meta principal da Viagem ir a Machu Picchu, estava bem feliz por estar ali ao lado dela ! Logo que chegamos, passamos pela portaria e ficamos no local indicado pela agencia para encontrarmos com o guia, foram chegando outras pessoas que iriam acompanhar o mesmo guia, , uns 20 minutos depois entramos em Machu Picchu, que emoção estar ali, chovia um pouco e nem me importava ( levar capa de chuva ) , nosso grupo era de umas 15 pessoas, foi bom ser pequeno por todos ficam próximos ao guia e ouviam atentos a aquela fantástica aula de historia ! Por volta de 8 da manhã o guia encerrou seus trabalhos e nos deu várias dicas do que mais visitar e aproveitar em Machu Picchu, uma delas seria fazer o Caminho da “ Trilha Inca até a Porta do Sol“ , a “ Ponte Inca “ , como tínhamos o dia todo livre em Machu Picchu, não precisávamos correr para visitar nada.

 

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Por volta de 10:00 da manhã o céu ficou lindo, sem nuvens, e nossa visão de Machu Picchu virou outra, ficou ainda mais bela! Andamos por praticamente toda Machu Picchu, fizemos este caminho da Trilha Inca, recomendo. Paradinha rápida para o lanche. Continuamos nossa exploração , a “Ponte Inca” é outra historia, para quem tem medo de altura é o lugar ideal para deixar de ter, sinistro. Uma coisa que não pode deixar de fazer em Machu Picchu é tirar aquela foto clássica, tiramos umas 20 por segurança, como o tempo voa quando estamos tão felizes... Já era quase 4:00 da tarde, resolvemos voltar a Aguas Calientes, as passagens de volta a Aguas Calientes não estavam inclusas em nosso pacote, fomos descendo pela trilha, vale a pena descer, sério mesmo, a vista das montanhas durante todo caminho é incrível.

Dica: Melhor comprar as passagens de ida ( acesso ), já que você vai economizar energia que pode ser gasta de visitando todos os cantos de Machu Picchu.

 

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Chegamos a Aguas Calientes e saímos procurando um restaurante para almoçarmos/jantarmos Pensei comigo, Aguas Calientes não deve ter somente restaurantes de turistas rsrs, perguntei a um senhor onde ficava o mercado, ele nos informou , fomos até la e jantamos. Muito bom por sinal. Fomos às piscinas termais, mas já estava quase na hora de fechar e somente entramos para conhecer, apesar de Aguas Calientes ser minúscula, fomos até o outro lado da cidade, ficamos assistindo a uma partida de futebol em uma quadra, mais tarde fomos para estação, estava vazia quando chegamos, em poucos minutos ficou lotada, tomamos o Trem rumo a Ollantaytambo, ao chegarmos a Ollantaytambo, pegamos uma Van, que já estava inclusa no nosso pacote para Cusco, chegamos a Cusco quase 1:00 da manhã, fomos para o Inkas Hostel onde já tínhamos um quarto reservado. Literalmente desmaiamos rsrsrs.

 

Cusco

 

Acordamos as 9:00 da manhã, tomamos o desayuno, fizemos o check-out no Hostel, deixamos nossas mochilas guardadas no depósito , fomos na rodoviária comprar as passagens para Puno. Compramos pela empresa San Martin, ônibus cama as 10:00 da noite por S/. 30,00, recomendo a empresa.

Dica: Não gasta tomar Táxi, uns 20 minutos a pé .

Voltamos ao centro de Cusco, fizemos mas uma paradinha na Praça de Armas, olhando o tempo passar, almoçamos no Mercado San Pedro, fomos a alguns outros museus que eram inclusos no Boleto Turístico, uma pena, este foi nosso ultimo dia em Cusco, parece que o tempo passou mais rápido neste dia, quando menos esperamos já estava começando anoitecer, voltamos ao Hostel, pedimos para usar o banheiro, tomamos banho e pegamos as mochilas.[/align]

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Tranquilo, Potosi não esta no meu planejamento, a minha ideia é ir para La Paz e depois descer para Uyuni de trem via Oruro... E com isso vou deixar para comprar as roupas de frio lá, pelo que vi e muito mais barato que aqui!!!

 

Em La Paz tem muita roupa barata, roupas técnicas existem muitas que são falsificadas, mas no geral encontra-se muita roupa com preços melhores que no Brasil, em Uyuni eu vi uma feirinha que vendiam uns casacos, tinha coisa falsificada também. Algumas são falsificações grotescas. Eu comprei em La Paz apenas umas camisas, preço bom !

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Adorei o relato, resumido, mas com ênfase em vários pontos-chaves..

 

Aguardando os custos.

 

Abraço.

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