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Andre Del Rio

Camping em Ubatuba

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Galera gostaria de saber, se alguém conhece algum camping bem estruturado para virada de ano em Ubatuba, geralmente acampo rootz, mas por ser virada de ano prefiro algo com um pouco de segurança :)

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Os que ficam na praia de Itamambuca são ótimos. A praia é um pouco afastada do Centro. Veja no Google maps e lá tbm verá os campings

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Valeu pela dica, vou dar uma pesquisada.

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    • Por Caru Bastides
      ♪♫ Vem chegando o verão, um calor no coração... ♪♫
       
      Lindos dias ensolarados em pleno dezembro, qual a primeira coisa que você pensa? Praia. Tudo bem que aquela semaninha de folga no ano novo tá chegando, mas por que não curtir um fim de semana relax com sombra a água fresca? Daí lembrei que tava louca pra conhecer a praia do Cedro, em Ubatuba. Praia linda, deserta, camping selvagem... tudo que eu queria!
      O namorado e um casal de amigos toparam na hora. Tudo combinado, saímos de São Paulo na sexta-feira às 21h30 (pra não pegar trânsito), passamos em São José dos Campos pra buscar meu companheiro, e por volta da 1h da manhã estávamos chegando em Caraguatatuba.
      A descida pela Rodovia dos Tamoios foi tranqüila, sem trânsito, apesar das obras de duplicação e das recomendações da DERSA para evitar a rodovia. Tem só que ficar bem atento, pois alguns trechos da pista estão interditados e há desvios sinalizados por cones.
      Dormimos em uma pousada em Caraguá, na beira da Rodovia Rio-Santos (R$175 o quarto para 4 pessoas). No dia seguinte, acordamos às 8h, tomamos café da manhã com calma, nos arrumamos e partimos sentido Ubatuba. O percurso durou uns 30 minutos até a Praia da Lagoinha.
      Chegando na praia da Lagoinha, entramos na Portaria do Salga - Sociedade dos amigos da Lagoinha, local que dá acesso ao canto direito da praia, onde começa a trilha. Para estacionar o carro, compre cartões Zona Azul (R$ 10,00 para o dia inteiro). A dica é seguir a rua principal do condomínio , virar à esquerda e seguir até o fim. Na última esquina há um sobrado verde-água, daí é só dobrar a rua e estacionar.

      Ao estacionar, percebemos que havia um pneu furado, os meninos trocaram pelo estepe, mas este estava mais murcho que o outro, então eles ainda foram calibrar no posto...
      Começamos a caminhada por volta do meio-dia.

       
      Pé na areia, caminhamos até o canto direito da praia e atravessamos um rio, com altura da água na virilha, pelo menos pra mim que sou baixinha.

       
      A trilha começa bem depois do rio e é bem tranquila, larga, sinalizada, vimos até gente andando de bike, rs. Apesar de ter chovido nos dias anteriores, não estava molhada nem escorregadia.

       
      A caminhada entre as 4 primeiras praias – Praia do Oeste, Praia do Perez, Bonete e Praia Grande do Bonete, foi curta, sem grandes subidas e descidas. Algumas casas e um barzinho no caminho.



       
      A Praia Grande do Bonete é bem extensa, tem um bar pé na areia, e foi no final desta praia que paramos para almoçar e tomar banho de mar.



       
      Depois disso, uma trilha com a vista linda da Praia Grande do Bonete nos leva até a Praia Deserta.

       
      O último trecho da trilha até o Cedro é mais íngreme mas nada assustador, nível médio. E a vista compensa qualquer esforço...

