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Olá viajante!

Bora viajar?

De Florianópolis ao Atacama passando por Mendoza e Santiago (18 dias)

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Esse relato pretende esclarecer e responder dúvidas de futuros viajantes sobre a aventura que é viajar de carro pelos países do Conesul.

 

A viagem foi realizada entre 19/07/2013 e 05/08/2013, no auge do inverno, portanto.

 

A saída foi de Florianópolis (SC) e os destinos principais eram Mendoza (ARG), Santiago (CHL) e San Pedro de Atacama (CHL).

 

O veículo utilizado foi um Palio Weekend Adventure, ano 2005, bicombustível, na época com pouco mais de 100 mil km rodados.

 

Quem somos nós?

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DIEGO – engenheiro elétrico formado pela UFSC, trabalha como gerente do Hotel Varadero em Canasvieiras, Florianópolis.

LEANDRA – geógrafa formada pela UDESC, atualmente estudante de Direito na UFSC. Alterna trabalhos na área do direito e na área hoteleira.

ANTHONY (eu) – geógrafo formado pela UFSC, atualmente profissional autônomo e professor.

 

PREÂMBULO

 

“Viajar é experimentar na pele a sensação de liberdade nos dada pela natureza e que sutilmente nos tem sido usurpada pela vida moderna.”

 

A viagem que será relatada começou a ser pensada independentemente por vários amigos meus. Da minha parte eu lembro que comecei a me interessar por países como Argentina e Chile numa das seis temporadas de verão que trabalhei como recepcionista de hotel na praia de Canasvieiras, em Florianópolis. Em conversas com turistas ficava conhecendo um pouco de cada local desses países e a vontade de experimentar aquilo tudo começou a aparecer. Em 2011 fiz um esboço do que seria o roteiro de viagem. Nos dois anos seguintes o esboço ia sendo modificado até chegar a um modelo consensual encontrado com a ajuda dos meus amigos Diego e Leandra.

O Diego viveu alguns meses na Europa e já tinha uma boa bagagem de conhecimentos sobre viagens (de avião). A Leandra recentemente morou na Irlanda, por dois anos, e também já tinha um conhecimento invejável. Eu sempre viajei muito de carro mas apenas pelo sul do país – SC e RS.

Com os dois amigos sempre tive um excelente relacionamento. Inicialmente foi proposto oferecer mais uma e talvez duas vagas no carro para a viagem mas alguns fatores impediram a presença de mais pessoas. E ainda bem que foi assim! Superestimamos a capacidade do bagageiro do Palio Weekend Adventure e também o espaço interno do carro. Em resumo, para uma viagem longa, prevista para 18 dias, três pessoas nos pareceu ser o limite máximo para termos conforto e bom humor.

Os cálculos de combustível, alimentação, pernoite, entradas em lugares, além das compras, foram feitos e auxiliaram muito pois os valores acabaram não fugindo muito do esperado. Só fugiu do esperado o trato que receberíamos de argentinos e chilenos hehehe (mais explicações ao longo do texto). Cada um de nós ficou responsável pela parte que mais gostava e entendia: Leandra cuidou sempre dos hotéis onde ficaríamos, dos locais para fazer as refeições e dos bares e baladas onde poderíamos passar; Diego ficou responsável por algumas reservas em hotéis mas principalmente pelas negociações de câmbio ao longo da viagem (reais – peso uruguaio – peso argentino – peso chileno – peso boliviano); Eu fiquei responsável pelo roteiro em si já que, segundo eles, sou um GPS humano. Os três dirigiram ao longo dos 18 dias.

