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Bora viajar?

Viagem ao Chile e Argentina

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Preâmbulo

 

Estarei tentando colocar aqui informações e opiniões sobre a viagem que fiz recentemente a Argentina, Chile e Uruguai.

De início, gostaria de salientar, que estas opiniões são emitidas por um casal de cinqüentões, que hoje gostam de gozar de um certo conforto, e que fizeram deste, um passeio fotográfico e visual, e não de aventura, devido não termos preparo físico para isto. Procurei também manter a velocidade recomenda, e não exceder aos 120 Km/h em momento algum, a fim de evitar ser autuado, o que poderia se tornar problemático.~

 

Adendo - 29/11/2005

 

Sobre a Comida....

Recebi de um colega nosso, um e-mail perguntando sobre a comida nos paises que viajei.

Pelo que notei a papas "batata inglesa", é muito utilizada como acompanhamento, são servidas fritas, cozidas ao natural ou como purê.

Lá não existe esta fartura que encontramos por aqui quando vamos a um restaurante ou churrascaria, lá a comida é servida no prato, quando muito numa travessa, tudo junto, o principal e o acompanhamento, como feito nos restaurantes dos shopings.

Sempre é servido pão nas refeições, dependendo do restaurante, é cobrado a parte ou não, isto tambem se aplica as salsas "molhos", portanto quando o preço for muito convidativo é bom perguntar antes se se paga em separado.

Self-service só encontrei em três lugares, El Calafate, Bariloche e na estrada entre Puerto Octay e Frutilar, provavelmente existem outros, mas, não conheci.

Quanto a quantidade, tende a ser frugal, por isso vi muitas pessoas optando pelos sanduiches, principalmente de milaneza, mais barato e parece que sustenta.

Sergio

 

Dados sobre a viagem

 

Período - 26/02 a 18/04/2005

Total de dias - 52

Km rodados - 13.478

Km voados - 5.013

Gasto com combustível - R$ 2.386,32

Gasto com hotel - R$ 5.127,62

Gasto com o veículo - R$ 460,85

Gasto com passagens aéreas - R$ 1.700,00

Cidades visitadas:

Pouso Alegre - BR Cambé - BR Foz do Iguaçu - Br

Puerto Iguzu -AR Goya - AR Villa Maria - AR

Mendoza - AR Santiago - CL Pucón - CL

Villarrica - CL Valdívia - CL Niebla - CL

Puerto Varas - CL Petrohue - CL Ensenada - CL

Puerto Octay - CL Frutillar - CL Entre Lagos - CL

Villa La Angostura - AR San Martin Los AndesAR Bariloche - AR

El Bolson - AR Esquel - AR Trevelin - AR

Puerto Madryn - AR Puerto Pirâmides - AR San Antonio Oeste - AR

Lãs GRNs - AR Bahia Blanca - AR Cañuelas - AR

Buenos Aires - AR Ushuaia - AR El Calafate - AR

Puerto Natales - CL Montevidéu - UY Guairá - BR

São José dos Pinhais BR Barra Mansa - BR

 

1º dia - 26/02 - sábado - 857 Km

 

Levantamos cedo, por volta das cinco horas, tomamos um rápido café e fomos carregar o carro com as nossas tralhas, por volta das sete, já estamos na Rio-Bahia com destino a nossa aventura.

Paro em Ipatinga para abastecer, e tomo o primeiro susto da viagem, 9.42 Km/l, vou gastar uma fortuna em combustível. Ao passar em João Monlevade entro na concessionária da Chevrolet, e questiono sobre este consumo, sou informado que devido ao carro ser novo, 2000 Km, isto é normal, meio preocupado sigo em frente, passo por Belo Horizonte e pego a Fernão Dias em direção a São Paulo, pista dupla com pouco movimento, à tardinha chego em Pouso Alegre e tenho uma nova surpresa, porem agradável, a Montana fez no último trecho uma média de 12 Km/l, que se manteve durante toda a viagem. Hospedamos no JB Pálace Hotel (R$ 70,00) e depois fomos jantar.

 

2º dia - 27/02 - domingo - 747 Kmid="red">

 

O dia amanheceu nublado, continuamos em direção a São Paulo, logo começa a chover, a fim de evitar passar por dentro de São Paulo com chuva, resolvemos contornar passando por Jundiaí, chegamos a Castelo Branco, são 230 Km de ótima estrada. Ao abastecermos, fomos informados que seria melhor irmos até Assis, pois a estrada via Ourinhos estava em péssimas condições, assim que cruzamos a divisa com o Paraná, entramos em um fortíssimo temporal, não se via um palmo a frente do nariz, isso me deixou apreensivo devido à dificuldade de dirigibilidade.

Devido as constantes mudanças do tempo no percurso, cheguei a Cambé com dor de garganta e febre, ficamos no Hotel Solárium (R$ 75,00), fui à farmácia onde fui examinado e constatou que a garganta estava inflamada, comprei um antibiótico, lanchamos e fomos dormir.

