Em 2011 estivemos pela primeira vez no estado de Pernambuco. Organizamos um fim de semana pra conhecer o Recife antigo, Instituto Brennand, Olinda e algumas praias do Cabo de Santo Agostinho. Na época, amigos perguntavam por que eu iria ao Recife e não pra Porto de Galinhas (?!). Cada coisa na sua vez! – dentro desse nosso cenário de aproveitar o que for possível no Brasil em fins de semana.
Levou tempo, mas surgiu uma promoção de passagens para Recife num fim de semana disponível. Então, dessa vez, fomos para Porto de Galinhas. Organizei o fim de semana de modo que desfrutássemos de quatro praias locais (PG, Maracaípe, Muro Alto e Cupe), e assim fizemos. Já perto de ir, o ótimo post da Fernanda Gotz (valeu, Fernanda!) nos deu a (ótima!) ideia de fazermos um mergulho de batismo (turístico) por lá. Assim fizemos!
Aliás, para dicas boas gerais de PG, veja esse também ótimo post do Marcos:
Chegamos tarde da noite no Recife. Alugamos um carro (conseguindo tarifas promocionais sai bem mais barato do que pagar translado) e nos mandamos pra PG. Foi tranquilo, ainda que parte da estrada esteja mal sinalizada (padrão habitual brasileiro). Em +- uma hora chegamos na cidade.
Acordamos no sábado logo cedo pra fazer o mergulho de batismo com a Ganesh. A maré baixa (0.4) era às 8:30 da manhã, mas o processo de mergulho começava às 7:30. Achei muito maneiro! Mesmo com a visibilidade um tanto turva, adoramos. Gostei sobretudo testar meu ouvido em profundidades maiores – acho que me saí bem. Katia estava com medo da coisa toda e também curtiu. Foi tudo bem tranquilo: primeiro você recebe uma rápida aulinha teórica sobre o que fazer e o que não fazer. Aí vai pra praia, pega jangada, que te leva até o ponto do mergulho. Lá eles te vestem e aí sim você mergulha. Um mergulhador profissional carrega os dois (os mergulhos são em dupla) pra lá e pra cá debaixo do mar – e, claro, bate muitas fotos (daí eu ter achado que é um batismo turistão). Próximo passo é fazer um curso de mergulho.
Depois do mergulho, pegamos a jangada até as piscinas naturais (R$ 15) mas não era necessário, bastaria ir andando/nadando pelo mar até lá. A jangada para primeiro nos corais – importante ter um bom calçado por lá --, onde você vê as piscinas cheias de peixinhos, ouriços e tudo mais. Aquela coisa turística toda. Tudo muito legal e bonito. O jangadeiro veio com um pote de ração, pra você atiçar os peixes.
Depois voltamos à jangada e paramos numa área pra nadar mesmo no mar – cheio de peixes, claro! É a hora do snorkel, uma maravilha! Nosso jangadeiro chegou a mergulhar numas cavernas (?!) por lá – entrava num canto e saía lá na frente. Ficamos um bom tempo assim e depois a jangada volta. O passeio total é coisa de 45-60 minutos.
Depois disso, ainda era “cedo“ pela manhã: antes das 10! Veja como se aproveita o dia quando acordamos cedo e planejamos as coisas! Fomos curtir a praia de Porto de Galinhas.
Depois de um bom tempo curtindo a praia, a maré começou a crescer – é meio que o fim da praia – tem lugares que a água cobre toda a areia. Era começo de tarde e resolvemos ir andando para a Praia do Maracaípe, até o Pontal. De PG ao Pontal deu uma hora andando, sempre pela praia.
No Pontal do Maracaípe curtimos um dos melhores momentos da viagem: encontro do rio com o mar, sol, águas calmas e águas mais agitadas, piscininha natural, mar, rio, foz, tinha de tudo para você escolher. E quase ninguém por lá! Era para só ficarmos um pouco e seguirmos para fazer o passeio de jangada, mas o momento estava tão bom que esticamos longamente nossa estadia no Pontal.
Voltamos um pouco pela praia, para pegamos uma entradinha sinalizada que dava no lugar de onde saem as jangadas (R$ 15) que fazem o passeio pelo Rio Maracaípe. É o famoso passeio em que o jangadeiro captura cavalo marinho para a galera observar. É um passeio simples: a jangada vai até quase a foz (lá perto de onde estávamos antes!) e retorna, parando num determinado lugar pra capturar os bichinhos. Felizmente eles são logo soltos e devolvidos ao lugar onde estavam. No nosso caso, a jangada parou também num bar no meio do rio, que estava cheio de água (era hora de maré alta).