Por fim ficou acordado que sairíamos na madrugada do dia 19 de julho, às 3h, de Florianópolis. Seguiríamos pela BR 101 até o litoral norte gaúcho e de lá pegaríamos a BR 290 passando por Porto Alegre e indo até a fronteira com o Uruguai, em Santana do Livramento. Atravessaríamos rapidamente o Uruguai e entraríamos na Argentina por Colón e de lá passaríamos por Rosário, Río Cuarto e San Luis até finalmente chegar a Mendoza. Após alguns dias nesta última atravessaríamos a Cordilheira dos Andes e iríamos pousar em Santiago mais três dias. Tomaríamos o rumo norte passando por Coquimbo, La Serena, Copiapó, Antofagasta até chegar a San Pedro de Atacama. De lá voltaríamos para o sul do Brasil atravessando o norte da Argentina por San Salvador de Jujuy até Resistencia. Por fim, o último trecho seria entrar no Rio Grande do Sul por Uruguaiana ou São Borja e em 18 dias estaríamos de volta a Santa Catarina. Claro que a viagem não transcorreu dessa forma tão previsível...

 

1º DIA (19 de Julho de 2013, sexta-feira)

 

Na noite de quinta-feira saí de um jantar de confraternização numa das escolas onde leciono e fui direto para casa arrumar as minhas coisas. Fui dormir no hotel do Diego e combinamos acordar às 3h da manhã. Sono vagabundo, nem consegui dormir direito, já que a ansiedade me fazia sonhar com carneirinhos argentinos pulando cerquinhas feitas com doce de leite. Humm, bueno!... Enchemos o porta-malas do carro e já vimos que aquele tamanho todo ficaria pequeno perto da quantidade de mala que estávamos levando. Imagina como ficaria o porta-malas com a coisarada da Leandra lá dentro!? A dúvida foi respondida quando chegamos na casa dela. Faltava lugar mas muito mais por culpa dos rapazes do que por culpa dela (a Leandra foi moderada, nem levou tanta coisa – no começo).

 

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Partimos às 4h em direção a BR 101 e a nossa expectativa era de chegarmos ao fim daquele dia a Santana do Livramento, lá pelas 18h. No fim da madrugada percorremos o sul catarinense e o dia amanheceu no trecho entre Tubarão e Araranguá. Foi neste primeiro trecho que encontramos o nosso primeiro problema: o GPS montado pelo Diego não estava funcionando. Pelo menos não da maneira que queríamos. Porém não foi motivo que nos tirasse o bom humor. Fomos contando piada e conversando bastante. Não almoçamos pois Leandra e Diego haviam preparado uns lanches em casa. No trajeto de Porto Alegre à Campanha Gaúcha um frio razoável mas que era amenizado pelo sol. Também tinha muita, muita plantação de soja, além de silos e mais silos de arroz. A soja é embarcada pelo porto de Rio Grande para exportação enquanto que a maior parte do arroz fica aqui pelo Brasil mesmo.

Pouco depois das 16h paramos em São Gabriel para comprarmos água (eu sugeri uma garrafa de 1l e quase fui surrado – eles acharam melhor comprar um galão de 5l). Logo depois passamos por Rosário do Sul - “Téra de cavalo bravo” como disse o Diego. E por volta das 18h chegamos a Santana do Livramento. Marcamos um local onde nos encontraríamos com Pablo, um motorista que por muitas temporadas trazia turistas para o hotel onde eu trabalhei com o Diego. Pablo mora lá e nos apresentou a cidade além de ter nos levado aos melhores free shop de Rivera, cidade vizinha a Livramento, já do lado uruguaio. A Leandra já se lançou no direito de fazer muitas compras e ocupar o espaço no porta-malas que era dela de direito. Uma baita mochila de trilha que nos dias seguintes de viagem nos foi de muita serventia. Após uma breve pausa pretendíamos sair de Livramento e seguir até fronteira do Uruguai com a Argentina. Pretendíamos...

Não vou me alongar neste detalhe porque aqui vai o primeiro conselho: o seu roteiro nunca sairá do jeito exato que você planejar. Inclusive se o meio de transporte for o seu carro. Ao tentarmos deixar a cidade de Livramento o câmbio não engatava a 5ª marcha e a ré. Já havia anoitecido e na rua um frio de 5ºC. Ligamos para o Pablo e ele de imediato conseguiu nos levar a um mecânico que descobriu a origem do problema: uma porca, lembro que relacionada ao trambulador, havia caído exatamente na caixa de câmbio, trancando a passagem das duas marchas que tinham apresentado problema. Após resolver o problema o mecânico foi gente-fina e nos cobrou R$ 50 apenas.

