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Fraga Dudu

Road Trip - Miami, San Francisco, Los Angeles, San Diego, Las Vegas e Grand Canyon - 20 dias com fotos e valores

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Fala aí, galera mochileira! Então, gurizada, chegou minha hora de contribuir com o site que já me ajudou muito em minhas viagens. Segue relato da minha ultima viagem aos States que fiz com meu irmão e minha irmã.

 

Voamos pela COPA airlines saindo de POA para Miami e Voltando por Las Vegas. É a segunda vez que eu vôo pela Copa neste sistema de chegar em um lugar e voltar por outro pagando um preço bem interessante. Tendo em vista que a nossa viagem ocorreu em Julho deste ano, do dia 05 ao dia 24 (alta temporada nos EUA) achei que pagamos um bom preço. R$ 2.200,00 cada um com as taxas.

 

Como eu já tinha ido pros EUA, em 2013, no meu primeiro mochilão, quando eu descobri que não há nada mais enriquecedor do que viajar ::love:: e o dólar estava R$ 2,00 ::otemo:: , eu fiz todo o planejamento da viagem inclusive com uma expectativa de gastos.

 

Desta forma, estipulamos que gastaríamos uma média de U$ 30 de alimentação por dia, U$ 40 com hospedagem, transporte e atrações eu detalharei abaixo. Quanto à alimentação é bastante relativo. Nossa proposta era mais econômica, mas em todos lugares que passamos fazíamos pelo menos uma refeição no capricho. Deu certo.

 

Do momento em que começamos a planejar a viagem (meio do ano de 2014) ao momento em que a realizamos o dólar simplesmente disparou! Nas ultimas semanas estávamos acompanhando enloquecidamente a cotação do dólar e ficando apavorados por que não parava de subir, etc, etc, etc, até que ligamos o f#[email protected] e refletimos: “estamos planejando esta viagem há tanto tempo, não é uns centavos que vai estragar ela”, levantamos a cabeça e fomos ser felizes (até chegar nossas faturas dos cartões de crédito) ::hein:

 

Tabela de gastos (p pessoa):

Passagem: R$ 2.200,00 (este é o único gasto que eu relatarei em reais, pois compramos em real e não em dólar).

Alugueis dos carros: U$ 240,00 (valor já divido em 3) - 1 dia de mustang conversível em miami beach :D e 14 dias de um Jippe Patriot que rodou California, Nevada e Arizona :D.

Gasolina + pedágio : U$150,00 (aproximadamente). Infelizmente perdemos um pouco o controle de gastos com gasolina, mas foi em torno disto para cada.

Passagem MIA-SF: U$ 250,00

Hosteis e hotéis: U$ 800,00

Alimentação: U$ 600,00

Atrações: U$ 400,00 – no decorrer do relato colocarei o preço de cada atração separadamente.

Total: U$ 2.440,00 + R$ 2.200,00.

 

Obs.1 Não relatei os valores com as compras pessoais, pois isto é muito subjetivo. Mas para terem uma idéia, eu, que não fui com o objetivo de comprar, gastei uns U$ 700,00, pois realmente estava valendo muito a pena, mesmo com o dólar nas alturas. Então, a não ser que tu sejas extremamente desapegado ao consumo de roupas e utensílios que por vezes pagamos fortunas aqui no Brasil e lá tu encontrarás por pelo menos 3 vezes menos, separe uma grana para compras.

 

Obs. 2 Sobre o aluguel dos carros, acho super importante destacar que quando da locação dos automóveis eu tinha 23 anos. Ou seja, regra geral, deveria pagar uma taxa diária – por ser menor de 25 anos – que corresponde praticamente ao valor do aluguel do carro. Após muuuita pesquisa (infelizmente não encontrei esta informação em blogs e nem aqui no mochileiros), achei duas companhias que uma vez fazendo a reserva pré paga do Brasil seria isento da taxa. Foi o que fizemos. Nesta brincadeira economizamos uns 450 obamas ::hahaha::

Ah, a Cia que eu loquei foi a AVIS. No site eles tem tel pra contato e eu fiz a reserva por telefone mesmo.

