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Africa do Sul - Dubai - Zanzibar - Egito


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Vamos lá, mais um relato, perdi minha outra conta então vamos lá

Bom, essa viagem foi decidida meio que na sorte, eu tinha alguns pontos no programa da LATAM, e como para mim é melhor viajar final do ano por conta do recesso forense.

Comecei a pesquisar possíveis destinos, como eu gosto de praia e sol me restringia um pouco.

No final do ano poderia ir para a região da américa central, que até então era minha primeira opção, mas estava com receio de ir sozinho por conta da “má fama” da região por ser um pouco violenta.

Com isso decidi ir para a África do Sul, achei a passagem de ida por apenas 28k milhas e dei a loca de ir. Como meu inglês é bem ruim, resolvi incluir um pequeno intercâmbio na África do sul.

Fechei pelo site Intercambio direto, foi a melhor cotação que achei, era o mesmo preço da escola se eu pagasse por lá. Entrei em contato com a escola para saber se realmente eles faziam parceria com o site, pois iria pagar todo curso no brasil, então não poderia correr o risco de ser falso. Tudo certo, paguei o valor de 2.600 reais para 3 semanas de aula.

Se tem intenção de fazer um intercâmbio faça por mais tempo, e não sei se na África do sul é uma boa, minha sala só tinha árabes então era muito difícil entende-los, havia alguns brasileiros também por lá.

qualquer coisa só chamar no insta uaiguilhermee

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Voltando ao relato

 

Quando falei que iria para a África do sul, todo mundo se espantava, oq irei fazer na África? Só tem fome, guerra e doenças por lá...

Infelizmente por conta da ignorância muitas pessoas vincula o continente africano como se fosse apenas um pais. De fato há muitos países no continente africano que passam por esses problemas endêmicos, infelizmente. Mas é bom que pude mostrar que a África é muito mais do que isto!

Minha viagem iniciou dia 01 de dezembro de 2018. Escolhi o voo da British que fazia escala em Londres onde eu teria 24h por lá. Teria né, infelizmente no final do ano passado teve um caos nos aeros por conta das chuvas que fez com que eu perdesse meu voo original e não tendo mais uma conexão longa em Londres. Londres vai ficar para a próxima.

Cheguei em Cape Town dia 03, uma amiga já estava me esperando por lá no aero, alugamos um carro e fomos direto para a Garden Route. O aluguel do carro foi cerca de 600 reais com seguro total, sem o seguro total seria metade disso, lá se dirige pela direita e seria minha primeira vez que dirigiria na mão inglesa, confesso se eu estivesse sozinho teria muitaaa dificuldade de dirigir hahah, muito estranho, mas depois que vc acostuma vai fácil. Na africa do sul dizem precisar a carteira internacional de habilitação, mas nunca pediram.

 

O que é a Garden Route?

A Garden Route é um trajeto na costa da África do Sul (rodovia N2). Oficialmente, vai da cidade de Mossel Bay até Storms River, mas só esse trecho não encaixa muito bem nos roteiros de viagem. Por isso, é comum estender essa viagem da Cidade do Cabo até Port Elizabeth (ou o contrário), que são as duas que têm aeroportos.

 

A rota oficial tem pouco mais de 200km, mas fazendo a extensão são, no mínimo 850km. A rota tem esse nome porque é uma região de vegetação abundante o ano todo, já que o clima oceânico possui verões e invernos amenos com chuvas.

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HERMANUS

Como eu já chegaria cansado de toda viagem, resolvemos fazer a primeira parada em Hermanus, foi uma cidade bem acertada, pois o percurso é cerca de 1h30m apenas. As estradas é super bem conservada, igual um tapete.

A cidade em si é bem tranquila, não tinha grandes atrações, mas é bem charmosa e tem uma vista espetacular.

Como estava iniciando ainda o verão, ainda ventava um pouco mas nada mas super agradável a temperatura. Entrar no mar fora de cogitação! hahah

IMG_2827.thumb.jpg.e6c69125c1bd3629cafbd7da2321e6dc.jpgIMG_2828.thumb.jpg.e9baff2e3ff376397174a6003636d604.jpg

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    • Por arielbrothers
      E estamos de volta pessoal! Para quem não nos conhece, eu e minha esposa recentemente aproveitamos a pandemia e a impossibilidade de viajar e lançamos um blog das nossas viagens antigas. O blog é osmochilinhas.com, mas também iremos postar na íntegra os relatos aqui. E chegou a hora de falarmos da nossa viagem para a África do Sul em 2017. Os relatos são em forma de diário e eu costumo escrever bastante hehehehe. Para quem quer só pegar as dicas, mapas e preços (embora defasados) das cidades e atrações visitadas, pode pular direto para o post de resumo. Sem mais delongas, segue o relato:
      ÁFRICA DO SUL 1º Dia - Chegando em Joanesburgo e partindo rumo à Neilspruit (14/11/2017)
       