Nos 18 dias previstos para a viagem e nas mais de 30 cidades em que entraríamos, em apenas uma conhecíamos alguém. E foi justamente nessa cidade que o carro resolveu apresentar um problema – sorte! Pablo nos levou até a saída da cidade e nos aconselhou a irmos até Quaraí, ainda em território brasileiro, para que entrássemos no Uruguai pela cidade de Artigas, onde a estrada que leva para a fronteira com a argentina está em melhores condições do que aquela no trecho entre Livramento e Tacuarembó.

Já passava das 20h e entre Livramento e Quaraí passamos, sem saber, pela área mais crítica de arenização da Campanha Gaúcha. Áreas que se assemelham a pequenos desertos e que tiveram origem no desmatamento para o cultivo de grãos. O solo, quando a soja ainda está em tamanho incipiente, fica extremamente vulnerável a erosão causada pela chuva, já que a vegetação que antes amortecia o impacto das gotas d’água não está mais ali.

Chegando em Quaraí abastecemos o tanque por R$ 3,08 o litro já que o Pablo havia nos informado que no Uruguai o combustível não sairia por menos de R$ 3,10. Buscamos por um hotel simples em Quaraí e encontramos o Hotel União 24h, apelidado carinhosamente por nós de Grand Hotel Quaraí. O quarto, meio improvisado, tinha uma porta voltada para a rua e a cabeceira da cama ficava justamente na fresta desta porta. Qualquer caminhão que passava pela rua parecia estar se dirigindo para dentro dos meus ouvidos. Todos de banho tomado, ninguém roncou durante a noite. Tudo perfeito!

 

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2º DIA (20 de Julho de 2013, sábado)

 

Logo cedo, às 7h, fomos em direção a aduana uruguaia. Não há necessidade de se apresentar a aduana brasileira para dizer “até logo!”. Em menos de cinco minutos estávamos legalmente dentro do Uruguai. Em questão de metros dentro da cidade de Artigas os carros se modificaram rapidamente: placas pretas, veículos mais velhos; a cidade também: letreiros em espanhol, ruas planejadas, quase ninguém na rua, outra realidade.

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Mais uns minutos e entramos na Ruta Nacional 4 (RN 4) que nos levou até Salto. Neste trecho entramos na campanha uruguaia e na área dos pampas. Vegetação rasteira, herbácea, com muitas ovelhas e bovinos. Umas poucas casas distantes vários quilômetros entre si deram ao lugar um clima triste e sombrio. A temperatura próxima de zero dava a sua parcela de contribuição. Num trecho de aproximadamente 150 km por uma estrada com condições razoáveis de trafegabilidade avistamos não mais que cinco carros. Na estrada cruzamos com o Pepe Mujica montado numa moto, com o Nando Parrado num Fiat 128 e com o Eduardo Galeano numa pick-up dos anos 1970. Brincadeiras a parte, como o Uruguai é um país pouco populoso (3,4 milhões de habitantes) acreditamos que a possibilidade de se encontrar algum famoso uruguaio lá na estrada era grande.

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Mais na frente tomamos à direita pelo cruzamento com outra rodovia e seguimos pela Ruta Nacional 3 (RN 3) até Paysandú. Esta estrada uruguaia estava muito bem sinalizada e com excelente asfalto. Já próximo a Salto uma desagradável surpresa – uma praça de pedágio. Para nossa sorte aceitaram o pagamento em reais e não em peso uruguaio, como era de se esperar. Um valor baixo, equivalente a uns R$ 5,00. Por volta do meio-dia chegamos a Paysandú e não foi necessário entrar na cidade visto que a ponte fronteiriça fica antes da área urbana. O trâmite para entrar na Argentina levou um pouco mais de tempo, 15 minutos. Na mesma cabine estavam o oficial uruguaio, para quem declaramos a saída do país, e logo ao lado o oficial argentino, para quem declaramos a entrada. Ele se engraçou e ficou perguntando para a Leandra o que as brasileiras acham dos argentinos. Ela não foi muito sutil e afirmou que as brasileiras preferem gente mais quente! Situação embaraçosa, ele ficou sem jeito enquanto Diego e eu ríamos.

