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Olá viajante!

Bora viajar?

Uma viagem esPETARcular

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Meus amigos e minhas amigas, farei aqui um relato sobre minha viagem ao PETAR neste último final de semana. Incluirei algumas fotos (tirei mais 100, mas nem todas ficaram legais...), colocarei algumas dicas e comentários sobre a viagem. Infelizmente, não pude aproveitar ao máximo o passeio, por questões físicas e compromissos pessoais em São Paulo, tive que retornar 1 dia antes do previsto.

 

1. IDA AO PARQUE

Eu e o Gabriel Mochileiro Peregrino saímos de São Paulo por volta das 8 horas da manhã. Como já havia visto em outro relato, decidi ir pela Régis Bitencourt.

A estrada está em bom estado de conservação, mas ainda há um longo trecho sem estar duplicada, perto de Juquitiba, se não me engano. Aqui, a primeira dica: por conta disso, pegamos muito trânsito devido ao tráfego intenso de caminhões. O mesmo ocorreu na volta...

Pela Régis fomos até a cidade de Jacupiranga, passando por 3 pedágios, cada um a R$ 1,70. Aqui, outra dica: não há qualquer placa de indicação para seguir para o PETAR ou para Iporanga. Acabei passando direto e tive que ir até o próximo pedágio, a uns 10 quilômetros dali para retornar. É verdade que há um retorno antes disso, mas também passei direto e comi bola...cabaço é foda!!!!

DE Jacupiranga, pega-se a SP-193, no sentido Iporanga-Apiaí, e andamos pouco mais de 100 quilômetros.

A cidade de Iporanga me lembrou as cidadezinhas do interior de Minas Gerais...daquelas em que carro com placa de São Paulo capital ganha destaque e aguça a curiosidade dos cidadãos.

De Iporanga até onde ficam as principais pousadas e as agências que trabalham no PETAR, pegamos uma estrada de terra e pedras, com cerca de 13 quilômetros.

 

2. O PARQUE PETAR

O PETAR é um parque gigantesco, cujas entradas são divididas por núcleos. São 4 ou 5 núcleos diferentes.

Para entrar no parque, é obrigatório estar acompanhado de um guia e cada guia pode entrar com, no máximo, 8 visitantes. Todos os guias são cadastrados, são nativos da região e prestam serviço às agências da região (Eco Cave, Parque Aventuras e outras que não lembro o nome).

Tudo é muito controlado. Em todas as agências, você preenche uma ficha com seus dados gerais, responde a um questionário sobre aspectos de sua saúde e qual roteiro fará naquele dia. Paga-se R$ 15,00 pela locação do capacete com lanterna para entrar nas cavernas. Os capacetes vêm com touca descartável, para quem achar que o mesmo não tem o perfume do seu xampu...E não é permitido a entrada com calçados abertos, use sempre botas ou tênis...

Na entrada do parque você também preenche uma ficha com seus dados e paga uma taxa de R$ 5,00. Dali, descemos uma estradinha com cerca de um quilômetro, até um local onde você pode estacionar o carro e onde há uma lanchonete e um museu. Observação: por questões de segurança, há horários limitados para a entrada nas cavernas, especificados num quiosque logo após a entrada. Por isso, aconselha-se que comecem a visita bem cedo, por volta das 8 horas.

Nosso guia atende pelo singelo apelido de "Kissuco", um cara muito tranquilo, atencioso, realmente um ótimo guia.

Minha passagem pelo PETAR posso definir em 3 palavras: deslumbramento, espanto...e cansaço!! Muito cansaço!!!

Fizemos uma das trilhas mais procuradas logo de cara, no domingo. Fizemos a trilha do Rio Betari, com as cavernas da Água Suja e do Cafezal. Essa trilha é tida como de nível médio, mas, para mim , que não fazia algo parecido havia algum tempo foi difícil...Ela tem cerca de 4 quilômetros em linha reta, mas anda-se muito mais do que isso. E aqui, outra dica: se você não estiver acostumado com essa tipo de trilha ou se estiver mau fisicamente, ficará cansado. Leve água, hidrate-se bastante, porque vai suar muito...levei água de coco, e isso me ajudou muito...

Ao longo da trilha, passamos diversas vezes por dentro do Rio Betari, em alguns trechos com água na altura da cintura. Mas nada que seja muito difícil. Após um certyo tempo de caminhada, chegamos à Cachoeira das Andorinhas, uma queda d'água de uns 40 metros de altura. Atenção: há um limite para entrar nesse local, pois onde está a arrebentação da cachoeira forma-se um redemoinho e um poço extremamente profundo, é fatal!!! Mas é lugar de grande beleza...

