Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
ogum777

[bike] audax! 307 kms de bike! num dia!

Posts Recomendados

que tal uma pedaladinha de 300 kms, tendo menos de 20 horas pra fazer o troço? que tal subir uma serra pedalando? ou pegar um vento contra tão f.d.p. que se a gente parasse de pedalar nas descidas, a bike tb parava?

 

pois é, eu e o p.piacitelli resolvemos continuar a saga já iniciada com 200 kms em holambra, com os seguintes relatos:

 

audax-holambra-casa-branca-holambra-208-kms-em-13-horas-t42124.html?hilit=audax%20brasil

 

audax-brasil-brevet-200km-holambra-t42126.html?hilit=audax%20brasil

 

naqueles 200 nós penamos pra kct com a altimetria do evento, que era pesada, uma sucessão de subidas e descidas, coisa que quebra qq ciclista.

 

então, quando veio a continuação dos brevets, agora em 300 kms, num local em tese mais tranquilo, nos inscrevemos de novo. desta vez o piacitelli tava com uma bike mais adequada à longa distância, mais leve, marchas e rodas adequadas aos trajetos no asfalto, etc.

 

a altimetria prometia ser muito mais tranquila, o gráfico tá no final do relato, não se assustem, é km X metro, não tivemos inclinações maiores do que 3,5%, mas tivemos subidas loooooongas...

 

de posse da altimetria, pensamos: é baba... que nada!

 

bom, como brevetamos os 200, poderíamos fazer os 300. conforme expliquei no outro relato, não é competição, é uma form ade cicloturismo leve com velocidade mínima constante de 15 por hora, relativmaente baixa, mas as distâncias são longas e pra fazer um determinado brevet vc tem que ter cumprido o anterior. a brincadeir acomeça nos 200 kms, depois 300, 400, 600 e daí pula-se aos 1000 ou 1200 (o paris-brest-paris é o mais clássico 1200, foi o evento que deu origem ao tour de france, tem mais de 100 anos de realização).

 

pois bem, na sexta já rolou uma pizzada, entre os inscritos. a turma que ia fazer os 300, e a turma que tinha se inscrito no desafio 150 kms. via de regra, junto com os brevets se organizam desafios mais curtos, que não tem oreconhecimento dos brevets mas servem como um bom treino.

 

eu chgeui tarde em boituva, lá pelas 9 da noite, e na pizzaria umas 21:30. uns já tinham jantado, outros tavam comendo, deu tempo de pegar uma mesa cheia:

DSC00364.JPG

olha eu aí de cinza no canto direito.... foto tirada pelo einstein.

 

bom, nas conversas o assunto é sempre o mesmo nessashoras: bikes, bikes, bikes, quem chegou, quem não chegou, quem tav a caminho.

 

a turma de são paulo, da bicicletada, umas 10 pessoas, foi toda picadinha, em vários horários dos ônibus. uns chegaram mais cedo do que eu, outros bem mais tarde.

 

cheguei, taquei as coisas no hotel e fui procurar a pizzaria, fui de bike mesmo, e entrei com bike e tudo dentro do shopping onde ficava a pizzaria, conseguindo guardar a bike dentro da sala do segurança. coisas que só se consegue em cidade pequena.

 

depois da pizzada ainda fomos pro hotel onde tava um monte de gente (o hotel garrafão) embora outros tenham que se espalhar nos outros hotéis da cidade, inclusive eu que fiquei com o márcio e o shadow/sheldon no hotel rafeli.

 

no dia seguinte, acordamos muito cedo. a vistoria das bikes começa às 6 da manhã, então bem antes disso estávamos indo ao hotel garrafão, onde tinha sido acertado um esquema de café da manhã a partir das 5:30 da manhã, muito antes do hotel onde estávamos.

 

tudo estava localizado num raio de 1 km da praça da rodoviária, que é a praça da prefeitura e onde seria a largada. então do hotel garrafão fomos rapidinho pra vistoria. as bieks não largam se não estiverem com faróis dianteiros que efetivamente iluminem (e não apenas piscas dianteiros de um led), luzes vermelhas atrás, e se o ciclista não estiver trajando um colete refletivo (mesmo de dia) e capacete.

 

tá aí uma foto do jefferson do local da saída, co mo denis, da organização, explicando o trajeto:

28243_1510517243581_1253850313_2616968_1845531_n.jpg

 

as bikes que usamos costuma ser ou moutain bikes adaptadas, com pneus bem mais fios e de maior pressão, guidões mais baixos, ou as speeds (bikes de corrida), tb adaptadas, procuramos quadros com geometria mais confortável (eu uso um vitus em cromo molibdênio que deve te rmais de 20 anos de fabricado), selins mais confortáveis pra longa distância, os faróis e etc.

 

existe uma diferença entre as bikes de competição e as nossas: nossos trajetos são mais longos, às vezes com relevo não apenas acidentado no sentido de ter subidas,mas muitas vezes em pisos não muito agradáveis. na europa há brevets com trechos em paralelepípedos e mesmo estradas de terra.