       
      Chegamos na Praia do Cedro no final da tarde e, depois de parar para apreciar a linda vista e tomar um banho de mar, procuramos os pontos de água doce e um bom lugar para montar acampamento. Como perto da água doce tinha uma turma grande de famílias, escolhemos acampar no canto esquerdo da praia, debaixo da placa “proibido acampar”


       
      O Cedro é uma praia deserta, com acesso só por trilha e barco, sem nenhuma casa nem comércio. Há dos riachos no canto direito da praia, um deles tem um cano que dá pra tomar banho e pegar água. Usamos a água pra beber e cozinhar sem problemas. Vi que é comum o camping selvagem lá, havia uns 6 grupos neste fim de semana, um destes uma grande família, com crianças, que chegaram de barco. A maioria das pessoas acessa a praia por trilha. A praia é bem limpa, com ondas fortes e muita sombra das árvores. Lugar prefeito pra acampar e acordar de frente perto mar. Foi uma delícia dormir com o barulho das ondas e acordar com o canto dos pássaros
      Ainda mais incrível porque a lua estava cheia, então dava pra enxergar bem de noite... reparamos que a luz da lua tava tão forte que até fazia sombra. Ao anoitecer, preparamos a comida (arroz, legumes duros, linguiça calabresa - a arte de prescindir de geladeira), acendemos uma fogueira e comemos sob a luz do luar e no calor do fogo.


       
      No dia seguinte, curtimos o Cedro o dia inteiro, entre banho de mar, banho de sol, uma dormidinha na rede, o dia passou voando...





       
      Depois de curtir o dia na praia, no final da tarde levantamos acampamento e partimos às 18h para a trilha até a Praia da Fortaleza. Essa trilha é também íngreme em alguns trechos, com a diferença de ser mais estreita e fechada. Encontramos inclusive diversas árvores caídas no meio da trilha.

       
      Após 1h30 de caminhada, chegamos à Praia da Fortaleza.


       
      A idéia era pegar um ônibus que nos levaria até a Praia da Lagoinha, onde o carro estava estacionado. Nos informaram que o ônibus passava às 18h, às 19h30 e à 00h. Mas para nossa surpresa, por ser domingo, o ônibus das 19h30 não passava Como pegar o ônibus da meia-noite estava fora de cogitação, começamos a pedir carona para quem passasse.
      Depois de um breve momento de aflição, um casal de Jundiaí super simpático topou nos dar uma carona até Lagoinha :'> E Ufa! Foi o que nos salvou, pois da vila de Fortaleza até a Rodovia Rio-Santos são 8km, mais ou menos a mesma distância que havíamos percorrido em 2 dias.
      Como não cabíamos os 4 mais as mochilas, fomos em casal pra buscar o carro e voltar para buscar nossos amigos. Esse finalzinho foi só pra coroar e dar um gostinho de aventura pra viagem. Na volta, paramos pra jantar no Restaurante Mar Virado, na rodovia perto da praia de Lagoinha. Pé na estrada, cansados e felizes por ter escapado da loucura da cidade num fim de semana de sol!


    • Por Caroline Martins Da Silva
      A trilha das sete praias foi uma aventura muito divertida, eu me reuni a uma trupe do fb de 30 pessoas no metro tatuapé.

       
      Fretamos duas vans e saímos por volta de 6hrs da manhã, chegamos lá as 9:30. Começamos a trilha , ela começa com um pequeno rio que temos de atravessar , ele bate no joelho. a trilha é relativamente fácil , tudo depende do seu preparo físico e passamos por muitas praias bonitas. A ultima parte da trilha antes de chegar a praia deserta que achei mais difícil, temos q subir uma ladeira bem grande , tive que parar umas 4x . Mas assim que cheguei ao topo tive uma vista incrível da praia que iriamos acampas, então chegou a hora de descer pra praia , a decida foi fácil. Chegando lá , começamos a montar as barracas e pegar madeira para fazer a fogueira , depois curtimos uma noite de vinhos , queijos e marshmellows , com um papo muito agradável e jogamos uno. La é bem escuro , não da pra ver um palmo a sua frente por ser uma praia isolada e nem todos tem a disposição de pegar uma trilha, demoramos cerca de 4 hrs pra poder chegar a praia que acampamos pela trilha. Deitamos na areia a noite e podíamos ver o céu muito limpo e vi alguns cometas passando, tudo muito tranquilo e um verdadeiro paraíso pra quem gosta de sossego. Os mosquitos são bem persistentes , então use muito repelente , não economize pois irá se arrepender, Minha amiga suellen que foi comigo na trip foi picada e as picadas inflamaram e ficaram parecendo queimaduras.
      No dia seguinte acordamos cedo pra ver o sol nascer e foi uma visão incrível que cheguei a ficar sem fôlego, não
      gosto de acordar cedo mas como todos estavam muito animados levantei, e não me arrependi.
       