 

 

 

 

 

 

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127123316.jpg 500 375 ]Cachoeira das Andorinhas. [ ].[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127123833.jpg 375 500 Legenda da Foto]Gabriel e eu [ ].[/picturethis]

 

Na sequência, fomos para a Cachoeira Beija-Flor, próximo à das Andorinhas. Nessa cachoeira, há uma piscina natural muito boa pra se banhar...mas pra chegar até ela, você tem que passar por pedras muito escorregadias...

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127131953.jpg 500 375 Legenda da Foto]cachoeira Beija-Flor[ ].[/picturethis]

 

A primeira caverna em que chegamos foi a Cafezal, de entrada razoavelmente estreita, com salões grandes em diversos níveis. Tome sempre muito cuidado, alguns desses desníveis são muito escorregadios.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127132245.jpg 500 375 Legenda da Foto]Eu na "porta" da Cafezal [ ].[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127132532.jpg 500 375 Legenda da Foto]Dentro de um dos salões [ ][/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127132650.jpg 500 375 Legenda da Foto]Formação no teto da caverna [ ][/picturethis]

Conforme andávamos caverna adentro, e vendo de longe sua entrada, pude entender o que é o ditado "ver uma luz no fim do túnel"!!!! O espanto que eu havia dito anteriormente veio justamente de viver essa experiência de entrar num local que antes só conhecia através de fotos. Quem já esteve dentro de uma caverna concordará comigo: não há como explicar, simplesmente. É preciso viver pra sentir.

Lá dentro, o guia pediu que sentássemos nos "bancos de pedra" que havia lá dentro e desligássemos as lanternas do capacete para sentirmos o clima do ambiente. Nesse momento, ouvindo o pingar da água e meu respirar em meio à mais completa escuridão, devo confessar que a emoção foi forte...muito forte!!! Um turbilhão de pensamentos vieram à minha mente, de agradecimento divino ao homem das cavernas...questões filosóficas, que não entrarei em detalhes...

Dentro da caverna, algumas formas de vida, como os opiliões (aracnídeos de pernas longas e corpo diminuto), aranhas e mariposas.

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127133908.jpg 500 375 Legenda da Foto]Opilião [ ][/picturethis]

 

Dali, voltamos em direção à Caverna da Água Suja, de longa extensão (tem mais de 3 quilômetros), mas apenas 600 metros são liberados para visitantes por questão de segurança. A caverna é cheia de água, em alguns trechos chega à altura do peito. Não cheguei a entrar muito fundo nessa caverna por já estar muito cansado a essa altura, preferi ficar à sua entrada, enquanto o guia e o Gabriel foram mais pro fundo. Havia outro grupo por lá também. Por causa da escuridão, algumas fotos ficaram ruins e as pilhas de minha máquina estavam fracas.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127134258.jpg 375 500 Legenda da Foto]Entrada da caverna Água Suja [ ].[/picturethis]

 

De lá, voltamos pela mesma trilha até a entrada do parque. O passeio todo durou cerca de 6 horas.

Uma observação interessante: durante a caminhada, você percebe nitidamente a diferença de clima durante o percurso. Num determinado trecho, o clima ameno e fresco se torna abafado, quente e seco...pra quem usa óculos, como eu, as lentes embaçam mesmo!!

 

Estivemos na Caverna do Diabo passando por uma trilha que não lembro o nome, quando se passa por diversas cachoeiras.

A Caverna do Diabo é realmente espetacular. Formações belíssimas. O chamado "salão da Catedral" é de tirar o fôlego, pela altura do salão, pelas centenas de estalactites pontiagudas, lembrou-me muito as igrejas góticas...uma das formações parece demais com um imenso órgão de igreja.

Abaixo, algumas das fotos tiradas nas cavernas do PETAR, nas cachoeiras e na Caverna do Diabo.

 

20110127135651.jpg

 

20110127135758.jpg

 

20110127135833.jpg

 

20110127135905.jpg

 

 

20110127135954.jpg

 

20110127140037.jpg

 

20110127140341.jpg

 

20110127140413.jpg

 

20110127140448.jpg

 

 

20110127140605.jpg

 

20110127140639.jpg

 

Gostaria de encerrar dizendo que devo voltar ao PETAR para fazer as demais cavernas (Santana, Couto e Morro Preto), assim que tiver essa oportunidade...fiquei muito frustrado com relação ao meu cansaço, sinceramente não esperava por isso...quando alguém tiver interesse em ir pra lá e quiser me chamar, terei o maior prazer em acompanhar.

