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ogum777

[bike] audax! 307 kms de bike! num dia!

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que tal uma pedaladinha de 300 kms, tendo menos de 20 horas pra fazer o troço? que tal subir uma serra pedalando? ou pegar um vento contra tão f.d.p. que se a gente parasse de pedalar nas descidas, a bike tb parava?

 

pois é, eu e o p.piacitelli resolvemos continuar a saga já iniciada com 200 kms em holambra, com os seguintes relatos:

 

audax-holambra-casa-branca-holambra-208-kms-em-13-horas-t42124.html?hilit=audax%20brasil

 

audax-brasil-brevet-200km-holambra-t42126.html?hilit=audax%20brasil

 

naqueles 200 nós penamos pra kct com a altimetria do evento, que era pesada, uma sucessão de subidas e descidas, coisa que quebra qq ciclista.

 

então, quando veio a continuação dos brevets, agora em 300 kms, num local em tese mais tranquilo, nos inscrevemos de novo. desta vez o piacitelli tava com uma bike mais adequada à longa distância, mais leve, marchas e rodas adequadas aos trajetos no asfalto, etc.

 

a altimetria prometia ser muito mais tranquila, o gráfico tá no final do relato, não se assustem, é km X metro, não tivemos inclinações maiores do que 3,5%, mas tivemos subidas loooooongas...

 

de posse da altimetria, pensamos: é baba... que nada!

 

bom, como brevetamos os 200, poderíamos fazer os 300. conforme expliquei no outro relato, não é competição, é uma form ade cicloturismo leve com velocidade mínima constante de 15 por hora, relativmaente baixa, mas as distâncias são longas e pra fazer um determinado brevet vc tem que ter cumprido o anterior. a brincadeir acomeça nos 200 kms, depois 300, 400, 600 e daí pula-se aos 1000 ou 1200 (o paris-brest-paris é o mais clássico 1200, foi o evento que deu origem ao tour de france, tem mais de 100 anos de realização).

 

pois bem, na sexta já rolou uma pizzada, entre os inscritos. a turma que ia fazer os 300, e a turma que tinha se inscrito no desafio 150 kms. via de regra, junto com os brevets se organizam desafios mais curtos, que não tem oreconhecimento dos brevets mas servem como um bom treino.

 

eu chgeui tarde em boituva, lá pelas 9 da noite, e na pizzaria umas 21:30. uns já tinham jantado, outros tavam comendo, deu tempo de pegar uma mesa cheia:

DSC00364.JPG

olha eu aí de cinza no canto direito.... foto tirada pelo einstein.

 

bom, nas conversas o assunto é sempre o mesmo nessashoras: bikes, bikes, bikes, quem chegou, quem não chegou, quem tav a caminho.

 

a turma de são paulo, da bicicletada, umas 10 pessoas, foi toda picadinha, em vários horários dos ônibus. uns chegaram mais cedo do que eu, outros bem mais tarde.

 

cheguei, taquei as coisas no hotel e fui procurar a pizzaria, fui de bike mesmo, e entrei com bike e tudo dentro do shopping onde ficava a pizzaria, conseguindo guardar a bike dentro da sala do segurança. coisas que só se consegue em cidade pequena.

 

depois da pizzada ainda fomos pro hotel onde tava um monte de gente (o hotel garrafão) embora outros tenham que se espalhar nos outros hotéis da cidade, inclusive eu que fiquei com o márcio e o shadow/sheldon no hotel rafeli.

 

no dia seguinte, acordamos muito cedo. a vistoria das bikes começa às 6 da manhã, então bem antes disso estávamos indo ao hotel garrafão, onde tinha sido acertado um esquema de café da manhã a partir das 5:30 da manhã, muito antes do hotel onde estávamos.

 

tudo estava localizado num raio de 1 km da praça da rodoviária, que é a praça da prefeitura e onde seria a largada. então do hotel garrafão fomos rapidinho pra vistoria. as bieks não largam se não estiverem com faróis dianteiros que efetivamente iluminem (e não apenas piscas dianteiros de um led), luzes vermelhas atrás, e se o ciclista não estiver trajando um colete refletivo (mesmo de dia) e capacete.

