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Há muito tempo venho planejando de conhecer o maior Canyon do país, o Guartelá. No último feriado (Corpus Cristi) acabei por realizar mais essa empreitada.

 

Na véspera do feriado, mais precisamente quarta-feira pela manhã, abri um mapa para ver o caminho que uma colega iria percorrer rumo ao Sul do país e vi a cidade de Tibagi. Lembrei do Guartelá, fiz alguns contatos com pousadas e sobre a visitação ao Canyon e tomei a decisão de ir visita-lo.

 

Na quinta-feira, de carro fui até Tibagi com a programação de fazer a visita ao canyon na sexta-feira e pedalar com Montain Bike no sábado.

 

Hospedei-me na Pousada Formiga da Figueira, no centro e acertei com a agência Águas Vivas, do experiente Frances “Alan” a visita ao Canyon para a manhã seguinte.

 

O Canyon fica entre os municípios de Tibagi e Casto. A entrada do Parque Estadual fica há 18km de Tibagi e há uns 45 de Castro.

Ambas cidades oferecem estrutura para o visitante. A grande maioria das pousadas que existem na região – principalmente em Tibagi – estão em áreas rurais.

 

A exploração do turismo ecológico é profissionalizada na região.

 

Tibagi é pequena, simpática e acolhedora. Castro apesar de maior, também muito acolhedora. Os moradores da região até surpreendem pela cordialidade e simpatia com que recebem os visitantes.

 

Devido ao número excessivo de acomodações rurais a Tibagi tem poucas opções de refeições para o visitante. O Armazém e Veneza, na praça central são as melhores opções

 

O Canyon, com aproximadamente 30 km de extensão ganha a estatística de ser o maior do país. Porém suas escarpas não são tão elevadas, chegando ao máxime em 450 metros de altura.

 

Originalmente seu nome era Canyon do rio Iapó, com o passar dos anos, pelo nome do bairro Guartelá existente na região acabou ganhando essa denominação.

 

No rio Iapó é possível realizar rafting, em alguns trechos. Mas somente em determinadas épocas do ano. Pois devido aos “paredões” da parte baixa do canyon, o rio não tem para onde espalhar em épocas de cheia – portanto fica muito alto. E, em épocas de secas, fica baixo demais com muitas pedras expostas.

 

Sexta-feira amanheceu chovendo. Choveu o dia todo até altas horas da noite. Não foi possível fazer a visitação ao Parque.

 

Aproveitamos para ir até a fazenda sede da pousada Ytaytiba. Lá é possível fazer algumas trilhas – todas acompanhadas. Essa fazenda, tem a face contraria do Canyon defronte ao Parque Estadual, porém com uma cota de altimetria uns 30 a 40 metros mais elevada do que a área do Parque Estadual.

 

A localização privilegiada incentivou o ecoturismo e levou os adminstradores da fazenda a criarem uma Reserva Natural de Patrimônio Natural – RPPN na área.

 

Na cidade, visitamos a Associação dos Artesãos. Lá conhecemos o processo todo da fabricação de confecções em lã, desde a chegada da lã tostada até a peça pronta.

 

Já que estava chovendo fomos fazer rafting no rio Tibagi. O percurso é curto e o nível algo entre II e III. Mas suficiente para se molhar bastante com aquela água gelada numa tarde fria de outono no sul do Paraná.

 

Um merecido banho bem quente e algumas taças de vinho caem muito bem nesses momentos.

 

A manhã do sábado amanheceu perfeita para a visitação ao Gaurtelá apesar de relativamente fria.

 

Fomos até a portaria, fizemos a identificação e assistimos um vídeo – obrigatório para todos que adentram ao Parque.

 

As trilhas internas do Parque são extremamente simples, no início com calçamento e em seguida com trilhos de madeira. Isso é feito para preservar o piso.

 

Como adentram muitas pessoas no Parque e o piso é essencialmente arenito, podem causar erosões.

 

Resta saber a manutenção que darão, pois a madeira colocada em alguns anos estará lisa, colocando em risco a integridade das pessoas que por ela transitariam.

 

Cabe aqui salientar que apesar do canyon ter cerca de 30 km de extensão, o Parque estadual é proprietário de somente uns 2 ou 3 km e ainda apenas da margem esquerda do rio . E ainda mais, dentro do Parque ainda há uma propriedade rural - Passamos por uma pequena criação de ovelhas.

 

Logo em seguida chega-se ao mirante do Canyon . A paisagem natural do Mirante é privilegiada. Muito bonita. Porém prejudicada por uma linha de transmissão de energia elétrica que polui o visual.

 

Seguindo a trilha, logo após os panelões, inicia-se uma suave subida – permitida somente com a presença de guia. Chegando ao topo dessa escarpa tem-se o melhor visual do cânion. Essa paisagem compensa toda a viagem.

 

É indescritível.

 

É o ponto mais alto. É possível identificar o desenho sinuoso do rio cortando o canyon por umas 5 curvaturas.

 

Apesar de ser o ponto mais frio, o lugar merece uma parada de mais tempo para contemplação, admiração e reflexão. Nesses contatos com a natureza recarregamos nossas energias para o dia-a-dia. E ali naquele ponto, sem sombra de dúvida essa magia acontece.

 

Não foi possível visitar as pinturas rupestres. Para se chegar nelas, a trilha é de arenito e a administração do Parque – em virtude da chuva do dia anterior – vetou a visitação.

 

Mesmo sem visitar as pinturas. A subida a esse topo da escapa e com o visual que tivemos lá de cima fez-nos sair de lá reconfortados e prazerosos.

 

Algumas dicas

 

É possível adentrar sem guias. Mas a visitação fica limitada somente para algumas cachoeiras, o mirante e os panelões.

