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Fala pessoal, tudo certo? Estou fazendo i mochilao pelo Brasil, sem grana. Comecei a 01 mês, sem grana nenhuma. Com uma mochila convencional ainda e sem barraca, agreguem dicas 💙🌎

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    • Por Eduardo Brancalion
      Primeiras Impressões do Egitão veio de guerra. 

      Li em algum dos tantos blogs que visitei que “o Egito se vive, não se explica”. E é a mais pura verdade. Não tem como ficar indiferente em um país desses. As mais diferentes sensações se mesclam e se confundem ao mesmo tempo; uma mistura de exuberância e decadência, caos e esplendor. Poder ficar frente à frente com os templos gigantescos e construções milenares, onde viviam os Faraós e a mística dos deuses antigos é viver na pele as melhores aulas de História que tínhamos no colégio. Ao mesmo tempo em que se convive com muita miséria, um trânsito caótico e barulhento, uma quantidade de lixo absurda nas ruas e no interior dos prédios, uma poluição visível e perturbadora e um assédio de pessoas querendo te vender coisas e serviços que beira à loucura, mas apenas um triste retrato de um povo em busca de uns míseros trocados pra sobreviver.
      DICAS PRÁTICAS
      Um bom planejamento é meio caminho andado pra aproveitar a viagem de forma tranquila e sem muitos imprevistos. Assim, vamos tentar resumir aqui algumas dicas que com certeza vão responder várias das suas perguntas sobre uma viagem ao Egito.
      VISTO
      Você consegue fazer o visto tranquilamente no aeroporto assim que desembarcar no país. Antes de entrar na fila da Imigração, se dirija a um dos guichês de posto bancário que ficam bem em frente e compre seu visto por 25 dólares. O visto é um selo que se cola no passaporte e é válido por 30 dias. Lembrando: apesar de não terem nos pedido nada, o Governo do Egito exige o certificado da Vacina contra Febre Amarela (com no mínimo 10 dias de antecedência) e passaporte com validade mínima de 6 meses. Apesar de tampouco terem nos solicitado, sempre bom ter a mão a reserva dos primeiros dias de hotel (no nosso caso, usamos a própria reserva online no aplicativo do Booking, não precisa ter as reservas impressas).  
      MOEDA
      A moeda usada no país é a Libra Egípcia (EGP). Fomos em Fevereiro de 2018 com uma cotação de 5,50 para 1 Real. Muito importante: quase nenhum estabelecimento aceita cartões de crédito! Você consegue usar o cartão apenas em alguns hotéis de maior porte e nas redes internacionais de restaurantes, como Pizza Hut e MC Donald´s. A imensa maioria de restaurantes locais só aceita dinheiro, assim como a bilheteria de todas as atrações. Leve Euro ou Dólares para trocar, mas é muito fácil e simples sacar dinheiro nos caixas eletrônicos no aeroporto e espalhados pela cidade toda.
