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  1. Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse: Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga. ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafes e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura. Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de BUCARESTE. LEGENDA USD - Dólar Americano EUR - Euro BRL - Real Brasileiro TRY - Lira Turca RON - Leu Romeno Depois de 5 dias na fantástica cidade de Istanbul, segui minha viagem até Bucareste na Romênia. Lá eu fiquei no esquema Couchsurfing então nesse relato não há nenhuma dica ou avaliação de hostel, hotel ou pousada. 9º dia de viagem: Istanbul -> Bucareste (Domingo, 16 de Setembro de 2018) Acordei as 7h, tomei café, arrumei minhas malas e me despedi do Emre, meu anfitrião em Istanbul. Fui até a Taksim Square e lá eu peguei o HAVABUS (14TRY) das 8h e por volta das 8h40 estava chegando ao aeroporto de ATATURK. ***Dica: o Havabus não sai EXATAMENTE da Taksim Square, mas de um ponto há umas 3 quadras de lá. Mas se vc perguntar em qualquer hotel ao redor da praça vão saber te indicar o ponto. Meu avião decolou às 10h40 e 11h40 estava chegando e, Bucareste. Peguei minha mochila e fui consultar as casas de câmbio no aeroporto. Todas estavam com uma cotação muito ruim então saquei 300RON no caixa eletrônico (meu cartão é do Banco do Brasil e cobrou uma tava de 14RON). O Vlad, meu anfitrião que iria me hospedar em Bucareste, já tinha me alertado sobre os táxis de lá. Disse para não pegar os táxis comuns e, ao invés disso, chamar um UBER. Tentei acessar o wifi aberto do aeroporto mas não estava funcionando. Fui até uma cafeteria SEGAFREDO que tem no saguão principal e pedi a senha do wifi. A caixa, muito simpática, me passou a senha e consegui chamar um UBER. A corrida me custou 36RON e no GPS do Uber marcava uma distância de 23km do aeroporto até o apto que eu iria ficar. Cheguei por volta das 13h no apto do Vlad, mas ele não estava lá. Já havia me informado disso e que um amigo dele chamado Mihai iria me receber. Deixei minhas coisas no apto e fui para o centro com o Mihai. Pegamos o bonde 21 até o centro. O percurso levou 30 min e chegando lá comprei um cartão para usar o bonde com 4 passagens por 10RON. Me despedi do Mihai e segui para o centro. Fui até a CIDADE VELHA, que é cheia de pubs, bares e restaurantes. Decidi almoçar num restaurante chamado EXCLUSIVE. Comi um hambúrguer de gorgonzola acompanhado de batatas wedges e tomei 2 chopps da casa por 65RON. Passei pela IGREJA DE SÃO DEMÉTRIO e depois no MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA, que tinha uma exposição bem legal sobre a Romênia na II Guerra Mundial. Caminhei até o ATHENEUM onde fui pegar o COMMUNISM vs MONARCHY FREE WALKING TOUR. Nossa guia se chamava DANIELA e além do inglês impecável, ela também falava muito bem português. O tour passa por vários monumentos e prédios históricos, entre eles o MINISTRY OF INTERNAL AFFAIRS. A monarquia na Romênia começou quando o país ficou independente do Império Otomano. Tiveram apenas 4 reis quando NICOLAE CEAUSESCU assumiu o poder e começou a era Comunista. Com o final dessa era em 1989, Ceausescu e sua mulher foram fuzilados! O tour terminou numa praça próxima ao gigantesco parlamento romeno. Cheguei em casa por volta das 21h30. O Vlad e sua namorada foram chegar só às 23h30. Ficamos conversando e bebendo cerveja até as 1h30 quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 22km 🚶‍♂️ MINISTRY OF INTERNAL AFFAIRS 10º dia de viagem: Bucareste (Segunda, 17 de Setembro de 2018) Acordei as 8h50 e como não tinha comprado nada para o café da manhã, fui comer na rua. Passei no supermercado MEGA IMAGE e comprei 3 salgados, um achocolatado Mars e 1 água (16RON). Tomei um cappucino de máquina que tinha no supermercado (2RON). Terminei meu café da manhã e segui para o centro. Chegando na Cidade Velha peguei o free tour OLD TOWN LEGENDS & STORIES. Passamos por vários pontos na cidade velha: A IGREJA E MONASTÉRIO DE