por gvogetta » 25 Out 2011, 09:26
Olá Carlos!
Bacana o programa, mas reforço o que o Otávio já falou com propriedade: evite as fogueiras no camping selvagem! A região toda é área de preservação e as fogueiras são terminantemente proibidas! Nas áreas de camping particular precisará pedir permissão ao proprietário para tanto. Lixo então nem pensar! Acho que nem preciso falar para trazerem no retorno todos os resíduos produzidos...
As fogueiras são bacanas e tal mas causam impacto ambiental considerável, mesmo quando eficientemente controladas e extinguidas após o seu uso. Só recomendamos o seu uso em casos extremos, em situação de real necessidade de sobrevivência.
No mais, curta o passeio e repasse as técnicas mateiras aos seus sobrinhos e cunhado, é muito importante isso, mas aproveite e já os doutrine em relação a preservação ambiental e para que evitem as fogueiras.
Só mais uma dica: se possível se programem e evitem deixar para comprar as passagens em Morretes na última hora. Se possível comprem o retorno já em Curitiba, com alguma folga no horário. Especialmente em domingos e feriados a demanda por ônibus de Morretes a Curitiba é maior que a oferta, quase tive problemas com isso no último domingo. As 19:30 compramos 4 passagens de 10 ainda disponíveis no ônibus das 21:00 que era o último horário para Curitiba, único ainda com vagas - linha Antonina-Curitiba, que passava por Morretes. Logo depois um outro grupo comprou as últimas 6 passagens. Se tivéssemos demorado mais 5 minutos ficaríamos sem passagens...
Abraço!
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Getulio R. Vogetta (gvogetta)AMC - Curitiba - PR
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é ou pode ser... é preciso questionar o que se aprendeu. É preciso ir tocá-lo”.
Amyr Klink (Mar sem Fim)