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  1. Olá pessoal, alguém com planos de ir para a Tailândia no final do ano, já comprei minhas passagens, para o período de 20/12/19 a 20/01/2020. O roteiro está quase pronto, passando ainda pelo Camboja, Malásia e Singapura. Mas se alguém tiver alguma sugestão ou dicas, são super bem vindas! Bora!? Abraços,
  2. Desde a minha adolescencia sempre quis conhecer dois lugares: Machu Pichu e Camboja. Mês passado consegui realizar um desses sonhos! Um dia antes de viajar, fiquei sabendo através de um grande amigo meu piloto que vários vôos estavam sendo cancelados por causa do tufão que passava pelo local justamente onde eu iria fazer conexão. Eu estava super nervosa com medo do meu vôo ser cancelado e com isso arruinar o meu planejamento. Cheguei no aeroporto, suando de nervosa, olhei para a atendente e estava tudo certo para minha viagem! Pra chegar ao meu destino dos sonhos passei por uma conexão em Taipei, no meio do tufão, mas nem por isso deixei de explorar a cidade e conhecer a linda Praça da Liberdade. De volta ao aeroporto, meu proximo destino seria Bangkok! 4 dias não foram suficientes para conhecer essa cidade incrível. Comida maravilhosa, rooftops de tirar o fôlego, tuk tuks pra todos os lados, templos incríveis e bares super animados. Aproveitei a oportunidade e com a ajuda de um grande amigo meu da minha terra natal consegui cantar em um live house. Com isso tive a oportunidade de conhecer excelentes músicos numa jam incrível com gente de vários países. Obrigada Caio pela noite maravilhosa (na verdade pelas duas noites!!!). Apesar de me despedir de Bangkok com desejo de ficar mais, eu também estava super ansiosa para chegar no meu proximo destino: Camboja. O Camboja é um país que sofreu muito com a guerra Khmer Vermelho, um dos maiores genocídios da história recente, matando grande parte da população e até hoje é possível ver as marcas deixadas dessa terrível catástrofe humana. Quando o avião pousou (graças a deus! Por que era um mini avião com hélice #medo), o calor estava de matar! Passei pela imigração e finalmente estava pisando em terras cambojanas. O motorista do hotel, seu Barang, estava lá me esperando e, apesar da dificuldade de comunicação, esbanjava simpatia. O carro deu partida e comecei a ver a cidade de Siem Riep através da janela. A cada quilômetro rodado, o cenário era o mesmo, muita pobreza. Cheguei no hotel e fui recebida com um delicioso chá e doces típicos do Camboja. Joguei minha mochila no quarto e fui rumo a Vila flutuante de pescadores que ficava a uma hora do centro. Na chegada à vila, a canoa passava pelas principais “ruas” onde é possível ver casas, igrejas e até uma escola suspensa. Pausa para o almoço num restaurante flutuante no meio de um enorme e importante lago para os pescadores. É ali que eles pescam e vendem para outros restaurantes no centro da cidade. Sentei à mesa e pedi o famoso Amok: um curry de peixe com toque de capim limão, prato típico do Camboja. Enquanto eu almoçava, uma criança linda dos olhos brilhantes não parava de me observar até que fui em direção a ela e começamos a nos comunicar através de sorrisos e olhares curiosos. Aprendi algumas frases em cambojano num pôr do sol lindo enquanto eu estava sentada à beira do lago com uma menina cheia de vida. Nesse momento, percebi a beleza do cenário e tirei uma das fotos mais lindas da vida! Dia seguinte, dia de visitar os templos do complexo Angkor, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, com a ajuda de um super querido guia, Sohkom. Eu queria saber mais sobre a história do Camboja e sobre os detalhes dos templos. Fiquei horas caminhando na imensidão desse lugar abandonado no meio da selva. No meio do passeio, fui indo em direção a uma música e me deparo com uns homens tocando instrumentos típicos da região. Quando eu percebi estava no meio deles tocando percussão. Todos os músicos eram sobreviventes da guerra, mutilados, vítimas das minas terrestres. Foram horas de aprendizado e informações sobre essas ruínas do império Khmer. À noite, tive tempo pra beber uma cerveja local, fazer massagem por 1 dólar, curtir um pouco da Pub Street e cantar com uma banda de rock no Hard Rock Café. No dia seguinte, levantei as 6 horas da manha, aluguei um quadriciclo e fui desbravar Siem Riep. Eu acho que foi o passeio que mais me comoveu. Foram mais de 4 horas explorando a cidade. Parei num mercado e comprei algumas caixas de macarrão pra doar aos alunos de uma escola construida pelos japoneses❤️. Excelente trabalho dos professores, todos voluntários. De volta a minha moto, coloquei meu capacete e máscara pois havia muita poeira (as ruas não são asfaltadas) e comecei a distribuir comida pras crianças. O mais impressionante é que todas vinham com um baita sorriso no rosto e falavam obrigado. Até mesmo algumas que não falavam por timidez, os pais agradeciam por elas. Hora de voltar pro hotel, pegar uma piscina e esperar o pôr do sol. À noite, me deliciei com o meu ultimo jantar no estilo cambojano e depois fui a um bar de musica ao vivo onde conheci uma cantora de voz linda e serena cantando músicas típicas da região. Fiz questão de falar com ela que ficou encantada quando a elogiei. Muito linda! Vim embora com um aperto no coração de quem precisa voltar. Apesar da pobreza, dos conflitos civis, das atrocidades de um general que aniquilou grande parte da população no passado e de tantos outros problemas em que esse país ainda se encontra, o Camboja e seu povo vão ficar guardados pra sempre no meu coração! Instagram: Yumi_oficial ou Yumiaroundtheworld C581EB70-143E-4458-8CA0-93B5353330A3.MOV 5DEA23CB-8A9F-4EDD-88F6-D85B33E9D4B1.MOV 918A37ED-6D9D-4DD5-AAD2-58A752B49A6B.MOV
  3. bom depois de muito pesquisar nesse site para me programar com meu mochilão no sudeste asiático, nada mais justo que deixar minha contribuição! Segue meu insta @uaiguimg até mesmo para contatos mais rápidos caso precise.. Vamos lá, tudo começou em janeiro de 2017 quando teve um bug pela Turkish Airline com passagens de ida e volta a 670 reais ida e volta de sp a Bangcoc! Se acham que peguei esse bug? Não, fiquei com medo e esses valores eram apenas para os meses de junho e julho onde é temporada de chuva por lá, além do mais em fevereiro iria para Cancun, viagem que já estava deixando um Rim... Pois bem, fui pra Cancun em minha primeira viagem internacional com uma amiga, tudo perfeito dispensa comentários.... depois que cheguei de lá fiquei já imaginando a próxima viagem para onde seria, então fui pesquisar a Tailândia. Quando comecei a pesquisar vi um vídeo do festival das lanternas que acontecia sempre em novembro em uma cidade ao norte da Tailândia, Chiang Mai, logo que vi, já não deixou duvidas que a Tailândia seria meu próximo destino! Mas não ficaria por ai, já que quando vc começa pesquisar sobre o sudeste asiático vc vê que é possível colocar outros países que estão ali próximos e são incríveis tb! Dai comecei a pesquisar pesquisar e pesquisar, e descobrir o Full moon party, que é uma festa que sempre acontece na Lua cheia em uma das ilhas da Tailândia Ko Phagan, fiquei tentando ao ver um vídeo da festa do réveillon, foi então foi ai que mudei os planos e decidir que lá que eu queria passar o fim de ano. Ai que ta, quem vai comigo? Bem, meus