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Dérien

Viagem de casal: 15 dias no PERU - Cusco / MachuPicchu / Arequipa / Puno - com fotos

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Saímos de Guarulhos em um vôo da LAN perto da meia-noite. Conexão básica em Lima (o aeroporto tava bem lotado, por isso acho necessário pelo menos 2 horas de janela entre os vôos), mais fuso horário, e chegamos a Cusco lá pelas 11 da manhã. O táxi NÃO nos esperava no aeroporto (tínhamos combinado com o hostel, mas o cara disse que não nos encontrou), sendo assim, pegamos um por conta própria na saída do aeroporto mesmo, escolhido entre as dezenas de taxistas que insistentemente nos ofereciam a corrida. O preço gira entre 15 e 20 soles (perguntar no hostel é uma boa maneira para se ter idéia do custo dos táxis de acordo com o destino que você for escolher).

Fora de seu centro histórico, Cusco é uma cidade feia e de trânsito caótico. Mas o centro histórico é fantástico!! Ficamos no hostel Vip House, 65 reais a diária em quarto privado com banheiro compartilhado. O hostel fica em um prédio histórico e tem uma equipe bem bacana. Á noite o barzinho fica sempre movimentado e as bebidas e comidas têm um bom preço (ali eu provei o hambúrguer de alpaca, delícia!). Além disso, fica a apenas cinco minutos de caminhada da Plaza de Armas. Chegamos, guardamos as malas e pé na rua!

 

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Como eu disse, Cusco é fantástica! As igrejas foram construídas com blocos de pedra e não têm reboco ou pintura; envelhecidas por quase cinco séculos de existência, têm uma aparência medieval que deslumbra qualquer um.

 

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Parte dos muros das casas e prédios ainda é da época dos incas, mesclando-se às construções europeias. Por sinal, Cusco devia ser muuuito grandiosa antes da chegada dos espanhóis.

 

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As portas de acesso aos prédios não são simples portas, são portais de pedra, muitas vezes com adornos ricamente esculpidos sobre a parte superior. E tem os balcões suspensos (como varandas ou sacadas), sendo essa, em minha opinião, a característica mais marcante da cidade: balcões de todos os tamanhos, tipos e cores, enfeitando as ruas de Cusco de maneira única. Isso sem falar das ruelas e passagens labirínticas que conferem outro toque medieval a algumas partes da cidade.

 

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A única coisa que eu não gostei em Cusco foi a cerveja quente rsrsrsrs. Não chegue já pedindo uma cerveja, pergunte antes se está gelada, em muitos lugares o freezer vertical fica desligado, servindo apenas como vitrine para as cervejas. A Cusqueña, principal marca da cidade, é muito saborosa (estando devidamente gelada é claro) e tem também em versão black e red.

Sobre as igrejas, não se pode tirar fotos do interior de nenhuma delas, e também não ficam abertas o dia todo. O centro de informações turísticas é um bom lugar para saber os horários de visitação de cada uma delas. Todas têm gigantescas portas de madeira na entrada que realmente impressionam. Na igreja de La Companhia, a parede atrás do altar é espetacular, com detalhes riquíssimos, nunca tinha visto nada igual.

 

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Fomos ao mercado municipal (um lugar que, independentemente da cidade ou país, sempre diz muita coisa sobre os costumes de um povo) e passeamos por seus corredores, conhecendo os principais produtos, manufaturados ou colhidos da terra, que fazem parte do dia-a-dia do povo cusquenho (foi onde compramos um saquinho com folhas de coca para ajudar na aclimatação). Tava lotado de gente almoçando, o povão mesmo, mas ficamos meio ressabiados de comer alguma coisa, não nos pareceu muito higiênica a maneira como eram preparados os alimentos. Mas teve gente que nós conhecemos que comeu lá e não teve problema nenhum. Só não queríamos arriscar começar a viagem com um belo desarranjo. Um bom restaurante onde os locais vão comer é o Antojitos.

Sobre alimentação em Cusco, o menu turístico realmente é a grande sacada. Quase todos os restaurantes oferecem e a maioria conta com salada, sopa, prato principal, sobremesa e suco, geralmente quatro opções de cada pra você escolher uma, ou seja, come-se bem, provam-se vários pratos e paga-se pouco (em torno de 15 soles). Também há restaurantes veganos muito bons, comida tailandesa e comida kosher (israelense). Os cremes de aspargo e cogumelo são sensacionais, assim como a sopa de quinua. O porco frito a la pururuca (chicarron) também é muito bom. O cuy, que é um porquinho-da-índia bem peludo, também é um prato tradicional, e está presente tanto na comida de rua quanto nos restaurantes mais caros (o sabor lembra coelho).