 

então, pneus mais grossos e mais borrachudos que os de competição acabam sendo preferidos. usamos fitas anti-furo - eu não usei, e me arrependo - carregamos uma infinidade de câmaras reserva, remenos, e bombas de ar, ao invés dos cartuchinhos de co2 usados pelos competidores: o co2 perde a pressão depois de umas 12 horas, e esse tempo pra um audax ainda tá dentro do temp de pedalada... hehehehe

 

às 7 horas, de-pois das bikes vistoriadas, das garrafas de água cheias de água e gatorade (duas garrafas, no mínimo, cerca de 1,5 litro), bananas e géis de carboidrato e proteína nos bolsos, saímos pedalando, todos (cerca de 100 ciclistas), acompanhados de batedores da gurada municipal de bboituva até chegarmos à castelo branco, a rodovia onde a coisa iria de fato se desenrolar.

 

fomos em direção a botucatu, cerqueira césar....

 

um pedal lindo. vento a favor, o dia esquentado aos poucos, um visual maravilhoso, média de pedal acima dos 30 por hora....

 

olha o que dava pra ver na beira da estrada:

DSC00387.JPG

foto da noiva do eisntein.

 

e assim transcorreram os primeiros 75 kms. tranquilíssimos. descidas e subidas suaaaaaaaaves e loooooongas, e o vento ajudando.

 

eu me preocupei com esse vento. vento a favor na ida é vento contra na volta, e duas coisas são o inferno dos ciclistas: subidas e vento contra.

 

mas até i tio paulo piacitelli repetia:

- eu conheço aqui, o vento vai estar a favor na volta, eu sou daqui, conheço a custa inteira!

 

bom, acreditei, e assim evitei sofrimento antecipado: esse só veio na hora certa mesmo....

 

com 75 kms de trajeto tínhamos que parar no PC1. dizer o nome, marcar o horário da chegada, pegar água, gatorade, lanchinhos, bananas.... olhem a organização do evento:

36641_129144957126134_100000918926933_144664_66466_n.jpg

 

bananas, gatorade, água e lanchinhos a rodo.

 

aqui to eu reforçando o filtro solar:

36641_129144963792800_100000918926933_144666_680634_n.jpg

foto do denis. o senhor cabeludo de azul é o tio paulo piacitelli, amoça com a bolsa é a sobrinah dele, e a garota no meio é a filha dele.

 

olha a cara do cidadão com seu capacete amarelo:

photo.php?pid=144668&id=100000918926933&l=46833567a6&fbid=129144970459466

 

esse aí embaixo é o bruno gola , e se olharem a bike atrás, é uma fixa: não apenas não tem marchas, mas tb não tem o mecanismo de roda livre: na descida, o pedal gira, o pedal pedala suas pernas... hehehehehe

36641_129144983792798_100000918926933_144672_4376693_n.jpg

 

e aí um detalhe, a sarinha, que tava de pipoca nos 150 resolveu fazer os 300... tb tava de fixa!

 

bom, depois do pc1 continuamos, e tinha a tal da serra de botucatu. foi chata, mas tranquila. é uma questão de achar a marcha e ir pedalando, pedalando, pedalando, pedalando... 8 kms subindo. um saco...

mas nada de extremamente difícil.

 

na subida eu pensava na jeanne, minha amiga que sofreu um bombardeio meu pra participar do desafio dos 150. a jeanne nunca foi exatamente uma esportista. jornalista, notívaga... inclusive ganhou um prêmio da abraciclo por uma reportagem que fez na revista época, que tá nesse link:

http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI25308-15368,00-DIARIOS+DE+BICICLETA.html

lendo a reportagem entenderão operfil do pedal dela, e que vitória foi fazer os 150 kms, tudo bem que estourando o tempo máximo (10 hs), mas se divertindo e perdendo o medo de pedalar no escuro.

 

eu não sabia que a doida da sarinah tinha resolvido pedalar os 300 (e de fixa!), então não me preocupava. mas como fui eu que botei pilha na jeanne, se desse caca eu ia me sentir responsável. mas não deu.

 

bom, fomos pedalando adiante dos 75, subindo a serra. tio paulo piacitelli disaprou na frente na subida (o cara andou treinando!), largando eu e o marcelo pra trás. eu e o marcelo, no esquema pedal-pança subimos na maciota, parando numa sombrinha nomeio do caminho pra tomar água sossegados e ver a linda vista da serra pra baixo.

 

em cima da serra tem um pedágio. paramos ali, pq sabíamso que adiante teríamos 50 kms sem nenhum ponto de abastecimento de água, e tínhamos tomado muito líquido na subida. sabíamos que o povo do pedágio não nega água, e vale mais à pena encher a caramanhola de água quente da torneira do que água nenhuma.

 

continuamos o pedal e mais à frente vimos o paulo parado pegando água tb. falei pro marcelo:

 

- vamos passar reto, e quer apostar como dou um tapa na bunda dele?

 

dito e feito, acelerei, o marcelo atrás de mim e chulapt!, um tapão na bunda do piacitelli, que logo tava pedalando atrás de mim me xingando.

