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Portugal - de 04 a 13 de Outubro 2015 Lisboa e Porto, passando rapidamente por Sintra, Cascais e Santiago de Compostela

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Olá amigos do Mochileiros.com!

Novamente, me sinto muito grata por todas as informações colhidas por aqui e por isso venho através deste tópico compartilhar meu relato de nossa viagem realizada neste mês (de 04 a 13 de Outubro de 2015) para Portugal (Lisboa e Porto, passando rapidamente por Sintra, Cascais e Santiago de Compostela). Foi a segunda viagem que realizamos por conta própria. ::otemo::

Acho que dessa vez foi ainda mais difícil, a fase do planejamento. Meu emprego passando por situação difícil, eu não tinha garantias que ia conseguir tirar férias no mês que eu solicitei, muitos problemas aparecendo ao mesmo tempo, roubando o tempo e a cabeça para pensar na viagem... Sem contar o euro subindo e subindo... Mas já tínhamos comprado as passagens, então, só nos sobrou cair de cabeça na viagem!

Vou tentar explicar rapidamente o porquê de Portugal: Meu avô nasceu em Portugal em um lugar que chama Régua e eu sempre quis conhecer o lugar de onde ele veio, embora já não tenhamos mais nenhum contato com a família que ficou lá, se por acaso ficou família lá. Meus bisavós vieram e trouxeram meu avô e o irmão dele ainda muito pequenos, meu avô tinha apenas 4 anos. No ano passado tínhamos planejado, inicialmente, viajar para Portugal e Espanha, mas como o orçamento ficou muito apertado e a vontade de conhecer a Espanha era maior, tivemos que cortar Portugal e este ficou na “fila de espera” como o próximo país a ser conhecido. Depois planejei viajar com a família e iríamos conhecer mais cidades e meu pai iria dirigindo... Mas também não conseguimos coincidir as férias de todo mundo e não deu certo. Como o orçamento esse ano foi ainda mais apertado, não deu para incluir outro país no planejamento e nem conhecer muitas cidades (ainda mais porque não dirigimos aqui no Brasil e o meio mais fácil de conhecer várias cidades seria por carro, o que todo mundo que eu tinha consultado, tinha me dito isso).

Compramos as passagens de avião pela TAP, pois pareciam a melhor opção em termos de preço e de conexão e compramos em abril. Também compramos passagens de trem de Lisboa para Porto pelo site Comboios Portugal (cp.pt)

Levamos duas malas médias para facilitar carregá-las (principalmente no metrô) e misturamos as nossas roupas nessas duas malas, para o caso de alguma sumir durante a viagem de avião.

Olhamos pela internet e o tempo lá estava nublado/chuvoso e fazendo em torno de 17°. Colocamos casacos quentinhos, já que não estamos muito acostumados com frio aqui no RJ e capa de chuva e guarda chuva, pois uma amiga que foi na mesma época no ano passado, disse que choveu em todos os dias da viagem dela (muito chato! ::bruuu:: ) e ela teve que comprar capa de chuva chinesa em preço de Euro, enquanto que era melhor comprar em Real.

O vôo da ida foi tranquilo, porém novamente tive dificuldade para dormir e cheguei me sentindo uma zumbi novamente. Embarcamos por volta de 17h e chegamos por volta de 6:40 lá. Antes da viagem, eu tinha lido em um blog (O viaje na viagem) sobre o Lisboa card e optamos por adquiri-lo. Assim que nos encontramos com nossas malas, no aeroporto de Lisboa, prontos para explorar a cidade, procuramos um quiosque dentro do aeroporto para comprar nossos Lisboa cards (Não é difícil de achar, pois o quiosque é cor de rosa) Compramos o de 72h. Esse Lisboa card custa em torno de 39 Euros e a princípio podemos achar meio caro, mas dá direito a andar em todos os transportes públicos “sem pagar” por 72h e dá descontos em vários locais turísticos também. Eles entregam um livreto explicando tudo ao adquirir o cartão. Também há Lisboa card com direito a menos horas e mais baratos, porém o melhor para nós foi esse mesmo.