Retornamos caminhando até PG. Depois de passear pelo centrinho (muita lojinha por lá, meio estilo Búzios-RJ, Praia do Forte-BA), jantamos e fomos dormir bem cedo. Tínhamos dormido pouco na noite anterior, era hora de recuperar as forças.
Domingo
Acordamos cedo e logo fomos curtir as piscinas naturais novamente. Dessa vez por conta própria, sem jangada. É bem tranquilo. De fato, você só vai de jangada se quiser (ao menos com aquela maré). Muitos peixinhos pra curtir.
Nosso plano do dia era curtir a praia de Muro Alto. Pegamos o carro ainda cedo e fomos para lá. Fui até um ponto que me pareceu interessante entrar e parar o carro -- não sei o nome. Sei que cheguei e um “agente local” já veio me guiar para a barraca dele. Vi as condições e gostei. Ficamos por lá até a maré acabar com a praia, ahahahah.
Muro Alto é muito bem legal, uma longa piscina natural. Nadei muito por lá, algumas vezes até os corais. Depois que a maré enche, fica complicado. Havia verdadeiros condomínios de ouriços nas piscinas formadas nos corais! Andamos pela praia para os dois cantos, esticamos até o famoso resort Nanai. Muita praia, muito espaço para curtir. Curtimos bastante.
De tarde fomos para a Praia do Cupe, acho que a menos badalada da região. Já era fim de praia, a maré estava no pico do dia, acabando com boa parte da extensão de areia. Ainda assim, curtimos uma horinha por lá. As ondas são mais puxadas ali.
De volta a PG, dessa vez exploramos um pouco o outro canto, conhecido como Borete. Curtimos o fim da tarde por lá.
Ainda tínhamos um bom tempo até retornamos ao Recife para pegarmos nosso voo de volta ao Rio. Jantamos e passeamos pelas ruas de PG.
E assim foi mais um fim de semana pra guardar na memória.
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Clique aqui para ler mais (e ver muito mais fotos) sobre esse fim de semana.
Em 2011 estivemos pela primeira vez no estado de Pernambuco. Organizamos um fim de semana pra conhecer o Recife antigo, Instituto Brennand, Olinda e algumas praias do Cabo de Santo Agostinho. Na época, amigos perguntavam por que eu iria ao Recife e não pra Porto de Galinhas (?!). Cada coisa na sua vez! – dentro desse nosso cenário de aproveitar o que for possível no Brasil em fins de semana.
Levou tempo, mas surgiu uma promoção de passagens para Recife num fim de semana disponível. Então, dessa vez, fomos para Porto de Galinhas. Organizei o fim de semana de modo que desfrutássemos de quatro praias locais (PG, Maracaípe, Muro Alto e Cupe), e assim fizemos. Já perto de ir, o ótimo post da Fernanda Gotz (valeu, Fernanda!) nos deu a (ótima!) ideia de fazermos um mergulho de batismo (turístico) por lá. Assim fizemos!
Aliás, para dicas boas gerais de PG, veja esse também ótimo post do Marcos:
dicas-de-porto-de-galinhas-t77470.html
Sábado
Chegamos tarde da noite no Recife. Alugamos um carro (conseguindo tarifas promocionais sai bem mais barato do que pagar translado) e nos mandamos pra PG. Foi tranquilo, ainda que parte da estrada esteja mal sinalizada (padrão habitual brasileiro). Em +- uma hora chegamos na cidade.
Acordamos no sábado logo cedo pra fazer o mergulho de batismo com a Ganesh. A maré baixa (0.4) era às 8:30 da manhã, mas o processo de mergulho começava às 7:30. Achei muito maneiro! Mesmo com a visibilidade um tanto turva, adoramos. Gostei sobretudo testar meu ouvido em profundidades maiores – acho que me saí bem. Katia estava com medo da coisa toda e também curtiu. Foi tudo bem tranquilo: primeiro você recebe uma rápida aulinha teórica sobre o que fazer e o que não fazer. Aí vai pra praia, pega jangada, que te leva até o ponto do mergulho. Lá eles te vestem e aí sim você mergulha. Um mergulhador profissional carrega os dois (os mergulhos são em dupla) pra lá e pra cá debaixo do mar – e, claro, bate muitas fotos (daí eu ter achado que é um batismo turistão). Próximo passo é fazer um curso de mergulho.