 

Em alguns pontos da trilha tem água canalizada, em torneiras. Mas com presença elevada de ferro-manganês, a ponto de alterar visualmente a cor e

substancialmente o sabor da água.

 

No frio, leve agasalho, mesmo se na cidade estiver mais quente. Na portaria do parque faz bastante frio.

 

Vale muito a pena conhecer as duas cidades base, Castro e Tibagi.

 

 

fotos no blog da assinatura

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Grande Paulo! Lugar inédito é bom, hein? Tenho curiosidade de conhecer este lugar pouco divulgado. O PR, além das montanhas da Serra do Mar, tem muita coisa bacana. São Luiz do Purunã, Castro, Vila Velha... cada vez que saía de Curitiba pra Guarapuava eu "viajava" na Rodovia do Café....

Belo relato, mas vi poucas fotos no teu blog....

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Cacião

 

Blz velho....

 

Próximo relato será o Audax 300. trezentos km de bike num dia. Eu e o Ogum estamos inscritos. aguarda aí mano.

 

Pisei na bola. Coloquei o relato antes das fotos. Estou nesse momento atualizando as fotos. Mais uma meia horinha e estarão lá. Estou colocando no orkut e no blog.

 

Ah ...Paraná é xique. A eduação me espantou. Tem pouca área preservada. A atividade agrícola devastou quase tudo que tinha de área verde por lá. Mas onde tem serra e Desnível (Cuesta), como é o caso do Guartelá, sobrou.

 

Abração fera

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Guartelá é show, pena que tem pouca trilha p/ caminhar. E Tibagi já foi eleita a melhor cidade do interior do Brasil.

Também fiquei na Pousa Formigas da Figueira, as vezes nem dava vontade de sair de lá, eita lugarzinho bom...

Faltou as cachoeiras do Rosa e Puxa Nervos, bem legais e de fácil acesso.

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Otávio

 

A pousadinha é aconchegante mesmo. Foi muito bom ficar lá.

 

Não fiz as cachoeiras por opção mesmo. Preferi conhecer a cidade de Castro, que é show de bola também.

 

Não sei se pelo fato de ter 55 cachoeiras aqui na minha cidade, e eu ter passado a infância desbravando as matas daqui pra chegar nelas, hoje não sou afccionado pra conhecer cachoeiras. rs estranho isso né? rs

 

Mas é bom deixar claro, que as trilhas de lá são muito simples. Programa familiar. Nada comparado com as aventuras que a gente tá acostumado a fazer por aí.

 

Abração

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Paulo,

 

Bom demais ler relatos sobre as bandas de cá.

 

O Guartelá é de beleza ímpar!

 

Pena Tibagi não ter estrutura de restaurantes e afins, mas é uma cidade encantadora.

 

Abraços

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Bem legal o seu relato, Guartelá é mesmo um passeio de recarregar energias.

Quando está calor é ótimo porque tem aquelas panelas que se formam nas pedras e dá pra tomar banho.

Uma vez eu fiquei num hotel fazenda em Castro e foi ótimo, tipo pra quem gosta de tranquilidade.

Você fez alguma trilha de bike por lá? Aquela estradinha que leva até o Itaytiba parece legal pra andar de bike.

 

 

20110623174659.JPG

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Oi Vivi

 

Desculpe-me pela demora em responder. Estive viajanto e somente hj acessando o site.

 

Levei à minha MB quando fui ao Guartelá mas acabei não pedalando por lá.

 

Como resolvi fazer Rafting no dia que tinha programado para o pedal ...a bike somente passeou ..de carro. rs

 

Estava bastante frio quando fui. O rafting foi de deixar roxo de frio. rs

 

Abraços

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Ae mochileiros, beleza ?!?

 

Sou de Bauru-SP e fui duas vezes a Tibagi-PR. Vou escrever um pouco sobre as viagens, epero que ajude.

 

A primeira vez que fui foi no feriado de 9 de julho, sexta-feira (feriado no estado de SP). Tive aula na faculdade até as 22:00 e eu e a nomorada saímos de carro de Bauru pra chegar em Tibagi às por volta da 1h da madrugada. Fomos de barraca, mas tivemos que passar a noite de 5ª pra 6ª em uma pousadinha bem ruinzinha por uns R$30,00 cada.

Acordamos na sexta e visitamos o Arroio da Ingrata (dizem que é uma cachoeira,mas uma quedinha bem pequena)... fomos no mirante pro Rio Tibagi (bem legal), museu do diamante (beeem legal) e conhecemos a cidade de uma forma geral. Estava BEM frio.

Fomos no posto de informações turísticas na saída pra Castro e nos informaram sobre o Camping da Dora (aliás, só informaram sobre esse). Como era feriado só no estado de SP, a cidade estava em ritmo normal. Fomos na prefeitura pegar a chave do Camping com a Dora, que nos atendeu muito bem e pagamos adiantado 2 diárias (R$10,00 a diária por pessoa).

Ok, pegamos a chave do camping e fomos conhecer Castro e Castrolanda (que vale a pena).

O moinho da imigração Holandesa é muito legal, inclusive o Pub que tem no subsolo estava todo enfeitado, pois no dia seguinte o Brasil ia jogar (e perder) da Holanda.

 

(CONTINUA)

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Em Castro conhecemos o museu do Tropeiro e das mulheres dos tropeiros - Muito legais também, recomendo. Todos os museus por R$2 ou R$3 cada. Todos valem a pena.

 

Já no final da tarde fomos ao camping da Dora (com a chave) e realmente estávamos só nós dois lá.

Um frio absurdo, vento bem forte também. Quem já foi em Julho no canyon sabe do que estou falando.

