Olá pessoal. Retornei agora da minha primeira viagem pro Norte do Brasil e quero compartilhar com vocês algumas dicas que pode interessar a quem vai e instigar quem ainda não pensa em ir!
Viajei para MANAUS com meus fiéis companheiros: marido e filho (7 anos), do dia 5 ao dia 13 de setembro. Fomos de TAM, passagens emitidas com milhas. E Manaus é longe hein! Parecia que eu tava viajando pra fora do Brasil. Na ida foram duas conexões (Curitiba e Brasília) e na volta uma (Guarulhos). A viagem, tanto de ida quanto de volta, durou o dia todo, rs!
Lá em Manaus eu tenho alguns amigos do peito, o que foi espetacular! Fiquei na casa de um casal de amigos (Manu e Cadu) que tb aluga o quarto no airbnb. Eles moram no Bairro de Acariquara, zona leste de Manaus. Para efeito de localização, o aeroporto fica do lado oeste, e como Manaus é um triângulo invertido, o bairro chique (Ponta Negra), às margens do Rio Negro, fica na zona sul.
O bom de ter gente nativa o tempo todo ao lado é que eles me carregaram pra lugares legais demais e de forma muito eficiente. Eles se revezaram pra bater perna com gente por todos estes dias! Não usei transporte público e eles disseram que é a treva. Os taxis também são caros e a cidade me pareceu confusa. Mas se eu estivesse por conta ia tentar me virar de busu e taxi mesmo!
Dia 5 de setembro (sábado): chegamos em Manaus já eram mais de 23hs (tem uma hora a menos em relação a Brasília). Outra amiga (Wal) foi nos buscar! O choque da chegada foi IMENSO... eu tinha me preparado para o calor, mas era impossível imaginar aquilo. A impressão era que tinha alguém me apertando, eu fiquei um tempo sem ar... o calor é... OPRESSIVO, rs. A Wal nos levou pra casa e fomos logo tomar banho (gelado) e dormir, pois estávamos quebrados.
Pausa para falar do clima: a região norte do Brasil, especificamente o estado do Amazonas, tem duas estações: verão e inverno. Verão é agora, as temperaturas são apocalípticas, a sensação térmica é a de uma sauna e normalmente chove um pancadão todo dia (este ano está bem seco por conta do El Nino forte). O Rio está em vazante, mas ainda está bem cheio. Ele vai terminar de vazar no fim do ano, quando começa o inverno! No inverno chove muito, também é quente, e o Rio enche!
Dia 6 de setembro (domingo): Mercado Adolfo Lisboa, Feira, Mercado Municipal e Teatro (centro).
Acordamos cedo pq o calor não deixa dormir, haha, e fomos tomar café no Mercado Adolfo Lisboa. Bem legal, tem um monte de comida e peixe e etc. Comemos tapiocas variadas e o X-caboclinho (banana, tucumã e queijo coalho), bem bom.
Fomos em direção ao centro. Visitamos o Mercado Municipal (comida e artesanato) e o Teatro Amazonas por fora (abre de segunda à sábado, das 9h às 17hs, com visita guiada) e andamos numa feira imensa que tinha lá. Não me apaixonei por nenhum artesanato e a feira também ta cheia de coisa da China. O que é legal é que tem várias barracas de sabonetes, óleos e cremes. Destaco a “Harmonia Nativa” que é muito boa (já conhecia) e tem preços mais baratos na feira que nas lojas deles no shopping.
O sol começou a ficar insalubre, então fomos atrás de um flutuante. Flutuantes são bares enormes que ficam ancorados em diversos pontos do Rio Negro quando as praias ainda estão alagadas. Fomos em um recém-inaugurado, Sun Paradise, e tava legal. Você pode comer, beber e ainda nadar no Rio Negro. Ficamos lá a tarde toda e no começo da noite tava virando maior baladão!
Saímos de lá meio que morrendo de fome pq só tínhamos comido uns petiscos (como tinha recém-inaugurado, tava meio confuso), e fomos no restaurante “Morada do peixe”, ótima relação custo benefício. Neste dia comemos tambaqui e outros peixes que não lembro. Noite em casa, exaustos!
Dia 7 de setembro (segunda): Nadagem com botos entre Iranduba e Manacapuru e Ponta Negra.
Tomamos café em casa e pegamos a estrada em direção a cidade de Manacapuru (AM-070). Em algum lugar entre Iranduba e Manacapuru pegamos um “ramal” (= estrada de chão) e fomos encontrar o barqueiro que nos levaria pra ver os botos.
Pausa para explicações: eu sou bióloga, todos os meus amigos de lá também. Fomos em um flutuante que tem apoio da AMPA (Associação dos amigos do Peixe-Boi) e faz tudo dentro dos conformes! Em Manaus acontece, como em outros lugares, de ter gente lucrando em cima de bichos mal tratados... não financie o turismo predatório e desrespeitoso!
Olha... eu entendi a fama que os bichos tem! Boto rosa, além de ser lindo, é muito simpático! Depois de quase uma hora de barco chegamos no local onde geralmente eles ficam e eles logo apareceram. Nadamos com eles um tempão e o tratador alimentou eles. Brincamos com eles e foi DEMAIS.
Pegamos o barco de volta, fomos de novo no mesmo restaurante (Morada do Peixe) e fomos passear em Ponta Negra, a Copacabana de Manaus! O lugar de fato é muito bonito, foi todo revitalizado e tem muita gente! Andamos por feirinhas, tomamos sorvete, vimos o por do sol e voltamos pra casa, mais uma vez acabados.