STAVROPOLEOS, PASSAGEM VILLAROSSE (ou “Valley of the Kings, como é conhecida), estátua LUPA CAPITOLINA. A guia explicou que a Romenia é a união de 3 regiões: Transylvania, Moldavia e Wallachia e que Vlad The Impaler, também conhecido como Drácula, era na verdade de Wallachia e não da Transylvania como o lenda conta. A guia também nos contou que quando Bucareste tinha 150.000 habitantes chegou a ter 300 igrejas. O tour terminou 12h30 e fui com o Iris (brasileiro que também fazia o tour) fomos no restaurante CARUCU BERE. Como tinha batido um café da manhã reforçado, resolvi apenas beber 2 cervejas (22RON). ***Nota: O CARUCU BERE é tradicional restaurante romeno no coração da cidade velha. O ambiente é agradável e a cerveja estava ótima (não posso falar da comida pq não comi nada). Mas o atendimento é MUITO LENTO. A minha 2ª cerveja levou 30 minutos pra chegar. Então, acho válido uma passada lá desde que vc não tenha pressa. Deixamos o restaurante às 14h30 e fomos até o MUSEUM OF SENSES. No site do museu havia apenas o endereço, sem nenhuma referência. Olhei no google maps e vi a estação de metro mais próxima de lá. Pegamos o metro em Piata Romana e fomos até a estação Politehnica. Depois de caminhar pela área fomos ficar sabendo que o museu fica dentro de um Shopping. A entrada custa 35RON e o Iris decidiu ir embora. O Museum of Senses, como o nome diz, explora nossos sentidos. Há várias ilusões de ótica bem legais e o staff do museu foi muito simpático e solícito. O espaço não é grande e dá pra ver tudo com calma em menos de 1 hora. Deixei o museu e fui até o CISMIGIU PARK. O parque é interessante e tem um lago com patos e outros pássaros. Muitas pessoas passeiam com seus cachorros e correm por ele. Por volta das 19h30 voltei pra casa. No caminho de volta passei no supermercado e comprei cerveja e salgadinhos (46RON). Jantamos um delicioso suflê preparado pela Alex. Depois do jantar lavei a louça e ficamos bebendo e conversando até 1h, quando fui dormir. Distância percorrida no dia: 24km🚶‍♂️ MUSEUM OF SENSES MUSEUM OF SENSES 11º dia de viagem: Bucareste -> Sofia (Terça, 18 de Setembro de 2018) Acordei 8h50 e fui ao supermercado Mega Image tomar café. Comi 2 salgados e tomei um café com leite de máquina (6RON). Peguei o tram 21 por volta das 10h estava chegando ao centro. Caminhei por uns 30 minutos até o PARLAMENTO ROMENO. Existem 2 tipos de tours para conhecer o parlamento: o STANDARD (40RON) e o STANDARD+UNDERGROUND (45RON). O próximo tour Stantard em inglês era às 12h e o Standard+Underground só as 14h15. Decidi pegar o primeiro. O tour começou as 12h em ponto e para entrar no prédio passamos por uma segurança igual de aeroporto com detectores de metal e raio-x para as mochilas. O Parlamento Romeno é o 2º maior prédio do mundo, ficando atrás somente do Pentágono nos EUA. Ele tem 1.100 salas e custou USD 3 BILHÕES para ser construído. Como ele foi feito em uma área que era residencial, cerca de 40.000 pessoas tiveram que se mudar e suas casas foram demolidas. Passamos pelo salão de apresentação que parecia uma ópera, pelo escritório do Ceausescu, escadarias e uma gigante sacada que dá vista a uma avenida que seria uma réplica da Champs Elyseés de Paris. O custo de manutenção do parlamento é de EUR 5 MILHÕES por ano. O tour levou uns 40 minutos e vimos apenas 4% de todo o prédio. Super recomendada a visita a esse gigantesco prédio! Sugiro tentar fazer a reserva do tour antecipadamente nesse site: http://cic.cdep.ro/en/visiting/visiting-routes Deixei o parlamento por volta das 13h e fui até a MANSÃO CEAUSESCU. Peguei o metro na estação de IZVOR e desci na AVIATORILOR. Caminhei por uns 10 minutos até chegar na Mansão. Peguei o tour em inglês das 14h (50RON). A mansão que serviu de residência para Nicolae Ceausescu, sua esposa e 3 filhos é muito ornamentada. Cada filho e até a Elena (esposa) tinha seu próprio quarto. Há também uma adega de vinhos, cinema, jardim de inverno, spa, jardim de verão e uma piscina de 20 metros. Apesar de ser um pouco caro eu acho que vale