 

3º dia - 28/02 - segunda-feira - 497 Km

 

O dia amanheceu claro e com sol, o hotel que ficamos, apesar de ser o melhor da cidade tem um atendimento péssimo. Pegamos a estrada com destino a Foz do Iguaçu, apesar de ser pista única, como é pedagiada, está muito bem conservada.

Chegando em Foz, fomos à concessionária da Chevrolet para fazer a troca de óleo do motor, hospedamos no Hotel Nadai (R$ 81,20), fica no centro e próximo da concessionária. À noite saímos para dar um passeio e comer uma pizza, hoje me senti bem o dia inteiro, a garganta melhorou e não tive mais febre, apesar disto resolvemos ficar mais um dia em Foz, para poder cruzar a fronteira, completamente restabelecido.

 

4º dia 01/03 - terça-feira - 78 Km

 

Como a estada de hoje em Foz, não estava nos planos, resolvemos dormir até mais tarde e fazermos algo diferente, uma visita guiada a Mesquita Mulçumana e depois ao Templo Budista, ambos em Foz do Iguaçu.

Após o almoço, tiramos uma soneca e fomos cambiar algum dinheiro, fizemos a troca na razão de P$ 1,00 por R$ 0,98.

Pegamos o carro e fomos para Puerto Iguazu no intuito de comprarmos as passagens para a parte aérea de nossa viagem, logo após atravessar a Ponte da Amizade, à direita, existe um Free-Shop, onde comprei uma câmara Mavica-FD100 por apenas U$ 155,00.

Conseguimos encontrar uma agência de viagens que nos vendeu duas passagens pela Aerolineas Argentinas no trecho Buenos Aires/Ushuaia/El Calafate/Buenos Aires por P$ 845,00 cada. Jantamos uma deliciosa lasanha de verduras com presunto, e já que estávamos na Argentina, aproveitei para abastecer o tanque da Montana, optei por utilizar a nafta FANGIO, top de linha da YPF, ao custo de P$ 1,93 o litro. Voltamos ao Brasil e fomos para o hotel dormir, o remédio fez um ótimo efeito, já estava completamente restabelecido.

 

5º dia 02/03 - quarta-feira - 786 Km

 

Levantamos cedo, carregamos o carro e nos dirigimos em direção à fronteira, a saída do Brasil é uma zorra total, ninguém quer saber de nada, não deram a mínima se estávamos saindo com veículo, chegamos então ao posto fronteiriço argentino, onde resolvemos todos os trâmites legais para a nossa entrada e do veículo na Argentina.

Andamos uns 50m e fomos detidos por policiais vestidos de preto, encapuzados e fortemente armados, solicitaram que descêssemos do carro e o deixássemos totalmente aberto, logos após, soltaram um cachorro que farejou a cabine e a carroceria, provavelmente estavam procurando drogas.

Fomos então liberados, tomamos a RN 12 em direção a Goya, uns 50Km à frente, em Wanda, nova blitz, desta vez era a policia caminera, pediram nossas permissões de entrada e nos liberaram. Almoçamos em San Ignácio, em frente a entrada das ruínas, seguimos pela RN 12, passamos Posadas, capital da província de Missiones, a partir daí o movimento na estrada caiu muito, cruzávamos com poucos carros, mas, a condição da estrada continuava muito boa.

Próximo a Saladas, lá pelo Km 620, fomos parados por uma viatura que me pareceu ser do exercito argentino, novamente pediram as permissões de entrada, os documentos do carro e fizeram uma vistoria em algumas malas. Ficaram intrigados porque a nossa roupa estava enrolada, e não dobrada, explicamos que era devido ao fato de assim ocuparem menos espaço nas bolsas, mas mesmo assim abriram algumas e torceram outras para certificarem que não havia nada dentro. Sem querer querendo, mencionei o fato do carro já ter sido farejado na fronteira, logo após fomos liberados. À tardinha chegamos em Goya e fomos para o Hotel Cervantes (P$ 69,50), um dos únicos a possuir garagem. À noite saímos para dar uma volta pelo centro da cidade e comer alguma coisa.

 

6º dia 03/03 - quinta-feira - 712 Km

 

Passamos em um supermercado para comprar água, e alguma coisa para fazer um lanche, logo pegamos a RN 12 para seguirmos em direção ao túnel sub-fluvial onde atravessaríamos sob o rio Paraná, próximo a Santa Fé, aonde chegamos por volta do meio dia. Passamos pelo túnel e contornamos Santa Fé por avenidas da periferia, pegamos a estrada que leva a Córdoba, pista única e grande movimento, em San Francisco tomamos á direita a RN 158 que nos levou até Vila Maria, onde pernoitamos no Hotel San Martin (P$ 50,00). Aproveitamos o resto da tarde e noite para jantarmos e dar uma volta para conhecer o centro da cidade.

