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Marcelo Reis

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  1. Marcelo Reis respondeu ao tópico de Ever em Rio de Janeiro
    Obrigatoriamente voce tera que ficar em camping, nao tem tem jeito. A estrutura na praia do sono eh bem rustica e muito simples, alem de nao haver luz eletrica. Nao custa tentar negociar com os moradores do local. Mas eh bom levar um fogareiro caso nao voce nao tenha sucesso. Sds, Marcelo
  2. Marcelo Reis respondeu ao tópico de Ever em Rio de Janeiro
    Respondendo a pergunta da nossa amiga, A trilha até a praia do Sono não é muito pesada. Se optar por fazer a trilha à noite o uso de lanternas é indispensável. O começo se dá na localidade de Laranjeiras e existe linha regular de ônibus saindo do centro histórico (Viação Colitur). Com relação ao transporte por lancha, recomendo você tentar entrar em contato com a associção de moradores de Vila Oratório e reservar com antecedência. As lanchas saem de um condomínio de luxo que existe lá e há regras bastante rigorosas para o embarque. Nunca acampei no Sono, mas existem várias opções e acho que você não vai ter dificuldade em arranjar local apesar do local ficar bem movimentado. Não há luz elétrica no lugar e uso de lanternas ou lampiões é indispensável. Sendo feriado você terá diversas opções para alimentação e acho muito difícil encontrar gelo num lugar onde não existe luz elétrica. No mais verifique os outros correios anteriores enviados pelas outras pessoas que podem ser bem úteis. Sds, Marcelo
  3. Marcelo Reis respondeu ao tópico de Ever em Rio de Janeiro
    Uma dica para quem sai do Rio em direção a Angra ou Parati e não quiser ficar preso em engarrafamento na Rio-Santos é ir pela Dutra, subindo a Serra das Araras e pegando a entrada para Passa Três. Daí é só seguir em frente passando por Rio Claro, Lídice e terminando em Angra. Você anda um pouco mais, porém não há engarrafamento e o visual que se tem da estada é muito bonito. Sds, Marcelo
  4. Marcelo Reis respondeu ao tópico de Ever em Rio de Janeiro
    Trilha a noite é sempre complicado, ms creio que você não terá problemas porque é uma trilha bem definida e até o momento não houve registro de furtos ou assaltos naquela região. Sono deve estar entupida no carnaval, pode ser que você encontre alguma dificuldade em arrumar um local para arrumar sua barraca. Sds, Marcelo
  5. Fala Alemão, Se eu não estiver enganado o acesso ao Pouso de Cajaíba se dá por barco, que você pode pegar em Paraty. Ai você vai ter negociar o melhor preço. Se você quiser ficar fora da agitação e muvuca parece ser o lugar ideal. Indo para o sono você tem a opção de deixar o carro na comunidade de Vila Oratória. Os moradores da região costumam alugar o espaço em suas casas para estacionamento. R$ 5 a diária. Dali, mais ou menos uma hora de caminhada até chegar na Praia do Sono, que eu acredito irá bombar no feriado. Outra opção e seguir o caminho até Ponta Negra. Que na minha opinião é a praia mais bonita da região. Tente olhar as dicas do Augusto (editor) algumas são bem interessantes. Sds, Marcelo
  6. Na minha mochila não pode faltar lanterna e pilhas extras. Normalmente levo duas na mochila. Em vez de papel higiênico, costumo levar lenço umidecido (aqueles para bebê). Evito levar miojo, acho um horror. Prefiro levar arroz em saquinhos e uma calabresa para acompanhar. Uma ótima leitura é a revista seleções. Ela tem formato de bolso, não faz volume e tem algumas coisas interessantes. No mais, o básico de sempre: canivete, primeiros socorros, isqueiro, etc. Sds, Marcelo
  7. Marcelo Reis respondeu ao tópico de Pat Motinha em Arquivo
    Prezados, Apesar de já frequentar o site há algum tempo, esta é a primeira vez que visito este tópico, e achei bem interessante que até vou arriscar uma dica. Realmente a lona faz volume, é um peso pra lá de extra, mas é fundamental. Para quem faz camping selvagem, onde o terreno nem sempre é plano, o risco de um furo no fundo provocado por pedras ou galhos é enorme. Mas é imortante nunca deixar sobra para não empoçar. Também costumo forrar o fundo com jornal, que impede a passagem da umidade para dentro da barraca. Interessante é procurar fazer uma canaleta em volta da barraca para, em caso de chuva, não algar em volta. Mas se a coisa é falar de vexames ai vai o que aconteceu comigo na minha primeira experiência em camping: depois de caminhar por horas e depois de montadas as barracas, era hora de fazer a bóia. O meu primeiro fogareiro era aquele simplezinho à base de álcool. Ao ver que a chama estave diminuindo e praticamente desaprecer as vistas, resolvi completar o resevatório sem antes apagar. A sorte que estava longe das barracas e por pouco não acontece uma tragédia. Sds, Marcelo