       
      Curtimos o dia na praia que é coberta por conchinhas, lá tem duas cascatas para podermos beber água e tomar banho e depois juntamos nossas coisas para seguir a trilha para pegarmos a van para voltar , a parte seguinte da trilha foi mais fácil, um pouco ingrime mas da pra fazer numa boa. Chegamos a ultima praia e pudemos parar pra tomar algumas cervejas em um quiosque q tem lá. Depois embarcamos na van e voltamos pra sp. Lá é uma acampamento selvagem , então tem que ir preparados para tudo o que pode acontecer.
       
      Segue algumas imagens da praia deserta:
       

       


       



    • Por Harumii
      Oiii Galera.!Bom, esse é o meu primeiro tópico de muitos que pretendo fazer, ;]
      Que lugar maravilhosooo...
      Essa viagem, marcou a minha vida de uma forma surpreendente.!
      Mas, vamos lá:
      Foi uma idéia meio inusitada, doida de querer viajar...foi "do nada"...estávamos eu e uma amiga minha chamada Re e queríamos viajar, só não sabíamos pra onde!
      A príncipio nosso destino era Angra mas naquela época estava acontecendo os desabamentos e, claro que nossos pais não deixariam que fôssemos!
      Então, optamos por ir pra Ubatuba,no começo queríamos acampar, mas o pai da Re não deixou e disse bem claramente que também não deixaria se fôssemos apenas nós duas, então envolvemos mais uma pessoa nessa nossa "doideira": a Nati, amiga da Re e que eu só fui conhecer na viagem! Após 2 semanas do nosso primeiro "insight", colocamos o pé na estrada e fomos com a cara e a coragem para Ubatuba
      Intenção da nossa viagem:
      viajar com as amigas, conhecer um lugar novo, ter uma certa independência em relação aos nossos pais, e principalmente [pra mim, pelo menos]: entrar em contato com a natureza pois sou desde pequena uma amante da natureza, gosto de entrar em mata [apesar de ser bem medrosa], fazer trilhas [apesar de ser sedentária], conhecer um outro tipo de vida, diferente de São Paulo: que é a modernidade, pessoas andando correndo, barulho, poluição, pessoas estressadas...e tudo aquilo que todo mundo sabe...
      Primeiro dia:
      Chegamos de manhã, , vimos a instalação:
      os quartos são divididos em meninos/meninas, existe um banheiro para cada quarto [bem limpinho], tem um armário que você pode guardar as coisas de valor, mas tem que levar cadeado por conta própria, tem 2 beliches para cada quarto.e quem optar por cama de casal, sai um pouquinho mais caro.O café da manhã já é incluso e é uma delícia [variedade de frutas, bolos muito gostosos, suco, leite, pão]!"me enfartei de comer"
      levei as meninas para as praias que já conhecia: Lázaro e Domingas Dias!
      Elas adoraram, pois a água é limpinha, calma, a praia não tem muita gente, não é suja!
      a tarde conhecemos o pessoal do albergue, eram um pouco mais velhos que nós [estavam na faixa etária dos 20 pra cima].siim, nós éramos as mais novas: 18 aninhos!.e combinamos de fazer um churras a noite.comi bastante carne mas não experimentei o avocadro [molho mexicano] que um dos hóspedes fez: o Pablo-argentino, fui dormir cedo porque estava com muita dor de cabeça.
      Segundo dia:
