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Discussões & Notícias sobre o Aquecimento Global

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[info]Discussões & Notícias sobre a "novela" do Aquecimento Global[/info]

 

[t1]"Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul[/t1]

 

:arrow: Fonte: UOL Ciência e Saúde http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/nao-existe-aquecimento-global-diz-representante-da-omm-na-america-do-sul.jhtm

 

Por Carlos Madeiro

Especial para o UOL Ciência e Saúde

 

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

 

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

 

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

 

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

 

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

 

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

 

 

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

 

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

 

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

 

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

 

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

 

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

 

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

 

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

 

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

 

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

 

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

 

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

 

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

 

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

 

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

 

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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A verdade sobre as previsões do clima! ::hahaha::

 

Pessoal, àqueles que ainda dão algum crédito às previsões do IPCC de que o clima irá esquentar no futuro, blá, blá, blá... eu sugiro darem uma lida na reportagem do link que posto aqui sobre o Met Office, que é simplesmente o órgão oficial do Reino Unido para metereologia e ligado ao CRU ( aquele do escândalo dos e-mails ).

 

Atentem, que a previsão foi feita no dia 28 de outubro deste ano de 2010, portanto a pouco mais de 35 dias. A previsão de longo prazo, para este inverno, que normalmente seria feita em março de 2010, não mais foi feita pelo Met Office, devido aos sucessivos constrangimentos do órgão por errar absurdamente as previsões ( baseadas em modelos climáticos... ). :o

 

Mesmo tendo um grande supercomputador, o Met Office resolveu então fazer a previsão mensalmente, para errar menos e qual o resultado? Predisseram um inverno moderado com temperaturas ligeiramente acima da média há pouco mais de um mês e na verdade se configura o mais frio de no mínimo os últimos 17 anos, podendo ser inclusive pior com o avançar do inverno, já que este frio todo chegou 30 dias antes do esperado! :shock:

 

Leiam a matéria e vejam a reportagem sobre a previsão de 28 de outubro de 2010 e a outra de 28 de novembro de 2010! E é ótimo ler também os comentários dos britânicos “extremamente satisfeitos” com tais previsões! ::bruuu::

 

http://wattsupwiththat.com/2010/11/28/the-uk-met-office-winter-forecast-fail-or-faux/

 

E como um deles bem colocou:

 

“Onda de calor ... aquecimento global

Onda de frio ... aquecimento global

Secas ... aquecimento global

Inundações ... aquecimento global

Chuvas fortes ... aquecimento global

Tempo normal ... aquecimento global”

 

“Eu desisto.. Isso está ficando patético.. gostaria que estas mentiras se encerrassem...” ::grr::

 

Até quando vamos tolerar sermos enganados e extorquidos por esta falsa religião do AGA??? ::vapapu::

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É pessoal, às vezes a verdade vem à tona!!! :shock:

 

Normalmente nós que somos chamados de céticos é que fazemos as afirmações chocantes que vocês terão oportunidade de ler no link que posto a seguir, mas neste caso específico peço que vejam o site onde está “hospedada” a entrevista e as credenciais ao fim da mesma do interlocutor que responde às perguntas! :o

 

http://thegwpf.org/ipcc-news/1877-ipcc-official-climate-policy-is-redistributing-the-worlds-wealth.html

 

Leiam a quarta e quinta perguntas e suas respectivas respostas.

 

Mas mesmo esta declaração que parece chocante, ainda assim esconde uma verdade mais chocante ainda por trás! Pois da forma que é colocado parece até uma coisa boa, que seria a transferência de renda de países desenvolvidos para países mais pobres... seria, se oculta nesta transferência de renda não estivesse contido um mecanismo perverso de limitação de desenvolvimento destes mesmos países menos ricos! :o:shock:

 

Na verdade o que se está pondo em prática é o mesmo que quando a alta sociedade está em um caríssimo restaurante comendo os pratos mais delicados, exóticos e CAROS e está sendo observada pelo povão lá fora; então eles mandam várias marmitas com as sobras mais simples de suas mesas juntamente com um recado: aceitem esta refeição ( e outras mais virão ) mas em contra-partida estão proibidos de melhorar de vida e conseguirem dinheiro para poderem se vestir à caráter e terem condições financeiras de algum dia freqüentar este restaurante exclusivo! ::carai::::grr::::vapapu::

 

E ainda tem gente que acha que esta histeria sobre AGA tem haver com o clima... ::putz::

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Para aqueles que gostam de "figurinhas", cortesia do Dr. Phil Jones, aquele diretor do CRU envolvido no chamado Climategate:

 

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::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::::essa::

Postado
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Fiquem atentos à mídias alternativas já que a oficial parece não gostar de noticiar nada que seja contra o AGA.

