Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

DE CARONA PELA AMÉRICA LATINA (2 Gurias - Muitas Dicas, Fotos e Vídeos - Trabalho em troca de hospedagem - Voluntariado)

Postado
  • Membros

Holaa!! ::hahaha::

 

Começo pedindo perdao pela falta de acentos. O teclado argentino nao me permite escrever um portugues corretinho, mas nao é pra isso que a gente tá aqui né. Estou aqui para contar que nós (eu e a Cassiany, minha prima) largamos nossos empregos, deixamos família, amigos e Porto Alegre para viajar pela América Latina, de carona. E nao pretendemos voltar tao cedo.

 

Isso não veio do nada em uma mesa de bar ou, simplesmente, acordamos e decidimos... apesar de que tinha muitas chances de ter sido assim. A coisa foi se desenhando. E aqui estamos para contar o que aconteceu, os preparativos e como está sendo essa viagem.

 

ELLEN

 

Eu não sei exatamente quando surgiu essa vontade louca de conhecer o mundo, ou quando o que eu vivia passou a não ser suficiente, só sei que foi um processo, que, mesmo durando anos, foi rápido. Não sei como foi a tomada de consciência de que a vida podia ser mais do que nos dizem que ela é e de que podemos mais e melhor do que dizem (e insistem em mostrar) que somos capazes. Eu tinha tudo para seguir o caminho que muitos chamam de “comum”, aquele que nós vamos sendo preparados para trilhar (e talvez até trilhemos um dia): escola, faculdade (talvez um mestrado ou até doutorado), emprego, primeiro apartamento, casamento, filhos, aposentadoria, viver a vida. Sei lá, não sei porque precisamente tomei um desvio e não sei de mais um monte de coisas, mas sei que todos que inventaram que VIVER A VIDA deveria ser a última coisa que devemos fazer sabiam muito menos que eu. Fui abrindo tanto os olhos que não era mais possível voltar atrás. O momento decisivo foi quando fiz minha primeira viagem sozinha.

 

-Como assim você não sabe o que quer da vida?_o francês me perguntou em uma noite quente de Cabo Polônio.

-Por que eu deveria saber, se tem gente que com 40 não sabe?

 

Aquilo me fez refletir e perceber que, mesmo não sabendo o que faria da minha vida profissional (e ainda não sei), na pessoal, o que eu queria (e ainda quero) era ser viajante e conhecer o máximo de lugares e pessoas possíveis. Eu tive a certeza que queria sentir aquele frio na barriga pelo desconhecido e aquela liberdade de novo e de novo, que queria me sentir capaz e suficiente daquele jeito, não para os outros, mas para mim mesma. Viajar seria minha prioridade na vida. Lembro de voltar daquela viagem muito feliz, mas também me lembro como a rotina e a sociedade do jeito que ela é estruturada foi acabando com tudo que eu construí naqueles 18 dias, toda a confiança em mim mesma. O sistema está aí para dizer que você não é capaz, e as pessoas acreditam nisso. Eu já acreditei várias vezes… até perceber que quem comandava, muitas vezes, era incompetente e/ou se aproveitava do esforço dos subordinados, ganhando às suas custas, às custas dos seus medos. Eu não queria participar mais disso. O jeito que encontrei foi, enquanto eu viver e não importa o quão difícil se torne, não trabalhar por uma empresa, não me importar com ela a ponto de dá-la trinta anos da minha vida se em algum momento eu não me sentir mais feliz de estar lá, a ponto de deixar ela tirar a minha saúde, roubar os meus pensamentos quando estou fora dela. O jeito que encontrei foi decidir trabalhar por mim, pelo que eu posso aprender, pelas pessoas que posso conhecer e ajudar. O jeito que encontrei foi descobrir e lembrar sempre o motivo maior de eu estar lá: a próxima viagem.

 

Depois dessas mudanças de pensamento e daquele mochilão por Uruguai, Argentina e Chile, percebi que precisava mudar também meu jeito de viajar. Aquela maneira já não me era profunda suficiente. Eu sentia que estava apenas passando pelos lugares sem conhecer a sua essência da forma devida. Eu sentia que tinha que entrar em contato mais direto com os nativos, com a realidade local, com a cultura e gastronomia de rua, sair da zona de conforto dos ônibus com destino certo, do roteiro planejado, da cama quente me esperando em um hostel (por mais que eu ame hostels), da viagem feita para entrar no orçamento. Decidi que precisava fazer o que muitos já estavam fazendo: sair por aí com mochila e barraca em mãos, de carona, pouco dinheiro, trabalhando (de forma social ou não) em troca de comida e alojamento e dizendo mais ‘sim’ às oportunidades que a estrada for apresentando. Decidi que tinha que ir ver, por mim e por quem serei, e que tinha que começar por aqui, pela nossa América Latina.

