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Chapada dos Veadeiros – Roteiro de 4 dias (feriado)

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http://mochilatreks.blogspot.com.br/2015/06/chapada-dos-veadeiros-roteiro-de-4-dias_9.html#more

 

Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região centro-oeste do estado de Goiás, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e reconhecido atualmente pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. É composto por diversas formações vegetais, nascentes, cursos d água; rochas com mais de um bilhão de anos e paisagens de rara beleza, típicas do cerrado brasileiro.

 

Há algum tempo atrás eu havia incluído a Chapada dos Veadeiros na minha listinha de destinos brasileiros a conhecer. Como este ano o tempo está curto e a grana também, la fui eu aproveitar o feriado de Corpus Christi e tentar espremer a Chapada em um roteiro de 4 dias. Desta vez não sozinha, mas muito bem acompanhada. Sim, adoro viajar sozinha como sempre fiz, mas quando encontramos a companhia que faz tudo ser mais especial, além de dividir os mesmos gostos, valores e sonhos, então ter alguém ao seu lado mundo a fora com quem se pode contar passa a ter um significado diferenciado. :D

 

Em contato por email com algumas agências, albergues e pousadas, pesquisando valores de diárias e pacote de passeios para os lugares que desejávamos, encontrei o menor orçamento pelo valor de 980,00 por pessoa (incluso somente passeios sendo 2 de dias inteiros e 2 de meio período). As diárias mais econômicas estavam a partir de 100-200,00 por pessoa. Entendo que era feriado e alta temporada, mas achei um absurdo os valores, considerando que as taxas de entrada das atrações da Chapada são bem baixas e muitas vezes gratuitas.

 

Muito bem. Conseguimos nossos vôos para Brasília com milhas. A minha volta de Brasília para São Paulo troquei por 1000 milhas + 138,00 (taxas já inclusas, volta pelo aeroporto de Congonhas). Deixamos pré-reservado por email o aluguel de um carro junto à locadora Mobilis Car, que foi a que ofereceu o melhor valor: 4 diárias de um pálio com direção, ar, vidro elétrico, 4 portas e GPS por 445,00, podendo ser dividido no cartão de crédito (a Localiza e a Hertz, por exemplo, cobraram entre 550,00 a 700,00 pelo mesmo veículo). Muito embora não haja um balcão da Mobilis Car dentro do aeroporto de Brasília, um atendente da empresa nos telefonou e encontrou conosco no próprio aeroporto para entrega do veículo.

 

Também é válido frisar que, durante o dia, o sol estava escaldante e para chegar nas atrações você anda alguns quilômetros pela estrada de terra, logo, valeu muito a pena ter pegado um carro com ar condicionado e direção hidráulica. Pegamos nosso Palio que seria nosso companheiro de estrada pelos próximos 4 dias e seguimos rumo a Alto Paraíso, cidade ponto de partida para quem pretende explorar a Chapada dos Veadeiros.

 

Alto Paraíso fica a uma distância aproximada de 230km de Brasília, uma viagem de aprox 3 horas. Há também opções de ônibus da Real Expresso que fazem esse trajeto, no entanto, se você não quer ficar preso a um guia ou agência, a melhor opção é realmente alugar um carro e fazer tudo por conta própria, pois a grande maioria dos passeios e as principais atrações não necessitam de acompanhamento de guia, bem como o fato de ser quase impossível locomover-se na região sem um carro a sua disposição. Além disso, sairá também muito mais em conta do que contratar agência. Ir sozinho para a Chapada dos Veadeiros, de fato não é uma opção econômica, pois ou você arcará sozinho com o aluguel do carro, gasolina, etc., ou ficará preso aos valores astronômicos cobrados por algumas agências.

