Montei o roteiro da viagem pela América Central baseado no livro Lonely Planet: “Central América on a Shoestring” 6° Edition e em 2 relatos brilhantes aqui do mochileiros:
Já agradeci ambos e agradeço novamente, já que esses relatos me ajudaram muito a compor o roteiro.
A viagem foi excepcional e superou em muito minhas expectativas. Compramos todos os vôos de uma vez, utilizando o “multitrecho” no site da Copa Airlines e a viagem foi da seguinte forma:
Costa Rica – 4 dias
Guatemala – 7 dias
Belize – 3 dias
México – 6 dias
Panamá – 1 dia
Costa Rica
Chegada pela manhã em San José. Seguimos direto para La Fortuna que é a capital dos esportes radicais da Costa Rica.
O ônibus de San José para La Fortuna custa 8 doláres e sai às 11:30 da manhã do terminal de buses de San José. (3 horas de viagem)
Hospedagem em La Fortuna foi um dos melhores albergues que já fiquei na vida.
Nos 3 dias em La Fortuna, fizemos Canyoning, Canopy e fomos até o Vulcào Arenal. Infelizmente o vulcão estava inativo, mas a paisagem é muito bonita.
A trilha tem a vista pro Vulcão e pro lago arenal.
No fundo do lago há um vilarejo que foi destruído pelo vulcão. Depois foi feita uma barragem e inundado o vilarejo, dando origem ao lago arenal. Durante os meses de abril e maio pode-se mergulhar no lago. Dizem que é bem interessante.
Nos disseram que haviam 2 meses que o vulcão estava inativo. Quando isso ocorre, a população fica preocupada, porque geralmente depois de um tempo ele volta com força total.
O Canopy surpreendeu. Tinham 10 cabos. O mais extenso tinha 960 metros de comprimento e o mais alto 200 metros de altura e as vistas da floresta eram fantásticas.
Em todos os 3 passeios se tem bastante contato com a natureza e a oportunidade de ver alguns animais, como Bichos Preguiças, macacos, tucanos de bico verde e sapos coloridos. Diz a lenda que um dos sapos é alucinógeno, mas como ficou a dúvida, nem rolou de experimentar...
A partir de La Fortuna podem-se fazer 2 raftings. Rio Toro e Rio Pacuare. O Rio Toro tem uma maior sequência de corredeiras, enquanto o Pacuare, que também tem corredeiras nível IV e o cenário mais bonito. O campeonato mundial de Rafting de 2011 será disputado no rio Pacuare.
Optamos pelo Rio Pacuare, que depois do Rafting já nos deixava em San José, Sem precisar voltar a La Fortuna.
Ao invés de ficar em San José, que nos pareceu sem atrativos, optamos por ficar em uma cidade próxima chamada Alajuela. Essa cidade tem a localização estratégica, pois fica no caminho do Vulcão Poás e a apenas 3 km do aeroporto.
O hostel fica a apenas 2 quadras da rodoviária, onde se pega o bus pro vulcão poás. O bus custa 4 dolares e sai 9 da manhã e retorna do vulcão 14:30 da tarde.
O hostel tem uma van que leva a galera pro aeroporto de graça, mas ela sai só em alguns horários. O taxi custa 3 dólares.
A moeda na Costa Rica é o Colón, mas aceitam dólares para tudo. Algumas coisas são um pouco caras, como os passeios em La Fortuna, mas são muito organizados e de boa qualidade, valem cada centavo. O país é exemplo de organização no ecoturismo e em preservação ambiental.
Choveu todos os dias em La Fortuna, o que foi muito bom. Deixou o Canopy mais rápido e deu mais emoção ao Canyoning. As florestas são muito bonitas, principalmente a floresta na qual passa o rio pacuare.
Guatemala
Chegamos tarde da noite em Ciudad Guatemala e não tínhamos outra opção a não ser pegar um táxi até Antigua. 20 Dólares pra 4 pessoas. O taxista fez um terrorismo danado sobre a violência no país, mas não tivemos qualquer problema durante os dias lá.
