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Olá Mochileiros!!!!

Tomei a iniciativa de escrever essas dicas em função de eu ter lido, relido, e lido novamente todas as postagens e sempre ter ficado com muitas dúvidas. Encontrei muita informação, porém não encontrei a consolidação delas. Por essas razão, resolvi escrever assim, em tópicos. A pessoa interessa já lê o que realmente quer lê, sem perder tempo com tópicos que não sejam do seu real interesse. Se alguém tiver alguma idéia de um tópico que eu não tenha abordado, me dá um toque!!!!!!!!!!!!!!

Muitos foram os obstáculos que eu coloquei para fazer essa viagem. E quanto mais penso em todos os dias que eu fiquei lá, mas tenho vontade de voltar o tempo. Simplesmente amei Buenos Aires, tudo é lindo. A cidade é apaixonante. As pessoas, a cidade, o clima. Claro que de início vc vai sentir uma grande diferença entre os dois países, mas com certeza não é nada tão drástico assim. As pessoa são diferentes, o clima, os hábitos, os costumes, realmente a Argentina é um pedaço da Europa na América do Sul. Os portenhos amam de paixão o Brasil. Todos são muito receptivos, mas depois que descobrem que vc é brasileira, esquece...começa a rasgação de seda. Se vc tiver a oportunidade vá a Buenos Aires. Reserve 4 ou 5 dias. Esse período é mais do que suficiente para vc conhecer tudo, de cabo à rabo. Rss

 

[t3]Comida[/t3]

A culinária portenha redunda-se em: pão, carne, batata (frita e purê), espinafre, e empanada. Os bifes são simplesmente gigantescos. Tem dois tipos de bife: os grandes do tamanho de um prato, ou os medianos de largura, mas com dois dedos de altura. Fica a sua escolha. Lá a carne e baratérrima, e todas são muito macias e suculentas. Eu simplesmente nunca comi tanta carne na minha vida.. Agora tem uma coisa. Lá o tempero não se assemelha em nada com o brasileiro. As carnes são temperados somente com sal. Ninguém merece!!! A principal guarnição são as papas fritas (batata frita). Mas você encontra o purê de batata, o arroz (lá vc encontrará somente o parborizado ou um que, quando cozido, fica empapado) e saladas. Procurei o nosso aclamado feijão mas não encontrei em nenhum restaurante. Outro prato típico é a Parrilhada. Mas sinceramente não tive coragem de experimentar, são lingüiças recheadas com os miúdos do boi. As empanadas são como esfirras para nós brasileiros, e essa sim, eu me fartava de comer. Uma coisa: peça do cardápio somente o conhecido. Entrei muitas vezes pelo cano ao pedir um prato e vir outro totalmente diferente do que eu imaginava. Os refrigerantes são horríveis. Lá vc encontrará principalmente o Seven Up, Fanta e Pepsi. Todos com o gosto totalmente diferenciados dos refrigerantes brasileiros. A Fanta tem gosto de Cebion, a Pepsi tem gosto de água suja e o Seven Up, não tem nem parâmetro de comparação. A água também é muito salgada. A melhor água mineral que encontrei foi a Nestlé, mas existe uma enorme variedade para os diferentes gostos e bolsos. Uma boa pedida são os vinhos. São muito bons e baratos.

 

Os sorvetes são ótimos. São totalmente diferentes dos brasileiros. A textura, o sabor, principalmente se vc for tomar sorvete de frutas. Sem contar que lá existem as frutas típicas, vale à pena conferir os diferentes sabores. Eu tomei sorvete de gema de ovo com licor, de frutas patagônicas, etc, etc... Me indicaram o Dulce de Leche do Freddo, mas para mim foi decepcionante, não gostei mesmo. O sorvete de Dulce de Leche do Freddo está para os argentinos, na mesma proporção que o acarajé está para os baianos. O alfajor Havana é o melhor de todos, trouxe várias de presente, esse é um excelente souvenir.

 

 

 

[t3]Dinheiro[/t3]

Traga dólar. Você vai lucrar muito quando for fazer a troca da moeda. As melhores casa de câmbio encontram-se na Corrientes e na Sarmiento. Existem dezenas delas. Vale à pena vc pesquisar bastante, pois 3 ou 4 centavos podem não representar nada inicialmente, mas se vc for trocar uma grande quantia, passa a tornar um considerável montante. Uma dica: vc tem de levar a sua identificação pessoal para poder fazer a troca, e serão pedidas algumas informações como: quanto tempo ficará, quando chegou, endereço de hotel, essas coisas básicas, mas tudo muito rápido. Jamais troque dinheiro com doleiros, os que ficam na rua. È muito arriscado, existe um volume muito grande de notas falsas circulando na Argentina, e se vc for pego com uma nota falsa, baú, baú, na melhor das hipóteses ela será apreendida na hora. Caso queira, sempre confirme se a nota tem ou não marca d'água. Não precisa se acanhar, isso no comércio é um hábito mais do que normal.

Outra dica importante é solicitar ainda aqui no Brasil o desbloqueio do seu cartão para saques internacionais. Se vc for comprar algo no débito, tb terá de ter autorização. Lá tem Banco do Brasil e Itaú. Em Buenos Aires tem uma agencia do BB na Rua Sarmiento 487.

 

 

 

 

[t3]Vida Noturna[/t3]

Tudo começa entre às 02h e 03h da manhã. Quando me contaram não acreditei, mas realmente é verdade. Até vc entrar no ritmo.... O happy hour inicia em torno das 22h. Sempre que eu podia, dormia um pouco à tarde para poder agüentar o turbilhão. Em compensação, já ouvi falar de balada que termina às 11h. Eu mesmo não me encorajei. O dia em que saí mais tarde de uma balada foi no meu último dia de Buenos Aires, que eu fui em uma balada brasileira, saí de lá às 08h30 e ainda tinha muita gente. Buenos Aires tem uma vasta gama de cafés, bares, boates. Se eu fosse tentar conhecer a metade sairia de lá completamente falida. Indico duas baladas para mim imperdíveis: Opera Bay, em Puerto Madero e o Club 69 em Palermo, na frente do Club 69 tem um bar chamado Carnal que tb é muito bom. O Opera Bay é inspirado no Opera Hall em Sydney é uma mega boliche com 4 ambientes, simplesmente gigantesca. E o Club 69, que é tida como balada para gays mas que é simplesmente um arraso. Tem bolinha de sabão, show coreografado, chuva de papel, drags como recepcionistas, performances, nada vulgar, muito pelo contrário, muito engraçado e alegre. Vale á pena conferir, muito bom mesmo.

 

 

 

 

[t3]Gays e Lésbicas[/t3]

A Argentina é o primeiro país da América Latina que permite legalmente o matrimônio de casais homossexuais. Em função dessa situação, vários homossexuais de todas partes do mundo viajam para lá tendo em vista essa "abertura". Vc sempre encontrará nos guias noturnos programações para gays e afins. Sinceramente, eu nunca vi tantos gays e lésbicas ao vivo e a cores. E o engraçado, é que eles andam de mãos dadas pelas ruas, assim como os casais heteros, principalmente as lésbicas. Mas tb tem muitos veados. Para as solteiras de plantão uma notícia: tem muito mais homem do que mulher em Buenos Aires. E os homens argentinos são incrivelmente bonitos e charmosos. São muito, mas muito bonitos mesmo. Parece que vc está em outro mundo. Todos altos, magros, loiros e com os olhos claros. Um colírio. Rsssss. Teve uma passagem que foi hilária, eu estava indo a padaria comprar algumas cositas e quando eu passo ao lado de um beco, vejo um mendigo fazendo uma fogueirinha, no que eu olho penso: Meu Deus eu casava com esse mendigo. Ele era uma gato, realmente muito bonito, estilo Rodrigo Santoro. Também vi um gari lindérrimo. Agora o ápice de todos foi o pedreiro (que gato). Quem já foi a Buenos Aires sabe o que eu digo, todos são lindos, todos, sem exceção.

 

 

[t3]Pontos Turísticos[/t3]

Puerto Madero - Maravilhoso à noite. Pode-se passear na calçada, namorar nos bancos, jantar em um excelente restaurante.

Casa Rosada - Esperava mais. Tem visitas guiadas free. Marque com antecedência.

Teatro Colón - Show de bola. Visitas guiadas.

Rio Tigre - Muito bom, porém cansativo. Existem duas cias de barco que te levam à Tigre. Tem uma feirinha de artesanato bem legal também.

São Telmo - Imperdível aos domingos. Existem vários antiquários e shows de tango ao ar livre. Os melhores shows de tango que eu vi foram em São Telmo.

Zoológico - Muito bom. Vc paga um passaporte que te dá o direito de conhecer todas as áreas do zôo, inclusive assistir ao show das focas. È muito fofo.

Túmulo da Evita - Imperdível passeio. Muito emocionante. O cemitério é belíssimo, a arquitetura é bárbara.

Flor de Metal - Flor gigantesca de ferro que fica aberta ao dia e se fecha à noite. Bem próximo ao cemitério, dá para ir a pé.

Obelisco - Bem legal para tirar as típicas fotos de turista de 1ª viagem.

Café Tortoni - O café mais antigo de Buenos Aires, muito charmoso. Tem um show bem legal de tango. O show é bem hollywoodiano, mas compensa cada centavo. Recomendadíssimo.

Galeria Pacifico - Ótimas para um bom passeio e compras.

O shopping Design na Recoleta - Mediano, o atrativo maior é o Hard Rock Café.

Caminito - Lindo porém a área que foi restaurada é muito pequena. Em 30 minutos vc percorre tudo. A combinação de cores é fascinante. Dá para ir ao La Boca a pé.

Estádio do La Boca - Vi somente por fora. As visitas guiadas são pagas.

Calle Florida - Muito boa pedida. Comércio, movimento trânsito de pessoas indo e vindo. Na diagonal da Florida tem a Lavage que tem vários cinemas baratos. Assisti 2 filmes por 5 pesos.

 

Exatamente atrás do Hotel Hilton, em Puerto Madero existe um parque lindo, poucos o conhecem, ótimo para fazer caminhadas matinais e para passar o tempo lendo um livro debaixo de uma árvore. Não tem erro, atrás do Hilton, em uma enorme área verde.

 

[t3]Compras[/t3]

O lugar que concentra a maior quantidade de lojas para comprar barato é no bairro Once. Lá as roupas são vendidas a preço de banana. Compensa não comprar nada o ano intero e comprar tudo em Buenos Aires. É muito barato.

