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  1. Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo) Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5] Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5] Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7] Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7] Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8] Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9] Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9] Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9] Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10] Capítulo 11: Capítulo 12: Capítulo 13: Capítulo 14: Capítulo 15: (continua...) Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo? Então segue lá no instagram @queridopassaporte Faaala, meu povo! Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira. Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí. Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: Agradecimentos Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes: Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre. Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando. Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral. A viagem Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS! O Roteiro O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente. Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”). O roteiro ficou assim: 11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD) 13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK) 14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS) Indonésia (Bali) 15/10/17: Uluwatu 16/10/17: Ubud 17/10/17: Ubud 18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan 19/10/17: Nusa Penida 20/10/17: Nusa Penida 21/10/17: Nusa Penida 22/10/17: Nusa Penida x Kuta 23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN) Singapura 24/10/17: Singapura 25/10/17: Singapura 26/10/17: Singapura 27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK) Tailândia 28/10/17: Bangkok 29/10/17: Bangkok 30/10/17: Bangkok 31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX) 01/11/17: Chiang Mai 02/11/17: Chiang Mai 03/11/17: Chiang Mai 04/11/17: Chiang Mai 05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV) 06/11/17: Railay Beach 07/11/17: Railay Beach 08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi 09/11/17: Koh Phi Phi 10/11/17: Koh Phi Phi 11/11/17: Koh Phi Phi 12/11/17: Koh Phi Phi 13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK) 14/11/17: Bangkok 15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX) Quando ir? Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções). Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa. Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata. Indonésia (Bali) De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis. Singapura Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio. Tailândia Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro. O que levar? O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um. Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo. Equipamentos Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena. De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7). Câmera Nikon Dx D5300 Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6 Lente Nikkor 35mm f/1.8 Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6 Tripé 60-170cm GoPro HERO5 Black GoPro Dome 6’’ Spray repelente de água Bastão GoPro 3 Way Bastão Flutuador GoPro Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro Maleta de acessórios GoPro Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB Adaptador de tomadas Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha Precisa de visto? Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país. Indonésia O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias. Singapura Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”. Tailândia Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias. Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão. Documentos Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como: Cartões de embarque: Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais. Comprovantes, ingressos, reservas, etc: Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora). Certificado do Seguro Viagem: Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem. Cartão Internacional de Vacina (ANVISA): É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional. Nota fiscal dos equipamentos fotográficos: Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram. Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem: Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países. Como levar o dinheiro? Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado. Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado. Finalizando... Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc. Então, até breve! Próximo capítulo: Do sonho até lá.
  2. Junior Chags

    Viagem em Julho 2019 para Asia

    Pessoal estou pensando em fazer um mochilão para Asia em Julho 2019, se alguem tiver interesse me add 85 9 8585-0850 para combinarmos algo.
  3. Fala pessoal!! Estou planejando uma viagem de 21 dias para o Sudeste Asiático (Tailândia, Malásia e Singapura), se puderem dar uma "mãozinha" com o meu roteiro. Estou viajando para conhecer os templos e as cidades, mas não vou deixar de curtir as praias da Tailândia. Olha o roteiro aí: 1º Dia) Viagem Brasil --> Bangkok 2º - 5º Dia) Bangkok: vou ficar 03 dias na cidade e 01 dia vou até Ayutthaya; 6º Dia) Viagem Bangkok --> Krabi: avião + 3h, chego em Krabi e conheço o local; 7º Dia) Krabi ---> Koh Hong: bate volta; 8º Dia) Krabi --> Koh Phi Phi: Sleep May Bay (durmo no barco e não gasto hostel) 9º Dia) Koh Phi Phi: ficar em um resort e relaxar (só uma noite, a noite do luxo) 10º Dia) Koh Phi Phi: conhecer praias 11º Dia) Phi Phi --> Langkwai (Malásia): + 8 horas de balsa 12º Dia) Langkwai 13º Dia) Langkwai --> Kuala Lumpur: 8 horas (balsa e trem) 14º - 15º Dia) Kuala Lumpur 15º Dia noite) Kuala Lumpur --> Singapura: trem noturno 16º - 19º) Singapura 20º Dia) Singapura --> Brasil Eai, o que acham??