 

 

mas logo começou um trecho chato de acostamento muito mal feito, de um asfalto aspero, na verdade uma espécie de cascalho com uma tintura de piche pra ficar no lugar. tremia tudo. os faróis da minha bike tremiam e batiam um no outro. pedalamos em pé por algum trecho, mas pedalar em pé é cansativo, eleva a pulsação em cerca de 20%. xingávamos a manutenção da pista, a cobrança dos pedágios, o governo do estado, tudo! estou até agora me perguntando que diabo de administração se faz naquela estrada pra ter aquele tipo de acostamento que até a minha avó sabia construir melhor.

 

assim foi pro vários quilômetros, até suavizar um pouco. em certos momentos, até pra ter um certo descanso na tremedeira nas mãos, no selim, no cérebro que aprecia tremer dentro do crânio, íamos pra pista de rolagem, controlando pra ver se não vinha algum caminhão.

 

mas como eram sucessivas descidas, e com vento a favor, andamos muito rápido. antes das duas da tarde tínhamos feito os primeiros 150 kms. pra efeitos de comparação. no audax de holambra eu completei 150 kms só lá pelas 4 da tarde...

 

no pc2 encontrei outros coelgas: o márcio, o poneis... no restaurante do posto onde er ao pc fui no restaurante por kg e mandei ver num macarrão que não tava nem um pouco gostoso, mas era carboidrato...

 

olha o povo parado aí no pc2:

DSC00469.JPG

foto do einstein, de camisa listada na esquerda o rafael, a quem emprestaria depois meu corta vento no pc3.

 

agora, o problema foi a volta. saímos do pc2, pedalamos mais 500 metros no mesmo sentido pra pegar um retorno em obras, de terra, por debaixo da via, e podermos retornar.

 

e o vento? o vento tava contra, fortemente contra, tão forte que se parássemos de pedalar simplesmente a bike parava!

 

e o acostamento era todo naquele cascalho com pintura de piche, um horror. uma hora o trenzinho dos ciclistas tava a 15 por hora, no plano. resolvi socar mais a bota, acabei indo mais rápido a uns 21 por hora, deitei bem o corpo pra fazer isso.

 

lá na frente, de saco cheio de pedalar com vento contra dei uma diminuída e parei. até pra tomar uma água. o márcio vinha atrás, preocupou-se, achou que eu tava passando mal, mas seguimos adiante juntos.

 

mais pra frente, de tão cansados do treme-treme do acostamento formos para o outro lado da pista, pois à esquerda da das faixas de rodagem havia uma faixa de uns 50 cm de asfalto mais liso. mas meu pneu furou. fiquei trocando pneu, despachei o márcio, pq não precisava de ajuda.

 

alguns me passaram, indagaram se precisava de ajuda, mas tava tudo ok. quando já ia colocar o pneu no lugar e enchê-lo, o pneis atravessou a pista e veio lá assuntar. foi tão solítico em esticar a bomba dele pra eu suar que nem me dei ao trabalho de usar a minha bomba de ar. dois minutinhos e pneu tava cheio, e continuamos.

 

fomos tocando até um posto de apoio. eu já tinha passado o piacitelli, cujo pneu dianteiro tinha calombado, tinha aparecido um calombo, e ele teve que murchar o pneu pra poder continuar rodando.

 

aí o detalhe: estávamos suados pra dedéu pelo esforço, mas com um vento contra f.d.p. com o pneu murcho, o piacitelli teve que pedalar lento. portanto, todo molhado, e pedalando devagar, não mexeu o corpo o suficiente pra manter a temperatura. no final da tarde, começou o vento a ficar ultra gelado. eu, lá na frente, aprei num posto de apoio a motoristas, enchi as caramanholas, comi uma barrinha, coloquei meu corta-vento. não tinha idéia do que tinha acontecido com o piacitelli.

 

pedalei adiante, ele deve ter parado no mesmo posto de apoio cerca de uma hor adepois. mediram a temperatura dele, tava em 31 graus e meio.....

 

e pq tava sem agasalhos? tínhamos deixado os agasalhos no pc1 que tb era o pc3. no caso meu e do piacitelli, deixamos no carro dele.

 

claro, passando mal, ele resolveu desistir da prova. as meninas foram lá buscá-lo. nisso eu chego no pc3, e kd o carro com os meus agasalhos?

 

aí já eram umas 7 da noite. tinha pedalado já 225 kms, dos quais os últimos 75 kms com um vento contra f.d.p. nos fazia pedalar nas descidas... com já era noite quando desci a serra, nem aproveitei direito a descida, pois, por mais que estivesse com 3 faróis de bike, minha luz não era suficiente pra descer a 70 por hora.

 

deixei um povo que conheci ali, 3 rapazes de mtb, irem na frente, lá embaixo acelerei um pouco pq não via a hora de chegar ao pc e tomar algo quente. sonhava com uma sopa....

 

cheguei ao pc e kd o carro do paulo? nenhuma notícia. bom, fui ao banheiro tomei água, encontrei o márcio que já tava lá, fui comer um espetinho de frango e tomar uma caneca imensa de café-com-leite beeeem quente.