amigos não animariam muito um destino tão exótico ou teria disponibilidade na época, logo comecei a matutar como faria, já que nem inglês eu tenho, mal mal o básico! Com muita pesquisa, vi que muitas pessoas se aventuravam sozinhas e deus, pra falar a verdade bem mais do que eu imaginava. Pensei: se eles podem, eu tb posso. Depois de finalmente convencido, hora de comprar as passagens, foi o primeiro baque! preços altíssimos! coloquei alerta em todos buscadores Googleflights, Kaiak, skyscanner e nada de promoções tudo acima de 3 mil reais. Nessa altura já era julho e eu estava começando a ficar com medo de subirem ainda mais os preços. bem, depois de muita procura vi o menor valor indo de SP a Singapura por 3.100,00 só que a data para esse valor era para dia 10/12 a 17/01/2018 quase 40 dias!!! Meu deus 40 dias na Ásia sozinho e sem inglês, será se dou conta? Bom, depois de muito pesquisar sobre a Ásia eu já não me via viajando para outro lugar, logo então acabei comprando. Comprei no próprio site da Air China. Aí começou outro medo, gente vou viajar com um avião chinês??? Um chinguiling? Será se chego inteiro? Puro preconceito, pois era um dos aviões mais modernos que há, comida boa, bom atendimento sem reclamações... (comprei a 3.100, porém tem o bendito iof, e o cambio flutuante, que fecha o valor na data de fechamento da fatura, dois dias depois de comprar teve o escândalo do Temer com os áudios lá que fez o dólar disparar que quebrou minhas penas, de 3.100 para 3.550!!! começando bem a viagem...) Bom, o preço estava sendo um dos melhores, mas em contrapartida a viagem em si uma das mais demoradas! Quase 40 horas, pois faria escala em Madri e depois em Pequim e só depois Singapura. -Vamos lá então, tentarei postar tudo que eu lembrar pois minha memória não é das melhores Pequim – Grande muralha 1º dia - Bom, de toda a viagem para Ásia, sem dúvida Pequim foi minha maior frustração! Como faria escala por lá, procurei a escala mais demorada possível em Pequim para aproveitar a cidade, chegaria por lá 5:50 e voaria para Singapura as 00:10, ou seja, um dia inteiro para aproveitar a cidade. E nas pesquisas descubro que era possível ir na grande muralha da china um antigo sonho que jamais imaginei realizar! Quando comecei as pesquisas descubro que não seria nada fácil, ou nem tanto, descubro que todas redes sociais e apps da Google eram bloqueadas na china!! Ai que começa meu desespero pois eu uso muito o google maps off-line e oq iria fazer agora? -Depois de muita pesquisa acabei achando um site de turs que faria o percurso aeroporto – muralha, só que bem caro cerca de uns 110 US. Por mais que estava bem relutante em ir assim, acabei mandando um e-mail para a empresa para saber como funcionava. Porém, eles responderam falando que sairia um carro as 8 da manhã, mas que provavelmente eu n teria tempo,pois os tramites do visto no aeroporto não seria tão rápido e talvez eu não conseguiria sair antes da van partir. Bom depois de ver que não seria possível ir de taxi privado mas se não me engano seria mais de 200 dólares e não estava disposto a gastar tanto assim! Comecei a pesquisar se era possível ir de transporte público, e para minha felicidade tinha como ir sim. Parecia não ser complicado, mas ai vc para e pensa vou usar transporte público em uma cidade com uma das maior populações do planeta??? Loucura mas já que está na chuva é pra se molhar... -Mais uma vez começa meu medo, e se eu me perder? Não vou ter como pedir ajuda a ninguém, não sei inglês não tem googlemaps e aí? Ai a gente pesquisa tudo para não se perder no caminho..rsrsrs -Bom lembram que falei que essa era a maior frustação de toda viagem? Então, depois de muito me programar, ver vídeos no youtube, prints de tela do maps e tudo mais.. meu mundo acabou no desembarque remoto, quando abriu as portas do avião começou a fazer frio, muito frio, bem eu havia viajado com uma mochila apenas, um moleton ( minha cidade é muito quente 35º graus aqui é fichinha, logo não tenho tantas roupas de frio, já que iria pra praia) tava com uma toca e um cachecol, estava frio mas suportável, mas quando cheguei na porta começou a sair fumaça da minha boca e comecei a tremer involuntariamente, fui descendo até entrar no ônibus para o aeroporto... serio nunca tinha passado tanto frio na minha vida! Quando fui checar a temperatura estava -7 Graus!!!! -7 Gente! Isso que a sensação térmica deveria estar uns -15 sério! Como eu nunca havia pego temperaturas negativas, acho q a menor temperatura que havia passado seria uns 12 graus. Dentro do ônibus já bateu um desespero, passando todo um filme na cabeça, pois havia visto que estaria frio, mas achei q seria suportável. Já no aeroporto, depois de passar por todos tramites, comecei a procurar por roupas de frio, mas só tinham roupas de marcas ( tommy, calvin Klein..) e eu não iria pagar 400 dólares em um casaco para depois descarta-lo. Pensei muito em desistir, mas cara, estou do outro lado mundo, cheguei muito longe para poder desistir aqui! Troquei um pouco de US p moeda chinesa e fui comprar o cartão de transporte público (serve para metro e ônibus), pensei que no centro acharia algo perto do metro para comprar roupas de frio! Pois bem, no caminho estava suportável o frio, cheguei na bendita estação. Cara, sou muito burro ou não sei oq, mas fiquei horas tentando sair dos inferno da estação! Rodava rodava e não achava a saída, depois de muito custo consegui sair e para minha alegria batia aquele vento gostoso que que fazia arrepiar até os cabelos que não tenho hahahha. Ao sair vi prédios gigantescos pra todo lado e não sabia para onde ir, estava fazendo muitooooo frio, parei em um lugar que tinha um solzinho pra tentar me esquentar um pouco e pensar no que fazer. Havia baixado o mapsme (offilne) mas como sempre usei o google mps n sabia muito me orientar por ele... vi uma galeria perto da estação, mas era mais uma praça de alimentação, cheio de comidas estranhas Bom, com muito pesar, depois de ter rodado um pouco perto da estação e não ter visto lugar algum para comprar roupas decidir voltar para o aeroporto arrasado, mas se no centro estava frio assim, faço ideia na muralha onde tudo era aberto... triste fim na china....voltei para o aeroporto, como tinha acesso a sala vip fiquei lá comendo e bebendo era oq tinha pra fazer....rsrs Depois de minha frustação com a china embarco para Singapura em ponto as 00:10 e chegando em Singapura as 6:30 da manhã... bom para definir o roteiro fiquei muito na duvida de como faria, mas como pesquisei e vi que Singapura era o pais mais caro da Ásia, resolvi deixa-la por último, já que teria mais noção de quanto iria gastar ou melhor, não gastar hahahah. Pensando assim, peguei outro voo as 13:00 para Phuket, minha entrada na Tailândia, voo pouco mais de 40 minutos tudo tranquilo pela Air Ásia. OBS: muitos devem achar que meu roteiro deu muitas voltas, e de fato realmente fiz muitas voltas como vcs irão perceber. Mas tudo isso foi devido minha intenção de gastar o mínimo possível nessa viagem para compensar o baque das passagens pela airchina... foi aí que encontrei um negócio chamado AsenPass. É uma espécie de programa de viagem da Air Ásia, nele vc compra 10 ou 20 créditos para viajar nos países pre-determinados descontando os créditos que vc comprou e pagando posteriormente as taxas de embarque. Dessa forma comprei 10 créditos por 116 US, (coloque na moeda da malasia ao comprar, sai mais barato que em próprio dólar) fui para Singapura – Pkuket (Tailândia) por 1 credito. Quanto mais longe a viagem, mais créditos.... 