Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Peru - Bolívia - Argentina * 28 Dias - Maio/09

Postado
  • Membros

Bom...em agradecimento (o Mochileiros foi sem dúvida imprescíndivel) e como prometido segue meu relato dessa louca aventura...foram 28 dias entre Peru, Bolívia e Argentina em Maio de 2009.

 

1ºDia - 02/Maio > Lima

O vôo foi tranquilo, chegamos alguns minutos depois do previsto, o aeroporto estava um caos devido à tal Gripe Suína. Todos os aviões eram inspecionados antes do desembarque enfim...e isso fez com que a fila da imigração ficasse gigantesca...e nós horas na fila.

 

Pegamos as malas e seguimos para a aduana, o sistema deles é aleatório; não são todas as pessoas que passam pelo raio-X, você aperta um botão é uma luz vermelha ou verde se acende. Minha irmã foi a "premiada" rs.

Trocamos alguns dólares (câmbio 2,91) com taxa de comissão.

Tentamos chegar em Lima com Soles mas nenhuma casa de câmbio 'confiável' aqui em São Paulo trabalhava com essa moeda, por isso no aeroporto troque só uma quantia pequena e deixe para ir trocando o resto pelo caminho.

 

No aeroporto mesmo fomos comer alguma coisa...estávamos mortos de fome...por S$14,90 comemos uma pizza (a la Pizza Hut) no Papa's John, achei o molho de alho deles delicioso.

 

Ainda dentro do aeroporto os terminais nos orientam para pegarmos os táxis oficiais (guichês no saguão) pois bem! fomos atrás dos tais 'oficiais' que quis nos cobrar S$ 80 pela corrida até San Isidro, mesmo 'negociando' ele só chegou em S$70... pegamos um táxi não 'oficial' mesmo por S$20. Na verdade (se você não for usar o transporte público - uns mini ônibus caindo aos pedaços rs que cobram S$1) os táxis não ofíciais são maioria e é o que vc sempre vai achar por toda a viagem, carros (também) caindo aos pedaços, todo batido, sem retrovisores, baratos que não páram de buzinar e que são pura aventura. A regra de combinar o preço (eles não têm táximêtro) antes de pegá-los é válida por todo o Peru e Bolívia.

 

Em San Isidro encontramos uns amigos e fomos procurar um hostel, dentre as indicações do Mochileiros, ficamos no Malka (Calle Lírios, 165) bem agradável, limpo, internet a S$2/hora e cozinha. Pagamos S$50 cada por um quarto séxtuplo com banho compartido.

 

Fomos caminhar um pouco, San Isidro parece outra cidade perto do que vimos no caminho do aeroporto; Lima, como toda metrópole, é um misto de habitações (super) simples com ruas arborizadas e limpas. Os carros dirigem loucamente e ouve-se buzina o tempo todo, eles buzinam para tudo! E os táxis (como já disse a maioria caindo aos pedaços rs) te oferecem corrida o tempo todo e em qualquer lugar, chegam a parar nas vias expressas para te abordar nas calçadas, às vezes chega a irritar tamanha a insistência. E fato, deve-se sempre negociar o preço da corrida, economizamos vários Soles com essa prática rs.

 

Andamos pela região, passamos no mercado (acho ótimo para se conhecer os hábitos e marcas (publicitária tsc tsc) locais) compramos água S$1 da marca San Luis (sempre beba água engarrafada e de preferência de marcas confiáveis...a água por lá não é exatamente oq chamamos de tratada rs) e voltamos para o hostel para descansar.

 

Descansados e de banho tomado (água quente e banheiro limpo) saímos para jantar...fomos ao La Bisteca muuuito caro (seria a refeição mais cara de toda a viagem) S$60 por um buffet variado, a comida era gostosa mas não para “tanto”...é fato que comemos bem.

Editado por Visitante

  • Respostas 49
  • Visualizações 8.4k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Featured Replies

Postado
  • Autor
  • Membros

11ºDia – 12/Maio * Puno > Copacabana

 

Acordamos cedinho, tomamos café e pegamos um táxi (S$4) para a rodoviária, o ônibus Tour Peru por S$13 sairia às 7:30h (depois só existe mais uma opção de horário às 14:30h).