  4. Pessoal, roteiro quase pronto para minha noiva e eu! Gostaria de uma avalização/sugestão de como ficou, especialmente sobre as praias da Tailandia (só enumeramos elas ali, ainda não decidimos exatamente tudo que faremos), Vietnã (para época que estamos indo, lemos que visitar o sul é tranquilo e o norte dá também, entretanto no centro.... alagamentos, enchentes e possíveis tufões. Motivo pelo qual reservamos poucos dias para o centro, mas ainda não sabemos se iremos, caso alguém tenho ido por novembro à Hoi An, Ao Nang ou Hue, POR FAVOR, comente algo sobre), Laos (Não quisemos esticar muito no Laos para chegar em Chiang Mai no festival das lanternas, mas acho que 5 dias mais 1,5 dias de barco está de bom tamanho...) , Camboja e Singapura (até pensamos em visitar esses dois um pouco mais, mas só podíamos ficar dando uma entrada em cada país para otimizar e realmente queríamos ficar bastante no Vietnã). Dias Datas País Cidade O que fazer Hospedagem Transporte Tempo VOO Hora Saída Hora Chegada Hospedag Pessoa Transporte 1 19/out Brasil Porto Alegre Casamento civil 2 20/out Brasil Porto Alegre Início Viagem No Voo Avião 12h20 12:30 R$ 1.084,52 3 21/out Espanha Barcelona Volta pela cidade 07:15 4 22/out Espanha Barcelona Volta na cidade -Trem para Madrid Trem 3h 18:00 21:00 € 32,00 5 23/out Espanha Madri Volta pela cidade No Voo Avião 6,5h 22:35 06:25 6 24/out Qatar Doha Chega as 6:30h e saída as 20h No Voo Avião 8h 20:00 R$ 1.211,00 7 25/out Singapura Singapura Chinatown, museus, Marina Bay e Arab st AirBNB 09:05 8 26/out Singapura Singapura Sentosa, Gardens by the Bay, zona Clark Quay AirBNB 9 27/out Singapura Sing / Phnom Little Indian // 19 happy house backpaccker Avião 2h 13:40 14:30 R$ 265,00 10 28/out Cambodia Phnom Penh volta pela cidade e Onibus para Siem Reap Sleep Bus Onibus 6h 23:00 $15,00 11 29/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito longo 12 30/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito curto 13 31/out Cambodia Siem Reap Volta na cidade e voo para HCM ou onibus Avião/Bus 1h/12h 21:00 14 01/nov Vietnam HCM Volta na cidade 15 02/nov Vietnam HCM Mekong River 16 03/nov Vietnam HCM Mekong River 17 04/nov Vietnam HCM Cu Chi Tunnel 18 05/nov Vietnam HCM LIVRE e Voo para Nha Trang Avião 1h 19:00 20:35 19 06/nov Vietnam Nha Trang Praia dos russos Sleep Bus Onibus 12h 19:00 20 07/nov Vietnam Ao Nang Volta na cidade e ida para Hoi _An_ Onibus 21 08/nov Vietnam Hoi AN_ Pela cidade 22 09/nov Vietnam LIVRE LIVRE LIVRE LIVRE 23 10/nov Vietnam Hue Pela cidade e voo para Hanoi Avião 1h 24 11/nov Vietnam Hanoi volta pela cidade e museus 25 12/nov Vietnam Hanoi Halong Bay Barco - 26 13/nov Vietnam Hanoi Halong Bay - 27 14/nov Vietnam Hanoi Cidade e Voo para Laos Avião 1h 16:40 17:50 28 15/nov Laos Vienciane Volta pela cidade Hostel Onibus 4h 15h $15,00 29 16/nov Laos Vang V. Volta na cidade Hostel Onibus 4h 15h $20,00 30 17/nov Laos Luang Prabang Volta na cidade Hostel 31 18/nov Laos Luang Prabang Kuang Si Falls 32 19/nov Laos Luang Prabang Ronda das Almas, Nascer do Sol 33 20/nov Laos PakBeng Slow Boat 34 21/nov Thayland Chiang Rai White Temple, Blue Temple Hostel 13:00 R$ 25,00 35 22/nov Thayland Chiang Mai Algum passeio que faltou e ida para Chiang Mai R$ 25,00 36 23/nov Thayland Chiang Mai Templos, Festival das lanternas (Yi Peng) R$ 25,00 37 24/nov Thayland Chiang Mai Passeio dos Elefantes R$ 25,00 38 25/nov Thayland Chiang Mai Templos, trilhas R$ 25,00 39 26/nov Thayland Phuket Resort Avião 2h 09:40 11:35 R$ 100,00 