2º dia –SINGAPURA -TAILÂNDIA Chegando em Phuket a imigração foi super tranquila, exigiram o certificado de vacinação de febre amarela e mais nada...na hora de passar pelo scanners de malas os agentes simplimentes mandaram passar e já estava livre pra ir para onde quiser.... tão ta né..rsrs Saindo do aeroporto: já fora, vc vai encontrar varias pessoas oferecendo transfer... praticamente tudo tabelado, não lembro ao certo, mas acho que foi entre 150/300bath o transfer até o hotel..fiquei no hotel Poppa Palace (R$138),como chegaria morto de viagem, queria pegar um hotelzinho melhor, achei esse bem legal, perto de tudo e da praia... cheguei dei uma volta curta e apaguei não era nem 6 da tarde e acordei 5h da manhã hahaha... mas ai sem mais jatlag.... No outro dia fechei um transfer no próprio hotel para Ko Phi Phi, (pronuncia com som de P mesmo ok) foi uns 700bath van( hotel píer +- 1:00h) + farry a viagem ( acho que 2h). 3º dia – Ko phi phi Bom, optei por ficar apenas um dia na ilha, acredito que foi pouco, pois nesse dias ficaria só para curtir a ilha e não faria passeios algum... fiquei no Ibiza hostel mas em quarto privado (R$189) pois havia lido que o hostel era de muita farra e festa na piscina, que por sinal as pscinas são tops.. abertas para o público até das 14 às 22:00h.. na orla da praia todos os barzinhos tem festa tb com atrações de pular corda de fogo, malabarismo e coisas do tipo, bem legal...como sou chato pra comer sempre procurava algo mais abrasileirado rsrs... então minha dieta por lá foi muito fastfood hahah... comida barata e na praia tem um tal de bucket que são uns combos de bebidas( vodkcas, wisk, energéticos) uma espécie de baldinho q vc mistura tudo e chapa os cocos....rsrs.. nesse dia ainda estava meio grog por conta da viagem...então curti de leve a noite - no centrinho de phi phi tem tudo... restaurantes, lojas, estúdio de tatoo em todo canto.. cheio de ruelas que pra variar sempre me perdia...kkkk.. foi lá que comprei o transfer para ao nang por 250bt. 4º dia - AO NANG -No outro dia fui para Ao Nanga, resolvi ficar lá, por nas pesquisas mostrarem que a praia teria mais estrututas de barzinhos, hospedagens, restaurantes e principalmente pelos passeios serem mais baratos - fiquei no hostel Moment (R$88 para 4 noites), achei ótimo, minha primeira experiência em hostel, curti muito... peguei um quarto de 4 camas, cheguei tinha um cara parecendo europeu, um vozinho q parecia morar lá cheio de livros e um oriental louco... - nesse mesmo dia já fechei um passeio de 7 ilhas no próprio hostel que sairia as 13:00 por 700bt O passeio percorreu várias essas ilhas famosas n lembro nome de nenhuma kkk, com várias paradas para mergulho com snorkel em áreas de coral com milhares de peixes coloridos, isso foi sensacional e na última ilha jantamos por lá... começou a chover nessa hora... o mar ficou agitado pensa no medo que fiquei. Mas logo ficou de boa e chegamos todos bem! -depois que cheguei fui dar uma volta a noite... muitas lojas e restaurantes, estruturas melhores que em phi phi 5º dia – Ao nang -No outro dia, acordei cedo e fui tomar café que era incluído no hostel, torrada + café + banana..bem simples... mas acabei indo na 7/11 uma loja de conveniência que tem de tudo, acredite, vcs vão amar essa loja e vão querer sempre ficar perto dela! Os lanches lá são super baratos, então volta e meia estava lá comendo... eles preparam na hora lá no micro-ondas. -Nesse dia fechei o passeio de 4 ilhas, nesse que tinha a ilha de Maya Bay, cartão da Tailândia onde foi filmado o filme a praia com leornado de caprio... bom, pra ser sincero esperava mais dessa ilha pois todas as pesquisas sempre falam dela, e fui com grandes expectativas. De fato, é uma vista incrível com mar incrivelmente bonito, mas a ilha é bem pequena, os barcos chegam e podem ficar só 30m. e acredite todo canto tem um chinês! Brotam da profundeza dos infernos para atrapalhar suas fotos.... Me senti até celebridade lá com alguns me pedindo p tirar fotos.kkkk.. Nesse mesmo passeio fomos na bamboo island, nossa essa sim me surpreendeu com o mar! PERFEITO! No final do tour ainda podia nadar com os planctos, só q n quis pois já estava mais tarde e meio frio e eu sabia que iria fazer mais frio ainda...rsrs povo entrou e n ficaram nem 5m dentro d’água... mas o guia puxou um balde d’água e jogou no chão do barco e deu pra ver os planctos fluorescentes ....nada de extraordinário mas bacana. - de volta para o hostel, sai a noite com um brasileiro q conheci no passeio e q tb estava no mesmo hostel que tb estava viajando sozinho, morava na espanha e estava por lá. 6º dia Ao nang – Railay Beach Nesse dia resolvi ir para Railay beach, considerada uma das praias mais bonita de toda Tailândia! Não achei a mais bonita mas estava sem dúvidas nas primeiras..rsr peguei o barco no porto não muito longe do hostel 200bt ida e volta... o ultimo barco de volta sai as 17:00 -iria passar o dia todo por lá, é uma praia mais tranquila, muito calsalzinhos rsrs...mas tem muita coisa pra fazer...tem rapel pra quem gosta, trilhas, snorkel, caiaque. -aluguei um kaik por 300bt para 2/3h n lembro ao certo... nunca havia andado de caiaque antes hahah..passei uns micos mas logo dominei, super fácil... e foi incrível! Passar por aqueles cenários únicos daqueles paredões submergindo dentro d’água. Foi incrível! -nessa mesma praia que tem uma caverna com um tanto de piroca por lá, todos tamanhos..rsrs símbolo da fertilidade para os tailandeses. - como disse, Railay tem muita coisa a se fazer, mas acho que somente passar o dia por lá deve ser suficiente, visto que lá é mais um ambiente família e tranquilo, muitos casais e não vi muita opção noturna. - depois voltei para o hostel e iria sair novamente com o cleiton brasileiro que havia conhecido no dia anterior... 7º dia –Ao Nang - Puket -Nesse dia iria voltar para dormir em phuket, já que pegaria o avião de lá para o próximo destino. Nesse dia conheci duas brasileiras lindas que tb estavam no hostel e estavam indo para Railay beach, como não iria fazer nada toquei ir com elas para voltar ao meio dia e foi ótimo. Almocei por lá não lembro oq, mas eu gostei..rsrs -indo para Railay já havia comprado o ferry + van para o aeroporto de phuket por 700bt... iria passar a noite em um hostel perto do aeroporto pois no outro dia iria viajar cedo para o Camboja. - a van deixou no aeroporto mesmo e fui andando de lá p hostel no maps parecia mais perto..rsrs mas fui andando a noite já, super tranquilo por sinal...passei em frente de uma espécie de quartel ai tinha um soldado na porta conversando no cel por vídeo ai ele mirou o celular pra mim e falou gringo com quem ele estava conversando eu sorri e ascenei...rs -o hostel em que fiquei foi o The luna (R$58 ) gostei muito dele, limpo e bem privativo.. jantei perto do hostel em um restaurante bem bonitinho primeira vez que comi o tal do Fried Rice e comi dois cornetos depois... tudo bem barato...para minha felicidade não me caíram bem... vomitei e tive uma dor de barriga...hhaha continua...