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Atravessamos a ponte e fincamos os pés na província de Entre Rios. Logo adiante estava a cidade de Colón, onde passeamos um pouco, procuramos resolver o problema do GPS e almoçamos. Um almoço diferente, nada de arroz com feijão! Batatas cozidas mais uns pedaços de frango assado. Para tomar uma 7Up, que no Brasil não é mais vendida. Caminhamos um pouco e por volta das 16h seguimos caminho.

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A partir daqui ficou combinado que eu ia dirigir sozinho até Rosário, já na província de Santa Fé. Tudo isso porque estávamos muito cautelosos. Em todos os relatos de viagem de carro para a Argentina que lemos apareciam histórias sobre as propinas impostas pelos carabineiros federais. Pelos relatos eles poderiam implicar com qualquer coisa, desde um item médico ausente na caixinha de primeiros socorros até a posição que o motorista dirige no assento. Por via das dúvidas como o carro está no meu nome fiquei na direção.

Andamos poucos quilômetros pela RN 14 mas foi talvez a melhor rodovia que pegamos em toda a viagem. Aliás, uma ressalva: as rodovias argentinas são impecáveis de modo geral. Muitas delas com pedágios, é verdade, mas com pistas duplicadas e com boa sinalização.

Na entrada para a cidade de Concepción del Uruguay tomamos à direita para a Ruta Provincial 39 (equivalente a uma rodovia estadual aqui no Brasil). Foram longos quilômetros por uma estrada monótona, praticamente sem morros ou acidentes de relevo. Enxergávamos apenas plantações de soja e trigo (inclusive o trigo que consumimos no Brasil é quase todo importado da Argentina). Essa paisagem nos acompanhou por mais de três horas. Com o GPS sem funcionar tive que ficar muito atento às conversões para as outras rodovias que precisávamos pegar já que a estrada para Rosário não era a mesma. Acertei em Nogoyá mas precisei pedir informação na cidade de Victoria pois não havia encontrado indicação rodoviária para a cidade de Rosário. No posto fizemos um rápido lanche enquanto no lado de fora os argentinos aumentavam o volume do som até a última para ouvir aquele “tchá tchá tchá... tchá tchá tchá”.

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Sobre os postos de combustível algumas informações relevantes: os postos brasileiros são os que têm os banheiros menos sujos. A nossa gasolina na Argentina é chamada de Nafta e pode ser de três tipos – da menor octanagem a maior octanagem – Nafta Normal, Nafta Super e Nafta Premium, esta última chamada popularmente de Fangio. Por saber que a gasolina brasileira tem elevada proporção de mistura com o etanol e por leituras feitas sobre o assunto sempre abastecemos com a Nafta Super. O valor do combustível na Argentina foi o mais baixo da viagem, ficando, em valores convertidos para a nossa moeda, na média dos R$ 2,40.

Saímos de Victoria e tomamos a direção para Rosário, terceira maior cidade da Argentina, atrás somente de Buenos Aires e Córdoba. A ligação rodoviária entre Victoria e Rosário é recente e atravessa uma grande área alagadiça que ocorre devido ao relevo baixo e plano do local e também por conta da cheia do rio Paraná – aquele mesmo que passa por Foz do Iguaçu. Já eram quase 19h e por causa da posição longitudinal da Argentina o sol acaba se pondo mais tarde lá do que em qualquer ponto do Brasil que esteja a leste do Mato Grosso ou Pará. Isso porque a Argentina adota o mesmo fuso horário oficial brasileiro e acaba fazendo com que no inverno as tardes se estendam até às 19h. No entanto o dia amanhece mais tarde, especialmente no inverno, quando o sol surge somente perto das 8h. Os ingredientes estavam prontos e percebemos que a paisagem monótona nos havia reservado uma surpresa muito interessante. Um pôr do sol muito bonito, deixando o céu com um tom laranja-avermelhado por quase 30 minutos.

