Subi o monte Roraima (aquele que sir Arthur Conan Doyle se baseou para escrever O mundo perdido) no carnaval (2007).
Parti de São Paulo para Boa Vista com a TAM (R$1500) ida e volta as 9 da manhã. Cheguei 12:40 em BV.
Peguei taxi até o ponto de lotação (R$25).
De lá partimos para Pacaraima na divisa, são mais de 200km, paguei R$20, na divisa troquei por alguns bolivares e segui para o hotel Michelle em Santa Elena Uairen por cerca de 5000 bolivares (R$3.3). A diária custava R$10, sem café.
Já eram 16:00 h, fui na agência em frente chamada Backpackers e contratei o trekking para o dia seguinte por cerca de R$512,00, incluia comida, guia, barraca, saco de dormir e banheiro portátil (vc coloca um saco plástico no vaso sanitário e depois joga cal, retira o saco e coloca num balde com tampa, é proibido deixar seus excrementos no parque) levam embora).
Escolhi essa agência porque parecia mais séria e realmente achei que teve o melhor cardápio comparando com as outras que subiram o monte conosco porque tinha mais frutas, saladas, frango etc.
Há uma agência chamada mystic tours que cobrava R$300, mas a comida era baseada em massas, sem frutas, sem proteinas ou saladas.
No primeiro dia partimos as 9h, chegamos quase 11h no Paratepuy, lanchamos e começamos a caminhada, num terreno plano, lembra muito o cerrado. Dormimos no camping do rio Tek, tinha muito pernilongo.
No dia seguinte andamos mais 9km durante cerca de 5h, até o campo base. Preferia ter saido cedo no primeiro dia e feito essa caminhada num dia só, se voltar lá vou tentar fazer isso.
No terceiro dia subimos a rampa restante, chegamos para o almoço no topo. Fui visitar as jacuzzis mas estava muito frio para entrar.
Quarto dia tinhamos a opção de ir ao ponto triplo e fosso ou a ventana e abismo. Só eu queria ir ao ponto triplo, então segui o grupo. A paisagem lá em cima tem muitas pedras e plantas carnívoras, até as bromélias são carnívoras. Acampamos no hotel jacuzzi. Passei frio lá em cima, devia ter levado mais que um fleece 200 e um anorak impermeável.
No quinto dia partimos cedo, a caminhada foi longa, mas tranquila. Cheguei ao Paratepuy as 10h, o resto do grupo foi chegando aos poucos.
Foi uma viagem muito legal, conheci muitos mochileiros brasileiros e estrangeiros. Inclusive tinha um monge de Brasília de 71 anos que subiu muito bem.
Viagem ao Monte Roraima
Subi o monte Roraima (aquele que sir Arthur Conan Doyle se baseou para escrever O mundo perdido) no carnaval (2007).
Parti de São Paulo para Boa Vista com a TAM (R$1500) ida e volta as 9 da manhã. Cheguei 12:40 em BV.
Peguei taxi até o ponto de lotação (R$25).
De lá partimos para Pacaraima na divisa, são mais de 200km, paguei R$20, na divisa troquei por alguns bolivares e segui para o hotel Michelle em Santa Elena Uairen por cerca de 5000 bolivares (R$3.3). A diária custava R$10, sem café.
Já eram 16:00 h, fui na agência em frente chamada Backpackers e contratei o trekking para o dia seguinte por cerca de R$512,00, incluia comida, guia, barraca, saco de dormir e banheiro portátil (vc coloca um saco plástico no vaso sanitário e depois joga cal, retira o saco e coloca num balde com tampa, é proibido deixar seus excrementos no parque) levam embora).
Escolhi essa agência porque parecia mais séria e realmente achei que teve o melhor cardápio comparando com as outras que subiram o monte conosco porque tinha mais frutas, saladas, frango etc.
Há uma agência chamada mystic tours que cobrava R$300, mas a comida era baseada em massas, sem frutas, sem proteinas ou saladas.
No primeiro dia partimos as 9h, chegamos quase 11h no Paratepuy, lanchamos e começamos a caminhada, num terreno plano, lembra muito o cerrado. Dormimos no camping do rio Tek, tinha muito pernilongo.
No dia seguinte andamos mais 9km durante cerca de 5h, até o campo base. Preferia ter saido cedo no primeiro dia e feito essa caminhada num dia só, se voltar lá vou tentar fazer isso.
No terceiro dia subimos a rampa restante, chegamos para o almoço no topo. Fui visitar as jacuzzis mas estava muito frio para entrar.
Quarto dia tinhamos a opção de ir ao ponto triplo e fosso ou a ventana e abismo. Só eu queria ir ao ponto triplo, então segui o grupo. A paisagem lá em cima tem muitas pedras e plantas carnívoras, até as bromélias são carnívoras. Acampamos no hotel jacuzzi. Passei frio lá em cima, devia ter levado mais que um fleece 200 e um anorak impermeável.
No quinto dia partimos cedo, a caminhada foi longa, mas tranquila. Cheguei ao Paratepuy as 10h, o resto do grupo foi chegando aos poucos.
Foi uma viagem muito legal, conheci muitos mochileiros brasileiros e estrangeiros. Inclusive tinha um monge de Brasília de 71 anos que subiu muito bem.
The lost world é fascinante.