Munidos com o cartão, nos dirigimos ao Metrô, traçamos a rota até o hotel e fomos em frente. Dessa vez o Rodrigo que escolheu os hotéis que ficaríamos. Em abril, na nossa busca, já tivemos algumas dificuldades, pois vários hotéis já se encontravam sem quartos disponíveis. O Rodrigo não ficou muito fã dos hostels e por isso quis escolher hotéis que fossem mais em conta, mesmo que mais afastados do “fervo” da cidade, porém sempre próximo de meios de transporte para se chegar rapidamente aos lugares que queríamos visitar.

Ficamos em um hotel chamado American Diamonds. Gostamos muito do hotel e do staff. Pertíssimo tinha a estação de metrô de Picoas. Ao vencer toda a burocracia da chegada no aeroporto + comprar o Lisboa Card + pegar o metrô e chegar no hotel, já era em torno de 9h e o hotel se disponibilizou a guardar nossas malas, nos deu um mapa e dicas para conhecer o Chiado e também chegar ao Castelo de São Jorge. Nos informaram como ir de metrô e como ir de ônibus (Autocarro).

Resolvemos ir de ônibus, mas infelizmente pegamos o ônibus indo para o lado errado ::putz:: (eu tinha estranhado, pois os pontos de referência citados pelo funcionário do hotel não apareciam nunca na paisagem) e só nos demos conta quando estávamos chegando perto do Aeroporto novamente. Descemos correndo e pegamos o metrô novamente, dessa vez direto para o Chiado. Perdemos quase 1h nessa brincadeira!

Ao chegar lá, visitamos o Largo do Chiado, com o café A Brasileira e a estátua de Fernando Pessoa. Depois fomos visitar a Praça Rossio (ou Dom Pedro IV) e a praça da Figueira logo em seguida (tudo muito perto). Andamos pela Rua Augusta e passamos pelo Elevador de Santa Justa (não subimos nesse momento, deixamos para mais tarde. Diga-se de passagem que a fila para subir estava imensa). Seguimos em direção a Praça do Comércio e ficamos um tempinho lá admirando tudo. Quando estávamos retornando para a Rua Augusta, começou a chover forte e nos protegemos em um toldo de uma loja chique. Nessa hora percebemos que deixamos as capas de chuva e os guarda chuvas nas malas. E a partir daí o tempo ficou chove e para, algumas vezes choviscando e outras chovendo mais forte. Resolvemos seguir e encontramos uma casa de pastéis de bacalhau (aqui eles são bolinhos, mas lá são pastéis), chamada Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau (com queijo de ovelha dentro). Uma delícia!

Pensamos que nos abrigando um pouco da chuva, quando saíssemos, poderíamos prosseguir, porém, quando saímos, voltou a chover forte e novamente nos abrigamos debaixo de outro toldo. Como era por volta de 12h, resolvemos procurar um lugar para almoçar, porém achamos restaurantes com preços próximos a 15 Euros no local, achamos caro e desistimos. Resolvemos voltar para o hotel, fazer o check in e almoçar por lá por perto. E assim o fizemos. Porém, depois de tudo, estávamos mortos de fome e já estava perto de 14h. Praticamente do lado do hotel tem um Pizza Hut e comemos lá mesmo (massa, e não pizza).

Voltamos de ônibus para o Chiado (dessa vez acertamos o lado) e continuamos nossa jornada. Entramos na fila do elevador de Santa Justa para aproveitar e subir para conhecer o convento do Carmo. A fila estava um pouco menor e ficamos felizes. Porém ela não andava e logo começou a chover de novo (desta vez estávamos com os guarda chuvas que pegamos nas malas de novo! Eba!). Logo veio um funcionário explicar que o elevador tinha encerrado o expediente devido ao mau tempo. ::grr:: Perguntei como eu poderia subir para ver o convento e ele me indicou a rua de subida (uma ladeira considerável), que subimos devagar. Depois uma amiga me perguntou o porquê de eu não ter subido pela escada, mas além de preferir subir ladeira a subir escada, sinceramente, não vimos nenhuma escada por ali... Como o Elevador se encontrava com uma parte tapada para manutenção, ficamos nos perguntando se a escada estaria ali, escondida.