 

O vôo: saímos de POA por volta das 12:00 em um vôo de quase 7 horas até o Panamá, onde todos (ou a maioria) dos vôos da COPA fazem conexão. Lá esperamos umas 2 horas até o nosso próximo vôo que nos levaria à Miami que teve duração de quase 3 horas. Assim, chegamos em Miami 11 p.m – horário local. A Cia serviu almoço e janta. Bom, mas nada demais (refeições um pouco pequenas). Já tinha voado com a COPA e gosto da Cia. Não é nada fenomenal, mas atende bem pra o que vende e tem um bom entretenimento. No aeroporto teve todo aquele procedimento burocrático para a entrada no país, entrevista, depois mais uma entrevista que eu não lembrava de ter feito das outras vezes q fui aos EUA, mas enfim, até que em torno de 1 hora e meia depois desta função toda fomos aos terminais dos shuttles para pegarmos o nosso pro nosso hotel que era bem pertinho do aeroporto e oferecia o serviço de leva e trás grátis . Ocorre que o hotel pedia que ligasse para eles para eles buscarem, mas só estávamos com nossos números brasileiros impossibilitados de ligar la dentro (ainda não sabia que meu irmão tinha habilitado o dele para fazer ligações la nos EUA). Foi aí que eu coloquei pela primeira vez na viagem minha brasilidade em prática. Perguntei à motorista do shuttle de um outro hotel se ela sabia onde ficava o terminal do nosso shuttle, ela disse que era no determinado local, mas que só vinham de hora em hora cheia (para isso acontecer faltava tipo uns 45 minutos). Resumo da historia, ela nos deu uma “carona” no shuttle dela, que era de outro hotel, mediante uma gorjeta (malandrinha). Estavamos super cansados, claro que aceitamos a carona! Em uns 15 minuto estávamos no nosso hotel Ramada Miami Springs. Ótimo custo beneficio, quarto bem novo e confortável e tinha café da manhã incluso. Na manhã seguinte pegamos a shuttle para o aeroporto para pegar o Mustang ::hahaha:: e dar início ao dia intenso que teríamos pela frente em Miami e Miami Beach.

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06.07 – Miami e Miami Beach – compras e praia

 

Chegando no aeroporto fomos ao balcão da Avis, atendimento foi bom e pudemos escolher a cor da nossa máquina. Escolhemos e fomos à garagem pegar o carro, saímos mais bobos que criança quando ganha chiclete. Fomos direto à Best Buy que ficava mais próxima do Doplhin Mall, outlet que escolhemos ir para fazer compras, pois o meu irmão queria comprar uma Gopro. Maquina comprada fomos ao outlet (isso já era umas 11:00 da manhã) e ali ficamos até umas 4:30 da tarde onde caminhamos, corremos, experimentamos, nos desesperamos e não almoçamos, pois vimos que mesmo com o dólar altíssimo ainda estava valendo muuuito fazer compras nos EUA. Achamos coisas realmente baratas e ali e ficamos até estouramos nosso tempo ali, pois queríamos aproveitar parte da tarde em south beach. Acabamos chegando no hotel, que se localiza numa região extremamente central da Ocean Drive, o Starlite hotel, que também teve um ótimo custo beneficio. Este hotel era um pouco mais simples, mas muito bem localizado, o que compensou. Fizemos o check in no hotel, que solicita um calção de 100 doletas, a qual eu peguei de volta no outro dia, e fomos tomar um banho de mar. Agua morna, mar clarinho e uma imensidão de algas :? Curtimos um inicio de por do sol ainda dentro do mar, tiramos fotos nas casinhas de salva vidas super característica deles e fomos tomar um banho pra jantar, afinal não tínhamos almoçado e estávamos morrendo de fome! Fomos ao fomos Jonny Rockets que ficava praticamente ao lado do hotel. Hamburguer muito bom, mas um pouco caro. Relevamos porque não tínhamos gastado com almoço e nem café. Depois ficamos dando voltas pela ocean drive ostentando com nosso super Mustang 8) e fomos à loja da Apple de Miami beach para minha Irma comprar um Iphone. A loja fica num shopping a céu aberto super cool, cheio de lojas e restaurantes bem legais. Se tivéssemos mais tempo por lá voltaríamos pra curtir o lugar, mas deixa pra próxima.

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07.07 – San Francisco

 