Olá pessoal. Retornei agora da minha primeira viagem pro Norte do Brasil e quero compartilhar com vocês algumas dicas que pode interessar a quem vai e instigar quem ainda não pensa em ir!
Viajei para MANAUS com meus fiéis companheiros: marido e filho (7 anos), do dia 5 ao dia 13 de setembro. Fomos de TAM, passagens emitidas com milhas. E Manaus é longe hein! Parecia que eu tava viajando pra fora do Brasil. Na ida foram duas conexões (Curitiba e Brasília) e na volta uma (Guarulhos). A viagem, tanto de ida quanto de volta, durou o dia todo, rs!
Lá em Manaus eu tenho alguns amigos do peito, o que foi espetacular! Fiquei na casa de um casal de amigos (Manu e Cadu) que tb aluga o quarto no airbnb. Eles moram no Bairro de Acariquara, zona leste de Manaus. Para efeito de localização, o aeroporto fica do lado oeste, e como Manaus é um triângulo invertido, o bairro chique (Ponta Negra), às margens do Rio Negro, fica na zona sul.
O bom de ter gente nativa o tempo todo ao lado é que eles me carregaram pra lugares legais demais e de forma muito eficiente. Eles se revezaram pra bater perna com gente por todos estes dias! Não usei transporte público e eles disseram que é a treva. Os taxis também são caros e a cidade me pareceu confusa. Mas se eu estivesse por conta ia tentar me virar de busu e taxi mesmo!
Dia 5 de setembro (sábado): chegamos em Manaus já eram mais de 23hs (tem uma hora a menos em relação a Brasília). Outra amiga (Wal) foi nos buscar! O choque da chegada foi IMENSO... eu tinha me preparado para o calor, mas era impossível imaginar aquilo. A impressão era que tinha alguém me apertando, eu fiquei um tempo sem ar... o calor é... OPRESSIVO, rs.
A Wal nos levou pra casa e fomos logo tomar banho (gelado) e dormir, pois estávamos quebrados.
Pausa para falar do clima: a região norte do Brasil, especificamente o estado do Amazonas, tem duas estações: verão e inverno. Verão é agora, as temperaturas são apocalípticas, a sensação térmica é a de uma sauna e normalmente chove um pancadão todo dia (este ano está bem seco por conta do El Nino forte). O Rio está em vazante, mas ainda está bem cheio. Ele vai terminar de vazar no fim do ano, quando começa o inverno! No inverno chove muito, também é quente, e o Rio enche!
Dia 6 de setembro (domingo): Mercado Adolfo Lisboa, Feira, Mercado Municipal e Teatro (centro).
Acordamos cedo pq o calor não deixa dormir, haha, e fomos tomar café no Mercado Adolfo Lisboa. Bem legal, tem um monte de comida e peixe e etc. Comemos tapiocas variadas e o X-caboclinho (banana, tucumã e queijo coalho), bem bom.
Fomos em direção ao centro. Visitamos o Mercado Municipal (comida e artesanato) e o Teatro Amazonas por fora (abre de segunda à sábado, das 9h às 17hs, com visita guiada) e andamos numa feira imensa que tinha lá. Não me apaixonei por nenhum artesanato e a feira também ta cheia de coisa da China. O que é legal é que tem várias barracas de sabonetes, óleos e cremes. Destaco a “Harmonia Nativa” que é muito boa (já conhecia) e tem preços mais baratos na feira que nas lojas deles no shopping.
O sol começou a ficar insalubre, então fomos atrás de um flutuante. Flutuantes são bares enormes que ficam ancorados em diversos pontos do Rio Negro quando as praias ainda estão alagadas. Fomos em um recém-inaugurado, Sun Paradise, e tava legal. Você pode comer, beber e ainda nadar no Rio Negro. Ficamos lá a tarde toda e no começo da noite tava virando maior baladão!
Saímos de lá meio que morrendo de fome pq só tínhamos comido uns petiscos (como tinha recém-inaugurado, tava meio confuso), e fomos no restaurante “Morada do peixe”, ótima relação custo benefício. Neste dia comemos tambaqui e outros peixes que não lembro. Noite em casa, exaustos!
Dia 7 de setembro (segunda): Nadagem com botos entre Iranduba e Manacapuru e Ponta Negra.
Tomamos café em casa e pegamos a estrada em direção a cidade de Manacapuru (AM-070). Em algum lugar entre Iranduba e Manacapuru pegamos um “ramal” (= estrada de chão) e fomos encontrar o barqueiro que nos levaria pra ver os botos.
Pausa para explicações: eu sou bióloga, todos os meus amigos de lá também. Fomos em um flutuante que tem apoio da AMPA (Associação dos amigos do Peixe-Boi) e faz tudo dentro dos conformes! Em Manaus acontece, como em outros lugares, de ter gente lucrando em cima de bichos mal tratados... não financie o turismo predatório e desrespeitoso!
Olha... eu entendi a fama que os bichos tem! Boto rosa, além de ser lindo, é muito simpático!
Depois de quase uma hora de barco chegamos no local onde geralmente eles ficam e eles logo apareceram. Nadamos com eles um tempão e o tratador alimentou eles. Brincamos com eles e foi DEMAIS.
Pegamos o barco de volta, fomos de novo no mesmo restaurante (Morada do Peixe) e fomos passear em Ponta Negra, a Copacabana de Manaus! O lugar de fato é muito bonito, foi todo revitalizado e tem muita gente! Andamos por feirinhas, tomamos sorvete, vimos o por do sol e voltamos pra casa, mais uma vez acabados.
Continua.
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