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Olá viajante!

Bora viajar?

Turquia: Marmaris, Bodrum, Pamukkale, Éfeso, Kusadasi, Bergama, Canakkale e Bursa

Postado
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Pessoal,

 

Vai em partes. Na segunda seguirão os relatos de Istambul e Capadócia.

 

Abraços,

 

David.

 

Resumo viagem Turquia.

 

Primeira parte: De Marmaris à Istambul.

 

OBS: todos os valores estarão em euros. Para facilitar dividi os valores em liras turcas por 2. Se o euro mudar em relação a lira, basta multiplicar os valores citados por 2 para se ter o valor real em liras turcas.

 

1. O povo.

Embora não tenha colocado este tópico no relato da Grécia, gostaria de dizer que o povo turco é muito cordial, comunicativo e muito prestativo. Nunca negaram-me informação, pelo contrário, muitas vezes se aproximavam só por me ver com o mapa na mão, procurando ajudar. Além disto gostam muito dos brasileiros.

Turcos também adoram futebol e quando souberem que você é brasileiro iram falar de Ronaldinho, Alex e de outros jogadores que porventura estejam jogando por lá. Antes de ir se informe sobre quem está jogando lá e pegue algumas informações, mesmo que você náo goste de futebol para não parecer desinteressado.

 

2. Comunicação.

Fora da parte turística e dos profissionais de turismo é mais difícil encontrar quem fale inglês, principalmente fora de Istambul. Mas a linguagem universal funciona muito bem. Consegui visitar até uma mesquita em uma cidade medieval e “bater papo” com várias pessoas, sem elas saberem inglês e eu, turco.

 

3. Dirigir na Turquia

Nenhum problema em dirigir na turquia. Para os nossos padrões as estradas são boas e não tem buraco. São todas asfaltadas e boa parte já é de mão única com duas pistas. A Turquia é bem montanhosa (ao menos em boa parte do trecho que eu andei) e é um sobe desce constante. Quando a pista é de mão dupla, normalmente existem duas faixas para quem sobe. Os visuais são muito bonitos, muito pinheiros no sul, mais vegetação e plantações na direção de Istambul. Em alguns trechos existem muitos carros da polícia fazendo vistorias e é normal te pararem.

Você pode pegar trânsito ruim nos pedaços em que as rodovias estão sendo duplicadas, e são muitos, estão investindo muito em rodovias nesta região que eu dirigi. Em alguns anos todas as rodovias serão de mão única.

Em nenhum momento vi “loucuras” no trânsito (com exceção de Istambul, que é uma loucura, até para nós, mas lá eu entreguei o carro). Não recomendo a ninguem dirigir em Istambul até porque em nenhuma grande cidade vale a pena. Claro que eles dirigem mais como nós do que como os alemãos, logo é preciso o mesmo cuidado ao dirigir como temos por aqui, nem sempre eles sinalizam e portanto é bom estar sempre alerta, principalmente nas áreas urbanas.

Não existe muita sinalização nas estradas em relação a velocidade. Adotei o costume que tenho de andar na mesma velocidade dos motoristas locais, mas acabei descobrindo que todas elas são 90 km, com 10% de tolerância (excecão nas freeway, onde é 120), o que é um problema, pois as estradas são boas e peguei pouco trânsito. Dava para andar a mais tranquilo. Como descobri isto? Sendo multado. Minha primeira multa, depois de mais de 20.000 km rodados na Europa. Para mim, andar a 90 é um martírio.

Outro problema é que as estradas passam dentro das cidades e vilas. Não que atrapalhe muito, mas existem diversos sinais. Normalmente existem luzes amarelas piscando antes de situações que exijam mais cuidados ou dos sinais de trânsito. O sinal fica com o verde piscando, quando vai fechar, depois fica amarelo e finalmente vermelho.