      Começou em 2017, e nos anos posteriores, diversas promoções para a África do Sul. Desde antes da Copa do Mundo que ocorreu lá em 2010, por toda sua história, grande parte dela muito triste, era um país que entrou nos meus planos e, em 2017, aproveitamos o início das promoções para realizar esse sonho. A média das passagens estava em torno de R$1.700 ida e volta saindo de São Paulo. Como infelizmente não moramos em São Paulo e comprar o trecho até lá separado iria sair pelo mesmo preço, compramos a passagem inteira Porto Alegre - São Paulo - Joanesburgo por 2.100 reais. Mal sabíamos que alguns anos depois sairiam outras promoções com preços de até 1.200 reais ida e volta de São Paulo!
      Depois de um dia inteiro viajando, chegamos em Joanesburgo dia 14 de novembro às 9h da manhã no Aeroporto OR Tambo, um dos maiores aeroportos da África (que não é um país) e principal hub do continente, uma das diversas vezes que passaríamos por este aeroporto durante nossa viagem.
        Partindo para mais uma aventura!
      A imigração foi bem tranquila, brasileiros não precisam de visto para a África do Sul e, após algumas perguntas básicas pelo agente da imigração, depois que falei que era funcionário público nos passaram na hora com um grande sorriso: "welcome to south africa".     Welcome to South Africa!
        A fim de não perder nenhum dia no nosso corrido roteiro e também de economizar transporte do aeroporto para a cidade, visto que ele fica bem afastado do centro, já seguimos direto do aeroporto em direção ao Kruger Park, deixando pra conhecer Joanesburgo na volta de lá (e assim poupar ter que duas vezes até o aeroporto para retirar o carro alugado). O transporte intermunicipal público na África do Sul, além de não ser muito organizado em questão de horários das linhas de ônibus, não compensa em questão de valores para duas pessoas (às vezes até para uma), em comparação a alugar um carro. Alugar um carro na África do Sul é muito barato, gasolina também por lá é bastante barato, bem mais barato do que se fossemos utilizar o transporte público, além do que as rodovias na África do Sul são espetaculares, padrão de primeiro mundo e a prática de aluguel de carros é uma coisa bastante popular e utilizada por todos, principalmente estrangeiros que visitam o país.
      Já deixamos o carro reservado e pago aqui do Brasil mesmo pelo site rentalcars.com, o melhor site para aluguel de carros na África do Sul junto com o rentcars.com. E vale a pena reservar com antecedência e através do próprio site, que contempla diversas locadoras pelo mundo, tanto pelos descontos que se consegue, quanto pela praticidade.
      No aeroporto, trocamos alguns Dólares por Rands, a moeda sul-africana. Como a cotação era boa (embora cobrassem uma pequena taxa) e davam uma garantia de devolução dos Rands ao fim da viagem pela mesma cotação da compra, já trocamos o suficiente para nossas despesas até que voltássemos para Joanesburgo (no fim sobrou até chegarmos em Cape Town). Dinheiro trocado, nos dirigimos então para o guichê da locadora de carros da companhia Budget.
      Como dito, pela popularidade do aluguel de carros no país, a fila para retirar o carro é grande. A maioria do pessoal que desembarca no OR Tambo a primeira coisa que faz é se dirigir para as locadoras. Quando chegou nossa vez, já de cara nos deparamos com uma grande característica dos sul-africanos: o inglês com sotaque carregado. Acho que foi o país que visitamos que mais tivemos dificuldade de compreender o inglês de certas pessoas na rua, e isso que é a língua oficial do país (ou talvez exatamente por isso, já que o inglês deles foi se moldando ao longo dos anos à sua maneira de falar). Na verdade, o país conta com 11 línguas oficiais, além de outras tantas reconhecidas e, como ficamos sabendo mais tarde, o inglês é usado apenas como "língua comum", utilizada somente quando precisam se comunicar com alguém que não entende a mesma língua que a pessoa, praticamente os estrangeiros só (nota-se inclusive um certo desdém pelo inglês). Resumindo, tivemos bastante dificuldade de entender todas as instruções do atendente da locadora mas no fim deu tudo certo. Conseguimos inclusive escapar do golpe do GPS: o atendente informou que era 30 reais a mais o aluguel do GPS. Quando íamos fechar o valor, descobrimos que esse valor era por dia, e recusamos.
      Outra característica que nos chamou atenção na prestação de serviços sul-africana é a confiança. Quando nos passou os documentos do carro, já nos foi avisado os locais onde o carro tinha pequenos arranhões e, depois na devolução não há uma inspeção minuciosa, tu simplesmente estaciona o carro na garagem e põe a chave numa caixa de devolução. Também só nos foi informado o local do carro e fomos sozinhos até a garagem, onde ficam todas as chaves nas respectivas ignições (o que no fim fez a gente demorar um pouquinho para achar o nosso hehehehe).
      Dá pra fazer em qualquer DETRAN do Brasil, variando de estado para estado a forma de fazer e a taxa de emissão (no RS por exemplo, bastava na época somente pagar uma taxa de R$60,00). Superadas as tarefas burocráticas de início de viagem, iriamos enfrentar então um dos maiores desafios dessa viagem: dirigir um carro na mão inglesa pela primeira vez. O mais difícil não é nem trocar as marchas com a mão direita, e sim se orientar na faixa contrária do trânsito, com os cruzamentos invertidos (bem bizarro). Como a Juliana é motorista profissional, ela foi a que experimentou primeiro o desafio. Na infinidade de cruzamentos e viadutos da saída do aeroporto fomos se guiando somente pelas placas, já que nosso GPS off-line do maps.me ainda não havia carregado o mapa da cidade, mas foi tranquilo. Quando chegamos na auto estrada propriamente o GPS começou a funcionar e aí nos tranquilizamos e seguimos rumo à Neilspruit.     Rindo, mas de nervosos
      Mas porque Neilspruit se nosso objetivo em ir para o leste era visitar o Kruger Park? Os turistas mais experientes, chegando no horário que chegamos normalmente pegam o carro e fazem os 400 km que separam o aeroporto OR Tambo do Kruger Park em umas 3 horas (devido a excelente qualidade das estradas), chegando no parque ainda antes do horário do check in às 14 horas. Mas nós, sabendo dos nossos limites, tanto físicos quanto à questão de ter que se adaptar à mão inglesa, já prevíamos que iríamos chegar no parque lá pelo final da tarde e, embora o parque feche os portões às 17h, mesmo que chegássemos a tempo de pegar os portões abertos, iríamos "perder" um dia inteiro de parque e uma diária à toa, o que não é barato. Optamos então por pousar essa primeira noite em Neilspruit, umas das cidades bases de quem visita o Kruger e a que encontramos a hospedagem mais barata e, assim no outro dia sair bem cedo e aproveitar de bônus uma manhã inteira no parque. Inclusive, muitos viajantes fazem isso, não se hospedam dentro do parque e sim nas cidades ao redor, somente visitando-o durante o dia. Voltando à estrada, como já havia comentado, as auto estradas sul-africanas são espetaculares! Muito bem asfaltadas, sinalizadas e com várias pistas largas. O limite de velocidade é 120 km/h que dá pra se alcançar sem nem perceber, até com o nosso carrinho alugado Hyundai 1.0.