 

vi o márcio partir e eu fiquei enrolando... tava com uma perguiça, e com um pouco de frio. qdo já tava pronto pra sair pensando no frio vejo o piacitelli chegar dirigindo o carro, com a bike em cima!

 

tinha desistido. e com razão. sem um pneu reserva teria que pedalar muito devagar e talvez não cumprisse o tempo, e já tinha apresentado sinais de hipotermia.

 

no pedal de longa distância vale a mesma máxima da montanha: a montanha continuará lá, assim como a estrada. não é o cansaço muscular que nos pára, mas quando as condições não estão seguras, e há como chamar um resgate, que se resgate.

 

pelos meus cálculos, onde o piacitelli parou, ele já tinha pedalado cerca de 200 ou 2010 kms.

 

bom, peguei minha blusa de frio e uma calça de pedalar. fui triar a bermuda e colocar a calça e tive um certo trampo pra tirar das pernas aquela massa que tinha virado a mistura de suor, filtro solar, poeira da estrada e graxa.

 

eram cerca de 8 da noite quando saí do pc 3 pra completar os 75 kms restantes.

 

saímos juntos eu, o edu poneis, e a márcia, uma triatleta que tava fazendo os 300kms, o marido tinha ido lá na frente, em outro ritmo.

 

logo na saída eu já saí pedalando mais forte. tava doido pra terminar esses 75 kms. na primeira hora deu pra tocar rápido, mas

depois começaram umas bidinhas, suaves, com certeza, mas pra quem tá extenuado, qq morreba é um everest...

 

e dito e feito. cheguei a usar amarcha mais curta da bike nuns morrinhos de dar vergonha... não tinha usado essa marcha nem quando subi a serra na ida, e agora eu tinha que pedalar curtinho... a velocidade chegava a baixar a 15 por hora, 11, 8 kms!

 

por sorte o vento contra havia suavizado bastante, mas o que matava era o cansaço fenomenal.

 

esses 75 kms pedalei sozinho. sem ninguém do lado. passei alguns poucos, mas ia me arrastando.

 

cheguei a boituva comendo os últimos sachês de gel, barrinhas e etc. mas cheguei. ultra cansado, mas cheguei.

 

e então comi umpedaço de pizza ali mesmo na praça onde era a chegada, e fui direto ao hotel dormir, e como dormi pesado!

 

teve gente chegando até as 3 horas da manhã. várias desistências, mas a grande maioria completou. e se na chegada eu não era capaz nem de lembrar meunome direito... hehehe, no dia seguinte já falávamos nos 400 kms do próximo brevet.

 

depois coloco mais fotos.

 

-------------------------------------

 

acréscimos de edição.

 

aí eu na chegada, recém descido da bike. a cara de cansaço é evidente...

DSC00540.JPG

a foto é da noiva do einstein. comemoravam cada chegada.

 

o cansaço é grande ao final.

 

na praça mesmo encontrei o shadow e com ele fui pedalando até o hotel. me arrastando...

 

o márcio já tav ano banho, recém chegado tb. o shadow fez os 150, tava menos cansado que nós. mas lembro que quando entrei no banho o márcio e o shadow ainda conversavam. fiz força pra ficar em pé debaixo do chuveiro. e saí do banho e o shadow já roncava e o márcio dormia com seus tampões de ouvido. capotei de sono também.

 

num outro quarto de outro hotel, a sarinha chegou depois das 3 da manhã, após ter completado os 300 kms de fixa. jeanne e aline mal deram parabéns e continuaram a dormir que nem pedra...

 

é fato: não há problema de sono, insônia, que resista a um longo pedal.

 

lá pelas duas da manhã chegou um grupeto de uns 15 ciclistas, um cata-prego (a turma que vem no fundão, via de regra por conta dos inúmeros furos de pneu, por isso o apelido de "cata-prego", e não pelo desempenho, pq numa pedalada de 300 kms a forma física de todos e ´muito boa e outros fatores são muito mais determinates para os tempos finais), como a gente chama, se juntaram pelo caminho e vieram em grupo.

 

em grupo sempre há a vantagem aerodinâmica e tb emocional, um apóia o outro, e sempre tem um braço a mais pra ajudar a encher o pneu da bike, ou pra segurar a lanterna enquanto vc acha o objeto que furou o pneu.

 

o detalhe é que no caminho recolheram a márcia e o edu poneis, que tavam já cerca de uma hora brigando com um pneu com problemas da márcia, a cerca de apenas 15 kms de boituva.

 

chegaram todos.

 

pena apenas pelos que não completaram, como paulo piacitelli e o alexandre wagna: este teve um monte de furos e um pneu rasgado. mas logo tem outro audax de 300 kms em santa catarina, e quem sabe eles brevetem lá e possam participar dos 400 com o resto do grupo! dos 45 que foram pra fazer os 300, apenas 8 não completaram no tempo ou tiveram que desistir. foi uma média muito boa de sucesso na empreitada.