      CUSTO DAS COISAS (EM MÉDIA)
      • Transporte: muito barato. Corridas de táxi em média de R$ 10 a R$ 15,00. Uber, mais barato ainda. Chegamos a pagar R$5,00 em algumas corridas. Os barquinhos que usamos pra atravessar o Nilo, tanto em Luxor quanto em Assuã, custavam 1 Libra ou seja, R$ 0,20.
      • Alimentação: média de R$50 por casal, em bons restaurantes. Não fomos a nenhum restaurante em hotéis, geralmente os mais conceituados e também os mais caros. Os lanches nas redes de Fast Food eram super baratos; comíamos os dois no MC com cerca de R$25,00.
      • Entradas nas atrações: o ingresso para entrada nos Templos e museus variava de R$ 10 a R$ 30,00. Gastamos um total de R$300 por pessoa em ingressos para cerca de 14 locais, dentre templos e museus (não inclusos os deslocamentos até o lugar; por exemplo, gastamos R$ 60 para a excursão em van turística de Assuã ao Templo de Abu Simbel, a 300 km de distância).
      • Hotéis: escolhemos sempre os melhores custo-benefício que podíamos. Nossos hotéis foram em média de categoria 3 estrelas. Usamos o site do Booking pra pesquisar porque obtemos descontos devido aos anos de fidelidade. O preço dos hotéis à primeira vista engana e parece ser mais barato, porque somente no final da reserva eles mostram os impostos adicionais, em torno de 26% sobre o valor.
      – Cairo: 1 diária no Valência Hotel, no Centro de Cairo – R$ 108,00 
      – Luxor: 5 diárias no Nile Compound Hotel a R$ 66 a diária. Um dos melhores hotéis da viagem (ler mais detalhes no post sobre Luxor).
      – Assuã: 2 diárias no Battota Nubian Guest House a R$96 a diária. Hotel ficava na Ilha de Elephantine do outro lago do Nilo, mas a uma travessia de alguns minutos de barco. (Ver mais sobre o hotel no post sobre Assuã).
      – Luxor (retorno de Assuã): 1 diária no Achti Resort a R$ 130. Resolvemos nos “dar de presente” uma diária no Resort, mas porque encontramos um preço muito atrativo.
      – Giza: 2 diárias no Giza Pyramids Inn a R$ 200 a diária. Hotel em frente ao complexo das pirâmides (ver mais detalhes no post sobre Cairo e Gizé).
      – Cairo: 2 diárias no Star Plazza Guesthouse no Bairro Dokki a R$ 122 a diária (ver mais detalhes no post sobre Cairo).
      PRINCIPAIS DESTINOS
      Como já explicamos na introdução, optamos por visitar apenas os lugares históricos. Nosso roteiro incluiu Cairo, Gizé, Luxor e Assuã. Foram 2 semanas no total, tempo suficiente para visitar tudo o que nos programamos. Talvez teríamos adicionado 1 dia a mais para conhecer melhor a cidade de Cairo, pois ficamos 3 dias em Gizé e 2 dias em Cairo apenas.
       
