Ir para conteúdo

Egito & Israel - 11 dias - Relato


Posts Recomendados

  • Membros

Olá Mochileiros,

 

Quero fazer um relato resumido da minha última viagem para o Egito e Israel, subindo o monte Sinai e cruzando a fronteira entre os dois países por terra. Foi sem dúvida a melhor viagem que fiz até o momento, e por isso quero compartilhar minha experiência e me colocar a disposição para tirar dúvidas.

Meu roteiro:

Cairo - 3 dias

Dahab - 1 dia

Monte Sinai - 1 dia

Jerusalém e arredores - 5 dias

Tel Aviv - 1 dia

 

Dia 1 - Consegui negociar uma passagem até o Cairo na ida e voltando por Tel Aviv, ambos com parada em Istambul. E ambas viagens de quase um dia completo. Cheguei no Cairo de madrugada e bem cansado. Fiquei num hostel e dormi ali até umas 11h, quando começei meus passeios. Como tinha metade de um dia, não fui ver as pirâmides primeiro. Visitei o palácio de Mohamad Ali, a mesquita Amr Ibn Al-As e o bairro copta com suas lindas igrejas. Somente o palácio era pago para entrar. O bairro copta e a mesquita estão próximas de uma estação de trem, então vale a pena pegar o transporte público do Cairo neste caso.

Dia 2 - Contratei um guia local que passou o dia me levando a alguns destinos mais distantes da capital. Primeiro fomos para as pirâmides de Saqara e Djoser, depois para o sítio arqueológico de Memphis e por último às 3 grandes pirâmides, com restaurantes e algumas lojas entre eles. Valeu muito a pena, pois se fosse fazer estes destinos por conta própria levaria mais tempo e sairia mais caro.

Dia 3 - Museu do Cairo, Torre do Cairo e mesquita Hussein. Era meu último dia na cidade e pretendia visitar a Cidadela do Cairo. Infelizmente não deu tempo, porque fiquei horas na fila da Torre do Cairo, e a cidadela fechava às 17h00. A Torre realmente vale a pena, a vista é maravilhosa. Mas prepare-se para enfrentar fila ou pague a mais para ter preferência.

20190128_145213.thumb.jpg.39edee6b9fb01f0ba1fd7527e0b3f7b3.jpg

Dicas do Cairo:

1 - Lembre de providenciar a carteira de vacinação internacional antes, e tomar a vacina contra febre amarela. Você dá entrada no seu visto no Egito no próprio aeroporto, por 25 $. Mas eles exigirão a vacinação.

2 - O trem é legal de andar, não é luxuoso mas funciona bem e não é perigoso. Guarde o ticket porque você tem que colocar na catraca ao sair.

3 - Não pegue ônibus no Cairo. São lotados de gente e sucateados.

4 - As pirâmides ficam mais distantes do centro e é melhor ir para lá de taxi ou contratando um guia local.

5 - Os egípcios são loucos por estrangeiros. Vão querer te ajudar e fazer várias coisas pra você. Mas fique atento! Toda essa recepção será cobrada depois. E eles não aceitam gorjeta baixa.

Continuando...

Dia 4 - Um dos meus principais objetivos nesta viagem era subir o monte Sinai. Então providenciei ficar em Dahab. Fechei uma suíte muito barata, nem parecia mochilão. Deixei para comprar a passagem na última hora, e acabei fechando um vôo pela Nile Air até Sharm El Sheik. De lá peguei um taxi para Dahab. Apesar de ser uma cidade muito pequena, fiquei encantado com ela. É litorânea e ponto de mergulho. A noite sua rua principal fica cheia com os restaurantes de frutos do mar e lojas de artesanato. Bem cidade praiana mesmo.

20190129_202453.thumb.jpg.eb7d03a2b7e150b1172333fedfcfedc5.jpg

Dia 5 - Deveria ter feito a trilha neste dia, mas não consegui espaço. Ficou para o outro dia. Aproveitei para fazer mergulho e descansar, pois viria um dia pesado em seguida.