R$ 370,00 40 27/nov Thayland Phuket Casamento Resort R$ 100,00 41 28/nov Thayland Phuket Resort 42 29/nov Thayland Koh Phi Phi Maya Bay 43 30/nov Thayland Koh Phi Phi 44 01/dez Thayland Koh Phi Phi 45 02/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho 46 03/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho 47 04/dez Thayland Krabi 48 05/dez Thayland Krabi 49 06/dez Thayland Krabi 50 07/dez Thayland Krabi/Bangkok Avião 1h 51 08/dez Thayland Bangkok Ayuthaya, Chatuchak 52 09/dez Thayland Bangkok Grand Palace, Wat Pho, Wat Arun,Wat Phra Kaew, Noite 53 10/dez Thayland Bangkok Compras e Voo Avião 22h 19:30 23h R$ 1.490,00 54 11/dez Italia Milão Doha pela madrugada e Milao na tarde/noite Avião 07:30 12:20 55 12/dez Italia Milão Voo de volta para Poa Avião ˜17h 20h R$ 768,00 56 13/dez Brasil Porto Alegre Chegada 10h 57 14/dez Brasil Porto Alegre Trabalho... :`(
  5. Em Algum Lugar do Mundo

    O que fazer em Singapura: roteiro 3 dias

    Conheça as principais atrações, confira dicas e Informações essenciais para quem quer visitar Singapura. O que fazer em Singapura em até 3 dias: Dia 1: Singapore City Gallery, Chinatown & Boat Quay Singapore City Gallery Comece seu tour pela Singapore City Gallery, uma galeria interativa bem legal, onde você pode conhecer mais da história local. Lá tem uma maquete enorme, sendo uma projeção de Singapura para daqui a 100 anos! Chinatown Para curtir Chinatown, abra a mente e esteja aberto para absorver todos os detalhes. Vá sem pressa e curta os mercados, cafés, restaurantes e lojas - parece que você está em outro país! Boat Quay Saia de Chinatown e caminhe por mais de 10 minutos até Boat Quay. Aqui era um cais, onde chegavam mais da metade das mercadorias de Singapura. Ali você encontra restaurantes, bares e arranha-céus modernos. Para acessar o post completo com as principais atrações de Singapura, além de várias dicas úteis para o planejamento de sua viagem, é só acessar: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-singapura/
  6. Em Algum Lugar do Mundo

    O que fazer em Singapura: roteiro 3 dias

    Conheça as principais atrações, confira dicas e Informações essenciais para quem quer visitar Singapura. O que fazer em Singapura em até 3 dias: Dia 1: Singapore City Gallery, Chinatown & Boat Quay Singapore City Gallery Comece seu tour pela Singapore City Gallery, uma galeria interativa bem legal, onde você pode conhecer mais da história local. Lá tem uma maquete enorme, sendo uma projeção de Singapura para daqui a 100 anos! Chinatown Para curtir Chinatown, abra a mente e esteja aberto para absorver todos os detalhes. Vá sem pressa e curta os mercados, cafés, restaurantes e lojas - parece que você está em outro país! Boat Quay Saia de Chinatown e caminhe por mais de 10 minutos até Boat Quay. Aqui era um cais, onde chegavam mais da metade das mercadorias de Singapura. Ali você encontra restaurantes, bares e arranha-céus modernos. Para acessar o post completo com as principais atrações de Singapura, além de várias dicas úteis para o planejamento de sua viagem, é só acessar: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-singapura/
  7. Em Algum Lugar do Mundo

    Curiosidades sobre Singapura