 

tá aí uma foto do jefferson do local da saída, co mo denis, da organização, explicando o trajeto:

28243_1510517243581_1253850313_2616968_1845531_n.jpg

 

as bikes que usamos costuma ser ou moutain bikes adaptadas, com pneus bem mais fios e de maior pressão, guidões mais baixos, ou as speeds (bikes de corrida), tb adaptadas, procuramos quadros com geometria mais confortável (eu uso um vitus em cromo molibdênio que deve te rmais de 20 anos de fabricado), selins mais confortáveis pra longa distância, os faróis e etc.

 

existe uma diferença entre as bikes de competição e as nossas: nossos trajetos são mais longos, às vezes com relevo não apenas acidentado no sentido de ter subidas,mas muitas vezes em pisos não muito agradáveis. na europa há brevets com trechos em paralelepípedos e mesmo estradas de terra.

 

então, pneus mais grossos e mais borrachudos que os de competição acabam sendo preferidos. usamos fitas anti-furo - eu não usei, e me arrependo - carregamos uma infinidade de câmaras reserva, remenos, e bombas de ar, ao invés dos cartuchinhos de co2 usados pelos competidores: o co2 perde a pressão depois de umas 12 horas, e esse tempo pra um audax ainda tá dentro do temp de pedalada... hehehehe

 

às 7 horas, de-pois das bikes vistoriadas, das garrafas de água cheias de água e gatorade (duas garrafas, no mínimo, cerca de 1,5 litro), bananas e géis de carboidrato e proteína nos bolsos, saímos pedalando, todos (cerca de 100 ciclistas), acompanhados de batedores da gurada municipal de bboituva até chegarmos à castelo branco, a rodovia onde a coisa iria de fato se desenrolar.

 

fomos em direção a botucatu, cerqueira césar....

 

um pedal lindo. vento a favor, o dia esquentado aos poucos, um visual maravilhoso, média de pedal acima dos 30 por hora....

 

olha o que dava pra ver na beira da estrada:

DSC00387.JPG

foto da noiva do eisntein.

 

e assim transcorreram os primeiros 75 kms. tranquilíssimos. descidas e subidas suaaaaaaaaves e loooooongas, e o vento ajudando.

 

eu me preocupei com esse vento. vento a favor na ida é vento contra na volta, e duas coisas são o inferno dos ciclistas: subidas e vento contra.

 

mas até i tio paulo piacitelli repetia:

- eu conheço aqui, o vento vai estar a favor na volta, eu sou daqui, conheço a custa inteira!

 

bom, acreditei, e assim evitei sofrimento antecipado: esse só veio na hora certa mesmo....

 

com 75 kms de trajeto tínhamos que parar no PC1. dizer o nome, marcar o horário da chegada, pegar água, gatorade, lanchinhos, bananas.... olhem a organização do evento:

36641_129144957126134_100000918926933_144664_66466_n.jpg

 

bananas, gatorade, água e lanchinhos a rodo.

 

aqui to eu reforçando o filtro solar:

36641_129144963792800_100000918926933_144666_680634_n.jpg

foto do denis. o senhor cabeludo de azul é o tio paulo piacitelli, amoça com a bolsa é a sobrinah dele, e a garota no meio é a filha dele.

 

olha a cara do cidadão com seu capacete amarelo:

photo.php?pid=144668&id=100000918926933&l=46833567a6&fbid=129144970459466

 

esse aí embaixo é o bruno gola , e se olharem a bike atrás, é uma fixa: não apenas não tem marchas, mas tb não tem o mecanismo de roda livre: na descida, o pedal gira, o pedal pedala suas pernas... hehehehehe

36641_129144983792798_100000918926933_144672_4376693_n.jpg

 

e aí um detalhe, a sarinha, que tava de pipoca nos 150 resolveu fazer os 300... tb tava de fixa!

 

bom, depois do pc1 continuamos, e tinha a tal da serra de botucatu. foi chata, mas tranquila. é uma questão de achar a marcha e ir pedalando, pedalando, pedalando, pedalando... 8 kms subindo. um saco...

mas nada de extremamente difícil.

 

na subida eu pensava na jeanne, minha amiga que sofreu um bombardeio meu pra participar do desafio dos 150. a jeanne nunca foi exatamente uma esportista. jornalista, notívaga... inclusive ganhou um prêmio da abraciclo por uma reportagem que fez na revista época, que tá nesse link:

http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI25308-15368,00-DIARIOS+DE+BICICLETA.html

lendo a reportagem entenderão operfil do pedal dela, e que vitória foi fazer os 150 kms, tudo bem que estourando o tempo máximo (10 hs), mas se divertindo e perdendo o medo de pedalar no escuro.