  4. Oi gente, Estou planejando uma trip pelo Vietnã, Laos e Camboja .🥰 Por enquanto, só defini entrada e saída, que será por Ho Chi Minh City/Vietnã, com uma longa conexão em Pequim/China. Já tenho uma ideia do que fazer por lá e meu roteiro está criando forma. Gostaria de compartilhar com vocês e contar com a ajuda de quem já foi. Qualquer dica ou sugestão será muito bem vinda! 🙏 09/01/2020 São Paulo/Brasil - Pequim/China 11/01/2020 Tour em Pequim/China (conexão de 15 horas) 11/01/2020 Pequim/China - Ho Chi Minh City/Vietnã 12/01/2020 Ho Chi Minh City/Vietnã 13/01/2020 Ho Chi Minh City/Vietnã 14/01/2020 Ho Chi Minh City/Vietnã - Da Nang/Vietnã (Voo) 14/01/2020 Da Nang/Vietnã - Hoi An/Vietnã (Transfer) 15/01/2020 Hoi An/Vietnã 16/01/2020 Hoi An/Vietnã 17/01/2020 Hoi An/Vietnã - Da Nang/Vietnã (Transfer) 17/01/2020 Da Nang/Vietnã - Hanoi/Vietnã (Voo) 18/01/2020 Ha Long Bay (Cruzeiro) 19/01/2020 Ha Long Bay (Cruzeiro) 20/01/2020 Tam Coc (Day Tour, saindo de Hanoi) 21/01/2020 Hanoi/Vietnã - Luang Prabang/Laos (Voo) 22/01/2020 Luang Prabang/Laos 23/01/2020 Luang Prabang/Laos 24/01/2020 Luang Prabang/Laos 25/01/2020 Luang Prabang/Laos - Siem Reap/Camboja (Voo) 26/01/2020 Ankgor Wat 27/01/2020 Siem Reap/Camboja - Sihanoukville/Camboja (Voo) 28/01/2020 Koh Rong Island 29/01/2020 Koh Rong Island 30/01/2020 Sihanoukville/Camboja - Ho Chi Minh City/Vietnã (Voo) 01/02/2020 Ho Chi Minh City/Vietnã - Pequim/China 01/02/2020 Tour em Pequim/China (conexão de 12 horas) 02/02/2020 Pequim/China - São Paulo/Brasil Alguém mais vai nessa data? Obrigada 🙏
  5. Oi pessoal! Meu nome é Rafaela, tenho 16 anos atualmente e sou de Belo Horizonte. Sempre gostei muito de viajar. Quando meus pais começaram a ganhar mais dinheiro já comecei a planejar várias viagens e eles sempre confiaram em mim. Enfim, até meu aniversário de 15 anos só tinha conhecido Orlando e alguns estados brasileiros. Quando ele foi chegando perto, pedi minha mãe para ir pra Ásia como presente e ela deixou, apesar de não ter vontade. Meu irmão e meu pai não foram porque meu pai tinha acabado de esgotar nosso dinheiro investindo e também não tinham vontade de ir. Então fomos eu e minha mãe passar 20 dias por Tailândia e Camboja em dezembro de 2017 (um ano e meio de viagem, por isso esse relato não vai ser rico em detalhes e em tópicos, mas não queria deixar de publicar) PASSAGEM AÉREA Por causa do tal investimento a viagem sempre ia sendo adiada (não a data, mas o dia de comprar passagem), o que acabou aumentando muito os custos da passagem aérea. Compramos a passagem dia 18 de novembro para viajar dia 8 de dezembro. Resultado: 4564 reais por pessoa sem parcelamento (pela LATAM). Ida SP - Londres - Bangkok. Volta no dia 28 Bangkok - Paris - SP. Teve ainda o vôo BH - SP comprado uma semana antes por 700 reais por pessoa. Os vôos internos foram pela Bangkok Airways. Não achei o email com os valores, mas foi cerca de 1200 reais por pessoa 3 vôos. Olhando 3 meses antes vi passagens saindo de BH por 3.000 reais. Resultado: PLANEJEM AS COISAS E COMPREM COM ANTECEDÊNCIA HOTÉIS|ROTEIRO Aproveite os hotéis do sudeste asiático: os preços são ótimos e são charmosos. Mesmo com pequena antecedência foi fácil reservar, apenas em Phi Phi que foi meio complicado - e um pouco mais caro. Breve descrição e preços da época de onde ficamos: 8 - 10: Viagem de BH à SP. Conexão de 6 horas. SP à Londres com conexão de 8 horas. Londres à Bangkok. 10 - 15: Hotel Royal Bangkok Chinatown em Bangkok - R$?? - Lindo, café da manhã legal com opções locais e internacionais, muitos chineses fazendo compras, localização boa bem na bagunça de BKK, piscina gostosa. 15 - 17: EMAN-SIM BOUTIQUE HOTEL em Phnom Penh - R$358 - Lindinho, ótima localização, piscina de borda infinita no topo, funcionários gentis 17 - 21: River Bay Villa em Siem Reap - R$362 - Localização fora do centro mas confortável 21 - 22: Lada Krabi Express em Krabi - R$115 - Apenas para passar a noite. Normal, limpo, localização boa e tinha que tirar os sapatos para entrar rs 22 - 24: (não achei nos registros do Booking) em Phi Phi - Bem localizado e limpo. Mas apertado e... dava para ouvir Karaokê em chinês a noite toda. Estávamos de bom humor e não nos incomodou. 24 - 27: iRest Ao Nang Krabi em Praia de Aonang - R$670 - Quarto enorme, sem piscina e relativamente mal localizado. 27 - 28: Viagem de Krabi à Bangkok. Conexão de 6 horas. Bangkok à Paris com conexão de 8 horas. Paris à São Paulo. São Paulo à BH. Ufa! CONSIDERAÇÕES|FOTOS Geral - Amamos - Tínhamos franquia para despachar mas levamos somente 2 malas de mão e 2 mochilas - Se atente as exigências das roupas dos templos - Roteiro sem correria. Ideal era ter tirado um dia de Siem Riep e por em Phi Phi - Estava bem quente. Em Bangkok chuviscava o tempo todo e nas praias o sol não abriu nenhum dia Mas estavam lindas mesmo assim... - Lembre-se que janeiro é uma boa época na Ásia mas inverno na Europa. 2 mochilas inteiras foram ocupadas com roupas de inverno. - Tudo é muito barato - Oficiais da imigração nem respondiam meu bom dia, só carimbavam meu passaporte e conversavam com os colegas na língua deles - Pessoal do hotel, restaurantes e lugares turísticos falavam inglês perfeito - Não comi comida tailandesa (!!). Sou bem enjoada então ia em restaurantes internacionais - Me tornei vegetariana depois de ver pato assado em BKK - Muitas comidas de rua, principalmente porco e frutos do mar. Tinha também muitos vendedores de frutas. Tomei suco de romã in natura todos os dias (MUITO bom) - Sempre que saíamos levávamos o cartão do hotel com o endereço em língua local e também do lugar que queríamos ir - Taxi e tuc tuc são baratos e assim nos locomovemos. Era bem divertido! O ideal era combinar o preço antes. Tivemos problema apenas uma vez, quando o taxista insistia em ligar o taxímetro. Ele começou a xingar em tailandes. Saímos do carro - Não sofremos com o jet leg. Dormimos e acordamos no horário normal - Vimos vários monges, nos lugares turísticos, templos e aeroportos (em ala reservada junto com deficientes e grávidas) - Em 20 dias vimos 2 amigos brasileiros em Bangkok e 2 casais em Phi Phi - Moeda tailandesa é o baht. Cotação era 10 baht = 1 real - Compramos um Iphone para meu irmão 1000 reais mais barato e uma GoPro mais barata também Europa - Aproveitamos as conexões. Saímos pelo centro das cidades e comemos por lá. Gostamos mais de Paris, tudo é muito lindo, artístico. Londres parecia abandonada. Bangkok - O aeroporto de Bangkok é enorme, mas o que mais chamou atenção foi a poluição (provavelmente é). Pousamos e decolamos lá 6 vezes e em todas sentimos o "estrondo" do avião passando por ela, também não dava para ver nada lá em baixo - Realmente pediram o certificado de vacinação da febre amarela - Bangkok é enorme (8 milhões) e incrível. As pessoas, os cheiros, as comidas, a bagunça, os templos com os prédios: fantástica - BKK é lotada de chineses de excursão. Chega a ser engraçado - Muuuuuitas motos e um trânsito muito bagunçado - Visitamos alguns templos - Fizemos massagem (muito boa e barata) - Fomos no MBK shopping para jantar e voltamos com uma mala recheada de compras 😅 . Parece um Brás ou Feira Shop (de BH) mais organizado. Bem barato - O melhor passeio na cidade e da viagem foi voltando do Grande Palácio. Tentamos achar uma entrada para o rio da cidade, mas estava difícil. Acabamos escolhendo um bequinho qualquer (beco mesmo! sem iluminação, estreito e sujo). Aconteceu o maior serendipity da vida ao chegar no restaurante Eat Sight Story Deck. As fotos falam melhor: (queria colocar