por carlanog » 31 Jan 2010, 18:51
Início da aventura:
DIA 1 - 5 de janeiro de 2010
O avião da Aerolineas Argentinas saiu do Aeroporto de Guarulhos às 12:05h, quase uma hora de atraso... Mas chegamos em Buenos Aires no horário certo: às 13:15h. Assim que chegamos no Aeroporto Internacional Ezeiza fomos ao Banco La Nacion trocar nossos reais em Pesos Argentinos (PAR$). Cotação muito melhor do que no Brasil... Vale a pena trazer reais e trocar aqui na Argentina! Mas vale mais a pena ainda trazer dólares para trocar por pesos na Argentina....
Pegamos um taxi da empresa Ezeiza (recomendado) para nos levar até o Aeroparque, local dos vôos domésticos em Buenos Aires por PAR$ 138. Lembramos que há ônibus que fazem essa rota por PAR$45 por pessoa, mas como queríamos fazer um mini city tour pela cidade, optamos pegar o taxi. O taxista foi muito gentil e nos contou histórias, mostrou mapas para nos localizarmos, falou dos estádios de futebol, dos times... Valeu a pena!
Chegamos ao Aeroparque, comemos algo e embarcamos no horário certo rumo a Bariloche.
Ao sair do avião coloquei minha jaqueta, pois estava muito frio, apesar do céu azul e límpido lá fora...
Assim que pegamos nossas malas o rapaz da APU rent a car já estava nos esperando (com aquelas placas nas mãos “Carla Nogueira”) e ali mesmo no aeroporto assinei o contrato do aluguel do carro. Tínhamos reservado por 7 dias e perguntei se haveria possibilidade de estender por 10 dias. Ele disse que sim e pagamos pelos 10 dias PAR$ 1.665 por um gol, 1.6, ar e direção. Fomos ver o carro (um pouco rodado demais – 58.000 km, mas em boas condições). Bom, para um Volkswagen isso é tranqüilo...
Saímos do aeroporto rumo à cidade e nos deparamos com ele: o Lago Nahuel Huapi, lindo e azul! O final do dia estava ótimo e fomos até o Camping Petúnia, que eu tinha achado pela net... Ótimo camping (banheiros limpos, restaurante, praia) por PAR$ 30 por pessoa.
Jantamos no restaurante do camping uma pizza mais um refri por PAR$ 17 por pessoa.
Fomos dormir e passamos frio, pois não tínhamos a manta térmica, item indispensável se você pretende acampar aqui em Bariloche, pois faz muito frio a noite...
DIA 2 - 6 janeiro
Acordei 7:30 e fui a praia do Camping Petunia tirar umas fotos. Lindo lugar. Voltei mais tarde com o Elio e tiramos mais fotos. Tomamos café a PAR$ 7 por pessoa (somente café com leite) e saímos 9:30 para fazer Circuito Chico.
Primeira parada: Cerro Campanário. Tido como uma das melhores 7 vistas do mundo pelo NatGeo. E faz jus. Para subir, pega-se um teleférico tipo cadeirinha para 2 pessoas e paga-se P$30,00 por pessoa. Lá em cima pode-se vistar uma cadeia de montanhas nevadas, muitos lagos e claro o maravilhoso Nahuel Huapi. Sem brincadeira, é um cenário emocionante... Prometemos voltar para trazer meu pai, assim que ele chegar. Lá em cima há uma cafeteria com vista para as montanhas... Tomamos um chá quentinho...
Saindo do Cerro Campanário seguimos a estrada do Circuito Chico, passando por belas cabanas e paisagens rumo ao Hotel Llao Llao. Próxima parada: Capela Santo Eduardo ou Capela Llao Llao. Uma capela de madeira, pequena, com uma vista do Hotel Llao Llao e Penísula San Pedro.
Seguimos pela estrada e entramos no Hotel Llao Llao, não em sua área privada, mas na área comum onde todos tem acesso. Estacionamos na área dos funcionários e apreciamos mais uma vez as belas vistas.
Seguimos adiante e paramos na entrada do Lago Escondido e Ponte Romana. O lago foi citado por LeoCaetano (mochileiros.com) como imperdível... Depois de uma caminhada numa trilha de 500m, sem dificuldade nenhuma, chega-se ao lago. Mais uma vez a passagem é muito linda!Seguimos pela trilha para encontrar a Ponte Romana, mas no local só há a ponte, não vale a pena a caminhada.