 

eu não sabia que a doida da sarinah tinha resolvido pedalar os 300 (e de fixa!), então não me preocupava. mas como fui eu que botei pilha na jeanne, se desse caca eu ia me sentir responsável. mas não deu.

 

bom, fomos pedalando adiante dos 75, subindo a serra. tio paulo piacitelli disaprou na frente na subida (o cara andou treinando!), largando eu e o marcelo pra trás. eu e o marcelo, no esquema pedal-pança subimos na maciota, parando numa sombrinha nomeio do caminho pra tomar água sossegados e ver a linda vista da serra pra baixo.

 

em cima da serra tem um pedágio. paramos ali, pq sabíamso que adiante teríamos 50 kms sem nenhum ponto de abastecimento de água, e tínhamos tomado muito líquido na subida. sabíamos que o povo do pedágio não nega água, e vale mais à pena encher a caramanhola de água quente da torneira do que água nenhuma.

 

continuamos o pedal e mais à frente vimos o paulo parado pegando água tb. falei pro marcelo:

 

- vamos passar reto, e quer apostar como dou um tapa na bunda dele?

 

dito e feito, acelerei, o marcelo atrás de mim e chulapt!, um tapão na bunda do piacitelli, que logo tava pedalando atrás de mim me xingando.

 

 

mas logo começou um trecho chato de acostamento muito mal feito, de um asfalto aspero, na verdade uma espécie de cascalho com uma tintura de piche pra ficar no lugar. tremia tudo. os faróis da minha bike tremiam e batiam um no outro. pedalamos em pé por algum trecho, mas pedalar em pé é cansativo, eleva a pulsação em cerca de 20%. xingávamos a manutenção da pista, a cobrança dos pedágios, o governo do estado, tudo! estou até agora me perguntando que diabo de administração se faz naquela estrada pra ter aquele tipo de acostamento que até a minha avó sabia construir melhor.

 

assim foi pro vários quilômetros, até suavizar um pouco. em certos momentos, até pra ter um certo descanso na tremedeira nas mãos, no selim, no cérebro que aprecia tremer dentro do crânio, íamos pra pista de rolagem, controlando pra ver se não vinha algum caminhão.

 

mas como eram sucessivas descidas, e com vento a favor, andamos muito rápido. antes das duas da tarde tínhamos feito os primeiros 150 kms. pra efeitos de comparação. no audax de holambra eu completei 150 kms só lá pelas 4 da tarde...

 

no pc2 encontrei outros coelgas: o márcio, o poneis... no restaurante do posto onde er ao pc fui no restaurante por kg e mandei ver num macarrão que não tava nem um pouco gostoso, mas era carboidrato...

 

olha o povo parado aí no pc2:

DSC00469.JPG

foto do einstein, de camisa listada na esquerda o rafael, a quem emprestaria depois meu corta vento no pc3.

 

agora, o problema foi a volta. saímos do pc2, pedalamos mais 500 metros no mesmo sentido pra pegar um retorno em obras, de terra, por debaixo da via, e podermos retornar.

 

e o vento? o vento tava contra, fortemente contra, tão forte que se parássemos de pedalar simplesmente a bike parava!

 

e o acostamento era todo naquele cascalho com pintura de piche, um horror. uma hora o trenzinho dos ciclistas tava a 15 por hora, no plano. resolvi socar mais a bota, acabei indo mais rápido a uns 21 por hora, deitei bem o corpo pra fazer isso.

 

lá na frente, de saco cheio de pedalar com vento contra dei uma diminuída e parei. até pra tomar uma água. o márcio vinha atrás, preocupou-se, achou que eu tava passando mal, mas seguimos adiante juntos.

 

mais pra frente, de tão cansados do treme-treme do acostamento formos para o outro lado da pista, pois à esquerda da das faixas de rodagem havia uma faixa de uns 50 cm de asfalto mais liso. mas meu pneu furou. fiquei trocando pneu, despachei o márcio, pq não precisava de ajuda.

 

alguns me passaram, indagaram se precisava de ajuda, mas tava tudo ok. quando já ia colocar o pneu no lugar e enchê-lo, o pneis atravessou a pista e veio lá assuntar. foi tão solítico em esticar a bomba dele pra eu suar que nem me dei ao trabalho de usar a minha bomba de ar. dois minutinhos e pneu tava cheio, e continuamos.