 

 

 

[t3]Acomodação[/t3]

Vou falar um negócio para vcs, eu nunquinha tinha me hospedado em um hostel. Sempre tive preconceito com relação a isso. Sempre pensei que fosse algo que não estivesse a minha altura. È o que pensa as grande maioria das pessoas que não conhecem esse tipo de serviço. Tenho de confessar: estava completamente enganada. O ambiente é excelente, muito bom mesmo. A grande maioria das pessoas que se hospedam em hostel, são pessoas que estão há mais de 4 meses viajando e preferem pagar menos na hospedagem para pode viajar mais. Conheci pessoas do mundo inteiro. Façanha que jamais teria conseguido, caso tivesse me hospedado em um hotel. O ambiente é muito bom, todos são muito esclarecidos. Show de bola. Claro que vc tem de contar com o fator sorte. Afinal de contas, não é muito fácil lidar com o ser humano, mas vc tendo bom senso e as suas colegas de quarto tb, tudo dará certo. Na minha segunda semana de hospedagem, colocaram uma senhora de uns 200 anos no meu quarto, Ela já chegou reclamando das 18 horas de viagem que tinha enfrentado, do calor, do quarto, disso, daquilo, um saco. Eu me apresentei educadamente, e arranjei um jeito de fugir para não ficar ouvindo os seus murmúrios. Rss. Depois, colocaram uma menina que fazia questão de ligar todos os dias pontualmente às 08h, era engraçado pq ela fazia zilhões de ligações, e acabava acordando todas as outras meninas do quarto. Eu particularmente gostei mais do Portal del Sur. Realmente a Milhouse tem mais festas, é muito maior se comparada a Portal, é mais barata,e a estrutura tb é melhor. Mas se vc não fala inglês, desista. Na Milhouse a língua oficial é o inglês. E outra, as pessoas não abrem espaço. São as famosas panelinhas. Europeu com europeu, americano com americano, e assim vai... E os que já estão, não permitem que vc entre e faça parte do grupo. Tinham várias pessoas que foram para a Milhouse e depois voltaram para o Portal descontentes. Realmente é notória essa diferença entre os dois hostels.

 

 

[t3]Clima[/t3]

Passei 19 dias em Buenos Aires, se vcs forem no mês de janeiro, como no meu caso, aconselho levar roupas bem leves e um guarda chuva. Peguei 37°. Outra coisa: chove muito pelas bandas de lá. E o clima é bem seco, mas bem seco mesmo. Eu como moro em Brasília tirei de letra. Mas que não esta, prepare-se....

 

 

 

[t3]Idioma[/t3]

Compre um dicionário de espanhol de bolso. Se vc fala inglês não terá problemas, quase todos falam inglês. Mas se você não fala inglês e arranha um portunhol, tem de levar um bom dicionário. Paguei muitos micos por conta do idioma. Teve uma vez que estava no Café Tortoni assistindo um show de tango, e uma colega brasileira pediu um sanduíche com suco. Quando o garçom perguntou o que eu ia comer, respondi "o mesmo", só que o garçom entendeu que eu tinha falado "un beso" , cai na gargalhada e disse: "no, la misma cosa", aí foi que ele entendeu que eu tava falando.

 

 

 

[t3]Segurança[/t3]

Fique sempre muito atento. Principalmente se vc estiver em lugares movimentados. Duas conhecidas minhas foram assaltadas. Uma no bairro Once e a outra em um restaurante. No Once, enfiaram a mão na bolsa e levaram a carteira. Na outra ocasião, estávamos sentadas aguardando a nossa refeição no restaurante, sentou alguém atrás da minha colega, e sem vermos, levou a bolsa. Como estávamos dentro de um restaurante, nunca iríamos pensar que seríamos vítimas de um assalto. Mas foi justamente o que ocorreu. Portanto, sempre alerta. Para dizer a verdade, sempre me senti muito segura. Mas melhor prevenir do que remediar.

 

 

 

[t3]Condução[/t3]

Fui de bus. Peguei um ônibus de Brasília à Foz do Iguaçu. De Foz do Iguaçu fui para Buenos Aires. De Brasília a Foz são 23 horas de viagem. De Foz do Iguaçu a até Buenos Aires são mais 24 horas de viagem. Cruzeiro do Norte, o ônibus é Semi Leito (de Foz à Buenos Aires). À noite paramos no restaurante da empresa para jantar. A janta foi o seguinte: frango com panqueca recheada de espinafre, Pepsi, cerveja, água, vinho, champagne, e de sobremesa sorvete. No café da manhã foi chá, leite, café, biscoite, alfajor e doce de leite em pasta. Excelente atendimento. Não vá de Pluma a Cruzeiro do Norte custa o mesmo preço e é infinitamente melhor. Ahh vc tb pode utilizar o cobertor e o travesseiro. Muito bom né???

 

[t3]Curiosidades[/t3]

Lá não existem negros (se vc for negro fará o maior sucesso)

Uma bebida muito apreciada pelos argentinos é o chá com leite.

 

Se vc for a uma padaria, a balconista te servirá o pão, ou u que vc tiver escolhido com a mão. Lá eles não usam pegadores ou luva. Teve uma vez que eu fui em restaurante e pedi um salada. A garçonete veio com a maior boa vontade para temperar a minha salada. Até aí tudo bem. O que eu não contava, era que ela ia deixar cair uma folha de alface ao misturar a salada e pior, pegar (com os dedos) a folha de alface caída de colocar novamente na saladeira, na minha frente, como se nada tivesse acontecido....

Lá as pessoas molham o pão no leite antes de comê-lo.

Os argentinos não se relacionam com os peruanos, paraguaios ou bolivianos. A segregação entre eles é enorme. Infinitamente pior que a negro/branco aqui no Brasil.

Quase todos possuem tatuagem.

Sabe aquela sensação de cansaço, de quando vc viaja para praia?? Pois então, lá é a mesma coisa. As pessoas se cansam com maior facilidade em função de Buenos Aires estar ao nível do mar.

 

 

Bom, é isso aí. Bjs a todos...

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Em Belgrano tem um bairro chinês, com lojas, salão de beleza e o melhor: os supermercados, onde tudo é oriental. Dá até pra comer um sushi ou sopas típicas por lá mesmo... outra dica é a visita ao Monumental de Nuñez, o estádio do River Plate. Visitas guiadas às 14h e 16h, a 3 pesos. A estrutura do lugar é impressionante.

Um museu pouco conhecido é o de Armas, que pertence ao Exército. Fica no final da Calle Florida, perto da Plaza San Martin.

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Lugares para visitar:

- O centro ( casa rosada, catedral, calle florida,livraria ateneu,parlamento,av. mayo,cabildo,galeria pacifico,casa de milongas,cafés)

- Porto Madero ( ponte da mulher, fragata sarniento,RESTAURANTES)

- Recoleta ( cemitério e bares noturnos)

- Jardins ( japones,zoo, botanico)

- Delta do Tigre

- Teatro Colon ( mas acho que ainda esta em reforma)

- Caminito

- La Bombonera ( estadio do boca, podeser ver junto com o caminito)

- Feira de Palermo (para uns presentinhos)

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Uma dica:

 

Se você for comprar cartões telefônicos para ligações locais e internacionais, compre da marca "Hable más" que dura mais que as outras duas marcas disponíveis, especialmente para as ligações internacionais. São todas o mesmo preço (tem de 5, 10 e 20 pesos se não me engano). Não lembro o nome das outras marcas, acho que uma era "pague menos", mas a outra fico devendo.

 

Vi isso na última viagem para lá em agosto de 2008.

 

bjs

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Olá pessoal, aí vão algumas dicas pra vocês!

 

1. Setor Consular da Embaixada do Brasil

Calle Carlos Pelegrini 1363 – 5º andar

Tel: 4394-5227 / 4394-5264 (Importante Saber)

 

2. Se a data de expedição da sua identidade (caso não tenha passaporte) for maior a 10 anos, você precisa tirar outra! Và a polícia civil, e eles te informarão direitinho..!

 

3. VÁ DE CORAÇÃO ABERTO. A simpatia é a alma do negócio. O povo argentino é um povo alegre e adora os brasileiros. Esqueça a richa do futebol que temos e fale até bem do futebol deles. Além de adorar, eles vão te tratar ainda melhor! hehe nada como ser político num país vizinho. Meu programa favorito era sair do albergue de manhã cedo, e andava pela cidade para conhecer os lugares turísticos, mas na verdade o que era bom mesmo, era entrar e sair das lojas e conversar com as pessoas, eu perguntava o preço de alguma coisa e falava que tava frio só para puxar assunto. E daí ele vinham que somos brasileiros, claro pelo sotaque, e eram simpáticos, perguntam se estamos gostando e dão dicas.

 

Eu andava pelas ruas, e mais simpatia. Converse com as pessoas, conheça a cultura deles, isso que é bacana nessas viagens!

 

4. Eu fiquei hospedado no albergue PORTAL DEL SUR. Que na minha opinião e eu nem preciso visitar outros para saber que é um dos melhores lugares para se ficar, porque:

- Eles são super simpáticos; os quartos são ótimos; é seguro; o café da manhã é ótimo; o banheiro é ótimo (e olha que sou fresco com essas coisas...hehe). Se você for acompanhado dá pra reservar um quarto apenas para você e sua cia! E se estiver sozinho, a mesma coisa, fica um pouco mais caro, mas se você gosta de privacidade total, ainda assim, vale a pena.

Entre nesse site e faça sua pesquisa e reserva: http://www.hostelworld.com

 

5. Me parece que o Milhouse é muito bom também, mas lá voce vai e não dorme! Porque tem festa o dia inteiro, a noite inteira, é bagaceira! Ouvi comentários das pessoas no albergue que o Sul América é muito bom também. Mas eu ainda prefiro o Portal Del Sur que fica localizado na Hipolito Yrigoyen, 855.

 

6. Outro programa favorito era acordar cedo (apesar de chegar umas 5h no hostel sempre) e ir tomar café, ficar umas duas horas tomando café, porque era a hora que eu tinha para conversar com outras pessoas e buscar outras experiências e Cia para fazer outros programas: fiz amigos na argentina, EUA, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, França, Grécia, BRASIL CLARO, e outros agora que eu não lembro. Sem contar que temos nosso país maravilhoso a favor. Todo mundo adora o Brasil e pede dicas pra gente de turismo.

 

7. Bom, vou tentar me ater à Buenos Aires. Passeios: Conhecer o Caminito, andar na Calle Florida (compras), Av. Cordoba (compras), Av Santá Fé (compras).