 

o espírito audax não é o de competição, mas o de cooperação. esse é o gostoso da coisa, seja dar a longa pedalada ou mesmo curtir aquela morgada nos pcs, como disse o pavão num outro fórum. o único obstáculo a ser vencido é a gente mesmo. e nesse sentido, o audax é um pedal zen. :mrgreen::mrgreen::mrgreen:

 

os seguintes links levam a galerias de fotos. não vou transcrevê-las todas aqui, mas vale uma visita:

 

galeria de fotos do einstein:

http://picasaweb.google.com.br/robledo.einstein/20100626Audax300Boituva#

 

galeria de fotos do jefferson covolan:

http://www.facebook.com/album.php?aid=108553&id=1253850313&l=edf6ff96ec

 

galeria de fotos do denis cardoso:

http://www.facebook.com/album.php?aid=9405&id=100000918926933&l=46833567a6

 

 

 

 

- dados gerais:

 

307 kms pedalados

16:38 hs.

cerca de 6 litros de gatorade ingeridos

cerc de 6 litros de água ingeridos durante o pedal,

10 sachês de gel,

4 barras de proteína

trocentas bananas...

Altimetria_Boituva.JPG.45852d48ff82444c665c4bb49805e4a9.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Grande Ogum! Trezentos KM é coisa, hein? Parabéns por mais esta.

E uma pena o Paulo não ter conseguido terminar.. quer dizer, ter tido problemas que não o deixaram terminar.

como já falamos N vezes, chegar é só um detalhe. The trip takes us... hehehehe...

Show, camarada! Belo relato, ótimo programa!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ogum

 

Pedalei 210km. Olha na altimetria. Perdi o mais facil kkkk

 

Mas foi o mais prudente.

 

Já treinei ontem de MB e hoje com a speed (agora com penu novo).

 

Se prepara véio. vamos chegar nos 1200.

 

Abração..parabéns pelo relato e nem comento o "tio"kkkkk

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Ogum

 

Pedalei 210km. Olha na altimetria. Perdi o mais facil kkkk

 

Mas foi o mais prudente.

 

Já treinei ontem de MB e hoje com a speed (agora com penu novo).

 

Se prepara véio. vamos chegar nos 1200.

 

Abração..parabéns pelo relato e nem comento o "tio"kkkkk

 

pô tio paulo!

 

treina aí, pega o audax lá de santa catarina pra brevetar os 300 e vamos pros 400!

 

isso é pr aninguém aqui falar que a gente não pedala nada! hehehehehehe

 

viu a revista vo2 de junho (2010)? tem uma reportagem "uebre a barreira dos 100 kms". hahahaha, quebramos o dobro já, o triplo!

 

agora precisamos carregar o caicus e silnei na série do ano que vem! bora cacius?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala fera.............

 

Tio....tá longe...muito longe...kkkkk mas sonha..eu deixo kkkkkkkkkkkkk

 

O treino é constante...culpa tua fera....não paro mais....Subidas é comigo...rs..e agora vou mudar meu treino. vou subir aquela da ponte por um caminho mais curto..porém paredão...rs

 

Já vi que tem o de crisciúma...mas preciso esperar mais...não sei como estarei no trabalho. Se der vou e fazemos os 400..que era meu objetivo esse ano.

 

abração

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
agora precisamos carregar o caicus e silnei na série do ano que vem! bora cacius?

Não sei qual a disponibilidade do Sr. 01, nem sua disposição física, mas eu topo. E vou direto pro 400. Mas no carro de apoio, ok? E sem beijinho em PC! ::lol4::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Eu não tenho a menor noção do que é uma bike fixa, mas beleza. A minha (que eu não tenho) ficaria FIXADA na parede, hahaha.

Depois do dia que vc foi embora da minha casa de madrugada, naquele frio, e do outro que vc passou aqui só pra beber uma água, não tive mais dúvidas. Vc não bate bem, mesmo.

Agora, cá entre nós: 300 km nesse banco da sua bike aí? Vc não pretende ter filhos da vida, não? hahahhaha

Beijão, vc manja demais, nossa! ::kiss::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Eu não tenho a menor noção do que é uma bike fixa, mas beleza. A minha (que eu não tenho) ficaria FIXADA na parede, hahaha.

Depois do dia que vc foi embora da minha casa de madrugada, naquele frio, e do outro que vc passou aqui só pra beber uma água, não tive mais dúvidas. Vc não bate bem, mesmo.

Agora, cá entre nós: 300 km nesse banco da sua bike aí? Vc não pretende ter filhos da vida, não? hahahhaha

Beijão, vc manja demais, nossa! ::kiss::

 

milena, minha linda! vc ainda acredita naquela falácia sobre a impotência e etc? se bike gerasse isso, a china teria superpopulação? que nada fia, causa nada não, até ajuda, pq pernas + fortes sempre ajudam na prática do mais popular esporte da humanidade... hehehehehe

 

uma fixa é uma bike sem mecanismo de roda livre. na descida ela pedala seus pés. se vc pedalar pra trás a roda vira pra trás. são usadas em velódromo, naquela novela das oito que vc vê todo dia que eu tô ligado, aparecem fixas.