 

7º dia 04/03 - sexta-feira - 634 Km

 

Saímos pela RN 158 em direção a Vila Mercedes, este trecho é pista única, o movimento é intenso e passa por inúmeras cidadezinhas o que torna a média horária bem baixa. Em Vila Mercedes passamos para a RN 7, pista dupla com velocidade máxima de 120 Km/h, o que chama a atenção é que a rodovia é iluminada, a noite de avião deve ser interessante vislumbrar aquele rastro luminoso atravessando a escuridão. Ao nos aproximarmos de Mendoza começamos a encontrar caminhões carregados de uvas, e avistarmos parreirais carregados em ambos os lados da estrada.

Chegamos em Mendoza e tomamos um susto, neste final de semana era comemorada a Fiesta de la Vendimia, desta festa participam várias cidades da província de Mendoza, e devido a isto a cidade estava lotada, depois de tentar vários hotéis, todos sem vagas, já estávamos tentados a seguir para Uspallata, quando fomos abordados por um motoqueiro nos oferecendo alojamento no Garden All-Suites (P$ 180,00), era pegar ou largar, assim pegamos.

A noite fomos para a avenida principal assistir ao Corso, por sinal muito interessante, pois as Rainhas das Cidades, acompanhadas de sua corte, de cima dos caminhões, jogam para o povo que assistem ao desfile, os produtos hortifrutícola natural de seus municípios.

 

8º dia 05/03 - sábado - 12 Km

 

Aproveitamos a existência de uma lavanderia próxima ao hotel para mandarmos lavar a nossa roupa. Pegamos o carro e fomos conhecer o Parque San Martin, enorme, nele estão localizados o Jardim Zoológico, o Estádio de Futebol e vários clubes, também possui uma extensa área verde, onde a população local aproveita seus momentos de lazer.

Devido a festa, muitas das avenidas que cortam o parque estavam fechadas para o tráfego, inclusive a que dá acesso ao Cerro de la Gloria, por esse motivo, aproveitamos para fazer uma visita ao Zôo.

A tarde, saímos para um passeio a pé pelo centro, que possui varias praças e o Parque Cívico. Aproveitamos para conhecer o comércio da cidade, que funciona até as 21:00hs, como não conseguimos ingressos para assistir ao espetáculo de encerramento que se realizaria no Teatro Grego, voltamos para o hotel, e assistimos pela televisão.

 

 

9º dia 06/03 - domingo - 379 Kmid="red">

 

Saindo de Mendoza, pegamos a RN 7 que nos levaria até a fronteira com o Chile, no inicio a paisagem é muito bonita, com muito verde e os contrafortes dos Andes ao fundo, já podemos avistar os primeiros picos cobertos de neve, com o passar dos quilômetros, a visão muda drasticamente, a vegetação desaparece quase por completo, quase que só se vê rochas, mas mesmo assim, não deixa de ser belo.

Passamos por pequenos povoados, Uspallata, Polvaredas e finalmente Puente del Inca, onde paramos para tirar algumas fotos, esta vila fica na encosta descampada, e o vento gelado que descia das montanhas quase nos arrastava, cobrindo tudo com uma poeira que toldava a visão.

Logo depois, tem-se um local onde se pode bater uma foto do Aconcágua, e pouco antes de entrar no Túnel Cristo Redentor, inicia um caminho que leva à estatua do Cristo Redentor, devido aos fortes ventos que sopravam neste dia, levantando nuvens de poeira que impediam a visão da estrada, resolvi não tentar subir.

Logo depois de atravessarmos o túnel, deparamos com a aduana conjunta Argentina/Chile, ai o bicho pega, é uma peregrinação por seis guichês com todo o tipo de burocracia, enche formulário, carimba formulário etc...

Depois de passar por todos eles, tendo de voltar em alguns, e em cada, uma fila enorme, pois o movimento de ônibus, caminhões e carros são intensos, finalmente fui para a fiscalização da alfândega, tive sorte, pois o fiscal que me atendeu, foi muito camarada, só me fez algumas perguntas sobre o que levava, dando ênfase ao feijão, e não me mandou descarregar e abrir toda a bagagem, como foi feito com algumas pessoas.

Se do lado de cá dos Andes, a subida é suave, mas longa, já do outro lado é curta e abrupta, o que oferece um visual impar, destacando-se o trecho da estrada conhecido como Los Caracóis. Próximo à cidade de Los Andes tomamos a esquerda uma autopista que nos leva direto a Santiago.

Apesar se ser domingo, entrar dirigindo em uma cidade grande e completamente estranha, com um tráfego desordenado devido a inúmeras obras, e sem um completo domínio da língua local, achei um tanto estressante.