Como um cidadão politicamente correto que sou, na primeira vez que vi o sinal piscar o verde e depois amarelo, pisei no freio e parei. O cara que vinha atrás de mim cortou-me pela esquerda e pareceu falar algo que não entendi,quando me passou e foi embora, parecia relacionado a mãe, mas devo ter me enganado. Com este episódio concluí que ser politicamente correto é louvável mas pode fazer mal a saúde. Conhece algum lugar assim?

Olhe sempre no retrovisor quando for parar, que nem no Brasil. Em relação a isto e a velocidade, faça o que a sua consciência mandar. Eu não aconselho nada. Em tempo, a multa foi de 100 euros, com desconto, paga no banco. A gasolina é mais cara que na Grécia, 1, 9 euros, aproximadamente.

Cuidado com o GPS. O meu mapa foi comprado antes da viagem e está desatualizado (tom tom) mas todos devem ter a mesma fonte. Em uma outra situação, quando estava no interior, em Iznick, e sai faltando pouco para escurecer, parti para Istambul – 250 km, ele me jogou na estrada mas curta, só que era uma estrada de interior, para apenas um carro, cheia de curvas e buracos cruzando montanhas desertas, numa região agrícola, teria sido legal se não estivesse escurecendo e o GPS não se perde-se as vezes. Em algumas situações fui pelo meu mapa, que peguei numa agência de turismo em Bodrum, ao lado da entrada do castelo.

Se você vai pegar o carro em uma cidade e devolver em outra, a oferta se reduz. Só as grandes companhias aceitam esta situação e os preços até dobram. A Avis pediu de Marmaris à Istambul o dobro que a Hertz pediu. O problema é que a Hertz só tinha em Bodrum. Fui obrigado a alugar um em Marmaris, e devolver lá, e ir para Bodrum pegar o carro da Hertz, até Istambul. Uma semana por 300 euros. Era o econômico, mas ganhei um up-grade e peguei um Focus.

Concluindo, quem gostar de dirigir, não tem problema, e existem lugares lindo para se conhecer nos caminhos.

 

4 .Hotéis.

De um modo geral os hotéis são bons. Possuem banheiros até melhores que o padrão europeu. Todos com bons armários, boas camas, normalmente bem decorados e, comparando com os preços das cidades européias, custam a metade do preço.

 

Marmaris.

Ficamos no Club Amaris – 25 euros, sem café - um apart hotel onde você pode fazer até refeições leves no seu apartamento. Mas no hotel existe um bar, com um povo muito animado e amigo. Foi fácil se inturmar. O hotel possui uma boa piscina e uma excelente relação custo-benefício. Valeu ficar nele.

 

Bodrum.

Ficamos no Hotel Istankoy – 45 euros com café (5 euros do ar condicionado), perto da praia e da muvuca. Boa localização. Também com piscina (quase todos tem) , bar, muito turista. Também nos atendeu.

 

Pamukkale.

Ficamos no hotel Vênus – 30 euros, com café. Bom hotel e bom restaurante. Comida típica. Não o achamos, fomos achados pelo dono , que fica rodando de lambreta pelas ruas.

 

Kusadasi.

Da mesma rede de Bodrum. 37,5 euros. Perto da praia e da muvuca. Atendeu bem.

 

Bergama.

Cidade pequena. Ficamos no terceiro que olhamos, . Poucas opções. Mas estava dentro dos padrões de qualidade. Jantamos lá mesmo. Nada na cidade nos estimulou a sair e chegamos tarde de Pergamo, também. Não lembro o nome.

 

Canakkale.

Demos sorte. Paramos o carro ao lado de um muito bom, mais barato do que o preço que tinha visto no Brasil, no booking.com. O nome é Kervansaray, um hotel histórico no centro da cidade. 50 euros, com café.

 

5. Deslocamento entre locais

De Rhodes para Marmaris – catamarã – 16:00 – 17:00 50 euros

Porto para o hotel – taxi 10 euros

De Marmaris para Bodrum – Ônibus. Tem a toda hora. 9 euros p/ pessoa.