uma visita. Deixei a mansão e peguei o metrô até a estação PIATA ROMANA. Caminhei por uns 15 minutos até o MUSEU NACIONAL DE ARTE DA ROMÊNIA. A entrada custa 15RON e ele tem 3 andares e 2 alas. Havia pinturas de artistas romenos e de outros países também, desenhos, móveis antigos, tapeçaria, louças, porcelanas, esculturas, etc. Deixei o museu as 17h30 e voltei pra casa. No caminho passei no supermercado e comprei umas cervejas. Eu, Vlad e Alex ficamos bebendo as cervejas até às 20h quando a Alex preparou pra gente uma deliciosa sopa de iogurte. Por volta das 22h o Vlad me levou até a estação rodoviária onde peguei o ônibus (Flix Bus - USD12,70) para Sofia, Bulgária. Distância percorrida no dia: 20km🚶‍♂️ PARLAMENTO ROMENO PARLAMENTO ROMENO MANSÃO CEAUSESCU FIM DE BUCARESTE. Próximo relato: Sofia
  2. Terceira post sobre a minha visita à cidade de Bucareste, na Roménia "Tal como toda a cidade de Bucareste, a zona histórica deve ser explorada a pé, e sem pressas, porque em cada esquina deparamo-nos com edifícios, templos, ruínas de beleza ímpar." https://realidadeextraordinaria.wordpress.com/2018/12/16/romenia-bucareste-3-romania-bucharest-3/ https://www.instagram.com/ruiadamasioalvites_/?hl=pt
  3. Tal como referi no post anterior, a beleza da cidade de Bucareste prende-se com aquilo que descobrimos quando exploramos a suas ruas com curiosidade, e não nos roteiros pré-feitos que muitas vezes encontramos noutras cidades de maior destaque turístico mas que aqui não têm o mesmo peso. De seguida falarei de alguns locais e monumentos importantes com os quais me cruzei nos meus passeios a pé pela cidade. https://realidadeextraordinaria.wordpress.com/2018/12/09/romenia-bucareste-2-romania-bucharest-2/ https://www.instagram.com/ruiadamasioalvites_/?hl=pt
  4. rapazvr

    Roménia: Bucareste

    Visitar a Roménia e a sua capital, Bucareste, foi uma agradável surpresa e provou-me aquilo que no fundo todos deveríamos saber: o preconceito existe até na visão que temos sobre determinado local ou país, e não há melhor forma de mudar ou corroborar opiniões do que ver as coisas com os próprios olhos. https://realidadeextraordinaria.wordpress.com/2018/10/26/romenia-bucareste-1-romania-bucharest-1/ https://www.instagram.com/ruiadamasioalvites_/?hl=pt
  5. Os últimos dias da viagem haviam sido ótimos. Istambul, em pouco tempo, conquistou meu coração de viajante e, devido às suas particularidades e exotismo, havia se tornado meu destino preferido. Eu já nem lembrava mais que durante o planejamento cheguei a questionar se deveria ou não visitá-la, pois tinha receio do que poderia encontrar na, até então, desconhecida Turquia. Portanto, metade de mim estava deixando a cidade com a tristeza de quem sai de casa sem saber quando e se um dia irá voltar. A outra metade estava feliz por ter conquistado mais um objetivo e por estar dando continuidade à jornada com um sentimento de dever cumprido. Um dia antes, eu havia passado na estação para comprar a passagem até Bucareste, pois sabia que meu passe de trem não tinha cobertura para alguns trechos. No guichê, informei o destino final apresentando meu Eurail Global Pass. A atendente o examinou, me deu preço e eu paguei pela passagem complementar. Na hora do embarque, me despedi de Carlijn, Evan e Jitske que fizeram questão de me acompanhar até a estação e entrei no trem que me carregaria pelas próximas 19 horas – saindo da Turquia, atravessando toda a Bulgária e chegando na Romênia. A viagem teve um mau começo. Na mesma cabine, que era para seis pessoas, só havia um senhor – até aí tudo bem. Um senhor que fumava um cigarro atrás do outro, e não era um cigarro comum, era uma espécie de palheiro – forte e fedorento. Pra piorar ele fechava a porta, e eu suspeitei que era por causa da fiscalização. Mas bastava ele acender o cigarro que eu a abria novamente. E esse ritual foi repetido várias vezes. O pessoal do trem entrou por várias vezes na cabine para abordá-lo e parecia que o motivo envolvia dinheiro. Não tenho certeza se ele não tinha passagem