          Espetaculares estradas sul-africanas
      Também, a manutenção é ininterrupta. Cada mínima rachadura no asfalto que avistávamos no caminho já havia toda uma equipe de manutenção sempre numerosa a postos para consertar (o que acaba atrasando um pouco a viagem até hehehe).   Qualquer buraquinho na pista já tem uma galera pra consertar
      O problema é que conta com muitos e caros pedágios (chegamos a pagar o equivalente a 38 reais em um). Mas como o aluguel de carro e a gasolina é barata (na época estava na média de 13 Rands o litro, um pouco mais de 3 reais), nós brasileiros não podemos reclamar. A paisagem é plana com muitos campos e poucas belezas naturais como árvores e rio. O que mais nos chamou a atenção são as muitas usinas termoelétricas no caminho, com aquelas chaminés típicas de usinas nucleares e muitos conjuntos habitacionais que foram construídos por Nelson Mandela durante seu mandato presidencial, aos moldes dos conjuntos habitacionais do minha casa minha vida aqui no Brasil (bem parecidas as construções inclusive).
              Muitas usinas termoelétricas e conjuntos habitacionais pelo caminho
      Já com mais de duas horas de viagem, paramos para comer num paradouro na beira da estrada. O paradouro que parecia um mini shopping, nos revelou outra característica do país: a infestação de fast foods internacionais! Dificilmente se encontra algum restaurante ou lanchonete caseiro ou local, a não ser em nível bem rudimentar de bairro mesmo. A maioria ou é fast food ou é aqueles restaurantes gourmet (que acabam tendo preços em conta pra nós brasileiros). Sendo assim, comemos uma fatia de pizza numa lanchonete estilo domino´s de "almoço". Depois de almoçados, seguimos viagem agora com a minha vez de experimentar a direção. Se com carros "normais" já não tenho muita habilidade para dirigir, com mão inglesa então... Toda hora batia a minha mão esquerda no vidro procurando a manopla de câmbio para trocar a marcha hahahaha. Seguindo a 80 km/h numa estrada que permite até 120, umas 3 horas depois chegamos finalmente em Neilspruit.
      A cidade tem um certo ar de interior misturado com cidade grande. Para quem é do RS, pode-se comparar com a cidade de Caxias por exemplo. Apesar de contar com ruas limpas e bem organizadas, conseguimos achar nossa pousada somente com a ajuda do GPS, já que ficava numa zona residencial bem "escondida" e chegamos já quase no final da tarde. Com os ombros destroçados de tão tensos de dirigir do lado errado da estrada tantas horas, nem fizemos check in e já pedimos direto duas cervejas superfaturadas no bar do hostel para tomar.
      Experimentamos de cara as duas cervejas mais populares do país: a Castle e a Black Label. Muito boas! Aliás, as cervejas e vinhos da África do Sul estão ainda hoje em 1º lugar no nosso ranking das bebidas que tomamos fora do Brasil.
      Castle, principal cerveja da África do Sul   A pousada que escolhemos foi a Old Vic Travellers Inn, essencialmente pelo preço, já que iriamos só passar a noite mesmo. No entanto, essa pousada fica numa área com bastante verde, aos fundos da reserva natural de Neilspruit, com casas de madeira de vários andares que permitem uma vista privilegiada de toda a natureza da região e com bastante áreas comuns externas super agradáveis para se reunir, fazer um churrasco ou tomar uma coisinha em volta da fogueira à noite. Lugar perfeito para se relaxar por uns vários dias.
        Pousada Old Vic Travellers Inn
      E a pousada é mais voltada para relaxar mesmo, não tendo nenhuma pretensão de ser um hostel, contando somente com um quarto compartilhado, que foi o que nós ficamos. Pegamos nossos latões então (lá na África do Sul os latões vem com 500 ml) e sentamos numas espreguiçadeiras na varanda com vista para a área verde para desestressar da viagem de carro.     Descansando um pouquinho
      Feito o check in na pousada, perguntamos para o dono, Dave, um australiano (ou neo zelândes, não lembro) apaixonado por safáris, o que se percebe pelas milhares de fotos dele espalhados pelo local, se havia algum mercado próximo onde pudéssemos comprar nossa janta. Mostrando conhecer o Brasil, ele nos explicou que, diferente do nosso país, na África do Sul não existem mercadinhos de bairro a cada esquina. Na mesma linha dos restaurantes e lanchonetes no país, este nicho é dominado quase que exclusivamente por grandes franquias de supermercados (e são gigantes mesmo os supermercados na África do Sul) sendo estes as mega franquias SPAR, Checkers, Choppies, Pic n Pay (este o mais "popular"), entre outros. Além disso, lá tudo fecha muito cedo, em média 17h da tarde a maioria do comércio já encerrou suas atividades. Pensávamos que isso acontecia somente ali por se tratar de uma cidade do interior mas depois descobriríamos que é dessa forma em todo o país, inclusive em cidades grandes como Joanesburgo e Cape Town. Sabendo já que não teríamos janta, fomos conhecer o resto das áreas da pousada. Descendo a parte de trás da casa principal, mais área verde e, inclusive, descobrimos um "mini-zoológico" por ali com algumas aves, tartarugas, coelhos e vários filhotes de avestruzes, além de um lagarto gigantesco!
          "Mini zoo" dentro da área da pousada
      Também tinha uma piscina bem bonita e convidativa, com algumas fontes na borda e numa área bem privativa. Só que, como fica no meio das árvores, não batia sol, fazendo a água ser muito gelada ainda mais já no começo de noite. Mesmo assim, a Juju encarou o mergulho (já que estávamos pagando né hehehe).       Piscininha show de bola!
      Apesar dos vários recantos agradáveis na área externa, mal caiu a noite e a pousada parecia ter virado uma casa fantasma (pra quem tá acostumado com hostels né... estranha), inclusive com as luzes do pátio todas apagadas. Sem nada pra fazer e com o frio que fazia à noite, comemos umas barrinhas de cereais que trouxemos na mochila só pra não dizer que fomos dormir de barriga vazia e nos recolhemos, a ideia era acordar bem cedo para seguir rumo ao Kruger Park!
      Nosso Quarto
    • Por felipeffernandes
      Fala galera!
      Estava tentando montar um mochilão pela Europa neste ano, sendo que viajaria com a minha irmã. Mas, com esse lance todo da pandemia e a alta das moedas mais fortes, pensamos num outro destino: África do Sul.
      Pesquisando sobre as atrações e lendo alguns relatos aqui, também despertamos interesse por conhecer a Namíbia. 
      O que não está muito claro pra nós é se seria possível conhecer estes dois países, já que temos um orçamento meio limitado.
      A ideia seria fazer Safari na Namíbia (Etosha), dar um rolê no deserto e seguir para a África do Sul, Cape Town.
      Rola fazer isso? Se sim, quantos dias levaria, no mínimo? E quanto eu iria gastar? 
       