Conhecer os Bairros Recoleta (o mais chique de Bs As), principalmente a noite, tem uns pubs ótimos, restaurantes maravilhosos. Palermo também é um Bairro muito bonito: onde está o jardim botânico.

 

8. Gostei muito do passeio do Rio Tigre. Não vale a pena fechar o pacote, sai muito caro. Pegue um metro até retiro (compre logo a passagem ida e volta, cada uma 0,90 centavos/pesos). Em retiro compre duas passagens de trem (ida e volta) para TIGRE. Não tem erro, Tigre é a última estação. Quando chegar em tigre você vai encontrar diversos passeios, uns com almoço incluído outros sem. Eu particularmente, prefiri pagar só o catamarã e almocei em um restaurante ( o qual adorei – El Toro) e saiu mais em conta. Fácil NE?

 

9. Ande de metro, é fácil e vale a pena. O táxi não é caro lá, mas aminha sugestão é que você conheça a cidade, se andar de táxi não vai conhecer os buraquinhos de Buenos. Ande também. Eu praticamente andei Buenos Aires por completo, As maiores avenidas, santa fé, córdoba, mayo, 9 de julho. Até na periferia de Buenos Aires eu fui. Hehehe.

 

10. Os shoppings vale a pena ir e olhar, mas as coisas são mais caras, compensa comprar nas avenidas que citei acima. Em especial, a av. santa fé.

 

11. Em Palermo tem a sorveteria freddo. Cacilda, é gostoso demais! Muito bom mesmo, vale a pena se você gosta de sorvete.

 

12. Em Puerto Madero, a noite é lindo! Tem bons restaurantes, são um pouco mais caros (pra eles NE?) para gente é barato. Um jantar bom, muito bom, uma churrascaria, você paga 80 pesos por pessoa (que convertendo dá uns 50 reais), mais ou menos isso! Outro restaurante bom também é o Siga La vaca em Puerto Madero também. Eu não fui, mas pelas indicações parece ser muito bom!

 

13. Troque seu dinheiro assim que chegar em Ezeiza no Banco LA NACION, pois o cambio é melhor! Se for precisar de mais pesos para o fim de semana, se programe para ter o dinheiro ou troque até quinta. Pois fim de semana o cambio é pior!

 

14. Vá ao La Boca. Ande por lá, converse com as pessoas. È um bairro turístico onde Maradona morou. Você vai adorar! Se usted gosta de futebol, pague 15 pesos para conhecer o La bombonera, estádio do Boca Juniors. Muito bacana!

 

15. Pegue um mapinha da cidade no metro e você verá que é super fácil de se localizar. No centro, tem o Obelisco, monumento muito bonito.

 

16. Bom, vamos ver o que consigo falar de baladas. Como eu gosto de dançar, eu fui conhecer mais as baladas de salsa, zouk e tango. Primeiro, se você gosta de tango ou de dança, vale a pena ir no show, é simplesmente MARAVILHOSO. Eu fiquei impressionado, e olha que eu já danço! Os shows são caros em média 90 a 180 pesos. Mas o show do café tortoni é 70 pesos e é maravilhoso. Peça para ver o show na parte de baixo, é melhor. E vá ao café Tortoni, Av. Mayo, 925 e peça chocolate com churros, duvido que você não goste! Hehehe. Se tiver problemas com o espanol no café tortoni tem um garçom brasileiro e ele trabalha lá a 27 anos. O nome dele é Sérgio, super gente boa.

 

Eu fui numa Boite que chama Maluco Beleza (brasileira), se voce gosta de zouk, os dias são sextas e domingos, a partir de 22:30. Avenida Sarmiento, 1728. Se você gosta de salsa, voce pode conhecer o Azucar Abasto(sextas e sábados), Corrientes 3330 ou o Azucar de belgrano (sábados), Avenida Cabildo (esqueci o numero...hehe). Se ficares em albergue, eles tem sempre folders sobre as baladas de house e eletrônico.

 

17. Coma empanadas. São ótimas. Um ótimo lanche. Outra coisa que tem em Buenos Aires é muito café, para todo lado, vale a pena entrar nem que para descansar, tomar uma água um café.

 

18. E no mais, se alguém tiver duvidas ou quiser conversar mais tranquilamente, me add no MSN terei prazer em dar mais dicas: Forte Abraço. João Victor

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nao sei se vale para todas as aéreas, mas a TAM está desde 01/mar, emitindo os bilhetes tarifando a taxa de embarque de Ezeiza, Bariloche e Cordoba - USD 29 com o codigo XR no bilhete.

 

se tiver voando por outra, veja se este codigo está sendo impresso e cobrando USD 29 (a taxa do aeroporto de lá).

 

Gente... esclarecendo a dúvida do Leocaetano e do mxa_jr:

 

TAXA AEROPORTUÁRIA ARGENTINA

03.03.2009 - Fonte: Agga Tour

 

Informamos que desde 01 de março de 2009 a taxa de embarque dos aeroportos de Ezeiza, Bariloche e Córdoba, mudou de USD 18.00 para USD 29.00 e, agora a taxa deve estar incluída na emissão dos bilhetes, com o código XR.

Os sistemas de reservas já estão tarifando a mesma.

Por um período determinado, bilhetes emitidos antes do dia

01 de março de 2009, os passageiros pagarão nos caixas dedicados nos aeroportos, após esse período será recolhida diretamente pela TAM.

 

Na matéria fala somente da TAM, mas no dia 28/04 eu comprei minha passagem para BuA pela GOL, e veio descriminado as seguintes taxas:

TAXAS: já convertidas para o real

R$ 22,17 (Tx. de Imigração e Alfândega - Argentina)

R$ 64,28 (XR)

R$ 5,54 (Tx. de Segurança - Argentina)

R$ 39,24 (Tx. de Embarque Doméstica - Brasil) - meu vôo tem conexão em Porto Alegre (ida /volta)

R$ 80,00 (Tx. de Embarque Internacional - Brasil)

 

Espero que tenha ajudado!

Abraços.

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FFormigAA,

 

O mapa do metrô de BuA é este aí abaixo, porém ele cobre mais a região central, acredito que será necessário você pegar um ônibus / taxi pra chegar no seu destino final.

 

metro-buenos-aires.png

 

Para acessar o site oficial do metrô de Buenos Aires é só acessar: Subte.com.ar

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3o Dia - Centro Histórico

Acordamos cedo, tomamos café da manhã no hotel (havia uma salada de fruta cheia de cerejas de verdade, doce de leite, melancia, medialunas, croissants, etc).

Chovia muito, pegamos o carro e fomos ao Museu Bellas Artes, é gratuito e muito bonito. Estacionamos o carro na rua. O museu fica aberto, de 3a. a 6a. feira, das 12:30 as 20:30h e, aos sábados e domingos, das 9:30 as 20:30h. Depois, fomos à Casa Rosada (Casa del Gobierno) e fizemos uma visita guiada por um dos membros da guarda. A sede do governo é bem simples. Somente a sala de imprensa é mais bonita. Fomos à Catedral ( muito bonita). Fomos à Calle Florida, à Galeria Pacífico, à Recoleta. Fomos ao Museu Participativo de Ciências no Centro Cultural Recoleta. É parecido com o nosso Projeto Catavento, só que menor, ou seja, é um local onde as crianças podem aprender conceitos de física, matemática, etc, com experimentos simples. Custa 15 pesos e funciona, e segunda a segunda, das 15:30 as 19:30h. Meu filho de 8 anos gostou bastante. Jantamos no Hard Rock Cafe (preços: file mignon - lomo - 44 pesos, salada Ceasar com frango, 35 pesos). Os pratos eram pequenos e sem muito tempero. O atendimento, simpático. Para finalizar a noite, tomamos um sorvete Freddo, na Recoleta, em frente ao bar Biela (local muito agradável). O menor sorvete, com 2 bolas, custa 12 pesos. O de chocolate com amendoas é muito bom.

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4o. Dia - La Plata

Acordamos cedo e fomos para a cidade de La Plata, que fica bem próxima de Buenos Aires (curiosidade: La Plata é capital de Buenos Aires). Fomos à República das crianças, lugar que inspirou a criação da Disneyland. A estrutura do parque é fantástica mas a conservação ruim. Neste lugar dá, realmente, para se perceber que a Argentina está em crise. è uma pena que um lugar tão bonito esteja tão precário. O horário do parque: das 10 às18h, todos os dias do ano, exceto 01/01 e 25/12 (preço: crianças até 7 anos, gratuito; acima de 7 anos: 5 pesos, estacionamento: 5 pesos. Há lanchonete e restaurante no local, mas não provei. Depois, fomos ao Museo de La Plata, que é um museu de história natural (de 3a. a domingo, das 10 as 18h, não abre em 01/01, 01/05, 24/12, 25/12 e 31/12; preço: 6 pesos, menores de 12 anos é grátis, tem estacionamento gratuito no local e lanchonete). Se você é alérgico a ácaros, não vá, pois é um prédio poeirento. Contudo, se não for, é um passeio muito legal para as crianças (meu filho de 8 anos adorou). Há muitos dinossauros e diversas ossadas de animais (nunca vi tantas). Comemos frutas (que pegamos no hotel), bolachas e alfajores na lanchonete do museu (lá não há comida). Saímos e fomos visitar a Catedral de La Plata. É muito bonita, vale a pena conhecer. Na volta, passamos pelo Shopping Abasto. Tentamos ir ao Museu de los Ninos, que fica dentro do Shopping e se parece, um pouco, com o parque da Monica, em SP. Contudo, seu horário de funcionameto é até as 20h e chegamos as 19h (preço: 3a. a 6s. feira - criança 15 e acima de 18 anos, custa 10 pesos; aos sábados, domingos e feriados: criança 24 e adultos 12 pesos). Fica para a próxima vez.

Comemos na praça de alimentação, em um fast food com parrilla dos EUA (bem fraquinho). Voltamos exaustos...