 

aqui nesse vídeo, em inglês, tem uma explicação:

http://www.youtube.com/watch?v=kZ9rgrG-r_I

 

mas o melhor ainda é dar uma voltinha num quarteirão usando uma pra entender. fixeiros não gostam de descidas, pq os pedais pedalam as pernas deles muito rápido.... tem que tirar os pés dos pedais...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

aqui nesse vídeo tem um moleque fazendoumas brincadeiras com uma fixa.

 

observe, milena, quando ele tira os pés, que a bike mexe os pedais.

 

e quando ele pedala pra trás, a roda vira pra trás tb.

 

pra freiar, ele joga o corpo pra frente pra tirar o peso da roda traseira e trava os pés. isso trava a roda trseira, é o skid.

http://www.youtube.com/watch?v=HXQHoJ2mOMs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ahhhhhhh tou ligadaaaaaaaa! Eu tinha uma BMX verde que era assim. Eu não gostava nãum... rs.

Meu pai deve ter achado que eu queria brincar em Hafl Pipe pra ter me dado ela... hahahaa!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
      [PARTE 07] - [PARTE 08] - [PARTE 09]
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
    • Por TMRocha
      Com as merecidas férias, fiz uma viagem do estilo Sol e Praia para Porto Seguro junto da Luciana, entre os dias 09 e 16 de Janeiro de 2016.

      Confira agora como foi o nosso passeio.
       
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/porto-seguro-ba-09-16012016-parte-01.html
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06] - [PARTE 07]
      - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 
        Caso não queira conferir como foi o meu relato e deseje apenas saber o que é bom para se fazer em Porto Seguro, confira as dicas do botão abaixo:

      Sem mais delongas, vamos começar...

      DIA 01 - Sábado [09 de Janeiro de 2016]
      Depois de ter uma noite bem dormida e já com as malas arrumadas [tinha deixado ela pronta na quinta-feira ainda], mais ou menos às 9:00h fui até a casa da Luciana para filar a comida da sogra. Minha ideia era partir de lá já alimentado e junto com ela.

      Minha bagunça.

      Bagunça da minha mãe, na cama ao lado [e a cama nem é dela!]
      Depois de esperar um pouco peguei o bus que ia pro Alvorada.


      Por lá fiquei esperando a Lu se arrumar, ela estava doida porque deixou tudo pra última hora, então arrumou uma correria danada! Após almoçar chegou a hora de partir rumo ao metrô.



      Já no metrô, fomos até a Estação Lagoinha para dali entramos na rodoviária de Belo Horizonte e pegamos o ônibus da Unir que vai pro Aeroporto, que aliás, sai muito mais barato do que pegar um táxi ou o MOVE Conexão Aeroporto que o pessoal gosta de usar.

      E agora sim, finalmente estávamos realmente a caminho do aeroporto de Confins!

      Depois de pouco mais de uma hora [ou duas, não sei ao certo] chegamos em Confins.
      Obs.: Parece estranho minha mochila ficar pra frente, mas acho melhor ficar feinho do que ter os pertences furtados de bobeira no centro de BH.

      Já no local certo bastava apenas esperar o horário do nosso voo, que saiu no horário certo e sem maiores problemas.


      Dada a hora, então bora pra Porto Seguro...



      Já acima das nuvens pudemos ter o nosso lanchinho e seguimos uma viagem tranquila até o aeroporto de Porto Seguro.




      No pacote que fiz com a Master Turismo estava incluído a viagem de ida e volta para Porto Seguro e o translado até o nosso hotel. Então ali já nos encontramos com um dos guias da Coconut Tours, que ficou encarregado de nos levar até lá.

      Como não estávamos muito longe do aeroporto, chegamos bem rápido ao Hotel Márlim, que seria a nossa estadia por toda essa semana.



      Nosso quarto dessa vez era bem simples, mas tinha o que precisávamos: um frigobar vazio pra guardar as águas! A cama era confortável [apesar de no primeiro dia terem colocado dois colchões como improviso - depois disso deixaram um colchão de casal], o ar-condicionado era muito bom e os hóspedes também são agraciados com uma piscina que fica no centro do hotel.

      Outra coisa que gostei bastante daqui era a localização, no centro, próximo de bons restaurantes com o preço bem em conta e também da Passarela do Álcool [também conhecida como Passarela do Descobrimento], ótimo local pra quem curte muita cerveja e também compras de tudo o que você pensar, seja de artesanatos, roupas, acessórios e muito mais!

      Aqui tive um imprevisto que não estava contando [claro, quando a gente conta não é imprevisto!!!], dei a bobeira de deixar pra transferir o dinheiro que tinha guardado da poupança para a conta de débito somente aqui porque estava com preguiça de fazer isso em Belo Horizonte e em Porto Seguro simplesmente não existe nenhum Santander [nunca imaginei isso, já que viajei até para Pato Branco, no Paraná, 300 km depois de Judas ter perdido as botas e lá também tinha Santander] e como fiquei muito preocupado em não poder fazer nada por ter pouco dinheiro do débito fechei o pacote todo no Crédito com a Coconut Tours.
       
      Notas: De certa forma acho que falhei um pouco aqui, primeiro por ter dado essa bobeira de não ter feito o que devia em minha própria cidade, e depois por ter fechado muitos passeios focando somente nas praias, já que achava que outros passeios interessantes, como o de chalana, eram feitos somente na praia.
       