 

Há um pouco mais de 3 meses, essa jornada começou. E não saí sozinha como imaginei desde o início. Alguém decidiu, de última hora, também pegar um desvio.

 

CASSIANY

 

A necessidade de viajar começou a crescer após a minha primeira viagem. Foi uma experiência inesquecível! Sentir a liberdade de cada momento, conhecer culturas e pessoas diferentes, foram essas vivências maravilhosas que me fizeram enxergar que não era uma simples viagem a passeio, mas, sim, uma experiência de vida e de autoconhecimento. Então, já não bastava ficar na rotina do dia a dia, eu tinha que sair mundo afora para conhecer cada vez mais. Minha visão de viagem foi amadurecendo ao decorrer dos mochilões que fiz com as minhas primas e amiga. Muitas experiências envolvidas! Não queria mais parar hahaha! Só que o caminho que estava seguindo não tinha espaço para uma viagem tão grande como esta.

 

Então, como eu vim parar aqui?!

 

Bom… Caí praticamente de paraquedas nesta viagem! Quando a minha prima Ellen comentou que estava planejando fazer um mochilão pela América Latina para este ano, tive uma grande vontade de ir com ela, mas já tinha planos em mente. Esses planos seriam estudar para as provas da residência na área pediátrica (que é uma especialização clínica), que ocorreriam no final do ano de 2015. Nada deu certo hahaha… Já não sabia o que fazer no ano seguinte, talvez continuar estudando ou sei lá… Realmente, não tinha mais a mesma certeza do que eu queria. Isso me deixou um pouco perdida. Então, comecei a pensar na possibilidade de ir com a Ellen. Não lembro muito bem quando, definitivamente, decidi que iria, só lembro que a minha prima gostou da ideia.

 

Confesso que depois de ter confirmado, bateu um pouco de medo, pois ainda não tinha pensado em fazer uma viagem tão grande como esta e, muito menos, com pouco dinheiro. No início, achei complicado fazer uma viagem com pouquíssima grana, mas comecei a ficar um pouco mais tranquila depois de ver relatos de viajantes que mostraram que é possível viajar sem grana. Agora, é seguir o caminho e vivenciar esta nova aventura!

 

 

NÓS

 

2.jpg

 

Mesmo que já estejamos na estrada, continuamos sem ter ideia de como tudo vai ser, de como continuar realizando essa viagem, de que caminhos exatamente seguiremos, mas era isso que a gente queria, não é mesmo? Algumas pessoas já perguntaram o que vamos fazer quando voltarmos. Respondemos: Não sabemos nem da ida, que dirá da volta. E rimos. A ansiedade já nao toma mais conta, mas não vamos mentir para vocês e dizer que não tínhamos medo (ainda mais por sermos mulheres). Nao vamos dizer que sabemos muito bem o que estamos fazendo, que está sendo fácil sem muita grana, sem saber onde vamos dormir. Cara, no início, deu um nervoso do caramba, mas se tem duas coisas que quem quer fazer uma viagem dessas tem que ter em mente são que não vai ser fácil e que, mesmo assim, é possível. Não somos nem as primeiras, nem as últimas. Os outros estão aí para nos provar que é foda, que nem tudo é a maravilha que parece, mas que dá e vale a pena demaaais.

 

 

Quem estiver se planejando para ir, quem já estiver na estrada, quem tiver dicas para nos dar, perguntas/propostas a nos fazer, quem quiser nos encontrar, entre em contato, vamos conversar! Agora, estamos em Bariloche!

 

Vamos continuar postando relatos aqui, mas, para quem quiser, é possível seguir nossa história em http://foradoaquario.net, no Facebook (http://www.facebook.com/omundoforadoaquario/) e no Instagram (@fdaquario)! Temos também um canal no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCnbY9q6B__Ru5b_C_F95XwA, que nao é lá muito profissional, mas é divertido. ::hãã2::

 

Esse é o caminho que já percorremos:

 

http://www.tripline.net/trip/Latinoamerica-57613614043710129E27CA13CBA91C94

 

Hasta luego!!

  • Respostas 26
  • Visualizações 8.5k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Most Popular Posts

  • eduardo.johannes-metzger
    eduardo.johannes-metzger

    Baita relato meninas! Mal posso esperar por mais Em Dezembro partirei com minha namorada para uma aventura parecida com a de vocês. Me contem uma coisa... Como estão se virando com a grana? Planeja

Featured Replies

Postado
  • Membros

Adorando o relato meninas!

Já tinha lido um relato de vocês em uma viagem pro Uruguai, Argentina e Chile!