      Agradeco desde já! 
    • Por ms.priscila
      https://feitaprafugir.com.br/roteiro-africa-do-sul/
       
      INFORMAÇÕES GERAIS

      Visto: dispensa de visto por até 90 dias
      Passaporte: deve ter validade de pelo menos 1 mês da data do retorno ao Brasil
      Vacinas:  exige vacina de febre amarela
      Quando ir: o ano inteiro
      Capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capital administrativa e Bloemfontein é a capital judiciária
      Moeda: Rande (R)
      Idioma oficial: 11 línguas oficiais, entre elas o inglês
      Cod. telefone: +27
      Padrão bivolt: 230V
      Tomadas: C, D, M, N
      Principais operadoras telefônicas: vodacom (data), MTN, Cell C e Telkom 
      Empresas aéreas low cost: Kulula, Mango, Fly Safair (não é boa)


      VISÃO GERAL DA ÁFRICA DO SUL
      Os principais lugares para se conhecer na África do Sul são Cape Town, Rota Jardim, Rota Panorâmica, safáris e Johannesburgo, sendo que a rota panorâmica e safáris estão próximos a Johannesburgo (também chamada de Gauteng).
        A Rota Jardim é ruma rota cênica que inicia-se em Cape Town até Port Elizabeth ou vice-versa. No caminho, passa-se por varias cidadezinhas, que guardam seus principais pontos turísticos: Stellenbosh e Franschhoeck (vinícolas), Gansbaai (mergulho com tubarão na gaiola), Outdshoorn (fazenda de avestruz e cango caves), Knysna (the heads), Plettenberg  Bay (Storms River National Park e Reserva Robberg), Tsitsikamma Park (face adrenalin: maior bung jumpee de ponte do mundo).
        A Rota Panorâmica (ou Panorama Route), por sua vez, é um caminho ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo, em Mpumalanga, e que guarda paisagens incríveis. Está a apenas 1h30min do Kruger Park. A ideia é fazer o pernoite na cidadezinha de Graskop e reservar um a dois dias para percorrer a região. 


      SOBRE OS SAFÁRIS
      02 dias inteiros de safári são suficientes. Não conte o dia da chegada e da partida; gasta-se cerca de 7h de carro ou 1h de avião. Então isso geralmente soma 4 dias no total: 1 para ir + 2 no parque + 1 para voltar. Quem tem pouco tempo, pode apertar em 3 dias: sai cedo e já faz um safári noturno no dia da chegada + 1 dia de safári inteiro + safári de manhã e partida.
        http://www.feitaprafugir.com.br                
      O Kruger Park é um parque nacional e dentro dele estão vários acampamentos, sendo o Skukuza um dos principais por sua infraestrutura (restaurante, lojas, mercadinho, piscina e museu). Dentro do parque há varias estradas devidamente demarcadas, onde os turistas podem fazer os self drives ou os safáris organizados pelo local.

      Também pode-se optar pelos game reserves, que são estabelecimentos privativos, ao redor do Kruger, e em sua maioria lodges de luxo e, obviamente, mais caros. Neles, diz-se que os safáris são mais rústicos, já que não percorrem as estradas já abertas, como ocorre no Kruger.

      Optamos pelo parque nacional e não nos decepcionamos. Vimos vários animais na beira da pista e quatro dos chamados Big Five, os animais mais difíceis de serem visualizados.

      Melhores lugares dentro do parque: Skukuza, Pretoriuskop.

      Melhores lugares fora do parque: Hazyview, Sabie Sand Game Reserve (Elephants Plains Game Lodge).


      SUGESTÃO DE ROTEIRO 05 dias: Cape Town
      05 dias: rota jardim
      02 dias: Johannesburgo
      03 dias: Safari
      02 dias: rota panorâmica 
      03 dias: Durban (mergulho)


      PONTOS TURÍSTICOS DE CAPE TOWN

      Cidade do Cabo City Sightseeing:
      Preço: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia

      Restaurante La Colombe (necessita reserva) 

      Degustação de cervejas: Devil’s Peakn, Beer House, Woodstock Brewery

      St. George catedral (ao lado do Company´s Garden)
      Horário: 9-13h
      Gratuito

      Company´s Garden
      Horário: todos os dias de 7-19h (inverno) e 7:30-20:30h (verão)
      Gratuito

      Jardim Botânico Kirstenbosch
      Horário: todos os dias de 8-19h
      Preço: R75 (R$25)
        Jardim Botânico Kirstenbosch

      Long Street (a noite): Bar Beerhouse

      Truth Coffee Roasting – indicado como melhor café do mundo pelo The Telegraph

      V&A Waterfront: complexo de lojas, bares e restaurantes

      Robben Island  
      Horário: 9h, 11h, 13h, e 15h
      Preço: R360 (R$116); obs.: onde Mandela ficou preso (passeio dura 4h); o passeio sai do W&A Waterfront
      Obs.: procure fazer o passeio nos primeiros dias, pois este depende de condições climáticas.