Chegando lá em cima, visitamos o convento do Carmo que achei lindo, apesar de não ser uma atração que as pessoas comentem muito (e tivemos nosso primeiro desconto com o Lisboa Card). Ao sair do convento, perguntei como poderíamos ir ao Miradouro de São Pedro de Alcântara e a moça do quiosque da pracinha me informou algo do tipo “é logo ali”. Mas tinha muita ladeira, subimos e subimo e nada do miradouro. Por um momento me arrependi de ter ido para lá. A chuva recomeçou, ventou muito, a chuva apertou (e nós subindo) ::putz:: e depois parou de chover de novo. Até que chegamos no miradouro, que à primeira vista, parecia uma pracinha. A vista dele realmente é bonita... Mas foi então que recomeçou a chover e a chuva apertou e ficou tão forte que o guarda-chuva não foi o suficiente. Corremos para nos abrigar no toldo das mesinhas do quiosque lá em cima, mas nem isso foi suficiente. E ficamos todos lá: Os clientes do quiosque mais o pessoal que estava no local, todo mundo tentando se abrigar da chuva, em vão. Nossos pés molharam muuuuito e as meias ficaram ensopadas. ::Cold:: Rodrigo me pediu para pararmos as visitações (e o Castelo de São Jorge?! Como ficaria?!), mas tive que admitir que precisávamos de um banho quentinho. Nesse momento já era por volta de 17h. A chuva passou em mais ou menos 30 min. Tiramos algumas fotos da vista (embora tenha ficado um pouco com névoa) e ficamos pensando em como desceríamos as ladeiras depois daquela chuva toda... foi quando avistamos o ascensor da Glória e tinha um grupo imenso de ingleses querendo pegar ele (junto com o guia). Conseguimos ir na mesma viagem dos ingleses e foi aí que descobri que entrou água da chuva na minha bolsa e molhou o meu Lisboa Card (incrivelmente não molhou meu passaporte e depois disso sempre carregava ele dentro de um saco plástico). Por sorte, a condutora não viu que meu Lisboa card não passou. Mas descemos até a Praça dos restauradores e pegamos um ônibus de volta e tivemos que pagar passagem, pois o meu Lisboa Card não funcionou de jeito nenhum depois de molhado da chuva.

Voltamos para o hotel e tentamos em vão secar o Lisboa Card com o secador de cabelos (sei lá, nessas horas a gente tenta qualquer coisa!) ::hãã2:: e o Rodrigo foi sozinho (porque senão tínhamos que pagar minha passagem) até o aeroporto de novo (que era o quiosque mais perto), para ver o que poderia ser feito a respeito (e ficamos rezando para não ter que pagar os 39 Euros novamente por mais um Lisboa Card). Felizmente ele só teve que pagar 2 Euros pelo dano ao cartão e voltou para o hotel munido com os nossos Lisboa cards novamente. ::mmm:

Então procuramos no trip Advisor onde poderíamos comer uma boa comida portuguesa ali por perto e achamos um restaurante de nome Antonio. Mas resolvemos perguntar ao staff onde eles recomendavam. Nos recomendaram um restaurante “perto” (depois nós vimos que não era tão perto assim... andamos tanto!) chamado Colina. Fomos para lá e estava cheio, ficamos em uma mesinha no cantinho. Os preços estavam próximos do que tínhamos visto mais cedo, em torno de 15 euros cada prato. Pedi bacalhau com todos (ou seja, todos os legumes) e o Rodrigo pediu arroz com camarão. Estava uma delícia, realmente valeu à pena, apesar de estarmos gastando um pouco mais do que pensávamos em gastar, mas já estava tarde, estávamos cansados e acabamos ficando por ali mesmo. Em seguida, voltamos para o hotel para dormimos, pois no dia seguinte era dia de ir a Belém.