Seguindo no caminho paramos num mirador com vista para o Cerro Capilla. Lugar para ótimas fotos... O artesão que nos atendeu já havia morado no Brasil. Disse que adorou o tempo em que morou em São Paulo, mas cita apenas um problema dos paulistanos e paranaenses: só pensam em trabalho...
Pegamos uma estrada de terra em boas condições e saímos na Colônia Suiza. Uma Villa pequena, mas muito charmosa, com suas casas em estilo próprio. Fomos em uma feira de artesanato e comemos empanadas, batatas fritas, alfajores. Vimos um churrasco sendo feito sobre pedras a 360graus, com batatas, cenouras, nabos, além da carne, de nome Curanto Patagônico.
Seguimos para o Lago Moreno, onde uma ponte o separa em lado leste e oeste, ótimo local para fotos.
Última parada do dia: Cerro Otto, com aproximadamente 1400m de altitude. Sobe-se por um teleférico fechado, pagando-se P$ 55,00 por pessoa. Mas tem-se a possibilidade de subir de carro ou a pé. Há ainda um Funicular que ascende os últimos metros da subida para quem deixa o carro no estacionamento do alto do cerro. A vista é linda, mas nada comparada a vista do Cerro Campanário, pois deste avista-se mais a cidade de Bariloche que o outro.
Voltamos a cidade, fomos ao mercado (Carrefour) e trocamos mais um pouco de dólar (Sudamérica com cotações U$ 1,00 = PAR$ 3,77) e fomos para o nosso Hotel (Hotel Flamingo PAR$ 200 para 2 pessoas, no início da Mitre em frente a Sudamérica ao lado do Centro Cívico). Hotel com ótima localização, roupas de cama e banho muito boas, TV, aquecimento, banheiro privado, mas mal conservado. Mesmo assim recomendamos.
Jantamos num restaurante Italiano chamado Lignni, onde comemos nhoque, espagueti, saladas e refrigerantes por P$ 142,00. Aqui não cobram a taxa de 10%, por isso é recomendável que você deixe essa taxa para agradecer o seviço, que neste caso foi muito bom, além da comida que estava excelente.
Compramos chocolates e blusas de moletom por preços absurdamente baratos e com certeza no nosso retorno compraremos mais...
É hora de dormir, pois amanhã tem muito mais...
DIA 3 - 7 janeiro
Acordamos e tomamos um ótimo café no hotel (Hotel Flamingo - Joana e Jéssica que administram o hotel - PAR$ 100 por pessoa com vista para o Lago Nahuel Huapi e PAR$ 90 por pessoa com vista ao Centro)
Fomos caminhar pela cidade e comparamos manta acrílica por P$ 33 (manta para evitar que o frio do chão entre em contato com o nosso corpo quando acamparmos novamente). Ótima aquisição!
Saimos do hotel às 10:30h para Villa Angostura com paradas para apreciar a vista em torno do Lago Nahuel Huapi.
Em Villa Angostura, subimos Cerro Bayo mas estava aberto só a sua base, os teleféricos estavam fechados... Apenas as pessoas que iam fazer canopy (tirolesa) estavam por lá...
Fomos conhecer a Cascata Bonita na estrada do Cerro Bayo, com 30 m de altura.
Chegamos a Villa Angostura, lindinha tipo búzios, com mil comércios em casinhas estilo cabanas das montanhas. Almoçamos num restaurante por PAR$40 por pessoa (peito frango a milanesa+fritas e truta+batata assada e salada e refris).
Começamos o caminho 7 lagos e sinceramente não achamos tudo aquilo que as pessoas falam...
Fizemos a estrada para Villa Traful. São 25 km ida e 25 km volta. Fizemos em 2 horas ida/volta. Linda as vistas da estradas e a vila é bonitinha...
Voltamos a ruta 7 lagos e terminamos em San Martin. Ficamos no camping Quila-Quina (ótimas instalações – 14 km estrada de chão saindo da principal) por PAR$ 35 por pessoa mais PAR$ 5 carro.
Jantamos no camping: x-salada e refri por PAR$25 por pessoa.
Fomos dormir, agora quentinhos...
DIA 4 - 8 janeiro
Acordamos 9 horas, dormimos super bem, agora com a manta térmica por baixo de nós... Tomamos café no restaurante do camping por P$6,00 por pessoa (apenas café com leite, opção nossa). Nos despedimos e partimos... Recomendo o Camping Quila Quina.
Fomos até o Lago Lacar, tiramos algumas fotos e apreciamos as belas paisagens...