 

Em razão do abusivo valor que as pousadas e albergues da região estavam cobrando, decidimos acampar e fomos direto para o Camping Pacha Mama, situado entre o km 62 e 63 da estrada que liga Alto Paraíso ao vilarejo de São Jorge. Pagamos 40,00 pela diária por pessoa. O camping era uma graça, arrumadinho, com uma vista linda do nascer do sol. Muito embora estivesse bem cheio por conta do feriado (como tudo na Chapada), os banheiros eram limpos, chuveiro quentinho, havia uma cozinha bacana, e o clima do lugar era muito agradável. Os donos eram muito simpáticos e receptivos, e a água das torneiras era potável, ou seja, enchemos nossas garrafinhas para as trilhas e não gastamos um centavo com água durante a viagem inteira. Encontramos outros campings não tão ajeitadinhos que estavam cobrando 30,00 a diária (valor mais barato que encontramos), mas acabamos decidindo pelo camping Pacha Mama pela energia do lugar e pela prestatividade dos donos, e não nos arrependemos nem um pouco. Para chegar lá, logo na entrada de Alto Paraíso terá um arco branco em forma de portal. Vire na rotatória e pegue a saída à esquerda. Marque 17km e do lado direito da estrada verá a placa de entrada “Camping Pacha Mama”.

 

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(Vista do Camping Pacha Mama)

 

1º dia – Cachoeira dos Cristais

 

Quando terminamos de montar nossa barraca já era final de tarde, mesmo assim fomos até a cachoeira dos cristais para um banho revigorante de boas vindas à Chapada. No caminho, começamos a ter o primeiro contato com o cenário da Chapada. Céu rosado, sol alaranjado, vegetação verdinha e flores roxas a cobrirem de vista os cenários por onde passávamos. A Cachoeira dos Cristais possui acesso por uma trilha fácil de cerca de 700m, sendo cobrada a entrada de 10,00 por pessoa. Pequena e notável, a água é transparente esverdeada.

 

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Seguimos para Alto Paraíso para procurar um lugar para jantar e não encontramos muitas opções. No entanto, há um mercado bacaninha na cidade, onde compramos comida para nossos cafés da manhã, lanches das trilhas dos dias seguintes e para o jantar. Decidimos voltar ao camping e cozinhar nosso próprio jantar. E a noite se resumiu em uma massa capelleti aos 4 queijos com molho de tomate com manjericão, uma garrafa de vinho em volta da fogueira, debaixo de um céu absurdamente estrelado e iluminado por uma lua cheia, gigante e amarela. Noite linda, única e especial, para não deixar qualquer dúvida para aqueles que ainda se perguntam se realmente precisamos de muito para sermos felizes de verdade.

 

2º dia – Trilha dos Saltos do Rio Preto e Vale da Lua

 

Acordamos, tomamos um bom café da manhã, fizemos nossos lanches, carregamos a mochila e seguimos para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Para chegar na entrada do parque vá ate a vila São Jorge (aprox. 34km de Alto Paraíso, e 17km do camping Pacha Mama) e lá terá placas indicando a entrada, que é gratuita.

 

Além disso é importante frisar que o parque abre as 8:00hs da manhã e limita o número de visitantes por dia. Naquela função de arrumar mochila, se trocar, tomar café, etc., acabamos enrolando e chegando na entrada do parque as 9:20hs da manhã. Ficamos sabendo depois que naquele dia o parque encerrou as visitas as 9:30hs e que várias pessoas que estavam na fila não conseguiram entrar. Por pouco não ficamos de fora. Portanto, se você tem pouco tempo na Chapada e não quer correr o risco, chegue cedo.

 

Protetor solar, repelente, camiseta, chinelo, boné, toalha, câmeras fotográficas, maçã, barrinhas de cereais, sanduíches, biscoito e MUITA água, abasteceram bem a nossa mochila para a trilha. Vá de roupas de banho bem confortáveis, shorts e tênis apropriado.

 

A trilha dos Saltos do Rio Preto totaliza aproximadamente 12 km de ida e volta. Apesar de longa, é uma trilha tranqüila e plana em sua maior parte, com poucos trechos de subida e descida íngremes. O caminho é cheio de pedrinhas brancas cristalizadas, a vegetação é deslumbrante e a paisagem de cair o queixo.