De Bodrum, para Pamukkale, Kusadasi, Bergama, Canakkale e Istanbul – de carro.

 

6. Deslocamento nos locais

 

Dica: para caminhar nas praias (e também em Pamukkale) e até mesmo entrar no mar existem uns sapatos de plastico, tipo silicone, esportivo, super-flexivéis, que permitem andar sem machucar os pés. Deve vender aqui no Brasil.

 

Todas as cidades menores em que ficamos circulamos a pé. (Marmaris, Bodrum, Pamukkale, Kusadasi, Selçuck, Bergama, Canakkale, Bursa e Iznik) . Algumas eram apenas base para conhecer as cidades históricas.

 

7. Alimentação

Nenhum problema em relação as comidas turcas. As mezes são legumes, queijos, pastas e comem muitas saladas e frutos do mar e carnes conhecidas. Não recomendo restaurantes pois acho muito pessoal, mas de modo geral todos os restaurantes que fomos nos agradaram. Bebem muito chá (o dia todo). Alguma dificuldade para conseguir leite quente no café da manhã.

 

8. Dinheiro

A forma mais prática de lidar com ele é a mesma usada no nosso cotidiano, cartão de crédito e saque no cartão de débito, com a vantagem de se pegar o dinheiro local (existem caixas em qualquer lugar). Basta levar alguns euros para os primeiros momentos.

 

9. Preços

Estes preços refletem os praticados por bons restaurantes (ou bares e cafés) em áreas turísticas. Podem variar conforme o gosto de cada viajante.

Massas – 4 a 7. Saladas – 4 a 5. Pratos de carne e peixe – 6 a 10

Coca cola – 1 a 2 Cerveja 330 ml – 1,5 a 2,5 Cerveja 500 ml – 2,5 a 4.

Suco de laranja 500 ml – 1,5. Taça de vinho – 2,5 a 4

Kebab, sanduba local – 2 a 3. Morango – 1,5 o quilo (muito bom)

 

10. Tempo necessário

 

Nesta primeira parte da viagem a idéia era conhecermos algumas cidades menores, as ruínas históricas, o interior da Turquia e o que mais aparecesse. É uma forma diferente de viajar, onde você determina o ritmo e onde quer ir e parar.

Os dias previstos se mostraram suficientes, desde que você tenha disposição para andar, as vezes durante horas (para conhecer hierápolis e Pamukkale foram umas 5 horas, claro que parando para uma cervejinha).

Outro ponto importante é a velocidade com que vê as coisas pelo caminho. Por exemplo, se você levar 30 minutos contemplando cada mosaico que encontrar pela frente, cada conjunto de colunas gregas, a coisa ficará complicada. Mas isto é pessoal.

De um modo geral, duas a quatro horas por cada sítio arqueológico é razoável para mim. Mas lembre-se que o tempo é gasto como você quiser, você é o dono dele, não se trata de uma excursão.

Por exemplo, fiquei uma meia hora parado em uma beira de estrada “conversando” com um vendedor de frutas, sobre frutas típicas, pronúncia em turco e português, e comendo morangos maravilhosos.

Outro exemplo, andar uns 80 km fora do previsto, para achar uma praia ou vila que você leu em algum lugar que é maravilhosa ou tirar do roteiro alguma cidade prevista originalmente. Normalmente eu decido na noite anterior onde vou no dia seguinte e em que cidade vou dormir.

 

11. Temperatura

O tempo em maio foi bom, só com uma manhã chuvosa e uma tarde com névoa seca, em 9 dias, calor de dia e friozinho a noite (podem levar casacos, mas nada exagerado).

 

12. Compras.

Nesta parte da viagem não nos preocupamos muito com isto, mas a maioria das cidades é turística, logo existe um grande comércio voltado para este fim. Em Bursa já existe um bazar, menor que o de Istambul, mas já com bastante oferta. Serve para as meninas irem se aquecendo para Istambul. Procure usar o seu valor referencial para as coisas, quanto elas custam no Brasil e em outros países e compre se valer a pena (e se houver dinheiro, é claro).