o vídeo, mas não consegui colocar aqui. para quem quiser ver, está no meu Instagram @faelamart) Phnom Penh - Quase perdemos o vôo porque esquecemos que era internacional e tinha imigração para sair (muito demorada aliás). Além do aeroporto ser muito grande... - Não sabia dizer o nome da cidade e não sei até hoje - O visto é feito na horas e foi cerca de 30 dolares. Não precisou de foto e nem perguntas - Fomos no museu que fala do triste genocídio cambojano - Vimos muitas crianças saindo da escola com seus uniformes lindos - É uma cidade pequena em expansão, muitas obras para todos os lados - Complicado andar na rua porque tem poucas calçadas - O pessoal de lá tem menos $$$ mas mesmo assim são bem mais acolhedores que a vizinha Tailândia - Se o trânsito de BKK é doido, aqui as pessoas são. Muitas crianças dirigindo moto, sem capacete e com 2,3,4 pessoas na garupa (!!!) - Compramos no dia uma passagem para Siem Reap pelo bookmebus.com - Fomos por uma companhia de correios chamada Post VIP Van e durou umas 4 ou 5 horas. Tinham cerca de 12 assentos e tinham 7 pessoas com o motorista. Na estrada vimos muitas pessoas vendendo gasolina na garrafa pet e mato. Na parada para o banheiro *atenção para o banheiro* vimos pela única vez insetos para comer Siem Reap - Bem mais turistas que a capital - Centrinho gostoso, muitas opções de restaurante - Visitamos Angkor Wat por um dia e foi incrível. Segundo ponto alto da viagem (para mim, porque minha mãe detestou ficar vendo "coisa velha"). Atenção de novo para fotos: Krabi - Foi apenas de passagem para pegar o barco para Phi Phi (compramos pelo hotel no dia mesmo) - Essa região é de maioria muçulmana Koh Phi Phi - A ilha mais famosa do país - Parece bastante com a Vila de Jericoacoara - O tempo não ajudou muito e nem o tempo curto. Aproveitamos pouco mas amamos - Conversamos muito com o capitão do passeio de barco. Foi um dia maravilhoso pelas ilhas Maya Bay, Bamboo e outras Ao Nang - Preferimos Phi Phi - Fomos apenas em algumas praias CONSIDERAÇÕES FINAIS Minha mãe se apaixonou pelo sudeste asiático e eu mais ainda. Queremos voltar e recomendo à todos que vão conhecer essa região incrível!!! Obrigada por ler meu primeiro relato e que venham os próximos IMG_1327.MOV IMG_1455.MOV IMG_1485.MOV IMG_1549.MOV IMG_1593.MOV WCGN4715.MP4
  6. Queridos! Montar um roteiro pra Europa é muito simples. MAS TER CERTEZA DE ESCOLHAS NO SUDESTE ASIÁTICO É UMA AVENTURA!!! Segue a ideia do meu roteiro, e gostaria MUITO de compartilhamento de experiências e dicas/apontamentos de onde acertei ou errei. QUE MEDO DE ERRAR NO ROTEIRO!!!!! 21 dias, partindo em 22/11/2019, fazer uma segunda lua de mel eu e minha esposa: - Saída de Guarulhos direto para DUBAI; - Estadia de 2 dias em DUBAI - Ida para Bangkok - Estadia de 3 dias em BANGKOK - Ida de trem para Ayutthaia - Estadia de 2 dias em AYUTTHAIA - Ida de trem para Chiang Mai - Estadia de 2 dias em CHIANG MAI - Ida de avião para Krabi - Estadia de 4 dias em Ilhas de KRABI e arredores - Ida de trem ou barco para Phuket - Estadia de 2 dias em Ilhas de PHUKET e arredores - Estadia de 1 dia em SIMILIAN ISLANDS - Ida de avião para Siem Reap - Estadia de 3 dias em SIEM RIAP com visitas em ANGKOR - Ida de avião para Laem Prabang - Estadia de 2 dias em LAEM PRABANG - Ida de avião de volta para Bangkok, no dia de vôo de volta para o Brasil
  7. Estou planejando minha viagem e tenho dúvidas em onde preencher os últimos 5 dias: LAOS, CAMBOJA, ou um pouco de cada? Pensei em fazer 2 dias em Angkor e 3 dias em Vientiane + Luang Pranang. Muito apertado?
  8. Hello Guys  Quem quiser acompanhar a trip pelo sudeste asiático em tempo real, me add no instagram ok? @helderzitomochileiro Estou dentro de um ônibus que vai me levar de Myanmar até a fronteira com a Tailândia, e isso vai tomar mais algumas horas, sendo assim eu aproveitei que estou viajando com meu Laptop e vou começar a escrever meu relato aqui no Word mesmo (provavelmente vou editar isso depois) Para começar eu vou criar uma tabela no final com os preços atualizados de tudo, mas se vc está indo agora e precisar saber do preço de alguma coisas nos lugares que já passei, basta perguntar. Depois de morar um tempo na Austrália eu decidi fazer um mochilão pelo sudeste asiático antes de voltar para o Brasil, minha ideia inicial era passar por Tailândia, Myanmar,Laos,Vietnam e Cambodia, mas vocês irão ver que as coisas vão mudando aos poucos, estou viajando sem passagem de volta para casa, em outras palavras, até quando a grana que reservei para a trip terminar, então não tenho ideia, isso pode ser em julho ou agosto, não sei, se alguém estiver por aqui e quiser entrar em contato me manda uma mensagem. O que pretendia fazer é Tailândia, Myanmar, Tailândia, Laos,Vietnam, Cambodia , Tailândia e Brasil. Minha viagem começou dia 1/6 e o que já fiz foi o seguinte: Melbourne to Singapore Singapore to Bangkok Bangkok to Yangon Yangon to Golden Rock Golden Rock to Mandalay Mandalay to Bagan Bagan to Chiang Mai ( Estou nesse momento pegando o primeiro bus, dos três que tenho que pegar até cruzar a fronteira e chegar lá) Estou sem roteiro definido então quando chego no lugar, posso conhecer pessoas e tudo mudar, isso é uma coisa boa, não sei hehehe Então tenho uma ideia das cidades que quero ir, mas não sei exatamente a ordem que farei, então vou postando de acordo que vou passando nos lugares e tendo dias só chilling no hostel e tenho tempo para escrever ok?  Viajei com dólar australiano, para entenderem melhor 1AUD é igual 2,50R$, então vou postar os valores na moeda local e alguns em AUD, mas nunca em dólar americano, porem para ajudar eu passo a conversão atual dos países para vocês. JUNHO 2017 MYANMAR – USD 1 – 1350KYATS THAILAND – USD 1- 38 BATH
  9. nunes.rpa

    Ásia - 6 meses (ou mais)

    Mochileirxs, bom dia. Como estão? Estou começando a desenhar "a viagem dos sonhos" pela Ásia de 6 meses (ou um pouco mais) a partir de outubro/2020. Tirei algumas dúvidas em tópicos aqui no fórum, mas quanto mais leio mais questionamentos surgem. Pode me ajudar com algumas dicas? A propósito, já olhei em alguns lugares a época de monções de cada país e tô construindo o caminho com base nisso. Também vi os países e locais de meu interesse (a princípio nessa ordem por questões geográficas), mas não fiz a distribuição de dias pois comecei a organizar isso há menos de uma semana. O que acham? Alguma sugestão em relação aos lugares que já inclui? E sobre Butão, Filipinas e Indonésia... Acham que dá para incluir nessa vez ou o tempo vai ficar curto? Vocês têm sugestões de trekking em algum desses países? Nepal: Kathmandu, Everest Base Camp Trek, Bakhtapur, Pokhara, Chitwan e Lumbini (aprox. 30 dias); Índia: Varanasi, Khajuraho, Agra, Jaipur, Udaipur, Jodhpur, Jaisalmer, Bikamer, Amritsar, Dharamshala, Haridwar, Rishikesh, Nova Delhi, Kerala, Goa e Ajanta Caves (aprox. 45/50 dias); Butão: ainda pensando sobre a ida, sobretudo em razão do custo pela obrigatoriedade de guia; Myanmar: Mandalay, Bagan, Pindaya, Ngapali Beach e Yangon; Tailândia: Bangkok, Koh Lipe, Railey Beach, Koh Yao Noi, Koh Phi Phi, Chiang Mai e Pai; Laos: Luang Prabang, Nong Khiaw, Muang Khua, Vientiane e Thakhek; Camboja: Siem Reap, Battambang, Phnom Pehn, Koh Rong, Koh Rong Samloen e Sianoukville; Filipinas: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos; Indonésia: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos; Vietnã: Ho Chi Minh, Mui Ne, Da Lat, Nha Trang, Hoi An, Hanoi, Halong Bay, Sa Pa e Ha Giang. Grande abraço a todos e muito obrigado.