 

Espero que gostem do que narrei, e fiquem à vontade para quaisquer perguntas ou informações que quiserem fazer.

 

 

Aproveito, finalmente, pra passar algumas das trilhas e visitas disponíveis no parque e seu grau de dificuldade.

Núcleo Santana

Caverna Santana - 5800 m de extensão, sendo 800 m para visitação (fácil);

Trilha do Rio Betari, Caverna da Água Suja e Caverna do Cafezal - 4000 m (tida como média, mas considerei difícil);

Trilha Cachoeira e Caverna do Couto e Caverna Morro Preto (média).

 

Núcleo Ouro Grosso

Trilha do Rio Betari - apenas educativa, chegando apenas às margens do rio (fácil);

Trilha da Figueira;

 

Núcleo Casa de Pedra

Trilha da Caverna Casa de Pedra - 9400 m (difícil). Obs.: a caverna Casa de Pedra tem o maior pórtico de entrada do mundo, com 215 metros de altura!!!!

 

Núcleo Caboblos

Trilha da Água Sumida - 4300 m (média);

Trilha das Cachoeiras maximiniano e 7 Reis - 6000 m (difícil);

Trilha da Pescaria, das Cavernas da Pescaria e da Desmoronada - 5000 m (difícil);

Trilha e Caerna do Espírito Santo

Trilha da Mina do Espírito Santo

Trilha da Mina do Braço da Pescaria

Trilha da Pedra do Chapéu

Trilha da caverna do Arataca e do Monjolimho - 7000 m (difícil)

Trilha da Caverna Temimina - 3000 (médio).

 

Obrigado.

 

20110127140710.jpg

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oi gui, beleza irmao ::otemo::::otemo::::otemo::

 

po cara vou parar de postar fotos ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

vc sabe que nem gosto de fotos neh? tenho so 1 mil fotos impressas ::ahhhh::::hahaha::::ahhhh::::hahaha::

 

irmao com certeza seu retorno ao PETAR tem que ser feito ::otemo::::otemo::::otemo::

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Guilherme, não sei se já te perguntei isso (e se estiver perguntando de novo, pelamordeDeus me avise!), mas... que tipo de câmera você usou para tirar fotos no Petar (quero dizer, principalmente nas cavernas)?

Abraços

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Guilherme, não sei se já te perguntei isso (e se estiver perguntando de novo, pelamordeDeus me avise!), mas... que tipo de câmera você usou para tirar fotos no Petar (quero dizer, principalmente nas cavernas)?

Abraços

 

 

fala irmao beleza? bom deixa eu cai de paraquedas ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

 

eu uso uma KODAK digital;

irmao sua duvida é como fotografar dentro de cavernas ? caso seja essa posso ajuda lo se quiser ::otemo::::otemo::

 

po gui desculpa ai mas tive que abri o paraquedas ::lol4::::lol4::::lol4::

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Hahahaha. Valeu, Gabriel! Sem problemas! Toda ajuda é bem-vinda!

Na verdade a minha dúvida nem era tanto sobre tirar fotos em cavernas (mesmo porque eu nunca estive em nenhuma! hahahah), é que eu uso uma Cybershot digital bem basiquinha, mas quando vou tirar fotos à noite ou em locais escuros, as cores saem tremidas, meio granuladas sei lá...

Por isso eu quero trocar de câmera e queria uma que tirasse boas fotos, mesmo nesse tipo de ambiente, então eu aceito sugestões! ::cool:::'>

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Cessil, a minha é uma câmera digital Samsung, ainda não tenho um equipamento melhor...mas pode ir nas dicas do Gabriel sim, ele é muito bom pra tirar fotos, sabe tirar "leite de pedra de caverna"!!!!! ::lol4::::lol4::::lol4::

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Hahahaha. Mas mesmo não sendo "um equipamento melhor" você conseguiu tirar fotos muito boas!

E em breve eu terei minha câmera nova! Aí minhas fotos vão ficar mais decentes!

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Hahahaha. Mas mesmo não sendo "um equipamento melhor" você conseguiu tirar fotos muito boas!

E em breve eu terei minha câmera nova! Aí minhas fotos vão ficar mais decentes!