      fomos para as praias por perto, e a noite para o Lual da praia da Sununga [muito boa!], conhecemos muita gente, tanto de Sampa quanto de outros países...cantamos a noite inteira e vimos o nascer do Sol!
      Terceiro dia:
      Fomos fazer uma trilha com o Nil [gerente do hostel e também carinha credenciado de ecoturismo], as 10 horas saímos do albergue, fomos de kombi [que é o veículo do lugar],e cada paisagem que víamos...maravilhosas!
      Pra começar, um alongamento, depois tivemos que encarar uma subida do "capeta" e bobinhas acreditamos que aquilo era o pior...mas não, ainda tínhamos que encarar mais uns 3 morros... hahahaha
      bebemos água da bica, saímos na praia do Bonete [que tem várias jangadas, e uma placa indicando as outras trilhas...muito engraçada], andamos mais uma hora e chegamos na Praia do Cedro [maravilhosa, pequena, uma das 10 praias mais lindas do Brasil, deserta, com águas límpidas, mar não muito agitado, propício para o banho].ficamos lá por umas duas horas, repousamos, fizemos piquenique, entrei no mar e quando saí dele tomei um "caldo" que deu boas risadas, o Nil foi pegar no mar uma sacola de plástico que estava boiando, e colocou na sua mala!consciência ambiental né?Acredito que a qualquer lugar que vamos, temos que deixar do jeito que encontramos ou até melhor...esse Nil é um ambientalista ferrenho, uma pessoa ótima de coração!
      na volta paramos numas pedras, onde divide duas praias...de um lado da pedra é o mar aberto de uma, e do outro, outra praia!lindo o lugar, bom para refletir, e agradecer a Deus por ter lugares maravilhosos como aquele!vi uma tartaruguinha.e foi muiito comovente. ;]
      chupamos cana de açúcar, vimos palmeiras [que é triste descobrir que elas são cortadas antes do período certo para que uma pequena parte delas seja usada para nosso consumo!-pense nisso], pegamos um pouquinho de chuva na volta, mas foi bem refrescante.
      voltamos lá pelas 6 horas da tarde, morrendo de fome, cansados, sujos, mas com a alma lavada!o pessoal que não foi, se arependeu de não ter ido!valeu muito a pena ter feito essa trilha, pelos lugares lindos, pela natureza intocada...!não tem coisa melhor...
      Vejam:
      http://viajeaqui.abril.com.br/guia4rodas/praia-do-cedro/ubatuba/praias/
      http://www.oyo.com.br/praias/ubatuba/praia-do-cedro/
      Quarto dia:
      fomos comprar nossas passagens =/
      eu queria ter conhecido o Projeto Tamar, mas me disseram que era muito longe e como dependíamos de transporte público e as meninas estavam cansadas, com o pé doendo do dia anterior, resolvemos não ir...
      mais a tarde fui sozinha pra praia do Sununga pra pensar sobre a vida, olhar o mar, aquela brisa...e acabei dormindo na praia [mas também, já estava 2 dias sem pregar o olho]!Não recomendo isso.hehehehe
      a noite eu e a Re fomos pra sorveteria [muito gostosa, o pessoal é muito atencioso, simpático] e fica pertinho do albergue...quando estávamos voltando vimos 3 mochileiros perdidos no meio da rua e fomos ajudá-los, e descobrimos que eles estavam procurando o hostel.nos prontificamos para levá-los...chegando na pousada descobrimos que eles eram israelenses! [eram muito altos e fortes...hahahaha]