Saimos as 8:00 do hotel e fomos pro aeroporto de Fort Lauderdale de onde partiu nosso vôo para SF que era as 10:30. Chegando la devolvemos o carro pra locadora, ágil, rápido e simples e pegamos o shuttle do terminal das locadoras para ir ao terminal do check in. Tudo certo, tudo lindo, pegamos nossas malas e fomos. Foi quando nós estávamos na fila para despachar as malas que eu senti a falta da minha mochila de ataque (aquelas mochilas que a gente bota nas costas). Sim, eu a deixei dentro do shuttle. Quando percebi, prontamente eu me desesperei e comecei a implorar pra moça do check in me ajudar, pois dentro tinha: remédios, tênis, roupas e o iphone da minha cunhada que eu tinha levado pra fazer o favor de trocar pra ela por outro. A moça com uma cara nem um pouco amistosa me olha e diz: “o vôo já vai sair, não vai dar tempo de esperar.” Ainda faltava uma hora pro vôo e eu não podia deixar aquela mochila, continuei implorando, forçando um choro, até que o atendente ao lado da moça “simpática” me disse: calma, tu vai encontrar tua mala.” Aí minhas esperanças voltaram e eu saí correndo como se estivesse nas olimpíadas em direção ao terminal final dos shuttles e meu irmão foi pra outro lado procurar o shuttle que havia nos trazido. Para resumir a historia toda, meu irmão com seu inglês nível pré escola conseguiu de alguma forma, só por Deus, se comunicar com o motorista do shuttle que depois de o xingar muito por não entender nada, ligou para um policial que no meio do meu caminho eu encontrei e me deu a informação de onde estaria minha mochila e em questão de uns 20 minutos tudo estava resolvido e eu completamente suado ::putz:: Problem solved, voltei no mesmo ritmo olímpico ao guichê fazer o despacho da minha mala (que minha Irma já havia feito) eis que surge um funcionário brasileiro do aeroporto e nos fala tranquilamente: Podem ficar tranqüilos, nem precisa correr, vocês ainda tem 30 minutos pra entrar no avião.. Thank God! Passado o susto entramos no avião e nos acomodamos pras 6 horas de vôo direto que teríamos pela frente. O vôo foi ótimo, muito melhor que o internacional. Tinha Wifi, TV aberta e o melhor: snacks for free ::otemo:: Como bons “mochileiros” pegamos tudo que tínhamos direito e mais um pouco e nos esbaldamos com nosso brunch.

 

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Enfim, chegamos em SF, em torno de 1:30 p.m, horário local, que é 3 horas a menos que na Florida e 5 horas a menos que no Brasil. Sim, ganhamos tempo nesse fuso todo e teríamos a tarde pra aproveitar a bela San Francisco. Do aeroporto fomos ao centro, Union Square, onde ficava o nosso hostel, pelo BART (uma espécie de trem) que sai de dentro do aeroporto e pára em vários locais, inclusive na estação da Union. É bem facil de pegar, tem varias placas indicando onde é e compra o ticket la na hora mesmo numa maquina. Não lembro exatamente o valor, mas é algo em torno de 10 dólares.

 

Ficamos no hostelling internatcional. O hostel é legal, super bem localizado, porém com quartos ridiculamente pequenos. Ficamos em um quarto de 3 camas com banheiro compartilhado. Como só ficávamos no hostel pra dormir, serviu. Também tinha café da manhã, mas eu achei bem fraco. Enfim, neste primeiro dia nós ficamos passeando pela Union Square, deixamos as coisas no hostel e fomos almoçar/jantar na Cheescake Factory que todos adoramos. Tem um ótimo custo beneficio e os pratos são super bem servidos. Saimos de lá e fomos para o AT&T Park, estádio de baseball do Giants, para assistir um jogo deles contra o time de Nova York. Compramos os ingressos pela internet e cada um custou U$ 18.

 

Cabe aqui uma dica sobre o transporte publico em SF: eles tem um Day pass, e um pass de 3 dias que tu podes comprar. Decidimos não comprar pq não sabíamos o quanto iríamos utilizar o transporte e posso garantir que acertamos na escolha. Acabamos gastando apenas duas vezes com bilhetes de transporte durante toda o tempo em SF. Logo, se tu não tem problema em caminhar, não vale a pena comprar o pass.

 

Nos dirigimos à estação de trem e pegamos em direção ao estádio, não lembro quanto foi o ticket do trem (acho que algo em torno de U$ 3), mas da pra comprar nos guichês eletrônicos antes de embarcar. Em uns 20 minutos chegamos e logo vimos que a nossa primeira atração da viagem seria demais. O estádio fica à beira do oceano, ou seja, de dentro do estádio tu vê o campo e como cenário de fundo o mar com os barcos. Simplesmente demais! O jogo em si é bastante demorado e a gente nem ficou até o final. Ficamos curtindo o momento, a cultura americana (que vai em família pro estádio) e aquela vibe incrível do nosso primeiro por do sol na California com uma paisagem dessas pra nunca mais esquecer.