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No dia seguinte, eu não tinha planejado muita coisa para esse dia. Era dia de tentar fazer um passeio especial, se tivéssemos dinheiro sobrando... ou fazer o que não tinha dado tempo de fazer nos outros dias (no Porto mesmo) ou, quem sabe, eu ainda tinha esperanças, tentar conhecer a cidade onde meu avô nasceu. :roll: Meu avô nasceu em Régua e até o momento só tínhamos visto passeios para lá que incluíssem um cruzeiro pelo rio Douro com degustação de vinho. Não que a gente não goste da ideia, mas o orçamento não permitia (dia de semana era 60 Euros para cada pessoa e final de semana, 88 Euros para cada pessoa). Daí, surgiu a idéia de pegarmos um trem na Estação de São Bento e ir para lá, só que a viagem dura 2h (e dizem que a vista é linda) e não sabíamos muito bem o que encontrar por lá... Bem, na verdade, já tínhamos pesquisado e tínhamos visto que é uma cidade pequena, sem atrações turísticas (exceto pelos restaurantes e o vinho. E tínhamos visto os preços dos restaurantes pelo Trip Advisor e não eram nada convidativos para aquele momento de final de viagem, com a grana mais apertada). Em Porto estava chovendo... O Rodrigo foi olhar o tempo em Régua e era o pior dos pesadelos: chuva forte com raios (como assim?!) ::hein: Então, somando todos esses fatores, com muito pesar no coração, desistimos da ideia de ir para Régua. Ficará para, quem sabe, uma próxima oportunidade, quando poderemos ir junto com meu pai, para ele conhecer a terra do pai dele... E quem sabe ainda more alguém da família lá, que a gente se apresenta e ganha até um convite para almoçar na casa deles?! Hehehehe ::lol3::

Então, diante disso e debaixo de chuva, fomos até vila Nova de Gaia e ficamos passeando por lá. O Rodrigo até então não tinha se animado muito para visitar uma cave, mas diante da situação, ele até gostou da ideia. Almoçamos no Restaurante Douro Velho (Comi sardinha finalmente! ::otemo:: Me falaram que a sardinha portuguesa era muito gostosa, que eu tinha que provar, mas eu estava tendo dificuldades de encontrar nos cardápios... Talvez pelas restrições na pesca, para preservação, que também me falaram que estava acontecendo) e a comida estava gostosa, porém o restaurante estava lotado e o atendimento dos garçons, embora eles estivessem brincando com os clientes e tudo mais, deixou a desejar. Também visitamos uma Cave, a Cálem, que confesso que foi a primeira que entramos, meio que fugindo da chuva... Eu não tenho muito conhecimento sobre vinhos (e já me falaram que é um hobby muito caro para manter, então era melhor eu nem me interessar! Hehehehe, essa foi boa ::lol4:: ) e também não tenho conhecimento sobre qual seria a melhor cave a visitar. Vi boas resenhas sobre a Cálem no Trip advisor e por isso também foi uma boa opção para nós. A visita foi curta, porém bem explicada. E no final teve degustação de dois dos deliciosos vinhos do porto que eles produzem. Muito bom. ::otemo::

Passeamos mais um pouco pela região e fomos investigar quanto era para subir de teleférico. O preço era 5 Euros por pessoa e resolvemos subir à pé mesmo. ::essa::

Ao retornarmos para o Porto, voltamos de metrô, pois este ainda estava na zona que o bilhete que compramos abrangia. O Rodrigo tinha procurado um lugar que tivesse hambúrguer artesanal, como o que a gente tinha comido em Lisboa e que estava muito bom. Encontramos um restaurante chamado Munchie que era bem avaliado no Trip Advisor e bem localizado, perto de vários outros restaurantes. Rumamos para lá. Estava chovendo um pouco. Essa hamburguería era diferente: primeiro você pede no balcão, paga, e espera na mesa a atendente levar o pedido. O lugar não é grande e ficamos no último salão, que tinha mais espaço. A atendente quando foi levar nosso pedido, escorregou na escadinha entre um salão e outro (por causa do molhado da chuva) e quase caiu. ::ahhhh:: Ela ficou bem, graças a Deus, mas algumas batatas nossas se perderam e ela nem falou nada. Achei o hambúrguer gostoso, porém um pouco gorduroso demais e depois, à noite, ficamos sentindo os efeitos tardios da comida mais gordurosa. ::quilpish::

E fomos descansar, pois no dia seguinte era dia de acordar cedo, tinha o nosso passeio para a tão esperada cidade de Santiago de Compostela!

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Em Vila Nova de Gaia - descendo para conhecer as Caves

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Cálem

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Em frente a Cálem

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Sardinhas na brasa:

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Visita a Cave:

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No nosso último dia “útil” em Porto :cry: , já tínhamos contratado um serviço de passeio para Santiago de Compostela, por uma empresa que pesquisamos anteriormente, a Living Tours. :D

Muito antes da viagem, eu havia pesquisado em formas de ir para essa cidade que eu queria muito conhecer, por transporte público, porém todas as informações que encontrei me indicavam muitas horas dentro de ônibus, tendo que descer em um ponto e subir em outro ônibus. Como não queríamos passar a maior parte do tempo preocupados com o caminho, optamos por contratar esse serviço que foi muito bom. ::otemo::

Eles haviam combinado por e-mail passar 8h no nosso hotel e assim o guia (Helio) com a van o fez (ou melhor, carrinha, como os portugueses dizem). Passamos em mais alguns hotéis e fomos junto com um casal de japoneses, um casal de americanos e um casal de suíços, todos de mais idade (a “melhor idade”) e todos conversando em inglês. O guia se disponibilizou a falar em português conosco e em inglês com eles, mas o Rodrigo se comunica bem em inglês e eu tenho um pouco de dificuldade, pela falta de prática, em formar frases, mas quando escuto, consigo entender bem, então falamos que ele poderia falar só em inglês.

Ele se atrasou um pouco no caminho da ida, devido ao trânsito dentro do Porto, mas depois, pela estrada, fomos bem. Passamos pelo porto de Leixões (até porque um casal que estaria junto conosco estava hospedado em um hotel lá perto) e eu fiquei conhecendo um lugar que o pai da minha cunhada (que nasceu em Matosinhos) comentou que conheceu bastante na infância dele em Portugal (só que o porto de Leixões naquela época era pequeno e só para barcos pesqueiros, hoje o porto está enorme e é via de entrada de cargas grandes!) 8)

Depois rumamos para a Espanha, passando pelo Minho, por Vigo (demos uma pequena parada para que as pessoas pudessem ir ao banheiro) e em seguida chegamos a Santiago. O guia explicou vários pormenores sobre a cidade e sua história, sobre os peregrinos e sobre o santo que dá nome à cidade. Nos deixou em frente a Igreja de São Francisco, nos ensinou como chegar a Plaza de Obradoiro e a Catedral e nos deu 3h para visitarmos o que quiséssemos e almoçar, para depois voltar para o mesmo ponto que ele nos deixou.

Depois fiquei sabendo de uma amiga que fez um passeio para lá por outra empresa e essa deixou o grupo numa parte baixa e tiveram que subir até a praça, sendo bastante cansativo. Fiquei feliz pelo nosso guia não ter feito o mesmo. ::mmm:

A cidade de Santiago de Compostela realmente tem uma magia no ar. E são tantos peregrinos com suas mochilas, roupas coloridas e cajados (alguns até de bicicletas). Foi muito legal ter vivenciado essa experiência, mesmo sem ter feito o caminho!

A Catedral estava com uma parte em obras de restauração, o que não tirou sua imponência, mas acho que sem a obra ela deve ser ainda mais bonita! ::otemo:: Passamos um tempo admirando a Catedral por fora (estava ventando muito frio do lado de fora!), depois procuramos a entrada e ficamos admirando ela por dentro, toda dourada, enorme, imponente. :shock:

Havia uma fila gigantesca para subir na parte de trás do altar e abraçar o santo do altar (por trás), :o mas nós não entramos na fila, pois não tínhamos muito tempo disponível.

Saímos da Catedral, passeamos um pouco pelas ruas ao redor, chegamos em uma praça que dava pra ver uma parte mais moderna da cidade, e o Rodrigo adorou essa parte mais moderna.

Procuramos algum lugar para almoçar e só encontrávamos restaurantes que serviam frutos do mar (que eu não sou fã). Achamos uma Cervecería 100 Montaditos e bateu saudades (comemos em uma quando estivemos na Espanha no ano passado) e fomos almoçar lá. ::love:: Depois de almoçar, ainda passeamos mais um pouco e rumamos para o ponto de encontro, nos encontrando com os outros turistas que estavam na van com a gente.