 

A viagem foi tranqüila são 3h de viagem mas ‘perde-se’ 1h por causa do fuso, o ônibus era confortável e estava em ótimo estado; um funcionário da empresa nos deu todas as orientações sobre a passagem para a Bolívia (que foi super tranqüila) e inclusive pararam em um banco para troca de dinheiro a um câmbio ótimo. Burocracias seguidas, menos de meia hora depois estávamos em Copacabana.

 

Os ônibus “comerciais” não podem descer até o centro, por isso nos deixaram na ponta de uma avenidona larga, existem vários táxis...mas de verdade? não existe necessidade nenhuma em pegá-los, a cidade é um ovo e encontra-se bons hostels muito perto dali. Ficamos em um hotel recém inaugurado que estava cobrando preço de hostel. Quarto triplo, banho privado (super quente), TV a cabo por B$30 (só não serviam café pois a cozinha não estava pronta). Sucesso. O hotel era novíssimo e muito organizado. Chama-se Wendy Mar...,mas possivelmente comece a cobrar preço de hotel rapidamente.

 

Saímos para conhecer a cidade, almoçar, fechar o pacote para a Isla del Sol e o ônibus para La Paz.

A cidade (perto do que esperava) é uma gracinha, bem organizada e fácil de andar...típica cidade do interior.

 

Almoçamos no restaurante Copacabana um menu por B$15 – sopa de verdura + truta (deliciosa) ou carne ou spaghetti + arroz + fritas + sobremesa. Depois do almoço ficamos por ali fazendo uma horinha (e comprinhas) nas lojinhas locais, fomos conhecer a igreja (bem bonita) e voltamos para o hotel. Banho tomado (água pelando) ficamos assistindo uns filmes...a noite chegou junto com mais frio (Copacabana é gelada) ::Cold:: e mais preguiça rs pedimos uma pizza família (B$42) e fomos dormir.

Postado
  • Membros

Csoares,

 

Ótimo relato! parabéns...

 

Devo retornar ao Perú, em julho agora, mas vou de carro.

Estive lá no verão passado, as estradas, em alguns trechos, não estavam boas, vcs se lembram como estavam esses trechos:

 

.Puno para copacabana, quando fui estavam asfaltando um trecho...... Já terminaram?

 

.De Nasca a Cusco, estavam consertando a pista, vc se lembram como está?

 

.No trecho depois de Ollamtaytambo vcs enfrentaram quedas de barreira?

 

Obrigado!

Postado
  • Autor
  • Membros

12ºDia – 13/Maio * Copacabana

 

Acordamos cedinho nos aprontamos e seguimos para o porto de onde sairia nosso barco. Ah! Na tarde anterior fechamos o pacote com a Milton Tours por B$20 e lá mesmo um ônibus turístico por B$20 (existe a opção de ônibus ou vans locais por B$15 que saem de hora em hora) para às 13:30h do dia seguinte. Fechamos com essa agência por nos ter sido indicada por vários estabelecimentos inclusive pela central de informação ao turista. E realmente não nos arrependemos, tudo correu como prometido e a atendente, Sandra, foi uma simpatia e muito sincera.

 

Pena, que na minha opinião, esse passeio não tenha valido a pena. Definitivamente foi o mais dispensável em toda a viagem... :?

 

Bom, para começar que o barquinho nem de longe se parecia com o barquinho “moderno” e confortável que pegamos em Puno, a viagem durou umas 2h mas foram 2h de martírio, os bancos são umas cadeiras de ferro super desconfortáveis parafusadas no chão, um friooo e o barquinho é movido a motor de canoa, parece levar uma eternidade para percorrer alguns metros, olha...o lado mais bonito do Titicaca realmente fica do lado Boliviano já a infra estrutura ficou no lado Peruano rs.

 

Chegando na Ilha mal saímos do barquinho fomos avisados que existia uma taxa de visitação (B$10) do museu, o museu é deprimente, super mal cuidado, cheio de pedaços de coisas empoeiradas, crânios humanos, as peças mais valiosas (e talvez as mais interessantes) estavam (disse o guia) em outra parte da ilha e não podiam ser vistas.