 

13. Guia turístico

Uso sempre o guia visual que a Folha de S. Paulo publica no Brasil. Claro que isto é pessoal, mas dê uma olhava nele. Comprei um da Turquia toda.

 

14. Relatos.

Não entrarei em muitos detalhes sobre os pontos turisticos tradicionais, pois podem ser pesquisados em vários guias. A idéia é dar uma noção do tempo gasto para conhecer as cidades e os locais. A Turquia do mar Egeu é cheia de atrações, cidades movimentadas a beira-mar, resorts enormes, ruínas históricas e alguns quilometros para dentro, pegando-se algumas estradas secundárias, ainda se vê pastores com suas ovelhas.

 

Marmaris.

Inicialmente pretendíamos ir de Rhodes para Bodrum, mas acabamos indo para Marmaris, por vários motivos: O catamarâ leva 50 minutos contra umas duas horas para Bodrum, tem todo o dia para Mamaris e Bodrum não, queríamos ir para Olu Deniz e Marmaris fica uns 180 km mais perto. O único problema foi o fato da Hertz não ter loja em Marmaris e minha reserva com ela ser em Bodrum. Acabei alugando um carro por um dia lá. O objetivo principal era ir ao desfiladeiro de Saklikent e a um local com belas fotos de praia: Olu Deniz.

Chegamos no hotel umas 18:00 h e saímos para alugar um carro para o dia seguinte e conhecer a cidade. Depois voltamos para o hotel e jantamos lá, pois tinha um bar/restaurante com mesas na beira da piscina e com uma turma super-simpática.

No dia seguinte pegamos o carro e fomos para Fethiye - 122 km. Dali, com mais 17 chega-se a Olu Deniz e com 42 ao desfiladeiro. Todos os dois passeios valeram a pena. Só que acabei saindo um pouco tarde e no desfiladeiro precisaríamos de mais umas 2 h para ir até a parte que o guia local sugeriu, voltamos da metade. A tardinha passeamos pela rua litorânea em Marmaris. Devolvemos o carro e fomos dormir. No dia seguinte pegamos um ônibus para Bodrum.

Foi bom ter ficado em Marmaris, em função dos nossos planos.

 

Bodrum.

Em Marmaris, e principalmente em Bodrum, eles aproveitam muito bem o turismo. As praias continuam com “areia” de pedras, mas eles “tiram leite” destas pedras. Os bares são transados, as praias lotadas de espreguiçaderas, onde os garçons atendem os turistas, tudo florido e arrumado.

Bodrum já é um outro padrão de cidade. É o mais conhecido balneário turco, centenas de iates, um bonito castelo na beira do mar (aliás, tem uma informação turística muito boa na entrada dele, foi onde peguei os mapas para minha viagem), muitos bares e restaurantes.

Lá tem umas das mais famosas boates turcas, com capacidade para 5.000 pessoas, a Halikarnas. Passamos lá de dia e o visual da parte externa é incrível, com vista do mar e do castelo. Ficamos tão animados que resolvemos ir nela, a noite. O único problema foi o fato dela fechar no inverno e só reabrir na semana seguinte.

 

Dica: Galera da noite, tive a impressão que no verão deve ficar tipo Mikonos, a orla é cheia de bares/boates, cheios de luzes, efeitos e música. Todas as espreguiçadeiras são retiradas e no local se colocam mesas, cadeiras, sofás, tudo bem transado tipo lounge e a “areia” vira um grande restaurante/barzinho, cheio de gente. Pesquisem.

 

No dia seguinte finalmente pegamos o carro e partimos. Valeu a pena ter ido a Bodrum.

 

Pamukkale.

A distância a percorrer era 286 km, foi tranquilo, chegamos e fomos direto para hierápolis. Descobrimos que Hierápolis e as famosas plataformas brancas de Pamukkale ficam no mesmo lugar. Você pode entrar por Hierápolis (pelo lado da estrada, precisa ir de carro ou ônibus) ou pelo lado de Pamukkale (neste caso pode ir a pé, se você estiver hospedado na vila).