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5o dia - Tigre e San Isidro

Dia chuvoso. Fomos para Tigre, que fica a uns 40 kg de Buenos Aires. Fomos ao Museu Naval (horário: de 2a a 6a. f, das 8:30 as 17:30h e, aos sábados, domingos e feriados, das 10:30 às 18:30h, não tem estacionamento, paramos na rua ao lado). O museu é bem fraquinho, só tem réplicas de navios (pelo menos, deu para explicar a história da Guerra das Malvinas para o meu filho). Depois, fomos à estação ferroviária e à fluvial. Novamente, senti a crise na Argentina. Tudo parecia meio deserto e, na estação, o único restaurante que permanecia aberto, era o McDonalds. Todos os restaurantes indicados nos guias e pelos amigos mochileiros estavam fechados. Fomos, então, para San Isidro que é bem mais bonita do que Tigre. A sua estação de trem é mais fofa e tem melhores opções de restaurantes e lojinhas. À noite, comemos na pizzaria Guerrin, que fica ao lado do hotel Ibis Obelisco (estávamos com pressa), mas não foi boa idéia, eu e meu filho de 8 anos passamos mal. Fizemos reservas para o show de tango Senor Tango. Sim, algumas casas de tango aceitam crianças (ex. El Viejo Almacen e Senor Tango) e vale a pena somente pegar o show, sem o jantar (que é o triplo do preço e não passa de um bife grande com batatas fritas). O pessoal do Senor Tango veio nos buscar no hotel (custa 109 pesos por adulto e criança paga metade). Fui a este show há 10 anos atrás e achei lindo. Infelizmente, meu filho vomitou e tive que voltar ao hotel. Foi uma pena pois o show é imperdível.

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6o dia - Bioparque Temaiken (lindo)

Fomos ao zôo de Temaiken, em Escobar, há 50km de Buenos Aires. Horário: das 10 as 19:00h, tem estacionamento gratuito, adulto 52 pesos e criança, de 3 a 10 anos, 38 pesos. Na 3a. feira, os valores são; adulto 26 pesos e crianças 19 pesos. Este foi, sem dúvida, o melhor passeio. Tudo foi perfeito, o local é lindo, organizado, o pessoal do zôo é atencioso e eficiente. Parece coisa de 1o mundo. Possui um cinema de 360 graus muito bonito e, o local dos pássaros, é lindo (você entra na gaiola e eles ficam livres, passeando pertinho. Ficamos a centímetros de tucanos e araras). Possui vários restaurantes e lanchonetes. A comida é de fast food mas o local, vale cada centavo. Mesmo com uma chuva horrível, o passeio foi maravilhoso. Não deixe de visitar.

À noite, fomos conhecer a livraria Ateneu (a livraria Cultura da Av. Paulista é maior e melhor) e jantamos no restaurante Il Gatto, que na 3a. e 4a. feira oferece massas pela 1/2 do preço (porções pequenas). Foi um dia muito gostoso.

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Logo cedo, fomos para Palermo, conhecer o parque 3 de febrero e o zôo de Buenos Aires (horário: de 3a. a domingo, das 10 as 18h, entrada: adulto 22 pesos e crianças até 12 anos grátis. Não possui estacionamento e, para piorar, as ruas ao lado estavam fechadas para o Rallie Paris-Dakar). Bem, o zôo é bonito mas, depois de conhecer o temaiken, ele acabou ficando bem fraquinho, pois tudo está um pouco gasto. Saímos dele e fomos ao Malba, que estava lotado (não abre de 3a. feira, de 4a. feira, abre das 12:00h as 21:00 e, de 5a. a 2a. feira, das 12:00 às 20:00h; adultos: 15 pesos, crianças até 5 anos é grátis mas, na 4a. feira, custa, apenas, 5 pesos). O prédio é moderno mas sinceramente, não entendo de arte moderna, gostei, muito mais, do Bellas Artes e me arrependi de não haver visitado o Museu de arte Decorativa, que me pareceu tão bonito.. Fomos ao Shopping Alto Palermo para jantar e, infelizmente, não havia nenhum restaurante legal, apenas, fast food. Comemos no Ave Ceasar. Horrível, não guarda qualquer relação com as fotos, não recomendo. Comemos mais alfajores...

Demos mais algumas voltas pela cidade e voltamos para o hotel.

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8o dia - compras e ver o que faltava

Acordamos cedinho e fomos visitar o que faltava: andamos pelo centro, Café Tortoni, San Telmo, Rua Balcarce, etc. Compras: calle Florida. Fomos ao Outlet da lacoste, parecia uma mistura de 3a. guerra com arrastão, brasileiros se acotevelando, furando fila e comprando qualquer coisa, como se uma blusinha de R$100 fosse algo fantástico. Foi horrível. Para compras, a pior época é o verão. Fui atrás de cashemires, blusas, botas e jaquetas. Não encontrei quase nada.

Almocei no restaurante Bahia Madero em Puerto Madero. A comida demorou 50 minutos para chegar (sendo que tive que reclamar 2 vezes), o garçom foi grosso e, a comida, não foi, nem um pouco, memorável. Detalhe: o garçom era brasileiro!!!

Fomos para o Aeroporto, enchemos o tanque do carro em um posto de combustível perto do aeroporto e o devolvemos no próprio estacionamento do Ezeiza. Fizemos check in, fomos pegar o reembolso do imposto pago - IVA (eles depositam no próprio cartão de crédito). Tomamos um sorvete Persicco (o de doce de leite caseiro é melhor do que do Freddo). Imigração, bagagens, tudo tranquilo. Free shop: muitos alfajores (temi que achassem que era contrabando, tamanha a compra)

Bem, desta vez não fui à feira de domingo de San Telmo pois, da última vez, não gostei. Era uma mistura de feira da Rua Benedito Calixto com Embu das Artes. Lotado e somente com coisas velhas.

Não fui à Bombonera (estádio de futebol de Boca) porque meu marido e filhos não gostam de futebol.

Somente passei pelo Caminito porque notei que, desde a última vez que fui, nada mudou.

Verão em Buenos Aires - essencial: levar Off contra pernilongos, filtro solar, capa de chuva e dinheiro (pesos), pois há vários locais onde cartões de crédito não são aceitos ou não se recebe desconto quando os utiliza.

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Gente, esse city tour que vcs tão falando é o que sai da esquina da Calle Florida?

Se for esse, eu particularmente recomendo. Dá para conhecer toda a cidade e os principais pontos turísticos de Buenos Aires. Além disso:

1) vc pode optar pelo ticket que dá direito a 1 ou 2 dias de passeio, e considerando que algumas pessoas andam de táxi, vai sair bem mais em conta;

2) Salvo engano, a partir das 08h30 da manhã os ônibus no estilo sightseeing saem de hora/hora;

3) Vc pode descer, passear pelas redondezas e pegar o próximo ônibus novamente;

4) Tem fone de ouvido explicando a história, etc.

5) Para quem está sozinho e vai para lugares onde é preciso maior cautela, como o Boca, é ideal.

Aproveitando para responder à Carolina, eu já fui para BAs sim, e comprei as passagens com três meses de antecedência. Se quiser mais dicas, é só dar um toque.

 

LUCIANO

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Olá!

Vou para Argentina pela primeira vez e gostaria de saber sobre a devolução do IVA... já sei que só se opera para produtos fabricados na Argentina e com notas fiscais acima de 70 pesos de lojas conveniadas.

Também sei que o reembolso é feito no aeroporto EZE... mas esticarei minha viagem atá as cataratas e devo sair do país por Puerto Iguazu e pegar um vôo pra o RJ em Foz.

Assim, como posso obter o reembolso do IVA? Somente em Buenos Aires ou consigo também em Puerto Iguazu quando estiver na aduana?

Particularmente preferia que fosse em Bs As, mas tenho que saber as alternativas.

 

Obrigada!

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Quem vai a Buenos Aires e desembarca no aeroporto ezeiza, eu recomendo toar cuidado quando vai pagar, alguns motoristas trocam o pagamento por notas mais baixas e falam que vc pagou a menos, mão entrei nesta por que eu já tinha lido a respeito deste golpe, por isto não custa nada relembrar, ficar atento, negociar o preço que fica em torno de 120 pesos aeroporto Ezeiza para a cidade ou aeroporto pára o aeroparque o outro aeroporto.

Do aeroparque o preço é muito mais barato para a cidade ou pegar o busão que te deixa bem na praça do porto madeiro.

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Bom dia amigos!

Abaixo uma coletanea de informações retirada do site e de outros lugares da internet.

temos no forum o guia oficial:

 

buenos-aires-guia-de-informacoes-t15670.html

 

e abaixo algumas informações que aguardo confirmarem a veracidade das informações:

 

Existe o onibus turistico em Buenos aires ( http://www.buenosairesbus.com/)

e este da para conhecer os Seguintes locais :

$70 pesos (35 reais)

 

• Florida

• Plaza de mayo

• Congresso

• Monserrat

• San telmo

• La boca

• Reserva ecológica

• Puerto Madero

• Plaza san Martín

• Palermo Roserdal

• Plaza Itália

• Recoleta

• Lavalle

 

bus4.jpg

 

 

Agora vamos aos atrativos por Bairro:

 

Centro

 

A Avenida 9 de Julio, a Avenida Corrientes e o Obelisco, no cruzamento de ambas, representam o cartão-postal clássico do centro portenho. Passando por aí de segunda a sexta é possível conhecer o perfil de um habitante da cidade, com toda a correria de um dia de trabalho. Caminhar pela avenida Corrientes é quase uma obrigação. Entre teatros e cafés, encontram-se várias livrarias que dispõem de um sem número de publicações.O centro da cidade de Buenos Aires, é o centro comercial, mas também o centro cívico da cidade. Existem uma série de pontos a serem visitados:

Plaza San Martín - Um bom lugar para se começar o passeio pelo centro. Em frente à praça vale visitar a Torre dos Ingleses (depois da guerra das malvinas a torre passou a ser chamada de Torre Monumental). Perto da praça outro ponto turístico é edifício Kavanagh, prédio em art-deco que durante muito tempo foi um dos mais altos da América Latina. Na praça, vale a visita ao monumento aos mortos na guerra das Malvinas, e ao Monumento ao General San Martin, que tem sempre coroas de flores deixadas por políticos que visitam a cidade. A praça tem uma bela vista da torre com o porto e a Estação de trem Retiro. Vale uma foto! Em frente à praça há duas importantes galerias de arte: Ruth Benzacar e Klemm.

Rua Florida- O início da rua fica bem próximo à Praça San Martin. Essa rua foi a primeira rua de pedestres da cidade e se tornou uma referência de comércio. Hoje em dia, conta com variadas lojas populares de roupas, sapatos, artigos de couro etc.

Galerias Pacífico - Seguindo pela Florida, chega-se às Galerias Pacífico. Com uma bela arquitetura esse shopping conta com um interior luxuoso e variadas lojas. *Na galeria Pacífico, vale à pena descer à praça de alimentação e passar na loja de alfajores, chocolates e sorvetes "Abuela Goye".