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Passamos rapidamente por Rosário e entramos na RN 9, um corredor rodoviário de asfalto impecável e que faz a ligação entre Buenos Aires e Córdoba. Foi nessa estrada que encontramos placas com limite de velocidade indicando 130 km/h. Em poucas horas estávamos na província de Córdoba e entramos na cidade de Villa Maria. Abastecemos num posto Petrobrás e pedimos algumas informações ao frentista que ficou surpreso com a nossa viagem. Já eram 21h e a cidade tinha uma vida noturna incrivelmente agitada. Porém decidimos esticar a viagem até uma cidade maior, Río Cuarto. Para isso pegamos a RP 158 que acompanha os trilhos da rede ferroviária argentina. Por sinal a Argentina carrega boa parte da sua produção sobre trilhos e placas na rodovia indicando cruzamentos ferroviários não foram incomuns.

Río Cuarto mostrou-se bem mais interessante do que o esperado e a cidade estava cheia, com uma vida noturna também muito agitada. A temperatura estava baixa, próxima a 0ºC e com um vento cortante. Levamos uma hora para encontrar um hotel bom e com preço razoável chamado Crillon Hotel.

 

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Editado por Visitante

Featured Replies

Postado
  • Membros

Ótimo relato AToini

 

Seguem umas dúvidas, se puder me ajudar.....

 

- O passeio que contrataram para a Bolívia, qual empresa contrataram e quanto por pessoa pagaram?

 

- Em San Pedro de Atacama, contrataram mais algum passeio? Ou pelo menos viram o valor de algum outro?

 

- Consegue o site ou contato do hotel que ficaram em San Pedro de Atacama? Ele vale a pena?

 

- Consegue o site ou contato do hotel que ficaram em Purmamarca? Ele vale a pena?

 

Obrigado.

Postado
  • Autor
  • Membros

Então Diego. O passeio foi contratado pela Licancabur, que era subcontratada por uma empresa de turismo que não lembro o nome mas que estava na praça central da cidade, entre a igreja e o centro de informações turísticas.

Em San Pedro fomos ao Vale de la Luna apenas. Não fomos ao gêiser del Tatio.

O hotel onde ficamos não lembro o nome mas, vindo de Calama-Antofagasta, é a primeira rua à direita (calle Domingos Atienza), no meio da quadra.

Em Purmamarca não ficamos em hotel e também não procuramos foi seguimos viagem direto para o Brasil.

 

Ótimo relato AToini

 

Seguem umas dúvidas, se puder me ajudar.....

 

- O passeio que contrataram para a Bolívia, qual empresa contrataram e quanto por pessoa pagaram?

 

- Em San Pedro de Atacama, contrataram mais algum passeio? Ou pelo menos viram o valor de algum outro?

 

- Consegue o site ou contato do hotel que ficaram em San Pedro de Atacama? Ele vale a pena?

 

- Consegue o site ou contato do hotel que ficaram em Purmamarca? Ele vale a pena?

 

Obrigado.

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

Parabéns pelo relato fantástico, bem detalhado e extremamente prestativo para os demais colegas do fórum.

 

Excelente dicas, e uma viagem de dar inveja! Nada como viajar de carro e conhecer tudo ao alcance dos nossos olhos. Essa é uma viagem que todo mundo deveria fazer antes de morrer...

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Olá,

final do ano quero fazer esse percurso de santa catarina até Santiago, de carro tbm, onde vcs trocaram o dinheiro, pois estou pensando em trocar em Rosário. Final do ano passado fomos para o Atacama é mto mais vantajoso trocar na Argentina e no Chile, do que aqui no Brasil. So tenho medo que talvez em Rosário não vamos achar cambio paralelo.Alguma dica?

Foi um ótimo relato, tenho q fazer o meu tbm mas a preguiça não ta deixando.......rsrsrsr

Abraços

Lidiane

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