 

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Saimos do jogo assim que escureceu. Em torno das 9 p.m. e estávamos podres (afinal acordamos no horário de Miami. 3 horas mais cedo que em SF). Fomos pegar um ônibus pra voltar pro hostel e, depois de pedir algumas informações, entramos em um que iria para o nosso lado. Procuramos a quem pagar e não havia ninguém, seja na “parada” do ônibus, dentro ou quando saímos. Ou seja, andamos de graça, pois não tivemos a quem pagar. Bom pra gente ::otemo::

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08.07 - San Francisco / 2º dia

 

O segundo dia era um dos mais esperados (especialmente por mim). Iriamos fazer o circuito de bike até a golden gate bridge e atravessa-la até a cidade de Sausalito. O dia amanheceu nublado, logo começou a chuviscar e começamos a ficar preocupados com o tempo, mas esparançosos que o sol em algum momento apareceria pra nos ajudar e fomos locar as bikes pra fazer o percurso na locadora Blazing Saddles. Eles tem uma parceria com o hostel e davam desconto. O total do aluguel da bike pro dia todo + a balsa pra voltar de Sausalito pra SF deu U$ 30. Pegamos as instruções, as bikes e partimos. Este passeio pode ser feito por alguns percursos, na hora escolhemos um diferente do que eu estava planejando. Antes de ir em direção à ponte, fomos ao golden gate park, que fica do outro lado, longe da ponte, mas aconselhados por um dos funcionários da locadora de bikes (que era brasileiro, por sinal) fizemos este trajeto que é maior, o que acabou sendo ótimo como vcs verão. No inicio do passeio nos andamos entre os carros, não havia ciclovia nos primeiros quilômetros e nós ficamos meio apreensivos, com medo de sermos atropelados, mas não, estavamos em uma cidade que, muito embora grande, é extremamente respeitadora aos ciclistas e andamos tranquilamente sem qualquer percalço (até aquele momento) até chegarmos na ciclovia. O problema é que a chuva começou a apertar cada vez mais e pedalar já estava se tornando um tanto penoso. Mas como estávamos em férias, tudo era festa, até a correia da minha bicicleta de 1287 marchas escapar e nós 3 ficarmos parados em baixo da chuva, tentando, sem sucesso, arrumar a bike. Foi então que meu irmão disse que tinha como ligar pra empresa pelo tel dele. Thank God!! Liguei, eles me informaram no mapa onde tinha um outro ponto de bikes onde eu poderia substituir a minha e pra nossa surpresa estava a uns 200 metros da gente. Era a sorte cooperando a nosso favor novamente. Trocamos a bike, almoçamos no MC que era na frente e quando olhamos pra rua do lado do MC estávamos na famosa Ashbury street. É uma rua bem alternativa, onde tem aquela loja famosa de discos Amoeba. Decidimos dar uma passeada por ali, foi quando a primeira tragédia do dia aconteceu. Minha irmã, praticante do esporte compras e salão de beleza, resolve além de pilotar sua bike (algo que ela não devia fazer desde os 8 anos sob uma bike de rodinhas), resolveu tirar fotos enquanto descia uma lomba nesta rua onde pedalávamos entre os carros. Resultado: se esborrachou no chão, no meio da rua, fez eu pensar por uns segundos que o passeio tinha acabado ali, foi quando eu corri pra pegar ela e ela disse que estava bem, começou a se levantar e a partir deste momento eu ri por 10 minutos incessantemente ::lol4::::lol4::::lol4::

 

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Passado o susto, seguimos em direção ao parque. Ele é enorme, tem museus, vários jardins e uma infinidade de coisas mais que eu nem lembro porque a gente literalmente deu uma volta no parque e quando, DO NADA, o sol resolveu raiar nós pegamos nossas bikes e rumamos em direção à ponte. Fomos nos guiando pelo mapa que tínhamos ganhado na locadora das bikes e pelas placas da cidade. Passamos por lugares muito bonitos, a cidade é extremamente agradável. Até que fizemos um pequeno desvio no Palace of fine arts. Que lugar lindo, amigos. Que lugar! É tipo um parque, com um lago lindo e umas estruturas meio gregorianas. Não sei explicar direito, só vendo. Curtimos o lugar por um tempo, tiramos umas fotos e seguimos viagem em direção à golden gate. Passamos por mais lugares bonitos até que começamos a avistar a ponte ao longe, ainda da praia já começamos a tirar fotos. Deus nos abençoou com um sol forte, típico dia lindo de verão, clima agradável e começamos a subir em direção à travessia da ponte. Quando chegamos la em cima quase descemos pra comprar mais um casaco de inverno pra cada um. FAZ MUITO FRIO LA! ::Cold:: Alias, vou fazer uma ressalva aqui, em SF faz frio todos os dias. Pode ter certeza que tu vai precisar de um casaco la, mesmo que no verão. Fechamos nossos casacos, botamos capuz e começamos a atravessar a ponte. A imponência da ponte é incrível. Ela é enorme, linda, dá até um medo, pq tu te sente uma formiga no meio daquela ponte gigante. E assim nós íamos andando pela ponte, seguindo o fluxo, se cuidando dos ciclistas que achavam que quem chegasse primeiro ganharia uma medalha, até que em um pequeno zigue zague minha irmã esquece que não esta de carona, mas sim pilotando a bicileta, segue reto e se esburraxa no chão NO MEIO DA GOLDEN GATE BRIDGE! Bah, me apavorei! Pensei, tche, esta guria vai terminar o passeio toda quebrada! Fui socorrer ela, ver o q tinha acontecido, ela lacrimejava e dizia que tinha dado um apagão na mente dela ::lol4:: . Mas desta vez eu não ri, fiquei preocupado mesmo :( . Continuamos bem na manha, mais caminhando do que pedalando, até que atravessamos a ponte, com a minha irmã a salvo. Agora nós tínhamos que ir até a cidade de Sausalito pra pegar o ferry pra voltar pra SF. A questão é que o caminho começava por uma tremenda de uma decida, tipo downhill. Não tínhamos outra opção, foi então que eu disse: vamos la, não tem jeito, vamos indo devagar. Morto de medo da minha irmã se esburrachar toda de novo, mas encaramos. Até que eu comecei a acelerar a bike, adrenalina começou a subir e eu achei que tava no xgames, voando a uns 100 km por hora estrada a baixo. Nesse meio tempo me desencontrei dos meus irmãos e fui indo na frente. O caminho é muito lindo também. Cheguei perto de onde saía o ferry, parei numa Starbucks, pedi um hot chocolate e sentei do lado de fora contemplando a beleza daquela cidadezinha que parece de interior. Meus irmãos chegaram e fomos pegar o ferry de volta à SF depois de um dia intenso de aventuras. Na chegada ainda contemplamos o por do sol e o ferry building iluminado.