 

Procurem por algo relacionado a um estudo sobre isótopos de C ( carbono ) e que demosntraria que não há como separar o C que emitido pelo homem e o que é emitido pela natureza e que os estudos de IPCC PARECEM trabalhar com suas projeções futuras entrando com uma variável nos modelos que PRESUMIRIA que todas as plantas C3 do planeta ( que devem representar de 99% do total de espécies ) estariam se decompondo e as emissões deste CO2/NH4 seriam atribuidas ao ser humano... ::sos::

 

Se isso for verdade... o IPCC estará ferido de morte! ::otemo::::ahhhh:: Vamos aguardar para ver.

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Como se mente descaradamente para manter vivo o terrorismo do AGA!!! ::carai::::vapapu::::grr::

 

Na reportagem do fantástico sobre o monte Kilimanjaro, se atribui o desaparecimento de suas geleiras do cume pelo menos em parte ao aquecimento global! ::mmm:

 

Aparece o lacaio do IPCC, o Sr. Carlos Nobre ::dãã2::ãã2::'> afirmando que a troposfera está mais quente e que por isso a “zona de temperaturas que antes eram mais frias se deslocam ainda mais para cima, esquentando o topo”. ::lol4::

 

O safado mente descaradamente pois não só os dados de satélite ( que agora são questionáveis pois vários mostram descalibramento pra MAIS acusando temperaturas mais altas, e ainda assim acusam a tal estabilidade ) mas também os de balões metereológicos mostram claramente que a alta troposfera NÃO mostra sinais de aquecimento, pelo contrário, mostra estabilidade até com um ligeiro declínio! ::Cold::

 

Mas isto ainda não é o pior... :shock: o descalabro total é saber que no topo do Kilimanjaro onde estariam as geleiras ( sim, realmente boa parte desapareceu ), a temperatura máxima, e não estou falando de média e sim de máxima absoluta, JAMAIS sobe a 0 graus centígrados, ficando abaixo mesmo de 2 graus negativos!!! ::ahhhh::

 

E a perguntinha básica de física: qual a temperatura de derretimento do gelo??? ::lol3::

 

A reportagem é tão absurda, que mostram a imagem do que seria um laguinho congelado que seria o produto do degelo do dia anterior e que voltaria a degelar durante o dia e “escorreria pela montanha abaixo...” :o ; eu pergunto: haveria imagem mais impactante do que alguém, qualquer um até mesmo com um celular filmar este laguinho derretendo durante o dia e fluindo montanha abaixo??? :o Claro que não! A regra número um do jornalismo é consiga a imagem mais impactante possível para a matéria! :shock:

 

E por que não foi feita tal imagem? Pelo simples fato que tal laguinho não degelaria!!! :wink::twisted:

 

Aos que não acreditam em mim, pois acham que eu possa estar chutando a questão da temperatura ::bruuu:: , segue um link de um trabalho científico com peer review das temperaturas no monte Kilimanjaro, segmentadas por zonas. Vejam no primeiro parágrafo da página 11 qual é a afirmação com relação à temperatura máxima que é possível de se encontrar no topo do Kilimanjaro. :o

 

http://www.geo.umass.edu/climate/tanzania/pubs/duane_etal_aaar08.pdf

 

Podem me chamar de arrogante, de chato, de prolixo nas palavras, de usar muito tecniquês ( o que não é verdade ), etc, etc, etc :oops: ; mas jamais poderão dizer que menti ou que fiz uma afirmação intencionalmente errônea para induzir os demais leitores à erro ou que escrevo coisas sem fundamentação. 8)

  • 2 semanas depois...
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  • Membros

Artigo muito interessante!!!!!!!

 

 

A intimidação do ozônio: uma retrospectiva

 

por Rod Rojas, quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

 

 

 

Lembra-se de quando a redução da camada de ozônio iria fazer com que todos nós morrêssemos de melanoma maligno, há apenas alguns anos? Essa intimidação do ozônio parece ter saído da pauta do terrorismo ambiental completamente.