      Acho que uma boa dica para quem quer usar agências de turismo pra ter mais comodidade é não fechar tudo na hora como eu fiz. Se estiver no centro dê uma passada em outras agências e feche pacotes diferentes [como por exemplo, passeio de chalana, mergulho de cilindro, passeio de quadriciclo], pra que o roteiro não fique muito repetitivo ou engessado. O que nos salvou foi que os guias da Coconut são todos excelentes e apesar de estarmos mais nas praias deu pra fazer outras coisas muito interessantes.
       
      Nosso Roteiro [que sofreu algumas mudanças no decorrer da semana], acabou ficando assim:
      NOSSO ROTEIRO
      Sábado, 09 de Janeiro de 2016
      - Translado de ida da região metropolitana de Belo Horizonte para Porto Seguro;
      Domingo, 10 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] City Tour no Centro de Porto Seguro;
      [Parte da Tarde] Barraca Barramares, na Beirada da Praia;
      Segunda, 11 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Pitinga, em Arraial d'Ajuda;
      [Parte da Tarde] Centro de Arraial d'Ajuda;
      Terça, 12 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Praia dos Espelhos;
      Quarta, 13 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Trancoso;
      Quinta, 14 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Santo André;
      [Horário do Almoço] Oficina do Sabor e Berimbau Park;
      [Parte da Tarde] Coroa Vermelha [Aldeia dos Índios Pataxós];
      Sexta, 15 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Recife de Fora;
      Sábado, 16 de Janeiro de 2016
      - Translado de Volta de Porto Seguro para a região metropolitana de Belo Horizonte.
       
      Continuando com o relato...

      De noite resolvemos comer uma boa pizza no Mama's para comemorar a nossa chegada na cidade.



      O que achei mais legal aqui é que eles usam esses mini-forninhos pra deixar a pizza aquecida, além disso a massa é muito fina e a pizza é realmente deliciosa e pra ajudar o preço é muito baixo. Vale a pena comer aqui!

      Após comer resolvemos andar um pouco [na verdade um bocado] pelo centro da cidade, o que mais tinham eram opções de vestuário e restaurantes para todos os gostos, além de dezenas e mais dezenas de lojas de souvenirs.

      Quem é colecionador como eu pode ficar tranquilo que certamente tem alguma coisa bem legal que se adequará ao seu gosto. Fiquei tão entretido comprando que até esqueci de tirar mais fotos, mas não tem problema porque em quase todos os dias demos uma passada no centro da cidade pra passear ou para comer alguma coisa.
       
      Os enfeites de natal decorando a cidade ficaram tão legais que acho que a prefeitura quis deixar eles aqui por mais algum tempo ainda.


      Terminado tudo o que queríamos fazer fomos dormir, no próximo dia começaríamos com os nossos passeios por Porto Seguro.

      DIA 02 - Domingo [10 de Janeiro de 2016]
      Já acordados, a primeira coisa que fiz foi tirar algumas fotos do hotel.



      Não esquecendo, claro, de tomar nosso café da manhã.


      Nosso primeiro passeio seria para o centro histórico de Porto Seguro, e a Coconut enviou uma van para nos buscar e levar até lá.


      Uma das coisas que reparei é que os baianos realmente amam sua terra, são dedicados e mesmo nas coisas mais simples fazem todo o possível para agradar os turistas. A primeira coisa que o guia Jackson nos mostrou foi de onde era tirado o cacau da fruta.



      Sempre achei que era usado a polpa para fazer o chocolate, mas na verdade é usada essa semente, que é torrada e nela são realizados outros processos até chegar no chocolate que conhecemos atualmente. Perto dali também tinha um vendedor vendendo sementes que ajudam no tratamento de várias coisas.

      Acabei não prestando muita atenção, pois nossas atenções se voltaram mais para o índio vendedor de brincos, que estava ali perto.


      A Luciana gosta muito dessas coisas que usam penas e não resistiu, já fez a sua comprinha! E após algumas explicações, começamos com nosso passeio pelo centro histórico de Porto Seguro.





      Achei muito legal a história daqui, que é basicamente o começo da história do Brasil: As casinhas eram feitas coladas umas as outras, sempre dando um espaço no meio para a rua, que dividia os vilarejos em dois, e ao fundo era construída uma igreja. Além disso, entre todas as casinhas havia uma porta.
       
      Isso ajudou os primeiros portugueses a se prevenir dos ataques constantes dos índios que não queriam eles nessa região. Falando em índios, os das costas brasileiras eram amigáveis com os portugueses e aceitavam permutas de objetos europeus em troca de comida e outras coisas que eles possuíam. Já os das matas fechadas eram hostis e atacavam os portugueses sempre que tinham oportunidade.

      Outro detalhe interessante era que esses vitrais utilizados nas torres das igrejas vinham diretamente de Portugal, e como os vidros quebravam sempre durante o percurso colocavam esse vidro do jeito mostrado acima. Isso era bom porque o sol forte ajudava o vidro a brilhar e isso facilitava a vida dos marinheiros, pois conseguiam ver onde estava o vilarejo mesmo estando distantes da costa.