Depois de dar muitas voltas pelo centro, e já escurecendo, conseguimos encontrar um hotel com garagem a um preço "pagável", o Hotel Principado (US$ 60,00). À noite saímos para dar uma volta pela calle Pio Nono, que reúne uma grande quantidade de restaurantes.

 

10º dia 07/03 - segunda-feira

 

O dia amanheceu cinzento e com muito vento, depois do café, uns dos melhores da viagem, mas nem de longe parecido com os servidos no Brasil, saímos para dar uma volta pela cidade. Subimos pela Alameda Bernardo O'Higgins passando por uma das entradas do Cerro Santa Lucia, pela Igreja de São Francisco e o museu que tem o mesmo nome. Devido as obras existentes por toda a cidade, o Palácio de La Moneda estava cercado por um tapume.

Passamos então a caminhar pelas ruas do centro onde aproveitei para trocar uns dólares por moeda local na base de

P$ 582,00 por US$ 1,00, fomos então para o Mercado Central onde aproveitamos para almoçar. Depois do almoço, como tinha começado a chover, pegamos o metrô e voltamos para o hotel, por volta das 15:30hs a chuva cessou, e retornamos ao centro para podermos comprar algumas lembranças que tínhamos visto na parte da manhã, aproveitei e comprei também uma memória de 128Kbs para a minha maquina nova.

À noite voltamos a calle Pio Nono para jantar e aproveitmos para dar uma olhada na feira de artesanato que existe no início da mesma.

 

11º dia 08/03 - terça-feira

 

Amanheceu dando para ver o azul do céu, tomamos rapidamente o "famoso café continental", pegamos os agasalhos, a câmera, e fomos pela calle Pio Nono até a entrada do Parque Metropolitano, onde se encontra o Cerro San Cristobal. Tomamos o funicular em direção ao cume, no meio da viagem existe uma parada que dá acesso ao Zôo da cidade, no topo do cerro existe uma área onde estão localizadas algumas barracas de artesanato, banheiro e uns binóculos nos quais, colocando uma moeda pode-se dar uma olhada na cidade que se estende a seus pés.

Na parte mais alta, esta localizada a Estatua de La Virgen, que com seus braços abertos parece acolher toda a cidade, existe também um santuário e uma capela.

Pela estrada asfaltada, que dá acesso ao topo, chegam muitas vans trazendo turistas, e ciclista que vão descer pelas trilhas de mountain bike.

Para descermos preferimos tomar o teleférico, que interliga o cume ao acesso Pedro de Valdivia, é composto de duas secções com uma parada intermediária, como o restaurante que existe próximo ao teleférico estava fechado, fomos andando pela calle Pedro de Valdivia até o bairro Suécia, demos uma volta pelo mesmo, e como já estávamos com fome paramos em um pequeno restaurante para almoçarmos.

Como Tânia estava com dor de cabeça pegamos o metrô e voltamos para o hotel ela foi dormir um pouco e eu , para aproveitar o resto do dia fui conhecer o Cerro Santa Lucia, que é um morro de aproximadamente 70m de altura e que fica bem no centro da cidade, possui jardins, balcões de onde se pode ver os Andes e partes da cidade, fontes, parques, alamedas e uma pequena loja onde se vendem produtos indígenas.

Por uma destas coincidências, quando me encontrava no local denominado Jardim Japonês, ouvi um diálogo em português, eram dois brasileiros, que também se conheceram neste local, sendo que um deles, o Marcio, também é membro do site Mochileiros.com e estava de passagem por Santiago a caminho do Peru.

Batemos um papo trocando algumas informações e comentando sobre as nossas viagens, uma de avião, outra de carro e a terceira de ônibus, neste ínterim a Esquadrilha da Fumaça dava um show sobre a cidade. Terminado o papo, cada um tomou o seu rumo, eu, continuei a subida até alcançar o topo do Cerro, bati umas fotos e comecei o retorno para o hotel, desta vez passando pelos belos parques que margeiam o Rio Mapocho.

À noite resolvemos fazer algo diferente, tomamos o metrô e fomos conhecer o Shoping Park Arauco, fica no fim da linha, jantamos, demos uma olhada nas lojas e acabamos comprando alguma coisa nas barracas que ficam entre a saída do metrô e o Shoping. Retornamos ao hotel e fomos dormir, pois no dia seguinte continuaríamos a viagem.

 

12º dia 09/03 - quarta-feira - 814 Km

 

Como ficamos um dia a mais em Foz do Iguaçu, estávamos atrasados em relação a nosso cronograma, por isso resolvemos ir direto para Pucon. Com o intuito de pegar menos tráfego, levantamos cedo, por volta das 6:00hs, o sol ainda não havia despontado. Tomamos o café, carregamos o carro e tomamos rumo a Ruta 5 que nos levaria ao nosso destino. De acordo com informações colhidas, era pegar a Alameda O'Higgins e ir seguindo as indicações, ledo engano, se não tivéssemos pedido ajuda em um semáforo no qual paramos, não sei onde teríamos ido parar, pois não vimos nenhuma placa indicativa. A uns 200km de Santiago, entramos em um Posto YPF para fazermos nosso primeiro abastecimento em terras chilenas, usamos a Super97, que de acordo com o frentista era equivalente a Fangio argentina, pagamos P$ 516,66 p/l, mas, quanto mais longe de Santiago, maior o preço.

