[align=justify]Essa foi uma mochilada bem família, pois foram na viagem eu, Jailson (maridão), as crianças Maria Clara (5 anos), João Pedro (9 anos), Selene (filha) e Paulo Ricardo (genro).
Os planos iniciais eram passar o Natal em La Paz e seguir para Arica e passar o Ano Novo na beira do mar.
Saímos de Cuiabá no dia 20 de dezembro para percorrer estradas já conhecidas (Cuiabá > Cáceres > San Matias > Santa Cruz), como é período de chuvas a carretera entre San Matias e Concepcion, que é de rípio esta muito ruim, então gastamos em torno de 20 horas para percorrer 750 km.
Chegando em Santa Cruz de la Sierra fomos para o aptº de minha cunhada e problemas de saúde me fizeram ficar em Santa Cruz até depois do Natal.
Em Santa Cruz estava chovendo muito, na noite do dia 24 para 25, começou a chover as 21 horas e não sei que horas parou, pois logo depois da meia-noite fomos dormir, já que não conseguimos sair de casa. Até os fogos de artifícios que sempre iluminam os céus da cidade nessa noite foram cancelados.
Como já estava me sentindo bem, seguimos viagem para La Paz no dia 25, pela TransCopacabana MEM, em um bus-cama de três fileiras, saindo às 15h e chegando em La Paz às 6 horas da manhã seguinte.
Nós primeiros dias ficamos hospedados no Hotel Torino, (continua muito bom o atendimento e o custo x benefício) mais estando em 4 adultos e 2 crianças e como iriamos passar várias dias na cidade e não obtivemos descontos o que iria pesar bastante no nosso orçamento, optamos por mudar de hotel e fomos para o Hostel Gloria.
No dia em que chegamos à La Paz (26.12) o governo de Evo Morales baixou um decreto abolindo a isenção nos combustíveis, o que encareceu o mesmo, começava ai uma série de manifestações que iria cumina com um “paro” total no dia 30.12. Esse “paro” foi de 24 horas, mais se nada acontecesse já tinha outro previsto para o dia 02.01.2011 de 72 horas.
Nesse dia teve uma guerra campal em plena Plaza Murillo e nas calles adjacentes, entre a polícia e os manifestantes da várias centrais obreras.
Na divisa entre La Paz e El Alto, a “traca” foi totalmente incendiada pelos manifestantes.
Até os motoristas de táxis estavam proibidos de circular, quem desobedecia, levava surra de “borracha” dos manifestantes.
Nesse dia por toda La Paz e El Alto o que se via eram pessoas caminhando ou então esperando em pontos pré-determinas pelo transporte oferecido pelo governo, em caminhões.
Os preços e a situação caótica voltariam ao normal na noite do dia 31.12, quando Evo fez um pronunciamento a nação através da rede de televisão local, voltando atrás em sua decisão e depois saiu pela porta da frente do Palácio Quemado para cumprimentar o povo.
A situação dos transporte só se normalizou plenamente do dia 02 para o dia 03 de janeiro.
Apesar de todos os contratempos passeamos bastante pela cidade com as crianças. Fomos no Zoológico, no Parque Mallasa, no Mirador Laikakota, no Mirador Killi-Killi, no Estádio Hernando Siles e nas várias praças do centro onde as crianças adoram brincar.
Desde que chegamos em La Paz e fomos verificar o preços das passagens para Arica, no Chile, descobrimos que elas tinham tido uma alta de mais de 100% devido ao aumento dos combustíveis e que as viagens não estavam acontecendo em todas as empresas, pois com a elevação do preços e as várias manifestações, poucas pessoas estavam viajando.
As passagens que eram vendidas entre 80 e 120 bol. estavam custando entre 200 e 300 bol. Sem confirmação da viagem.