      convidamos eles para ir ao lual conosco...e eles toparam...[detalhe que eles não sabiam falar nada de português, apenas: "chuva, tribo"], se não fosse pela nossa amiga Nati que sabe falar fluentemente inglês, ficaríamos incomunicáveis com eles...os ajudamos a fazer compras num mercadinho pois eles não sabiam quanto que tinham que dar de dinheiro, e essas coisas!
      e mais um lual, muita música, cantoria, gente doida, e dar uma cochiladinha na praia antes de ver o nascer do Sol!
      Último dia!
      tomamos café da manhã e fomos "sunungar" novamente, na realidade, nos despedir na praia da Sununga...subimos umas pedras e ficamos observando o mar, conversando, "viajando" e eu vi novamente mais tartaruguinhas! =D
      arrumamos nossas coisas e fomos para o ponto de ônibus...putz, não queríamos voltar pra casa, na realidade, queríamos ficar em Ubatuba pra sempre...ô lugar gostoso!
      quando chegamos em Sampa: trânsito, caos, frio, chuva!ninguém merece aí que deu vontade de voltar correndo praquela cidade paradisíaca que os insraelenses chamavam de: "Ubatuta!"!
      só sei que foi a melhor viagem da minha vida, tanto pelas pessoas [conhecemos: mineiras da cidade dos "ets/óvnis", capixabas, alemães que se intitulavam como "carpinteros" e vestiam roupas de "cowboy" e até hoje não entendo porque, os israelenses, norueguesas, argentinos, columbianos!]e por aí vai...
      é tão bom conhecer culturas diferentes, realidades totalmente diferentes, opostas do nosso país.acredito que me enriqueceu muito essa viagem, por isso, que ela se tornou inesquecível!
      Dicas:
      Recomendo a todos vocês, o albergue, é super confiável, não é cilada, ele fica na praia do Lázaro em Ubatuba, e tem um ponto de ônibus há no máximo 2 quarteirões da pousada!
      Seria mais proveitoso e até mesmo, mais barato ir de carro, pois daria para conhecer outras praias, ir a barsinhos [conhecer as noitadas de Ubatuba, pra quem gosta], fazer outras trilhas, e tantas outras coisas...
      Procurem sabem o que querem fazer em Ubatuba, que lugares conhecer, e nunca entrem nas trilhas desacompanhados de pessoas que conhecem muito bem a trilha, que estão habituados a fazer esse tipo de coisas!Estejam bem antenados no destino que vocês escolherem
      Reservem com antecedência a hospedagem/passagem de ônibus
      Comprem uma mochila de "mochileiras" [porque eu não havia comprado...foi horrível levar malas na mão...não é nada eficiente!]
      E, fiquei sabendo, por amigos meus, que ficaram até o Carnaval em Ubatuba, que foi beeem "maneiro", cheio de gringos, festas, e tudo mais...
      Custos da viagem:
      100 reais só de passagem [ida e volta]
      100 reais de hospedagem [fizemos nossa carteirinha de mochileiras onde conseguimos desconto em todos os albergues do Brasil^^], e eu pretendo conhecer todos! hahahaha
      40 reais da trilha! [um dinheiro muito bem gasto]
      e o resto foram os gastos de comida: pizza, churras, miojo, bolachas, galão de água...]
      Ao total foram 300 reais, mas levamos mais 100 reais por precaução!
      Bom, gente, pode deixar comentários/dúvidas, que eu responderei com o maior carinho ok?
      Quem quiser dar uma olhadinha nas fotos, só acessar:
      http://www.flickr.com/photos/harumii/
       