Teatro Colón (Cerrito e Tucumán) - Seguindo pela rua Florida, chega-se à Av. 9 de Julio, uma das principais avenidas da cidade. Nela encontra-se o Teatro Colón. É um grande orgulho para Buenos Aires possuir um dos melhores teatros líricos do mundo. Mesmo que você não possa assistir a um espetáculo não deixe de realizar uma visita guiada e conhecê-lo por dentro (leva aprox. 2h)

Obelisco - Na mesma Av. 9 de Julio é possível visitar o Obelisco, inaugurado em 1936. Esse é um dos pontos de manifestações políticas e de comemorações de vitórias esportivas.

Plaza de Mayo e Avenida de Mayo É interessante observar a variedade de cúpulas e fachadas de todos os estilos desta avenida que parte da Plaza de Mayo e desemboca no imponente edifício do Congresso Nacional.

Casa Rosada (Balcarce 50) - Fica em frente à Plaza de Mayo. Há uma visita guiada e um pequeno museu, com entrada gratuita, na lateral do edifício.

Estação de Metrô Peru - Essa estação de metro foi a primeira da cidade, inaugurada em 1913. Ela ainda conserva a arquitetura original da época, com a bilheteria antiga e cartazes antigos. Nessa estação pega-se um trem muito antigo, de madeira. Uma viagem no tempo.

Café Tortoni (Avenida de Mayo 825) Mais que um café, o Tortoni é um dos símbolos de Buenos Aires e do tango e por isso merece uma visita. (o churros (sem doce de leite!!!) é uma delícia)

Cabildo (Hipólito Yrigoyen e Av. de Mayo) Apesar das sucessivas reformas, esse edifício ainda respira história pois foi o epicentro da Revolução de Maio de 1810, data da independência argentina. Tem um museu aberto a visitação.

 

 

La Boca

 

El Caminito - uma das ruas mais pitorescas - e mais visitadas - de Buenos Aires. É considerado um museu à céu aberto. Além das casas coloridas, no Caminito o turista encontra uma série de dançarinos de tango se apresentando em troca de alguns pesos, e outros vendem sua imagem posando para fotos com os turistas. É uma região também repleta de vendedores ambulantes. Caminito não é um lugar completamente seguro, então tome alguns cuidados

La Bombonera - estádio do famoso time de futebol Boca Juniors. O estádio oferece uma visita guiada (com visita ao museu, ao campo, aos vestiários e à sala de imprensa). O passeio dura cerca de uma hora, funciona de 10 a 18h e custa cerca de 30 pesos por pessoa. Museo Boquense. Na visita guiada se anda muito, há muitas escadas e arquibancadas para subir e descer. No entanto, eles têm diversos elevadores e pessoas com necessidades especiais podem ser acompanhadas e seguir um caminho alternativo sem escadas, mas é recomendável informar-se melhor antes de começar o passeio.

 

Palermo

 

É o maior bairro de Buenos Aires, considerado o pulmão da cidade devido aos seus diversos parques e jardins. O bairro oferece também uma grande variedade de lojas de arte, bares, boutiques, teatros independentes, lojas de antiguidades, ateliers, milongas de tango, restaurantes e night clubs, onde você pode aproveitar durante o dia, mas especialmente à noite. Esses restaurantes são muito famosos por causa dos seus estilos originais, retrô ou novo art deco, e suas entradas, pratos principais e sobremesas espetaculares.

Palermo Chico - residências elegantes, Jardim Botânico, Jardim Japonês, Zoológico, Planetario, etc.

MALBA - Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires - Av. Figueroa Alcorta, 3415, (11) 4808 6500 ([email protected]) [8]. Situado num moderno prédio de arquitetura clean, abriga pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, colagens, fotografias e objetos de artistas da Argentina, do Brasil e de outros países da América Latina, incluindo obras de artistas como Frida Kahlo e o Abaporu (1928), uma célebre pintura de Tarsila do Amaral que é um ícone do movimento moderno brasileiro. Funciona também como centro cultural, com atividades de cinema, seminários etc. Qui-Seg e feriados: 12 a 20h, entrada AR$ 15. Qua - 12 a 21h, entrada franca. Tem lojinha e uma livraria de arte com catálogo extenso.

 

Palermo Viejo

 

Palermo Hollywood - Esta é a parte mais trendy de Buenos Aires, com ruas largas e casas antigas, e muitas destas avenidas cercadas por árvores. Esta área é chamada “Palermo Hollywood” porque é onde a maioria dos estúdios da televisão e dos produtores do filme têm seus escritórios.

Palermo Soho - Lojas de moda, design e diversas alternativas gastronômicas

Palermo Cambodia - Nas proximidades do Soho, com galerias de arte e bares

Hollywood in Cambodia - Thames 1885, 1º piso. Galeria de arte, com grande variedade de estêncis e lugar que agrega os pintores modernos. Tem um bar descolado no térreo.

Jardim Japonês /Parque Tres de Febrero: 200 hectares de matas, animais, lagos e trilhas que compõem este parque encantador, ele engloba um conjuntos de pequenos parques conhecidos como Los Bosques de Palermo.

 

Puerto Madero

Um modelo de recuperação de áreas urbanas degradadas, o Puerto era o antigo porto da cidade, recuperado e revitalizado para abrigar diversos restaurantes e casas noturnas. Conseguiu, assim, atrair hotéis, e empreendimentos comerciais e residenciais para a vizinhança.

Ponte da Mulher - a Puente de la Mujer é uma obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Essa ponte tornou-se um cartao postal da cidade por sua beleza e modernidade. Quando necessário, ela gira em cima de um de seus apoios para que possam passar grandes objetos ou barcos pelo porto histórico.

Inaugurado em julho de 2007, o bairro agora conta com o Tranvia del Este, uma linha de VLT (bonde moderno) com 2 km de extensão, ao longo do porto (antes dos diques), desde a avenida Independência até a avenida Córdoba.

 

Recoleta

 

Provavelmente o bairro mais caro e elegante de Buenos Aires. Um elegante e sofisticado bairro de ruas arborizadas, onde as principais atrações são seus cafés e restaurantes, antiquários, um complexo cultural e o Cemitério da Recoleta. Não deixe de tomar um sorvete dulce de leche da Freddo (uma delícia!)

- Cemitério da Recoleta (Quintana e Junín) É um dos mais bonitos e mais visitados do mundo. Suas tumbas guardam os restos de famílias tradicionais argentinas, além de grandes personagens históricos. Evita, apesar de protestos por suas origens humildes, conseguiu ser enterrada aqui e hoje repousa na cripta da família Duarte.

Avenida Alvear - avenida com as lojas de grife mais caras de BsAs, como Armani e outras. Centro Cultural Recoleta

Village Recoleta - Complexo de cinemas e restaurantes, localizado próximo ao cemitério da Recoleta, é um dos mais badalados pontos de encontro do bairro. A decoração interna é muito extravagante (talvez não exatamente bonita), com predomínio das cores vermelha e preta.

Museu Nacional de Belas Artes

Cemitério da Recoleta - por mais funesto que possa parecer, é uma ótima atração turística. Tem túmulos da aristocracia dos últimos séculos, e o mais famoso túmulo: de Eva Duarte Perón, a eterna "Evita Perón". Alguns guias cobram AR$ 10 para um passeio - e vale cada centavo pelas histórias fabulosas contadas sobre cada personalidade e seus mausoléus.

 

 

San Telmo

 

Bairro antigo, associado à arte, à boemia, aos antiquários e o tango. Abriga a famosa feira de San Telmo (ver seção Compre, abaixo). Abriga diversos bares para todos os gostos. Há hostels relativamente baratos e que organizam passeios e tem bons serviços e acomodações. Os bares são uma atração a parte. Há desde pequenos e tradicionais, passando por modernos e descolados (Bar Sedon e Fin Del Mundo) até aqueles para turistas com jantar e show de tango incluso. É um bairro muito fácil de se percorrer a pé. Apesar de parecer um pouco perigoso e de alguns porteños insistirem que é um bairro pobre e "peligroso", tomando-se cuidados básicos, ele é tão seguro quanto as regiões mais centrais. Alguns garotos podem lhe pedir "una moneda" se o virem chegar em algum lugar de táxi e especialmente se estiver com bagangens ou com aparência de turista. De preferência não dê dinheiro. Se der para alguma criança, muitas outras provavelmente vão se aproximar e pedir também. Há muitos pequenos mercados que ficam abertos até o começo da noite. Há comida barata neles. Em alguns você talvez tenha uma dificuldade linguistíca, já que pertencem á imigrantes asiáticos que nem sempre falam espanhol bem. Apesar disso são honestos e uma boa opção para se pedir informações sobre o bairro e também para comprar pequenos itens. Também há "kioskos" nas ruas maiores. Em geral eles ficam abertos 24 horas e tem comidas, bebidas, cigarros, cartões telefônicos e pequenos itens similares. Seus donos, em geral pessoas mais velhas, são também uma boa fonte de informações sobre o bairro e a cidade. É uma experiência interessante conversar sobre política nacional e local com eles. Em geral são muito falantes e bem informados de acontecimentos nacionais e internacionais recentes. Costumam ser simpáticos, especialmente se você fizer um pouco de esforço para falar alguma coisa em castelhano. há muitas opções baratas para se comer no bairro. Se desejar algo típico explore as ruas menores, os restaurantes e os cafés do bairro. Não se esqueça de vera estátua da Mafalda. E se puder conversar com moradores antigos, pergunte sobre o time de futebol do bairro, o antigo Atlanta.

-Praça Dorrego: Árvores imponentes provocam sombra nas mesas ao redor na segunda praça mais antiga da cidade. A arquitetura circundante fornece uma visão geral das muitas influências históricas que moldaram a história da cidade.

 

Delta do Tigre

 

Situado 31 km a norte da capital, na Grande Buenos Aires, o Delta do Tigre é uma região formada por um rio de mesmo nome e diversas ilhas e canais. O transporte - seja de passageiros ou de serviços - é totalmente feita por barcos. O ponto de chegada é um parque, com diversos clubes desportivos, restaurantes e parque de diversões. Pode-se chegar de ônibus, de trem (a partir da estação Retiro) ou no Trem da Costa, uma linha de bonde moderno que parte da estação ferroviária de Maipú, margeando a costa do Rio da Prata, numa viagem de 25 minutos (o bilhete de ida-e-volta, com direito a parar nas estações intermediárias, custa AR$16,00; funciona diariamente, das 7h às 23h)

 

Bairro de Boedo

Bairro com muitas opções para desfrutar shows de tango, como a Esquina Homero Manzi, imortalizada no tango "Sur", nas Av. San Juan e Boedo. O bairro também é berço do time de futebol San Lorenzo de Almagro.