 

Como você deve se lembrar, os clorofluorcarbonetos (CFCs) eram o capeta da época, desempenhando o mesmo papel que o dióxido de carbono (CO2) desempenha hoje no amedrontamento do aquecimento global. Ambientalistas alegavam que o CFC iria, de alguma forma, subir mais de 64 km da superfície da terra até a camada de ozônio, não obstante o fato de os CFCs serem aproximadamente cinco vezes mais pesados que o ar. Sem dúvida alguma, um caso típico de tijolos flutuantes.

 

Ao banirem os CFCs em 1989, os 196 países que assinaram o Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Empobrecem a Camada de Ozônio perderam uma segura, barata, não-tóxica, quimicamente inerte, não-corrosiva e não-inflamável fonte para componentes de geladeiras, propelentes e sistemas de controle de incêndio.

 

Como ocorre com a maioria das regulamentações, a proibição do CFC atingiu os mais pobres com bem mais intensidade. Milhões de geladeiras em perfeito estado de funcionamento não mais poderiam ser recarregadas com Freon, de modo que todo mundo foi obrigado a comprar novos eletrodomésticos, agora sem o CFC. Tal medida, obviamente, foi especialmente difícil para aqueles de baixa renda.

 

Outro grupo que ainda hoje sofre bastante com tal medida é aquele formado por asmáticos. Os inaladores com CFC foram substituídos por inaladores com HFA (hidrofluoroalcano), os quais, segundo os relatos de vários médicos, possuem uma eficácia apenas marginal quando comparados à versão de CFC, a qual propiciava um alívio mais rápido e mais duradouro à agonia da asfixia. Muitos doentes de asma descobriram que, ao passo que os inaladores de CFC faziam com que apenas uma inalada fosse suficiente para reabrir as vias respiratórias, os novos inaladores sem CFC requerem duas ou mesmo três inaladas para funcionar. Isso elevou o custo da medicação devido ao aumento da dosagem. Para aumentar ainda mais os estragos, os inaladores de HFA, por serem uma introdução recente, são protegidos por patentes, ao passo que os inaladores de CFC já eram genéricos (não-patenteados). Os preços por inalador aumentaram sensivelmente. Apenas nos EUA, eles saíram da faixa dos US$ 5 — US$ 25 para a faixa dos US$ 30 — US$ 60.

 

Desnecessário dizer que os pagadores de impostos ainda estão sendo obrigados a financiar mais pesquisas nessa área fraudulenta, e que a proibição do CFC ainda segue viva e robusta. Como sempre, regulamentações e financiamento público são muito facilmente implementados — especialmente quando o público é manipulado com táticas terroristas — e muito difíceis de serem revertidos. Com efeito, regulamentações quase nunca são revogadas, e as instituições encarregadas de colocá-las em vigor apenas ocasionalmente são desmanteladas.

 

É importante reconhecer o padrão comportamental de governos, ONGs e cientistas ao analisarmos táticas similares de amedrontamento, como chuva ácida, bug do milênio, doença da vaca louca, gripe suína e agora as mudanças climáticas e o terrorismo. Medo e culpa são as típicas ferramentas utilizadas para roubar a liberdade e o dinheiro dos indivíduos. Essa tática do medo promove uma arquitetura cada vez mais centralizada de nossas escolhas e faz com que haja transferências de poder e riqueza cada vez maiores para os governos.

 

Intimidações ambientais são particularmente eficazes porque combinam os efeitos do medo e da culpa. Esses cenários do tipo "homem-contra-a-natureza" propiciam infinitas possibilidades para que retirem nossas liberdades mais básicas, a menos que o poder seja completamente retirado dos governos.

 

Enquanto não entendermos que homem e natureza são a mesma coisa, nunca haverá um grau de subdesenvolvimento baixo o bastante para saciar os ecofanáticos. O suposto filósofo e pensador do movimento ecológico, Derrick Jensen, escreveu que "a civilização não é e nunca poderá ser sustentável". Não devemos nunca subestimar esse tipo de declaração, especialmente vinda de um sujeito como Jensen, que possui uma ampla platéia e que já defendeu aberta e repetidamente o uso da violência militante para se alcançar objetivos ambientais. É preciso estar sempre alerta, não para a possibilidade de ações violentas de grupos ecológicos liderados por Jensen, mas para o talento dos governos em cultivar tais ideias e utilizá-las em proveito próprio.