Dia 6 - Esse foi o dia mais pesado. Saímos às 22h do dia anterior e fomos para a base do Monte Sinai. A trilha tem dificuldade baixa até o ponto das escadarias. São 750 degraus de pedra até chegar ao topo. Essa parte é perigosa e cansativa. O topo era muito gelado, mesmo eu estando com 2 blusas e 2 calças. Mas de lá pudemos ver este nascer do sol:

20190131_055146.thumb.jpg.b191a5b6ae5e7e5d56737acc729c8ebc.jpg

Depois dessa bela vista, descemos e fomos para o monastério de Santa Catarina, que não tem muitas coisas interessantes para ver. Dali fui direto para Taba, na fronteira com Israel. Não tive problema nenhum em cruzar a fronteira. Você passa por várias etapas, eles fazem aquelas perguntas esperadas (quantos dias, se já tem local, objetivo da visita, etc...) e olham sua bagagem. Não tem preço o visto em Israel e não precisa da carteira de vacinação internacional. De Eilat, cidade de fronteira, peguei um ônibus até Jerusalém. Sim, foi muito puxado esse dia, mas eu consegui!

Dia 7 - Devidamente hospedado em Jerusalém, no lindo Cinema Hostel, descansado e com um delicioso café da manhã, começei a conhecer Jerusalém. Aquele dia também foi mais curto. Fui para Belém (Bethelem) de ônibus, para ver a igreja da Natividade. É fácil de chegar, mas preste atenção onde vai descer. Desci um ponto antes e dei de cara com o grande muro que divide Israel e Palestina. Para quem não sabe, Bethelem fica do lado palestino. Pretendia ver a tumba de Raquel que também fica lá, mas era tudo tão fechado e confuso que desisti. Vi a igreja da Natividade, a mesquita de Omar e a igreja da Gruta. Voltei para Jerusalém e fui ver o jardim da Tumba, um lugar muito bonito e estruturado.

Dia 8 - Segundo dia em Jerusalém e fui conhecer a cidade entre os muros. É uma lista imensa de igrejas e locais sagrados para ver. Uma parte deles não estava na minha lista, mas acabava entrando e tirando uma foto ou outra. Entrei pela porta de Damasco e fui seguindo pela Via Sacra até chegar na Torre de Davi. Ali é um grande museu que vale muito a pena conhecer. Conta toda a história de Jerusalém, mostra as escavações do local e ainda tem uma vista boa da cidade. Dali fui para a Igreja Luterana e a do Santo Sepulcro, sempre lotada de gente. Tentei visitar o Domo da Rocha e a mesquita de Al-Aqsa, mas estavam ambos fechados para turistas. Estava determinado a tentar novamente no dia seguinte. Fui para o Muro das Lamentações e a igreja de S. Pedro de Gallicante, uma igreja fora dos muros construída pelos peregrinos franceses. Pouco citada, mas muito bonita. Vale a pena conferir!

20190202_144655.thumb.jpg.d4414895a14b3a6861c56cf03f863f12.jpg

Ainda fui ver a capela da Ascenção e o cenáculo na volta para o hostel.

Dia 9 - Meu primeiro objetivo era ver o Domo da Rocha. Fui direto para lá, mas me deparei com bloqueio novamente... Acabei conhecendo outros lugares que não pretendia a princípio: a caverna de Zedequias, uma antiga pedreira debaixo de Jerusalém, o jardim e a igreja do Getsêmani, a tumba da virgem, a tumba dos profetas (não tem nada lá, mas é assustador), o cemitério judeu e a Domus Flevit. Não entrei no Domo da Rocha, mas essa vista do Domus Flevit é linda demais!

20190203_143440.thumb.jpg.510c0d92a463efe226d08110bad27cd6.jpg

Dia 10 - Continuei hospedado em Jerusalém, mas peguei um day tour para ver as cidades do norte do país. O mar da Galileia é lindo e conhecemos as pequenas e famosas cidades por onde Jesus passou, como Cafarnaum, Nazaré e Caná.

20190204_133218.thumb.jpg.31c09c9674ecea08858beb3422b2c53b.jpg

Dia 11 - Preparando para voltar para casa, fui para Tel Aviv. Guardei no aeroporto minhas malas (meu vôo seria no dia seguinte de madrugada) e fui para o centro. Peguei o ônibus errado, mas consegui contornar o problema e chegar à linda praia da cidade mediterrânea, que infelizmente não se pode mergulhar. Tomei um pouco de sol e descansei. Fui na torre do relógio, no farol e na pequena mesquita do mar. Dali fui para o Independence Hall e andei até o museu de arte moderna e o observatório Azrieli. Dali voltei para o aeroporto e fiz minha viagem de volta para casa.