Bairro Monserrat

- Manzana de las Luces (Bolívar, A. Alsina, Peru e Moreno) É um conjunto de edifícios relacionados com a história e cultura portenhas, onde se escondem a igreja mais antiga da cidade e túneis da época colonial.

 

-Museu Evita: As exposições aqui transmitem a extraordinária profundidade e polêmica da vida de Eva Duarte de Perón, uma das mais importantes figuras da história argentina (onde fica?)

 

 

 

O que comer:

 

Puchero - Cozido típico.

Parrillada - Churrasco numa chapa bem próxima à brasa. (Buenos Aires sem carne, não é Buenos Aires), diferente do churrasco brasileiro a preferência aos miúdos suínos e bovinos se faz presente na parrillada(Chouriços de sangue de porco, Linguiças e Chinchulines) -- Também assam na parrilla o peito de frango e o famoso Bife de Chorizo conforme é descrito abaixo.

Bife de Chorizo - Bife bem grosso e suculento, feito de uma parte do boi entre o contra-filé e a picanha.

Bife de Lomo - Bife também suculento, de Filé Mignon.

Empanadas - Os salgadinhos preferidos da Argentina, sendo uma espécie de pastel de forno.

Alfajor - Uma excelente pedida são os alfajores Havanna.

Facturas - Doces consumidos principalmente no café da manhã.

Medias Lunas - Pequenos croissants, doces ou salgados. Ótima opção para o café da manhã.

Sorvetes - Helados em espanhol. Em estilo italiano, um dos melhores do mundo (experimente o de doce de leite ("dulce de leche").

 

Os portenhos jantam tarde, normalmente depois das 21 ou 22h. O pagamento de serviço (gorjetas) não é obrigatório e não se inclui na conta. Dá-se, costumeiramente, cerca de 10% do valor total, quando o serviço é satisfatório.

 

Outras dicas:

 

1- Provar o melhor sorvete do mundo,na freddo!

2- Provar diversas marcas de alfajor. O da Havanna é delicioso, provar os que vendem naqueles quiosques 24h, ou melhor, 25h! São, às vezes, menos da metade do preço da Havanna. Entre esses, gostei muito do Jorgelín. Fuja dos uruguaios...

3- Tá com fome? Come um sanduíche de miga!! Tem vários vendendo por lá, os 25h são uma opção... Ah, tem ainda as deliciosas empanadas!! Essas não podem faltar, assim como as medialunas servidas no café da manhã... Ah, e uma gaseosa de Pomelo pra acompanhar o lanche ou almoço e um té con leche no café!

4- DULCE DE LECHE!!! Não há doce melhor na Argentina. Coma no café, lanche, janta - coma sempre! É muito bom!! Aproveite e traga um pote (e deixa outro lá em casa)!

 

Agora é com vocês!

O que podemos melhorar nesse guia?