Como estávamos com crianças, resolvemos deixar Arica para outra viagem e permanecer em La Paz, onde ficamos até o dia 06 de janeiro.[/align]
[align=justify]Essa foi uma mochilada bem família, pois foram na viagem eu, Jailson (maridão), as crianças Maria Clara (5 anos), João Pedro (9 anos), Selene (filha) e Paulo Ricardo (genro).
Os planos iniciais eram passar o Natal em La Paz e seguir para Arica e passar o Ano Novo na beira do mar.
Saímos de Cuiabá no dia 20 de dezembro para percorrer estradas já conhecidas (Cuiabá > Cáceres > San Matias > Santa Cruz), como é período de chuvas a carretera entre San Matias e Concepcion, que é de rípio esta muito ruim, então gastamos em torno de 20 horas para percorrer 750 km.
Chegando em Santa Cruz de la Sierra fomos para o aptº de minha cunhada e problemas de saúde me fizeram ficar em Santa Cruz até depois do Natal.
Em Santa Cruz estava chovendo muito, na noite do dia 24 para 25, começou a chover as 21 horas e não sei que horas parou, pois logo depois da meia-noite fomos dormir, já que não conseguimos sair de casa. Até os fogos de artifícios que sempre iluminam os céus da cidade nessa noite foram cancelados.
Como já estava me sentindo bem, seguimos viagem para La Paz no dia 25, pela TransCopacabana MEM, em um bus-cama de três fileiras, saindo às 15h e chegando em La Paz às 6 horas da manhã seguinte.
Nós primeiros dias ficamos hospedados no Hotel Torino, (continua muito bom o atendimento e o custo x benefício) mais estando em 4 adultos e 2 crianças e como iriamos passar várias dias na cidade e não obtivemos descontos o que iria pesar bastante no nosso orçamento, optamos por mudar de hotel e fomos para o Hostel Gloria.
No dia em que chegamos à La Paz (26.12) o governo de Evo Morales baixou um decreto abolindo a isenção nos combustíveis, o que encareceu o mesmo, começava ai uma série de manifestações que iria cumina com um “paro” total no dia 30.12. Esse “paro” foi de 24 horas, mais se nada acontecesse já tinha outro previsto para o dia 02.01.2011 de 72 horas.
Nesse dia teve uma guerra campal em plena Plaza Murillo e nas calles adjacentes, entre a polícia e os manifestantes da várias centrais obreras.
Na divisa entre La Paz e El Alto, a “traca” foi totalmente incendiada pelos manifestantes.
Até os motoristas de táxis estavam proibidos de circular, quem desobedecia, levava surra de “borracha” dos manifestantes.
Nesse dia por toda La Paz e El Alto o que se via eram pessoas caminhando ou então esperando em pontos pré-determinas pelo transporte oferecido pelo governo, em caminhões.
Os preços e a situação caótica voltariam ao normal na noite do dia 31.12, quando Evo fez um pronunciamento a nação através da rede de televisão local, voltando atrás em sua decisão e depois saiu pela porta da frente do Palácio Quemado para cumprimentar o povo.
A situação dos transporte só se normalizou plenamente do dia 02 para o dia 03 de janeiro.
Apesar de todos os contratempos passeamos bastante pela cidade com as crianças. Fomos no Zoológico, no Parque Mallasa, no Mirador Laikakota, no Mirador Killi-Killi, no Estádio Hernando Siles e nas várias praças do centro onde as crianças adoram brincar.
Desde que chegamos em La Paz e fomos verificar o preços das passagens para Arica, no Chile, descobrimos que elas tinham tido uma alta de mais de 100% devido ao aumento dos combustíveis e que as viagens não estavam acontecendo em todas as empresas, pois com a elevação do preços e as várias manifestações, poucas pessoas estavam viajando.
As passagens que eram vendidas entre 80 e 120 bol. estavam custando entre 200 e 300 bol. Sem confirmação da viagem.
Como estávamos com crianças, resolvemos deixar Arica para outra viagem e permanecer em La Paz, onde ficamos até o dia 06 de janeiro.[/align]