 

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09.07 – San Francisco / 3º dia

 

Este dia foi dedicado ao fomoso passeio de cable car, lombard street, fisherman´s wharf e alcatraz prision. Ainda no inicio do dia, na porta do hostel, houve uma situação constrangedora entre meu irmão e um homeless. Sim, San Francisco tem MUITOS homeless, nunca vi nada igual. Enfim, meu irmão começou a filmar um homeless q fazia gestos obscenos à minha irmã – com intuito de dar risada – só que o homeless não curtiu muito e partiu pra cima do meu irmão. Quase deu fight. Meu irmão, que não entendia uma palavra ficou me olhando e eu comecei a gritar com o homeless pra ele parar se não eu ia chamar a policia ::vapapu:: . Foi cômico, mas poderia ter dado algum stress maior. Então, se algum deles vier te incomodar por algum motivo, apenas ignore e siga andando. Superado o momento de tensão vivido logo na primeira hora da manhã, fomos à Union, de onde sai o cable car, esperamos na fila por uma hora até que conseguimos pegar o bonde. Pra dar uma variada, chovia :cry: , mas a vibe ainda assim foi incrível. Fomos em pé do lado esquerdo do bondinho, passamos por chinatown e alguns ouros lugares, até que chegamos na lombard street, nossa primeira parada. Muito bonita, florida e bem sinuosa. Fazendo jus ao titulo de rua mais sinuosa do mundo. Seguimos by feet à Ghiradelli, fabrica de chocolates famosa, demos uma rodada por la e logo ali já estava o Fisherman´s wraf. O local é muito legal, tem vários restaurantes famosos e muitos lugares com bom preço pra comprar souvenir. Perdemos algum tempo ali e fomos em direção ao píer 39, o dos leões marinhos, que só estava representado por um, alone e fedorento. Almoçamos no Hard Rock, que é top, mas caro. Curtimos a vibe do píer, que é bem bacana, um ar daqueles filmes antigos americanos de piers e passado um tempo começamos a nos dirigir pro píer de onde saía o ferry pro Alcatraz, que era uns 500 metros pra frente. Chegamos meia hora antes do barco sair, conforme requerido, e la estava a fila sendo formada, naquele chuvisqueiro desgraçado que não nos largava. Não demorou muito e la estávamos nós no lugar que já foi considerado o maior presídio de segurança máxima dos EUA. O passeio foi muito legal. Ele é todo guiado por um áudio guia onde tu podes escolher que seja em português, conhece a historia do lugar que é incrível e tem vistas muito bonitas da cidade a partir da ilha. Pegamos o ultimo ferry de volta pra SF e voltamos pro hostel. Comemos num barzinho que vendia pizza bem perto do hostel. A maior pizza que eu já vi. Não vencemos toda.