Montamos a barraca e arrumamos as coisas. Usamos a cozinha, fizemos uma sopa na churrasqueira, com lenha mesmo. Tomamos um vinho e fomos pra barraca. E o frio sem trégua.

 

Na época, minha barraca era um igluzinho Capri 2 (barraquinha de mercado, bem safada). Um par de sacos de dormir Fit da Náutika (bem fraquinho tb) e 2 isolantes de EVA náutika finos. Calculem o frio que passamos. Obviamente não tomamos banho, não deu coragem nem de ir no banheiro à noite.

Resumindo: Não conseguimos dormir de tanto frio.

No dia seguinte o tempo fechou, amanheceu com garoa, frio e vento.

Colocamos tudo no carro e fomos pro parque.

Lá parou de chover (mas o frio e vento ficaram mais fortes). Só eu e minha namorada visitando o parque.

Apesar de tudo, adoramos o parque... mirante, cachoeira, panelões e ponte de pedra. Decidimos voltar futuramente.

 

Depois do parque voltamos à cidade e almoçamos em um restaurantinho justo, acho que é Restaurante dos Tropeiros (ou coisa assim)...

Como só ficamos um dia no camping,tentamos achar a Dora para pegar os R$20,00 que demos a mais.

Achamos a casa dela e falamos com o filho dela mas ele estava sem $$ para nos reembolsar. Pedimos para ele avisá-la e até deixei o número da minha conta caso ela realmente quisesse devolver.

Enfim, ficamos sem o dinheiro.

 

Nem liguei muito, mas já não volto mais no camping dela.

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    • Por andersonjardim
      Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá.
      A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS!
       
      Dia1:
      Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar.
       
      Dia 2:
      No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo.
      Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias.
      Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h.
      Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar.
      Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível!
      E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante.
       
      Dia 3:
      Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi.
      Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia.
      Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros.
      As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos.
       
      Dia 4:
      Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio.
      Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola...
      Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ).
      Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir.
       
      Dia 5:
      Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente.
      À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem.
       
      Dia 6:
      No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol.
       
      Dia 7:
      Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
    • Por afonsosolak
      Rica em cultura, rainha da história e de vida vida vibrante, a cidade de deusa Atenas e capital Grega é a fundadora da civilização ocidental. Atenas é uma cidade orgulhosa, quem sabe com razão, por ter sido o berço da filosofia e da democracia, por ter promovido a ciência e voltado os olhos da humanidade para as estrelas.
       
      Os antigos deuses e dividades da clássica Atenas ainda estão presentes visualmente na cidade. Aparecem em adornos e detalhes que vão da arte à arquitetura, isso quando ambos os conceitos não se misturam se entrelaçam, confundindo até mesmo os mais críticos. Mascotes e lugares recebem seus nomes divinos. Livros, filmes e outras mídias cansam de citar o tema. Eu, humildemente, não poderia deixar de dar meu pitaco também!
       
       
      Um dia que passes em Atenas será o suficiente para descobrir uma cidade que mistura o antigo e o novo. Não estranhe os monumentos Greco-Romanos compartilhando o mesmo quarteirão com edifícios modernos, é algo típico por lá! Outros nos confundem: A Acadêmia de Atenas, o Parlamento Grego e o Zappeion são contruções do século XIX que foram projetadas para que parecessem edifícios antigos e refletir o patrimônio arquitetônico de Atenas.
       
      Se você não é do tipo que fica plantado em museus, um dia será suficiente para conhecer Atenas. Comece visitando a Acrópole e seus templos antigos: Parhenon, Erectheion e Athena Nike. Em seguida desça pela colina e passe pelo Areópago, esta imensa rocha entre a Acrópole e a Ágora Antiga. Suba até a colina da Pnyx, a área utilizada na Clássica Atenas para os encontros das assembleias democráticas. Retorne passando pela Ágora Antiga até chegar novamente na zona urbana de Plaka (TEXTO COM FOTOS EM http://www.theworldbyfon.com/2015/04/um-dia-em-atenas_19.html#more ).
       
      O almoço típico será aqui, no bairro de Plaka! Peça algo com iogurte ou queijo branco! Mas atenção, o tempero grego costuma ser mais forte que o normal! Se você é do tipo que gosta de fazer umas comprinhas, aqui é também é o lugar!
       
       
      Ao leste da Acrópole está o o Templo de Zeus, que assim como a maioria das outras atrações é grátis para estudantes. Se você não for estudante, visite a Acrópole antes e com o mesmo bilhete poderá entrar no Templo de Zeus. O inverso não vale! Este foi o maior tempo grego, com 105 colunas, das quais apenas 16 continuam em pé, mas que já te dão uma boa idéia do tamanho que era esta belezinha! No cantinho da quadra está o "Arco de Adriano e não de Teseu", o Imperador responsável pelo fim dos trabalhos do Templo de Zeus.
       
      Do Templo de Zeus passe pelo estádio Olímpico de Atenas, construído para as primeiras Olimpíadas Modernas! Dali você pode aproveitar e caminhar pelas sombras das árvores do Jardins Nacionais até chegar em frente ao Parlamento. De hora em hora os soldados fazem a troca da guarda.
       
       
      Atravessando a rua e descendo as escadas você estará na Praça Sintagma, que se você provavelmente
      conheceu quando veio do aeroporto pelo metrô. Este é o coração de Atenas! Vale à pena passar um tempo em algum bar ou cafeteria observando o movimento da praça e a grande quantidade de cães de rua (até o Lonely Planet fala disso).
       
      Depois, quase no fim do dia, uma rápida subida até o Monte de Philopappus, seja caminhando (40 min) ou pelo funicular, te trará outras vistas panorâmicas de Atenas e Piraeus, a região portuária. Quando você chegar lá igrejinha no topo, e tiver 360 graus de Atenas abaixo de você, pensará "Cara, era maior do que eu pensei!".
       