 

 

vamos trocar uma ideia sim sobre fotografia e equipamentos, mas nao aqui ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

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Ah vamos trocar aqui mesmo! Assim a gente faz o relato do Guilherme sempre ficar no topo!

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Não sei se disse algo parecido, mas o PETAR está passando por um plano de manejo.

Mas o que é isso? Abaixo, coloco a explicação do que se trata,

 

O que é um Plano de Manejo ? Roteiro de um plano

 

fonte IBAMA 1997

 

O que é?

Plano de Manejo é um projeto dinâmico que determina o zoneamento de uma unidade de conservação, caracterizando cada uma de suas zonas e propondo seu desenvolvimento físico, de acordo com suas finalidades. Estabelece, desta forma, diretrizes básicas para o manejo da Unidade.

 

Objetivo

O objetivo deste roteiro é estabelecer uma metodologia mais flexível e dinâmica que permita iniciar o processo de planejamento em um maior número de unidades de conservação, proporcionando a estas um instrumento que irá progressivamente evoluindo em conhecimento e ações.

 

Estratégia para o planejamento

Visando garantir maior dinamismo ao planejamento das Unidades de Conservação de Uso Indireto, o Plano de Manejo foi concebido para ser realizado em três Fases, através das quais será garantida a evolução dos conhecimentos sobre os recursos da Unidade de Conservação e a ampliação das ações de manejo suportadas por este conhecimento. O planejamento em três Fases caracteriza o Plano como gradativo, contínuo, flexível e participativo.

 

O Plano de Manejo é gradativo, porque a evolução dos conhecimentos sobre os recursos da Unidade de Conservação, ao longo das três Fases, condiciona a ampliação e o aprofundamento das ações de manejo sobre os seus recursos.

 

O Plano é contínuo, porque cada nova Fase sempre englobará os conhecimentos e as ações da Fase precedente. Além disto, cada nova Fase será planejada já durante a implementação da Fase anterior, não existindo interrupção entre as Fases.

 

O Plano de Manejo é flexível, porque sua estrutura apresenta a possibilidade de agregar novos conhecimentos e eventuais correções ao manejo durante a implementação de qualquer das Fases. As ações de monitoria e reavaliação efetuadas durante a implantação do Plano indicarão a necessidade de se fazer ou não tais correções.

 

O Plano é participativo, porque sua elaboração prevê o envolvimento da sociedade no planejamento, através das Oficinas de Planejamento. Além disso, sua estrutura prevê ações no entorno das Unidades visando a cooperação das populações vizinhas e a melhoria da sua qualidade de vida.

 

A passagem de uma Fase para outra ocorrerá quando o conhecimento científico houver atingido suficiente profundidade e houver um bom grau de implementação das ações previstas, especialmente aquelas que são pré-requisitos para a Fase seguinte. A disponibilidade de recursos para proceder-se aos estudos necessários para a mudança de Fase também é fator condicionante neste processo.

 

 

Composição do Roteiro Metodológico

O "Roteiro Metodológico para o Planejamento das Unidades de Conservação de Uso Indireto" apresenta um novo roteiro para a elaboração do Plano de Manejo dos recursos naturais nas unidades de conservação de uso indireto, ao nível federal, oferecendo também orientação para o planejamento das unidades de conservação estaduais e municipais.

 

A motivação para tal iniciativa foi:

 

A necessidade de se dotar o maior número possível de unidades de conservação com diretrizes atualizadas de manejo, possibilitando, assim, que estas venham a cumprir com os objetivos para as quais foram criadas;

 

A otimização de recursos financeiros e humanos na elaboração do planejamento das Unidades;

 

A necessidade de obter de forma processual maiores conhecimentos para o manejo de uma unidade de conservação;

 

A obtenção de um maior apoio dos diversos atores relacionados direta ou indiretamente com a Unidade, através de um processo participativo, envolvendo-os no planejamento e na implementação.

 

O Roteiro Metodológico divide-se nas seguintes partes:

Parte A - Apresenta o Roteiro Metodológico.

Conteúdo:

 

Objetivo do Roteiro Metodológico;

 

Composição do Roteiro Metodológico;

 

Parte B - Apresenta a Visão Sistêmica do Planejamento, mostrando um panorama geral de todo o processo e sua evolução no tempo, além do marco conceitual em que se insere.