Voltamos à estrada principal e retornamos 6 km para a entrada do Cerro Chapelco. É uma estação de esqui, mas que no verão fica aberto (inclusive os teleféricos) para visitação. O teleférico até o cume saiu por P$ 40 por pessoa e vale a pena, apesar do frio... Na primeira parada do teleférico há um restaurante, onde tomamos outro café com leite... Mesmo depois de subir o segundo teleférico (1700m de altitude) não encontramos neve... Como estava muito frio preferimos não fazer caminhadas para procurar neve... Descemos o Cerro Chapelco e voltamos à estrada rumo a San Martin de Los Andes.
San Martin é uma cidade linda! Tive a sensação que Bariloche é a cidade da região mais famosa e San Martin a mais linda... Assim como Porto Seguro e Arraial d’Ajuda...
Passeamos pela cidade e mais uma vez vi roupas, bolsas e tudo com preços absurdamente baratos ... Dá até raiva de não poder levar tudo...
Almoçamos no La Costa, prato do dia, uma torta de cerdo maravilhosa, com salada e refri. O almoço saiu por PAR$45 por pessoa. Todos os dias até agora comemos muito bem e pagamos por um preço muito baixo. Se fossemos a restaurantes no Brasil do nível que estamos freqüentando aqui, com certeza pagaríamos uma fortuna...
Depois do almoço fomos fazer cambio para Peso Chileno e a cotação aqui é bem melhor que em Bariloche. U$100 em Bariloche deu PCH$40.000 e aqui em San Martin U$100 deu PCH$47.000 (sendo hoje PCH$7.000 em torno de 28 reais).
Enchemos o tanque do carro num posto YPF (30 litros por PAR$ 58) e seguimos rumo a Junin de Los Andes.
A estrada é linda e fomos acompanhados por lindas montanhas de pedras o tempo todo... Junin é minúscula (com placa de “Benvindos” e “Voltem sempre” quase lado a lado...).
Pegamos a Ruta 60 para atravessar o Paso Tromen. A estrada está asfaltada até a entrada do Parque Nacional Lanin. Após há rípio em boas condições. O tempo fechou e começou a garoar... Ao longe avistamos o maravilhoso Vulcão Lanin, encoberto pelas nuvens... Não acreditei, pois a escolha para se atravessar por esse Paso era justamente pra passar ao lado desse vulcão de mais de 3.700m de altitude e infelizmente estava encoberto... A estrada do parque é linda e vale a pena.
Chegamos a Aduana Argentina e tive uma péssima impressão, pois um dos rapazes que nos atendeu, estava com uma má vontade danada e falava tudo muito rápido e nós não compreendemos direito o que ele dizia... Ele começou a falar em inglês e também ficamos sem entender direito... Daí ele falou pro funcionário do lado dele: “Humf! (resmungou) Não compreendem espanhol tampouco inglês! (fazendo cara de... Argentino!)” Aquilo me deu uma raiva tremenda! Mas pensei assim: “ele deve estar com raiva pois está trabalhando e eu passeando...”. Só pensando assim para me acalmar... No mais a travessia foi normal. A documentação do carro alugado estava toda ok e partimos para a Aduana Chilena!
Quem me conhece sabe que amo o Chile, então minha satisfação era visível em meu rosto assim que entrei na Aduana... Eles são burocráticos, exigentes e corretos... Muito parecidos comigo, acho que é por isso que gosto tanto deles... Pra começar são 3 cabinas que se deve passar e nas 3 fomos super bem atendidos... Na última deve-se trazer as malas para passar pelo Raio X. Tudo certinho e seguimos rumo a Pucon.
A estrada continua de rípio uns bons kms por dentro agora do Parque Nacional Villarrica. Assim que saímos do parque há trabalhadores com maquinário pesado ajeitando tudo para asfaltar. Acredito que mais uns 2 meses tudo esteja pronto e asfaltado...
Antes de chegar em Currahehue o asfalto novíssimo começa . As casas e Igrejas de madeira impressionam... Há muitos sítios pequenos com criações de gado, ovelhas e cavalos pelo caminho, formando paisagens lindas de campos e uma sensação bucólica...
Chegamos a Pucon e como o tempo estava com cara de chuva, preferimos ficar em um hostel do que camping. Achamos o Hostal La Bicicleta (Palguin, 361) por PCH$ 10.000 por pessoa, quarto privado mas banheiro compartido e café da manhã. Ótimas instalações e banheiros limpos...