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      Dinheiro: R$2.000 por pessoa
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      Caxias não estava no nosso trajeto, porém era a única carona para o Rio Grande do Sul naquele dia, nos obrigamos a ir assim mesmo. Pegamos nossa carona até Caxias do Sul logo cedo, dormimos praticamente a viagem toda, pois em Lages na noite anterior nós saímos para beber e fomos dormir tarde. O cara nos deixou próximo a um shopping que era na rota para Porto Alegre, sacamos dinheiro e fomos para a estrada pedir carona. Caminhamos um pouco até um lugar onde havia um pequeno acostamento e começamos a pedir carona.
      1ª CARONA – 4 minutos depois
      Empresário super gente boa de Caxias do Sul que também já viajou de carona viu que nós estávamos em um lugar muito ruim e resolveu nos dar uma carona até um trecho mais para frente, até saiu da sua rota original para nos deixar em um ligar bom. Ficamos em um trevo próximo a cidade de Carlos Barbosa e começamos novamente a pedir carona. O tempo ameaçava chover.
      2ª CARONA – 9 minutos depois
      Viajamos com um mineiro muito calmo e sangue bom que trabalhava com detonação de rochas, nos deu várias dicas sobre Porto Alegre, também saiu da sua rota para nos deixar em um lugar seguro, pois disse que o lugar onde a gente queria ficar era muito perigoso. Nos levou para Gravataí até um ponto de ônibus. Pegamos um ônibus metropolitano e paramos no centro de Porto Alegre. Uma das dicas desse mineiro era não passar a noite dentro da região metropolitana de Porto Alegre, pois a criminalidade na região está muito alta. Com isso acabamos decidindo pegar um ônibus até Pelotas, que era um trecho bom e o custo não era muito alto (cerca de R$60,00 por pessoa). Entramos no ônibus as 18h e ainda não tínhamos lugar para ficar em Pelotas, então começamos a mandar mensagens no couchsurfing e a segunda pessoa já nos aceitou. Arrumamos uma mãe pela estrada, Dona Marli, mulher super gente fina que nos acolheu com muito carinho. Fizemos uma janta e ficamos jogando conversa fora até tarde. Fomos dormir.
      21/12/2017 – Fortaleza Santa Teresa
      Acordamos bem cedo e já fomos para a estrada começar a pedir carona. Ficamos em um posto cerca de 15 minutos pedindo carona, mas sem sucesso. Logo em frente havia uma rótula onde o fluxo de carros era bem maior, resolvemos ir para lá.
      3º CARONA – 17 minutos depois (15 no posto + 2 na rótula)
      Carona com um representante da Petrobrás que passava por essa estrada quase todos os dias. Demos sorte, pois havia 2 pessoas um pouco a frente também pedindo carona. Ele nos deixou em um trevo próximo a cidade de Rio Grande, caminhamos até a saída que ia em direção ao Chuí, paramos em uma sombra e já começamos a pedir carona.
      4ª CARONA – 12 minutos depois
      Viajamos com um senhor gaúcho que transportava fertilizante e ia até uma parte do trecho onde queríamos chegar. O caminhão andava a 60 km/h, foi uma viagem que exigiu paciência, mas não tem problema, o que importa é progredir no roteiro. Ficamos em um posto de beira de estrada no meio do nada, devia estar uns 35 graus, fomos para a BR pedir carona. Ficamos um tempo pedindo carona, porém demorava uma eternidade para passar algum carro ou caminhão, então voltamos ao posto e tentamos outra forma de carona, abordando pessoalmente as pessoas que paravam ali.
      5ª CARONA – 35 minutos depois
      Era um caminhoneiro de Blumenau que tinha família em Ibirama (cidade onde estudamos), mundo pequeno esse em! Conversamos a viagem toda e ele nos deixou em um posto policial desativado em Santa Vitória do Palmar, ficamos ali por um tempo mas não conseguimos nada. Caminhamos uns 800 metros até um trevo mais para a frente e voltamos a pedir carona.
      6ª CARONA – 10 minutos depois
      Carona com um homem que estava indo ao Chuy comprar peça para seu carro que estava quebrado em Santa Vitória. O carro que ele estava usando para ir buscar a peça era um gol 89 caindo aos pedaços que ele havia conseguido emprestado. Dessa vez deu medo, mas nossa meta era chegar no Chuy, então não temos escolha. Chegamos na fronteira do Brasil com o Uruguai, primeira meta atingida. Mandamos um sinal de vida para a família e já começamos a pedir carona novamente. Ficamos um tempo na divisa pedindo carona, porém não tivemos sucesso. Um casal que passava por ali disse que seria mais fácil conseguir se nós estivéssemos para frente da Aduana, local onde é feita a imigração. Então caminhamos cerca de 1km até lá (o sol estava insuportável), fizemos nossos papéis e fomos em direção a saída da Aduana.
      7ª CARONA – zero minutos depois
      Nem precisamos pedir e um Uruguaio parou em nosso lado oferecendo carona. Perguntamos até aonde ele iria, e por sorte ele estava indo para a Fortaleza Santa Teresa, mesmo local onde também iríamos acampar. Essa até então foi a carona de ouro. Chegamos na fortaleza e fomos arrumar um lugar para armar a barraca. Após estarmos com o acampamento montado saímos para conhecer o lugar, caminhamos até a praia e ficamos lá por um bom tempo jogando conversa fora. Voltamos ao acampamento, organizamos tudo e fomos procurar um lugar para comer e beber algo. Já era noite e não fazíamos ideia de onde tinha algum bar por lá, até que encontramos duas argentinas que foram muito queridas e nos levaram até o bar (que por sinal era bastante longe). Chegamos lá e comemos uma pizza de tamanho médio, cerca de R$25,00 e tomamos uma Heineken 1L por R$21,00. Preparem-se, Uruguai é um país extremamente caro para brasileiros. Voltamos ao acampamento e fomos dormir.
      22/12/2017 – Cabo Polônio
      Acordamos não muito cedo nesse dia, arrumamos nossas coisas com bastante calma e depois fomos para a praça dos mochileiros tirar algumas fotos. Feito isso, caminhamos até a saída da fortaleza (essa caminhada foi tensa, muito longa) e quando chegamos até o asfalto para pedir carona demos de cara com aquelas duas argentinas que nos ajudaram a achar o bar na noite anterior pedindo carona também, ferrou, concorrência. Ficamos um pouco a frente delas onde tinha um ponto de ônibus (sombra, amém) porém não tivemos sucesso por um bom tempo, assim como elas. Deu um tempinho e elas conseguiram carona, então agora era a nossa vez. Fomos para onde elas estavam e continuamos pedindo, mas o dia não tava sendo muito bom pra nós. Ficamos mais um tempo ali e resolvemos caminhar para mudar de lugar. Nós estávamos no meio do nada, não sabíamos o que tinha a frente, mas novos ares trazem novas oportunidades. Enquanto caminhávamos em direção ao nada, uma camionete com 3 mulheres que tinham ido até o Chuy fazer compras pararam.
      8ª CARONA – 2 horas e meia depois
      As mulheres estavam indo até um acampamento 10 km para frente de onde estávamos e nos deixaram novamente na beira do asfalto. Faltavam 3 km para chegar até Punta del Diablo, resolvemos caminhar essa distância, pois carona nesse trecho estava quase impossível. Com certeza foi a caminhada mais desgastante e longa que fizemos em toda a viagem, mas fomos guerreiros e chegamos até o trevo de acesso a Punta del Diablo. Paramos em uma venda, compramos água e algumas frutas e descansamos um pouco, lá tinha wifi. Nosso destino do dia seria Valizas, onde iríamos acampar e fazer um bate – volta até Cabo Polônio. Na estrada principal para Valizas já havia dois rapazes pedindo carona também (concorrência novamente). Nossa ideia era esperar eles conseguirem e depois ir para o lugar deles, porém também não estavam conseguindo e resolvemos ficar em uma das estradas que davam acesso ao trevo. Pedimos carona cerca de uma hora até o primeiro carro parar, ficamos extremamente felizes, mas ao perguntar para onde iriam, responderam que estavam indo para o Chuy, detalhe, nossas coisas já estavam todas no carro. Mas tudo bem, voltamos ao lugar de origem. Estava arrumando as coisas que havia tirado da mochila para poder entrar no outro carro enquanto minha amiga pedia carona.
      9ª CARONA – 1 hora e meia depois
      Dois uruguaios malucos (Sebas e Russo) que iam para Cabo Polônio nos deram carona, fomos tão apertados no carro que mal dava para se mexer, pois eles carregavam muitas coisas também. Ao conversar com eles durante o caminho, nos recomendaram ficar em Cabo Polônio, que era muito melhor que Valizas. Conseguiram uma casa para ficarmos por 300 pesos (cerca de R$38,00) pois em Cabo Polônio não pode acampar. Aceitamos a dica e resolvemos ir para lá então. Os dois eram donos de um bar em Cabo Polônio e passavam todos os verões lá, conheciam todo mundo. Cabo Polônio é uma reserva ambiental e o único acesso ao vilarejo é com caminhão 4x4, pagamos cerca R$14,00 para chegar até la. Nossos planos eram ficar apenas um dia e no outro seguir para Punta del Este, porém nos apaixonamos pelo lugar e acabamos ficando 4 dias. Tivemos que cancelar nosso hostel em Punta e pagamos 30 dólares por isso. Prejuízo, mas tudo bem.
      PS: Não recomendo Cabo Polônio para pessoas que são contra a cultura da maconha, pois o lugar é bastante hippie e todos fumam.
      26/12/2018 – Punta del Este
      Para irmos a Punta del Este acordamos muito cedo para pegarmos o primeiro 4x4 de volta para a Puerta del Polônio, mas dessa vez decidimos ir de ônibus para Punta del Este pelo fato de termos apenas 1 dia para conhecer Punta, e se dependêssemos de carona talvez a gente chegasse muito tarde na cidade e nem pudesse conhecer os principais lugares pelo menos. Pegamos um ônibus até San Carlos e outro até Punta del Este, custou no máximo R$50,00 (não lembro exatamente). Reservamos o hostel no caminho para Punta, escolhemos o Hostel del Barcito, mas não recomendo muito, os banheiros não eram muito limpos e o café da manhã é super fraco. Turistamos o dia todo e a noite fomos para uma balada, e o detalhe, fomos de carona na caçamba de uma saveiro para essa festa rsrsrs a noite foi doida.
      27/12/2018 – Montevidéu
      Acordamos não muito cedo, tomamos um café bem tranquilos e saímos para trocar dinheiro já com todas as mochilas. Depois de feito o que tinha para fazer, fomos até um ponto de ônibus para pegar um para fora da cidade. Conseguimos um que nos deixou numa distância bem boa e que saiu barata, uns R$10,00. Mais uma vez estávamos em um trevo no meio do nada pedindo carona, e o sol infernal nos acompanhando novamente. Paramos em um ponto de ônibus para aproveitar a sombra enquanto pedimos carona. Mas não tivemos sucesso nesse lugar, então resolvemos caminhar até um viaduto que unia mais duas estradas, cerca de 600m para frente de onde estávamos. Algum tempo depois passou um carro com 3 rapazes olhando muito para nós e pararam o carro, porém pararam muito longe, e por se tratar de um trevo, pensamos que poderiam ter parado para entrar em uma das vias. NÃO ERA, estavam esperando a gente, porém como não nos mexemos eles arrancaram e seguiram viagem. DROGA, perdemos nossa carona. Mas não tem problema, continuamos na batalha.
      10ª CARONA – mais de uma hora depois
      Um senhor que amava o Brasil nos deu carona, o cara era meio maluco, mas salvou nossas vidas. Nos mostrou todos os seus filhos, todos os amigos do Brasil (me fez até conversar com um deles), até o cachorro que ele ia comprar para usar de cão de guarda em sua oficina ele mostrou, e o mais engraçado, fazia tudo isso dirigindo e mexendo no celular. Loucura. Esse senhor nos deixou bem na entrada de Montevidéu, pegamos apenas um ônibus e chegamos em nosso hostel. Isso já era final do dia. Estávamos exaustos, arrumamos nossas coisas no hostel, tomamos banho e saímos para dar apenas uma caminhada pelo bairro. Fomos dormir.
      28/12/2017 – Montevidéu
      Caminhamos por todo o centro antigo de Motevidéu, pela rambla (um tipo de beira-mar, mas para quem conhece cidades tipo Florianópolis ou Balneário Camboriu não vai se surpreender) e depois fomos ao Mercado Agrícola. A cidade é bonita, mas não me encantou como as outras. Aqui no site tem bastante coisa falando sobre, e no TripAdvisor também, então não comentarei a respeito dos pontos turísticos aqui.
      29/12/2017 – Buenos Aires
      Preparem-se, esse dia vai ser longo rsrsrs
      Acordamos cedo para tomar café no hostel e logo já fomos pegar o ônibus para fora da cidade. Dessa vez pegamos um até um pouco mais longe, Vila Maria se não me engano. Como sempre, ficamos no meio do nada. Encontramos uma venda, pedimos para usar o banheiro e se nos davam um pedaço de papelão para escrever nosso próximo destino: Colônia del Sacramento. Nossa ideia inicial era chegar o quanto antes em Colônia para podermos visitar a cidade e a noite pegar o barco para Buenos Aires. Porém nossos planos não deram muito certo, acabamos demorando um pouco para conseguir a primeira carona. Era com certeza o dia mais calor que já havíamos enfrentado, então caminhamos um pouco pela estada até encontrar uma sombra. Revezamos um pouco, cada um ficava um tempo pedindo carona enquanto o outro ficava na sombra. Em um momento eu tive que ir “ao banheiro” e deixei minha amiga sozinha pedindo carona, foi nesse espaço de tempo que um caminhão resolveu parar para dar carona, quando eu vi isso saí correndo do meio do mato em direção ao caminhão, e adivinhem?!?! O caminhão arrancou ao me ver. De duas, uma: ou ficou com medo de ser um assalto, ou interessava ao caminhoneiro apenas a presença feminina em seu caminhão. Mas tudo bem, continuamos na luta. Em um momento eu resolvi ir para sombra com minha amiga e ficar um pouco ali, nisso aponta um caminhão e eu falo, “nem vou pedir carona para mais um caminhoneiro, esses pelo tipo não são carona aqui”, porém minha amiga insistiu que eu fosse para estrada e levantasse a plaquinha.