Conteúdo:

 

Visão Sistêmica do Planejamento;

 

Conceito de Plano de Manejo;

 

Visão geral do Planejamento;

 

Estrutura do Plano de Manejo;

 

Aspectos Específicos do Processo;

 

Conhecendo a Metodologia

Parte C - Apresenta a Metodologia de Elaboração do Plano de Manejo, ordenando desta maneira as distintas etapas que devem ser implementadas para a consecução do mesmo. Esta é a parte do documento que, de forma geral, mostra o "como fazer", ou seja, a metodologia do trabalho.

Conteúdo:

 

Metodologia de Elaboração do Plano de Manejo;

 

Fase 1 - Elaboração do Plano de Manejo;

Nesta fase, iniciam-se ações visando conhecer e minimizar impactos, além de fortalecer a proteção da Unidade e sua integração com as comunidades vizinhas.

 

Fase 2 - Elaboração do Plano de Manejo;

Este é o momento de aprofundar o conhecimento, iniciar ações de proteção da diversidade biológica da UC e incentivar alternativas de desenvolvimento das áreas vizinhas.

 

Fase 3 - Elaboração do Plano de Manejo;

Nesta fase, continuam as ações visando ampliar o conhecimento sobre a realidade da UC e iniciam-se ações específicas de manejo dos recursos naturais, assegurando sua evolução e proteção.

 

Uma das mais preservadas coberturas vegetais da Mata Atlântica, abrigando florestas virgens, vales e montanhas intocadas, rios e cachoeiras de águas cristalinas, além de mais de 300 cavernas. O Petar foi criado em 1958 e atualmente é administrado pelo instituto florestal que cuida da infra estrutura implantada.

 

Fundação Florestal inicia planos de manejo espeleológicos.

 

Em 2009 começou o trabalho de construção dos planos de manejo Espeleológicos de cavernas do Parque PETAR e demais áreas de conservação da região.

 

Estes planos de manejo vão organizar o uso das cavernas para o turismo e criar orientações para as intervenções futuras de modo reduzir ao mínimo os impactos do homem nas visitações às cavernas.

 

Já desde o início do século XX acontece alguma atividade turística nas cavernas do Vale do Ribeira, inicialmente no Núcleo Caboclos do PETAR e no atual Parque Ecológico Caverna do Diabo. Nestes mais de 50 anos de visitação às cavernas, os perfis do público foram variados. Nos parques predominam estudantes de primeiro e segundo graus, famílias e grupos de amigos; mas também pesquisadores e Espeleológicos que se dedicam à exploração e estudos das cavidades subterrâneas.

 

Com o aumento do número de visitantes, cada vez mais é necessário organizar a visitação de modo a preservar a imensa riqueza natural destas cavernas e propiciar sua apreciação pelas próximas gerações. (Fonte: Instituto Florestal). O PETAR está dividido em quatro núcleos de visitação: Núcleo Santana, Ouro Grosso, Casa de Pedra e Caboclos.

 

O PETAR não é apenas um local para se descansar e curtir a natureza. É também um lugar para se praticar muitos esportes radicais.

Postado
  • Membros

Oi, Guilherme. Adorei o seu relato. O Est. de São Paulo têm muitos locais maravilhosos, cujo destinos turísticos ainda não entraram na "boca da mídia". Petar é um desses pontos turísticos. Já fui 3 vezes, e hoje têm muitas cavernas cuja visitação está proibida.

A Trilha do Rio Betari é a + díficil daquele Núcleo, mas a paisagem, como vc. mesma verificou, é indescritível.

Deixo aqui dicas de alguns locais do Bairro Serra para vc. desbravar nas suas próximas aventuras, além das cavernas do Núcleo Santana que vc. ainda não conheceu (Santana, Couto, Morro Preto, Cachoeira do Couto)

Caverna do Alambari de baixo (uma aventura diferente - leve um saco estanque p/colocar a s/câmera).

Cachoeiras Sem Fim (propriedade privada)

Caverna Ouro Grosso (atualmente interditada parcialmente, não sei até que ponto está permitida a visita desta caverna)

Bóia Cross (dependendo da época, torna-se um rala-cross) - em todas as minhas viagens, não deixei de fazer essa atividade, mesmo na viagem que consegui pinçar o meu nervo ciático, eu fiz. É a atividade onde deixo o meu estress.

As demais cavernas, nem vou postar, pois não tenho a certeza se está aberta p/visitação.

Certamente esse ano estarei indo novamente p/Petar com uma turma de trilheiros.

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