Tô na mesma situação final da graduação, provas de residência e pouco dinheiro, pretendo fazer uma viagem assim no início do ano que vem, e pelo valor e experiência vocês já estão me encorajando muito!

Gratidão por compartilhar essa história =)

Postado
  • Autor
  • Membros
Adorando o relato meninas!

Já tinha lido um relato de vocês em uma viagem pro Uruguai, Argentina e Chile!

Tô na mesma situação final da graduação, provas de residência e pouco dinheiro, pretendo fazer uma viagem assim no início do ano que vem, e pelo valor e experiência vocês já estão me encorajando muito!

Gratidão por compartilhar essa história =)

 

Que bom saber que só relatar já está encorajando alguém, Sara, ainda mais uma mulher! Que todas nós tenhamos coragem e suporte! Boa sorte aí no final da graduacao e provas e bora planejar essa viagem aí!! :P Quando for, avisa!! Vamos estar na estrada ainda no ano que vem.

Bj.

Postado
  • Autor
  • Membros

Holiiis!! Voltei com o relato depois de uns dias off.. Bora pra Minas, no Uruguai.

 

Depois que descemos do ônibus que ia para San Carlos, às 12h20, começamos a pedir carona para a entrada da Ruta 12, estrada que segue até Minas, nossa próxima cidade. Conseguimos que alguém nos levasse depois de 40 minutos de espera. Ao colocarmos nossas coisas na 12 para começar a fazer sinal de carona, o Gustavo parou sem nem ao menos estarmos preparadas e, para a nossa sorte, ia direto para nosso destino e nos deixou na rua da casa de Gonzalo, Magel e a inteligente filha deles, Bruna, que nos hospedaram através do Couchsurfing. Aí, ficamos 3 das cinco noites que havíamos planejado.

 

1-768x432.jpg

Gustavo

 

Nesse primeiro dia, depois das muitas instruções do Gonzalo sobre o que conhecer na cidade e ao redor dela, saímos felizes da vida para sacar dinheiro. Na volta, compramos nosso “almoço” e, ao chegar novamente na casa, conhecemos a Magel e a Bruna, com quem ficamos brincando muito tempo. Depois, nos convidaram para jantar. Aceitamos, comemos e continuamos a brincar com a Bruna. Nessa noite, já percebemos que o casal não socializava muito com a gente, apenas para mostrar algumas músicas, e, algumas vezes, cochichavam entre eles, o que nos deixou um pouco desconfortáveis.

 

2-768x432.jpg

 

4-768x432.jpg

 

5-1-768x432.jpg

Plaza Libertad

 

No dia seguinte, levantamos mais tarde, almoçamos e saímos para conhecer mais da cidade. No pouco tempo que tínhamos antes de pegar o ônibus para o Parque de Vacaciones da empresa UTE, passamos pelos pontos turísticos abaixo:

 

9-768x432.jpg

Teatro Lavalleja

 

12-768x432.jpg

Plaza Rivera

 

15-768x432.jpg

Parque Fabini

 

21-768x432.jpg

Casa de la Cultura - Casa Lavalleja

 

18-1-768x432.jpg

 

22-768x432.jpg

 

No Parque, lugar de férias dos funcionários da empresa UTE, companhia de luz do país, conhecemos o mirador e caminhamos pela natureza, sem pagar nada para entrar. O lugar fica fora da cidade, tem um ônibus direto para lá desde a rodoviária e é bem barato. Para se informar melhor sobre horários e tarifa, passe no centro de informações que há no próprio terminal de ônibus. A passagem não se compra com antecedência, se paga diretamente ao motorista.

 

2-1-768x432.jpg

 

6.3-768x432.jpg

 

6-1-768x576.jpg

 

Às 20h, voltamos para Minas e, enquanto esperávamos a água ficar quente para tomar banho, Magel estava colocando a mesa e nos perguntou se tínhamos jantado. Falamos que não, mas não tínhamos a intenção de comer com eles. De qualquer forma, ela colocou pratos para a gente, e percebemos que estava bastante contrariada. Com essa situação, não soubemos como reagir para recusar a comida. Depois de tomarmos banho, também tivemos outro atrito com a Magel, pois nem o casal havia nos falado como funcionava a questão de limpar o banheiro depois (não havia cortina na banheira e não falaram do rodo), nem a gente perguntou para eles o que deveríamos fazer. Nessa noite, fomos dormir muito tristes, sem saber o que fazer.