Na Plaza de Armas, do lado direito de Catedral, tem um pub beeem estiloso, tipo irlandês (quem já foi pra Irlanda é que me disse isso). Do piso ao teto todo o ambiente é revestido de madeira bem escura, trabalhada em detalhes quase vitorianos. Serve pratos diversos bem gostosos e certa variedade de cervejas, sempre bem geladas.

 

No dia seguinte, fugindo das agências, saímos cedo para fazer o city tour por conta própria (as ruínas ao redor de Cusco). Seguindo a dica do Aletucs, nos informamos no hostel como pegar o ônibus que passava em Tambomachay, a última das ruínas. Dois ônibus depois e descíamos nas ruínas. Na entrada, conhecemos aquela que seria a nossa guia por todo aquele dia e ainda pelo Valle Sagrado: a Felícia. Mas ainda não sabíamos disso. No fim de nosso tour pelo lugar, conhecemos quatro portugueses (um casal e duas garotas) que se interessaram pela guia e nos propuseram dividirmos o preço da “guiada” pelas outras ruínas, até Cusco. Esse grupo, nós e os portugueses, seguiu junto pelos próximos três dias, inclusive em Machu Picchu. Mas ainda não sabíamos disso.

Voltamos então caminhando os 9 km até Cusco (só descida), passando pelas outras ruínas. Foi bem legal por dois motivos: primeiro, de cara o nosso santo bateu com o dos portugueses e nos divertimos muito; segundo, a Felícia tinha uma grande identidade com os incas, sua primeira língua era o quéchua, e seu olhar brilhava quando falava sobre os costumes e crenças de seus antepassados. Depois de conhecermos Sacshuaman, a última ruína e a mais grandiosa, descemos até Cusco, onde combinamos para o dia seguinte o Valle Sagrado, fechando um tour particular, com a Felícia e com uma van para seis pessoas. O total deu 65 soles para cada um.

 

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Saímos cedo pro Vale Sagrado e já rolou uma coisa que me incomodou: paramos em um centro de compras de artesanato, algo de que quis fugir justamente fazendo um tour particular. E ainda havia outro lugar para parar – esse mais interessante. Então fica a dica: lugar pra compras tem aos montes, então, mesmo fazendo o tour particular, deixe claro o que você quer porque senão eles vão fazer a parte comercial do tour completa.

Pisac, a primeira parada do Vale Sagrado, é deslumbrante e gigantesca. Assim como Machu Pichu, Pisac fica nas alturas. As terraças são as maiores que vi em toda a viagem. Caminha-se por trilhas ladeando toda a montanha, com muitos postos de observação construídos na rocha e uma área de templos religiosos do lado oposto. Visual exuberante das montanhas e as impressionantes ruínas incas: isso é o Peru!!

 

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Até Ollantaytambo a estrada continua cercada por montanhas monumentais, e a gente fica pequenininho, impressionado. Chegamos em Ollantaytambo já no fim da tarde e a visão da fortaleza deslumbra.

 

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O visual dos colcas – depósitos de alimentos - na montanha Pinkuylluna, no lado oposto, também é de tirar o fôlego (dois dias depois, quando voltei de MP, eu subi a trilha até lá).

 

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Mas naquela hora o lugar tava muvuca total!! Era grupo que não acabava mais subindo pelas escadarias gigantescas da fortaleza. O zumzumzum em várias línguas preenchia o ambiente. Ficamos lá até anoitecer, quando já estava mais vazio; quando chegamos ao topo, um brinde nos aguardava: o visual do Nevado Verônica. Depois, fomos à estação pegar o trem para Águas Calientes.

 

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Chegamos em AC já tarde e fomos direto pro hostel. Acordamos 05:30 e às 06:15 pegávamos, junto com nossos amigos portugueses, o ônibus que nos levaria a Machu Picchu (20 dólares ida e volta – facada!!!). No caminho, as montanhas vão ficando cada vez mais altas e próximas, enquanto cânions profundos rasgavam a terra. Chegamos e a neblina ainda tomava o lugar.