 

fomos tocando até um posto de apoio. eu já tinha passado o piacitelli, cujo pneu dianteiro tinha calombado, tinha aparecido um calombo, e ele teve que murchar o pneu pra poder continuar rodando.

 

aí o detalhe: estávamos suados pra dedéu pelo esforço, mas com um vento contra f.d.p. com o pneu murcho, o piacitelli teve que pedalar lento. portanto, todo molhado, e pedalando devagar, não mexeu o corpo o suficiente pra manter a temperatura. no final da tarde, começou o vento a ficar ultra gelado. eu, lá na frente, aprei num posto de apoio a motoristas, enchi as caramanholas, comi uma barrinha, coloquei meu corta-vento. não tinha idéia do que tinha acontecido com o piacitelli.

 

pedalei adiante, ele deve ter parado no mesmo posto de apoio cerca de uma hor adepois. mediram a temperatura dele, tava em 31 graus e meio.....

 

e pq tava sem agasalhos? tínhamos deixado os agasalhos no pc1 que tb era o pc3. no caso meu e do piacitelli, deixamos no carro dele.

 

claro, passando mal, ele resolveu desistir da prova. as meninas foram lá buscá-lo. nisso eu chego no pc3, e kd o carro com os meus agasalhos?

 

aí já eram umas 7 da noite. tinha pedalado já 225 kms, dos quais os últimos 75 kms com um vento contra f.d.p. nos fazia pedalar nas descidas... com já era noite quando desci a serra, nem aproveitei direito a descida, pois, por mais que estivesse com 3 faróis de bike, minha luz não era suficiente pra descer a 70 por hora.

 

deixei um povo que conheci ali, 3 rapazes de mtb, irem na frente, lá embaixo acelerei um pouco pq não via a hora de chegar ao pc e tomar algo quente. sonhava com uma sopa....

 

cheguei ao pc e kd o carro do paulo? nenhuma notícia. bom, fui ao banheiro tomei água, encontrei o márcio que já tava lá, fui comer um espetinho de frango e tomar uma caneca imensa de café-com-leite beeeem quente.

 

vi o márcio partir e eu fiquei enrolando... tava com uma perguiça, e com um pouco de frio. qdo já tava pronto pra sair pensando no frio vejo o piacitelli chegar dirigindo o carro, com a bike em cima!

 

tinha desistido. e com razão. sem um pneu reserva teria que pedalar muito devagar e talvez não cumprisse o tempo, e já tinha apresentado sinais de hipotermia.

 

no pedal de longa distância vale a mesma máxima da montanha: a montanha continuará lá, assim como a estrada. não é o cansaço muscular que nos pára, mas quando as condições não estão seguras, e há como chamar um resgate, que se resgate.

 

pelos meus cálculos, onde o piacitelli parou, ele já tinha pedalado cerca de 200 ou 2010 kms.

 

bom, peguei minha blusa de frio e uma calça de pedalar. fui triar a bermuda e colocar a calça e tive um certo trampo pra tirar das pernas aquela massa que tinha virado a mistura de suor, filtro solar, poeira da estrada e graxa.

 

eram cerca de 8 da noite quando saí do pc 3 pra completar os 75 kms restantes.

 

saímos juntos eu, o edu poneis, e a márcia, uma triatleta que tava fazendo os 300kms, o marido tinha ido lá na frente, em outro ritmo.

 

logo na saída eu já saí pedalando mais forte. tava doido pra terminar esses 75 kms. na primeira hora deu pra tocar rápido, mas

depois começaram umas bidinhas, suaves, com certeza, mas pra quem tá extenuado, qq morreba é um everest...

 

e dito e feito. cheguei a usar amarcha mais curta da bike nuns morrinhos de dar vergonha... não tinha usado essa marcha nem quando subi a serra na ida, e agora eu tinha que pedalar curtinho... a velocidade chegava a baixar a 15 por hora, 11, 8 kms!

 

por sorte o vento contra havia suavizado bastante, mas o que matava era o cansaço fenomenal.

 

esses 75 kms pedalei sozinho. sem ninguém do lado. passei alguns poucos, mas ia me arrastando.

 

cheguei a boituva comendo os últimos sachês de gel, barrinhas e etc. mas cheguei. ultra cansado, mas cheguei.

 

e então comi umpedaço de pizza ali mesmo na praça onde era a chegada, e fui direto ao hotel dormir, e como dormi pesado!