 

Saindo do museu caminhamos uns 45min (a paisagem é linda) e chegamos à umas ruínas, talvez por termos feito o trajeto começando pelo Peru com seu auge (claro) em MP essas ruínas não tiveram o menor encanto, mesmo sendo (como eles dizem) onde tudo começou enfim...no final das explicações o guia (bem ruinzinho por sinal) ainda quis nos cobrar B$10 de cada um, não pagamos...ele não nos esperava chegar e nunca tinha certeza das informações e no mais não nos havia falado antecipadamente da “necessidade” de pagamento; bom, essa seria a primeira ‘surpresa pagante’ na ilha, para quem atravessava a pé da parte norte para a parte sul havia mais dois “pedágios” de B$5 cada e para nós que optamos dar a volta com o barquinho (a falta de ar nos pegou violentamente) 40min depois pagamos outros B$5 para entrar no lado sul, lá nos disseram que conseguiríamos almoçar, ledo engano...os restaurantes ou eram muito no alto (não tínhamos muito tempo) ou já não tinham mais comida...comemos umas batatas fritas (B$10) de uma senhorinha local. Como não havia mais nada a fazer pegamos o barquinho mais cedo que nos levaria às ilhas flutuantes, que decepção! As ilhas são pura montagem, para quem tinha vindo e visto Uros aquilo foi um ultraje e cobravam B$3 para quem quisesse visitar as ilhas fantasma pois era nítido que ninguém vivia ali e com certeza o dinheiro ia para o condutor do barco. Ridículo.

 

Chegamos na cidade, deixamos nossas coisas no hotel e saímos para comer algo decente, usamos a internet (B$10/hora), demos uma voltinha e fomos jantar ‘de verdade’ comemos no Colonial, pizza individual gigante (dava para 2 pessoas) uma Paceña (não gostei, sem dúvida fico com a Cusqueña) e refrigerante por B$37. Depois de muito papear resolvemos voltar para o hotel, no meio do caminho Copacabana ficou completamente sem luz, foi a maior escuridão da minha vida...não enxergávamos absolutamente nada mas valeu porque foi o céu mais estrelado que já vi...compramos uma vela e fomos para o hotel.

Postado
  • Autor
  • Membros

13ºDia – 14/Maio * Copacabana > La Paz

 

Acordamos ainda sem luz (dá-lhe banho gelado), fomos até a cidade passear, comprar umas bobeirinhas para a viagem e esperar a hora do almoço rs. Deixamos nossas mochilas na agência e fomos, de novo, almoçar no restaurante Copacabana para evitarmos surpresas e para comer a deliciosa truta e mesmo menu só que com sopa de cebola por B$15.

 

Pegamos o ônibus turístico às 13:30h, um microônibus lotado de brasileiros rs éramos uns 12!

A viagem foi tranqüila e rápida com tantas trocas de histórias.

A empresa te deixa na Calle Llampu uma das avenidas principais do centro de La Paz, de lá fomos caminhando até a calle Sagarnaga onde nos tinha sido indicado bons hostels; entramos em dois o Sagarnaga e o Maya Inn, optamos pelo segundo por causa do preço...custava B$30 a menos, o Maya é mais antigo, mas com água quente e forte, quartos limpinhos e café da manhã por B$50. Acomodados fomos procurar um lugar para jantar, o centro parece uma grande 25 de março rs, cheia de lojinhas e as calçadas forradas de barracas, La Paz quase não tem mercados (mini vendinhas) como encontramos no Peru, as coisas – de chocolate à gilete – são vendidas em barraquinhas, aliás uma coisa curiosa do Peru até agora as cidades são repletas de locutórios, com chamadas locais baratíssimas; deve-se ainda ser muito caro ter um telefone fixo em casa porém celular além de ‘baratos’ é uma febre, todos têm e falam a todo tempo, sem contar que o danado pega em qualquer lugar no meio de MP ao centro de Lima rs. A Claro domina o mercado.

 

Bom...voltemos, andamos um pouco e como não achamos nada “comível” além das comidas locais, nada atraentes diga-se de passagem rs, acabamos no Burguer King, eu que não sou nada fã de fast food tenho tido neles minha salvação rs. As pizzas também foram ótimas opções quando as massas não tinham sabor adocicado ou ela vinha coberta de pimentões. Jantados (B$22) voltamos para o hostel; as ruas até tarde são bastante movimentadas e a confusão e o trânsito de ‘lotações’ e táxis e pessoas eternos rs.

 

Ah! Antes de saírmos para jantar fechamos o passeio pela Agência Maya para o Chacaltaya e Vale da Lua por B$40 com transporte e guia porém sem as entradas de B$15 incluídas.

Postado
  • Autor
  • Membros

Mário,

de Puno para Copacabana já está tudo asfaltado, a viagem foi super tranquila, a estrada estava ótima.