 

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Primeiramente, chegamos ao mirante do Salto de 120m com vista belíssima, porém aqui começou a parte de disputar um espaço com vários turistas que chegavam, além da saga de tirar uma foto sem alguém atrás. Lugar muito bonito, mas muito cheio e isso atrapalhou um pouco. Fizemos uma pausa para o lanche e seguimos para o Salto de 80m, onde é possível tomar banho. Água limpa, vista da cachoeira muito bonita, porém, mais uma vez, lugar tomado por turistas, difícil achar um canto sossegado.

 

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(Vista do Mirante do Salto de 120m. Não é permitido banhar-se)

 

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(Salto de 80m. Embora não seja permitido chegar perto da cachoeira, há lugar próprio para banho)

 

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Finalizamos a trilha dos Saltos por volta das 15:30hs e seguimos para o Vale da Lua, cujo acesso para a estrada de terra fica a cerca de 5km de São Jorge. Tudo na chapada é de muito fácil acesso com carro. Basta perguntar e seguir placas, é bem tranqüilo.

 

Pois bem, chegamos ao Vale da Lua. Lugar de beleza impressionante e estonteante. As formações rochosas realmente dão a sensação de terreno lunar, porém bastou andar até a parte das piscinas naturais para encontrarmos o “piscinão de ramos”. Sei que não é um termo muito carismático, mas o lugar estava realmente cheio e isso tira muito o seu encanto. Imagino que fora de temporada seja bem mais tranqüilo. De todo modo, o local vale a visita por si só. É cobrada taxa de entrada de 20,00 por pessoa.

 

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Saímos do Vale da Lua por volta das 17:30hs e, na estrada de volta para o camping, paramos para apreciar um pôr-do-sol vermelho, digno de cinema.

 

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A noite, a dona do camping montou um telescópio onde pudemos observar alguns planetas que estavam visíveis no céu naquela noite, como Saturno e Júpiter. Além do mais ela e nos deu uma breve “aula ao vivo” sobre as constelações e satélites. Belíssimo e muito bacana. Mas uma vez ficamos felizes por ter escolhido aquele camping. Ficamos ali por um tempo e depois decidimos sair para jantar fora em São Jorge.

 

Encontramos a Risotteria Santo Cerrado que acredito ser o maior restaurante da região e com maior estrutura. Aqui foi a ostentação onde chutamos o pau do barraco do modo econômico da viagem rsrs. Um jantar com um risoto (serve 2 pessoas), uma entrada, cerveja e refrigerante por 98,00. Pelo menos valeu a pena e o risotinho de funghi caiu como uma luva para matar a fome e cansaço que estávamos. Achei o jantar muito bom, serviço ok e ambiente aconchegante, embora ainda assim seja muito caro para os padrões da região.

 

3º dia – Cachoeira dos Arcanjos

 

Mochilas abastecidas, seguimos sentido Alto Paraíso rumo ao vilarejo Moinho, onde achamos as placas que nos levaram a Cachoeira dos Arcanjos, que fica em propriedade privada de um suíço, que cobra a entrada de 10,00 por pessoa. O percurso da trilha dura mais ou menos 40 min a 1h sendo metade mais tranqüila e outra metade de subidas e descidas mais íngremes. Uma cachoeira muito bonita e o único lugar em que conseguimos um pouco de sossego. Chegamos e não havia ninguém lá. Lugar de paz e tranqüilidade, todinho somente para nós.