      MELHOR ÉPOCA
      Mantenha essa frase como mantra: evitar o Verão! Ouvimos dos guias e nos hotéis que as temperaturas giram em torno dos 40 graus, podendo chegar a 50. Vários templos e passeios são em meio a regiões desérticas, então imagino que seja mesmo insuportável passar algumas horas sob um sol escaldante pisando nas areias do Saara. Fomos final de Janeiro e confesso que estava mais frio que o esperado. Apesar de os dias todos serem de muito sol, as temperaturas giravam em torno dos 15 graus de dia e 10 à noite, o que exigia sempre estar de casaco. Alguns dias fez 20 e poucos graus e aí era possível ficar de camiseta no sol, nunca na sombra.
      Melhores meses: outubro a março
      Quente, mas dá pra aguentar: abril, maio e setembro
      Não vá nem a pau: junho, julho e agosto
      O QUE VESTIR
      Esse tópico é mais voltado pras meninas mesmo. Sempre tem gente alarmista pra falar que vão oferecer camelos em troca do nosso corpitcho ou que vão nos sequestrar e nos colocar numa caverna; que antes de ir bate um certo pavor mesmo. A real é a seguinte: os egípcios realmente têm um certo fascínio pelas mulheres ocidentais. Não tenho dados científicos, mas somente a minha percepção e histórias que ouvi dos guias e dos próprios egípcios como parâmetro. Como país massivamente muçulmano, grande parte das mulheres anda com o véu tapando os cabelos ou até mesmo de burca. Então quando eles vêem as gringas com seus cabelos esvoaçantes e roupas ocidentais, acabam achando diferente. Outra explicação me dada por um guia é que, apesar de já ser proibido por lei, a mutilação vaginal clitoriana é uma realidade muito comum por aqui. As famílias têm medo que as meninas, com a possibilidade de sentir tesão, percam a virgindade antes do casamento, o que seria uma tragédia pros valores muçulmanos. Então, os egípcios enxergam as estrangeiras como “mulheres fogosas”. A verdade é que eles olham sim e falam coisas “inocentes” como “que linda” ou “homem de sorte” pro seu marido/namorado. E pedem pra tirar fotos, muitas fotos. Então moças, tem que cuidar o que vai vestir. É um país muçulmano, com regras diferentes das nossas, não custa respeitar e jogar conforme o jogo. “Então vou comprar agora uma burca pela internet!” Não é pra tanto; vestir sempre calças ou vestido longo e não usar decotes já é suficiente. Alguns sites falam em não usar alças, mas não acho que seja um problema. Eu não precisei usar porque estava frio, mas teria usado tranquilamente uma regata. Ah, umbigo de fora também não é legal. Fiquei impressionada com as chinesas e seus shorts extremante curtos e mini blusas provocativas. Antes que as mais feministas me crucifiquem, acho sim que devemos respeitar a cultura quando estamos no país dos outros. Algumas vezes (leia-se: quando já estava de saco cheio) eu usei lenço na cabeça, mas porque queria “me disfarçar” o máximo possível, não que fosse preciso.
      SAÚDE
      A tarefa de achar bons restaurantes (que aparentem o mínimo de higiene) não é tão simples. Se vê muita comida de rua, expostas em carrinhos em condições no mínimo, duvidosas. Vimos açougues pendurarem as carnes no meio da calçada, sob o sol e sujeira. Minha opinião nesse quesito vai ser influenciada pela infecção estomacal que peguei de logo antes chegar no Egito, de algo que comi no Líbano. Passei 4 dias muito mal e meu radar pra comida estava bem mais sensível, digamos assim. Ao longo de toda a viagem meu estômago estava visivelmente alterado (traduzindo: tive “piriri” algumas vezes). Então é muito importante cuidar a água e beber apenas a mineral, comprada lacrada. Além de problemas estomacais, muitas doenças sérias são transmitidas pela água, como hepatite A, extremante comum no Egito. Quanto à alimentação, procuramos comer bastante nos hotéis em que estávamos hospedados, ou quando achávamos algum restaurante legal, repetíamos a dose.