       
      Se você prestou atenção, em nenhum momento citei o trasporte público, pois realmente não é necessário! A partir daqui você já está pronto para voltar para o seu cruzeiro ou para aeroporto e continuar sua viagem ou preparar-se pra a festa da noite! Se você é daqueles que gosta de ver "tim-tim por tim-tim" dos museus, reserve um dia mais e durma na capital grega e não deixe de confirir o Museu Arqueológico Nacional, o Museu Benaki e o Museu Nunismático.
       
      Aproveito o post para comentar sobre o Quick Facts, a nova coluna do The World by Fon. São parágrafos breves com uma explicação sobre algum tema interessante no contexto das viagens do Fon! O primeiro foi postado ontem! Confere lá!
       
      E como sempre, se você gostou, peço que gentilmente curta ou compartilhe através das redes sociais ou dos botões aqui embaixo. Isso me ajuda muuuito!
       
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      Um abraço maior que o Atlântico!
       
      Fon
    • Por raphaela.gonçalves
      Fiz duas viagens incríveis nessa ilha paradisíaca e não poderia deixar de dar dicas pra quem deseja fazer o mesmo! Só pude viajar durante os finais de semana pois durante a semana fiz um estágio. No primeiro final de semana fomos para o leste da ilha, alugamos carro na Avis (não é o local mais barato mas o seguro de lá era o único que cobria qualquer dano sem taxa adicional e achamos que valia a pena) por aproximadamente 150 euros e gastamos mais uns 50 euros de gasolina na volta. Nossa primeira parada foi Kritsa, um dos vilarejos mais antigos da Grécia, uma cidadezinha charmosa, perto do sítio arqueológico de Lató, onde pudemos ver muitas ruínas interessantes, e depois voltamos pra comer em Kritsa. Seguimos para uma praia surreal de linda, a Golden beach, o mar é um dos mais violentos mas é também um dos mais lindos. De lá seguimos para Sitia, onde nos hospedados no Minos apartments, de frente pro mar, com cozinha e tudo, por 60 euros para até 5 pessoas (pagamos 12 cada). À noite, jantamos em um dos vários restaurantes à beira do mar. No outro dia partimos para a trilha "Dead Gorge", a qual pode ser iniciada no começo ou pelo meio, durando de 1 a 2h, em meio a uma paisagem estonteante de formações rochosas gigantescas, e depois de um jardim onde pudemos colher uvas e comer ali mesmo gratuitamente, termina na praia de zacros. Mergulhamos e almoçamos por ali pagando muito muito pouco pra comer de frente pro mar (paguei 2,50 no meu almoço, fora que os gregos têm a mania maravilhosa de trazer frutas e outras sobremesas como cortesia), realmente inacreditável. Na volta páramos em Vai e em Ithanos, sendo essa última a praia que mais gostei, cristalina e em meio a uma paisagem maravilhosa, e menos turística que Vai.
      No segundo final de semana, alugamos novamente o carro pelo mesmo preço mas com um dia a mais (também não entendemos pq haha) e a gasolina deu cerca de 80 euros no total. Seguimos primeiramente pra Chania, uma cidade muito muito charmosa, onde caminhamos pela linda região do porto, pelas ruelas cheias de lojinhas, pelo mercado central, e curtimos bares bem legais à noite numa rua cheia de bares. Ficamos hospedados perto de kissamos, no Tripodis apartments, o qual recomendo fortemente - staff super gentil, nos deixaram uma garrafa de vinho de cortesia no dia da chegada e um prato de melancia no segundo, e pagamos 83 euros por duas noites num quarto apartamento com um quarto duplo e um single de frente pro mar (27,75 por pessoa para os dois dias). Mergulhamos nessa praia no pôr do sol inclusive, somente a água e as montanhas, incrível. Foi tranquilo ir e voltar de Chania para curtir a noite, cerca de 30km. No segundo dia pegamos um barco em kissamos para gramvousa e balos, pegamos o primeiro (10:40) e pagamos 22 euros com desconto estudantil/grupos (25 sem), e valeu muitooo a pena! Ambas são maravilhosas, em gramvousa não deixe de subir até o castelo, a vista é incrível e o mergulho depois é revigorante. No domingo, seguimos para Elafonisi, a estrada não é tão boa então certifique-se de pegar a melhorzinha, é sem dúvidas o lugar mais lindo que já vi na vida! Vale a pena chegar cedo pois as cadeiras lotam (7 euros por duas cadeiras e um guarda-sol, os quiosques são relativamente baratos (pagamos 2,50 na cerveja, 0,50 na água, e vi lanches por cerca de 3 euros). Na volta paramos em Rethymno, onde vimos um pôr do sol maravilhoso e comemos num dos restaurantes à beira do mar, próximo ao castelo, não me lembro o nome mas comi uma pizza incrível, eles têm uma herança da colonização veneziana e por isso também os gelatos deliciosos.
      Tem muita coisa linda pra se ver por essa região, vale muito a pena alugar o carro, especialmente em um grupo de pelo menos 5 pessoas, daí sai bem barato. A estrada em si já é maravilhosa, principalmente a do leste na minha opinião, com as montanhas cobertas por campos de oliveiras, embora tenha gostado mais das praias do oeste.
      Enfim, espero ajudar com meu breve relato!
    • Por namags
      Olá Mochileiros!!
       
      Venho neste meu terceiro relato falar sobre a breve e incrível viagem que fiz à Grécia!
      Além de gostar de compartilhar experiências, fiquei com um pouco de receio quando resolvi ir, não apenas pelos conflitos econômicos, mas pelo País ter um alfabeto diferente, deslocamento pelas ilhas e por estar sozinha .
       