      Boates: Cocoon e Shimmy Beach Club

      Table Mountain
      Horário: todos os dias de 8-13h
      Preço: R360 (R$116); obs.: ir de manhã por causa do tempo
      Obs.: fora o funicular, a Table Mountain possui várias trilhas, que podem ser percorridas em 1h30min, 3h e até 4h. Percorremos a trilha Índia Venster, que durou 3h, com paisagens imperdíveis. Apesar de ser classificada como difícil, esta trilha pode ser feita por qualquer pessoa, que não tenha medo de altura e algum preparo físico.   
      Escalada da Table Mountain

        A Renata Sarzi, do A Dream Overland, classifica as trilhas da seguinte forma:

      Platteklip Gorge Tempo: Pelo menos 1h30 (subida) e 1h (descida)
      Grau de dificuldade (fôlego): Pesado (subida) e leve (descida)
      Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve
      Vista e paisagem: ★★★★★
      Avaliação da trilha: ★★★★★ Chata
      Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway)
      Custo: $ Gratuito

        India Venster
      Tempo: 3h00 (subida)
      Grau de dificuldade (fôlego): Moderado a pesado (subida)
      Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve a moderado
      Vista e paisagem: ★★★★★
      Avaliação da trilha: ★★★★★
      Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway)
      Custo: $ Gratuito
      }
       
      Skeleton Gorge
      Tempo: 4h00 (subida)
      Grau de dificuldade (fôlego): Moderado (trilha bem longa)
      Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve
      Vista e paisagem: ★★★★★
      Avaliação da trilha: ★★★★★
      Onde a trilha começa: Jardim Botânico Kirstenbosch
      Custo: $ Entrada no Jardim Botânico (cerca de R60)
       
      Signal Hill (ao lado do bairro Bo Kaap): ir no pôr do sol (estação de ônibus mais próxima é Kloof Nek)
        Signal Hill

      Galileo Open Air Cinema
      Horário: os portões abrem de ter-sex as 17h e sab-dom as 16h; o cinema começa entre 19:30-20:30h; cinema ao ar livre
      Preço: R105 (R$34)

      Gold Restaurant
      Jantar com danças típicas: R380 (R$123)
        Jantar no Gold Restaurant

      Castelo da Boa Esperança
      Horário: tour guiado 11:00 | 12:00 | 14:00 | 15:00 | 16:00; troca de guarda seg-sex de 10-12h
      Preço: R50 (R$17)

      District Six Museum
      Horário: seg-sab de 9-16h
      Preço: R45 (R$15)

      Cape Point
      Horário: 9-17:30h
      Preço: R320 (R$103) e funicular  R85 (R$28 ida e volta) ou R70 (R$23 só ida)
        Cabo da Boa Esperança

      ROTEIRO DIA A DIA EM CAPE TOWN
      Dia 01: The Old Biscuit Mill Market (só aos sábados), Robben Island, V&A Waterfront; cinema ao ar livre; balada a noite

      Dia 02: St. George catedral (ao lado do Company’s garden), Company´s Garden, Castelo da Boa Esperança, Jardim Botânico Kirstenbosch, degustação de cerveja na Beerhouse a noite

      Dia 03: District Six Museum, bairro Ko Baap, Signal Hill (por do sol)

      Dia 04: table mountain, praia de camps bay (fim de tarde) e clifton beach; jantar no Gold Restaurant

      Dia 05: vá por Hout Bay; Chapman’s Peak; Cabo da Boa Esperança; Cape Point; Boulders Beach (alugue um carro)


      VINÍCOLAS
      Groot Constantia (mais antiga vinícola)
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R115 (R$38); obs.: a 15 min de Cape Town
      Stellenbosh (42 minutos de Cidade do Cabo): principal cidade do circuito de vinícolas da África do Sul, Stellenbosh é uma cidade universitária, com um centrinho bonito, agitado e cheio de bons cafés, bares e restaurantes. Existem dezenas de (ótimas) vinícolas pela região.
      Franschhoeck (40 minutos de Stellenbosh): uma cidade bem pequenininha, situada no meio de um vale de montanhas. Bem romântica e ideal para descansar e para quem gosta de vinhos e belas paisagens. Os restaurantes também são muito bons.

      Aqui pode-se encontrar o Wine Tram, um passeio em ônibus e trem, que percorre varias vinícolas da região, dependendo da linha que se escolhe, no momento da compra. São 08 linhas classificadas por diferentes cores e cada uma apresenta diferentes roteiros. Ideal para quem não quer ficar bebendo e dirigindo entre uma vinícola e outra. Esta foi nossa opção e adoramos. 
        Vinícola da rota da Wine Tram

      ROTA JARDIM – Gansaai, Cabo das Agulhas, Oudtshoorn, Knysna, Tsitsikama/Storms River Plettemberg Bay 
      obs.: algumas das informações abaixo foram retiradas do site I Love Trip.
      Gansbaai (1h40min de Franschhoeck) – mergulho com tubarões: esse é o melhor lugar para você fazer o incrível mergulho com tubarão branco da África do Sul. Não deixe de incluir esse passeio no seu roteiro de viagem.  Quanto tempo: manhã. 