      PASSEIOS
      Muita gente, mesmo, contrata os passeios com as agências de turismo, sendo que muitos já fazem inclusive toda a viagem fechada anteriormente, com as passagens, hotéis e passeios já inclusos e definidos. Nada contra, acho que isso é muito pessoal. A gente, todavia, acha terrível ter que seguir a boiada e não ter liberdade. Por isso, fomos por conta própria e a grande maioria dos passeios, fechávamos um dia antes, com o hotel. Depois de alguns dias, já mais habituados, inclusive fomos de táxi até o templo e lá na hora decidíamos se queríamos visita guiada ou não, pois em todas as atrações é possível contratar os guias no próprio local. Alguns templos fizemos com guia, assim como o museu do Cairo; outros, pesquisamos bastante a história na internet e íamos sozinhos. Confesso que às vezes era muito melhor ter completa liberdade pra tirar quantas fotos quiser e ficar até a hora que desse na telha. Um dos passeios contratamos por um site chamado getyourguide.com.br,  onde varias agências ofertam todos os passeios possíveis conforme a data e o local. Esse passeio privado incluiu 4 templos, motorista e guia em espanhol e durou quase 9 horas, tendo custado 49 euros o casal. Achei que valeu a pena. A regra geral é sempre, sempre, pechinchar. Tudo. Quando te disserem um preço, baixe esse valor em pelo menos 40%, e lembre ao vendedor que no Brasil somos “pobres” e não temos dólar ou euro! Só pra vocês compararem, o passeio ao Templo de Abu Simbel custou R$ 60 por pessoa (ingressos a parte), incluindo o transporte de van por 300 km de Assuã até o local, com café da manhã fornecido no trajeto, sendo que o menor valor que encontrei por meio de agência foi de R$ 400. As opções são muitas: contratar uma agência de turismo, pedir para o hotel organizar o passeio ou ir de táxi ou Uber até o local e lá decidir se quer fazer o passeio com guia ou não, tudo vai depender de quanto está disposto a gastar!! Agora uma dica mega importante: evite os passeios mais famosos (como as Pirâmides, por exemplo) na sexta e sábado, que funcionam como o final de semana pra eles. Lá o domingo é dia útil e o primeiro da semana. E chegue o mais cedo que conseguir, pra tirar aquelas fotos “Mara” sem ninguém atrapalhando pra pôr no Instagram!!
      TRANSPORTE
      Esse tópico é divido entre os deslocamentos nas cidade e entre elas.
      Dentro das cidades usamos massivamente os táxis, mas sempre combinando o preço com o motorista antes (negociando bem o valor, é claro). Nos dias em que visitamos vários templos, achamos mais interessante contratar um motorista com o hotel, que ficava disponível quantas horas fossem pagas. Em Luxor, pagamos R$ 70 por cerca de 5 horas que utilizamos o serviço. Em Cairo utilizamos bastante o Uber, com preços mais baixos que os táxis, que já são baratos! Uma ideia também é verificar quanto custa a corrida com o Uber antes de entrar no táxi, caso você esteja com pressa. Em Luxor andamos também de tuc-tuc, aquelas motinhos de 3 rodas famosas também na Índia, mas só porque o trânsito era muito mais tranquilo que em Cairo. Em Luxor, caso seu hotel fique na margem oeste do Nilo, o ferry faz a travessia por 1 libra egípcia, e se não me engano funcionava 24 horas.