20190205_132421.thumb.jpg.49ac832400a6a04b4c93599db33d5393.jpg

Dicas de Israel:

1 - Tudo lá é muito caro. Prepare o bolso.

2 - Você encontrará policiais com fuzil o tempo todo. Não se assuste com isso e obedeça suas recomendações. Não tente ser o engraçadinho ou burlar sistemas. Lá a coisa é séria.

3 - Tem um trem excelente que sai de Jerusalém e vai até o aeroporto de Ben Gurion em 20 minutos, mas haverão taxistas insistindo para você ir de taxi.

 

Terminado o resumo, vamos ao que vocês gostam de saber: quanto gastei.

Visto no Egito - 25 $

Seguro Saúde - 239 R$

Transportes internos (trens, taxis, ônibus e a passagem aérea do Cairo para Sharm el Sheik) - 300 $

Hospedagem - 615 R$

Passeios - 272 $

Comida - 178 $

Total (convertendo 1 $ = 3,85 R$) em torno de 4 mil reais. Apesar de Jerusalém ser bem caro, creio que a viagem como um todo saiu barata.

 

Bem, resumindo é isso. Coloquei mais fotos no meu insta: @ebdo16.

 

  • Obrigad@! 1
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • 2 meses depois...
  • Membros
Em 10/02/2019 em 04:13, Eduardo B. Oliveira disse:

Olá Mochileiros,

 

Quero fazer um relato resumido da minha última viagem para o Egito e Israel, subindo o monte Sinai e cruzando a fronteira entre os dois países por terra. Foi sem dúvida a melhor viagem que fiz até o momento, e por isso quero compartilhar minha experiência e me colocar a disposição para tirar dúvidas.

Meu roteiro:

Cairo - 3 dias

Dahab - 1 dia

Monte Sinai - 1 dia

Jerusalém e arredores - 5 dias

Tel Aviv - 1 dia

 

Dia 1 - Consegui negociar uma passagem até o Cairo na ida e voltando por Tel Aviv, ambos com parada em Istambul. E ambas viagens de quase um dia completo. Cheguei no Cairo de madrugada e bem cansado. Fiquei num hostel e dormi ali até umas 11h, quando começei meus passeios. Como tinha metade de um dia, não fui ver as pirâmides primeiro. Visitei o palácio de Mohamad Ali, a mesquita Amr Ibn Al-As e o bairro copta com suas lindas igrejas. Somente o palácio era pago para entrar. O bairro copta e a mesquita estão próximas de uma estação de trem, então vale a pena pegar o transporte público do Cairo neste caso.

Dia 2 - Contratei um guia local que passou o dia me levando a alguns destinos mais distantes da capital. Primeiro fomos para as pirâmides de Saqara e Djoser, depois para o sítio arqueológico de Memphis e por último às 3 grandes pirâmides, com restaurantes e algumas lojas entre eles. Valeu muito a pena, pois se fosse fazer estes destinos por conta própria levaria mais tempo e sairia mais caro.

Dia 3 - Museu do Cairo, Torre do Cairo e mesquita Hussein. Era meu último dia na cidade e pretendia visitar a Cidadela do Cairo. Infelizmente não deu tempo, porque fiquei horas na fila da Torre do Cairo, e a cidadela fechava às 17h00. A Torre realmente vale a pena, a vista é maravilhosa. Mas prepare-se para enfrentar fila ou pague a mais para ter preferência.

20190128_145213.thumb.jpg.39edee6b9fb01f0ba1fd7527e0b3f7b3.jpg

Dicas do Cairo:

1 - Lembre de providenciar a carteira de vacinação internacional antes, e tomar a vacina contra febre amarela. Você dá entrada no seu visto no Egito no próprio aeroporto, por 25 $. Mas eles exigirão a vacinação.

2 - O trem é legal de andar, não é luxuoso mas funciona bem e não é perigoso. Guarde o ticket porque você tem que colocar na catraca ao sair.

3 - Não pegue ônibus no Cairo. São lotados de gente e sucateados.

4 - As pirâmides ficam mais distantes do centro e é melhor ir para lá de taxi ou contratando um guia local.

5 - Os egípcios são loucos por estrangeiros. Vão querer te ajudar e fazer várias coisas pra você. Mas fique atento! Toda essa recepção será cobrada depois. E eles não aceitam gorjeta baixa.