 

Assim que o mito da mudança climática começar a perder impacto e a população se cansar dessas táticas terroristas, pode esperar pela invenção de novas intimidações.

 

 

Rod Rojas é corretor de seguros e atua como conselheiro financeiro para assuntos pessoais, corporativos e de políticas públicas. É membro do Partido Libertário de Ontário.

 

 

Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=858

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::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'> VidalPesca,

 

Excelente artigo!

 

Só faltou mencionar o detalhezinho que era alardeado de que uma molécula de CFC tinha uma vida média na atmosfera de 300 a 1.000 anos e que portanto continuaria a destruir o O3 durante todo este período! ::lol4::

 

Ah, e ainda tem o detalhe mais constrangedor, que é o percentual real que se deu a redução das emissões de CFCs, que ao contrário do que a maioria das pessoas pode imaginar, foi de apenas 40% dos valores à época da assinatura do tratado de Montreal! :shock: Com isso a "destruição" da camada de O3 se muito, deveria apenas se dar em um rítmo mais lento, e não se recuperar como se recuperou e ainda está se recuperando! ::essa::

 

Só não contaram para as pessoas que duas coisas influenciaram o declínio da camada de O3: o período anterior à década de 70 que foi de baixa atividade solar, portanto com menor irradiação de UV ( que é quem realmente "cria" o O3 ) e o inicio da reversão magnética dos polos ( talvez seja a nova fonte de terrorismo institucional ), que neste primeiro momento cria apenas instabilidade no campo nos polos. :o

 

Mas como tudo é usado pela "máquina" para funcionar como desculpa, agora já se afirma que o fato do gelo na Antártica oriental estar aumentando em espessura é devido ao buraco da camada de O3, mesmo que no momento ele já tenha diminuido sensivelmente... ::lol4::

 

Depois irei postar aqui a página do relatório do IPCC em que se afirma que o aquecimento global iria provocar invernos com temperaturas mais altas, menos neve e frio! Isso sem contar um sem número de publicações "científicas" que afirmavam categoricamente que os invernos iriam diminuir de intensidade e que a neve chagaria mesmo a desaparecer na Inglaterra ::ahhhh::::lol4:: e que as crianças de lá só a conheceriam por livros, filmes e computadores! ::hahaha::

 

Agora, descaradamente, afirmam que os invernos mais extremos são culpa do aquecimento global!!! ::grr::::putz::::lol4::

 

::vapapu::::grr::::putz::::vapapu::::grr::::putz::::vapapu::::grr::::putz::::vapapu::::grr::::putz::::vapapu::::grr::::putz::::vapapu::::grr::::putz::

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Como havia me comprometido, segue o link da página do quarto relatório do IPCC ( último ), de 2007, portanto apenas há 3 anos atrás, em que se pode constatar na tabela ao final da página que as previsões eram de invernos menos intensos, com temperaturas mínimas mais altas e menores intensidades de ondas de frio no inverno com menos dias congelantes...

 

"Fewer cold outbreaks; fewer, shorter, less intense cold spells / cold extremes in winter " "Fewer frost days " :o:shock:

 

http://www.ipcc.ch/publications_and_data/ar4/wg1/en/ch11s11-1-3.html

 

E agora alguns cientistas safados tem a ousadia de dizer que os extremos de frio nos invernos do norte se devem ao aquecimento global??? ::vapapu::::grr:: Será que eles acham que ninguém mais lê as barbaridades que eles escreviam até ontem??? ::putz::

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Há algo muito errado com nossa imprensa ( rede globo )! :shock:::hahaha::

 

Com a nevasca que atingiu NY neste dezembro de 2010 temos visto e ouvido rotineiramente nos jornais da rede globo que esta tem sido a pior nevasca desde 2006... 8) Só que os dados oficiais do departamento de metereologia de NY mostram que é a PIOR em 6 DÉCADAS e uma das 5 piores desde que se tem registros! ::ahhhh::

 

Tal tipo de desinformação não pode ser atribuida à "erro de tradução"! :twisted: É na verdade uma falsificação da noticia para não se chocar com a "campanha pró aquecimento" que a globo vem fazendo em sua programação e principalmente no jornalismo! ::grr::::vapapu::

 

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