      Entre cidades: usamos o trem para nos deslocar entre Cairo e Luxor e entre Luxor e Assuã. Nas primeiras pesquisas sobre os trens, descobrimos que existe uma tal regra do Governo Egípcio sobre os turistas apenas poderem utilizar o trem turístico noturno entre Cairo e Luxor. Isso seria devido à segurança dos turistas desde os atentados de 2009. Particularmente, acredito estar mais segura em um trem com egípcios do que num trem lotado de turistas! Só que o tal trem custa a bagatela de U$ 100 dólares por pessoa, cerca de R$ 330! Existe o ponto que, como você dorme no trem, economiza uma diária de hotel, e as refeições estão incluídas; mas nós achamos ainda sim um tanto salgado pro nosso bolso, já que os tickets sairiam R$ 660 por casal, cada trecho!(site da cia. http://www.wataniasleepingtrains.com/). Descobrimos que havia alguns jeitos de burlar a regra e comprar os tickets dos trens diários expressos regulares. Um dos jeitos é comprar os tickets online pelo site oficial das linhas férreas egípcias (https://enr.gov.eg), onde existe a opção em inglês e você faz um cadastro, escolhe o destino e horário do trem, podendo reservar apenas 2 assentos por cadastro. Depois, só precisa imprimir e comemorar que poupou R$ 300 por pessoa nessa brincadeira! Sim, o ticket de 1a classe, com um dos assentos mais reclináveis e largos que já vi e ar condicionado custou R$ 33 por pessoa. Escolhemos o trem “expresso” (não sei bem porque tem esse nome já que pára em todas as principais estações até Luxor) 980, que partiu às 08 da manhã e chegou ao destino as 19 horas, 11 horas depois. O trem tem banheiro (pra usar quando estiver muito apertado) e eles inclusive vendem lanches (não quisemos arriscar e levamos salgadinhos mesmo), sendo que a paisagem das montanhas costeando o Nilo, chegando em Luxor, é muito interessante! Outro jeito seria comprar o ticket nas máquinas eletrônicas na estação de trem, mas tentei em vão encontrar a opção em inglês, quando tentamos comprar os tickets de Luxor para Assuã. Por fim, você pode solicitar que o hotel envie alguém para comprar os bilhetes na estação, já que os guichês são proibidos de vendê-los aos turistas por causa da tal regra de segurança. Uma vez com os tickets na mão, é só ir à estação e procurar seu trem e vagão (uma tarefa um pouquinho árdua, mas todo mundo é super solícito pra ajudar), e apresentar os bilhetes ao fiscal quando solicitados, sendo que este não está nem um pouco interessado se você é ou não turista. O retorno de Luxor a Cairo fizemos com avião em virtude da economia de tempo mesmo (Cia. aérea Nile Air, cerca de R$300 por pessoa), considerando que o vôo leva 1 hora em comparação com as 11 horas do trem. Por fim, também fomos de trem de Luxor a Assuã, tendo pedido ao nosso motorista de um dos passeios que comprasse os tickets na estação, a um custo de R$ 16 por pessoa cada trecho. A viagem também foi em cabine de 1a classe e levou cerca de 3,5 horas pra chegar ao destino. Se você quiser mais informações sobre os trechos disponíveis de trem dentro do Egito, esse site é completíssimo: https://www.seat61.com/Egypt.htm
      CHIP DE INTERNET
      Já estamos acostumados à tarefa de comprar um chip assim que desembarcamos em cada país. Usamos muito a internet para as postagens diárias nas redes sociais, além de servir para coisas extremamente úteis como se deslocar com o GPS, chamar um Uber e pesquisar sobre as cidades e atrações do local (muitas vezes fazemos isso no mesmo dia ou na hora em que estamos visitando o lugar, por completa falta de tempo de fazer todas as pesquisas antes). Existem duas empresas internacionais que comercializam os SIM cards pra turistas, a Orange e a Vodafone. Como usamos bastante os chips da Vodafone em outros países e geralmente ficamos bem satisfeitos com o sinal, optamos por ela mesma. Compramos um SIM Card com 10 Giga de internet e ligações locais por R$ 35, um dos mais baratos que utilizamos até hoje. Necessária apresentação do passaporte. A internet funcionou em todos os lugares, apenas com a velocidade mais restrita e acesso em 3G, pois o serviço de internet oferecido no país é limitado.
       