 

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10.07 – Ultimo dia em SF e PCH

 

Ultimo dia amanheceu com aquele sol radiante, dia ótimo pra explorar a cidade, mas era dia de pegar a estrada e começar a descer em direção ao sul. Mas, ainda pela manhã, fizemos check out no hostel, deixamos as malas ali e fomos conhecer a chinatown que deu uns 15, 20 minutos a pé do nosso hostel. Voltamos e fomos pegar o carro na locadora que ficava bem perto do hostel. Chegamos na locadora e para nossa surpresa não tinha nenhum carro da categoria que havíamos alugado. Perdemos um bom tempo resolvendo este pepino, até que a sra. Atendente me ofereceu um jeep. No começo não curtimos muito a idéia, mas depois adoramos e achamos o máximo curtir nossa Road trip que ainda estava só no inicio toda de jeep :D . Pegamos o carro e fomos em direção à Alamo Square tirar foto das painted ladies, aproveitamos pra falar por skype com nossos pais, direto da praça, pois, pasmem, tem wifi aberto em toda a cidade e na praça tava bombando. Lagarteamos um pouco ali naquele sol bacana, admirando as casinhas vitorianas, terminamos de falar com nossos pais e fomos almoçar/jantar (já era umas 4 da tarde). Ainda antes de almoçarmos passamos no bairro Castro, que é conhecido por ter uma comunidade gay muito forte. De fato, o bairro é todo colorido, cheio de sex shops bem pornográficas e uma galera bem alternativa. Perdemos uns minutos por la e então, mortos de fome, decidimos que queríamos ir no Whole Foods que antes havíamos passado por um e não rolou comer nele, mas curtimos demais. É um mercado, que tem em todo lugar, de comida orgânica e ele funciona como mercado e restaurante, pois tem um Buffet que tu serve e pesa no caixa e pode comer dentro do mercado mesmo numas mesinhas. Adoramos demais, pois alem das saladas orgânicas (curtimos junk food, mas também curtimos uma alimentação mais saudável) tinha um monte de opções de pratos quentes, como: arroz, frango assado, até feijão e carne de panela tinha! Almoçamos ali, morremos de felicidade em estarmos comendo uma comida de verdade e fomos embora de barriga cheia. ::cool:::'>

 

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De barriga cheia, pegamos a estrada e começamos a descer pela rota mais linda que eu já estive, a Pacific Coast Highway. Antes da viagem eu pesquisei muito sobre tudo. Sou daqueles que a viagem começa desde o planejamento e eu curto demais fazer isso. Então eu já tinha pegado varias dicas sobre as paradas a fazer na estrada e etc. Decidimos dedicar dois dias inteiros para a estrada, incluindo as paradas que faríamos por ela e então, neste primeiro dia, fizemos nossa primeira parada em Half Moon Bay, a cidade surf onde tem a famosa onda Mavericks. Meu irmão é surfista e se empolgou em conhecer o local onde fica a onda. Só o local mesmo, porque a onda só tem no período do inverno. Chegamos na cidade, cerca de uns 40 minutos depois que havíamos saído de SF e procuramos pela tal da Mavericks. Depois de pedirmos algumas informações fomos ao tal local. Aquilo tava muito estranho, porque eu achei que fosse ser num lugar muito mais movimentado, cheio de placas indicando, mas não. Estacionamos num final de mundo e fomos caminhando em direção à um lugar que era uma espécie de camping, lagoa, fazenda, enfim, tudo menos praia de surfista. Deu quase uma meia hora de caminhada, perguntei umas duas vezes, pras únicas duas almas viventes que eu encontrei no meio do caminho, se aquele ali era o caminho da Mavericks mesmo e eles afirmaram que sim. Seguimos e chegamos ao local, que parecia mais uma lagoa, mas tinha uma placa avisando algo sobre ondas perigosas. Tiramos a foto e vazamos. Valeu pra dizermos que estivemos ali, muito embora não tenhamos visto nem uma marolinha sequer ::lol3::

 