 

teve gente chegando até as 3 horas da manhã. várias desistências, mas a grande maioria completou. e se na chegada eu não era capaz nem de lembrar meunome direito... hehehe, no dia seguinte já falávamos nos 400 kms do próximo brevet.

 

depois coloco mais fotos.

 

-------------------------------------

 

acréscimos de edição.

 

aí eu na chegada, recém descido da bike. a cara de cansaço é evidente...

DSC00540.JPG

a foto é da noiva do einstein. comemoravam cada chegada.

 

o cansaço é grande ao final.

 

na praça mesmo encontrei o shadow e com ele fui pedalando até o hotel. me arrastando...

 

o márcio já tav ano banho, recém chegado tb. o shadow fez os 150, tava menos cansado que nós. mas lembro que quando entrei no banho o márcio e o shadow ainda conversavam. fiz força pra ficar em pé debaixo do chuveiro. e saí do banho e o shadow já roncava e o márcio dormia com seus tampões de ouvido. capotei de sono também.

 

num outro quarto de outro hotel, a sarinha chegou depois das 3 da manhã, após ter completado os 300 kms de fixa. jeanne e aline mal deram parabéns e continuaram a dormir que nem pedra...

 

é fato: não há problema de sono, insônia, que resista a um longo pedal.

 

lá pelas duas da manhã chegou um grupeto de uns 15 ciclistas, um cata-prego (a turma que vem no fundão, via de regra por conta dos inúmeros furos de pneu, por isso o apelido de "cata-prego", e não pelo desempenho, pq numa pedalada de 300 kms a forma física de todos e ´muito boa e outros fatores são muito mais determinates para os tempos finais), como a gente chama, se juntaram pelo caminho e vieram em grupo.

 

em grupo sempre há a vantagem aerodinâmica e tb emocional, um apóia o outro, e sempre tem um braço a mais pra ajudar a encher o pneu da bike, ou pra segurar a lanterna enquanto vc acha o objeto que furou o pneu.

 

o detalhe é que no caminho recolheram a márcia e o edu poneis, que tavam já cerca de uma hora brigando com um pneu com problemas da márcia, a cerca de apenas 15 kms de boituva.

 

chegaram todos.

 

pena apenas pelos que não completaram, como paulo piacitelli e o alexandre wagna: este teve um monte de furos e um pneu rasgado. mas logo tem outro audax de 300 kms em santa catarina, e quem sabe eles brevetem lá e possam participar dos 400 com o resto do grupo! dos 45 que foram pra fazer os 300, apenas 8 não completaram no tempo ou tiveram que desistir. foi uma média muito boa de sucesso na empreitada.

 

o espírito audax não é o de competição, mas o de cooperação. esse é o gostoso da coisa, seja dar a longa pedalada ou mesmo curtir aquela morgada nos pcs, como disse o pavão num outro fórum. o único obstáculo a ser vencido é a gente mesmo. e nesse sentido, o audax é um pedal zen. :mrgreen::mrgreen::mrgreen:

 

os seguintes links levam a galerias de fotos. não vou transcrevê-las todas aqui, mas vale uma visita:

 

galeria de fotos do einstein:

http://picasaweb.google.com.br/robledo.einstein/20100626Audax300Boituva#

 

galeria de fotos do jefferson covolan:

http://www.facebook.com/album.php?aid=108553&id=1253850313&l=edf6ff96ec

 

galeria de fotos do denis cardoso:

http://www.facebook.com/album.php?aid=9405&id=100000918926933&l=46833567a6

 

 

 

 

- dados gerais:

 

307 kms pedalados

16:38 hs.

cerca de 6 litros de gatorade ingeridos

cerc de 6 litros de água ingeridos durante o pedal,

10 sachês de gel,

4 barras de proteína

trocentas bananas...

Altimetria_Boituva.JPG.45852d48ff82444c665c4bb49805e4a9.JPG

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Grande Ogum! Trezentos KM é coisa, hein? Parabéns por mais esta.

E uma pena o Paulo não ter conseguido terminar.. quer dizer, ter tido problemas que não o deixaram terminar.

como já falamos N vezes, chegar é só um detalhe. The trip takes us... hehehehe...

Show, camarada! Belo relato, ótimo programa!

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Ogum

 

Pedalei 210km. Olha na altimetria. Perdi o mais facil kkkk

 

Mas foi o mais prudente.

 

Já treinei ontem de MB e hoje com a speed (agora com penu novo).

 

Se prepara véio. vamos chegar nos 1200.