      Tentamos abordar nesse post todos os assuntos que consideramos mais importantes. Tenho certeza que depois desse texto você está bem mais tranquilo e confiante com a sua viagem ao Egito!!! Se surgirem outras dúvidas, nos mandem email ou contate-nos através das redes sociais do @pandoraontheroad (links no rodapé da página principal).tantes. Tenho certeza que depois desse texto você está bem mais tranquilo e confiante com a sua viagem ao Egito!!! Se surgirem outras dúvidas, nos mandem email ou contate-nos através das redes sociais do @pandoraontheroad (links no rodapé da página principal).
       
      Instagram : https://www.instagram.com/pandoraontheroad/



















    • Por danielarenier
      Boa tarde, vou para a Tailândia em dezembro e terei 18 dias, alguém tem roteiro que eu possa fazer nesses dias e os melhores lugares?
      quanto mais ou menos eu gastaria para esses dias...
       
      obrigada
    • Por Matheus Giampaoli
      Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb)

      Roteiro que pensei 21 dias 

          1º Dia 7h00
          São Paulo(SP) -> Búzios(RJ)  (já conheço o RJ de cabo frio para baixo)
          11h de viagem - 700km
          2º Dia 
          Passeio por Búzios
          3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?)
          Passeio por Búzios
          4º Dia 6h00
          Búzios(RJ) -> Vitória(ES)
          8h de viagem - 500km
          Passeio a tarde/noite por Vitoria
          5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?)
          Passeio por Vitória
          6º Dia 7h00
          Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA)
          10h de viagem - 650km
          Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          7º Dia
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          8º Dia   
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          9º Dia 7:00
          Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA)
          10h de viagem - 600km
          10º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          11º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?)
          Passeio por Salvador e arredores
          13º Dia 7:00
          Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA)
          6h de viagem - 450km
          Passeio durante a tarde Chapada Diamantina
          14º Dia
          Passeio Chapada Diamantina
          15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?)
          Passeio Chapada Diamantina
          16º Dia 6:00
          Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG)
          13h de viagem -> 900km
          17º Dia
          Passeio Montes Claros
          18º Dia 7:00
          Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG)
          7h de viagem - 550km
          19º Dia
          Passeio por Ouro Preto
          20º Dia 7:00
          Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG)
          2h de viagem - 100km
          Passeio por Belo Horizonte
          21º Dia 7:00
          Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP)
          8h de viagem - 600km 
       
      Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi 1.000baht, Chip 600baht, Hostel 340baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = 31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por 600 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por 400 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias 340 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        


        

       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média 100 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de 80 Baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por 200 Baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por 400 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por Thiago Guido
      _______________________________ D E T A L H A M E N T O _________________________________________
       
      Foram 10 dias de viagem cruzando o Chaco Argentino, a Cordilheira dos Andes, Salinas Grandes de Jujuy e o Deserto do Atacama, o mais árido do mundo.
      CUSTO TOTAL: R$1.800,00 (mil e oitocentos reais)
       
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      ROTEIRO

       
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      HOSPEDAGENS
      1º dia: NADA - Barraca no Posto em Foz do Iguaçu
      2º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes
      3º dia: NADA - Barraca no Posto YPF em Taco Pozo
      4º dia: 350 pesos ARG- Hostel Don Tomáz em Purmamarca
      5º dia: 15.000 pesos CHI - Hostel Mirador em San Pedro de Atacama
      6º dia: 6.500 pesos CHI - Hostel Pampaloja em Antofagasta
      7º dia: 150 pesos ARG - Barraca no Camping La Reliquia em Purmamarca
      8º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes
      9º dia: 28 reais - Hostel Beija Flor em Foz do Iguaçu
       
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      ALIMENTAÇÃO
      Nessa viagem levamos diversas coisas e praticamente não comemos "na rua". Na nossa lista de comida tinha Arroz, Feijão, Atum, Salada Seleta, Salame, Macarrões, etc, etc, etc. Levei o fogareiro e nem terminamos a primeira lata de butano. Em todo Hostel tem uma cozinha.
      Segue uma lista detalhada:
      - Arroz
      - Feijão
      - Atum
      - Salame
      - Salsicha
      - Salada
      - Macarrões variados
      - Barras de Cereais
      - Bolinhos de Chocolate
      - Nescau
      - ClubSocial
       

       
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      COMBUSTÍVEL E PEDÁGIO
      Infelizmente não registrei os abastecimentos portanto não sei quanto gastei com isso. Uma única vez consegui fazer a média e estava em 30km/L, porém um valor nada confiável... Lá os frentistas não abastecem até onde você quer. Eles decidem qual é o máximo e ai de você de falar alguma coisa. KKKKK. Alguns colocam até a "redinha", outros até quase vazar. O que posso dizer é que o preço médio na Argentina é de 48,9 pesos argentinos o litro e no Chile paguei 774 pesos Chilenos na 93 octanas e 817 pesos chilenos na 95 octanas. No Chile ainda tem pedágio, 900 pesos pra ir e 900 pra voltar à Antofagasta. No Brasil quase 130 reais apenas de pedágio.
       
      Acho que é isso. Qualquer coisa é só perguntar que eu respondo se souber.
       
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      Mais vídeos de Viagens, Passeios, Cursos, Dicas, Acessórios e outras coisas mais:
      https://www.youtube.com/thiagoguido
       
      Outros detalhamentos:
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