      Existem várias empresas que realizam este passeio em Gansbaai, são elas:
      1. Great White Shark Tours
      2. Marine Dynamics
      3. Shark Diving Unlimited
      4. White Shark Ventures (R1750 ou R$488; nossa escolha e super recomendo)
      5. White Shark Projects
      6. White Shark Diving Company
      7. African Shark Eco Charters

      Obs.: caso não seja possível a visualização de tubarões, já que o local é apenas rota para esses animais, algumas escolas disponibilizam voucher para re-agendamento em outro dia.

      Cabo das Agulhas (1h20min de Gansbaai) – o Cabo das Agulhas marca o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, estando junto a um Farol, que também pode ser visitado.
        Cabo das Agulhas

      Oudtshoorn (3h45min de Cabo das Agulhas) – muitos fazem um desvio na Garden Route para ir até Oudtshoorn, a capital mundial do avestruz, com diversas fazendas de avestruzes. Esse desvio só vale a pena se você fizer questão e tiver tempo. A principal atração turística da cidade é a Cango Caves, cavernas com tour para visitação.

      Highgate Ostrich Show Farm (fazenda de avestruz)
      Preço: R372 com almoço (R$120); tour parte de 8-16 e almoço de 11-14h

      Cango Caves
      Horário: 9-15:30h; o passeio dura 60 minutos (Heritage Tour) ou 90 minutos (Adventure Tour); a temperatura é de 18o
      Preço: R120 (R$39) ou R180 (R$59)
          Cango Caves

      Knysna (1h40min de Oudtshoorn) – uma das cidades mais importantes para o turismo na África do Sul, Knysna (a pronúncia é “Naisna”) tem um charme e elegância com seus morros de calcário e a lagoa formada pelas águas do Oceano Índico. Um píer charmoso, além de mirantes, passeios e bons hotéis e restaurantes tornam o lugar bastante agradável. Knysna também é conhecida como a capital mundial das ostras.

      Plettenberg  Bay (30 min de Knysna) – uma das principais cidades turísticas da África do Sul que não pode ficar fora do seu roteiro. A cidade praiana é super charmosa, com bons restaurantes e hotéis e vistas incríveis do mar para observação de golfinhos; e ainda, com dois parques imperdíveis. Base para visitação das reservas Robberg e Storms River e para o salto de bung jumpee.

      Reserva Robberg
      Horário: 7-20h
      Preço: R50 (R$16) day acess

      Storms River National Park
      Horário: 6-22h
      Preço: R290 (R$94), incluídos passeio de caiaque, trilha até a ponte suspensa e trilha ao topo da montanha (1h30min).

      Obs.: Você também pode dormir em um dos alojamentos do parque (faça essa escolha como base para visitação da Reserva Robberg, Storms River e bung jumpee).

      Face Adrenalin (bungee jump) – nessa região fica uma das atrações turísticas mais conhecidas da África do Sul, o mais alto bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros. O visual é incrível com muito verde e o Oceano Índico ao fundo. Quanto tempo: meio dia.
      Horário: 9-16h
      Preço: R1400 (R$453) + R400 (R$130 foto e vídeo)

      Port Elizabeth (45min de Tsisikamma) – é uma cidade banhada pelo Oceano Índico, colonizada pelos ingleses e com grande valor histórico. Com praias, comércios e vida própria, a cidade é procurada para o turismo na África do Sul e é ponto de partida para iniciar ou finalizar a Garden Route. Se quiser conhecer mais a cidade fique um dia.

      Obs.: em Port Elizabeth, na reserva Dorkin, pode-se visitar a Escultura da Fila da Votação, que marcou a primeira eleição democrática do país, gratuitamente.


      PONTOS TURÍSTICOS DE JOHANNESBURGO É necessário pegar um avião de Port Elizabeth para Johannesburgo (R$350 em 2018).
      Joanesburgo City sightseeing: R320 (R$103) 2 dias e R255 (R$83) 1 dia; Ticket office: Tyrwhitt Avenue pedestrian zone, next to Hamleys; 9-19h

      Museu do Apartheid
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R100 (R$33)
      Obs.: reserve ao menos 3h para visitação.

      Soweto (bairro onde morou Mandela – passeio de bike)
      Preço: R550 (R$178 por 2h)

      Nelson Mandela Square e Sandton City: um grande complexo comercial em uma das regiões mais desenvolvidas de Johannesburgo

      Constitution Hill (prisão onde ficou Mandela)
      Horário: todos os dias de 9-17h
      Preço: R100 (R$33)
      Obs.: contratamos o serviço do guia Ruben, de Moçambique e que fala português. Ele cobrou o valor de R500 (R$140) por pessoa para percorrer os principais pontos turísticos da cidade de 9-16h, com parada para o almoço (não incluído no valor). Contato: +27 73 157 2611 / +27 60 507 4039.


      HOSPEDAGENS DA VIAGEM AVALIADAS POSITIVAMENTE

      Melhores bairros em Cape Town: Green Point, Waterkant e Beira mar 

      Hospedagem em Cidade do Cabo – The Greenhouse Boutique Hotel

      Hospedagem em Ganssai – 28 Kolgans

      Hospedagem em Outdshoorn – Karoo Retreat

      Hospedagem em Plettenberg  Bay – Riverclub Villa 4200 (melhor hospedagem da viagem)

      Hospedagem em Graskop – Blyde Lodge

      Hospedagem em Johannesburgo (pernoite para retorno ao Brasil) – Europrime Guesthouse (café e transfer gratuito)

      Obs.: os carros foram alugados pela rentalcar.


      SAFARI (O QUE LEVAR)

      – Repelente: Use na pele exposta e nas roupas também. O mais eficaz é o repelente à base de dietiltoluamida (DEET). É importante reaplicá-lo a cada 3 horas (no caso de concentração de 20%), 6 horas (concentração de 30%) ou 12 horas (50% de DEET). Atenção! O repelente deve ser aplicado DEPOIS do filtro solar.