Em Pamukkale existe uma piscina natural de aguas transparentes e pedaços de mármores gregos dentro dela, cheia de turistas. Passei, até porque não era barato entrar nela. As piscinas naturais estavam com bastante água (uma preocupação pelo que tinha lido antes).

Hierápolis também é fantástica. “bem conservada”, possui o mais completo teatro dos que eu ví, ainda com uma parte do palco e da decoração.

Chegamos na vila quase noite. Paramos para nos localizarmos e logo surgiu o dono de um hotel, o Vênus, de lambreta. Fomos para lá e valeu a pena. Jantamos por lá mesmo. Comida turca, tanto no jantar como no café da manhã. Muito bom.

 

Kasadasi

Saímos de manhã cedo e partimos para Selçuk, onde iríamos no castelo e na basílica de S. João, onde acredita-se que ele esteja enterrado. Na estrada paramos para comprar morangos e “conversamos” bastante com o vendedor sobre frutas e seus nomes.

Após a catedral , partimos para Éfeso, que estava cheia, mas não insuportável e, finalmente, partimos para a casa de Maria (mãe de Jesus, que teria sido levada por João para se esconder e que teria morado nesta casa). Não existe prova científica do fato, apenas circustanciais, mas como trata-se de uma questão de fé, você decide se vale a pena. Arquitetonicamente não acrescenta nada, é uma casa bem simples.

Fomos então conhecer Kusadasi, uma cidade normal, na praia, com seus bares e restaurantes. Estivemos lá no dia em que o Bursa foi campeão e vimos a festa dos torcedores.

 

Bergama.

Na saída resolvemos procurar uma praia chamada Ilica, perto de Cesme, que lemos no guia que era um local interessante e fomos lá confirmar. Valeu a ida .

Depois fomos direto para Bergama, e para as ruínas de Pergamo. Na saída procuramos um hotel, jantamos nele mesmo e fomos dormir.

 

Canakkale

No caminho para Canakkale programamos passar em Assos, uma cidade medieval no litoral da Turquia. Fomos por uma estrada regional, beirando o litoral, de onde se avista bem proximo uma ilha grega, acho que Lesvos. Muito bom, a cidade é realmente medieval e habitada, ideal para curtir um outro visual para variar. Bom lugar para fotos.

Depois seguimos a viagem para a próxima etapa: Tróia.

Particularmente procuro evitar comentários sobre os lugares, pois as opiniões variam conforme o perfil e o conhecimento prévio de cada viajante, mas no caso de Tróia, só com tempo disponível. Não existem nem ruínas como o teatro de Hierápolis ou a biblioteca de Éfeso e o cavalo de tróia é uma reconstituição bem estilizada, tem um monte de janelinhas para os turistas tirarem fotos. Se o problema é ver um cavalo de Tróia, vá em Canakkale, onde se encontra o utilizado no filme do Brad Pitt, bem mais factível.

A cidade de Canakkale vale a pena. Na beira do canal que liga o mar Egeu ao mar de Marmara, é animada, pessoas circulando pela beira-mar e bons restaurantes.

 

Bursa.

A dúvida era se cruzávamos o canal e íamos para Edirne ou se íamos para Bursa. Fomos para Bursa. Já é uma cidade grande, bem legal, grande mercado, mesquita, movimento na rua. Quase dormimos lá. Em cima da hora resolvemos passar em Iznik, famosa pelos seus azulejos, na beira de um lago enorme, pareceu-me uma boa idéia. Só que chegando lá não tinha hotel, todos fechados, ainda não era temporada. Com ainda faltava umas duas horas para escurecer, resolvi ir logo para Istambul ( uns 250 km). Pelo GPS vi que tinha uma opção de pegar um ferry para Istambul, cruzando o mar de Marmara, ou dar a volta de carro. Optei por dar a volta. O GPS me colocou na estrada mais curta, o problema é que era uam estrada pequena, para apenas um carro, em muitos trechos, com buracos, pelo interior mesmo, subindo e descendo montanhas. Teria sido ótimo, se fosse mais cedo, mas os 40 km levaram quase uma hora. Cheguei em Istambul as 21h.