 

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Por 90 soles fechamos com uma guia que nos levou por 02:30 pelas ruas da cidadela. Enquanto a neblina se dissipava, Macchu Picchu foi aos poucos sendo desnudada diante de nossos olhos pasmos. Olha, mesmo que não existisse a cidadela de Machu Picchu, ainda assim valeria a pena ir até lá só pelo visual das montanhas que cercam o lugar. Fiquei de queixo caído. E os dois dias passados com a Felícia e suas histórias incas prepararam a alma para aquela experiência fantástica. E realmente o lugar é muito grande, tem muito que se caminhar por lá.

 

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Depois das 10:00, as hordas de turistas chegam aos borbotões, grupos enormes; foi quando nos encaminhamos à portaria para subir a Wayna Picchu.

Com uma desistência em nosso grupo (a Alexandra, que tinha medo de altura, preferiu não ir), subimos a montanha. É bem cansativo, mas há muitos locais estratégicos onde dá pra sair da escadaria-trilha e descansar um pouco, bater umas fotos (putz, que visual!!!), se hidratar (leve bastante água) e comer alguma coisa.

 

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Nos pontos mais difíceis há cabos de aço instalados como corrimãos. A dica de segurança é: nesses pontos mais perigosos, deixe um espaço generoso entre você e quem está à sua frente; pequenos escorregões, se todos estiverem muito próximos, podem causar um efeito dominó e provocar um acidente mais grave. Duas horas depois chegávamos de volta a MP, mortos mas felizes.

 

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Fomos ainda à ponte inca, de onde se tem o visual do vale e das montanhas que ficam escondidos atrás de MP. Deixamos de subir até a Porta do Sol, porque não tínhamos mais perna.

 

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No fim do dia, com o grosso da turistaiada já tendo ido embora, até as lhamas ficaram mais à vontade e retomaram as ruas da cidade. Voltamos a AC em um dos últimos ônibus e dormimos por lá.

 

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No dia seguinte fomos pra Ollantaytambo no 1º trem, na madruga. Optamos por ficar um dia e uma noite nessa cidade, que, segundo os guias, é a última cidade realmente inca da região, conservando sua arquitetura original nas vielas estreitas e canaletas coletoras de água.

 

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Como a Jô tinha torcido o pé no dia anterior, na saída de MP, subi a montanha Pinkuylluna sozinho, chegando até as colcas e tirando fotos fantásticas da fortaleza, agora do lado oposto.

 

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Dormimos no hostel Wayna Chasi, de um casal de idosos bem legais, que arrumaram uma bolsa de água quente para o pé da Jô e deram a ela toda a atenção e cuidados. No outro dia, acordamos cedo e pegamos uma van rumo à zona rural de Ollanta, com a intenção de chegar mais perto do nevado Verônica. Foi meio furada porque pra chegarmos perto de verdade era uma caminhada de horas, mas valeu por conhecer a “roça” peruana. Depois pegamos uma van de volta a Cusco: do lado direito, os montes nevados se sucedem na paisagem, um a um, e o visual é bem legal.

 

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Passamos os dois dias seguintes em Cusco, caminhando sem pressa por cada uma de suas ruas seculares, em especial no bairro boêmio de San Blas, com suas ladeiras cravejadas de prédios históricos, pequenos bares, luterias, museus, etc.

 

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Mas o lugar que mais nos impressionou foi as ruínas de Pikillacta, distante 30 km de Cusco. Pikillacta era a cidade principal da civilização Wari, e começou a ser construída no século V, bem antes dos incas. Esquecida pela maioria dos turistas, ou desconhecida por eles, não recebe a mesma atenção e destaque se comparada com as ruínas incas da região, muito mais famosas. No entanto, é um lugar que vale muuuuuito a pena ir. Mantendo a idéia de fugir das agências (o tour por agência durava 1h30m; nós ficamos lá por 4 horas!!), pegamos um táxi até a garagem da empresa de ônibus e depois descemos no meio da estrada, caminhando até a portaria (tudo muito seguro e tranquilo, a entrada está inclusa no boleto turístico). Pessoal, achamos Pikillacta surreal!!! É louco imaginar que, enquanto a civilização ocidental juntava os cacos com a queda do Império Romano, naquele lugar isolado construía-se uma cidade para 10 mil pessoas. Pikillacta é toda murada, e em alguns pontos seus muros chegam a 12 metros de altura, cercando a cidade em um retângulo gigantesco. Apenas as paredes de suas construções estão de pé, mas há muitas delas, às centenas, algumas bem altas, o que nos fez imaginar como a cidade deveria ter sido grandiosa em sua época.

 

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No dia seguinte, às 08h00, pegamos o vôo rumo a Arequipa, nos despedindo da capital dos Incas.

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Muito bom..