Antes de chegarmos a Los Angeles, abandonamos a autopista e tomamos uma rodovia secundária a esquerda para visitarmos um local que nos tinha sido muito bem recomendado, e que não devíamos deixar de conhecer, o Salto del Laja. É uma queda d'água não muito grande, como várias existentes no Brasil, e sem muita infra-estrutura, a não ser uns dois ou três restaurantes que estavam fechados e algumas pousadas em áreas próximas.

Reza um provérbio: "A propaganda é a alma do negócio", e seguir este ditado, é o que o turismo no Chile e Argentina faz muito bem, por este motivo, lá estávamos apreciando a água cair por sobre as pedras.

Depois de algum tempo de voltarmos a autopista, e vimos ao longe o nosso primeiro vulcão, com a sua cratera coberta de neve, parei e tirei a foto ao lado. Gastamos aproximadamente P$ 14500,00 com pedágios neste percurso.

Alcançamos Pucon passando direto por Villarrica, ao chegarmos, procuramos pela oficina de turismo a fim de obtermos informações sobre hospedagem, lá encontramos três brasileiros de São Paulo que estavam se queixando de terem roubado seu dinheiro nos armários da empresa Trancura, durante o período em que estavam fazendo uma atividade ao ar livre.

Pegamos uma relação de pousadas e saímos andando pela cidade, optamos pelas Cabanas do Leo (P$ 15.000,00), por ficar próxima ao centro e ter uma vista estupenda do Vulcão Villarrica bem em frente. À noite fomos ao supermercado para abastecer a geladeira e vermos como estava o cambio, nada favorável, fizemos nossas compras, demos uma olhada nas lojas e voltamos para a cabana, onde lanchamos, vimos um pouco de TV e fomos dormir, pois a viagem neste dia tinha sido longa e cansativa, como fôramos advertidos que os Carabineiros do Chile não davam moleza quando pegavam alguém infringido as normas de trânsito, tive o cuidado de não ultrapassar a velocidade de 100km/h para não dar margem a nos deterem.

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17º dia 14/03 - segunda-feira - 147 Km

 

Hoje seria o dia de conhecer as outras cidades à beira do lago Llanquihe, Porto Octay, Frutillar e Llanquine.

Para isso pegamos a ruta 5 com sentido a Purranque, infelismente o mapa que conseguimos indicava que a estrada que liga a ruta 5 a Puerto Octay era asfaltada, mas na realidade a maior parte é de rípio.

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Puerto Octay é também uma cidade pequena, não tanto como Petrouhé, mas neste período estava deserta, pouca loja aberta, batemos umas fotos do centro da cidade, compramos umas frutas para comer no carro e saímos para dar uma volta pelas suas ruas, ai começou a cair àquela garoa, tão conhecida dos paulistanos.

Rumamos então para Frutillar, estrada asfaltada, procurávamos o Rancho Espantapájaros, restaurante que nos tinha sido indicado pelo nosso conhecido em Valdivia. Fica do lado esquerdo da estrada, a uns 6km aproximadamente, realmente valeu a parada, para meu gosto foi a melhor comida nos 55 dias de viagem, o assado de javali é soberbo.

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Frutillar se divide em duas partes, a alta e a baixa às margens do lago, nos dirigimos para esta última. Tiramos algumas fotos e compramos um conjunto de prata com Lapis Lazuli em uma lojinha de artesanato. Ai São Pedro abriu a torneira no céu, começou a chover torrencialmente, só nos restava uma coisa a fazer, voltar para o hotel.

À noite a chuva deu uma trégua, descemos para o centro, jantamos e fomos ao supermercado comprar vinho para trazermos para o Brasil.

Choveu a noite toda, e o vento era tão forte que olhando pela janela do nosso quarto, a chuva passava quase na horizontal.

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18º dia 15/03 - terça-feira - 390 Km

O clima do Chile é bem diversificado, enquanto ao norte, no deserto do Atacama existem áreas onde nunca chove, na região dos lagos é o contrario, chove demais, o índice pluviométrico desta região gira em torno de 1600mm.

Devido a isto resolvemos abortar a visita que faríamos a Puerto Montt e Chiloé, resolvemos então atravessar os Andes e tentar a sorte do outro lado.

Novamente pegamos a ruta 5, agora em direção ao norte, nos arredores de Osorno tomamos à direita para entrar na ruta 215, que nos levaria através do Paso Cardenal Antonio Samoré até as terras portenhas.