Albergue muito bom. De lá eles me deram altas dicas da Guatemala, principalmente como ir pro lago e do lago pra Semuc Champey. Inicialmente eu tava pensando em conhecer o lago em um dia, como li em relatos aqui. Mas nesse albergue ouvi a seguinte frase: “se quer conhecer a verdadeira Guatemala, conheça as cidades ao redor do lago Atitlán.
Em frente o hostel tem um barzinho irado chamado Café no sé. A cidade de Antigua é muito legal. Várias ruínas e igrejas para visitar. Destaque para o Convento Las Capuchinas. A cidade é cercada por 3 vulcões. Enquanto andávamos pela cidade o vulcão fuego começou a fumegar.
De antigua fomos conhecer o vulcão Pacaya. Contratamos o passeio no hostel e custou 10 dolares por pessoa. A van chegou pra nos pegar, o guia abriu a porta da van de deixou uma escopeta cair no chão. Essa hora comecei a perceber que muitas pessoas na Guatemala andam armados.
Em maio desse ano houve uma grande erupção no Pacaya que destruiu o topo do vulcão. Morreu um repórter que fazia a cobertura da erupção. Por causa dessa erupção não é possível mais ver os rios de lava que antes se podia ver, mas pode-se subir e ver lava por uns buracos. Inclusive assamos marshmallow na lava. Irado!!!
De Antigua pegamos uma Van até Panajachel. Lá dormimos em uns quartos chamados Mario’s Rooms. Fica na rua que tem uma feirinha, perto do lago. Começamos ter mais contato com os guatemaltecos e sua cultura. Tem uma feirinha típica perto de onde ficamos. As vistas do lago são muito bonitas.
De lá fomos a São Marcos de barco, 25 quetzales por pessoa, onde passamos o dia, mas não dormimos. Cidadezinha maia na beira do lago. Varias trilhazinhas entre as casas, crianças por toda parte, trajes típicos. Cidade para relaxar. Varios restaurantes, casas de massagem, pousadas no meio de pequenas trilhazinhas. Me senti na ilha do mel antes de chegar na parte de cima que tem ruas. Depois de passar o dia pegamos um Tuk-tuk até San Pedro (10 quetzales por pessoa).
San Pedro é a cidadezinha das baladas. Festas, bares e restaurantes. Buddha Bar e Freedom são os principais, onde rola música ao vivo. Pra nossa surpresa, no Freedom estava tocando um brasileiro. Foi o primeiro (e único) que encontramos na Guatemala. O projeto chama Bizouro Manganga. O brasileiro toca percusão e tem uma Costarriquenha que faz remixagem de música eletrônica. Curti muito o som dos 2. Nessa noite tomamos mescal, uma bebida mexicana que vem com um verme dentro. A ultima dose tem que tomar com o verme. Ficamos no Hotel Mikaso, que apesar do nome, é um hostel, com dormitórios muito baratos e uma vista impressionante do lago. 45 quetzales por pessoa no dormitório.
De San Pedro, pegamos o barco de volta para Panajachel (muito cedo) e pegamos uma van para Lanquín (80 quetzales). Essa viagem demorou demais. A estrada principal que liga Antigua a Panajachel estava interditada por causa da chuva e teve que se pegar uma estrada alternativa sinistra. Pegamos um transito feio dentro de Ciudad Guatemala e fomos chegar em Lanquín só de noite.
Em Lanquín ficamos no hostel El Retiro, muito bem recomendado aqui no fórum. Gostei muito!!! No meio da floresta, com o rio passando embaixo... legal demais!!!! 75 quetzales o dormitório.
De lá fizemos um passeio até Semuc Champey. O passeio é o seguinte... Pega-se o pau de arara 8 da manhã e chega até a beira do rio. Cada um pega uma vela e acende e todo mundo entra dentro de uma caverna muito louca, com água até a cintura. A caverna é bem legal... cheia de morcegos, tem lugar que tem que mergulhar pra passar e subir segurando em cordas. Depois de 1 hora e meia dentro da caverna, cada um pega uma uma camara de ar e desce o rio de bóia cross. Depois disso veio o turismo sem noção. Um balanço que cai dentro do rio.