 

Parabens pelo relato.

 

Estou acompanhando.

 

Me tire uma dúvida, alias algumas...

 

Qual ônibus que pega para Tambomachay?

 

Após estar lá é só ir descendo em direção as outras ruinas até chegar a Cusco novamente, é isso?

 

E quanto aos ingressos para visitação? Voce comprou o boleto inteiro ou parcial? Ou pagou separadamente cada entrada?

 

Desculpa o tanto de perguntas, mas a viagem tá chegando e o nervosismo fica a mil.

 

E Continuaa..

 

Abç.

 

Fernanda

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Oi Feer,

 

Legal vc ter gostado do relato. Sobre suas dúvidas:

 

- ônibus para Tambomachay: olha, quem me orientou foi o pessoal do hostel (sempre pergunte pra eles). Pega-se primeiro um ônibus circular até uma passarela, desce, e depois pega aquele que vc vai descer em Tambomochay. É fácil, tem vários pontos de referência e é só avisar ao motorista onde vc quer descer. Depois é só descer voltando até Cusco e conhecendo as outras ruínas, finalizando em Saqshuaman.

 

Sobre o boleto, eu comprei o completo. Se vc vai fazer ruínas de cusco e vale sagrado já vale a pena. Pikillacta, um dos passeios mais incríveis, também está incluso. Fora os museus. Comprei no centro de informação turística, outro lugar bem legal pra pegar dicas e informações em geral.

 

Fique à vontade para perguntar o quanto quiser.

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Oi Ariadne,

 

Então, o que aconteceu foi o seguinte: coloquei no decolar.com os trechos SP-CUSCO-AREQUIPA-SP. Deu um valor. Tirei o trecho Cusco-Arequipa para ver se não valia mais a pena ir de ônibus . . . e o valor continuou o mesmo!!! Ou seja, é como se esse trecho tivesse ficado de graça!! Daí resolvi ir de avião mesmo e esquecer o ônibus.

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Dérien seu relato ficou bom demiasssssss...

Estou ficando meio doido(rsrsrs....)com a viagem, estou pretendendo ir em agosto com minha esposa (10 dias), você indica um roteiro local,hospedagem e os custos!

O hostel você reservou antes?

E a linguagem, mesmo não sendo fluente em espanhol da para desenrolar tranquilo?

Desculpa as dúvidas primárias! rsrsrs....

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Fala Adeilton,

 

Então, pra um roteiro de 10 dias vc pode fazer mais ou menos o meu roteiro de Cusco/Valle Sagrado/Machu Pichu/Pikillacta, e de repente passar dois dias em Lima. Continue lendo os relatos aqui do site, essa confusão é normal, é muita informação, mas aos poucos as coisas vão se encaixando e sua viagem começa a ganhar uma "cara".

Olha, o hostel eu reservei antes, mandei um email direto pra eles e negociei o preço (achei o hostel no booking.com e depois procurei o site dele). Agosto é baixa temporada, provavelmente vc não terá problemas para achar na hora, mas ficar andando pra cima e pra baixo com as malas procurando lugar pra ficar eu acho perrengue desnecessário.

 

Sobre a linguagem, o portunhol é o suficiente pra se virar, é só não ter vergonha de falar.

 

Sobre os custos, o que eu posso falar é: hostel +ou - 80 soles o casal a diária / alimentação: em média 15 a 20 soles o menu turístico por pessoa. Se tiver algum outro custo específico, me manda por mensagem privada que eu te respondo.

 

Qualquer dúvida é só perguntar.

 

Dérien

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Dérien desde de já agradeço sua ajuda! ::otemo::

Eu pensava que agosto era alta temporada! ::putz::

Outra dúvida, é melhor negociar em Dollar ou Soles?

Você indica algum hostel e agência de turismo que tenha um preço bom?

Valeu pela atenção! ::tchann::::tchann::::tchann::

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Olha, quando eu fui o que eu fiz foi comprar dólar aqui e trocar por soles lá. As reservas de hostel que estavam em dólar, eu paguei em dólar mesmo (se for converter pra soles a taxa com certeza não será das melhores). Fui trocando aos poucos, fica mais fácil pra controlar. Ah, e leve uma caneta testa-dólar. Passe sem dó em todas as notas de novo sol que vc pegar nas casas de câmbio.

Sobre o hostel, eu só posso indicar o que eu fiquei: Vip House.

Sobre agências, eu não fiz nada por agência na região de Cusco, apenas em Arequipa para o Canion do Colca.

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