Continuando...

Dia 4 - Um dos meus principais objetivos nesta viagem era subir o monte Sinai. Então providenciei ficar em Dahab. Fechei uma suíte muito barata, nem parecia mochilão. Deixei para comprar a passagem na última hora, e acabei fechando um vôo pela Nile Air até Sharm El Sheik. De lá peguei um taxi para Dahab. Apesar de ser uma cidade muito pequena, fiquei encantado com ela. É litorânea e ponto de mergulho. A noite sua rua principal fica cheia com os restaurantes de frutos do mar e lojas de artesanato. Bem cidade praiana mesmo.

20190129_202453.thumb.jpg.eb7d03a2b7e150b1172333fedfcfedc5.jpg

Dia 5 - Deveria ter feito a trilha neste dia, mas não consegui espaço. Ficou para o outro dia. Aproveitei para fazer mergulho e descansar, pois viria um dia pesado em seguida.

Dia 6 - Esse foi o dia mais pesado. Saímos às 22h do dia anterior e fomos para a base do Monte Sinai. A trilha tem dificuldade baixa até o ponto das escadarias. São 750 degraus de pedra até chegar ao topo. Essa parte é perigosa e cansativa. O topo era muito gelado, mesmo eu estando com 2 blusas e 2 calças. Mas de lá pudemos ver este nascer do sol:

20190131_055146.thumb.jpg.b191a5b6ae5e7e5d56737acc729c8ebc.jpg

Depois dessa bela vista, descemos e fomos para o monastério de Santa Catarina, que não tem muitas coisas interessantes para ver. Dali fui direto para Taba, na fronteira com Israel. Não tive problema nenhum em cruzar a fronteira. Você passa por várias etapas, eles fazem aquelas perguntas esperadas (quantos dias, se já tem local, objetivo da visita, etc...) e olham sua bagagem. Não tem preço o visto em Israel e não precisa da carteira de vacinação internacional. De Eilat, cidade de fronteira, peguei um ônibus até Jerusalém. Sim, foi muito puxado esse dia, mas eu consegui!

Dia 7 - Devidamente hospedado em Jerusalém, no lindo Cinema Hostel, descansado e com um delicioso café da manhã, começei a conhecer Jerusalém. Aquele dia também foi mais curto. Fui para Belém (Bethelem) de ônibus, para ver a igreja da Natividade. É fácil de chegar, mas preste atenção onde vai descer. Desci um ponto antes e dei de cara com o grande muro que divide Israel e Palestina. Para quem não sabe, Bethelem fica do lado palestino. Pretendia ver a tumba de Raquel que também fica lá, mas era tudo tão fechado e confuso que desisti. Vi a igreja da Natividade, a mesquita de Omar e a igreja da Gruta. Voltei para Jerusalém e fui ver o jardim da Tumba, um lugar muito bonito e estruturado.

Dia 8 - Segundo dia em Jerusalém e fui conhecer a cidade entre os muros. É uma lista imensa de igrejas e locais sagrados para ver. Uma parte deles não estava na minha lista, mas acabava entrando e tirando uma foto ou outra. Entrei pela porta de Damasco e fui seguindo pela Via Sacra até chegar na Torre de Davi. Ali é um grande museu que vale muito a pena conhecer. Conta toda a história de Jerusalém, mostra as escavações do local e ainda tem uma vista boa da cidade. Dali fui para a Igreja Luterana e a do Santo Sepulcro, sempre lotada de gente. Tentei visitar o Domo da Rocha e a mesquita de Al-Aqsa, mas estavam ambos fechados para turistas. Estava determinado a tentar novamente no dia seguinte. Fui para o Muro das Lamentações e a igreja de S. Pedro de Gallicante, uma igreja fora dos muros construída pelos peregrinos franceses. Pouco citada, mas muito bonita. Vale a pena conferir!

20190202_144655.thumb.jpg.d4414895a14b3a6861c56cf03f863f12.jpg

Ainda fui ver a capela da Ascenção e o cenáculo na volta para o hostel.