Um sueco que estava com a gente saltou antes e caiu de costas nas pedras na margem do rio. Ele ralou muito as costas, por pouco não acontece nada mais sério. Mesmo depois desse acidente, o guia levou todo mundo pra pular de uma ponte de 10 metros de altura. Sinistro!!! Depois disso, o gran finale, Semuc Champey... uma obra prima da natureza.
Subimos primeiro ao mirante e depois ficamos nadando nas piscinas naturais. Tava muito sol no dia e a água bem quente.
De Lanquín pegamos uma Van para Flores (60 quetzales). Saiu 8 da manhã e chegou 4 da tarde em Flores. A van passa em uma Balsa.
Flores é uma ilha no meio de um lago. Legal a cidadezinha. Pode-se negociar tudo. Chegamos ao Hostel Los amigos, que foi bem recomendado, mas estava lotado. Só haviam rede disponíveis. Fiquei na rede por 30 quetzales.
No albergue contratamos a van com guia para Tikal. 100 quetzales por pessoa. Valeu muito o guia pra explicar tudo!!! O passeio foi fantástico... fiquei impressionado com os macacos berrando... vimos muitos bichos... pássaros muito bonitos, crocodilos, quatis, capivaras...
as ruínas são bem legais... Pra mim foi um dos pontos altos da viagem, junto com Semuc champey e o mergulho no Blue hole. Falo pra vocês que Tikal é tão impressionante ou até mais que Macchu Pichu. As ruínas do México nem tiveram graça depois de Tikal... fiquei apaixonado com o lugar...
De Flores pegamos uma van que nos levaria até Belize City, mas tivemos problemas com o visto de Belize e a Van não nos esperou. O cônsul de Belize não estava là e tivemos que esperá lo por 2 horas pra poder conceder o visto e a gente entrar no país... aliás, isso foi revoltante, porque nem argentino precisa de visto. Segundo o cônsul, só Brasileiro e Japonês... Cadê nossa diplomacia???????
Montei o roteiro da viagem pela América Central baseado no livro Lonely Planet: “Central América on a Shoestring” 6° Edition e em 2 relatos brilhantes aqui do mochileiros:
america-central-e-mexico-30-dias-t43020.html
guatemala-belize-e-costa-rica-panama-23-dias-t35172.html
Já agradeci ambos e agradeço novamente, já que esses relatos me ajudaram muito a compor o roteiro.
A viagem foi excepcional e superou em muito minhas expectativas. Compramos todos os vôos de uma vez, utilizando o “multitrecho” no site da Copa Airlines e a viagem foi da seguinte forma:
Costa Rica – 4 dias
Guatemala – 7 dias
Belize – 3 dias
México – 6 dias
Panamá – 1 dia
Costa Rica
Chegada pela manhã em San José. Seguimos direto para La Fortuna que é a capital dos esportes radicais da Costa Rica.
O ônibus de San José para La Fortuna custa 8 doláres e sai às 11:30 da manhã do terminal de buses de San José. (3 horas de viagem)
Hospedagem em La Fortuna foi um dos melhores albergues que já fiquei na vida.
Arenal Backpackers Resort – 14 dolares quarto compartido http://arenalbackpackersresort.com/
Nos 3 dias em La Fortuna, fizemos Canyoning, Canopy e fomos até o Vulcào Arenal. Infelizmente o vulcão estava inativo, mas a paisagem é muito bonita.
A trilha tem a vista pro Vulcão e pro lago arenal.
No fundo do lago há um vilarejo que foi destruído pelo vulcão. Depois foi feita uma barragem e inundado o vilarejo, dando origem ao lago arenal. Durante os meses de abril e maio pode-se mergulhar no lago. Dizem que é bem interessante.
Nos disseram que haviam 2 meses que o vulcão estava inativo. Quando isso ocorre, a população fica preocupada, porque geralmente depois de um tempo ele volta com força total.
O Canopy surpreendeu. Tinham 10 cabos. O mais extenso tinha 960 metros de comprimento e o mais alto 200 metros de altura e as vistas da floresta eram fantásticas.
Em todos os 3 passeios se tem bastante contato com a natureza e a oportunidade de ver alguns animais, como Bichos Preguiças, macacos, tucanos de bico verde e sapos coloridos. Diz a lenda que um dos sapos é alucinógeno, mas como ficou a dúvida, nem rolou de experimentar...