      beijo.! =*

    • Por rafael_santiago
      Cachoeira da Escada - Ubatuba
       
      Informações recentes: Refiz essa trilha em 25/12/2013 e verifiquei que ela está perfeita, com duas ou três árvores caídas apenas, facilmente contornáveis. O único problema é que faltando 400m para chegar à Praia do Caxadaço o campo de samambaias cresceu a tal ponto que soterrou a trilha, fazendo-a desaparecer. Se alguém reabrir o caminho ali com um facão na direção certa, em 60m reencontra a marca da trilha no chão. Eu optei por descer ao riacho à esquerda, andei um pouco por suas pedras e encontrei uma trilha na margem que me levou a uma trilha principal que se dirige a uma casa à esquerda e à praia à direita. Não fosse esse problema, teria completado a travessia em 4 horas, da Cachoeira da Escada à Praia do Caxadaço.
      Dessa vez encontrei seca a única fonte de água que há no meio do caminho, portanto água fácil só no riacho que citei acima, já no finalzinho.
       
      As fotos estão em http://lrafael.multiply.com/photos/album/141/Travessia-Camburi-Trindade-SPRJ-dez12.
      O tracklog está em http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=3860399.
       
      A famosa travessia Camburi-Trindade para mim perdeu a aura de difícil, fechada e perrengosa. Na verdade mostrou-se uma trilha muito fácil e tranquila, desde que se tome o lado certo nas bifurcações. Ao contrário do que eu esperava, saí dela quase sem nenhum arranhão, já que não há vegetação obstruindo o caminho.
       
      Consegui encontrar o início dessa travessia graças ao relato do Rodrigo (aqui no Mochileiros) e daí em diante não sabia o que ia enfrentar e se ia conseguir completá-la, dados os relatos de vara-mato e trilha confusa, desde o mais antigo deles (2003) até o mais recente (2011). Mas o que encontrei foi um passeio na mata, literalmente. Passeio que dá para fazer em 5 horas a partir do início da trilha (ou 5h30 a partir da Cachoeira da Escada). Só é preciso atentar para a escassez de água do percurso.
       
      Peguei o ônibus "Divisa de Ubatuba" às 7h10 em Paraty e saltei no ponto final, em frente à Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, às 7h46. Exatamente ali desce a estrada de asfalto e terra para a Praia de Camburi, a última do estado de São Paulo. Tirei algumas fotos da cachoeira e comecei a descida em direção à praia atento ao nome das ruas. Desci apenas 1,6km e (bem antes de chegar à praia) entrei na Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, à esquerda. Havia dois moradores na esquina e só para comprovar o que todos dizem, perguntei a eles sobre a trilha para Trindade. A resposta foi a esperada: ninguém consegue, todos se perdem e voltam, ninguém consegue passar de tal ponto, blá blá blá. Mas com um guia local tudo é possível. Sim, pois os moradores do Camburi são ungidos de um poder que ninguém mais tem de encontrar caminhos misteriosos na mata. Além disso, são protegidos por entidades que não os deixam ser devorados pelas onças que habitam o local. Todas essas bobagens tive de ouvir.
       

      Grandes árvores
       
      Nem perguntei a eles onde ficava o início da trilha pois deviam me mandar para algum lugar errado para eu desistir também. Entrei na tal Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, cruzei uma ponte com convidativos poços para banho e na subida passei por uma placa de "propriedade particular - proibida a entrada de pessoas não autorizadas". Apenas 130m depois da ponte notei uma trilha larga subindo à direita, mas na dúvida resolvi explorar mais à frente. Atenção: é exatamente aí que se deve subir, nessa trilha larga subindo à direita. Mas eu continuei em frente e encontrei algumas casas, onde uma moradora não sabia informar nada de nada. A trilha continuava atrás da casa dela e descia a um riacho, que cruzei e subi, subi, indo parar na estrada de acesso à praia, a mesma pela qual comecei a caminhada. Esse caminho pode portanto servir de atalho (mas tem o inconveniente de passar literalmente na porta de uma casa).
       
      Voltei àquela "trilha larga subindo à direita", agora à esquerda, e subi até o topo (nem 100m), onde há uma clareira e uma trilha que se enfia no mato à esquerda. Mas só a observei e continuei em frente. Desci na direção de algumas casas e bati palma. Fui atendido pelo Ednaldo, um rapaz muito prestativo que me indicou o início da trilha, que era justamente ali atrás, junto à clareira do topo, uns 70m antes da casa dele. Ele me disse que a trilha estava boa até um local chamado de "laminha", depois não sabia informar.
       