ou era outro motivo. Em uma das abordagens chegaram a, inclusive, revistar sua mala. Eu, desconfiado, viajava com a mochila em cima da cama, aos meus pés. E nessa noite em especial, cheguei a amarrá-la, passando as tiras em volta da minha perna. Eu já tinha lido vários relatos de furtos em trens noturnos e não queria dar a menor chance pro azar. Durante a madrugada, o balançar do trem não era nada em face ao cheiro horrível do palheiro que não me deixava dormir. A solução que encontrei foi me cobrir inteiro com o lençol até a cabeça para que a fumaça e o cheiro não entrassem pelas minhas narinas. Funcionou. Quando, enfim, consegui dormir o trem parou. Estávamos na fronteira. Tive que desembarcar do trem com meu passaporte para receber o carimbo de saída do país. Do lado de fora o breu só era quebrado pelas luzes fracas e amarelas do escritório de imigração. Com o carimbo estampado no passaporte, voltei ao trem e adormeci novamente. Sempre com a mochila presa à perna e coberto da cabeça aos pés. Mas não demorou muito para eu ser acordado mais uma vez. Agora tínhamos chegado à fronteira da Bulgária. Felizmente, dessa vez, o oficial levou o passaporte para ser carimbado e eu não precisei descer do trem. Essas foram apenas duas vezes entre muitas que meu sono foi perturbado. Não sei dizer ao certo quantas vezes houve checagem de passagens durante a noite e o velho fumador era sempre requisitado – e interrogado. Mas teve um momento em que cheguei à exaustão e dormi pra valer. Acordei quando o sol já havia nascido e tive uma ótima surpresa: estava sozinho na cabine! Até me diverti ouvindo Dragostea Din Tei (a versão original da Festa no Apê, do Latino, cantada pelos romenos do grupo O-Zone) e Tic Tic Tac (aquela do Carrapicho, alguém lembra?) numa versão búlgara, acredito eu. Pois bem, bastou eu achar que tudo ia muito bem para ser abordado por um búlgaro. Ele chegou acompanhado por uma mulher e ambos estavam checando os bilhetes dos passageiros. Até aí nada de diferente, certo? Errado. Quando entreguei meu passe ele disse que estava faltando algo, não sei como entendi isso, pois ele só falava búlgaro. Entreguei-lhe meu bilhete (aquele que comprei em Istambul), confiante de que era aquilo que ele queria ver, certo? Errado. Também não sei como entendi, mas ele disse que aquele era apenas uma reserva para a cama. Eu não sei se era mais difícil entendê-lo ou entender como funcionava a venda dos bilhetes. Pelo que entendi, eu deveria ter comprado, na Bulgária, um bilhete que cobrisse todo o trecho que passaria pelo país. Mas como eu poderia fazer isso de dentro do trem? Ninguém entrou pra vender, nem ao menos para perguntar. Todas as vezes que checaram minhas passagens estava tudo ok. Enquanto ele tentava me explicar em búlgaro, a mulher que entrou com ele insistia em ler meu passe para ter certeza de que ele não era válido para aquele país. E no meio de tanta explicação e tanta gesticulação, a minha cabeça começou a latejar de dor. No começo da abordagem até cheguei a pensar que queriam uma propina, mas depois descartei essa possibilidade e vi que eles estavam realmente fazendo o correto, mas isso não quer dizer que eu estava errado, pelo contrário, eu não tive culpa nenhuma e muito menos má intenção – o que não fez muita diferença. No final da história eu tive que pagar €50 de multa – e ele fez a notinha e tudo. A multa ficou cara perto do preço que deveria custar uma passagem naquela região deserta da Bulgária. O que me deixou mais aliviado foi que ele saiu da cabine e minha cabeça foi, aos poucos, melhorando e, após as intermináveis 19 horas dentro da cabine do trem, cheguei a Bucareste, a capital romena. Leia o post original com fotos: http://viajanteinveterado.com.br/multado-no-trem-a-interminavel-viagem-de-istambul-a-bucareste/ Este é o 39º post da série Mochilão na Europa I (28 países). Leia os outros posts da série: http://www.viajanteinveterado.com.br/category/grandes-viagens/mochilao-na-europa-i-28-paises/
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