      11ª CARONA – inúmeros minutos depois
      Graças a Deus eu ouvi minha amiga e fui para a estrada, um caminhoneiro muito querido resolveu nos ajudar. Carregava madeira para uma fábrica de papel. Falamos para ele que estava difícil conseguir carona e ele nos explicou que as empresas proíbem os motoristas de dar carona, pelo fato de que se houver algum acidente, não poderíamos estar dentro do caminhão, e quem responderia por isso era o próprio caminhoneiro. O mesmo nos deixou em um trevo a uns 70 km de Colônia del Secramento. Fomos caminhando alguns metros em direção ao ponto de ônibus e minha amiga resolveu levantar a plaquinha enquanto caminhávamos.
      12ª CARONA- 1 minuto depois
      Era um senhor, com um carro japonês super compacto que ia para Colônia e resolveu nos dar uma carona. Muito simpático, porém não conversava muito. Ele nos deixou exatamente na frente do local onde é feita a compra das passagens do barco para Buenos Aires, muito bom. Era umas 16:30h quando chegamos lá, minha amiga não estava bem, provavelmente todo aquele sol a deixou fraca. Então por isso acabamos não saindo para conhecer Colônia e compramos a passagem para Buenos Aires o quanto antes. Fizemos a travessia com a empresa Colônia Express, custou R$90,00, muito mais barato e rápido que as outras empresas que fazem a travessia com a Buquebus e a Seacat. Durou cerca de 1h e 15min e chagamos no final do dia em Buenos Aires. Tínhamos um lugar para dormir fora de Buenos Aires e só teríamos que pegar um ônibus para chegar la. Porém nos demos conta de uma coisa muito importante que complicou bastante nossa vida: não tínhamos NEM UM PESO ARGENTINO na carteira, e como já era tarde não havia nenhuma casa de câmbio aberta. Fomos em um mercado para ver se trocavam dinheiro, porém não nos ajudaram. Nosso principal problema era que em Buenos Aires os ônibus funcionam com o cartão SUBE, e não aceitam dinheiro de forma alguma. Tentamos falar com outras pessoas para eles pagarem para a gente, porém como não tínhamos pesos argentinos para pagar dar de volta, ninguém aceitou. Entramos em um ônibus rápido meio que para tentar andar um pouco sem pagar, porém, o motorista nos mandou descer cerca de 3 quadras para frente. Havia uma casa lotérica próximo de onde descemos e resolvemos ir lá tentar trocar dinheiro. O cara que trabalhava lá era MUITO, mas quando eu digo MUITO, é porque ele era MUITO gente boa rsrsrs vocês vão entender o porquê. Explicamos nossa situação para ele, que não tínhamos nem cartão SUBE nem pesos argentinos, e que precisávamos trocar dinheiro. Ele nos explicou que na lotérica não fazem câmbio, porém como nossa vida dependia disso, ele nos ajudou e trocou 20 reais. Deu 125 pesos. Porém ainda não tínhamos o cartão para andar de ônibus, então o cara da lotérica deixou um cliente lá esperando e nos acompanhou até o lugar onde vendiam o carão SUBE, mas...... NÃO TINHAM O CARTÃO, apenas para a outra semana. FUDEU. Mas a cordialidade do cara não parou por aí, ele nos deu seu cartão, isso mesmo, NOS DEU seu cartão para que pudéssemos andar por lá e ainda recarregou ele para nós. O cartão dele custava 50 pesos e ainda pode ser usado mesmo sem créditos, ou seja, caso acabasse nosso limite, poderíamos usar mais 25 pesos no “crédito”.  Com certeza esse cara foi um anjo. Vamos lá, parte do nosso problema foi resolvido. Ao nos informarmos qual ônibus pegar, descobrimos que onde iríamos ficar era bastante perigoso e longe, muito longe. Levamos quase 1 hora de ônibus para chegar lá, já era quase 22h. Ao descer do ônibus e pegar o celular para procurar a casa, um homem nos aborda rapidamente perguntando se precisávamos de ajudar para nos localizar, porque onde estávamos era muito perigoso, então ele colocou o endereço no seu celular e nos levou exatamente até aonde iríamos ficar. Outro anjo, pois estávamos indo para o lado errado e não tínhamos internet. Chegamos na casa na menina, comprei uma coca bem gelada, conversamos um pouco e fomos dormir.
      30/12/2017 – Buenos Aires
      Acordamos e fomos para a rua procurar um ônibus que nos levasse até o bairro Palermo, onde tínhamos nosso hostel reservado. Perguntamos a algumas pessoas e finalmente achamos um que ia para onde queríamos. Havia um casal la esperando outro ônibus e conversamos bastante, até que o ônibus deles chegou e a mulher embarcou, o homem não. Ele veio e continuou nos acompanhando no ponto porque disse que o lugar era muito perigoso (mais um) e ficou conversando com a gente até nosso ônibus chegar. Nossa estadia em Buenos Aires apesar de curta, já nos mostrava a cordialidade da população. Chegamos ao centro, procuramos onde trocar dinheiro, porém não tínhamos mais reais para trocar e tivemos que achar um banco que aceitasse a bandeira no nosso cartão. Sacamos 2.500 pesos e pagamos 191 de taxa (cerca de R$30,00) e a cotação no banco foi de 4,7 pesos por real, ou seja, NOS FERRAMOS nesse câmbio. Fomos ao hostel, arrumamos tudo e saímos tomar uma cerveja. Nesse dia teria a noche de los tragos no hostel, quando voltamos do rolê fomos para onde tava rolando as bebidas. A noite foi longa, ficamos bebendo e conversando com o pessoal do hostel até 6 da manhã. Eram pessoas da Inglaterra, Argentina, Estados Unidos e Brasil, valeu a pena.
      Ficamos até dia 02/01/2018 em Buenos Aires, mas como falei anteriormente, não vou focar no que fizemos nas cidades, mas sim nas caronas.
      02/01/2018 – Rosário
      Nosso mochilão só tinha um roteiro até Buenos Aires, dali para frente, decidiríamos para onde ir a partir do dinheiro que nos restou e das dicas que pediríamos as pessoas. Tínhamos duas opões: Chile ou Salta, no norte da Argentina, acabamos decidindo ir para Salta, porque para o Chile a distância seria um pouco maior e ao conversar com alguns viajantes, nos falaram que está tudo MUITO caro lá, então tiramos do nosso caminho. Acordamos cedo um Buenos Aires e saímos em direção a rodoviária. Caminhamos um bom trecho até chegar lá e descobrimos que os horários dos ônibus para fora da cidade iam demorar muito e atrasaria demais a gente. Então caminhamos mais um pouco até achar um ponto de ônibus que nos levaria até outra estação que teria ônibus em outros horários. Porém ao chegarmos la, descobrimos que tinha um metro que nos levaria até um ótimo lugar, bastante afastado da cidade, rodamos 60km por R$5,00, muito bom. Chegamos de trem até Zárate e de lá pegamos um ônibus circular até a estrada, paramos em um pedágio. Lá começamos a pedir carona em direção a Rosário.
      13ª CARONA – 5 minutos depois
      Caminhoneiro gente boa, tomamos vários mates com ele durante a viagem e conversamos bastante. Ele nos deixou a uns 80 km de Rosário em um trevo, caminhamos uns 800m até a estrada principal e começamos a pedir carona novamente. Não estava muito fácil, os carros passavam em alta velocidade por onde estávamos, o que acabou complicando bastante, mas fé que dá certo.
      14ª CARONA – não sei quanto tempo depois, mas demorou
      Era um homem que viajava a trabalho pela região e estava indo para Rosário, deu boa. Nos deixou no centro, próximo a casa do couchsufing onde iríamos passar dois dias. Caminhamos até a casa do nosso couch, arrumamos tudo e saímos para jantar e tomar um chope a note. Fomos dormir.
      Passamos mais um dia em Rosário, cidade muito agradável, muitos parques e famílias fazendo piquenique por todos os lados. Vale a visita.
      04/01/2018 – Córdoba
      Aqui começa um dia bastante difícil. Acordamos cedo e fomos para o centro em busca de um ônibus para a saída da cidade, mas acabamos pegando um tipo de táxi intermunicipal por um preço bom e nos deixou 60km de rosário. Ficamos em um posto, comemos algo, usamos o wifi e voltamos a estrada para pedir carona. Coloquei uma música no celular porque sabia que seria um dia difícil e esperamos.
      15ª CARONA – muitos minutos depois
      Era um senhor em uma carreta caindo aos pedaços e carregava fertilizante. O caminhão não importa, queremos mesmo é rodar. Porém talvez não tenha sido uma boa escolha. Levamos 4 horas para percorrer cerca de 200km, foi uma carona tensa. E para piorar, ao estarmos chegando no local onde o caminhoneiro nos deixaria, comecei a procurar meu celular e adivinhem: NÃO ACHEI. Eu tinha usado ele dentro do caminhão, então tinha que estar ali, porém eu e o caminhoneiro reviramos o caminhão de ponta cabeça, mas não achamos. Coisa sinistra. Tudo bem, bola pra frente e sem celular. Entramos no posto, tomamos uma água e voltamos para a estrada.
      16ª CARONA – 5 minutos depois
      O caminhoneiro iria até próximo a Córdoba e nos deu uma carona. Ele carregava uma colheitadeira monstruosa e também andava bastante devagar. Durante o trecho, o homem recebeu uma ligação: era seu patrão dizendo que vendeu a máquina. FERROU, ele teve que nos deixar no meio do caminho pois teria que fazer outra rota. Ficamos em uma cidade no meio do nada, de 8 mil habitantes, parecia uma cidade deserta. O calor era infernal, não tinha nenhum vento e não tínhamos água. Fomos até a rodoviária, esperamos uma hora e pegamos um ônibus para Córdoba, carona ali seria impossível. Chegamos em Córdoba e não tínhamos onde ficar, sabíamos que isso ia acontecer e já estávamos preparados para passar a noite na rodoviária. Foi uma noite longa e cansativa. Eu dormir 30 min, minha amiga não dormiu.
      05/01/2018 – Córdoba
      Saímos cedo da rodoviária e fomos para o hostel que tínhamos reservado para aquele dia. Caminhamos muito, muito mesmo. Chegamos no hostel umas 9 horas, porém o check-in era apenas as 12:30, pedimos para entrar e ficamos no sofá, dormi em 5 minutos que cheguei a roncar rsrsrs até que minha amiga me acorda falando que tínhamos um problema, ela havia se confundido nas datas e fez a reserva para a noite do dia 04, aquela que passamos na rodoviária. Ela não gostou do hostel que estávamos, então conversamos com o dono e o mesmo não nos cobrou nada por ter feito essa reserva errada. UFA!  Como ela não tinha gostado, acabamos encontrando outro no booking e fomos caminhando, longe pra [email protected]#$&%. Chegamos lá, tomamos banho, dormimos um pouco e saímos caminhar pela cidade. Voltamos ao hostel, comemos e fomos dormir. Estávamos destruídos.
      06/01/2018 – Córdoba
      O dia começou com minha amiga perguntando até que hora queríamos dormir, era 8:30, falei para dormirmos até as 9:30. Dormimos, e um tempo depois ela acordou novamente e falou comigo:
      “Ferpa, tais com meu celular? “
      “Não, usei ele ontem e deixei na tua cama”
      CARALHO, CADÊ O CELULAR DA MINHA AMIGA
      Pois não é que o filho da mãe que estava no mesmo quarto que a gente (era a única pessoa no quarto) roubou o celular dela enquanto dormia?!?! Ferrou, ferrou e ferrou.
      Eu já tinha perdido meu celular, agora era ela sem celular também. Para quem viaja de carona, é impossível andar sem um GPS. Ou seja, nossa viagem se encerrou mais cedo, não tinha como continuar viajando de carona assim. DROGA. Tentamos resolver tudo com nossa família, saímos do hostel e fomos para a rodoviária. Pegamos dois ônibus para chegar em Puerto Iguazu, custou R$450,00 por pessoa e durou 22 horas.
      07/01/2018 – Foz do Iguaçu
      Chegamos em Foz do Iguaçu no final do dia e não tinha mais como irmos ao Paraguai. Temos um amigo que mora la e ia nos receber em sua casa, porém não tínhamos como ir naquele dia. Então tá, mais uma noite na rodoviária. Porém dessa vez a barra foi pesada, a rodoviária fechada as 23:30, ou seja, tivemos que passar a noite na rua. Estavamos com um argentino que conhecemos na rodoviária e depois apareceu mais um irlandês por la. Agora vem a parte foda da noite, esse irlandês foi dormir em um banco um pouco afastado de onde estávamos e pediu para nós o acordarmos as 4:00h da manhã. No relógio da rodoviária mostrava 3:57h, eu estava pronto para ir acordá-lo, até que um moleque de bike passa e rouba a mala do irlandês, olha que loucura. O coitado tinha tudo naquela mala, TUDO MESMO... roupas, celular, PASSAPORTE, documentos e MIL EUROS. Pra ele a noite foi pior que a nossa. Fomos para Ciudad del Este e ficamos por lá 3 dias fazendo compras.
      10/01/2018 – Lages
      Pegamos um ônibus de volta para lages e assim encerra antecipadamente nosso mochilão.
       
      AGORA VOU DEIXAR ALGUMAS DICAS PARA QUEM QUER VIAJAR DE CARONA
      1 - Andem sempre bem arrumados, vários pessoas que nos deram carona falaram que a roupa conta bastante
      2 - Usem sempre uma placa para indicar o lugar onde querem ir
      3 - Procurem sempre vias movimentadas 
      4 - Trevos são os melhores lugares para conseguir carona
      5 - Sombra é a melhor saída para pedir carona, por algumas podem demorar horas
      6 - Mudar de lugar quando não conseguem carona é uma boa ideia, sempre que fizemos isso ajudou bastante
      7 - No Brasil é mais fácil do que vocês imaginam andar de carona
      8 - Mulheres, não andem com roupas atraentes na hora de pedir carona
      9 - Protetor solar é seu melhor amigo na hora de pedir carona
      10 - Se forem fazer viagem de curta duração, levem sempre em reais todo seu dinheiro, a cotação é muito melhor do que se for sacar no banco.
       
      Espero que vocês gostem dessa aventura que fizemos, boa noite a todos. 
       


































       












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