  10. Planejamento da viagem: Sempre tive o sonho de conhecer o Sudeste da Ásia e a oportunidade veio quando descobri que teria 24 dias de férias em novembro. Não tive dúvidas e foquei que iria para esta região. Coincidentemente minha mãe também pegou férias no mesmo período e a convidei para ir junto, e ela prontamente topou. Como ela já conhecia Tailândia, Malásia e Indonésia, decidimos explorar outra região, e optamos por Camboja, Laos e Vietnã. Eu tinha um sonho de conhecer Angkor Wat, ela de conhecer o Vietnã, e o Laos pareceu muito interessante para nós dois, e como a logística para reunir esses três seria excelente, fechamos e foi uma decisão 100% acertada, não mudaria absolutamente nada! Compramos as passagens com 5 meses de antecedência e não pagamos barato, mas em geral estão muito caras para essa parte do mundo. As raras promoções que surgem não servem para quem tem datas exatas como era nosso caso. Pagamos cada R$5500,00 pelos trechos Florianópolis - Dubai - Phnom Penh e Ho Chi Minh - Dubai - Florianópolis. Ao menos ganhamos uma pernoite em Dubai por conta da Emirates, com todas as refeições inclusas. Como viajei com a minha mãe, fiquei sempre em hotéis simples, a maioria na faixa dos 140 reais para os 2. Sempre priorizava uma boa localização, e minha referência para escolher é sempre o tripadvisor. Roteiro: O roteiro fizemos de acordo com a logística e interesse em conhecer, e por conta dos voos internacionais teríamos que começar por Phnom Penh e terminar por Ho Chi Minh City. Confesso que foram as duas cidades que menos gostei do roteiro, mas ainda assim eram interessantes, e como ficamos pouco tempo nelas foi tranquilo. No final ficou o seguinte: 02/11 - Voo Florianópolis -> SP pela Latam; 03/11 - Voo SP -> Dubai pela Emirates (pernoite em Dubai); 04/11 - Voo Dubai -> Phnom Penh com escala em Yangon (Myanmar); 05/11 - Phnom Penh; 06/11 - Phnom Penh e voo para Siem Reap no final dia; 07/11 - Siem Reap; 08/11 - Siem Reap; 09/11 - Siem Reap e voo para Luang Prabang no final do dia; 10/11 - Luang Prabang; 11/11 - Luang Prabang; 12/11 - Luang Prabang; 13/11 - Voo para Hanói pela manhã; 14/11 - Hanói; 15/11 - Halong Bay; 16/11 - Halong Bay; 17/11 - Hanói; 18/11 - Voo para Hué pela manhã; 19/11 - Deslocamento de Hué para Hoi An; 20/11 - Hoi An; 21/11 - Hoi An; 22/11 - Deslocamento para Da Nang e voo para Ho Chi Minh City 23/11 - Ho Chi Minh City; 24/11 - Ho Chi Minh City e voo para Dubai saindo às 23:55. Feitas as introduções, espero começar o relato em breve. Na verdade este tópico foi aberto com o intuito de eu me pilhar a escrever logo este relato, assim não fico enrolando. O trabalho está bem puxado, mas terei recesso final de ano e espero já adiantar alguma coisa até lá. Abraço a todos!
  11. Salve salve Mochileiros... Segue o roteiro do mochilão pelo Sudeste Asiático em Novembro de 2018... Data Origem Destino Horario de saída Horario de chegada 04/nov Domingo São Paulo (GRU) Pekim (PEK) 19:05 5:00 05/nov Segunda-feira 06/nov Terça-feira Pekim (PEK) Bangkok (BKK) 8:15 12:30 07/nov Quarta-feira Bangkok (BKK) 08/nov Quinta-feira Bangkok (BKK) x Ayuttahaya Ayuttahaya x Bangkok (BKK) 09/nov Sexta-feira Bangkok (BKK) Krabi x Ao Nang 10/nov Sábado Ao Nang 11/nov Domingo Ao Nang Koh Phi ph 12/nov Segunda-feira Koh Phi phi 13/nov Terça-feira Koh Phi phi Don Koh Phi Phi Leh 14/nov Quarta-feira Koh Phi phi 15/nov Quinta-feira Koh Phi phi Phuket 16/nov Sexta-feira Phuket Siem Reap - Cambodja 17/nov Sábado Siem Reap - Cambodja 18/nov Domingo Siem Reap - Camboja Hanoi - Vietnã 19/nov Segunda-feira Hanoi - Vietnã 20/nov Terça-feira Hanoi - Vietnã Halong Bay 21/nov Quarta-feira Hanoi - Vietnã 22/nov Quinta-feira Hanoi - Vietnã Bangkok (BKK) x Chiang Mai 23/nov Sexta-feira Chiang Mai 24/nov Sábado Chiang Mai 25/nov Domingo Chiang Mai Chiang Rai 26/nov Segunda-feira Chiang Rai 27/nov Terça-feira Chiang Rai Laos e Myanmar 28/nov Quarta-feira Chiang Rai Chiang Mai 29/nov Quinta-feira Chiang Mai Pai 30/nov Sexta-feira Chiang Mai Bangkok (BKK) 01/dez Sábado Bangkok (BKK) Pekim (PEK) 16:55 22:30 02/dez Domingo Pekim (PEK) São Paulo - Brasil (GRU) 01:10 15:20
  12. Muuiiito Bom dia Mochileiros de todos os lugares Eu e minha esposa vamos vamos para a Tailândia - Vietnã e Camboja com escala em Pequim na China Janeiro/fevereiro 2019 Já temos o roteiro definido e queria que nos ajudassem com algumas informações se possível. O roteiro está traçado dessa maneira SP - Pequim ( Vamos tentar chegar na muralha da china, já que temos uma escala de quase 24 horas em Pequim ) Pequim para Bangkok Tailândia Bangkok - Chiang Mai Chiang Mai - Hanói no Vietnã Hanói - Siem Reap no Camboja Siem Reap - Krabi, em Krabi iremos ficar por ali por uns 5 dias explorando as ilhas e talz Serão uns 26 á 28 dias viajando por essas bandas. Pergunta n° 1 Já vi alguns relatos de como ir para a Muralha da China por conta, de metro/trem/onibus. Tipo tem que prestar muiiita atenção porque as placas estão em chines e não é tão facil falar com eles. Alguém conhece algum guia, uber ou taxisita que pratica esse tour até a muralha e que seja mega barato ? Porque consegui um cara por 80 dólares por pessoa (para nós, valor bem salgado) pergunta n°2 Visto para o Vietnã. Nós vacilamos confesso porque deixamos para última hora algumas decisões, e sei que para tirar o visto poderiamos ter enviado o passaporte para Brasilia e talz. Mas sobre a carta de encaminhamento, essa carta a gente só consegue com alguém que mora no vietnã ? Tipo é impossível nós mesmos fazer isso por aqui ? Pergunta n° 3 Alguém já foi de Hanói para a provincia de Ninh Binh de moto alugada ? Estou pensando em alugar uma la e fazer esse role