  8. Humberto, O seu relato está muito legal. Nesta mesma época estava interessado em subí-la, mas acabei optando pelo Frade. Também legal. Pelo que eu pude ler, não parece ser algo tão difcil. Estou pensando em ir após o carnaval e tenho algumas dúvidas: Dá para deixar o carro até o começo da subida? Como foi o relacionamento com os outros mochileiros no acampamento? Muita sujeira no local? Sds, Marcelo quote:Originally posted by bertao A pedra da macela é um pico situado entre as cidades de Cunha e Parati. Pela estrada Cunha-Parati ela fica na altura do km 65. Tem 1840 metros de altura e um ótimo visual que permite enxergar Angra dos reis, Parati e Ubatuba. A noite as cidades ficam iluminadas e o espetaculo é sem duvida muito bonito. Fiz a trilha sózinho e a pé. Peguei onibus até chegar em Cunha que fica a 1 hora de viagem de Guaratinguetá. A cidade é tranquila e a caminhada é feita na estrada mesmo, mas pode pedir carona também. Chegando ao kilometro 65 (27 km de caminhada partido do centro da cidade) vê se uma entrada para um estrada de terra ( Bairro da Grama ) que leva ao pico. Esta estrada possui 6 km e é ladeada por sitios, podendo utilizar um carro para chegar até o fim dela. Depois há uma cerca fechada para evitar animais. ela não pode ser ultrapassada e a partir daí o caminho deve ser feito a pé obrigatóriamente. A subida é muito ingrime e exigente, mas possui apenas 3 km até o topo. Lá de cima a visão é fantastica porém em época de inverno o clima muito é muito rigoroso e o vento também é bastante forte. O espaço para colocar as barracas é pequeno e pela proximidade com antenas de transmissão não se deve ascender fogueira, uma espiriteira é muito util. Durante todo o percurso há pequenas cachoeiras e filetes de água que permitem abastecer o cantil. A viagem apesar de cansativa é muito recompensadora pois a vista la de cima é impressionante, vê se o mar ao fundo e formações rochosas intactas em grande trechos de mata atlantica preservada. Descendo o pico até a estrada e andando até o km 66 pode-se desfrutar da cachoeira do mato limpo. A todos que quiserem ter a fantastica experiencia um bom passeio. Humberto S. Ribeiro id="quote">id="quote">
  9. Augusto, no dia 20/09 fiz umaparte dessa caminhada em setembro. Não tinha muito tempo para fazer a travessia e a previsão do tempo não era das melhores. Optamos por começar em Laranjeiras, pegar a trilha da praia do Sono passando por Antigos, Antiguinhos, Galhetas e pernoitar em Ponta Negra. Abaixo um breve relato: Estava pensando o que fazer nas férias e vi um relato sobre a travessia da Ponta da Joatinga. Fiquei interessado e procurei saber mais a respeito da trilha, inclusive no site "mochileiros", ao mesmo tempo que buscava interessados para a jornada. A minha namorada disse que éramos "Os Quatro Malucos" Depois de tudo mais ou menos acertado a preocupação era com a previsão do tempo que não parecia nada favorável para o sucesso da caminhada. Diante disso optamos por fazer apenas uma parte do percurso que começaria e terminaria na comunidade de Laranjeiras, onde pegaríamos a trilha até a praia do Sono, passando por Antigos, Antiguinhos, Galhetas e Ponta Negra, onde acamparíamos. Saimos do Rio por volta das 5 da madruga debaixo de uma chuva que parecia não acabar. Na altura de Angra, se não estava chovendo, o tempo estava bem nublado. Em Paraty idem e o nosso ânimo também. Só ao ao sair da estrada para pegar a estradinha que nos levaria a comunidade de Laranjeiras é que a situção começava a melhorar. Deixei o carro na casa de uma moradora da região, que cobrou R$ 5,00 por dia e partimos. O tempo nesse momento já estava melhorando e o sol dando o ar de sua graça. Enquanto isso no Rio caia o maior temporal. Como não havia preocupação com o tempo, a caminhada teve várias paradas para banhos nas praias até chegar em Ponta Negra por volta das 16 horas. Ao invés de acampar, onde pagaríamos R$ 5,00 por pessoa a diária, uma nativa da região nos ofereceu uma casa com três cômodos mobiliados com camas e colchões, banheiro e cozinha com fogão e utensílios por R$ 10,00. Não pensamos duas vezes e topamos na hora. A essa altura do campeonato não tínhamos disposição para mais nada que não fosse um banho e uma refeição. estava cansado depois de dirigir por quase quatro horas e da longa caminhada. Fomos dormir por volta das 19 horas. No dia seguinte iríamos conhecer a cachoeira do saco bravo. O dia 21/09 amanheceu morno, muitas nuvens no céu impediam a presença do sol. Tomamos um café da manhã reforçado e fomo em direção a cachoeira do saco bravo. Depois de quase duas horas de uma caminhada moderada, chegamos lá. Sem comentários para tanta beleza que é o lugar. Uma cachoeira que termina literalmente no mar é fantástico. Voltamos para a casa e combinamos com a pessoa que nos alugou a casa que fizesse uma refeição para nós. Pagamos R$ 8,00 por uma refeição composta por arroz, feijão, peixe frito e salada. No dia seguinte estaríamos voltando e a idéia era pernoitar no Sono e voltar ao rio na sexta-feira. Mas a chuva que caiu na madrugada antecipou nossa volta e optamos por sair bem cedo e almoçar em Paraty para conhecer o centro histórico. Chegava o fim de mais uma aventura. Vale ressaltar algumas considerações: Apesar da beleza das praias, a sujeira está tomando conta do local e algo tem que ser feito. Em ponta negra pude observar algumas pessoas fazendo o uso de drogas ilícitas, maconha mesmo, às claras e na frente das crianças. Sds, Marcelo
  10. Uma ajuda: Fica muito longe de Penedo? Sds, Marcelo
  11. Pelo jeito quem vai fora de temporada e sem carro fica difícil para conhecer bem os atrativos da região. Mas estou disposto a encarar o desafio

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