    Singapura é cidade ou país? Escreve com "s" ou "c"? A maior concentração de milionários, o melhor aeroporto do mundo e mais 12 curiosidades sobre Singapura: se você planeja ir pra lá ou quer saber mais sobre essa ilha cidade-estado, dá uma conferida aqui. Singapura ou Cingapura? O correto é Singapura ou Cingapura? Pois o Brasil é o único país de língua portuguesa a usar o "c", sendo que as duas formas são corretas. A origem do nome vem de “sing” + “pur”: O nome malaio “sing” significa leão, já “pur” quer dizer cidade em sânscrito. E quem nasce em Singapura é singapurense ou singapuriano. Merlion: o símbolo de Singapura O ícone de Singapura é o Merlion, uma figura com corpo de um peixe e com a cabeça de leão. O nome significa “mer” (mar) com "lion" (leão), o que remete à origem do nome Singapura e ao passado do lugar, que era então uma vila de pescadores. Merlion, o símbolo de Singapura Singapura: cidade, estado, país? Singapura é a única ilha cidade-estado do mundo. Seu nome oficial é República de Singapura, e é tanto reconhecida como cidade, capital e como país. Singapura é composta por uma grande ilha e mais 63 ilhas menores, sendo que a maioria delas é inabitada. Riqueza Singapura é um dos países mais ricos do mundo, tendo a maior concentração de milionários do planeta!!! Considerado o melhor país do mundo para se fazer negócios, é o melhor país da Ásia em termos de trabalho: lá vivem mais de 1,3 milhão de estrangeiros, que estão inseridos no mercado de trabalho Confira mais curiosidades de Singapura no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/12-curiosidades-sobre-singapura/
  8. mcm

    Myanmar (+ Malásia e Singapura) - 20 dias

    Sudeste de novo Férias de 20 dias confirmadas, faltava confirmar o destino. Ásia era prioridade. Sudeste novamente ou Japão. Minutos depois de confirmar as férias fui verificar como estavam os preços pela Ethiopian. Saindo do Rio para Bangkok, não muito atraentes. Saindo de São Paulo, preços excelentes, na faixa de 700-800 USD! Do tipo que não podemos recusar! Inicialmente reservei ida e volta para Bangkok, mas sem pagar. Depois verifiquei que valia a pena ir direto para Kuala Lumpur. Malásia seria nossa porta de entrada para mais uma incursão pela região. A volta seria por Bangkok mesmo. Os trechos entre Rio e SP compramos independentemente, e a preços MUITO mais em conta do que no pacote da Ethiopian. Verifiquei preços com outras cias aéreas, mas nem dava pra comparar: os preços da Ethiopian partindo de SP eram muito mais baratos. Os planos originais, novamente muito influenciados por guias Lonely Planet que tenho, eram para explorar Malásia, Singapura e Brunei. A Indonésia, logo ali perto, tbm entrou na lista de possibilidades. No entanto, minha memória da leitura de relatos da galera pela região me remetia a Myanmar. Tanto que rapidamente reverti a ideia de explorar largamente os 3 países iniciais, e incluí Myanmar no roteiro. Excluí Brunei, desconsiderei Indonésia, limitei os dias na Malásia e Singapura e reservei uns 10 dias para Myanmar. Seria o destino principal da viagem. Foi uma ótima decisão! Depois de três viagens consecutivas de férias contendo praia (Caribe, Tailândia, Galápagos), dessa vez excluímos qq região praiana do roteiro. Esta viagem era para conhecer cidades e templos, muitos (e espetaculares) templos. Bagan estava na minha cabeça como o principal da viagem, tal qual os templos do Camboja estavam na viagem do ano passado. A elaboração do roteiro envolveu algumas poucas idas e vindas. Inle Lake não estava no roteiro inicial. Georgetown, na Malásia estava. Com a priorização de Myanmar, um saiu e o outro entrou. Distribuímos basicamente 2 dias para cada cidade, com exceções: 1 para Malakka, 3 para Singapura e 3 para Bagan. A volta por Bangkok envolvia tbm um dia de estadia – sempre bom não dar chance para o azar chegando de avião num mesmo dia em que se parte de volta para casa. Sobrou então um dia na viagem. Algum lugar seria o felizardo de ganhar o dia adicional. Entendi que teria de ser em Myanmar. E escolhi Bagan, que já tinha 3. Mais tarde (DEPOIS da viagem) Katia reclamou do excesso de dias para templos (ahahahaha), preferia ter adicionado em Singapura. Eu não me arrependi! Acho que dá para percorrer o básico do mais badalado de Myanmar em 8 dias cheios, com 2 dias para cada cidade em que fui. Muita gente faz isso, aliás. Mas isso dependerá dos interesses de cada um. Quem não curte templos, não vejo sentido em ir a Bagan, por exemplo. Roteiro resumido pelas cidades: Dias 1/3 – Kuala Lumpur Dia 4 – Melakka Dias 5/7 – Singapura Dias 8/9 – Yangon Dias 10/11 – Inle Lake Dias 12/15 – Bagan Dias 16/18 – Mandalay Dias 18/19 - Bangkok Quando Foram 20 dias em Março de 2017, partindo no dia 12 e retornando dia 1 de abril. Onde ficamos: [Cidade – hotel – diária] Kuala Lumpur - Hotel Petaling – 63 MYR Melakka - Jalan Jalan Guest House – 70 MYR Singapore - 5footway.inn Project Bugis – 74 SGD Yangon - Backpacker (Bed & Breakfast) – 25 USD Inle Lake - Sweet Inn – 25 USD Bagan - Sky View Hotel – 32 USD Mandalay - Hotel Venus – 19 USD Bangkok - Thara House – 700 THB Recentemente nós temos diminuído nosso padrão para hotéis baratos. Mas foram todos tranquilos, conforme esperado. Aliás, os hotéis de Myanmar nos surpreenderam positivamente, no geral. O guerreirão de Kuala Lumpur, em Chinatown, foi tranquilo tbm. Enfim, buscamos sempre ficar num lugar barato e bem localizado. Exceção única foi Bagan, onde preferi um lugar mais bem transado. Em Bagan nós circulamos de moto elétrica, então a localização não importava tanto. E o preço do Sky View estava ótimo para o tanto que ofereceu! Todos foram reservados via booking.com. O de KL é guerreiro – hospedar-se em hotel barato de Chinatown é sinal de busca pelo guerreirismo! O de Melakka foi só uma noite, numa boa. De Singapura era bem micro, conforme havia lido, mas nos atendeu na boa também. Como disse, as hospedagens que nos surpreenderam – positivamente – foram as de Myanmar. O de Yangon, apesar da entrada estranha (uma escadaria), foi ótimo custo-benefício. O de Inle ficava à beira-rio, com atendimento muito cordial de todos (nos deixaram fazer check-in de manhã cedo e até tomar café). O de Bagan é o campeão da viagem, embora isso já fosse esperado. Sem palavras o fato de nos deixarem entrar e dormir às 4 da matina, tomar café da manhã, e tudo isso antes do horário que começa a diária. Tudo isso além da extrema prestatividade e cordialidade de todos. Em Mandalay, outro campeão de simpatia e atendimento, mesmo sendo mais guerreiro que os demais. Em todos eles a Internet era falha, mas nada muito longe do padrão Brasil. Em todos eles nos forneceram xampu e sabonete. Em alguns nos forneceram tbm escova e pasta de dente (!). Todos os hotéis de Myanmar foram fechados em USD, mas pagos em kyats. Taxas de câmbio variavam pouco. O de Bangkok era guerreiro, também dentro do esperado. Os transportes: Dessa vez tomamos muito menos voos (em relação à viagem do ano anterior). Somente de Singapura para Myanmar e de lá para Tailândia. Nesse ponto, gastamos bem menos. Dentro de Myanmar, usamos os ônibus. Tomamos as precauções devidas (levei um casaco!) e foi tudo tranquilo. E barato. Comprávamos as passagens nos hotéis mesmo, logo que chegávamos. [Rota – cia aérea – valor pp] Por ar: Rio – SP – Rio – Gol – 232 BRL SP – KL / Bangkok – SP – Ethiopian Airlines – 800 USD Singapura – Yangon – Jet Star - 114 SGD Mandalay – Bangkok – Air Asia – 74 USD Por terra: KL – Melakka – 10 MYR Melakka – Singapura - ?? Yangon – Inle Lake – Famous – ?? Inle Lake – Bagan - ?? Bagan – Mandalay – OK Express - 9 KMMR [não anotei e não me lembro dos preços que faltam, mas não eram muito diferentes dos concorrentes] Orçamento: [Exclusive passagens aéreas] [País – estimativa USD/dia – realizado] Malásia - 50 – 70 (Fomos numas atrações bem caras por lá, e a cerveja tbm é cara) Singapura – 100 – 90 (Singapura é Primeiro Mundo na região) Myanmar – 50 – 40 Tailândia – 50 – 70 (exclusive tatuagem, mas inclusive pequenas compras; algumas esbanjadas contribuíram para o estouro) Viajar leve: Dessa vez, sem necessidade de levar apetrechos de praia, decidi que viajaria ainda mais leve. Quando viajamos somente levamos (e trazemos) mochilas de mão, pequenas mesmo. Menos de 7kg. Dessa vez eu levei somente a minha mochila de ataque. Katia levou uma um pouco maior, mas com muito espaço sobrando. Foi mais que suficiente para o nosso estilo. Cada um viaja do jeito que acha melhor. Nós preferimos não carregar peso. Dessa vez levei um casaco leve, que bastou para mim. Serviu para o gelado busum overnight entre Yangon e Inle (mas sob cobertor). E serviu para as manhãs frias em Inle e as madrugadas (para ver o sol nascer) em Bagan, sobretudo por andar de motinha naquelas horas. Novamente levei repelente e não usei dia algum. Chinelos: pra mim, imprescindíveis, sobretudo para Bagan. Eu diria que Malásia e Singapura pode ser de tênis. Myanmar e Tailândia, chinelos. Esta era toda a minha bagagem Loooonga ida: Os voos da Ethiopian ganharam uma escala no Togo. Como nosso destino final era Kuala Lumpur, isso ensejou uma longa rota de ida. Nada menos que 5 voos até chegar lá. Rio – SP – Togo – Etiópia – Tailândia – Malásia. Sendo que Togo e Tailândia foram escalas. A volta era um voo a menos, pq partimos da Tailândia. Sem problemas. O sabor do preço pago supera essa adversidade. Até pq o longo voo, ou mesmo o fuso, não nos impede de chegar e já partir para desbravar o lugar. Sem essa de descansar! Por que Myanmar? Devo dizer que tinha basicamente três referências de lá: 1 - A deliciosa HQ “Crônicas Birmanesas”, de Guy Delisle; 2 – Um amigo chileno que fizemos em nossa viagem pela Índia, que nos contou maravilhas dos templos de lá (presumo que ele tivesse falado de Bagan, mas não me lembro exatamente), a ponto de não se impressionar com os estupendos templos de Khajuraho; (mesmo maravilhado por Bagan, sigo maravilhado também com Khajuraho, e mais ainda com os templos do Camboja) 3 – Os relatos que li no ano anterior de diversos mochileiros que estiveram por lá (eu buscava relatos da Tailândia, Laos e Camboja, mas Myanmar aparecia com alguma frequência). Aliás, devo dizer que os relatos da galera que esteve em Myanmar são ótimos. Agradeço a cada um deles. Li várias vezes antes e durante a viagem. E uma vez mais depois. Juntei tudo num mega texto e mandei pro kindle. A todos vcs que foram ao Myanmar e aqui deixaram seus relatos (adoro narrativas!), meu muito obrigado. ------------ Um resumo fotográfico (boa parte das fotos que estão neste post eu tirei de lá) dessa viagem pode ser visto aqui, no blog da Katia: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2017/05/resumao-fotografico-da-viagem-de-ferias.html?_sm_au_=icVrGZqnt04GkpGG
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