Jantamos no Rap Hamburguesa por PCH$ 5.000 por pessoa (cerca de R$ 20) um super hambúrguer com batatas fritas e refri.
Vamos ficar aqui em Pucon por 2 dias...
DIA 5 - 9 janeiro
Acordamos 9 h e tomamos café no Hostal. Dormimos muito bem...
Como o Hostal não tem garagem, o carro dormiu na rua e ao chegar para pegá-lo, algum espírito de porco enfiou uma chave de fenda na fechadura da porta do motorista e forçou... Está abrindo normalmente, mas a entrada da fechadura ficou alargada... Espero que o pessoal do Rent a Car não pecebam... Andamos pelas ruas e vimos vários carros que posaram ao relento também com o mesmo estrago nas fechaduras. Conclusão: algum engraçadinho saiu de casa com uma chave de fenda e ficou brincando de alargar as fechaduras dos carros... Ótima diversão, mas bem que ele podia ter arranjado outro local para alargar...
Saímos em direção às Termas de Menetúe, uma das mais chiques da região. Entrada para as piscinas PCH$15.000 por pessoa. Lindo local, com 3 piscinas cobertas e 1 ao ar livre. Águas com 40grausC... Ficamos a uma boa parte do dia relaxando nas termas...
Almoçamos no restaurante das Termas (PCH$ 8.500 por pessoa frango, batata, salada e refri).
Depois do almoço seguimos rumo ao Lago Caburga. O balneário é deprimente... Vimos pessoas com cobertor na beira do lago e pessoas entrando na água... Fomos aos Ojos de Caburga que são várias cascatas do rio Caburga. Lindas! Paga-se PCH$1.500 por carro.
Voltamos à Pucon, andamos pela cidade, conhecemos o porto (passeios de barco de 1 h por PCH$ 3.000), conhecemos o balneário (cada vez mais gosto da praia de onde moro...), voltamos ao Hostal.
Colocamos o carro num estacionamento a 5 quadras daqui por PCH$ 3.000 por noite. Assim é mais seguro...
Jantamos hamburguesa com papas e refri por PCH$2.500 por pessoa...
DIA 6 - 10 janeiro
Acordamos 9 h e o dia estava lindo. Vimos o Vulcão Villarrica pela primeira vez... Lindo!
Tomamos café e abastecemos (PCH$ 11.000) e saímos rumo a Villarrica. Linda cidade com vistas espetaculares do Vulcão. Fizemos um passeio de barco (1h) por PCH$2.000 por pessoa. Um índio Mapuche nos acompanhou e contou lindas histórias de seu povo e crenças da região.
Seguimos rumo a Lincan Ray, as margens do Lago Calafquen, praia de lago... Almoçamos bisteca de porco (chuleta) e Carne bovina (Lomo), com batatas, saladas e refri por PCH$ 7.500 por pessoa.
Seguimos a Panguipuli, as margens do Lago Panguipulli, via Coñaripe, linda cidade típica.
Seguimos a Riñihue, as margens do Lago Riñihue, outra praia, mas desta vez sem estrutura nenhuma para turistas... Não recomendo.
Seguimos para Frutono, as margens do Lago Ranco. Pequena cidade, sem muita infro... Ficamos na Hospedaje Frutohue, por PCH$ 7.500 por pessoa, sem café da manhã. Ótima cama (a melhor até agora...) Fomos ao mercado e compramos pães, queijo e presunto para lanchar, por PCH$ 2.000 por pessoa. Voltamos a hospedaje, jantamos e dormimos...
DIA 7 - 11 janeiro
Acordamos com chuva, ainda bem que não conseguimos camping...
Tomamos café em uma cafeteria por PCH$1.800 por pessoa, abastecemos o carro (PCH$12.000) e seguimos rumo a Puerto Octay. Pequena cidade simpática. Lindos locais para fotos...
A estrada é linda, com vista do Vulcão Osorno, mas como estava chovendo, não conseguimos vê-lo... Frutillar é uma gracinha! Com suas casas em estilo Alemão, e restaurantes com comidas típicas. Há um belo píer para tirar fotos com o majestoso Osorno ao fundo... Mas não o vimos...
Almoçamos no Club Alemão por PCH$ 7.500 por pessoa (salmão, frango, fritas, salada e refri). Fomos ao Museu Alemão de Frutillar, boa opção PCH$ 3.000 por pessoa.
Seguimos rumo a Llanquihue, cidade pacata e bonitinha.