A estrada é toda asfaltada e corta uma região com belas paisagens, tendo os Andes como pano de fundo. A chuva ia e vinha, caindo aqui e ali, entramos na cidade de Entre Lagos para um rápido reconhecimento e seguimos viagem, agora tendo o lago Puyehue a nossa esquerda.

Alguns quilômetros adiante, tomamos a direita e fomos dar uma olhada no complexo turístico das Termas de Puyehue, seguimos adiante e alcançamos Águas Calientes, uma das sedes do Parque Nacional Puyehue, existe neste local cabanas e piscina térmica coberta e ao ar livre. Não verificamos os preços, mas deve ser mais em conta que o cobrado nas Termas.

20057931540_puyehue1.jpg20057931816_diversas1.jpg

 

Retornamos então a estrada principal e ao nosso destino, a aduana chilena se chama Pararitos, e para sair não foi tão complicado como para entrar, alguns quilômetros adiante alcançamos a fronteira indicada por várias placas de boas vindas aos dois paises e seus respectivos parque nacionais.

Neste local existe também a estátua da Virgem de La Paz, que foi benta pelo Papa João Paulo II e ali colocada para comemorar a paz entre o Chile e Argentina nas disputas por territórios fronteiriços.

Começamos então a descer, e logo encontramos Rincon, a aduana Argentina, passamos sem nenhum problema.

A estrada segue para Villa la Angostura e corta belos trechos de serra, com alguns mirantes ao lado da mesma. Após alguns quilômetros podemos ver o Lago Totoral a nossa esquerda, e mais à frente, à direita, aparece o Lago Nauel Huapi.

20057932038_setelagos1.jpg20057932212_angostura1.jpg

Tomamos então à esquerda, a ruta 23, que nos levaria a San Martin de los Andes, nosso destino. No início é de rípio, seu traçado é sinuoso e corta um terreno com bastante vegetação, e há vários lagos ao seu redor.

Como estava chuviscando, já era tarde e o movimento na estrada pequeno, não parei em lugar nenhum, pois fiquei receoso de acontecer algum imprevisto e não ter como pedir ajuda.

Realmente alguns quilômetros à frente, em um lugar onde se estava dando manutenção existia um grande atoleiro, e eu quase fiquei agarrado no mesmo.

Chegamos a San Martin, que fica às margens do Lago Lacar um pouco antes do escurecer, na chegada tem-se uma bela visão da cidade e do lago. Hospedamos logo na entrada da cidade, no Rose Garden Apart (P$ 70.00), quarto, banheiro e sala cozinha conjugados.

À noite fomos para o centro, jantamos e fizemos o que a Tânia mais gosta, entrar e sair de lojas.

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19º dia 16/03 - quarta-feira - 85 Km

 

Pela manhã, assim que a neblina subiu, seguindo as indicações do Guia Cordillera Verde, nos dirigimos para o Mirador Arrayán, passamos pelo Hotel Sol de los Andes e começamos a subir por uma estradinha de terra até alcançarmos a casa de chá El Arrayán, onde pedimos informações. Ficamos sabendo que já tínhamos ultrapassado, e que o mesmo consiste de uma pedra debruçada sobre o penhasco, sem nenhuma infra-estrutura, e o carro deve ficar estacionado à beira da estrada. Voltamos e achamos o local, realmente a vista é muito bonita, pode-se ver o lago Laçar e a baixo, a cidade. Deve-se tomar cuidado pois a segurança no local é precária.

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Retornamos a San Martin e nos dirigimos ao Cerro Chapelco, centro de esqui, que fica a uns 18km da cidade, com fácil acesso por estrada asfaltada e de ripio em bom estado. Estava desativada, mas mesmo assim deu para ter uma idéia da sua grandeza e possibilidade de tirar boas fotos.

No retorno a cidade, a esquerda, paramos no Mirador Del Pil Pil para apreciarmos a paisagem e novas fotos. Alguns quilômetros à frente, também a esquerda, pegamos uma estrada de rípio, que descendo até o nível do lago nos conduziu até o Balneário Catrite, como já estava tarde, e nós com fome, fomos almoçar e depois tiramos uma soneca.

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O nosso projeto para a tarde era irmos até a Islita e ao Mirador Bandurrias ambos em terras mapuches. Para alcançar o nosso objetivo tomamos a ruta 48, que vai para o Passo Hua-Hum , aproximadamente no km 3 tomamos uma estradinha a esquerda que nos leva por dentro um bosque ao "posto de pedágio mapuche", pago a tarifa, vira-se a esquerda e por uma estrada bem precária vai até um local onde se pode estacionar o carro, daí vai a pé até o mirador, muito parecido com o outro, o Arrayán, que por sinal fica quase em frente. Do Bandurrias pode-se ver grande parte do lago Lacar, o cerro Chapelco, Quila Quina, Catrite e boa parte da cidade, realmente o que falta é uma infra-estrutura que possa dar maior conforto e segurança ao visitante.