      – Use roupas que protejam todas as áreas do corpo, com mangas compridas, calças compridas, roupas soltas, e sempre use meias (sei que às vezes pode estar calor… Mas tente!!!). Pulverize as roupas com permetrina (presente em inseticidas e repelentes) para reduzir o risco de mordida através da roupa. O site Extreme UV vende camisas anti-mosquito e com proteção UV (super frescas no calor).

      – As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais; não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.


      PONTOS TURÍSTICOS DO BLYDE RIVER CANYON (Rota Panorâmica)

      1. Lisbon Falls: 8-17h; R10 (R$3) e Berlim Falls
      2. Bourke’s Luck Potholes: 7-17h; R63 (R$18)
      3. Three Rondavels: 7-17h; R30 (R$9)
      4. God’s Window: 7-17h; R17 (R$5)
      5. The Pinnacle Rock: 7-17h; R17 (R$5)
       
      Three Rondavels
        Bourke’s Luck Potholes

      Uma dica de restaurante na rota é o Kadisi Restaurant, dentro do Forever Blyde Canyon Resort; serve comida africana e tem uma vista espetacular. O restaurante está ao lado da Three Rondavels.


      MERGULHO EM UNKOMAAS (40min de Durban)
      Para quem pratica mergulho, em Unkomaas é possível mergulhar com os tubarões sem gaiola. A experiência é incrível. Esse mergulho é chamado de Baited Dive.

      Contratamos o serviço da Blue Ocean Dive, que nos fez um pacote com 04 mergulhos (tubarão, naufrágio e dois arrecifes), todo o equipamento, transfer, café da manhã e hospedagem para 02 dias por R$1.500 por pessoa.

      A estrutura do local é absurda. Trata-se de um prédio onde estão alocados o hotel, restaurante e dive center.

      É necessário ser mergulhador avançado com o mínimo de 30 mhttp://www.feitaprafugir.com.brergulhos. Isso porque é realmente um mergulho bem independente. A DM repassa as informações e você cuida de si e do seu dupla dentro da água. 
    • Por rubens.manoel
      Bom, chegou minha vez de contribuir
      Farei um relato breve, mas com as informações que considero mais úteis.
       
      Passagem aérea e roteiro:
      As passagens aéreas foram compradas pela Etihad (hub em Abu Dhabi) mesmo pra quem vá pra Dubai é uma boa opção, já que a cia oferece transfer gratuito entre o aeroporto de Abu Dhabi e Dubai. O Etihad Express tem horários e tabelados e podems ser reservados com antecedência pelo site. Em Dubai os ônibus chegam/partem da loja da Etihad próximo a estação de metro Noor bank (linha vermelha), o trajeto leva 1h15 em ônibus sem wi-fi.
      Eu consegui uma boa promoção pagando R$2800 em 3 trechos: São Paulo – Abu Dhabi, Abu Dhabi – Nova Deli e Nova Deli – São Paulo (pois fiquei 1 semana nos Emirados e 2 semanas na Índia)
      Caso seu voo seja pela Emirates ou outra cia que te leve ate Dubai há estação de metro ligada ao aeroporto. Caso escolha sair do aeroporto de Dubai compre passagens para o vagão Gold no metro visto que o vagão comum é bem cheio..
      Lendo um pouco decidi por 1 semana nos Emirados sendo 2 dias em Abu Dhabi e 5 dias em Dubai (incluindo um day trip pra Omã – um país vizinho)
       
      Abu Dhabi
      Abu Dhabi não é uma cidade tão turística como Dubai e 2 dias foram suficientes para conhecer a cidade. É uma cidade bem conservadora, peguei calor de 40 graus e só vi outros 2 homens de bermuda.
      Nos ônibus homens e mulheres sentam separados – mulheres na parte da frente. Na primeira viagem vacilei e sentei no meio da mulherada
       
      Em Abu Dhabi ainda não há metro, mas há um bom sistema de ônibus. Na chegada a cidade optei por pegar um taxi do aeroporto ao centro pois já era tarde (Chorei um pouco e paguei Dh 70,00) viagem de 30 min.
      É possível fazer quase tudo de ônibus em Abu Dhabi (preço de uma viagem Dh 2,00)
      A principal atração da cidade Mesquita Sheikh Zayed fica bem afastada do centro, mas é possível pegar o ônibus 054 que te deixa na porta numa viagem de 45 min
      Me hospedei no centro (Hotel Grand Continental Flamingo) e paguei Dh 540,00 em 2 diárias - difícil achar algum lugar razoável por um preço menor
      Próximo ao hotel está o Capital Park, Formal Garden e é possível caminhar até a beira-mar, porém não é possível se banhar neste ponto. Para pegar praia tem que ir até a praia de Corniche. Há ônibus que levam até a extremidade da ilha (Al Marina) onde está o maios famoso shopping da cidade e de onde é possível fazer uma caminhada ou pegar um taxi até a Heritage Village.
      O edifício Capital gate (prédio com maior inclinação do mundo) fica um pouco afastado do centro e não vi ônibus que levava até ele, porém é possível observá-lo da avenida que leva para o aeroporto.
      Para ir de Abu Dhabi para Dubai muita gente utiliza taxi que custa em torno de Dh 200,00 porém utilizei a linha de ônibus intermunicipal E100 e paguei Dh 25,00. Em Abu Dhabi os ônibus intermunicipais partem do terminal de ônibus que fica próximo ao Al Wahda Mall na Sultan Bin Zayed the First St a cada 25 min e levam 2 horas até o terminal Al Ghubaiba em Dubai em ônibus com wi-fi. Excelente custo x benefício.
      A ponte Sheikh Zayed fica próxima ao aeroporto e caso vá de ônibus para Dubai passará por ela. Ela tem o formato de onda simbolizando as dunas do deserto. Linda!
      Não conheci o parque da Ferrari pois estava sozinho e não achei que seria um bom passeio alone, rs
       