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Dali, fomos em direção à um hotel, chamado Ritz Carlton, que achamos em um blog que dizia que tinha entrada livre e era muito bonito, à beira de um penhasco no mar. Valeu demais! O local era lindo demais! Chegamos, entramos, ninguém nos perguntou nada, estacionamos e começamos a andar pelo gramado mais bonito que eu já vi na vida que ficava num penhasco com o mar embaixo. Que paisagem! E um pouco mais ao longe avistava-se o prédio principal do hotel, também muito bonito. Contemplamos a beleza do lugar por uns minutos, tiramos umas fotos pra brincar com nossos parentes que estávamos dormindo ali ::hãã2:: e continuamos na estrada. Importantissimo ressaltar que nesta altura já tínhamos vistas belíssimas da estrada, que costeia o pacifico te proporcionando vistas incríveis do mar e de outras belezas naturais mais. Logo depois desta primeira parada, ainda em Half Moon Bay, paramos no Pigeon Point Lighthouse hostel que fica num antigo farol, um dos mais antigos dos EUA, com vista pro mar. Li uns relatos de que é demais ficar uma noite neste hostel, pois eles tem um hot tube com vista pro oceano, mas não tinha mais vaga e nós precisavamos seguir viagem. Mas vale muito a parada pra contemplar a natureza ali. Passamos ainda em Santa Cruz porque meu irmão queria ir na loa de fabrica de surf da Rip Curl, mas já estava fechada (Fechava as 5 p.m) já aproveitamos e fomos conhecer o píer da cidade que tem um parque de diversão e é bem bonito, só que estava LOTADO, impossível de estacionar. Decidimos seguir viagem, até mesmo porque ainda tínhamos bastante chão até chegarmos em Monterrey onde planejavamos dormir. Este dia e o próximo foram os únicos dias que eu já não havia reservado hotel devido a imprecisão de onde pararíamos para dormir. Chegamos em Monterey já era umas 10 da noite, encontramos um motel, que se eu não me engano foi 140 dolares a diária para duas camas de casal e atendeu as necessidades. Vale ressaltar que como viajamos na alta temporada pegamos preços mais altos, sendo que estes motéis de estrada em baixa temporada chegam a custar metade do preço. Procuramos um MC, nosso restaurante oficial da viagem, como sempre miramos no dollar menu ::hãã:: e fizemos os nosso pedidos, finalizando o primeiro dia da PCH com um fino jantar de nuggets, burguers e french fries no estacionamento do mc, pq no horário só funcionava o drive thru ::cool:::'> .

 

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11.07 – Pacific Coast Highway

 

Pela manhã fomos no famoso aquário de monterey. Chegamos no horário que abre (se eu não me engano umas 9:30) e ficamos umas 2 horas por la. Realmente o aquário é muito bonito e vale a pena ir. A entrada foi U$ 35 pra nós, estudantes. Saimos dali e pegamos a estrada em direção à 17 mile drive em Carmel. Nos decepcionamos. Acho que devido ao fato de já termos vistos paisagens lindas no caminho até ali (mesmo ainda não tendo chegado ao ponto alto da estrada, a Big Sur) e tendo lido muitos comentários falando que a estrada era muito linda e etc., acabamos criando uma expectativa muito grande. Não achamos que valeu a pena. Não pelo valor, que foi de U$ 10 o carro, mas porque não encontramos nenhuma paisagem que fosse mais bonita do que as que já tínhamos visto ou que veríamos ainda a frente. Meus irmãos inclusive dormiram ::bad:: . Saindo de lá seguimos em direção à Big Sur. Infelizmente não deu tempo de passearemos pela cidade de Carmel, pois comprometeria nosso roteiro. Pegamos um pouquinho de congestionamento na estrada, logo que saímos da 17 mile drive, mas logo já liberou. Em poucos minutos já percebemos que começava o famoso trecho da Big Sur, que seria a parte com as paisagens mais bonitas. Ainda no ínicio da estrada nós paramos pra almoçar no restaurante The Rock Point. Eu havia lido sobre ele em um relato, mas se eu não tivesse não teríamos parado, porque da estrada não da pra ver direito o restaurante, tem que andar um pouquinho por uma estrada. Foi simplesmente DEMAIS! Uma das melhores coisas que fizemos naquele dia. O restaurante tinha uma vista incrível pra mar. É lindo demais. Vale muito a pena! É um pouco mais caro, nada demais também, paguei U$ 18 em uma caesar salad com frango, mas a vista era impagável. Depois de almoçarmos com aquela vista incrível, tinha tipo umas espreguiçadeiras de madeira com vista pro mar. Ficamos la tomando nosso glass of water for free ::otemo:: e apreciando aquela vista incrível do oceano pacífico.

Saimos dali renovados daquela energia incrível daquele lugar e seguimos para a parte famosa da big sur. Foram diversas paradas e todas incríveis. A dica é: pare sempre que tu ver outros carros parados, ou sempre que tu tiveres oportunidade, pois a paisagem será sempre muito bonita.