 

Abração..parabéns pelo relato e nem comento o "tio"kkkkk

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Ogum

 

Pedalei 210km. Olha na altimetria. Perdi o mais facil kkkk

 

Mas foi o mais prudente.

 

Já treinei ontem de MB e hoje com a speed (agora com penu novo).

 

Se prepara véio. vamos chegar nos 1200.

 

Abração..parabéns pelo relato e nem comento o "tio"kkkkk

 

pô tio paulo!

 

treina aí, pega o audax lá de santa catarina pra brevetar os 300 e vamos pros 400!

 

isso é pr aninguém aqui falar que a gente não pedala nada! hehehehehehe

 

viu a revista vo2 de junho (2010)? tem uma reportagem "uebre a barreira dos 100 kms". hahahaha, quebramos o dobro já, o triplo!

 

agora precisamos carregar o caicus e silnei na série do ano que vem! bora cacius?

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Fala fera.............

 

Tio....tá longe...muito longe...kkkkk mas sonha..eu deixo kkkkkkkkkkkkk

 

O treino é constante...culpa tua fera....não paro mais....Subidas é comigo...rs..e agora vou mudar meu treino. vou subir aquela da ponte por um caminho mais curto..porém paredão...rs

 

Já vi que tem o de crisciúma...mas preciso esperar mais...não sei como estarei no trabalho. Se der vou e fazemos os 400..que era meu objetivo esse ano.

 

abração

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agora precisamos carregar o caicus e silnei na série do ano que vem! bora cacius?

Não sei qual a disponibilidade do Sr. 01, nem sua disposição física, mas eu topo. E vou direto pro 400. Mas no carro de apoio, ok? E sem beijinho em PC! ::lol4::

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Eu não tenho a menor noção do que é uma bike fixa, mas beleza. A minha (que eu não tenho) ficaria FIXADA na parede, hahaha.

Depois do dia que vc foi embora da minha casa de madrugada, naquele frio, e do outro que vc passou aqui só pra beber uma água, não tive mais dúvidas. Vc não bate bem, mesmo.

Agora, cá entre nós: 300 km nesse banco da sua bike aí? Vc não pretende ter filhos da vida, não? hahahhaha

Beijão, vc manja demais, nossa! ::kiss::

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Eu não tenho a menor noção do que é uma bike fixa, mas beleza. A minha (que eu não tenho) ficaria FIXADA na parede, hahaha.

Depois do dia que vc foi embora da minha casa de madrugada, naquele frio, e do outro que vc passou aqui só pra beber uma água, não tive mais dúvidas. Vc não bate bem, mesmo.

Agora, cá entre nós: 300 km nesse banco da sua bike aí? Vc não pretende ter filhos da vida, não? hahahhaha

Beijão, vc manja demais, nossa! ::kiss::

 

milena, minha linda! vc ainda acredita naquela falácia sobre a impotência e etc? se bike gerasse isso, a china teria superpopulação? que nada fia, causa nada não, até ajuda, pq pernas + fortes sempre ajudam na prática do mais popular esporte da humanidade... hehehehehe

 

uma fixa é uma bike sem mecanismo de roda livre. na descida ela pedala seus pés. se vc pedalar pra trás a roda vira pra trás. são usadas em velódromo, naquela novela das oito que vc vê todo dia que eu tô ligado, aparecem fixas.

 

aqui nesse vídeo, em inglês, tem uma explicação:

http://www.youtube.com/watch?v=kZ9rgrG-r_I

 

mas o melhor ainda é dar uma voltinha num quarteirão usando uma pra entender. fixeiros não gostam de descidas, pq os pedais pedalam as pernas deles muito rápido.... tem que tirar os pés dos pedais...

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aqui nesse vídeo tem um moleque fazendoumas brincadeiras com uma fixa.

 

observe, milena, quando ele tira os pés, que a bike mexe os pedais.

 

e quando ele pedala pra trás, a roda vira pra trás tb.

 

pra freiar, ele joga o corpo pra frente pra tirar o peso da roda traseira e trava os pés. isso trava a roda trseira, é o skid.

http://www.youtube.com/watch?v=HXQHoJ2mOMs

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Ahhhhhhh tou ligadaaaaaaaa! Eu tinha uma BMX verde que era assim. Eu não gostava nãum... rs.

Meu pai deve ter achado que eu queria brincar em Hafl Pipe pra ter me dado ela... hahahaa!

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