Fomos então para a Islita, retornamos ao "pedágio" e agora tomamos à direita. A estrada percorre por entre casas do povoado e depois por um bosque, onde deixamos o carro e descemos a pé até a beira do lago, onde existe uma praia e em frente uma pequena ilha, de onde se vem o nome do lugar.

Voltamos para San Martim e demos por encerrada a nossa jornada, à noite saímos para ver vitrines, jantar e fomos ao cinema.

  • 3 meses depois...
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Prezado Serneiva,

Em primeiro lugar, parabéns pelo relato, considerando que ao lê-lo, fêz-me recordar da linda viagem que fiz por aquelas mesmas regiões a exemplo de Mendoza - Santiago - Valdívia - Pucon e etc. Em março próximo estarei fazendo a parte da Terra do Fogo, com el Calafate e Torres del Paine. Estava já com água na boca quando o seu relato foi interrompido na região de Bariloche. Me sinto a vontade para lhes cobrar(ehehehe) o restante do relato referente a Ushuaya, Punta Arenas, Puerto Natales, Torres Del Paine e El Calafate, incluisive com dicas de hotéis, restaurantes, excursões e transportes.

Saudações,

Edir

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Alô serneiva

 

E a continuacao do relato?

estamos esperando, quero saber o que fizeram no sul da Patagonia.

 

Boas fotos! um abraco.

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Atendendo aos vários pedidos (DOIS) para continuar o relato, ai vão mais alguns dias.

Sergio

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20º dia 17/03 - quinta-feira - 00 Km

 

Férias também cansam, principalmente no nosso caso, que deslocávamos para cima e para baixo o dia todo, então dormimos até mais tarde e como hoje a programação é fazer o passeio de barco pelo Lago Laçar, resolvemos dar uma folga para a Montana e fomos a pé para o centro da cidade.

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Passeamos pelas ruas e praças, Tânia aproveitou para comprar sapatos, tiramos algumas fotos e descobrimos um lugar ótimo para se comprar comida pronta, chama-se Los Patos, e fica na Gral. Roca 1108, bem próxima ao cinema.

Almoçamos e fomos dar uma volta pela margem do lago, pois às 14:00hs deveríamos estar no cais para pegar o barco.

Não se tem muita coisa a escrever sobre o passeio, é totalmente visual, a imagem muda a cada instante, tanto com o passar dos minutos como com a mudança climática.

O barco atravessa o lago Lacar em toda a sua extensão, e ao término deste penetra no lago Nonthué onde se serve um lanche atracado no cais do Hotel Hua Hum, mas não se pode desembarcar.

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Antes disto, ainda no Lacar, o barco atraca na Isla Stª. Teresita onde se faz um tour a pé por entre exemplares da vegetação nativa, até alcançar uma pequena capela construída neste local no início do século.

Interessante são os pássaros que seguem o barco, esperando que as pessoas joguem guloseimas na água para que então devorá-las, as vezes voam tão próximas, que se tem a impressão que irão alimentar-se em nossas mãos.

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Durante o retorno, atracamos na Villa Quila Quina onde se pode fazer uma pequena caminhada pela mesma, logo tomamos o barco com destino a San Martin e término do passeio.

Descrevendo assim parece pouca coisa, mas não, são mais de cinco horas de viagem, e como já disse antes a vista é realmente muito bonita, recomendo a todos.

Como era dia de folga da Montana, à noite saímos a pé, jantamos e demos um rolé, como era a nossa última noite na cidade ficamos perambulando até o comercio encerrar as portas, voltamos para o hotel, preparamos a bagagem e fomos dormir, pois amanhã partiríamos com destino a San Carlos de Bariloche.

 

21º dia 18/03 - sexta-feira - 238 Km

 

Levantamos cedo e empolgados, hoje percorreríamos o trajeto de uma das excursões mais procuradas, o "Caminho dos Sete Lagos".

Já tínhamos feito este percurso na vinda para San Martin, mas foi correndo, agora de volta teríamos tempo de parar para apreciar as suas belezas e tirar fotos.

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Assim sendo pegamos a Ruta 234 com destino a La Angostura, e a nossa primeira parada foi na ponte sobre o Arroyo Partido, este curso de água tem uma peculiaridade, ele divide suas águas sob a ponte, e uma parte vai desaguar no oceano Pacífico, e a outra no oceano Atlântico, conforme informações colhidas junto a guias turísticos locais, isto é ímpar no mundo.

O primeiro lago que vemos fica à direita da rodovia, é o pequeno Lago Machónico, seguindo em frente, também à direita da rodovia nos deparamos com uma capela bastante singular, pois a sua cúpula nos lembra igrejas russas.