      Quando resolvi tirar férias em junho esqueci de um pequeno detalhe: inicio da alta temporada em muitos lugares ou locais não recomendados pelo clima. Além disso tinha o preço o dólar que não ajudava (continua não ajudando rs) e objetivos de gastos que não poderia ser muito.
       
      Confesso que pesquisei diversos roteiros e lugares incríveis, mas desejei muito a Grécia! Sabendo pouco sobre os problemas econômicos de lá, me programei pra levar dinheiro e desencanar de chegar nos lugares caso houvesse alguma greve.. era um risco a assumir. Mas pensei também por ser alta temporada e ter poucas vagas em hoteis e hostels, uma boa chance de ser uma ótima viagem.
       
      Pesquisei roteiros aqui no mochileiros em vários sites bacanas de viagens e as dicas foram super úteis! E por incrível que pareça é MUITO fácil se deslocar por lá! Um dos motivos pra relatar a viagem é acrescentar informações técnicas pra quem planeja ir um dia.
       
      Foram 10 dias de viagens, sendo 3 noites em Atenas, 3 em Mykonos, 2 em Santorini e 1 noite em Atenas.
      Passagem: por ser verão europeu, as passagens são mais caras... mas consegui uma promoção da Swiss que facilitou muito a vida! E detalhe.. comprei no final de abril!!
      Obs: Não existe voo direto do Brasil pra Grécia. As grandes empresas europeias fazem escalas.
       
      Com a passagem garantida, fui ver hotel e ferrys!
      Mykonos e Santorini tem aeroporto e é outra opção de translado. Optei pelo ferry por ser mais barato.
      Em relação aos ferrys, nos sites http://www.greekferries.gr e http://www.go-ferry.com/, você pode pesquisar diversas empresas que fazem os translados. Algumas delas são a Hellenic Seaways, Sea Jets e Blue Star Ferries. Recomendo comprar no site da própria empresa.
       
      Problema que tive na compra dos ferrys
      Pesquisando no site, vi que pela Blue Star estava com ótimo preço pra econômica, mas meu cartão não passou diversas vezes e quando consegui, eles cobravam uma taxa do ticket absurdamente alta. No final, comprei pela Hellenic Seaways. Ela é mais cara comparada a outras na classe econômica, mas tem a vantagem de ser mais rápida (highspeed) - super vantajoso na volta de Santorini pra Atenas
      Obs: você tem que retirar os tickets na agência antes de embarcar! Fique tranquilo que são bem localizadas e super rápido! Só esteja com o passaporte em mãos!
       
      Ferrys
      40 euros Atenas- Porto Piraeus para Mykonos
      61 euros de Mykonos pra Santorini
      59 euros Santorini para Atenas (Piraeus)
       
      Em relação as hospedagens
      Sabendo que seria verão, já fui atrás de hospedagem. Seguindo sugestões, em Atenas fiquei no Athens Backpackers, Mykonos no Morfoula's Studio e Santorini no Hotel Antonia.
      Optei por ficar em hotel em Mykonos e Santorini por descansar mais. É mais caro do que hostel, mas nada melhor do que um pouco de privacidade.
       
      93 euros o Hostel em Atenas
      135 euros Morfoula's
      98 euros Hotel Antonia
       
      Por fim, o dinheiro. Li que não é um País caro e devido a crise, resolvi só levar em espécie. Mas também levei cartão de crédito para alguma emergência. No hostel eles não aceitavam mais cartão de crédito, apenas dinheiro pela situação.
       
      Em relação a bagagem, inicialmente pensei em ir com a minha mochila de 78l da trilhas e rumos, mas por ser um roteiro tranquilo, optei pela mala. No final a ida foi com 12kg e a volta 17kg (comprei váááários sabonetes de oliva hahahaha).
       
      Passagem, hotel, translados e roteiro garantidos.. bora viajar!!
       
      Cheguei em Atenas no período da tarde (6h de diferença do Brasil) e resolvi ir de trem e metrô até o hostel.
      Se você pesquisa pelo Google, ele passará os nomes das estações em grego ... maaaaaas ainda bem que nas estações tem a tradução para o nosso alfabeto!
      Eles tem poucas linhas de metrô e o deslocamento foi super tranquilo levando uns 40 minutos até a estação Acrópole. A passagem saindo e indo para o aeroporto para qualquer estação de metro custa 8 euros, e o metrô pela cidade custa 1,60 euros. Outra opção é pegar um táxi, mas não sei o valor. Importante: não tem catraca no metrô, você apenas válida o ticket. Teoricamente alguém irá verificar depois, mas não sei se foi pela crise, ninguém conferiu e teve dias que usei o metrô de graça porque eles não estavam cobrando.
       

       
      Uma coisa legal do metrô é que algumas estações tem réplicas de estátuas gregas, objetos encontrados nas escavações... diversos mini museus rs
       

       
      O hostel fica na região de Acrópole, que é dos points turísticos de Atenas! Tem diversas opções de restaurantes nos mais diversos preços e gostos pra todos! Ao lado fica Plaka, uma região cheia de restaurantes e lojas de lembrancinhas. Confesso que a maioria das lojas tem as mesmas coisas, mas vale a pena andar por elas e achar um bom preço!
       



       
      Gostei muito do hostel, principalmente da localização e pela bela vista do Partenon! Conheci diversas pessoas super legais e foi bem animado! A única coisa que não curti foi que o chuveiro que encharcava todo o banheiro.

