Ir para conteúdo

Israel derruba restrição de tempo de aplicação da vacina


Posts Recomendados

  • Membros

Como parte da reabertura do Turismo para a entrada em Israel, o “Gabinete Corona” aprovou ontem à noite (7), em um referendo por telefone, novas diretrizes para o Turismo em grupo iniciado pelo ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, e pelo ministro do Turismo, Yoel Razvozov.

De acordo com o novo esquema que entrará em vigor amanhã (9), grupos de turistas com duas vacinas podem entrar em Israel mesmo que tenham se passado mais de seis meses da data de recebimento da vacina, desde que atendam às seguintes condições:

A permissão de entrada foi recebida do Ministério do Turismo antes da chegada do grupo em Israel;
Todos os membros do grupo foram vacinados com vacinas aprovadas pela Organização Mundial de Saúde (mesmo que tenham se passado mais de seis meses desde a vacina);
Todos os membros do grupo devem vir de países “verdes” e “amarelos” de acordo com a classificação do Ministério da Saúde de Israel;
O grupo viajará em “cápsula”, com restrição de locomoção em locais com maior risco de infecção;
O grupo deve ter entre cinco e 40 turistas;
Durante os primeiros sete dias de sua estada, os turistas não protegidos estarão sempre em posse de um teste PCR negativo feito nas 72 horas anteriores ou um teste de antígeno negativo feito nas 24 horas anteriores;
O líder do grupo reportará ao Ministério do Turismo de Israel sobre a realização dos testes conforme necessidade e fornecerá informações, se necessário, sobre a conduta do grupo, contatos, locais e horários de visita, ao investigador epidemiológico, no caso de um do grupo teste positivo para covid-19.

O Brasil, por enquanto, permanece na lista de países “laranja”.

Mais informações:

https://m.panrotas.com.br/mercado/destinos/2021/11/israel-derruba-restricao-de-tempo-de-aplicacao-da-vacina/185503

Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por Roberto Brandão
      Com mais de 50% da população com esquema vacinal completo contra a Covid-19, o Brasil vê cada vez mais fronteiras se abrirem para seus turistas. Em São Paulo, por exemplo, a imunização tem sido tão eficiente quanto em países ricos com alta cobertura vacinal.
      Veja aqui uma lista dos 27 países da União Europeia e alguns dos principais da América Latina que autorizam ou não a entrada de turistas brasileiros atualmente.
      Veja no link abaixo mais informações:
      https://www.jornaldeturismo.tur.br/noticias/62-internacional/86264-saiba-o-que-os-27-paises-da-uniao-europeia-exigem-atualmente-dos-turistas-brasileiros
    • Por Roberto Brandão
      09/11/2021 11:05:00  | Rodrigo Vieira     Rovena Rosa/Agência Brasil Coronavac será aceita na Inglaterra
      A partir de 22 de novembro, o Reino Unido vai aceitar visitantes internacionais vacinados com Coronavac e todos os outros imunizantes aplicados no Brasil. O secretário de Transportes britânico, Grant Shapps, comunicou que todas as vacinas aprovadas na lista emergencial da Organização Mundial da Saúde (OMS) serão reconhecidas pelo seu governo.

      Coronavac (Sinovac), Pfizer, Janssen e AstraZeneca, portanto estarão liberadas no Reino Unido a partir de 22 de novembro. "Este será mais um grande passo na reabertura de nosso Turismo globalmente", afirmou Shapps, de carona na comemoração da reabertura do Reino Unido para os norte-americanos.
      Mais informações:
      https://m.panrotas.com.br/mercado/destinos/2021/11/reino-unido-aceitara-todas-as-vacinas-aplicadas-no-brasil/185510
    • Por Roberto Brandão
      O Ministério da Saúde orientou a aplicação da terceira dose dos imunizantes contra a covid-19 da Pfizer ou da AstraZeneca para qualquer pessoa vacinada com a Coronavac que irá fazer viagens internacionais a países que não aceitam o produto fabricado pelo Instituto Butantan.
      Foi autorizada também a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da AstraZeneca para 28 dias, e da Pfizer para 21 dias. Os métodos de comprovação de viagem ficam a cargo de cada Estado e município.
      Mais informações:
      https://valor.globo.com/brasil/noticia/2021/11/05/ministerio-da-saude-libera-3a-dose-de-astra-ou-pfizer-para-quem-tomou-coronavac-e-vai-viajar.ghtml
    • Por Renatao1502435084
      Fala galera viajante. 
      Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 
      29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça.
      30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel.
       
      O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham.
      A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades:
      1.      Tel Aviv
      2.      Jerusalem
      3.      Bethelen (Palestina)
      4.      Masada
      5.      Haifa
      6.      Tiberiades

       
       
      31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv
       
      Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo.
       
      Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia
       
      Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato 
       
       
      Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv
      A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". 
       
      Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS.
       
      Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si.  Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil.
       
      2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town

       
      Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável.
      Muro das Lamentações
       
      03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS.  Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido.
      Torre de Davi
       
       
      Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana.
      Jerusalém vista do Monte das Oliveiras
       
       
      04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada.
      No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga.

       
      Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina.
      Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional.
      A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point  é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina.
       
      05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais"
      É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path"
      Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada
      Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano.
      Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus.
       
       
      Dia 06/02/2020:  Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história.

      07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is.
      Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel
      Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 
       
      08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes.

      Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica.
       
      Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia.
      Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado.
      Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia.
      Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração 
      Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. 
      Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. 
      Obrigado a todos!
       
       
       
      ­­­­
    • Por Paulo Ana
      Bom dia amiguinhos , desde já quero me apresentar , sou o Paulo Rodrigues , natural de Portugal , amante de viagens , desta vez eu e minha mulher decidimos visitar Israel , apesar de esta situação do covid 19 ainda consefuimos ir e voltar sem problemas , deixo vos alguns videos produzidos por mim , se puderem sigam também meu canal , abaixo os videos :
      Mar Morto : https://youtu.be/OOt69JKZ5Fg
      Jerusalém: https://youtu.be/yUaP44fq8f0
      Eilat : https://youtu.be/FZhWzwnAdIU
       
      Qualquer duvida ou questão que tenham podem colocar.
×
×
  • Criar Novo...