      Após as explicações do guia andamos mais pelo local, tiramos muitas fotos e compramos mais algumas coisinhas pelas lojinhas. Também tiramos fotos dos mirantes bonitos que estavam nessa área.





      Após voltar esperamos um tempinho, até que chegou o ônibus que nos levaria para a Barraca Barramares, na beirada da praia.


      No caminho até avistamos a Transilvânia!
      Chegamos na Barraca Barramares, que já de cara mostrou uma entrada bem elegante!




      Fomos direcionados a ficar na parte onde havia areia e muitas mesas, o estabelecimento estava lotado e quase não haviam lugares disponíveis, mas após olhar os preços absurdamente caros, pedimos licença para um casal que estava realizando o Tour com a gente, saímos dali e voltamos na entrada da Barramares novamente para procurar outro local, mas caímos na realidade ao perguntar para os transeuntes, essa barraca estava bem isolada do comércio local da cidade. 

      [Aliás, esse é um dos pontos negativos que percebi em Porto Seguro, aqui prevalece um sistema de monopólio das barracas, o que encarece consideravelmente os preços das coisas ao comer nas praias, e nem tem como fugir disso já que a maioria dessas barracas ficam em lugares mais isolados, o que faz com que você nem tenha opção de escolha, e se houver mais de uma barraca próxima da outra os comerciantes não deixam que você compre livremente por elas, somente na barraca que você está com suas coisas]

      Então tivemos que voltar e pedi a refeição mais simples do menu, que ainda assim saiu caro, já que nem carne tinha no prato.



      Como a comida não nos sustentou, resolvi fazer uma gracinha e comprei um açaí na barraquinha ao lado, que também pertencia a Barramares.


      Mas aqui aconteceu o impensável, sim ... uma lagarta preta, do tamanho de uma mão, daquelas de coqueiro, subiu na perna da Luciana ... que tem o maior pavor de lagartas, até mesmo daquelas pequenininhas ... O resultado foi catastrófico!

      Obs.: Não coloquei a foto da Lagarta original para não traumatizar ainda mais a Lu!!!
      Ela deu o maior grito, pulou assustada, quase pediu socorro, ficou toda tremendo, não conseguiu comer mais o açaí e chorou demais, fiquei até desconsertado na hora porque não sabia o que fazer. Ela se acalmou somente quase uns 20 minutos depois desse ocorrido.

      O pessoal que estava frequentando essa barraca estavam muito animados, curtindo muito, brincando e até dançando Kuduro!

      Passado o susto e com a Lu um pouco mais calma andamos um pouco pela praia.




      E até consegui tirar uma foto dela mais animada.

      Se você gosta de diversão com agito, por aqui é possível praticar o Banana Board e se jogar de vez no mar, como eu estava fora de forma no nado e a Lu não sabe nadar e não gosta desse tipo de atividade preferi não arriscar.



      Até tentamos escrever o nome do meu Blog, Tudo Rocha, pra ver se ficava legal escrito na areia da praia de Porto Seguro.

      Dessa vez ainda não tinha ficado boa, também tentamos em outras praias e deixamos com um efeito bem mais legal!
      Perto dali também existe um pequeno rio, onde as pessoas aproveitam pra andar de caiaque ou apenas brincar na água.



      Às 15:00h tínhamos que voltar para o ponto combinado, então, como estava perto do horário resolvemos voltar. [Pode até parecer que na maioria dos passeios ficamos pouco tempo na praia, mas o calor e a intensidade do sol por aqui é fortíssimo e é melhor ficar um tempo menor na praia e assim evitar queimaduras - eu na verdade, durante toda a semana tive que ter muita atenção, pois meus ombros e a nuca chegaram a queimar um pouco]

      Ao sair não deixamos de tirar fotos bem legais em lugares estratégicos feitos especialmente para os turistas.





      [Obs.: Nós estamos com olho de peixe-morto porque a intensidade da luz aqui é muito forte, eu por exemplo demorei quase 3 dias para conseguir abrir meus olhos completamente.]

      Algo que achei bem legal foi algumas frases de baiano citadas pelo nosso guia da Coconut:

      - Braço cruzado é ritual baiano de chamar chuva!
      - Vamos-nus todos, mas todos vestidos!

      Outra coisa que nos informaram foi para não fazer tatuagens de rena, dessas que oferecem na praia, pois não sabemos nada da higiene utilizada nesse tipo de produto. Chegando o ônibus fomos em direção ao nosso hotel novamente e deu até pra ver de relance a praia de Toa Toa, que também é muito boa!


      Depois de chegar no Hotel descansamos bastante e de noite fomos comer algo mais apetitoso no Theta's, já que não demos muita sorte na hora do almoço. O garçom foi muito educado e prestativo e até nos ajudou a tirar uma boa foto.



      Depois de jantar e certamente ter andado mais um pouco pela Passarela do Álcool pra levar mais alguma coisinha, voltamos pro hotel e descansamos mais um pouco. No outro dia teríamos mais passeios divertidos para se fazer. Continue acompanhando, pois tem muito mais a ser contado!
×