Dia 9 - Meu primeiro objetivo era ver o Domo da Rocha. Fui direto para lá, mas me deparei com bloqueio novamente... Acabei conhecendo outros lugares que não pretendia a princípio: a caverna de Zedequias, uma antiga pedreira debaixo de Jerusalém, o jardim e a igreja do Getsêmani, a tumba da virgem, a tumba dos profetas (não tem nada lá, mas é assustador), o cemitério judeu e a Domus Flevit. Não entrei no Domo da Rocha, mas essa vista do Domus Flevit é linda demais!

20190203_143440.thumb.jpg.510c0d92a463efe226d08110bad27cd6.jpg

Dia 10 - Continuei hospedado em Jerusalém, mas peguei um day tour para ver as cidades do norte do país. O mar da Galileia é lindo e conhecemos as pequenas e famosas cidades por onde Jesus passou, como Cafarnaum, Nazaré e Caná.

20190204_133218.thumb.jpg.31c09c9674ecea08858beb3422b2c53b.jpg

Dia 11 - Preparando para voltar para casa, fui para Tel Aviv. Guardei no aeroporto minhas malas (meu vôo seria no dia seguinte de madrugada) e fui para o centro. Peguei o ônibus errado, mas consegui contornar o problema e chegar à linda praia da cidade mediterrânea, que infelizmente não se pode mergulhar. Tomei um pouco de sol e descansei. Fui na torre do relógio, no farol e na pequena mesquita do mar. Dali fui para o Independence Hall e andei até o museu de arte moderna e o observatório Azrieli. Dali voltei para o aeroporto e fiz minha viagem de volta para casa.

20190205_132421.thumb.jpg.49ac832400a6a04b4c93599db33d5393.jpg

Dicas de Israel:

1 - Tudo lá é muito caro. Prepare o bolso.

2 - Você encontrará policiais com fuzil o tempo todo. Não se assuste com isso e obedeça suas recomendações. Não tente ser o engraçadinho ou burlar sistemas. Lá a coisa é séria.

3 - Tem um trem excelente que sai de Jerusalém e vai até o aeroporto de Ben Gurion em 20 minutos, mas haverão taxistas insistindo para você ir de taxi.

 

Terminado o resumo, vamos ao que vocês gostam de saber: quanto gastei.

Visto no Egito - 25 $

Seguro Saúde - 239 R$

Transportes internos (trens, taxis, ônibus e a passagem aérea do Cairo para Sharm el Sheik) - 300 $

Hospedagem - 615 R$

Passeios - 272 $

Comida - 178 $

Total (convertendo 1 $ = 3,85 R$) em torno de 4 mil reais. Apesar de Jerusalém ser bem caro, creio que a viagem como um todo saiu barata.

 

Bem, resumindo é isso. Coloquei mais fotos no meu insta: @ebdo16.

 

Valeu a pena seu relato parabéns 

Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por Roberto Brandão
      Como parte da reabertura do Turismo para a entrada em Israel, o “Gabinete Corona” aprovou ontem à noite (7), em um referendo por telefone, novas diretrizes para o Turismo em grupo iniciado pelo ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, e pelo ministro do Turismo, Yoel Razvozov.
      De acordo com o novo esquema que entrará em vigor amanhã (9), grupos de turistas com duas vacinas podem entrar em Israel mesmo que tenham se passado mais de seis meses da data de recebimento da vacina, desde que atendam às seguintes condições:
      A permissão de entrada foi recebida do Ministério do Turismo antes da chegada do grupo em Israel;
      Todos os membros do grupo foram vacinados com vacinas aprovadas pela Organização Mundial de Saúde (mesmo que tenham se passado mais de seis meses desde a vacina);
      Todos os membros do grupo devem vir de países “verdes” e “amarelos” de acordo com a classificação do Ministério da Saúde de Israel;
      O grupo viajará em “cápsula”, com restrição de locomoção em locais com maior risco de infecção;
      O grupo deve ter entre cinco e 40 turistas;
      Durante os primeiros sete dias de sua estada, os turistas não protegidos estarão sempre em posse de um teste PCR negativo feito nas 72 horas anteriores ou um teste de antígeno negativo feito nas 24 horas anteriores;
      O líder do grupo reportará ao Ministério do Turismo de Israel sobre a realização dos testes conforme necessidade e fornecerá informações, se necessário, sobre a conduta do grupo, contatos, locais e horários de visita, ao investigador epidemiológico, no caso de um do grupo teste positivo para covid-19.
      O Brasil, por enquanto, permanece na lista de países “laranja”.
      Mais informações:
      https://m.panrotas.com.br/mercado/destinos/2021/11/israel-derruba-restricao-de-tempo-de-aplicacao-da-vacina/185503
    • Por Renatao1502435084
      Fala galera viajante. 
      Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 
      29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça.
      30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel.
       