por conta, sair bem cedinho e voltar tipo antes de escurecer (tipo como se fosse um bate e volta na praia rs) Ou se alguem puder passar o nome de alguma agencia que foi e que valeu muitoo a pena pode me informar também que com certeza irei avaliar, porque todas as informações são muiiito necessárias. Pergunta n°4 Alguém ja alugou uma moto em Siem Reap e foi para o parque Phnom Kulen National Park ? Queria fazer esse caminho de moto alugada também, porque não curtimos muito tour, além de ser caro não temos tanta liberdade e talz. Ta certo que com um guia você pode aprender alguma coisa sobre o local, mas o tiu Google também nos ensina muiita coisa rs. E sobre KRABI, queremos fazer tudo que der para fazer, o passeio das 7 ilhas, andar de kayak, money islands etc. Se puderem indicar algumas agencias no mesmo esquema de sempre (barato rs) desde já agradeço
  13. Pessoal, roteiro quase pronto para minha noiva e eu! Gostaria de uma avalização/sugestão de como ficou, especialmente sobre as praias da Tailandia (só enumeramos elas ali, ainda não decidimos exatamente tudo que faremos), Vietnã (para época que estamos indo, lemos que visitar o sul é tranquilo e o norte dá também, entretanto no centro.... alagamentos, enchentes e possíveis tufões. Motivo pelo qual reservamos poucos dias para o centro, mas ainda não sabemos se iremos, caso alguém tenho ido por novembro à Hoi An, Ao Nang ou Hue, POR FAVOR, comente algo sobre), Laos (Não quisemos esticar muito no Laos para chegar em Chiang Mai no festival das lanternas, mas acho que 5 dias mais 1,5 dias de barco está de bom tamanho...) , Camboja e Singapura (até pensamos em visitar esses dois um pouco mais, mas só podíamos ficar dando uma entrada em cada país para otimizar e realmente queríamos ficar bastante no Vietnã). Dias Datas País Cidade O que fazer Hospedagem Transporte Tempo VOO Hora Saída Hora Chegada Hospedag Pessoa Transporte 1 19/out Brasil Porto Alegre Casamento civil 2 20/out Brasil Porto Alegre Início Viagem No Voo Avião 12h20 12:30 R$ 1.084,52 3 21/out Espanha Barcelona Volta pela cidade 07:15 4 22/out Espanha Barcelona Volta na cidade -Trem para Madrid Trem 3h 18:00 21:00 € 32,00 5 23/out Espanha Madri Volta pela cidade No Voo Avião 6,5h 22:35 06:25 6 24/out Qatar Doha Chega as 6:30h e saída as 20h No Voo Avião 8h 20:00 R$ 1.211,00 7 25/out Singapura Singapura Chinatown, museus, Marina Bay e Arab st AirBNB 09:05 8 26/out Singapura Singapura Sentosa, Gardens by the Bay, zona Clark Quay AirBNB 9 27/out Singapura Sing / Phnom Little Indian // 19 happy house backpaccker Avião 2h 13:40 14:30 R$ 265,00 10 28/out Cambodia Phnom Penh volta pela cidade e Onibus para Siem Reap Sleep Bus Onibus 6h 23:00 $15,00 11 29/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito longo 12 30/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito curto 13 31/out Cambodia Siem Reap Volta na cidade e voo para HCM ou onibus Avião/Bus 1h/12h 21:00 14 01/nov Vietnam HCM Volta na cidade 15 02/nov Vietnam HCM Mekong River 16 03/nov Vietnam HCM Mekong River 17 04/nov Vietnam HCM Cu Chi Tunnel 18 05/nov Vietnam HCM LIVRE e Voo para Nha Trang Avião 1h 19:00 20:35 19 06/nov Vietnam Nha Trang Praia dos russos Sleep Bus Onibus 12h 19:00 20 07/nov Vietnam Ao Nang Volta na cidade e ida para Hoi _An_ Onibus 21 08/nov Vietnam Hoi AN_ Pela cidade 22 09/nov Vietnam LIVRE LIVRE LIVRE LIVRE 23 10/nov Vietnam Hue Pela cidade e voo para Hanoi Avião 1h 24 11/nov Vietnam Hanoi volta pela cidade e museus 25 12/nov Vietnam Hanoi Halong Bay Barco - 26 13/nov Vietnam Hanoi Halong Bay - 27 14/nov Vietnam Hanoi Cidade e Voo para Laos Avião 1h 16:40 17:50 28 15/nov Laos Vienciane Volta pela cidade Hostel Onibus 4h 15h $15,00 29 16/nov Laos Vang V. Volta na cidade Hostel Onibus 4h 15h $20,00 30 17/nov Laos Luang Prabang Volta na cidade Hostel 31 18/nov Laos Luang Prabang Kuang Si Falls 32 19/nov Laos Luang Prabang Ronda das Almas, Nascer do Sol 33 20/nov Laos PakBeng Slow Boat 34 21/nov Thayland Chiang Rai White Temple, Blue Temple Hostel 13:00 R$ 25,00 35 22/nov Thayland Chiang Mai Algum passeio que faltou e ida para Chiang Mai R$ 25,00 36 23/nov Thayland Chiang Mai Templos, Festival das lanternas (Yi Peng) R$ 25,00 37 24/nov Thayland Chiang Mai Passeio dos Elefantes R$ 25,00 38 25/nov Thayland Chiang Mai Templos, trilhas R$ 25,00 39 26/nov Thayland Phuket Resort Avião 2h 09:40 11:35 R$ 100,00 R$ 370,00 40 27/nov Thayland Phuket Casamento Resort R$ 100,00 41 28/nov Thayland Phuket Resort 42 29/nov Thayland Koh Phi Phi Maya Bay 43 30/nov Thayland Koh Phi Phi 44 01/dez Thayland Koh Phi Phi 45 02/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho 46 03/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho 47 04/dez Thayland Krabi 48 05/dez Thayland Krabi 49 06/dez Thayland Krabi 50 07/dez Thayland Krabi/Bangkok Avião 1h 51 08/dez Thayland Bangkok Ayuthaya, Chatuchak 52 09/dez Thayland Bangkok Grand Palace, Wat Pho, Wat Arun,Wat Phra Kaew, Noite 53 10/dez Thayland Bangkok Compras e Voo Avião 22h 19:30 23h R$ 1.490,00 54 11/dez Italia Milão Doha pela madrugada e Milao na tarde/noite Avião 07:30 12:20 55 12/dez Italia Milão Voo de volta para Poa Avião ˜17h 20h R$ 768,00 56 13/dez Brasil Porto Alegre Chegada 10h 57 14/dez Brasil Porto Alegre Trabalho... :`(
  14. Olá! Pretendo viajar para o Sudeste Asiático do dia 14/11 até o dia 08/12 (25 dias) no seguinte cronograma: Interessados, podem me enviar um whats: 12 99786-6499 Ano passado fui pra África e rolou um grupo dinâmico de whatsapp onde as pessoas entravam um pouco antes da viagem para tirar dúvidas e pegar dicas e saiam ao final da viagem deixando as dicas para os próximos, podemos fazer o mesmo.