Seguimos rumo a Puerto Montt, cidade grande, fácil de se perder... Conseguimos um hotel ao lado do shopping, com estacionamento e café da manhã, por PCH$15.000 por pessoa. Fomos ao shopping e voltamos para o hotel para descansar. Jantamos sanduíche com pão queijo e presunto e refri comprados no mercado do shopping por PCH$ 2.000 por pessoa.
DIA 8 - 12 janeiro
Acordamos 9h tomamos café e seguimos rumo Puerto Varas.
Estava chovendo muito, mas mesmo assim saímos para tirar fotos. Subimos o Cerro Philip a pé, fomos a Feira de Artesanato, compramos cerejas e queijos.
Não almoçamos e fomos direto a Ensenada. Estrada linda... Chegamos em Ensenada e quase passamos direto, pois a vila não tem centro comercial, então não se sabe ao certo se a cidade começou ou acabou. Ficamos em um camping Barlavento, simples mais com banheiros limpos.
Armamos a barraca, cobrimos com plástico pois o tempo estava muito instável, fomos a praia e não conseguimos ver os vulcões Ososrno e Calbuco.
Abastecemos o carro PCH$15.000 e seguimos rumo aos Saltos de Pethorué. LINDO! A entrada custa PCH$1.200 por pessoa. Lá pode-se fazer várias trilhas, mas o que mais impressiona são as quedas d’águas... Possuem uma cor verde esmeralda que nunca vi... Tiramos lindas fotos...
Seguimos mais 6 km para Petrohué e compramos o passeio para Peulla para amanhã por PC$22.000 por pessoa saindo de Petrohué. O mesmo passeio saindo de Puerto Varas ou Puerto Montt custa PC$30.000.
Voltamos ao camping, jantamos em um restaurante ao lado do camping(macarronada com molho de carne, salada e suco) por PCH$3.000 por pessoa.
Tomamos banho e fomos dormir...
DIA 9 - 13 janeiro
Acordamos as 9h, pois o passeio para Peulla era as 10:30h.
Embarcamos e por 1h45min avistamos lindas paisagens no Lago Todos os Santos. Aliás a cor desse lago é de um verde impressionante. É dele que saem as águas que correm os Saltos que vimos ontem...
Chegando em Peulla, uma Villa sem infraestrutura, demos um passeio, tiramos algumas fotos e fomos almoçar. A Villa possui apenas um restaurante e como estava lotado e tarde não havia mais comida para todos... Como o preço era salgado PCH$ 8.000 e com pouca comida, decidimos lanchar. Compramos salgadinhos, sucos e frutas, fizemos um picnic ao lado de um riacho.
Fomos a cascata La noiva, muito bonita, demos mais uma volta por lá e ficamos esperando o horário de vir embora... NÃO RECOMENDO ESSE PASSEIO para quem quer ver uma Villa linda! Só vale a pena pelo passeio de catamarã e as vistas dos vulcões Pontiagudo e Osorno, que na volta apareceram pra nós saindo detrás das nuvens...
Voltamos para o camping, jantamos num restaurante em Ensenada El Espanhol (salmão com camarão, salada e fritas) por PCH$7.500 por pessoa. Fomos dormir.
DIA 10 - 14 janeiro
Saimos do camping (pagamos por 2 noites PCH$ 6.000 por pessoa Camping Barlavento). Fomos para o Vulcão Osorno. Os teleféricos estavam funcionando e pagamos PCH$10.000 por pessoa para subir. Vale a pena, pois são 2 teleféricos que deixam você de frente a neve. Com uma caminhada de 10 minutos você está no meio da neve... Sem contar da linda vista que se tem lá de cima. Descemos e fomos almoçar no restaurante que tem na base dos teleféricos. Comemos chuleta (bisteca de porco) bife a milanesa, fritas e salada e refris por PCH$ 5.500 por pessoa.
Seguimos rumo a Las Cascadas, as margens do Lago Llanquehue, por uma estada de ripio até o vilarejo de Rupanco, as margens do Lago Rupanco. Dali seguimos a Entre Lagos, onde o asfalto recomeçou. Deu em média uns 50 km de ripio, mas que valeram a pena. O rípio está em boas condições e já estão em obras para asfaltar todo esse trecho.
De Entre Lagos seguimos rumo a aduana chilena pelo Paso Cardenal Samore, rumo a Villa Angostura.
Encontramos um camping Osa Mayor por PAR$ 45 por pessoa em Villa Angostura. Jantamos sanduíche e wafers por PAR$80 no Escafé.
Voltamos ao campig e fomos dormir.