      O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham.
      A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades:
      1.      Tel Aviv
      2.      Jerusalem
      3.      Bethelen (Palestina)
      4.      Masada
      5.      Haifa
      6.      Tiberiades

       
       
      31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv
       
      Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo.
       
      Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia
       
      Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato 
       
       
      Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv
      A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". 
       
      Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS.
       
      Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si.  Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil.
       
      2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town

       
      Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável.
      Muro das Lamentações
       
      03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS.  Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido.
      Torre de Davi
       
       
      Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana.
      Jerusalém vista do Monte das Oliveiras
       
       
      04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada.
      No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga.

       
      Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina.
      Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional.
      A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point  é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina.
       
      05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais"
      É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path"
      Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada
      Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano.
      Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus.
       
       
      Dia 06/02/2020:  Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história.

      07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is.
      Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel
      Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 
       
      08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes.

      Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica.
       
      Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia.
      Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado.
      Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia.
      Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração 
      Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. 
      Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. 
      Obrigado a todos!
       
       
       
      ­­­­
    • Por Paulo Ana
      Bom dia amiguinhos , desde já quero me apresentar , sou o Paulo Rodrigues , natural de Portugal , amante de viagens , desta vez eu e minha mulher decidimos visitar Israel , apesar de esta situação do covid 19 ainda consefuimos ir e voltar sem problemas , deixo vos alguns videos produzidos por mim , se puderem sigam também meu canal , abaixo os videos :
      Mar Morto : https://youtu.be/OOt69JKZ5Fg
      Jerusalém: https://youtu.be/yUaP44fq8f0
      Eilat : https://youtu.be/FZhWzwnAdIU
       
      Qualquer duvida ou questão que tenham podem colocar.
    • Por Sonia Artur
      Decidimos viajar ao Egito, fizemos uma extensa pesquisa sobre os melhores guias que pudessem nos dar segurança e credibilidade nas informações, pois viajamos com crianças. 
       
      Através de indicações  De amigos, encontramos o guia Ibrahim. 
       
      Excelente guia, responsável, cuidadoso desde nosso primeiro contato. Nos orientou sobre todos os procedimentos desde o Brasil até chegarmos ao Egito. Acompanhou nossa família, cuidando de tudo. Sentimos realmente que temos um profissional responsável e cuidadoso. 
       
      Recomendo fortemente o guia Ibrahim (WhatsApp +20 1111161407). Certamente voltaremos com o guia Ibrahim.



    • Por Vitor Monaco
      Salve galera, é um prazer sentar para abrir meu primeiro tópico no site, é o começo de uma longa jornada! Será um prazer regar esta jornada com trocas das mais variadas.
       
      Estou começando a elaborar um roteiro para uma viajem de aproximadamente 1 ano e meio a 2 anos. A ideia é pegar um voo de SP para Portugal - onde tenho uma base para ficar sem custo, de Portugal cair pro Marrocos, e dali em diante a proposta seria fazer toda a viajem por terra. 
       
      Digamos que a "ida" tem como objetivo o percurso Marrocos > Vietnam, com foco no Marrocos, Egito, Israel, Índia, Tailândia e Vietnam, e a "volta" tem como objetivo pegar a ferrovia transiberiana e chegar em Portugal, com foco na China e Russia, depois passando por Berlin, Paris, Espanha e Portugal - lugares onde eu tenho bases de apoio.
       
      Entre as pesquisas que iniciei sobre este longo percurso, sobre os países, condições e possibilidades, abro esse tópico para uma primeira e grande dúvida, e com certeza não será a última.
       
      Aí vai: alguém já fez, ouviu, pesquisou, tentou ou sabe de informações reais e atuais em relação a fazer o percurso Marrocos > Egito por terra passando pela Argélia e Líbia? Sugestões de outras rotas possíveis são bem vindas.
       
      Espero poder desenvolver um ambiente de troca e enriquecimento de informações, reitero o prazer de abrir este tópico e desde já agradeço a todos pela parceria!
       
      Grande Abraço!
       
      Vitor
×
×
  • Criar Novo...