 

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Ficamos la pelo período da manhã, quando voltamos sentido São Jorge para procurar um lugar para almoçar. Na estrada entre Alto Paraíso e São Jorge, a poucos quilômetros do camping, encontramos o famoso Rancho do Valdomiro, um restaurante bastante conhecido na região que serve em seu cardápio um prato que chama de “Matula”, com opções com carne e vegetariana (uau!). Pedimos 2 pratos feitos de matula vegetariana por 20,00 cada. Trata-se de uma mistura de feijão, farinha, abobrinha, couve, legumes, servido com arroz, abóbora, tomate e mandioca frita. O segredo fica por conta do tempero. Prato muito bem servido e de lamber os beiços! O restaurante possui ainda diversos licores diferentes feitos de frutas típicas da região, que podem ser vendidos a garrafa. E a melhor parte: a degustação é livre e por conta da casa =).

 

Cansados de longas caminhadas, após encher a barriga com aquele prato delicioso e nos esbaldar na degustação de licores, decidimos tirar a tarde livre para descanso. Voltamos para o camping e deitamos em uma das redes que davam vista para a paisagem da chapada. Tarde linda e de relax.

 

A noite fomos para São Jorge procurar um lugar para jantar. Embora o povoado de São Jorge seja menor que Alto Paraíso, possui mais opções de restaurantes ajeitadinhos. Escolhemos uma pizza de abobrinha com mussarela e gorgonzola na pizzaria Luar de Pimenta. Simplesmente maravilhosa, massa fininha, crocante e saborosíssima.

 

4º dia – Mirante da Janela

 

Último dia de viagem, precisávamos estar em Brasília para pegar o vôo as 19hs. Havíamos planejado acordar bem cedo e ir na cachoeira das Loquinhas e Almécegas. Mas na hora mudamos de ideia e decidimos partir para o Mirante da Janela. Fiz essa escolha primeiro porque, pelas cachoeiras que havia visto até então, achei que nesse quesito a Chapada dos Veadeiros, digamos, deixou um pouco a desejar. São lindas, mas nenhuma com água azul cristalina (exceto a Santa Bárbara que ja já mencionarei). Acho que inevitavelmente acabei comparando-a com a Chapada da Diamantina, que no quesito grutas e poços azuis ganhou facilmente (lembrando que digo isso com base em um roteiro de 4 dias). Segundo, quando comecei a pesquisar sobre a Chapada dos Veadeiros a primeira foto de cartão postal que me tirou o fôlego foi a da vista do Mirante da Janela. Eu sabia que havia algo de especial lá. E tinha mesmo, foi a melhor decisão que fizemos.

 

A trilha mais puxada de todas, sem sombra de dúvidas, que totaliza 6km (ida e volta) de fortes descidas e subidas em morros de pedras íngremes. Desaconselho para quem não tem um mínimo de preparo físico. Vá com tênis/bota apropriado para trilhas, daqueles que não escorregam, lhe dão estabilidade e "travam" seu pé ajudando a prevenir de torções.

 

Entretanto, foi a mais recompensadora também, pois a vista la em cima te faz esquecer por uns instantes de todo o esforço feito para chegar lá. Fomos com tempo contado, não deu para ficar muito tempo la em cima. Aconselho a reservar umas 6 horas para fazer essa trilha sem correria e apreciando a paisagem lá em cima com calma. Valor da entrada: 10,00 por pessoa.

 

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No mais, só mesmo chegando la no topo, sentindo o vento sacudir os seus cabelos e observando a magnitude da beleza do visual da Chapada. Na vista do Mirante da Janela é possível ver os Saltos do Rio Preto e suas imponentes quedas d’água. Lugar energético, forte, e de muita paz. Um legítimo espetáculo da natureza.

 

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ótimo Relato Pauline ::otemo::

Sugiro que em um oportunidade que vc tenha de retornar para a chapada de ir até a Cachoeira Rei do Prata, Santa Bárbara e Segredo, são cachoeiras de águas azuis e verde esmeralda lindíssimas

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Que massa Pauline, obrigado por compartilhar esse relato conosco.

 

Suas fotos são muito boas! E mostraram muito bem. Apenas me confirmou a certeza de fazer a trilha da janela.

 

Grato!

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