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Ana,

 

fui em maio, uma temperatura excelente, creio que entre 25/30º. Só que para você não deve servir pois a ilha estava deserta, as praias vazias....pelo que você pretende, tem que ir na muvuca.....mas neste caso não posso te ajudar muito, na época li que a ilha fica intransitável......

 

Sendo época da muvuca, talvez compense comprar no Brasil para garantir, tendo a desvantagem de ficar presa as datas. Vá que queira ficar mais tempo em algum lugar? Pesquise sobre o tempo na época que for, pois lembro de ter lido sobre ventos fortes que causavam cancelamentos dos ferries.

 

Não sei se você leu o relato que fiz da Grécia e os outros da Turquia, está tudo lá...até porque este "papo" aqui está meio fora de lugar.... :)

 

Antes que eu me esqueça, não espere muito de Atenas........já que você é adepta do turismo "vapt-vupt", dois dias já está até demais....... :)

 

Ponha mais um em Istambul.

 

Abraços,

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ola david,

 

na verdade nao quero muvuca tambem nao rs mas um pouco mais cheio sim rsrs devo sair duas vezes só para balada..uma na grecia e outra na turquia... Eu li sim seus relatos nos dois topicos e de uma outra menina num blog tambem que falava inclusive sobre cancelamento de ferry boats por vento, para tomar cuidado... obrigada pelas dicas. abraços ana

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Oi, Davlav!

 

Pretendo ir à Grécia e Turquia em maio/junho deste ano. Farei o básico dos dois países. Elaborei o roteiro mas ainda estou com dúvidas se é exequível. A idéia é começar por Istambul e ficar quatro dias inteiros. Depois, as incursões pelo interior:

Dia 1 - aéreo para Izmir de manhã cedo e já no mesmo dia, conhecer Éfeso.

Dia 2 - Bate-e-volta para Pamukkale. Nestes dois dias, pretendo ficar em Kusadaki.

Dia 3 - Seguir para Capadócia num voo pela low-cost Sun Express para Kayseri de manhã cedo para já no dia fechar um passeio.

Dia 4 - Tour pela Capadócia

Dia 5 - Volta à Istambul (não em um voo muito cedo pois se o tempo estiver instável, tenho mais uma oportunidade de fazer o passeio de balão).

 

Irei com mais três amigas e o meu desejo de comprar as passagens e fechar tudo de forma independente é forte(do mesmo modo que farei com os trechos internos na Grécia). Porém, ouvi opiniões de amigos e de alguns blogueiros que já foram à Turquia e aconselharam a comprar um pacotão em Istambul (outros fecharam já no Brasil) que inclui transfers, tours, hospedagens e até as refeições.

 

Vc como viajante independente, qual a sua opinião? Dos blogueiros eu não sei, mas das minhas amigas sei que o perfil delas não é o mesmo que o meu, adoro planejar e ter o poder da escolha. Estou ressabiada... Entendo que cada país tem o seu perfil mas será que na Turquia é tão difícil assim se virar sem o pacotão?

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Pat Alves,

 

Já viajei muito por aí e o único lugar que vi vantagem em pegar uma excursão foi na Capadócia. Mesmo assim, na prática, estou falando dos passeios de van pela região. Você anda duas horas por um vale e quando acaba a van está te esperando do outro lado, não tem que voltar. Depois também não tem muitos meios de transporte e os lugares que valem a pena não são muito próximos. Pesquisei o aluguel de um carro e sairia mais caro. Fiz tudo pelo hotel que reservei (que já te oferece um transfer do aeroporto, que fica bem longe). Veja os detalhes em: capadocia-t44736.html

 

Em relação a Istambul, menor necessidade. Veja: istambul-em-cinco-dias-t44593.html

 

Quanto as outras cidades, fiz de carro, mas acho que para sair de uma para outra, perdendo menos tempo, excursões locais são interessantes. Tipo Éfesos e casa de Maria, sem estar numa van, acho que deve se perder tempo para transitar entre pontos não muito próximos.