    • Por gustavo esteves de mattos
      Galera, meu nome é Gustavo Mattos , moro no Rio de Janeiro e vou falar aqui um pouco da viagem que fiz com minha noiva em agosto – 2015, com o roteiro falando apenas da Grécia, que foi uma parte da viagem.
      Grécia : Rhodes ; Santorini ; Mykonos; Zakhyntos e Athenas
       
      Segue link para roteiro completo com Paris , Londres e Grécia: #1117355 ou
      paris-londres-grecia-rhodes-santorini-mykonos-zakyntos-e-athenas-20-dias-t117773.html
       
      DIA 1 LONDRES/RHODES
      DIA 2 RHODES
      DIA 03 RHODES/SANTORINI
      DIA 04 SATORINI
      DIA 05 SATORINI/MYKONOS
      DIA 06 MYKONOS
      DIA 07 MYKONOS/ZAKHYNTOS
      DIA 08 ZAKHYNTOS
      DIA 09 ZAKHYNTOS / ATENAS
      DIA 10 ATENAS
      DIA 11 ATENAS COM PIT STOP EM ROMA
      VOO - Alitalia (ótimo avião)
      GRÉCIA
      RHODES
      Na Chegada alugamos um carro pela empresa Auto Europe( aluguel feito no Brasil). 140 euros por dois dias.
      Ilha muito grande- quadriciclo não comporta. Ideial é um carro .
      Gasolina para dois dias : 20 euros rodei a ilha toda e entreguei o carro no porto – ida para Santorini
      Dia 1
      Fomos direto para o centro ver os castelos na Old Town. Muralha Gigantesca e bem extensa. Lugar muito bonito e diferente. A muralha pega uma parte da orla , lugar incrível. Muito bom ter colocado no roteiro.
      Vamos direto ao assunto: passeamos por todo redor das muralhas e paramos para experimentar pela primeira vez a comida grega. Pedimos um pitagyros (3,00 euros) e um giros plate. Esse é o prato principal da Grécia. Encontramos em todas as ilhas . comemos de vez em quando, mas enjoa. Ele é barato e a quantidade de comida é imensa.
      Rodamos o comércio local mas o que eu queria mesmo era praia. Chega de Museu, andar , pub e bistrô. Agora é Praia e peixe!
      Peguei o carro e fui na direção de lindos, lado onde tem as melhores praias . parei na primeira que é uma praia fechada. Tem apenas uma Rua de acesso. Tiramos uma foto(vou postar que aparece a praia. Não entrei pois estava no final da tarde, mas parece uma lagoa). Fomos para casa pois acordamos duas da manha este dia.o voo foi 6 horas como disse.
      Dia 2
      Exploramos a ilha.
      Começamos indo a vila de lindos. Lugar muito bonito. Você entra na vila e vai subindo. Para para o pedágio. Apenas 6 euros por pessoa. Sobe mais um pouco e lá em cima tem uma vista incrível do mar. Lembra um pouco a acrópole de athenas , mas com menos monumentos. Um dos lugares mas bonitos que já vi. Pesquisem no GoOgLe.
      Já tinha uma praia bem abaixo de lindos.desci pela trilha e fui direto para lá. Praia boa e calma mas a água não é muito clara. Fiquei uma hora e fui para outra praia. Deixe-me lembrar .....
      Voltei sentido centro, não achei necessidade de dar a volta na ilha pois tinhas mais de 7 praias voltando. RS .Passei por algumas praias, mas a melhor é TSAMPIKA. Bonita, água clara e bem estruturada.
      Fiquei uas duas horas, depois segui para praia de falikari. Achei extensa e normal.
      Seguimos , passamos pelo centro e fomos no outro sentido da ilha, onde tem as praias com águas claríssimas, mas ao invés de areia são pedrinhas. Maré bem forte à tarde também. Vi muito a pratica de Kitesurf .
      Praia boa para olhar. Lanchamos e fomos nos arrumar para um jantar semi- romântico.
      O Sol foi-se e fomos para o centro de Rhodes. Sem querer, achamos uma rua badalada, bares com muitos gregos e italianos. (povo dominante no local). Curtimos à noite e fomos embora.
      Resumo da ilha:
      Palavra –chave : Diferencial e impressionante. Praias e castelos num ambiente só. Aas praias são normais, com destaque para uma que faz uma coloração bem clara, mas tem muita onda e pedras ao invés de areia. Não da para ficar .Gostei muito de conhece-la .
      Proxima parada :Santorini (Love of Island)
      Locomoção : ferrye
      Blue star ferrys( pago no Brasil) – uns 40 euros por pessoa)
      Tempo – 9 hrs ,mas atrasou . levou 11 – barco imenso e muito aconchegante. Teve uma surpresinha Turca mas deixa pra lá.rs deleta
      obs: Os gregos adoram os Brasileiros. Nunca fui tão amado em outro país, nem na Argentina fui tão amado como na Grécia.











