Cheguei à Escócia em um ferry da empresa Stena Line, vindo da Irlanda do Norte, que aportou com atraso na cidade de Stanraer – o que me fez perder, consequentemente, a conexão de trem até Glasgow. Por conta disso, a empresa acomodou os passageiros em um ônibus até a estação ferroviária da cidade de Ayr. A viagem, apesar dos percalços, foi tranquila e a única situação destoante foi um senhor, visível e olfativamente embriagado, que foi colocado pra fora do trem por não possuir a passagem – ao desembarcar ele ainda soltou um sonoro “f*ck you” para o cobrador.
Já em Glasgow, suspirei aliviado ao descobrir que o albergue ficava próximo da estação central. Fiquei hospedado no Euro Hostel que, além da boa localização – de frente para o Rio Clyde –, possui também uma ótima estrutura, com banheiros em todos os quartos.
Devido aos atrasos ocorridos durante a viagem, quando deixei o albergue já eram seis da tarde e uma garoa fina caía e corria pelas ruas já vazias de uma segunda-feira preguiçosa, com cara de domingo. O que eu podia esperar de Glasgow naquele horário? Não muita coisa. Mas, ainda assim, fui bater perna para ver o que restava vivo pela cidade.
Conheci a Buchanan Street, um extenso calçadão com boas lojas, com belas vitrines, dentre as quais se destacava a Princes Square – um lindo centro de compras, que pode ser identificado pela escultura de pavão no alto de sua fachada, com escadarias dignas de um palacete, elevadores panorâmicos, cobertos por uma grande cúpula de vidro. Continuei rapidamente o passeio pela George Square, catedral e universidade. Sem poder fazer nenhuma visita, por causa do horário, passei algum tempo observando o Rio Clyde e retornei ao albergue.
No dia seguinte acordei animado e, após um rápido passeio pela Queen Street (sim, pode-se dizer que toda cidade do UK tem uma rua com esse nome) fui para a estação de trem para seguir viagem até a capital Edimburgo.
Cheguei à Escócia em um ferry da empresa Stena Line, vindo da Irlanda do Norte, que aportou com atraso na cidade de Stanraer – o que me fez perder, consequentemente, a conexão de trem até Glasgow. Por conta disso, a empresa acomodou os passageiros em um ônibus até a estação ferroviária da cidade de Ayr. A viagem, apesar dos percalços, foi tranquila e a única situação destoante foi um senhor, visível e olfativamente embriagado, que foi colocado pra fora do trem por não possuir a passagem – ao desembarcar ele ainda soltou um sonoro “f*ck you” para o cobrador.
Já em Glasgow, suspirei aliviado ao descobrir que o albergue ficava próximo da estação central. Fiquei hospedado no Euro Hostel que, além da boa localização – de frente para o Rio Clyde –, possui também uma ótima estrutura, com banheiros em todos os quartos.
Devido aos atrasos ocorridos durante a viagem, quando deixei o albergue já eram seis da tarde e uma garoa fina caía e corria pelas ruas já vazias de uma segunda-feira preguiçosa, com cara de domingo. O que eu podia esperar de Glasgow naquele horário? Não muita coisa. Mas, ainda assim, fui bater perna para ver o que restava vivo pela cidade.
Conheci a Buchanan Street, um extenso calçadão com boas lojas, com belas vitrines, dentre as quais se destacava a Princes Square – um lindo centro de compras, que pode ser identificado pela escultura de pavão no alto de sua fachada, com escadarias dignas de um palacete, elevadores panorâmicos, cobertos por uma grande cúpula de vidro. Continuei rapidamente o passeio pela George Square, catedral e universidade. Sem poder fazer nenhuma visita, por causa do horário, passei algum tempo observando o Rio Clyde e retornei ao albergue.
No dia seguinte acordei animado e, após um rápido passeio pela Queen Street (sim, pode-se dizer que toda cidade do UK tem uma rua com esse nome) fui para a estação de trem para seguir viagem até a capital Edimburgo.
Leia o post original com fotos: http://viajanteinveterado.com.br/de-passagem-por-glasgow-escocia/
Este é o 15º post da série Mochilão na Europa I (28 países)
Leia o post anterior: Belfast e Giant’s Causeway (Irlanda do Norte)