      Dubai
      Como Abu Dhabi, Dubai é uma cidade em construção, há gruas para todos os lados e além disso há aquela poeira característica do deserto o que não permite admirar seu skyline de qualquer ponto.
      Eu sou louco por prédios e construção civil então achei que iria me apaixonar pela cidade. Porém, fiquei com a impressão de uma cidade fake, sem identidade. Mas ainda é um destino que vale ser ser explorado e acredito que chegará lá um dia..
      A cidade é dividia em 3 partes turísticas: Old Dubai (parte antiga de Dubai próxima ao rio Creek), Downtown (onde está o centro financeiro, o Burj Khalifa e o Dubai Mall) e Dubai Marina (onde estão prédios residenciais, a Palm, o Burj Al Arab). Como teria 4 dias completos na cidade usei um dia para cada parte da cidade e o 4º dia realizei uma day-trip para Omã.
      Em Dubai há 2 linhas de metro, 1 linha de VLT recém inaugurada e 1 linha de monotrilho na palmeira. O metro é realmente caro, mais ainda uma opção mais barata que o taxi dependendo da distância. A cidade é dividida em zonas e você paga a passagem de acordo com o número de zonas que anda (como em Londres). Em todas as estações há máquinas onde você compra seu nol card (para turistas Red Card) que custa Dh 2,00. Confira os preços de passagem para cada zona no site.
       
      Dia 1 Dubai Marina
      Parte bem agradável da cidade onde está a Marina walk, o cayan Tower (prédio torcido) acessível de metro pela linha vermelha. De lá você pega o VLT (linha laranja) até Gateway towers (entrada da palmeira). O monotrilho até a ponta da Palm (hotel Atlantis) custa Dh 25,00. Todos dizem que não vale a pena e realmente não vale, pois se você não vai ao hotel ou ao parque aquático não há o que fazer lá. É somente um passeio para conhecer esta ilha artificial.
      Próximo a entrada da Palmeira é possível pega um ônibus até a Umm Madinat Jumeirah Suqeim, onde estão a praia pública que dá vista para o Burj Al Arab e o souq para ricos
       
      Dia 2 DownTown
      Na parte da manhã visitei o Miracle Garden (Dh 30,00) e o acesso para o mesmo é meio complicado. Tentei ir de ônibus (linha F30) porém o ponto é bem longe da entrada do local e tive que pegar um táxi até lá (Dh20,00). Na volta peguei um taxi direto até a estação de metro mais próxima Mall of Emirates (Dh 50,00). Acabou sendo um passeio caro para fazer sozinho. Devido o calor dispensei o Za’abeel park que dizem ser o mais bonito da cidade e onde fica o charmoso Ripe Market. O Burj Khalifa é realmente incrível! Imponente, acabou se tornando o maior ponto de turístico de Dubai, visto que está anexado a ela o Dubai Mall (maior shopping do mundo), Souq Al Bahar e a fonte. É possível subir ao Burj para ter uma vista da cidade, porém a poeria impede visualizar longas distâncias. O Dubai Mall é realmente incrível e com o calor de Dubai acaba se tornando um ótimo passeio. Dentro dele está o aquário (Dh 80,00), uma pista de patinação, um souq, uma unidade da Eataly e todas as marcas de roupas do mundo, rs
       
      Dia 3 Old Dubai
      Parte antiga de Dubai onde é possível fazer um tour caminhando iniciando na Bastakia Quarter, depois visitando o incrível Dubai museum (Dh 10,00) e Bur Dubai souq. Para atravessar o rio utilize um abra (Dh 1,00). Do outro lado do rio está Deira onde é possível visitar o Deira Spice souq, Deira Gold e a Heritage House. É a parte histórica e mais barata da cidade onde você compra suas lembrancinhas, temperos, ouro e tudo mais que você quiser, rs. Lá não há tantos árabes, a maioria vem de países como índia, Bangladesh e Paquistão. São estas pessoas que também trabalham na construção civil e sem eles não seria possível erguer Dubai nesta velocidade que observamos.
       
      Dia 4 Bate-volta para Omã
      Próximo a Dubai há uma região chamada Musandam que pertence a outro país (Omã). É uma região de deserto banhada por águas verde-esmeralda. Paguei 150 dólares por um passeio que te leva de transfer do hotel até Dibba (cruzando a fronteira, não há problemas em cruzar a fronteira naquele ponto – não é necessário visto e não há problema se você tem o visto só de 1 entrada nos Emirados). De lá pegamos um barco que passa o dia navegando pelo mar com paradas para mergulho em alguns pontos e bebidas e comida incluso. É um passeio caro, mas você pode apreciar paisagens que nós brasileiros não estamos acostumados a ver.
       
      Comentários:
      Conhecer este conservador país foi uma boa experiência. Ver uma sociedade baseada em religião nos mostra como é bom viver num país livre.
      Lá a bebida alcoólica só é permitida em alguns hotéis e é extremamente cara. A homossexualidade é crime. Há vagão exclusivo para mulheres no metro. Há recomendação do tipo de roupa para entrar em alguns lugares.
      Dos lugares que comi recomendo a rede iraniana Hatam (preço justo e boa comida), Elevation Burger (excelente) e Il gelato di Bruno (sorveteria).
       
       
      Bom, quis fazer um relato curto
      Mas caso alguém queira mais informações sobre algum ponto, só mandar mensagem
    • Por MilenaSSoares
      Olá,
      Eu voltei de Cape Town e trouxe alguns Randes de volta, caso você seja da Capital de São Paulo ou região metropolitana me contate.
      Sei que esse ano está difícil e a normalidade de mochilhar por aí, e nossa rotina retome apenas em meados de 2021.
      Espero que estejam seguros e take care!
      WhatsApp: 11 967507797
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