A partir de La Fortuna podem-se fazer 2 raftings. Rio Toro e Rio Pacuare. O Rio Toro tem uma maior sequência de corredeiras, enquanto o Pacuare, que também tem corredeiras nível IV e o cenário mais bonito. O campeonato mundial de Rafting de 2011 será disputado no rio Pacuare.
Optamos pelo Rio Pacuare, que depois do Rafting já nos deixava em San José, Sem precisar voltar a La Fortuna.
Ao invés de ficar em San José, que nos pareceu sem atrativos, optamos por ficar em uma cidade próxima chamada Alajuela. Essa cidade tem a localização estratégica, pois fica no caminho do Vulcão Poás e a apenas 3 km do aeroporto.
Ficamos no Alajuela Backpackers e pagamos 12 dolares. http://alajuelabackpackers.com/
O hostel fica a apenas 2 quadras da rodoviária, onde se pega o bus pro vulcão poás. O bus custa 4 dolares e sai 9 da manhã e retorna do vulcão 14:30 da tarde.
O hostel tem uma van que leva a galera pro aeroporto de graça, mas ela sai só em alguns horários. O taxi custa 3 dólares.
A moeda na Costa Rica é o Colón, mas aceitam dólares para tudo. Algumas coisas são um pouco caras, como os passeios em La Fortuna, mas são muito organizados e de boa qualidade, valem cada centavo. O país é exemplo de organização no ecoturismo e em preservação ambiental.
Choveu todos os dias em La Fortuna, o que foi muito bom. Deixou o Canopy mais rápido e deu mais emoção ao Canyoning. As florestas são muito bonitas, principalmente a floresta na qual passa o rio pacuare.
Guatemala
Chegamos tarde da noite em Ciudad Guatemala e não tínhamos outra opção a não ser pegar um táxi até Antigua. 20 Dólares pra 4 pessoas. O taxista fez um terrorismo danado sobre a violência no país, mas não tivemos qualquer problema durante os dias lá.
Albergue muito bom. De lá eles me deram altas dicas da Guatemala, principalmente como ir pro lago e do lago pra Semuc Champey. Inicialmente eu tava pensando em conhecer o lago em um dia, como li em relatos aqui. Mas nesse albergue ouvi a seguinte frase: “se quer conhecer a verdadeira Guatemala, conheça as cidades ao redor do lago Atitlán.
O albergue foi El hostal, 75 Quetzales - http://www.brazilian.hostelworld.com/hosteldetails.php/El-Hostal/Antigua/20548
Em frente o hostel tem um barzinho irado chamado Café no sé. A cidade de Antigua é muito legal. Várias ruínas e igrejas para visitar. Destaque para o Convento Las Capuchinas. A cidade é cercada por 3 vulcões. Enquanto andávamos pela cidade o vulcão fuego começou a fumegar.
De antigua fomos conhecer o vulcão Pacaya. Contratamos o passeio no hostel e custou 10 dolares por pessoa. A van chegou pra nos pegar, o guia abriu a porta da van de deixou uma escopeta cair no chão. Essa hora comecei a perceber que muitas pessoas na Guatemala andam armados.
Em maio desse ano houve uma grande erupção no Pacaya que destruiu o topo do vulcão. Morreu um repórter que fazia a cobertura da erupção. Por causa dessa erupção não é possível mais ver os rios de lava que antes se podia ver, mas pode-se subir e ver lava por uns buracos. Inclusive assamos marshmallow na lava. Irado!!!
De Antigua pegamos uma Van até Panajachel. Lá dormimos em uns quartos chamados Mario’s Rooms. Fica na rua que tem uma feirinha, perto do lago. Começamos ter mais contato com os guatemaltecos e sua cultura. Tem uma feirinha típica perto de onde ficamos. As vistas do lago são muito bonitas.
De lá fomos a São Marcos de barco, 25 quetzales por pessoa, onde passamos o dia, mas não dormimos. Cidadezinha maia na beira do lago. Varias trilhazinhas entre as casas, crianças por toda parte, trajes típicos. Cidade para relaxar. Varios restaurantes, casas de massagem, pousadas no meio de pequenas trilhazinhas. Me senti na ilha do mel antes de chegar na parte de cima que tem ruas. Depois de passar o dia pegamos um Tuk-tuk até San Pedro (10 quetzales por pessoa).