Depois do mergulho, pegamos a jangada até as piscinas naturais (R$ 15) mas não era necessário, bastaria ir andando/nadando pelo mar até lá. A jangada para primeiro nos corais – importante ter um bom calçado por lá --, onde você vê as piscinas cheias de peixinhos, ouriços e tudo mais. Aquela coisa turística toda. Tudo muito legal e bonito. O jangadeiro veio com um pote de ração, pra você atiçar os peixes.
Depois voltamos à jangada e paramos numa área pra nadar mesmo no mar – cheio de peixes, claro! É a hora do snorkel, uma maravilha! Nosso jangadeiro chegou a mergulhar numas cavernas (?!) por lá – entrava num canto e saía lá na frente. Ficamos um bom tempo assim e depois a jangada volta. O passeio total é coisa de 45-60 minutos.
Depois disso, ainda era “cedo“ pela manhã: antes das 10! Veja como se aproveita o dia quando acordamos cedo e planejamos as coisas! Fomos curtir a praia de Porto de Galinhas.
Depois de um bom tempo curtindo a praia, a maré começou a crescer – é meio que o fim da praia – tem lugares que a água cobre toda a areia. Era começo de tarde e resolvemos ir andando para a Praia do Maracaípe, até o Pontal. De PG ao Pontal deu uma hora andando, sempre pela praia.
No Pontal do Maracaípe curtimos um dos melhores momentos da viagem: encontro do rio com o mar, sol, águas calmas e águas mais agitadas, piscininha natural, mar, rio, foz, tinha de tudo para você escolher. E quase ninguém por lá! Era para só ficarmos um pouco e seguirmos para fazer o passeio de jangada, mas o momento estava tão bom que esticamos longamente nossa estadia no Pontal.
Voltamos um pouco pela praia, para pegamos uma entradinha sinalizada que dava no lugar de onde saem as jangadas (R$ 15) que fazem o passeio pelo Rio Maracaípe. É o famoso passeio em que o jangadeiro captura cavalo marinho para a galera observar. É um passeio simples: a jangada vai até quase a foz (lá perto de onde estávamos antes!) e retorna, parando num determinado lugar pra capturar os bichinhos. Felizmente eles são logo soltos e devolvidos ao lugar onde estavam. No nosso caso, a jangada parou também num bar no meio do rio, que estava cheio de água (era hora de maré alta).
Retornamos caminhando até PG. Depois de passear pelo centrinho (muita lojinha por lá, meio estilo Búzios-RJ, Praia do Forte-BA), jantamos e fomos dormir bem cedo. Tínhamos dormido pouco na noite anterior, era hora de recuperar as forças.
Domingo
Acordamos cedo e logo fomos curtir as piscinas naturais novamente. Dessa vez por conta própria, sem jangada. É bem tranquilo. De fato, você só vai de jangada se quiser (ao menos com aquela maré). Muitos peixinhos pra curtir.
Nosso plano do dia era curtir a praia de Muro Alto. Pegamos o carro ainda cedo e fomos para lá. Fui até um ponto que me pareceu interessante entrar e parar o carro -- não sei o nome. Sei que cheguei e um “agente local” já veio me guiar para a barraca dele. Vi as condições e gostei. Ficamos por lá até a maré acabar com a praia, ahahahah.
Muro Alto é muito bem legal, uma longa piscina natural. Nadei muito por lá, algumas vezes até os corais. Depois que a maré enche, fica complicado. Havia verdadeiros condomínios de ouriços nas piscinas formadas nos corais! Andamos pela praia para os dois cantos, esticamos até o famoso resort Nanai. Muita praia, muito espaço para curtir. Curtimos bastante.
De tarde fomos para a Praia do Cupe, acho que a menos badalada da região. Já era fim de praia, a maré estava no pico do dia, acabando com boa parte da extensão de areia. Ainda assim, curtimos uma horinha por lá. As ondas são mais puxadas ali.
De volta a PG, dessa vez exploramos um pouco o outro canto, conhecido como Borete. Curtimos o fim da tarde por lá.
Ainda tínhamos um bom tempo até retornamos ao Recife para pegarmos nosso voo de volta ao Rio. Jantamos e passeamos pelas ruas de PG.
E assim foi mais um fim de semana pra guardar na memória.
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Editado por Visitante