 

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Passando o trecho das pontes, uns 60 km a frente, mais ou menos, terá o Julia Pffeifer Burns State Park e um pouco antes terá o Julia Pffeifer Beach. Depois de bater cabeça pra achar a entrada do Julia Pfeifer Beach, nós encontramos, mas não pudemos entrar na praia pq estava lotada :x Uma espécie de “guardinha” estava impedindo todos os carros de entrarem na praia porque não havia mais espaço, estava lotada! Saimos dali e seguimos em direção ao Julia Pffeifer Burns State Park que é onde tem aquela cachoeira que encontra com o mar. Ainda em relação à praia, a entrada é realmente bem escondida. Quando tu avistares uma discreta placa na estrada escrito “Caution, Narrow Road” tu tem que dobrar naquela rua e ali é a entrada para a praia. Alguns km a frente nós chegamos no Julia Pfeifer Park. Estacionamos na estrada, então não precisamos pagar a entrada do parque. Andamos por uns 10 minutos até chegar na cachoeira. O mirante onde se pode chegar pra olhar a paisagem é um pouco distante e não dá pra ir até a praia onde tem a cachoeira. Eu imagino que eles não deixam ninguém ir até a praia pra preserva-la. Sabe aquelas imagens de plano de tela do Windows? Entao, a paisagem daquela cachoeira caindo no mar consegue ser ainda mais bonita. Ficamos por la admirando, tirando umas fotos e seguimos viagem. Andamos mais vários km pela estrada que continuava com lindas vistas do pacifico até que, perto do por do sol, nós paramos em San Simeon, na beira da estrada mesmo, e olhamos os elefantes marinhos que ficam ali na beira da praia. Ficamos uns segundos la e logo já voltamos pro carro, pois ventava muito!

 

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Neste dia nós tambem não tínhamos lugar certo para dormir e decidimos andar até onde desse. No caminho paramos em mais um outlet (não lembro onde) e fizemos mais umas compras. Jantamos num mc que tinha no outlet, pois já era umas 10 p.m e seguimos viagem até onde conseguimos chegar, pois o outro dia seria para aproveitar as praias de LA.

Os motéis de beira de estrada nas cidades mais conhecidas não estavam muito baratos, então decidimos andar até onde desse e dormirmos em alguma cidade menor onde, teoricamente, teria hospedagem mais barata. Foi então que, quase 1 da manhã, nós entramos em uma das cidades, chamada Buellton, que ficam no meio da rota e fomos procurar um motel. Nesta noite nos dormimos no lugar mais filme de terror que nós já estivemos. Parecia aqueles motéis de filme de terror que um sereal killer entra matando todo mundo. E pra melhorar o nosso quarto era o ultimo, la nos fundos do motel ::ahhhh:: . Fomos dormir, se borrando de medo, rezando pra acordar sãos e salvos no outro dia.

 

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12.07 – Malibu, Santa Monica e Venice Beach

 

Pela manhã acordamos cedo e seguimos em direção à Malibu. Ainda tinha umas 3 horas de estrada pela frente :roll: mas estávamos em férias, a estrada era bonita e tudo era festa ::otemo:: . Chegamos em Malibu e fomos até o píer, tiramos umas fotos e seguimos em direção à Venice Beach. Não chegamos a procurar as mansões porque não teríamos tempo. Chegamos em Venice e depois de algum tempo (quase meia hora – era domingo) tentando estacionar, nós conseguimos e fomos curtir o lugar. Venice é a praia mais louca que eu já conheci. Sabe aquele teu amigo alternativo? Então, se sentiria o mais normal dos seres humanos. A galera lá é mucho loca. Tinha gente de tudo quanto é jeito. Os fortões treinando nas academias ao ar livre, os chegados numa weed (a grande maioria kkk) se deleitando nos Green Doctors que ficam na boardwalk, os rockeiros, os skatistas fazendo manobras incriveis na pista de skate enorme que tem la e os turistas :D Curtimos aquela vibe por um tempo, compramos aquelas camisetas “thing 1, thing 2, thing 3”, é... bem turistas! Compramos óculos de sol por 7 dolares ::cool:::'> e ficamos por la curtindo aquela vibe. No meio da tarde fomos pra Santa Monica, que fica do lado, mas é bem mais organizada. Santa Monica tem aquele ar mais hollywodiano, com uma extensa faixa de areia, casinhas de salva vidas e uma bela vista do píer, tipo cena de filme. O píer de Santa Monica é demais. Milhares de pessoas passeando em meio aos famosos restaurantes, lojinhas, artistas de rua e um parque de diversões que fica em cima do píer. A vibe é inexplicável, só estando la pra saber. Assitimos o por do sol ali do píer e foi mais um dos pores do sol incríveis que nós tivemos a oportunidade de presenciar na Califórnia. O sol parecia que estava na nossa frente, gigante, alaranjado, refletindo nas águas geladas do pacifico em meio a um monte de loucos (pois com aquela temperatura da água + vento não pode ser normal estar la) tomando banho de mar. Baita experiência que guardaremos pra sempre conosco. À noite seguimos em direção ao nosso hotel que ficava em Glendale, região metropolitana de LA, 15 minutos do centro de LA. Pegamos uma tranqueirinha no transito e por isso demoramos quase 1 hora pra chegar no hotel.

 

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