 

Na manhã seguinte, levantamos cedo e deixamos um bilhete ao casal falando de como estávamos nos sentindo, que sabíamos que havíamos errado em aceitar a comida deles na noite anterior, e que faríamos o jantar quando chegássemos. Saímos e fomos em direção à rua onde pedimos carona para o Cerro Arequita. Desistimos e, depois de uns 15 minutos caminhando, voltamos a pedir e conseguimos que um casal parasse e nos deixasse na entrada do caminho para o cerro. Quando chegamos ao cerro, estava fechado, parece que abre só nos fins de semana. Daí, seguimos para o caminho das grutas, que também estavam fechadas. E, por último, fomos para Laguna de los Cuervos, que ficava há 3,5 km, os quais sofremos muito para percorrer, mas valeu a pena.

 

2-2-768x432.jpg

 

3-768x576.jpg

 

Vale ressaltar que o Complexo Arequita conta com camping selvagem dentro da área do cerro, um camping municipal mais à frente na estrada que é de graça e o camping abaixo, onde fica a Laguna de los Cuervos, daí, além da entrada para ver a laguna ($30), também se paga um pouco mais pela estadia.

 

7-1-768x432.jpg

 

11-1-768x220.jpg

 

Na volta, caminhamos mais tranqüilas e chegamos mais rápido na estrada, onde pedimos carona para voltar à cidade. Delci, com seu filho pequeno, foi a primeira mulher a nos dar carona na viagem. Nos levou até o centro de Minas, onde decidimos ir para um bar para não chegar tão cedo em “casa”. A verdade é que não queríamos voltar, mas, depois de duas cervejas, a gente tinha que ir. Passamos no supermercado, compramos todas as coisas para fazer o jantar e fomos. Ao chegar, parecia que nada tinha acontecido, nos receberam muito bem e começamos a cozinhar felizes. Poucos minutos depois, quando o sinal de wifi funcionou no celular, recebemos a mensagem que Magel havia nos enviado antes de chegarmos em casa, dizendo que todos nós tivemos uma falta de comunicação, que aceitavam nosso jantar, mas que deveríamos ir embora na manhã seguinte. Fingimos que não tínhamos lido isso, continuamos a cozinhar, comemos todos em paz, brincamos mais com a filha do casal e, antes de dormirmos, procuramos alternativas do que fazer na manhã seguinte, pois não tínhamos para onde ir, nem muito dinheiro.

 

Às 8h, terminamos de arrumar nossas coisas, deixamos um bilhete de despedida e saímos atrás dos dois hostels que havíamos visto pela internet. O primeiro, encontramos o endereço, mas não tinha nada escrito na frente. O segundo, demos de cara com a dona, chamada Marta, e acabamos ficando lá (Martita Hostel). Contamos toda a história e, sabendo disso e que trabalhamos no hostel de La Paloma, ela nos deu um desconto na diária, mas, de qualquer forma, quase 50 reais para cada uma era muito para quem não podia gastar mais. Ficamos bem chateadas com tudo que aconteceu, mas mais porque não se importaram se tínhamos lugar e dinheiro para ir para outro lugar. Mesmo assim, também era um alívio estarmos sozinhas novamente e, desistindo de ir para Villa Serrana, tiramos esse dia para curtirmos juntas a cidade, andar de bicicleta, cozinhar e fazermos tudo que estivéssemos afim. Estávamos felizes e leves. À noite, nos arrumamos, tomamos vinho, fomos a um bar e uma festa, onde terminamos discutindo e voltando sem se falar para casa. Lembrando de todos os momentos de tensão que já tivemos nesses mais de quatro meses de viagem, percebemos que, sempre que passamos por situações de estresse, isso acaba afetando o nosso humor e a nossa convivência, fazendo-nos descarregar nossas frustrações uma na outra.

Na manhã seguinte, a primeira coisa que fizemos foi pedir desculpas, e foi como se nada tivesse acontecido. Além disso, acordamos com muita ressaca e prometemos que nunca mais sairíamos um dia antes de pedir carona. ::tchann:: De qualquer forma, estava chovendo, era domingo e decidimos ir até a rodoviária ver o preço da passagem para Piriápolis. Para pagar, trocamos uns pesos argentinos que tínhamos de outras viagens, e ficamos esperando no terminal até o horário do ônibus. Mal sabíamos que esse dia ia ser muuito longo.

Postado
  • Membros

Minhas conterrâneas, ja to apaixonado pela viagem de vcs!

Parabéns e estou aguardando os próximos relatos!! ::love::

Postado
  • Autor
  • Membros
Minhas conterrâneas, ja to apaixonado pela viagem de vcs!

Parabéns e estou aguardando os próximos relatos!! ::love::

 

E aí, conterraneoo!! hahaha.. Que bom que tá curtindo o relato!! Estamos super atrasadas, mas logo postamos mais. Abracoo!

Postado
  • Autor
  • Membros
Parabéns meninas! Tô adorando o relato!!! ::love::

 

Que bom que está adorando, Quel!! Continuaremos!! ::hãã2:: Beijão

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.