 

De Nasca a Cusco não me lembro de ter pego nenhum trecho em obras, mas como fizemos a viagem à noite não posso afirmar, mas levando em conta que chegamos exatamente no horário previsto, acredito que estava tudo ok.

 

E o trecho depois de Ollamtaytambo foi tranquilo nenhum imprevisto, a pedra que caiu foi depois de Sta. Tereza...

 

Espero ter ajudado...

Boa Viagem :)

Postado
  • Membros

Olá CSoares!

Estou amando o seu relato, bem detalhado e com preços...

Ótimo pra prepararmos nossos roteiros...

Estou aguardando a continuação do relato...

Abraço

Postado
  • Membros

CSoares,

 

O relato de vcs é sensacional... Gostei demais...

Vou fazer a msm viagem q vcs em agosto, qdo vcs vao colcoar o resto das informações???

To curioso aqui, as informações estão sendo muito uteis...

 

abraços

Postado
  • Autor
  • Membros

Voltei...

14º Dia – 15/Maio * La Paz

 

Acordamos cedinho (rotina rs) tomamos café e saímos à procura de frutas para almoço, nos haviam avisado que em nenhum dos lugares havia restaurante, compramos maçãs e bananas no meio da rua (é assim que também são vendidas) pegamos nossa van e seguimos o nosso passeio "choque térmico" rs; o caminho para o Chacaltaya é relativamente curto...uns 45min em uma estrada poeirenta no meio de uns pastos...nada excepcional. Antes o motorista parou em uma vendinha onde quem quis pôde comprar o “almoço”. A van parou em alguns mirantes e por fim em uma cabaninha ao pé da montanha. O guia nos leva à 2ª base (mais ou menos 100m) e à 3ª. Não consegui sequer subir até à 2ª, o frio, o vento e a falta de ar me deixou no meio do caminho. Mas sem problema, mesmo dali valeu a ‘viagem’. Tiramos ótimas fotos. Enquanto a turma estava lá no alto abriram a cabana, a sede do que um dia foi o Clube Andino Boliviano de ski, hoje (infelizmente) virou uma cabana “abandonada” cheirando a mofo com banheiro precário e restaurante fechado; nos “ofereceram” somente um chá de coca a B$8. Bom, nem precisa dizer que o frio lá é punk. ::Cold::

 

De lá seguimos para o Vale da Lua...

Dormi quase a viagem de volta toda, só acordei em uma parada para fotinhas de lhamas. O vale da lua vale o passeio, não é nada excepcional, faça se tiver tempo...são formações em argila de um lugar onde um dia houve água (e muita pelo visto rs), dá umas fotos no mínimo diferentes. E passamos um calor razoável rs.

 

Chegamos no hostel umas 16:15h, deixamos as coisas no quarto e fomos procurar casacos de frio para o Salar, nos disseram que mesmo fora do inverno estava fazendo -10ºC à noite, ficamos com receio dos nossos casacos não “agüentarem”...mas não achamos nada que valesse a pena, queríamos algo quente e barato e que se precisasse nos desfaríamos no meio do caminho. ‘Desistimos’ e fomos jantar, Burguer King de novo :roll: , na volta, no hostel a recepcionista (sempre solícita) nos falou de uma feira que acontece todo dia das 7h às 9h na calle Llampu, onde poderíamos achar jaquetas (locais rs) por bons preços.

Postado
  • Autor
  • Membros

15ºDia – 16/Maio * La Paz > Oruro

 

Acordamos cedinho para irmos à tal feira, café tomado e lá fomos nós. A coisa toda é uma loucura rs a calle Llampu é uma avenida larga, uma das principais do centro, e fica tomada por “barracas” com vendedores de jaquetas e seus enormes sacos, um grudadinho no outro e em alguns lugares os ‘modelos’ ficam pendurados na parede, o trânsito na rua continua como se nada estivesse acontecendo, você encontra diferentes tamanhos, cores, modelos e preços...tem jaqueta de B$30 a B$170 e ainda deixam experimentar rs.

 

Meus irmãos conseguiram comprar o que queriam por R$20. Pelo menos estavam a salvo no Salar. Voltamos para o hostel e de lá direto para a rodoviária (B$10 táxi) queríamos pegar o ônibus das 10h, nos informaram que havia ônibus para Oruro de hora em hora (e realmente há), perguntamos no guichê de informações quais as melhores empresas e nos indicaram a Aroma e a Naser, fomos pela Naser pois a Aroma só tinha o próximo ônibus para às 11h.