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Como estávamos dispostos a visitar todos os lagos, tomamos um desvio a direita e fomos conhecer o Lago Hermoso, em suas margens se encontra uma área recreativa diurna, é proibido acampar, os argentinos e chilenos são muito zelosos neste sentido, para nós que não estamos acostumados a isso chega a ser incômodo, mas eles é que estão certos, o patrimônio ecológico deve ser protegido e preservado, nós deveríamos imitá-los.

Voltando a Ruta 234, a nossa próxima parada é o mirador da Cascata Vuliñanco, que é uma pequena queda d'água também à direita da rodonvia.

Seguindo em frente logo alcançamos o lago Falkener à esquerda e o lago Villarino à direta os dois são interligados por um pequeno canal sobre o qual passa a estrada neste ponto existe também um local para recreação, deste ponto pode-se ver ao fundo do lago Falkner o cerro Buque.

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Seguindo a estrada, continuamos a ver por entre a vegetação, o lago Villarino. Logo o asfalto chega ao fim, e de repente temos uma visão fugaz do lago Escondido, realmente se não viéssemos preparados para encontrá-lo, teria passado despercebido. O próximo ponto que encontraremos, é a ponte que cruza sobre o rio Pichi Traful, onde se dá o início do Brazo Norte do lago Traful, que mais parece um canal, infelizmente optamos por não ir conhecer a vila Traful nem o mirador Del Viento, pois isto teria aumentado o percurso em mais de 80km em estrada de rípio, e como tinha chovido dias antes não quis arriscar.

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Seguindo em frente chegamos ao lago Correntoso, à esquerda da estrada, e que nos acompanhará por alguns quilômetros, paramos em uma Hosteria às suas margens para saborear um delicioso chocolate quente com empanadas.

Logo à frente saímos da ruta 234 e tomamos um desvio à direta para irmos até o lago Espejo Chico, que fica a uns 4km da mesma. Lá existe um camping particular com alguma estrutura às suas margens. O lago a seguir é o Espejo, também fica à direita da estrada e existe um mirador com área para camping, nas suas margens encontramos também um complexo hoteleiro classe cinco estrelas.

Logo a ruta 234 termina, é o fim do "Caminho dos Sete Lagos", tomamos a ruta 231 à direita que nos levaria a Bariloche, passamos na a ponte sobre o rio Correntoso, (o menor rio do mundo, segundo os argentinos), na verdade é um canal que liga o lago Correntoso ao lago Nahuel Huapi, mas em propaganda turística tudo é válido.

Chegando em La Angostura, percorremos de carro as suas ruas e fomos até as margens do lago Nahuel Huapi, de onde saem os barcos para fazer o passeio a Isla Victoria, voltamos ao centro e fizemos um lanche na Av. Arrayanes, que é a principal da cidade.

A nossa idéia inicial era de conhecer o Cerro Bayo e a Cascata Rio Bonito, mas não conseguimos localizar a acesso aos mesmos, e como o tempo estava fechando desistimos de voltar a cidade para pedir novas informações.

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Chegando em Bariloche, estacionamos junto a Catedral e fomos a pé procurar um hotel, optamos pelo Grand Hotel Bariloche (P$ 72,20), fica no centro da cidade, próximo ao Centro Cívico e dava direito a estacionamento.

Saímos para dar uma volta e tentar localizar a concessionária da Chevrolet, pois já estava na hora de trocar o óleo e fazer a revisão dos 10.000km, ao anoitecer começou a cair uma chuva fina, jantamos em um restaurante asiático na calle Moreno, o primeiro self-service que encontramos desde que saímos do Brasil. A noite como continuava a chover fomos ao cinema, assistimos O Aviador, não gostei, tomamos um chocolate e fomos dormir.

 

22º dia 19/03 - sábado - 0 Km

 

Levantamos e olhamos na janela, cerração e chuva grossa, tomamos café e voltamos para a cama, ficamos assistindo tv até as 13hs aproximadamente, saímos para almoçar e depois fomos percorrer as lojas das inúmeras galerias existentes na cidade. Com a chuva que caía não atrevemos a ir a lugar nenhum. À noite jantamos e novamente fomos ao cinema, fomos dormir com a chuva ainda caindo, se amanhã continuar chovendo, talvez peguemos a estrada novamente, vamos ver.

  • 2 semanas depois...
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Serneiva,

 

Achei muito Tri o roteiro. Em março pretendo partir de Porto Alegre até lá se puder me dar mais algumas dicas sobre o caminho, agradeço.

Me informaram que nossos Hermanos Argentinos não são moleza, é verdade?

Como já conheço bem o Uruguai, vou entrar por Santana do Livramento e ir até Paysandu.

Parabéns pela disposição, continuem sempre na estrada.

 

Abraço,

 

Mello.

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ola serneiva tudo bem,

li este teu relato da viagem ao sul da argentina e gostaria de saber onde foi que voce usou aquela passagem de avião que voce comprou em foz. ainda faltam uns 30 dias de viagem para ser escrito, quero continuar a ler esta bela viagem. um abraço do rainer- sp

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