  15. Ola, pessoal! Nos 28 dias conhecemos Bangkok, Chiang Mai, Krabi e Ko Phi Phi na Tailandia, Siem Reap no Camboja, Hanoi e Halong Bay no Vietnam e Luang Prabang no Laos. Tinhamos a opção de ficar mais tempo nos lugares, ou aproveitar a viagem e ver mais paises. Escolhemos conhecer varios lugares, mesmo com poucos dias. Claro que foi muito corrido, quando voce começa a acostumar com o lugar.. pá, ja pega o proximo voo. Mas vai saber quando vamos voltar, entao mesmo com os perrengues, valeu a pena! Pra mim foi uma montanha russa de experiencia, muito intenso e surreal. Tive dias difíceis, mas faz parte do role e a experiencia vale mais que tudo. Nos comunicamos em ingles em todos os lugares, na maioria das vezes de boa. No Vietnam eles falam mal, meio truncado...o cara do passeio que fizemos mandou um 'ladies and GERMAN'...todo mundo rachou. Eu falo só o basico do básico e o Ederson fala melhor, entao sobrou pra ele Levamos apenas um mochilao cada um, pesando uns 20kg cada. Levei um pouco de roupa de calor e frio. A gente mandou lavar no Camboja, em Chiang Mai e em Krabi. Bom, vou tentar ser pontual e descrever tudo resumidamente, e vou colocar os links que me ajudaram no roteiro, pra nao ficar tao repetitivo. Fomos pela Ethiopian. O voo foi super tranquilo, achei o aviao e o serviço de bordo ok na ida, e na volta o serviço achei meio ruim. O aeroporto de Adis Adeba que achei bem fraquinho, eu precisei comprar um remedio e nao tinha farmacia Assim, nao foi uma viagem ruim, mas tudo bem basico. De qualquer forma viajaria de novo com eles. La voamos com a AirAsia, LaosAirlines e Vietjet. Todos os voos foram otimos, avioes novos e nao tivemos problemas com atrasos. Como as lowcost tem restrição no peso da mala, compramos bagagem extra em uma das passagens e colocamos as duas mochilas num saco protetor da deuter e fechamos no cadeado. Na bagagem de mao é legal levar uma mudinha roupa...vai que a mala extravia Nosso roteiro 12/11/2017 Saida Brasil 13/11/2017 Chegada Bangkok Volta cidade 14/11/2017 Ayuthaya Templos 15/11/2017 Bangkok/Camboja Grand Palace, Buda reclinado 16/11/2017 Camboja Angkor - circuito longo 17/11/2017 Camboja Angkor - circuito curto 18/11/2017 Camboja/Vietnam - Hanoi 19/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 20/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 21/11/2017 Vietnam - Hanoi/Laos museus 22/11/2017 Laos volta cidade 23/11/2017 Laos rondas das almas/cachoeiras 24/11/2017 Laos/Chiang Mai 25/11/2017 Chiang Mai tatoo 26/11/2017 Chiang Mai zoologico 27/11/2017 Chiang Mai Natural Park 28/11/2017 Chiang Mais/Ao Nang aula culinaria 29/11/2017 Ao Nang centro 30/11/2017 Ao Nang railey beach 1/12/2017 Ao Nang railey beach 2/12/2017 Ao Nang hong islan 3/12/2017 ao Nang phra nang 4/12/2017 Ko Phi Phi monkey beach 5/12/2017 Ko Phi Phi passeio 6/12/2017 Ko Phi Phi passeio privado maya bay 7/12/2017 Ko Phi Phi/Bangkok praia 8/12/2017 Bangkok shopping 9/12/2017 Brasil acabou Transportes utilizados em cada lugar - Bangkok - uber, taxi, tuktuk e barco. Taxi usamos poucas vezes pq eles podem nos enrolar, tem q perguntar do taximetro, explicar onde vai e etc, prefirimos usar o uber na maioria das vezes. Tuktuk é caro mas tem que andar, neh hahaha. É mto massa! O barco usamos pra ir ao shopping, pois a estação era proximo do ultimo hotel que ficamos, foi uma experiencia bem bacana e barata, custa 0,90 centavos. - Siem Reap - tuk tuk e bike. Fomos e voltamos do aeroporto de tuktuk. Do hotel para o centro era perto, fomos a pé. No primeiro passeio para Angkor fomos de tuktuk, e no segundo fomos de bike. - Hanoi - uber - Laos - nao tem uber, usamos taxi pra ir ao aeroporto e voltamos de tuktuk, alugamos moto e bike pros passeios. - Chiang Mai - uber e moto - Krabi - nao tem uber, taxi (valor fixo de 50 reais do aeroporto para Ao Nang), van ou busao (valor fixo de 15 reais por pessoa do aeroporto para Ao Nang). O busao demora mais, se puder pegue a van. Alugamos moto por 20 reais o dia, mas ficamos com ela só 2 dias, no fim das contas era tudo meio perto e dava pra fazer a pé. - Ko phi phi - para ir ate a ilha precisa pegar um ferry, para conhecer a maioria das praias de barco, e pela ilha o só os chinelos mesmo Hoteis e restaurantes Em todos os lugares tomamos a cerveja local, mas a que mais gostamos e ate trouxemos pro Brasil foi a Angkor. Comemos muuuitos frutos do mar - Bangkok - ficamos no Tara Place e no Villa Phra Sumen Bangkok. Os dois são proximos a Kao San Road e a Rambutri. Eu recomendo muito o Villa Phra, amei ficar la! Bom, comida pra mim infelizmente no começo foi um perrengue. Eles usam mto o lemon keffir, e eu odiei esse negocio rsrsr. Depois descobri os pratos que nao tinham, aí foi sucesso! Na Rambutri comemos no Villa Cha Cha e gostei bastante do pad thai deles. Comi pad thais na rua e nao gostei tanto...vai o bendito keffir. Acho que nao fizemos boas escolhas nos restaurantes de Bangkok, só gostei desse msm kkk - Siem Reap - ficamos no Baby Elephant Hotel. Amamos ficar la! Super acolhedores e atenciosos, tem piscina pra aquele 'calô' todo e fica proxima a Pub Street. Comemos nessa rua mesmo, tem bastante opção. - Hanoi - ficamos no Tu Linh. Ele é um hotel bem ok, nada de mais, bem localizado e com cafe gostoso. Alias o cafe veitnamita é muito bom! - Luang Prabang - ficamos no Villa Oudomlith. La no Laos achei os hoteis meio caros, esse tinha preço bom e era bacana. Eles tem aluguel de bike e moto, e de quebra tem um catiorinho mto fofo chamado Tom. Fica bem pertinho da rua principal. Tem bastante restaurante, mas gostamos mesmo foi da comida de rua da feira nortuna. Fica meio escondido, tem que fuçar - Chiang Mai - Ficamos no The Peaberry. Fica no quadrante principal. Perto desse hotel comemos no Tikky Cafe, que é bem simples mas tem comida boa, e no Its Good Kitchen, The Hideout, Reform Kafe, tb bem gostoso. Alguns dias comemos nas feirinhas noturnas mesmo. - Krabi - ficamos no Centra by Centara Phu Pano e a gente amou! Fica proximo ao centrinho de Ao Nang, é confortavel e tem uma vista lida. Fora o café que é ótimo e fica ao lado da piscina. Recomendo fortemente os restaurantes Jungle Kitchen e o May&Zin. Ambos sao simples (mesmo!), mas a comida é otima. O Jungle precisa marcar hora, de tao cheio que é. Mas assim, tipo vc ta comendo e o gato da familia vem te dar um oi, na mesa do lado fica o bebe brincando..é bem familiar mesmo rsrs. O May&Zin fica numa praça de alimentaçao e o dono é uma figura. Precisamos ficar mais alguns dias em Ao Nang e o Centra nao tinha mais vaga, fomos para o Centara Anda Dhevi Resort and Spa. Bom, vamos ao relato. Dia 13/11 - chegamos em Bangkok e dividimos um Uber com outro casal brasileiro. Ficou uns 200 bath pra cada casal, e o aeroporto é longe da Kao San, uns 30 km. Descansamos um pouco e fomos conhecer a Kao. Gente, que loucura, nao?? kkkkk A Kao San é uma bagunça e lotadaaaa. Eu particularmente nao curti nao, preferi a Rambutri, que tb é lotada mas é mais bonitinha, entao a noite a gente sempre ia lá. Bom, massagem tem a qq esquina, e façam! 15 reais meia hora é de graça, nao dá pra perder. E é uma delicia. Dia 14/11 - fomos para Ayuthaya de trem. Chegamos cedo na estação, mas nao a tempo de pegar o trem com o ar e com preço bom, só tinha o caro ou o sem ar. Resolvemos ir no simplao sem ar mesmo, e foi de boa, tem uns ventiladores de teto, a galera vendendo uns petiscos.. Pagamos uns 2 reais e demorou 2h pra chegar. Assim que chegamos compramos a volta pra nao correr o risco de ficar sem. La na estação tem varios tuktuk, taxi e etc pra te levar nos templos da cidade. Nós optamos por ir de bike mesmo. Os templos mais importantes ficam depois do riozinho, precisa atravessar de barco (acho que era 5 bht), e logo do outro lado alugamos a bike por 10 reais o dia. Alguns templos precisam pagar, no total gastamos uns 50 reais os dois só de entradas. A cidade é pequena e, como todos os lugares que fomos, não é la mto limpa e é pobre. Levamos umas coisas pra beliscar, nao almoçamos por la. Na volta tomamos um smoothie numa cafeteria bem gostosinha que tem na estação. Detalhe, eu tive a sorte de ter uma infecçao de urina logo que chegamos, tentamos comprar remedio perto do hotel, mas nao rolou. Na estação em Bangkok tem uma farmacia e lá fui eu tentar pedir remedio, procurei no google pra poder mostrar pro pessoal. O senhorzinho que me atendeu falava ingles e disse que tinha um remedio melhor pra minha infecção, e me deu uma cartela de antibiotico, sem receita nem nada. Foi o que me salvou! Dia 15/11 - Fomos ao Grand Palace e no Wat Pho, pagamos uns 130 o casal. É um complexo gigante e lindo! Precisa ir de calça e as meninas com ombros cobertos. E dica, vá cedo, mais cedo possivel! Fica muuuuiiiito cheio, dá ate nervoso. