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Olá viajante!

Bora viajar?

[AGORA COM VÍDEO] TAILÂNDIA, 21 DIAS - COM FOTOS/ DEZ 2015 (DIA A DIA + CUSTOS) RELATO DE VIAGEM

Postado
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Faaala galera, viajantes, tudo bem?!

 

 

Começo agora meu relato dessa maravilhosa e inesquecível viagem que fiz com minha esposa à Tailândia e Emirados Árabes (Dubai) em Dezembro de 2015 à janeiro de 2016.

Esse relato que você começa a ler agora será só da Tailândia, farei posteriormente o relato de Dubai, separado. Fiz essa viagem 100% por conta própria. Acredito que devo ter lido a maioria dos relatos existentes na internet de brasileiros que foram à Tailândia. Viajei junto com esses escritores a cada relato que lia, mas nada como realmente colocar os pézinhos naquela terra maravilhosa, de povo de olhinho puxado e nariz redondinho e que falam estranho pra caramba. Portanto, meu papel aqui é retribuir e deixar conteúdo para outros sortudos que farão viagem similar a minha.

 

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Não está programando sua viagem pra Tailândia ainda?! Tá esperando o que, o país é surreal e provavelmente será a melhor viagem da sua vida.

 

VÍDEO RESUMO DA TRIP!

 

 

Nosso roteiro dia a dia.

 

Tínhamos um mês de férias, como a maioria dos Brasileiros. Como não há voo direto para a Tailândia, e compramos nossas passagens pela Emirates que faz conexão em Dubai, decidimos por conhecer essa cidade também. Não tínhamos pretensão inicial de ir a Dubai, foi questão de oportunidade. É bem comum combinar a viagem à Tailândia com outros países da região chamada de Sudeste Asiático: Camboja, Vietnã, Laos, Indonésia e outros. Mas pesquisando, resolvemos dessa vez ficar só pela Tailândia e posteriormente fazer outra viagem só para estes outros países e ter mais tempo para conhecê-los.

 

Bom, vamos lá! Nosso roteiro, e resumidamente o que fizemos dia a dia, ficou assim:

 

09/12/15 – São Paulo (Embarque no Aeroporto de Guarulhos/Emirates)

10/12/15 – Conexão em Dubai e chegada a Bangkok (Devido a conexão de 12 hs, usufruímos do “Dubai Connect” oferecido pela Emirates, explico melhor depois. Chegamos nesse mesmo dia a noite em Bangkok e fizemos um primeiro reconhecimento da área em que nos hospedamos, Khao San Road)

11/12/15 – Bangkok (visita aos principais templos de Bangkok)

12/12/15 – Bangkok (Floating Market e MBK Mall)

13/12/15 – Bangkok/Chiang Mai (Voamos no horário do almoço para Chiang Mai e como era domingo visitamos o Sunday Market)

14/12/15 – Chiang Mai (Tiger Kingdon, Templo Doi Suthep, Zoo Chiang Mai)

15/12/15 – Chiang Mai (Um dia com Elefantes)

16/12/15 – Chiang Mai (White e black Temple em Chiang Rai)

17/12/15 – Chiang Mai/Krabi (Voo bem cedinho para Krabi. Neste mesmo dia visitamos Raillay Beach)

18/12/15 – Krabi (Tour 4 Islands)

19/12/15 – Krabi (Tour Hong Islands)

20/12/15 – Krabi (James Bond Island)

21/12/15 – Krabi/Koh Phi Phi (Ida pela manhã para Koh Phi Phi. À tarde fizemos o primeiro reconhecimento da ilha)

22/12/15 – Koh Phi Phi (Private tour para Maya Bay, Monkey Island, Mosquito Island e Bamboo Island.)

23/12/15 - Koh Phi Phi (Private Tour para Wang Long e Nuy Bay)

24/12/15 - Koh Phi Phi (Voltamos em Wang Long)

25/12/15 - Koh Phi Phi/ Bangkok (Dia perdido só de translado para bangkok: barco e vôo)

26/12/15 – Bangkok (Chatuchak Market)

27/12/15 – Bangkok (Tour para Ayutthaya)

28/12/15 – Bangkok (Chinatown e depois Shoppings de Bangkok)

29/12/15 – Bangkok (Sirocco e nana Plaza)

30/12/15 – Bangkok/ Dubai (Bye bye Tailândia, partiu Dubai)

31/12/15 – Dubai - Relato: dubai-economico-6-dias-faca-uma-viagem-ostentacao-sem-gastar-muito-reveillon-2016-roteiro-fotos-custos-t130634.html

01/01/16 – Dubai

02/01/16 – Dubai

03/01/16 – Dubai

04/01/16 – Dubai

05/01/16 – Dubai/São Paulo

 

Nosso roteiro inicial não previa tantos dias em Bangkok, alguns desses dias seriam para ir ao Camboja, mas como os voos para lá estavam salgados na a época da nossa viagem e resolvemos não encarar a viagem de ônibus que é possível fazer de Bangkok a Siem Reap no Camboja, acabamos ficando mais tempo em Bangkok. Realmente não há necessidade de ficar tanto tempo assim em Bangkok, eu te indicaria 4/5 dias por lá, mas nós ficamos e não nos arrependemos, tem muita coisa para fazer por lá.

 

 

Quanto eu gastei?

 

Preço dos passeios

 

Grand Palace - 500 Baht a entrada por pessoa (fomos a pé) = 1000 Baht o casal.

 

What Po - 100 Baht a entrada por pessoa (fomos a pé) = 200 Baht o casal.

 

Floating Market – 400 Bath por pessoa o transporte + 150 Baht o barco por pessoa = 1100 Baht o casal.

 

Tiger Kingdom - 1400 Baht por pessoa (pacote Smallest e Big cats) + 200 Baht de transporte ida e volta para o casal = 3000 Baht o casal.

 

Templo Doi Suthep e Zoo Chiang Mai – 40 Baht por pessoa a entrada do templo +30 Baht por pessoa o elevador para subir no templo + 150 Baht por pessoa a entrada do Zoo + 100 Baht por pessoa para a área dos Pandas + 450 Baht o casal em transporte para ambos os lugares = 1090 Baht o casal.

 

ChangYim Elephant Farm – 2200 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) = 4400 Baht o casal.

 

Tour para o White Temple – 2000 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) – 4000 Baht o casal.

 

Railay Beach – 200 Baht por pessoa o transporte de barco ida e volta = 400 Baht o casal.

 

Tour para 4 Islands, Hong Islands e James Bond Island – 4000 Baht o casal com todo transporte e almoço incluído.

 

Private Tour de 6 horas para Maya Bay, Monkey Island, Mosquito Island e Bamboo Island – 2800 Baht o casal (sem almoço incluído).

 

Private Tour de 3 horas para Wang Long e Nuy Bay – 1500 Baht o casal (sem almoço incluído).

 

Private Tour de 2 horas para Wang Long – 1000 Baht o casal (sem almoço incluído).

 

Aluguel de Caiaque de 2 horas – 150 Baht cada hora = 300 Baht o casal.

 

Tour para Ayutthaya – 500 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) = 1000 Baht por pessoa.

 

 

Gastos com alimentação

 

O gasto com alimentação é bem particular de cada pessoa, mas eu e a esposa gastamos em média 900 Baht por dia, logo:

 

- 800 baht por dia o casal em alimentação.

 

- 16000 Baht o casal em alimentação para 20 dias.

 

Dava para ter gasto menos tranquilamente, comemos muitas vezes em restaurantes que não eram dos mais baratos.

 

 

Preços das Hospedagens

 

Todos os quartos escolhidos são para casal, com banheiro privativo e ar condicionado, essas eram nossas exigências pessoais. Todos reservados e pagos antecipadamente pelo Hotéis.com e Booking. Não tivemos nenhum problema quanto às reservas. É importante você observar ao pagar a hospedagens nesses sites, se haverá taxas adicionais a serem pagas no hotel, no nosso caso dizia que não, e realmente não nos foi cobrado nada a mais. Levamos impressos os comprovantes, na verdade nem precisava, eles simplesmente checavam o passaporte e era isso. Todas as vezes que chegamos adiantados no hotel, nos foi gentilmente liberado antecipadamente o quarto. Alguns dos hotéis nos pediram um valor "x" como caução (30 à 50 reais), que nos era devolvido no check-out.

 

-D&D Inn em Bangkok (região da Khao san Road) – 8 diárias/ 762 reais (Hoteis.com)

 

-Thana Hotel em Chiang Mai – 4 diárias/240 reais (Booking.com)

 

-PK Mansion em Krabi – 4 diárias/420 reais (Hoteis.com)

 

-Chao Koh Hotel em Koh Phi Phi – 4 diárias/1098 reais (Hoteis.com)

 

 

Preços dos voos.

 

-São Paulo para Tailândia (Emirates +- 3600 reais por pessoa. Voo com conexão em Dubai na ida e Stopover de 6 dias também em Dubai na volta. O Stopover na época não alterou o preço do voo)

 

-Bangkok p/ Chiang Mai (Nok Air, 92 reais por pessoa. A idéia inicial era fazer esse trajeto de trem noturno, mas o preço da passagem de trem estava em torno de 100 reais na época, logo, preferimos o avião)

 

- Chiang Mai para Krabi (Air Asia, 160 reais por pessoa)

 

- Krabi para Bangkok (Thai Lion Air, 82 reais por pessoa)

 

 

TOTAL DE GASTOS COM VOOS + PASSEIOS + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGEM = aproximadamente 14.600,00 REAIS, O CASAL.

 

- Fora isso houveram ainda gastos com tickets de metrô, táxis e tuks tuks pela cidade, jogaria mais uns 400 reais. (tem todos os valores de metrôs, táxis e tuk tuks no relato, só não fiz o levantamento).

 

- Além de gastos pessoais como camisetas, souvenirs e etc.(Muitos desses gastos também citados no relato).

 

 

 

Considerações iniciais

 

 

Dinheiro e câmbio na Tailândia

 

O dinheiro na Tailândia é o Baht, fala-se Bá. Na época em que fomos pagamos 3,89 reais em 1 dólar em certa casa de câmbio aqui no Brasil. A cotação nas casas de câmbio tailandesas estavam em torno de 1 dólar para 35,70 Baht. Um real equivalia a mais ou menos 10 Baht.

Leve dólar para a Tailândia, e lá troque pelo dinheiro deles. Não vi na Tailândia nenhum lugar que trocava o nosso Real por Baht, logo troque aqui no Brasil seu dinheiro por dólar americano, ou claro, leve cartão de crédito, vtm ou o que preferir. Nós levamos todo dinheiro que pretendíamos gastar por lá em espécie, usamos aquelas “doleiras” ou Money Belt. Em tempos de crise levar o dinheiro em espécie, te faz escapar do IOF cobrado nos gastos com cartão de crédito. Mas claro que estávamos também com cartões para urgências ou se gastássemos mais que o previsto, mas no fim ainda trouxemos dólares de volta.

Há casas de câmbio espalhadas por toda a Tailândia. Assim como em todos os países, o câmbio no aeroporto não é dos mais vantajosos. O que eu fiz?! Levei 15 dólares trocado para fazer câmbio,só disso, no aeroporto de Bangkok. Esse valor foi o suficiente para eu e a esposa pegarmos metrô e táxi, e ainda sobrou na verdade. Depois troquei mais dinheiro na região onde me hospedei (Khao San), a qual estava bem mais vantajosa.

Mesmo em tempos de dólar nas alturas, a Tailândia ainda aparece como um país muito barato para nós brasileiros. Só não é barato chegar lá.

Vou dar alguns exemplos de preços, já convertidos em real (DEZ 2015):

Lata de coca cola 1,80 reais

Lata da Pepsi 1,30 reais

Est Cola (Um refri de cola deles que quebra o galho) 1 real

Combo do Chesseburguer no Mc Donalds com batata grande e bebida muito grande, acho que uns 700 ml, 11 reais. Isso no Mc da Khao San e de Chiang Mai, Em Krabi o Mc já era mais caro, esse combo ia para 18 reais.

Pad Thai. Um macarrão muito bom que você provavelmente vai amar, 4/5 reais.

Camisetas com estampas super legais, de 7 a 20 reais. Trouxe algumas, lavei, deu uma leve encolhida, mas continuam em bom estado.

 

E por aí vai...

 

 

Como se comunicar na Tailândia

 

Com o Inglês ou Tailandês, o que você preferir. Boa parte dos Tailandeses fala inglês. Não tivemos muita dificuldade com o sotaque deles, mas o sotaque existe e atrapalha um pouco. Outra boa parte dos nativos tem uma noção da língua inglesa, e o restante que não fala inglês vai usar de mímica e gestos para tentar te ajudar. Eles são bem corteses galera, não se preocupem.

Você não precisa ser o “super fluente” no inglês, mas precisa ao menos saber o básico. E não custa nada também saber algumas palavrinhas em tailandês como:

SÀWÀDDEE KRÁB/SÀWÀDDEE KÁ - Olá (como homem, como mulher)

KOP KHUN KRUB/ KOP KHUN KRAP – Obrigado (como homem, como mulher)

 

Golpes na Tailândia, segurança e pechincha.

 

Em nenhum momento na viagem tememos pela nossa segurança, e realmente não tivemos nenhum problema com isso e nem vimos nada suspeito. Claro que não demos bobeira, sempre andávamos com nossos pertences de valor. Ouvimos alguns casos em que pessoas tiveram suas coisas desaparecidas do quarto do hotel enquanto estavam ausentes, mas não temos nada a reclamar sobre isso. Os golpes que vimos por lá, muitos vem de taxistas, que sempre tentam super faturar nas viagens. Por exemplo, uma viagem que honestamente custaria 20 reais, ele inicialmente vem te cobrando 80 reais. Por isso o lema para os turistas na Tailândia é pechinchar. Peça desconto em tudo, e nada de 10% de desconto não, jogue o valor para menos da metade e não se sinta mal por isso. Eles nunca irão te passar o preço real de início, esteja sempre preparado para uma negociação. Claro que isso enche o saco às vezes. Os táxis tem taxímetro e anunciam que tem taxímetro, mas na verdade eles não usam, se usassem o taxímetro as viagens ficariam absurdamente baratas. Na viagem toda consegui apenas por duas vezes táxis com taxímetro.

 

 

Como se locomover na Tailândia

 

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Dependendo da cidade e aonde você vai na Tailândia, o seu meio de transporte deve variar.

 

Em Bangkok, você pode usar: skytrain/metrô, táxis, tuk tuks e barcos.

 

O Skytrain BTS te leva em alguns pontos da cidade e o metrô MRT a outros. São rápidos, te livram do trânsito infernal de Bangkok, são econômicos, custam em torno de 1,50 à 4,50 reais dependendo da distância, mas, não te levam a todos os pontos de interesse da cidade. Então depende de você estar por perto de uma estação e o local onde você for também estar perto de uma. O Skytrain e o metrô se conectam em algumas estações, aumentando o raio de atuação na cidade. Falarei mais pra frente alguns pontos da cidade onde você pode ir usando estes meios de transporte.

 

Táxis e tuk tuks circulam por toda Bangkok, e na verdade antes de você pensar em chamar um táxi ou tuk tuk, já vai ter um cara na sua frente falando: Táxi?. Eles estão por toda parte, coloridos: rosa, azul, verde... Não sei precisar qual o mais barato, algumas vezes táxis foram mais baratos, outras vezes tuk tuks. Os táxis tem ar condicionado, que será um paraíso no calor infernal que faz em Bangkok. Achei os Tuks tuks mais ágeis no trânsito. Independente do transporte que escolher, não esqueça de negociar o valor da corrida antes da viagem. Tente sempre um táxi com taxímetro, mas a missão não será fácil.

Barcos são bastante usados em Bangkok, eles vão e vem pelo principal rio da cidade, o Chao Phraya. Eles tem todo um sistema “organizado”, linha verde, laranja...mas, eu não achei nada fácil usá-los. Na verdade nós o usamos uma única vez só para testar. Primeiro que o píer, que são as estações onde se pega esses barcos são uma bagunça no sentido de não achar quem falasse inglês ou alguém disposto a ajudar. Já vi relatos de pessoas que usaram e gostaram. Eu achei bagunçado e não tive paciência. É barato, coisa de 50 centavos de real por trajeto.

 

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Em Chiang Mai não tem metrô, mas você pode usar táxi, tuk tuks e os famosos, por lá, Red cars ou Songkran.

Os Songkrans, que são carros vermelhos com a carroceria aberta e que pode levar de uma vez cerca de 10 pessoas, geralmente é a forma mais econômica de ir a pontos de interesse em Chiang Mai, como Tiger Kingdon, Zoológico e Templo Doi Suthep. Eles estão por toda parte. Quando você avistar um, basta acenar, perguntar para onde vai e negociar o preço.

 

Em Krabi e Koh Phi Phi você usará dois tipos de embarcação: Long Tails Boat (mais lento e mais barato) ou os Speed Boats (mais rápidos e mais caros) para ir às ilhas. Nos passeios às ilhas você poderá escolher se quer ir com um ou com outro. Com o Speed Boat os passeios ficarão mais caros, mas, você acaba ficando mais tempo nas ilhas.

 

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Prostituição

 

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Esse aspecto na Tailândia é bem aflorado, digamos assim. Por lá existem os Ladys Boys, que nada mais são que garotos que fazem a operação de mudança de sexo, ou não, e trabalham com “programas”.

Existem 3 pontos específicos de prostituição em Bangkok, os Red Light Districts, que você pode ir para simplesmente turistar, ou não. São eles:

 

Nana Plaza, Soi Cowboy e Patpong.

 

Nesse último é onde você pode acompanhar os shows de pompoarismo, os famosos Ping Pong shows. Se você não sabe o que é isso, faz uma pesquisa rápida aí no google e descobre kkk. Nós fomos ao Nana Plaza, contamos a experiência mais pra frente.

 

 

Seven Eleven

 

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Galera, Seven Eleven, guardem este nome, ele será sua salvação em dias de economia. Na minha opinião, você que está planejando sua viagem para a Tailândia, não deveria se preocupar em reservar hospedagem com café da manhã incluso. Muito provavelmente haverá um Seven Eleven perto de você (tipo, em cada esquina) com refeições baratinhas. Não só refeições, mas também itens de higiene entre outros. O Seven Eleven me lembra muito essas lojas de conveniência de postos de gasolina aqui do Brasil, mas muito mais completo. Diversos tipos de sanduíches (de 1,80 a 3,50 reais) à sua disposição que são esquentados na hora pelo simpático atendente. Diversos tipos de bebidas quentes ou frias em máquinas onde você mesmo se serve. Eu falei em café da manhã, mas você também pode comprar seu almoço por lá. Há diversos tipos de “pratos feitos” (em torno de 4 reais) e que também são esquentados na hora para você. Docinhos fofos, salgadinhos, sorvetes, iogurtes, muita coisa diferente e baratinha pra você ser feliz nessa viagem. O Seven Eleven não é uma loja exclusiva Tailandesa, também há lojas nos EUA, Japão, alguns países da Europa entre outros.

 

 

Algumas delícias diferentes que encontramos na Tailândia.

 

Yakult de 1 Litro, já pensou? Na Tailândia você encontra facilmente, em qualquer Seven Eleven.

Sorvete, tipo esses cornetos sabem, de Kit Kat.

 

Chocolate Kit kat de chá verde. Não imaginava, mas é bom.

 

Tortinha do Mc Donalds de Abacaxi!!! Tem de milho também, mas eu adorei a de abacaxi.

 

Pad Thai, um macarrão na chapa, isso mesmo na chapa, com frango, camarão, ovo, ou do jeito que você desejar.

 

Pancake de banana com Nutella!! Uma massa tipo de crepe, na chapa, com banana cortada e nutella. A sobremesa perfeita por lá.

 

Suco de Romã. Tem Romã no Brasil, nem é difícil de achar, mas nunca tinha tomado suco de romã. Cara, no calor que faz por lá, isso desce muito bem e é muito saboroso.

 

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Internet Móvel

 

Caso tenha interesse de ter internet no seu celular desbloqueado para postar suas fotos e vídeos e etc, saiba que você pode ter tudo isso facilmente, e não por muito. No próprio aeroporto de Bangkok (Suvarnabhumi) procure pela lojinha da True Move. Assim que cheguei à loja, me apresentaram alguns planos de chips para turistas. Optei pelo mais barato, custou 300 Baht, uns 30 reais na época. Esse plano vinha com 1,5 GB de internet 3G/4G, duraria até um mês e caso eu a usasse toda, poderia comprar créditos adicionais. Lá na loja você entrega o celular na mão deles e em 3 minutos te devolvem já com o chip e a internet bombando. O que eu achei? Perfeita, funcionou em toda a Tailândia, inclusive nas ilhas. Humilha a internet móvel brasileira. Postei fotos, vídeos, fiz ligação pelo Whatsapp, Skype, fiz todos meus checkins de vôos online pelo celular e ainda tinha internet quando fui embora. Muitas vezes melhor que o próprio wifi fornecido pelos hotéis. Nesse plano você também ganha alguns minutos para ligação, mas não cheguei a usar. Moral da história, vale muito a pena!!

 

 

Quando ir para a Tailândia

 

A melhor época de viajar para a Tailândia é de Novembro a Abril, o tempo é mais seco, a probabilidade de chuva é menor. De Maio a Outubro, principalmente de Junho a Setembro é a época das monções, é a época que pode chover muito, veja bem, pode. Se você pesquisar um pouco vai ver relatos de pessoas que viajaram em julho e pegaram o tempo super bom, sol e tudo mais. Assim como teve gente que viajou em janeiro e pegou tempo ruim. Mas no geral a Tailândia é um pais quente, sol forte, calor infernal. Prepare-se para suar muito.

Mas como foi o clima durante a minha viagem? Graças a Deus, não peguei uma chuva sequer, muito sol e calor, houve apenas uma manhã que estava meio nublado em um passeio às ilhas, mas na hora do almoço o sol abriu contrariando todos os sites de meteorologia que eu via na internet pois segundo eles meus dias em Krabi e Koh Phi Phi seriam de chuva e trovoadas, já tava quase chorando.

 

 

O que levar? Preciso de visto, vacina? Informações gerais.

 

Eu e minha esposa fomos com uma mala cada, dessas de rodinhas mesmo, do tamanho permitido para levar em cima do avião, sabe?! O que eu posso aconselhar aqui é que você leve o mínimo possível, roupas leves, um único sapatinho leve. Os barcos que fazem os passeios para as ilhas te emprestam, sem nenhum custo, snorkel. Nem com isso você precisa se preocupar. Outra coisa, esqueceu alguma roupa, ou levou pouca. Relaxa!! Você está em um país onde roupa é bem barata, compre camisetas e bermudas por lá.

Leve seus remédios básicos. Eu não tive problemas com as toalhas e roupas de cama dos hotéis.

Brasileiros não precisam de visto para entrar na Tailândia, você só vai precisar da vacina contra a febre amarela. Informe-se na sua cidade como tomar esta vacina e depois ter o certificado internacional da Anvisa. Normalmente é coisa rápida que você faz na hora. Resumindo seria assim: só não esqueça seu certificado de vacina e seu dinheiro, o resto você se vira por lá.

 

Por lá a oferta de lavanderias é grande, você vai pagar cerca de 4 reais para lavar 1 kilo de roupas.

 

As tomadas na maioria são como as nossas, as antigas, duas entradas arredondadas.

 

Leve também uma maquina fotográfica para registrar as tantas belezuras que vai ver por lá, né. Eu levei uma Gopro Hero 3 Black, com acessórios e uma Nikon D5100 com duas lentes: 18-55 e a 50mm. Levei um Hd externo também, de vez em quando eu ia em alguma lan house e descarregava as fotos das máquinas.

 

Brasileiros não precisam de visto para entrar na Tailândia, você só vai precisar da vacina contra a febre amarela. Informe-se na sua cidade como tomar esta vacina e depois ter o certificado internacional da Anvisa. Normalmente é coisa rápida que você faz na hora. Resumindo seria assim: só não esqueça seu certificado de vacina e seu dinheiro, o resto você se vira por lá.

Leve também uma maquina fotográfica para registrar as tantas belezuras que vai ver por lá, né. Eu levei uma Gopro Hero 3 Black, com acessórios e uma Nikon D5100 com duas lentes: 18-55 e a 50mm.

 

 

Porque eu fiquei em Krabi?

 

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Na verdade a primeira coisa que você tem que decidir é se você quer conhecer: 4 islands, Hong Islands, James Bond islands, Similan islands. Veja as fotos e vídeos, se gostou e decidiu ir nesses lugares, agora é hora de decidir aonde se hospedar para ir a estes lugares: Krabi, Phuket ou Raillay Beach.

 

A distância desses passeios para Krabi e Phuket é praticamente a mesma, isso não é o ponto a se pensar, e sim o local. Krabi é mais família, menos agitada. Phuket é mais agitada e falam da prostituição por lá que seria bem disseminada. Não fui em Phuket, não posso falar, optei ficar em Krabi. A praia de Ao Nang em Krabi, de onde saem os passeios para estas ilhas não é das mais bonitas, bem feinha na verdade. Mas a cidade é bem equipada em hotéis e comércio para seus dias por lá.

Outra opção que eu não poderia deixar de falar é Raillay Beach. Muitas pessoas tem optado tomar esta praia como base para estes passeios. Raillay Beach é uma praia que fica a +-10 minutos de barco de Ao Nang e também tem ótimas opções de Hotéis, mas um pouco mais salgados. É a opção mais calma e mais linda!

Eu optei por Krabi por ter achado mais opções de hotéis e achar o comércio por lá mais amplo. Não tenho do que reclamar, acho que Krabi, Raillay ou Phuket é questão de perfil. O importante é que esses três lugares casam super bem no seu roteiro com Koh Phi Phi, uma das mais lindas ilhas da Tailândia.

 

Em que região ficar em Bangkok, Chiang Mai, Krabi e Koh Phi Phi?

 

Em Bangkok eu te aconselho a ficar na região da Rua Khao San Road, que é uma região dos mochileiros, independente de como é seu perfil. Pela região a ofertas de hotéis é bem diversificada, vai de albergues a hotéis tops de linha. A Rua Khao San Road em si, é bem bagunçada, depois das 21hs é uma balada a céu aberto, difícil de andar. Se preferir você pode ficar por perto da Khao San Road mas em um local menos barulhento, uma rua chamada Rambutri. Charmosa, mais calma, com restaurantes bem lindos e modernos, a Rambutri é paralela a Khao San. Pela região tem de tudo. Os preços de comidas, hotéis, roupas são muito bons. Não tem estação de Skytrain por perto, a estação mais próxima se chama Phaya Thai, da Khao San até a Phaya Thay você gasta algo em torno de 7,50 reais em um táxi com taxímetro e de 10 a 15 reais sem taxímetro. Da Khao San Road você também pode visitar a pé tranquilamente os principais templos da cidade, que inclusive são um dos passeios imperdíveis em Bangkok.

 

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A cidade de Chiang Mai me fez ter muitas dúvidas em relação a qual região ficar. Chiang Mai tem uma região que é cercada por um muro, em forma de quadrado, em cada lado desse quadrado há um portão (os gates). Na verdade antes de chegar em Chiang Mai achava que o quadrado era 100% cercado por muro, mas na verdade não é não, existe apenas algumas ruínas do muro em algumas partes. Eu fiquei em uma região que achei perfeita, é a região do “Tha Phae Gate”, próxima do Night Baazar (mercado que funciona todas as noites exceto domingo) e do Sunday Market (Feira gigante que ocorre aos domingos). O local também é rota de grande fluxo de transporte, além de ser lotada de comércio, restaurantes, e fast foods como: Mc Donalds, Burguer King, StarBucks e etc.

 

No mapa abaixo, está circulada a região do Tha Phae Gate, área que indico você a se hospedar, não é que não tenha outras áreas boas, mas fiquei nessa e indico. A linha vermelha é onde ocorre a Sunday Market.

 

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Em Krabi, na hora que você for procurar hotéis, busque por Ao Nang, e não Krabi Town. Krabi Town é longe da praia, de onde saem os passeios. Já na região de Ao nang, que é a região praiana, é onde você terá várias opções de agências para fechar seus passeios, restaurantes, câmbio e etc. Talvez não seja essencial ficar tão próximo a praia, até porque a praia de Ao Nang não é linda, e no dias dos passeios as vans te buscam e te deixam no Hotel. Eu fiquei bem próximo a praia, foi legal, acho que a gama de comércio é melhor por lá, mas não é crucial ficar tão próximo a praia se não conseguir nenhum hotel interessante ($$) por lá.

 

Koh Phi Phi é uma ilha não muito grande onde a base hoteleira fica entre duas praias: Tonsai e Loh Dalum Bay. Acho interessante você ficar nessa região. Tanto faz em qual das duas praias. Pra sair de uma praia e chegar a outra você vai caminhar uns 4 minutos. Elas são opostas e são ligadas por uma rua principal. A praia de Tonsai é a praia por onde os barcos chegam, você vai chegar por ela. A praia não é tão bonita quanto Loh Dalum Bay, que é onde a galera toma um sol e onde tem os bares mais movimentados a noite. Existem alguns hotéis que são afastados deste “centro” que eu não indico ficar, a não ser que você queira aquele sossego total, exclusão total. Tem hotéis afastados que só te permitem chegar no centro de barco, então pesquise direitinho isso na hora de fechar seu hotel. Não achei a ilha de Koh Phi Phi tão agitada, barulhenta. Tem uma parte específica em Loh Dalum Bay que é mais barulhenta com bares, shows de pirotecnia, baladas, Muay Thay e similares.

 

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Como é o contato com os animais na Tailândia.

 

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O turismo baseado em animais é grande na Tailândia. Por lá é possível você interagir com elefantes, tigres, cobras, macacos e mais uma porção de animais exóticos. Não quero iniciar aqui qualquer polêmica à respeito de possível abuso aos animais. De modo informativo digo que por lá, se tem algum tipo de IBAMA, é bem mais maleável que por aqui. Por lá existem fazendas de Elefantes e Tigres. Na minha opinião pessoal, achei que os Elefantes são bem tratados, acredito que estão melhores do que se estivessem soltos, quem sabe a mercê de caçadores. Quanto aos Tigres não me pareceram dopados como alguns dizem, mas não fiz um antidopping no bicho também. É bem comum por lá, você ver algum camarada pelas ruas, com algum animal exótico, oferecendo-o para você tirar foto, claro que por alguns Bahts. Por exemplo, quando fui tinha um cara que todas as noites ele ficava na Khao San Road com um camaleão gigante oferecendo-o para você tirar uma foto. No Mercado Flutuante havia comércio de fotos com cobras e Slow-Lóris, entre outros. No Zoológico de Chiang Mai, você pode alimentar livremente alguns animais como Hipopótamos, Girafas e Veados, além de ver, esses apenas ver, Pandas e Coalas. O comércio de animais no Chatuchak Wekeend Market em Bangkok também pode chocar alguns. Por lá você encontra a venda, em gaiolas, cães e gatos de raça, além de esquilos voadores, macaquinhos, ratinhos, coelhos entre outros. Até vender animais...ok, o negócio são as condições. Eles ficam no calor infernal que é aquele Mercado, em gaiolas muitas vezes pequenas para eles. Vi cachorros grandes à venda, em gaiolas onde eles mal podiam deitar. Deu peninha.

 

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Do aeroporto de Bangkok Don Mueang até a Khao San Road.

 

Deixa eu explicar antes. Bangkok tem 2 aeroportos. O Suvarnabhumi, é o maior, é por ele que você chegará do Brasil. O Don Mueang é menor, é o que faz voos domésticos e alguns internacionais para países próximos: Vietnã, Camboja etc.

Do aeroporto de Don Mueang até a Khao San você só tem uma opção: táxi. Por lá, nem o metrô e nem o Skytrain chegam. Não sei se tem ônibus, creio que não. Já vi alguns tópicos que comentavam que existiria um ônibus por lá que faz translado entre os dois aeroportos, mas não tenho certeza. Do Don Mueang até a Khao San o táxi levará em torno de 25 minutos e custará em torno de 220 Baht. Nesse aeroporto, caso você siga as placas “Táxi”, elas te levaram à um local regularizado no aeroporto para você pegar táxis com uso do taxímetro, mas, certa vez enfrentei uma fila de quase 1 hora para pegar um desses táxis. Fato curioso, por duas vezes peguei táxi deste aeroporto até a Khao San. Nas duas vezes o valor no taxímetro deu 220 Bahts, mas em uma das vezes o taxista nos levou por um caminho com pedágio, tive que pagar 50 Baht a mais. Se o taxista passa por pedágio, o passageiro que paga.

 

 

 

Do Aeroporto de Bangkok “Suvarnabhumi” até a Khao San Road.

 

Você pode ir de táxi ou Skytrain. Confesso que não sei passar a informação se tem ônibus que ligue o aeroporto a cidade. O aeroporto é um tanto afastado da cidade. Galera, eu não decorei caminhos, se é à direita do desembarque ou esquerda, eu diria para você seguir as placas, não tem segredo, achei o aeroporto bem sinalizado, placas em inglês e Tailandês.

Caso queira ir de táxi, tente procurar um com taximetro. Se conseguir, deverá pagar algo em torno de 300 Baht. Caso não consiga, você deverá pagar algo em torno de 600 Baht. O trânsito em bangkok é terrível, dependendo do horário, você pode levar até 2hs do aeroporto à Khao San.

Caso decida ir de Skytrain, o que eu aconselho, é simples. Siga as placas (Skytrain BTS. Lembro que desci umas 3 escadas rolantes, por aí). Chegando lá, você vá no guichê e compre sua passagem para a estação Phaya Thai, linha azul (você pode comprar na máquina também, mas se não me engano ela só aceita moedas). Esqueça a linha vermelha, ela não vai até Phaya Thai. O valor é de 45 Baht. Você ganhará uma ficha, que te dará acesso a área de embarque do Skytrain, guarde-a pois você precisará dela para sair depois. Comigo o trem demorou uns 5 minutos para chegar e 20 minutos até a estação Phaya Thai, essa linha vai parando em outras estações, fique atento à sua. Chegando na estação Phaya Thai, desça para rua e pegue um táxi ou tuk tuk até a Khao San. Se conseguir um táxi com taximetro, pagará +-75 baht, caso não consiga, por 150 Baht eles te levam, claro que eles vão te pedir mais de início.

 

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A massagem Tailandesa.

 

Ahhh, esse é o país da massagem. Por lá você facilmente vê pessoas na rua oferecendo massagem, que em muitos lugares são feitos nas ruas mesmo em caminhas. Os preços das massagens diferem dependendo da cidade. Em Bangkok na Khao San Road, 30 minutos de massagem custa 150 Baht, em Chiang Mai, cheguei a encontrar por 70 Baht os mesmos 30 minutos. Nas ilhas de 200 Bahts para mais, dependendo do estabelecimento. A massagem mais comum é a Foot Massage, que promete recuperar seus pés após um dia cansativo de passeio, e recupera mesmo. Mas não é só massagem no pé não, o local do seu corpo a ser massageado você escolhe. Se você preferir, tem até massagem com “Happy Ending” kkkk.

Tem por lá também a Fish Massage. Dão muita cosquinha, mas seus pés saem parecendo que foram lixados. Olha a foto!!!

 

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Obrigado Luiz Gatti !!

Comece a pensar seriamente em ir para a Tailândia. Como eu disse no começo desse relato: provavelmente será a melhor viagem da sua vida! Abraço!!

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Hickmann, obrigado!!! Continuarei, na verdade estou continuando. Logo posto um pouco mais. Fico feliz de ver pessoas acompanhando. Abraço.

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DIA 6 – UM DIA COM ELEFANTES EM CHIANG MAI

 

Este foi mais um dia incrível em Chiang Mai. Passamos o dia no ChangYim Elephant Farm. Uma fazenda com 8 elefantes, se não me engano, parte deles recuperados de maus tratos. Fechamos esse passeio na noite anterior. O preço inicial era de 2800 Baht por pessoa. Ofereci 2200 Baht por pessoa. A mocinha Tailandesa pensou, pegou uma calculadora para fazer alguns cálculos, possivelmente de quanto ela lucraria aceitando minha oferta, pensou, pensou e no fim aceitou.

 

O cronograma da fazenda que visitei, foi resumidamente o seguinte:

 

8hs - Uma van te busca no hotel. No caminho vocês compram comida para alimentar os elefantes.

9hs - Chegando na fazenda você alimenta os elefantes e em seguida aprende os primeiros comandos. Sobe no Elefante e da uma volta pela fazenda

12hs - Almoço (incluído no valor que você pagou)

13h30 - Você sobe no elefante e vai com ele até um rio e dá banho nele.

15:30 - Hora de ir embora.

 

Esse foi o programa do ChangYim Elephant. E boa parte dos “one day tour” com elefantes segue essa mesma linha. Se você optar por fazer o passeio de meio dia, será isso aí de forma mais resumida. Ou você pode optar por aquelas visitas à fazendas de elefantes onde eles fazem show, pintam quadros, usam cadeirinhas nas costas, enfim, não foi esse o tipo de interação que queríamos com os elefantes.

 

Pontualmente o motorista nos buscou em frente ao Hotel e seguimos rumo à fazenda. No caminho, houve uma parada em uma tal de “Orquídea Farm”, 15 minutos. Provavelmente os motoristas ganham um bônus do local para dar uma paradinha com os turistas por ali. Não tinha nada demais no local, somente muitas orquídeas. Seguindo viagem, alguns minutos depois o motorista, que era super simpático e fluente no inglês, parou em uma barraca de frutas e comprou um cacho gigante de banana. Arriscaria que tinha aproximadamente uns 10 kilos de bananas. Após uma viagem de mais ou menos 45 minutos, chegamos na fazenda. Já podíamos avistar os elefantes, nenhum deles acorrentado, eles estavam totalmente soltos. O local é bem bonito, passava uma paz incrível. Era um espaço meio que num vale, com várias cabanas onde vivem algumas daquelas “Mulheres Girafas” ou “Long Neck Womans”. Só um detalhe, nesse dia estávamos só nós na fazenda. Isso mesmo, não tinham fechado com mais ninguém naquele dia, ou seja, a fazenda estava privativa para nós haha. Tanto que esse valor que paguei normalmente é para um elefante por casal. Mas devido a pouca demanda no dia podemos em alguns momentos ficar cada um com seu elefante. Uma família toma conta do lugar. Dois dos filhos tiram fotos sua o dia inteiro, caso queira, pelo valor de 300 Baht. Achei o valor bem em conta até porque eles tinham câmeras e lentes de boa qualidade o que resultaram em lindas fotos. As fotos são entregues em um CD. Eu pedi para passarem as fotos para o cartão de memória da minha câmera porque ainda tinha muita viagem pela frente, e já pensou se esse Cd me quebra e eu perco as fotos desse dia?! Ao chegar, nos entregaram roupas especiais para este dia. Estavam lavadinhas e se fez necessário usar essas vestimentas para você não sujar ou estragar suas roupas, e também porque eles já estão familiarizados com o cheiro dessas vestimentas. Alimentamos dois elefantes, eles amam essa hora. Depois aprendemos alguns comandos, como por exemplo: Bon-Bon, que serve para o elefante abrir a boca para você alimentá-lo, entre tantos outros comandos que você aprende. Depois subimos no elefante e demos a primeira volta sobre eles. Que experiência sensacional. Depois nosso almoço foi servido pela própria família que mora por lá. Foi um Pad Thai que veio envolto em uma folha de bananeira. Super rústico o negócio. Eles vendiam sucos e refri por lá. Comprei uma coca por 20 Baht. Nos serviram abacaxi de sobremesa, servido todo cortadinho e decorado. Eles adoram decorar as frutas na Tailândia. Depois do almoço subimos nos elefantes novamente e dessa vez seguimos rumo a um rio que fica próximo. Chegando lá é aquela festa. Acredite, eles se jogam no rio, levantam e se jogam de novo. Eles adoram banho, adoravam que nós os esfregássemos. Foi uma bagunça. E é mais ou menos isso, nos despedimos dos elefantes, nos trocamos e pé na estrada. Na volta, o motorista parou em um local que faz papel à partir do côco do Elefante, a parada é rápida, enche um pouco o saco pois já estava cansado e não tava nem aí para o fato do côco do bicho virar papel. Chegando lá o cara te explica como funciona o processo e depois te guia até a lojinha que é cheia de produtos feitos de papel de côco. Fiquei meio que sem graça de não comprar nada e levei um cartão de Natal que custou 20 Baht. Creio que perdemos uns 15 minutos nesse local. Chegamos de volta ao nosso hotel era umas 16hs e pouco.

Quem se interessar em ir nessa fazenda especificamente, pode tratar pelo face deles https://www.facebook.com/changyim.tour.7?fref=ts . Eu indico!!

 

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Nesse dia minha esposa ainda queria muito passar em uma grande loja de cosméticos que ela tinha visto na rua do Sunday Market, próximo à um templo chamado Wat Phra Singh. Era uma loja enorme de cosméticos e produtos de beleza, como essas muitas que temos pelo Brasil. Lá na Tailândia, na verdade na Ásia, existem muitas lojas de cosméticos e também centros de tratamento de beleza e derivados. A mulherada por lá piram nessas coisas.

Você homem, que tem sua namorada, noiva, esposa, provavelmente vai se identificar comigo. A minha mulher quando entra em uma dessas lojas de cosméticos, de coisas de beleza, se perde. Ficamos por volta de 1 hora por lá, para mim pareceu 1 semana. Centenas de produtos Asiáticos e coisas que minha mulher nunca tinha visto, na verdade muitos ela nem sabia pra que servia.

Moral da história, ela disse que por motivo de consumo investigativo, teve que comprar algumas coisas. Algumas coisas???? Olhem a foto abaixo!!! A conta foi de 2000 e poucos Baht. Até que não achei tanto pra porrada de coisas que ela comprou.

 

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Nesta noite comemos em uma esquina em frente o Tha Phae gate, não me lembro o nome do local, comemos hamburguers com fritas, 180 Baht cada lanche. Voltando para o hotel, passamos no Sixty Hotel onde tínhamos fechado o passeio dos elefantes e fechamos o passeio para o White Temple, que fica na cidade de Chiang Rai, quase 3 horas de Chiang Mai. Voltamos para o Hotel e antes de dormirmos assistimos um pouco de novela Tailandesa. Tem muuuitas novelas na tv por lá. Não entendíamos nada, mas eram muito engraçada, com efeitos especiais toscos, proposital pra fazer humor mesmo. E ahhh, nada de safadeza nas novelas, no máximo beijinho na boca haha.

 

 

CONTINUA...WHITE TEMPLE E BLACK TEMPLE EM CHIANG RAI.

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DIA 7 – WHITE TEMPLE E BLACK TEMPLE EM CHIANG RAI.

 

Na noite passada fechamos o passeio ao White Temple. Queríamos muito conhecer esse templo. As fotos que víamos de lá eram sensacionais. Este é mais um dos principais passeios vendidos em Chiang Mai. As agências não fazem somente a visita a esse templo, ele sempre vem acompanhado de outros pontos de visita. Os dois passeios vendidos para o White Temple tem os seguintes cronogramas (pelo que sondei nas agências em que fui):

 

Tour 1 (Das 08 às 19hs)

 

-Hot Spring (tipo um gêiser que lança água pro alto)

-White Temple

-Triângulo Dourado ( Divisa da Tailândia, Birmânia e Laos)

- Aldeia das Mulheres Girafas.

 

Tour 2 (Das 08 às 16hs)

 

- Hot Spring

-White Temple

-Black Temple

 

Na agência em que fechei o passeio, os preços eram os mesmos, 2300 Bahts por pessoa para qualquer um dos tours citados acima. Como não tinha interesse de ir nas Mulheres Girafas, pois na fazenda de elefantes que fui já tinha visto algumas dessas mulheres, além disso a visita ao triângulo dourado não me chamou muita atenção quando li em outros relatos. Por esses motivos fiquei com o Tour 2. Joguei sobre a mesa da mulherzinha 4000 Baht para eu e esposa irmos no Tour 2. Ela hesitou, mas acabou aceitando. Economizei 600 Baht em relação ao preço original.

 

Às 8 da manhã, após café da manhã no Seven Eleven, já estavamos em frente ao hotel esperando a van que nos buscaria. Deu 8h30 e nada dessa van aparecer. Haviam esquecido da gente, acreditam?! Quando fechamos o passeio, a atendente nos deixou o número de celular dela e disse que caso o motorista não aparecesse até às 08h30 era pra ligar pra ela. Esse procedimento é meio padrão das agências por lá. Às 08h31 ligamos para a mulher, ela disse que ia ligar para o motorista e retornava. Cinco minutos depois ela retorna e nos conta que realmente o motorista cometeu um engano e esqueceu-se da gente, mas, que um outro fulano nos buscaria de carro e alcançaria a van. E foi isso que aconteceu, por volta das 08h55 um cara com um carro nos busca e a idéia é o cara correr que nem louco para alcançar a van. Meu Deus que medo!! Resumindo, a van estava bem adiantada em relação a nós, mesmo o motorista tendo corrido como se não houvesse amanhã, não alcançamos a van e ele teve que nos levar até o White Temple. Chegamos quase junto da van que havia chegado fazia 5 minutos. Perdemos 5 minutos de visita ao White Temple e perdemos também a visita à Hot Springs, pois essa visita pelo que fiquei sabendo era só uma parada para ir ao banheiro no caminho e durava 15 minutos. Falaram que era bem bobinha essa Hot Spring, tipo um gêiser espirrando água. A viagem até Chiang Rai dura cerca de 3 horas, longinho mesmo. Mas é uma viagem bonita, passamos por regiões bem de interior Tailândes, com templos bem bonitos.

 

O Wat Rong Khun, ou simplesmente White Temple, é muito lindo mas também bizarro. Imagine que tem a cabeça do Batman por lá, até o Hellraiser eu vi. Ele tem toda a representação budista normal, mas tem também símbolos hindus e inúmeras referências pop. Que louco!! Nós tínhamos 1 hora para ficar por lá. Quando estivemos por lá, o templo estava com muitas reformas e não podemos entrar, somente vê-lo por fora. A entrada deste templo é gratuita e apesar dele ser um templo todo moderninho as regras de vestimenta continuam as mesmas: ombros e joelhos cobertos.

 

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Após o tempo estipulado no White Temple, encontramos o guia que deu um voucher para cada pessoa do grupo. Ele tinha 80 Baht de créditos para serem gastos no restaurante em frente ao White Temple. Todas as opções por lá eram bem Tailandesas: arroz com frango, macarrão com frango, ou ao invés de frango carne de porco, além de legumes. Os pratos custavam em torno de 50 Baht, sobrando assim um troco pro refri ou suco. Ficamos por ali cerca de 45 minutos. Após o almoço, agora sim na van com o resto do grupo, dirigíamos para o tal de Black Temple, que pra mim era quase que totalmente desconhecido. Lembro de já ter lido algo à respeito em algum relato, mas não lembrava nada. Quinze minutos depois, chegamos a um parque com muitas árvores, um local em meio a natureza e cheia de templos e casas no estilo asiáticas, todas negras. Estávamos no Black Temple. Ficamos por ali mais 1 hora. O local é bonito, não tem como falar o contrário, mas não tem visita indispensável. O calor era grande, por isso aproveitamos para tirar algumas fotos e depois sentar em uma sombra de árvore, beber uma água de coco por 40 Baht e descansar. Após a 1 hora estipulada, voltamos para a van e seguimos viagem de volta para Chiang Mai. Chegamos por volta das 16hs no nosso hotel.

 

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Depois de um banho e uma descansada no hotel, voltamos a falar com a mesma mulherzinha que fechamos os passeios para ver se ela nos achava um taxista que nos levasse ao aeroporto no dia seguinte bem cedinho. Nosso voo saia as 6 da manhã, queríamos um táxi que nos buscasse as 4h30 da manhã. Essa hora não tem táxi nas ruas. Ela achou um taxista disposto, mas como já imaginava, tudo tem seu preço. Normalmente essa viagem custaria 150 Baht, mas como o cara ia ter que madrugar para nos levar até o aeroporto, nos cobrou 300 Baht. Fazer o que né! Depois disso era hora de curtir nossa última noite em Chiang Mai. A tristeza começava a surgir viu. Cidadezinha tão gostosa! Na recepção do nosso Hotel, vi um folder de um lugar lá em Chiang Mai chamado The Castle. A atendente nos explicou que era uma casa de terror ao estilo parque de diversão de Orlando, e que era muuuito legal, tudo super bem produzido, tipo Hollywood. Mas o preço da entrada, 450 Baht, mais tuk tuk até lá, me desencorajou. Acabamos indo conhecer o Night Baazar, como já era programado. Após caminhada de 6 minutos estávamos no Night Baazar que nada mais é que um mercado noturno que abre todas às noites, exceto domingo. Na verdade a rua do Night Baazar já é uma feira, a região toda é cheia de barracas que vendem de tudo. Muitas lojinhas, barraquinhas, muitas bugigangas que você vai se acostumar por lá, tudo com bons preços.

 

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Paramos em um tipo de praça de alimentação dentro do Night Baazar para jantar algo. Kebabs, Pad Thais e lanches, eram algumas das opções para comermos por lá. Resolvi comer um Pad Thai, pedi também uma coca mas me informaram que havia acabado. Fui na barraca da frente pedir uma coca. Nessa barraca uma criança dormia em um colchãozinho no chão. Enquanto o dono da barraca pegava minha coca, avistei uma enoooorme, uma big ratazana comendo algo no chão. Me assustei e apontei a bichona para o atendente: HEEEY, RAT, RAT!!! O cara deu uma espantada no rato que foi diretamente para a criança que estava no chão, deu umas duas rodadas em cima da criança e depois sumiu atrás de uns engradados. A criança continuou dormindo e o cara sorridente me deu a coca. Aí já sabe né, eu pensando duas vezes se comia o Pad Thai, pensando na limpeza dos alimentos, se haviam pelos de ratos no macarrão, e por aí vai.

Dormimos essa noite com o coração apertado de estarmos partindo, mas pensando que logo mais estaríamos na PRAAAIA!!!!

 

CONTINUA...VOO NA AIR ASIA. KRABI E RAYLAY BEACH.

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Estou pensando em ir para Tailândia ano que vem e estou lendo todos os seus posts com bastante atenção.... Obrigado por compartilhar conosco.

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DIA 8 – CHEGADA À KRABI

 

Às 4:50 da manhã chegávamos no aeroporto de Chiang Mai, nosso voo para Krabi era às 6hs. O check-out no Thana Hotel foi rápido e tranquilo, e o taxista que fechamos no dia anterior por 300 Bahts nos buscou pontualmente para nos levar ao aeroporto. Na noite anterior, fizemos o check-in do voo para Krabi no site da Air Asia. Tudo online pelo celular. Todas as Low Costs que voamos nos enviaram email no dia anterior ao voo com link para fazer o check-in. Facinho, facinho!

 

As especificações da Air Asia em relação as bagagens eram as seguintes: Somente bagagem de mão, 7 quilos por pessoa. Diferente da Nok Air e da Thai Lion Air que permitiram despachar 15 quilos além dos 7 quilos de bagagem de mão. Todas as tarifas que adquirimos foram as básicas.

 

Como nossas malas estavam, uma com 9 quilos e outra com 10 quilos, tivemos que comprar o direito de bagagem extra. Pagamos 300 Baht para poder despachar 15 kilos. Tudo feito online também pelo site da Air Asia, pago com cartão de crédito. Atenção, esse preço da bagagem extra só conseguimos comprando antecipadamente, comprando na hora do check-in teríamos pagado 900 Baht.

O voo da Air Asia foi pontual e tranquilo. De Chiang Mai para Krabi levamos cerca de 1h45. Nada foi servido no voo, até a água era cobrada. Achei um absurdo!

 

No aeroporto de Krabi, fomos para Ao Nang (região litorânea de Krabi onde ficava nosso hotel) em uns tipos de Mini ônibus que tem por lá. Custa 150 Baht por pessoa. É tabelado e já no saguão do aeroporto você verá as placas dessa opção de transfer. Um táxi do aeroporto até Ao Nang estava saindo por 600 Baht. Eles esperam o ônibus encher para sair. Isso não demora muito, pois provavelmente muitas pessoas do seu avião irão para a mesma região. As bagagens são amontoadas na frente do ônibus e a viagem até Ao Nang dura cerca de 45 minutos. Veja que os ônibus não te deixam na porta do seu Hotel, a não ser que esteja na rota do ônibus. Peça ao motorista te deixar o mais próximo. O P.K. Mansion, foi o hotel em que ficamos. Diria que seu ponto forte é a localização, fica a uma quadra da praia. Pagamos cerca de 420 reais em 4 diárias. Bom preço para um Hotel que nos proporcionou tudo que precisávamos. Além da ótima localização o hotel tinha um bom ar-condicionado, bom banheiro privativo, tudo funcionava, tinha varanda com vista para a praia. O nosso quarto ficava no 2 andar, mas foi tranquilo. Apenas um porém em relação a esse Hotel. Todas as noites havia seres correndo pelo forro do teto do nosso quarto. Não era constante, mas cheguei a acordar uma noite com o barulho. Não sei se eram gatos, mas não havia barulho, eu arriscaria que eram ratazanas das grandes. Não senti medo de o teto desabar, pois o mesmo parecia bem firme. Mas foi estranho! Chegamos ao Hotel por volta das 9 horas, e gentilmente nosso quarto já foi liberado bem antes do horário de check-in que era às 14hs.

 

Cara que delícia colocar a roupa de praia e saber que em instantes iríamos estar com os pés na areia e nadando naquelas águas verdes Tailandesas que antes só víamos nas fotos. Iriamos para Railay Beach, hoje passaríamos o dia por lá. Ao Nang tem uma avenida principal chamada Khlong Hang Rd. Muitos hotéis e comércio em geral ficam nessa avenida ou próximo dela. Ela termina, ou começa sei lá, na praia. Então se for ficar nela, fique o mais próximo da praia possível. No encontro dessa avenida com a avenida da praia fica um balcão que vende o ticket para Railay Beach, custa 200 Baht por pessoa ida e volta e os barcos saem de 10 em 10 minutos na praia em frente. Se não me engano eles te dão dois papeizinhos, um para você embarcar e outro para você poder voltar. A praia de Ao Nang não é bonita, ela até tem alguns paredões daqueles característicos Tailandeses, mas a cor da água realmente decepciona. Já Railay Beach, é show!! A viagem de Ao Nang para Railay dura cerca de 10 minutos, é pertinho.

 

Railay não é uma ilha, mas é separada em 3 praias: Railay West, Railay East e Pranang.

 

Railay West é a praia aonde o barco vai te deixar neste transfer de Ao Nang. É uma praia badalada, com vários resorts tops e com uma “walking street” com boas opções de comida. Nessa praia vimos duas garotas de top less jogando vôlei bem à vontade.

 

Railay East você acessa atravessando a walking street através da Railay West. Quando eu fui lá só vi mangue, mais nada. Mais próximo da Railay East ficam os hotéis mais em conta.

 

Pranang Beach é a quarta praia a ser visitada pelo passeio das 4 Islands, um dos passeios mais vendidos por lá. Bem bonita e tem uma pequena caverna (falo mais no relato do passeio das 4 Islands).

 

Chegando na Railay West você já começa a sentir o gostinho do paraíso. Praia não muito grande, com aqueles paredões rochosos típicos do país, Long Tail Boats ancorados e muita gente bonita tomando sol. O mar é esverdeado e transparente. Tem poucos peixes. Praia ótima para você passar o dia relaxando. Na Walking Street, comemos um ótimo Kebab por 100 Baht, lembram que na Khao San paguei 60 Baht né ?! Nas regiões das praias os preços sobem em relação a Bangkok e Chiang Mai. Por volta das 15hs fomos embora, o tempo deu uma fechada, mas não choveu. Foi bem comum nos dias em que fiquei por lá, o sol ser encoberto por volta das 15/16hs.

 

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O resto do dia foi de descanso no hotel e passeio pela orla de Ao Nang à noite. Passamos em uma agência também e fechamos passeios para os três dias seguintes. As opções para comer por lá são muitas. Tem várias pizzarias por lá com preço tabelado, 150 baht a pizza individual. Nesta noite comemos pizza em uma pizzaria frente a praia. Depois comemos uma Pancake de banana com Nutella por 40 Baht e um crepe de nutella por 40 Baht também em barracas de rua. Depois disso fomos dormir, pois pelos próximos oito dias estaríamos conhecendo as praias mais bonitas que já vimos em nossas vidas.

 

 

CONTINUA...4 ISLANDS!

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