Logo logo, a van chegou e o guia estava preocupado se todos tínhamos almoçado. Ele nos levou de volta a Portugal e no caminho parou em uma cidade chamada Viana do Castelo. Nos contou a história da cidade e nos levou até a igreja de Santa Luzia, que fica no alto de um morro. Paramos lá para conhecer a igreja e depois a van nos levou até a cidade para fazermos um lanche e conhecermos um pouco desta cidade que é muito lindinha, gostei muito. ::otemo:: Ao retornar para a van, seguimos viagem e voltamos novamente para o Porto e o guia nos deixou em nossos hotéis. Estávamos bem cansados e com fome novamente. Eu tinha lido em alguns blogs, antes da viagem, sobre um restaurante chamado Lagostim, que as pessoas gostaram bastante desse restaurante. Convenci o Rodrigo a comermos lá (nós tínhamos passado por esse restaurante ontem, quando fomos comer o hambúrguer) nosso último bacalhau português legítimo antes de voltarmos para o Brasil ::tchann:: (outro agora só no Natal, se a crise econômica assim permitir!). Achamos que os preços não estavam lá tão baratos quanto achávamos que íamos encontrar (cada prato era em torno de 12 Euros). Achei o meu bacalhau com algumas partes sem sal. E o restaurante estava bem cheio (com muitos turistas), os garçons demoravam a chegar a nossa mesa. Achei que ia ter uma melhor experiência lá devido aos elogios que eu tinha lido antes da viagem. ::hein:

De barriga cheia, voltamos para o hotel e descansamos. No dia seguinte fizemos o check out de manhã cedo e rumamos via táxi para o aeroporto (o staff do hotel nos explicou como ir de metrô, porém tinha que fazer baldeação e segundo eles, ia demorar 40 min para chegar ao aeroporto, sendo que de táxi, levaríamos só 20 min). :shock: Pegamos o primeiro voo de Porto para Lisboa e depois de Lisboa para Rio, uma viagem que demorou um dia inteiro, um pouco cansativa, porém era bom estar de volta em casa, com família e amigos... E agora é pensar no próximo destino! ::hahaha:: Espero poder planejar novamente com a ajuda do Mochileiros.com e contar com a presença de vocês, lendo os meus relatos também! Até a próxima!

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Alguém com frio aí?!

Igreja de São Francisco, caminho para a Plaza do Obradoiro e a Catedral de Santiago

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Plaza do Obradoiro

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Catedral de Santiago de Compostela

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Detalhe da Catedral

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Interior da Catedral

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Ruas de Santiago (centro histórico)

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Em Viana do Castelo - Igreja de Santa Luzia

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Mirante em frente a Igreja de Santa Luzia, para admirar Viana do Castelo

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Nas ruas de Viana do Castelo

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você se arrependeu da Régua e eu de Compostela! Confesso que havia pesquisado ir para lá, mas nunca se tem tempo para tudo, né? que delícia ver as suas fotos!

e bateu uma saudadezinha ver as suas fotos da Ribeira. lembro muito bem desse bar grudado na ponte, sempre com música ao vivo =)))

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Poxa, nem me fale, nunca dá tempo pra visitar tudo mesmo... Ou como a Juliana Champi já disse: Mais um motivo para voltar! :wink:

  • 1 mês depois...
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Moça,

 

que relato show!

 

Irei em Lisboa, Porto, Madri e Barcelona em março!

 

Estou pensando seriamente em ir em Santiago de Compostela depois do seu relato!

 

Obrigada demais!

 

Feliz 2016,

 

karis

  • 2 semanas depois...
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Obrigada Karis!

Fizemos uma viagem para Madrid e Barcelona em 2014 (e passamos por Sevilla e Granada) e está relatado aqui no Mochileiros também!

Feliz 2016 pra você também! Espero que sua viagem seja show! Depois relata aqui no Mochileiros pra gente acompanhar!

Abraços!

  • 3 semanas depois...
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Oi, estou indo a Portugal em Março, e adorei seu relato, ajudou muito pois cada dia fico mais perdida com tanta informação,mas seu relato foi bem detalhado , quase me vi nas situações que você narrou.

Parabéns e obrigada mais uma vez , foi de grande ajuda.

Abraços.

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Obrigada Sheila! Fico feliz em poder ajudar! Qualquer dúvida, é só falar! Boa viagem (e se puder, depois coloca seu relato aqui no Mochileiros para a gente acompanhar! )

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