 

Não se trata daquelas excursões em ônibus enormes, onde as pessoas levam 20 minutos para entrar e sair, mais vinte para voltar do almoço e uma hora rodando até chegar no seu hotel, que sempre será o último... :)

 

Concluindo, não podemos ser radicais, sugiro sempre analisar o custo versus o tempo ganho com a adoção de excursões locais. Afinal seu tempo é curto e não vale a pena perder tempo só para manter a fama de independente... :)

 

Abraços,

 

David.

Postado
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Oi!

 

Já havia lido seus bons relatos. Eu acho que não soube me explicar. Eu pretendo fazer os passeios de van seja na Capadócia e Éfeso e Pamukkale. Em algumas viagens faço isso, acho bem cômodo. Não sou xiita!

 

A minha maior dúvida é com relação às passagens aéreas e hotéis. Compro-as as, reservo os hotéis e fecho apenas os passeios lá ou deixo para comprar tudo lá (aéreos, hotéis e tours)? Será que é tão vantajoso?

 

Minha amiga disse é o ideal pois paga-se, tem os transfers incluídos e não esquenta a cabeça com mais nada. Só que eu estou meio encafifada com isso, será que é difícil se virar pelo interior do país apenas deixando para fechar apenas os passeios no local ?

 

Ah, acrescentei mais um dia inteiro em Istambul no roteiro.

 

Obrigada pela ajuda,

 

Pat

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Pat Alves,

 

Eu também não devo ter lido com atenção o que você escreveu......vou tentar me redimir.... :)

 

Bom, eu sempre reservo os primeiro e último hotéis, pois são os dias nos quais eu não estou de carro e por comodidade prefiro não me preocupar com ter que andar de malas para cima e para baixo.

 

No caso específico da Capadócia, como fui de avião preferi comprar bem antes, para pagar um preço melhor e também achei por bem reservar este hotel, que oferecia o transfer do aeroporto gratuitamente e cobrava mais 10 euros pelo retorno, por pessoa (de graça, deve dar uns 70 km de distância). As excursões e o passeio do balão só fechei lá, também pelo grupo do hotel.

 

Agora, se a sua turma quiser se sentir mais segura e despreocupada, minhas escolhas foram perfeitas, desde o famoso hotel nas rochas, o passeio de balão e pela região. Acredito que a maioria das excursões sejam iguais e como você vão passar pouco tempo, qualquer meia hora perdida faz a diferença.

 

Em relação aos demais passeios, acho mais prático contratar lá, dependendo se vocês vão em baixa temporada. Não vejo problemas em se fechar no local, pode-se pesquisar bem na internet e depois chegar lá sabendo onde procurar e com idéia de custo. Agora, como sempre estou de carro, esta não é muito minha praia.

 

No hotel que eu fiquei, tinha uma funcionária muito gente boa, que era responsável justamente em orientar os hóspedes nestes programas turísticos. Se você reservar antes, peça dicas.

 

Em tempo, não tive nenhum problema pelo interior do país, mesmo usando apenas a linguagem universal: a mímica.

 

Abraços,

 

David

  • 3 semanas depois...
Postado
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Obrigada por responder!

 

Já compramos a passagem Brasil - Europa e agora vamos à etapa de reservar hotéis e comprar os trechos aéreos internos da Turquia. Faremos como lemos em vários relatos: deixaremos as malas grandes no hotel em Istambul e vamos com mochilas menores para o interior. Faltam 4 meses, estou ansiosa!