San Pedro é a cidadezinha das baladas. Festas, bares e restaurantes. Buddha Bar e Freedom são os principais, onde rola música ao vivo. Pra nossa surpresa, no Freedom estava tocando um brasileiro. Foi o primeiro (e único) que encontramos na Guatemala. O projeto chama Bizouro Manganga. O brasileiro toca percusão e tem uma Costarriquenha que faz remixagem de música eletrônica. Curti muito o som dos 2. Nessa noite tomamos mescal, uma bebida mexicana que vem com um verme dentro. A ultima dose tem que tomar com o verme. Ficamos no Hotel Mikaso, que apesar do nome, é um hostel, com dormitórios muito baratos e uma vista impressionante do lago. 45 quetzales por pessoa no dormitório.
De San Pedro, pegamos o barco de volta para Panajachel (muito cedo) e pegamos uma van para Lanquín (80 quetzales). Essa viagem demorou demais. A estrada principal que liga Antigua a Panajachel estava interditada por causa da chuva e teve que se pegar uma estrada alternativa sinistra. Pegamos um transito feio dentro de Ciudad Guatemala e fomos chegar em Lanquín só de noite.
Em Lanquín ficamos no hostel El Retiro, muito bem recomendado aqui no fórum. Gostei muito!!! No meio da floresta, com o rio passando embaixo... legal demais!!!! 75 quetzales o dormitório.
De lá fizemos um passeio até Semuc Champey. O passeio é o seguinte... Pega-se o pau de arara 8 da manhã e chega até a beira do rio. Cada um pega uma vela e acende e todo mundo entra dentro de uma caverna muito louca, com água até a cintura. A caverna é bem legal... cheia de morcegos, tem lugar que tem que mergulhar pra passar e subir segurando em cordas. Depois de 1 hora e meia dentro da caverna, cada um pega uma uma camara de ar e desce o rio de bóia cross. Depois disso veio o turismo sem noção. Um balanço que cai dentro do rio.
Um sueco que estava com a gente saltou antes e caiu de costas nas pedras na margem do rio. Ele ralou muito as costas, por pouco não acontece nada mais sério. Mesmo depois desse acidente, o guia levou todo mundo pra pular de uma ponte de 10 metros de altura. Sinistro!!! Depois disso, o gran finale, Semuc Champey... uma obra prima da natureza.
Subimos primeiro ao mirante e depois ficamos nadando nas piscinas naturais. Tava muito sol no dia e a água bem quente.
De Lanquín pegamos uma Van para Flores (60 quetzales). Saiu 8 da manhã e chegou 4 da tarde em Flores. A van passa em uma Balsa.
Flores é uma ilha no meio de um lago. Legal a cidadezinha. Pode-se negociar tudo. Chegamos ao Hostel Los amigos, que foi bem recomendado, mas estava lotado. Só haviam rede disponíveis. Fiquei na rede por 30 quetzales.
No albergue contratamos a van com guia para Tikal. 100 quetzales por pessoa. Valeu muito o guia pra explicar tudo!!! O passeio foi fantástico... fiquei impressionado com os macacos berrando... vimos muitos bichos... pássaros muito bonitos, crocodilos, quatis, capivaras...
as ruínas são bem legais... Pra mim foi um dos pontos altos da viagem, junto com Semuc champey e o mergulho no Blue hole. Falo pra vocês que Tikal é tão impressionante ou até mais que Macchu Pichu. As ruínas do México nem tiveram graça depois de Tikal... fiquei apaixonado com o lugar...
De Flores pegamos uma van que nos levaria até Belize City, mas tivemos problemas com o visto de Belize e a Van não nos esperou. O cônsul de Belize não estava là e tivemos que esperá lo por 2 horas pra poder conceder o visto e a gente entrar no país... aliás, isso foi revoltante, porque nem argentino precisa de visto. Segundo o cônsul, só Brasileiro e Japonês... Cadê nossa diplomacia???????
Continua...