      Já alertado sobre a presença de peçonhentas, calcei as perneiras e comecei a travessia enfim às 9h34 (113m de altitude). Em 6 minutos encontrei uma clareira onde caberiam umas cinco barracas. A trilha continua à direita dessa clareira. Às 9h46 ela entroncou em outra trilha que vinha da esquerda, o que não causa nenhuma dúvida na ida, mas pode confundir na volta. Mais 6 minutos e subi uma pedra-mirante do lado esquerdo para fotos das montanhas. Da trilha, algumas aberturas na mata proporcionaram as últimas vistas da Praia de Camburi, lindamente iluminada pelo sol daquela manhã.
       

      Praia de Camburi - Ubatuba
       
      Às 10h11, topei com a primeira das bifurcações citadas nos relatos que li - fui para a esquerda e encontrei um trechinho de lama, que deve ser a laminha que o Ednaldo citou. Ele também disse que dali haveria uma trilha alternativa para o Camburi, mas não a encontrei.
       
      Às 10h34, logo após um laguinho raso à esquerda, uma bifurcação crucial, muita atenção a ela. Indo direto ao ponto: o caminho certo é para a esquerda. Mas eu descobri isso depois de várias tentativas e erros. Para ter certeza desse local, há uma seta gravada no tronco de uma árvore próxima, é só procurar com atenção. A altitude é de 310m nesse ponto.
       
      Nessa bifurcação, os relatos me deixaram em dúvida e eu escolhi a direita (sudeste). Dei alguns passos e topei com outra bifurcação, essa mais discreta. Dúvida de novo. Fui para a esquerda e encontrei marcas de facão, o que me animou. Mas a alegria durou pouco pois a trilha sumiu. Voltei e fui para a direita na última bifurcação. A trilha, inicialmente meio fechada, começou a descer e topei com uma grande árvore caída, que contornei pela esquerda. A trilha continuou bem batida, mas não gostei da direção que estava tomando (sul), diretamente em direção ao mar. Quando comecei a ouvir o barulho da arrebentação e vi que ia descer quase 300m de desnível até o mar, resolvi voltar. Foi uma decisão acertada pois encontrei um caminho ótimo depois, porém esse pode até ser outro acesso para Trindade, algo a ser conferido num futuro próximo.
       
      Subi de volta à bifurcação "crucial" e tentei a última alternativa: para a esquerda (nordeste). Já eram 12h16. Daí em diante foi uma boa subida, mas a trilha se manteve sempre muito nítida e completamente desimpedida. Apenas bambuzinhos e plantas espinhentas que se projetavam no caminho exigiam cuidado para não se cortar ou ralar os braços e mãos. Às 12h53 uma concentração de folhas de bambu no chão embaralhava um pouco o caminho, mas nada complicado. Às 13h28 finalmente encontrei água e parei para um lanche.
       

      Marco de concreto da divisa de estados
       
      Pouco depois da pausa para o lanche, atingi o ponto mais alto da travessia, a 416m de altitude, e às 14h40 alcancei o marco de concreto da divisa de estados, me dando a certeza de que estava no caminho certo (277m de altitude).
       
      O marco está sendo engolido pelo terrível bambuzal citado nos relatos, mas consegui passar e continuar sem problema já que a trilha segue bem batida à direita dele, ainda livre do bambuzal. Desci muito e às 15h30 topei com uma bifurcação perto de um riacho. Deveria prosseguir à direita, porém as mangueiras pretas ao longo da trilha denunciavam a captação de água mais acima e as segui, indo para a esquerda e parando no riacho para descanso e mastigar algo.
       
      Saí do riacho às 15h58 e foi só descer pela trilha acompanhando a água e suas bonitas quedas (do lado esquerdo) para chegar ao ponto final da travessia, nos fundos do Camping das Bromélias, na Praia do Caxadaço, às 16h14. Ainda deu tempo de curtir a piscina natural do Caxadaço, alcançada por uma trilha de 500m a partir do canto direito da praia.
       
      Com os perdidos, levei o dia todo para fazer essa travessia, mas sabendo o caminho correto poderia fazê-la novamente em 5h30, contando desde a Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, até a Praia do Caxadaço, em Trindade. Distância de 7,5km.
       