      SANTORINI– Love of Island
      Chegamos a Santorini com um dia perdido, pois foram 11 horas dentro do Navio. Quem deseja colocar Rhodes no roteiro, tem que se atentar que é demorado a ida para outras ilhas e não tem barco direto para outras ilhas. É muito restrito, por isso deve colocar um dia a mais só para o deslocamento. Avião também não vi vantagem, pois passavam tudo por athenas e demorava muito tempo a conexão.não custa na da pesquisar no Skyscanner . Curti santorini um dia apenas.acho que 2 é ideal. Fiz quase tudo, pois a ilha é bem pequena.
      Dia 1
      Ligamos do hotel e foram lá me buscar e levar até a locadora para pegar um carro, pois um dia achei o melhor meio de se locomover, pois quadriciclo é bem lento.
      Acordamos cedo e tomamos um delicioso café da manha no hotel Calderas memories( vista incrível das calderas, recomendo.) e Fomos direto as praias:
      * Começamos por Red Beach . Praia de areia avermelhada formada por rochas vulcânicas. Ela é Bem bonita mas sem estrutura nenhuma. Nem melhor nem pior , apenas diferente ,rsrs
      * Fomos depois para perissa e perívolos, uma do lado da outra. Praia bem legal também de areia cinzenta.
      *em seguida, Kamari Beach – Essa achei a melhor praia. Grande , bem bonita, muitos bares, cadeiras e restaurantes. ( melhor praia)
      Obs: estacionamento em todas praias são livre. (free)
      Saimos da praia e fomos ao hotel tomar um banho e conhecer logo em seguida o restaurante Santo wine, que fica no caminho de red beach e tem placas indicando. O rodízio de vinhos com petiscos varia de 18 a 30 euros. Pedi um com 12 copos de vinhos de diversos tipos e paguei apenas 22 Euros. Muito em conta. No sexto copo não sabia nem mais diferenciar o sabor.rsrs . Estavamos bem alegres e fomos tirar fotos na vista do local. (vista das calderas ).
      Em seguida partimos para Oia, ver o famosos por do sol . Chegando lá , estacionei logo e fui andando e passando pelas casinhas brancas e tirando foto. Chegando lá , muita gente ocupa um pequena terraço e outras descem para a direita para ver debaxo o famosos por do sol. Só consegi graças a gopro. RS coloquei no cabo e de cima bati algumas fotos, pois estava insuportável de cheio. Acho que do meu hotel a vista era tão bonita quanto.
      OIA É Lugar maravilhoso também. Muito estruturado e diferente. Bastante comercio e restaurantes para quem quiser passar à noite no local.
      Partimos para Firá, centro de Santorini. Comemos num restaurante e passeamos no local. Muito cansados já, pois o dia foi corrido demais , fomos para o hotel descansar para partir para mykonos.
      Resumo
      Ilha formada por uma erupção vulcânica. É muito bonita mesmo e diferenciada das outras. As praias não é o forte da ilha, apenas a Kamari beach que achei diferenciada. As caldeiras são bonitas demais e Oia é impressionante. Um lugar com casas brancas juntas e em cima de um morro( caldeira), acho que não encontra em mais nenhum lugar do mundo. Conhecemos praticamente tudo, apesar de corrido e valeu. acho que um dia a mais para ficar em fira e relaxar na piscina do hotel seria bom, mas valeu.
      Dia 3
      Acordamos, entreguei o carro, pois não pode passar de 24 hrs o aluguel(70 dólares - fiat 50 conversível). aguardamos o rapaz do transfer e fomos para o porto para ir para mykonos .


       





      Mykonos
      Chegamos em mykonos de ferry (empresa sea Jet) , comprei pelo site paleólogos travel ( 65 euros por pessoa) .
      Fiquei hospedado no hotel Milena, bem próximo ao centro - Chora( 5 minutos de quadriciclo). Oferece transfer gratuito do porto e do aeroporto, basta avisar por email o horário de chegada e os dados do transporte utilizado. Hotel excelente e um dos melhores preços, pois hotel em mykonos é bem carinho.
      Começamos alugando um quadriciclo, pois lá e o melhor transporte(infelizmente só tem de 50 cc, pois tem muito acidente na região porque é uma ilha em que os jovens bebem bastante e dirigem depois).
       
      Dia 1
      Dia sempre corrido , RS . fomos à praia de paradise beach conhece-la. Praia onde tem dóis quiosques bem sofisticados tocando música. Fica muito cheia no por do sol, onde o pessoal sai da praia para ficar na balada ali mesmo no local. Praia bem sofisticada.
      Saímos de lá e fomos ao centro Chora, mas pronuncia-se Róra. Lá tem uma famosa rua lettle venice onde tem um comércio de restaurantes e roupas bem forte. Visual muito bonito das casas e vielas brancas e os famosos moinhos de mykonos no caminho. Comemos uma pizza bem gostosa no restaurante Antonio’s e fomos para casa descansar.
      Dia 2
      Comecei o dia indo as praias
      kalo Livadi ( pequena praia e bem deserta. Fiquei 20 minutos). – se o tempo tiver curto aproveite as outras
      Kalafati beach – praia normal, parecida com praias de outras ilhas. Frequentei por 40 minutos e fui para lia.
      Lia – Passei de quadriciclo por cima só. parece ser bem estruturada. Bonita eu vi que é.
      Fomos para o outro lado da ilha. Achei as praias super bonitas. As melhores até o momento.
      Panormos – bela praia, me banhei bastante .
      Agios Sostis – Foi a que mais gostei. Do alto você visualiza a praia. Ao lado da praia panormos . desce uma trilha bem pequena de areia e já está na praia. Fiquei por bastante tempo relaxando ali.excelente praia.
      Psarou – Praia bem top de Kykonos. Diversas espreguiçadeiras e toda estruturada com restaurantes.
      Super Paradise – Finalizei o dia nesta praia. Outra praia bem estruturada com festa. Um pouco melhor que a Paradase Beach em relação a musica e o público que frequenta. O motorista do hotel já tinha me avisado. Em paradise o público é de 18 -23 anos em média. Super paradise o público é ¬de 25 a 40 anos.
      Fui para o hotel descansar para ir ao centro a noite, mas apaguei e não tive forças para levantar .rsrs
      Meu voô era 10 hrs da manhã para Zakhyntos
      Resumo
      Uma excelente ilha para quem procura boas praias e festas. Ilha bem animada de dia e a noite. Nada a reclamar.
      Vale muito a pena colocar no roteiro.