 

Ah! Fica uma dica, não perguntamos em La Paz logo que chegamos sobre o trem Oruro > Uyuni, na verdade estava no nosso roteiro fazer La Paz > Uyuni direto via ônibus (12h – B$240 – Maya) mas depois da experiência Nazca > Cuzco e relatos de que a 2ª metade da viagem era meio “traumática” devido às péssimas condições da estrada decidimos (um pouco tarde é verdade) pelo trem. Tarde porque não havia mais passagens à venda em La Paz (eles limitam as passagens) nos disseram que talvez a conseguíssemos em Oruro. Resolvemos arriscar.

 

Na rodoviária compramos as passagens (B$25 + B$1,5 taxa de embarque), pegamos assentos na parte superior e o que tudo nos pareceu o ônibus estava em bom estado e vazio, porém foi enchendo no meio do caminho, como já foi dito aqui no Mochileiros, você pode pegar o ônibus fora da rodoviária caso não queira pagar pela taxa de embarque. O ônibus encheu e junto dos passageiros veio também vários vendedores de empanadas à bijouterias, isso porque pegamos uma das melhores companhias, exceto por isso e o som (tanto da tv quanto do rádio) estar super alto, a viagem foi tranqüila, 3,5h depois estávamos em Oruro; como Oruro não estava no nosso roteiro não tínhamos indicações de hostels e aí começou nossa peregrinação. Pegamos um táxi (B$10) da rodoviária até a estação de trem, lá fomos informados que a bilheteria estava fechada mas que ainda haviam passagens (13 assentos) na classe intermediária (Saloon – B$41) mas que para comprarmos teríamos que chegar na bilheteria às 6h (detalhe, ela abre às 8h) do dia seguinte senão só sobraria a classe popular. Sem passagem fomos procurar hostel, mais de 1h depois, cansados e com fome e sem muita opção ficamos no hotel Galáxia a paulada da viagem rs B$120, os outros hostels ou não tinham vagas ou condições de uso de tão velhos e mal cuidados. Quanto ao Galáxia nada a reclamar pelo contrário, super recomendado, quartos impecáveis, aquecedor, água super quente, TV à cabo, café da manhã ótimo. Estadia fechada, saímos para ‘almoçar’; a parte 'baixa' da cidade é simples, inclusive esse hotel fica em frente de um tipo de feirão de barracas que vendem absolutamente tudo, roupas, material escolar, comida, sapatos...louco rs; já a parte ‘alta’ parece outra cidade, organizadinha, limpa, cinema; almoçamos em uma hamburgueria super arrumada, parecíamos que estávamos em outro país rs; hambúrguer com fritas (com direito a salada), empanada de queijo e refrigerante por B$19.

 

De lá fomos atrás de uma confeitaria, queríamos algo doce que não fosse os bolos super mega confeitados e os sorvetes (estava um baiiita frio) que havia no lugar. Em meio a nossa procura tivemos uma agradável surpresa, a cidade estava ‘cheia’ (daí descobrimos porque tivemos dificuldade em achar hostel) pois naquele dia haveria ensaio do carnaval; Oruro é famosa pelo seu carnaval.

 

Adoramos! Valeu os “perreios” da chegada, nem precisa dizer que o carnaval deles nada tem a ver com o nosso...mas como toda demonstração folclórica tem seu encanto. As “escolas” são representadas por diversas cidades e/ou vilarejos. A música é animada e as fantasias em alguns casos bem trabalhadas. Muuuuito legal. Assistimos tudo até o final e voltamos para o hotel...no meio do caminho paramos em um mercadinho – Mini Market Delícias – uma espécie de mercadinho empório rs a dona é uma simpatia, conversamos um pouquinho (ela nos “apavorou” mais um pouco sobre o frio no Salar rs) e quando estávamos indo embora o casal que viajava com a gente nos ligou dizendo que tinham encontrado um café expresso, pois é, ainda aqui continuava minha saga por um café decente, aqui eles diluem o café (tipo Nescafé) em uma ‘bacia’ de água, o que para mim não é café aqui e em lugar nenhum rs “corri” para lá – Pizzaria Bravo’s - mas infelizmente o expresso só existia no cardápio, a máquina estava quebrada...na falta do expresso tomamos um capuccino bem mais ou menos rs.

À noite acessei a internet (B$3/1h), tomei um banhão e fomos dormir...

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.