      Agradeço ao Rodrigo, como já disse, e ao Thunder por disponibilizar as coordenadas do marco de concreto da divisa, que foi o meu norte. As onças da mata que iriam me almoçar... bem, essas não quiseram dar o ar da graça, talvez pelo calor terrível que fazia. Quem sabe na próxima...
       

      Piscina natural do Caxadaço - Trindade
       
      Informações adicionais:
       
      Horários de ônibus:
      . Paraty-Divisa de Ubatuba:
      seg a sáb - 5h30, 7h10, 9h50, 12h30, 14h10, 15h15, 16h40, 18h10, 20h50
      dom - 7h, 9h50, 12h30, 15h15, 18h10
       
      . Paraty-Trindade:
      diariamente - 5h20, de hora em hora das 6h até 19h, 20h30, 22h30
       
      . Trindade-Paraty:
      diariamente - de hora em hora das 6h até 19h, 19h40, 21h15, 23h15
       
      Cartas topográficas:
      . Picinguaba - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-3.jpg
      . Juatinga - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-4.jpg
       
      Rafael Santiago
      dezembro/2012
       

      Trilha marcada na imagem do Google Earth
    • Por gutotm
      Essa trilha fui bem mais leve, quase um passeio. Como a previsão era de chuva para o final do dia, decidimos fazer essa trilha mais curta e não acampar. Novamente estavamos eu, a Adriana, o João e a Cris, além da participação ilustre da Luiza e da Tirza, que deram um pouco mais de alegria durante a trilha.
       
      Chegamos na praia da Enseada por volta de 11h30 e pouco depois já esavamos começando a caminhada. A trilha começa do lado esquerdo da praia, em um caminho largo de pedra, quase uma estradinha. Passamos por dentro de algumas propriedades particulares (pelo menos era o que a placas diziam) e entramos numa trilha mais fechada. O caminho tem pouco desnível e quando algumas clareiras apareciam, era possível ter um gostinho da beleza do lugar que estavamos chegando. Acho importante ter um pouco de cuidado usando tênis e calça, já que a serra do Mar abriga algumas cobras venenosas. Durante a caminhada uma passou pela minha frente. Não sei dizer se era venenosa, mas acho que vale a prevenção.
       
      Pouco mais de uma hora depois chegamos a um bifurcação. Era a saída para a primeira praia. Começamos a curta descida. Logo antes de chegar a praia, é preciso descer um morro bem inclinado, onde algumas cordas velhas nos ajudam a manter o equilibrio. É uma mini escalada, mas muito mais divertida do que perigosa rs.
       
      Enfim, a primeira praia, totalmente deserta, super pequena, linda. Caimos direto na água. Algo que achei estranho foi a quantidade de lixo (garrafas pet, embalagens e até um butijão de gás) parados na borda. Fiquei na dúvida se aquilo tudo era lixo de turistas, o que seria um absurdo, ou se era trazido pelas marés, o que também não deixa de ser um absurdo.
       
      Não perdemos muito tempo pois a chuva parecia estar cada vez mais perto. Voltamos para a trilha, subimos até a bifurcação e continuamos rumo a segunda praia. Menos de uma hora por um caminho mais aberto e já colocavamos os pés na areia novamente. Outra praia linda e deserta. Essa já é preciso ter bastante cuidado para mergulhar, pois a praia é de tombo e o mar é muito forte. Depois de algum descanso, fotos e conversas, chegava a hora de voltar, ainda com direito a um bom banho de chuva.
       
      Acho que pra quem está com pouco tempo e quer fugir das praias comuns e lotadas de Ubatuba, essas duas prainhas perdidas são uma ótima pedida. Além de curta, a trilha não é muito cansativa, e rola até de ir com crianças, como nós fomos, sem problema algum, apenas tendo um pouco mais de atenção.
       
      Algumas fotos:
      https://picasaweb.google.com/gutotm10/24092011TrilhaPontaDoEspia
       
      Outros relatos no nosso blog:
      http://projetoandancas.blogspot.com
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