      Zakyntos
      Fomos para a ilha de avião (médio avião da empresa Olympic – aegean) 230 Euros por pessoa.
      Chegamos no aeroporto e lá estav ao pessoal da Green motion (autoeurope) aguardando para fazer o aluguel do carro.
      Dia 1
      Pegamos o carro, fomos ao hotel Varres(muito bom) e de lá já partimos para a parte de cima de navagio Beach (shipwreck - nas placas).
      Chegamos lá em 35 minutos. Um dos lugares mais bonitos que vi na vida. Fiquei lá viajando um tempão e tirando diversas fotos. Valeu muito ir nesta ilha. obs: tem que fazer a trilha lá em cima, pois são as melhores fotos.ir até o final onde se tem a melhor vista da praia.
      Saimos de lá, acabei me perdendo e indo ao porto Vromi( onde sai as embracações para navagio Beach), mas como era no final da tarde, resolvemos não fazer o passeio de barco para Navagio. Me arrependi, pois dia seguinte a maré subiu, mas já vou contar a aventura. Rsrs
      Como não tem estrada, voltamos tudo de novo e fomos para o porto Limnionas ( muito bonito também, mas estava no final de tarde e ficamos pouco tempo).
      Esta ilha é imensa e tem poucas estradas. Gasta-se muito tempo dirigindo.
      Voltamos para o centro e jantamos num restautante italiano muito bom. Os pratos demoram um pouco para sair nos restautantes da Grécia. Se o tempo tiver curto a melhor opção é um lanche ou um pita gyros.
      Dia 2
      Fomos logo cedo para o porto Vromi fazer o passeio de barco para Navagio. Estávamos muito animados. Chegando lá, a maré estava alta e o barco não iria parar na praia, ficou apenas rodando perto para podermos apreciar. A maré lá estava bem alta. Na volta foi parando nas blue caves que também são muito bonitas. Vou ser sincero: ficamos um pouco chateado, pois nos arrependemos de não ter ido no primeiro dia, mesmo estando em final de tarde.
      Logo depois do passeio, fomos ao porto Limnionas e ficamos lá um tempão nadando. Muito bonito nesse dia, pois a água estava bem clara. Porto muito bom para ficar relaxando.
      Logo depois fomos conhecer as praias, mas acabei me perdendo e parando dentro de um vale de oliveiras. O que mais se vê em zakhyntos são oliveiras, parece até filme de terror. rsrs
      Próxima parada Foi em Keri beach. Praia com algumas embarcações onde aluguei uma lancha e fui até uma ilha em frente onde ficam algumas tartarugas gigantes nadando. Consegui ver apenas duas ao lado da lancha. Parei neste ilha e fiquei uma hora lá relaxando. Depois, fomos ao badalado bairro de Laguna, que tem uma rua que parece o centro da cidade. Muito movimentada com diversos bares e boates bem decorados. Curtimos bastante esse dia. Fomos para o hotel depois pois já era bem tarde.
      Dia 3
      Chegando no hotel, verificamos que nosso voô para Atenas era apenas na parte da tarde e resolvemos ir até o porto verificar a maré para fazer o passeio para navagio beach de novo, a atendente do hotel falou antes que continuava com a maré alta, mas fomos lá conferir.Brasileiro nunca desiste. rs
      Chegamos lá e a maré estava ótima. Água claríssima . Fomos logo na primeira embarcação. Passeio perfeito, ficamos uma hora na praia, que estava bem cheia. Fiquei nadando naquela água azul mais que bebê por um bom tempo e ainda encontrei alguns brasileiros lá. Muito bom. Agora ficou perfeito o passeio.
      Fomos em seguida para o aeroporto e deixamos o carro com a chave debaixo do tapete, mas logo parou o carro da seguradora no local para conferir.
      Resumo de Zakyntos
      Ilha com a praia mais bonita que vi na Grécia e em toda minha vida. Muito grande e tem boas praias. É bom planejar bem o roteiro para não perder tempo. Tive tempo de conhecer poucas praias do litoral, pois teve esses imprevistos e perdi um pouco de tempo, pois as coisas são bem longes na ilha. O centro é bom , mas laguna beach é bem mais animado pela quantidade de comercio que tem na região . Valeu muito a pena conhecer a ilha e se puder voltarei para acabar de conhecer o restante das praias.
       












       
      Atenas
      Chegamos em athenas de avião, em torno de 1 hora de Zakyntos .
      Pegamos o metrô e fomos direto ao hotel Fomos direto ao hotel Areos ( muito bom e localizado há duas estações de metro do centro( praça syntagma).
      Saimos para jantar perto do hotel mesmo, pois tinha alguns restaurantes na avenida principal e voltamos para o berço, pois dia de deslocamento é sempre muito cansativo.
      Dia 1
      Fomos cedo para a Acrópole (ingresso 6 euros por pessoa) , subimos e visitamos tudo Lá em cima. Ficamos umas 4 horas Lá dentro, pois é bem grande. Depois fomos nas pedras lá em cima mesmo para tirar foto da vista. (recomendo).
      Descemos e fomos passear no centro, onde estava tudo aberto( comercio de roupas e restaurantes) e bem movimentado. Fomos até o templo de Zeus que é perto também.Depois paramos no centro para almoçar e fomos para o hotel nos arrumar para dar uma volta a noite.Sol bem forte nesse dia, desgasta muito.
      À noite fomos ao centro e jantamos abaixo da acrópole.
       
      Resumo
      Athenas é uma cidade histórica muito bonita onde se consegue visitar os pontos turísticos e um ou dois dias. Achei o tempo que fiquei bom, pois não tem muita coisa no momento, pois a cidade esta numa forte crise e apenas o centro está movimentado. O Resto da cidade parece estar muito vazia.




       
      Fim de relato e de Viagem!!
       
      ops , pit stop em Roma por 5 horas ....
      pegamos o trem que sai do aeroporto e pegamos o metrô, duas estações já estávamos no Coliseu.


      THE END
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