  • 4 semanas depois...
Postado
  • Membros

Olá David

 

Li todos os seus posts!! Agora gostaria da sua opiniao a respeito do roteiro que tracei!! Seria Turquia e Grecia com mais destaque à Turquia! Meu esquema de viagem é mochilão. A maioria dos transportes de onibus e ferry, aviao só do Brasil e de Atenas a Istambul!! Ah viajarei sozinha, acho que tudo bem, né? E meus interesses principais sao os passeios historicos e eco-tours, sem balada ou praia a principio!!

Muito obrigada pela ajuda!!

6: SP – Amsterdã - Istambul

7: chegada em Istambul

8: Istambul

9: Istambul

10: Istambul

Noite: Istambul /Goreme

11: Goreme

12: Goreme

Noite: Goreme/Pammukalle

13: Pamukalle

Pamukkale/Hierápolis

Noite ou fim do dia: Pamukalle/selçuk

14: Éfeso

Ruínas em Éfeso

15: Éfeso

Priene, Miletos, Didyma

Noite: Éfeso/Bodrum

16: Bodrum – Marmaris – Rhodes

17: Rhodes

18: Rhodes – barco para Atenas (15h) – madrugada

19: Atenas

20: Atenas

21: Atenas-Istambul – vôo (1h) – fim de tarde

22: Istambul-SP

 

Bjs

 

Gracila

  • 1 ano depois...
Postado
  • Membros

OI Gente td bem?

 

Vou agora em Junho para a Grécia e estou com um problema com o roteiro.

Preciso ir de Mykonos ou Santorini para Pamukkale, da forma mais rápida possível(infelizmente nõa tenho muito tempo).

Pelo que eu tinha pesquisado, o jeito mais fácil era ir de Mykonos para Samos, de lá para Kusadasi e então Pamukkale. Mas eu j'procurei em vários sites e não consigo achar passagens de Ferry para essa rota.

Também tentei ver passagens de avião, para Denizli e de lá pra Pamukkale,mas o preço é absurdo( de Mykonos para Samos de avião,nõa é mto caro,mas o tempo é absurdo,devido as paradas em Atenas).

 

Alguém poderia, por favor me ajudar? ::sos:: Estou começando a ficar desesperada :(

 

Obrigada a todos.

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Gostaria de dizer, que segui quase o mesmo roteiro de David e tudo o que li foi muito bem aproveitado. Valiosas informações!

Meu maior receio era sair da Grécia e entrar na Turquia pelo mar, mas deu tudo certo. Para quem tem alguma dúvida, fui de Rhodes, que recomendo muito, desde a Old City às praias de Saint Paul em especial. De Rhodes peguei o ferry para Kos que passou por Symi e de Kos pegamos um ferry (que já era de uma cia da Turquia) para Bodrum. Chegamos em Kos antes do meio-dia, aproveitamos para almoçar lá e conhecer o centro da ilha, com bares, um castelo e praias. As 4:30 o ferry partia para Bodrum. No outro dia alugamos um carro em Bodrum e partimos para Pamukkale conhecer Hierápolis. No outro dia seguimos viagem para Selçuk onde conhecemos a casa da Virgem Maria e Ephesus. No outro dia, distante 70km estava o aeroporto de Izmir, onde entregamos o carro e pegamos o vôo com destino para Capadócia. A princípio este trajeto me assustava um pouco, mas foi muito tranquilo e se fosse fazer isto de ônibus, fora de um pacote, seria muito cansativo.

Aprovo e recomendo a sugestão do David. Só não fui para Marmaris, pois não tinha muito tempo para ir em mais uma cidade e por este motivo fui para Bodrum, que foi muito bom, pois tive a oportunidade de conhecer Kos e passar por Symi.

Obrigada pela dicas David.

A propósito fomos final de maio, viajamos durante 20 dias e o roteiro foi: Atenas, Mikonos, Santorini, Rhodes, Bodrum, Pamukkale, Selçuk, Capadócia e Istanbul. Fico a disposição, caso precisem de algum esclarecimento dentro do que pude vivenciar. Vlw

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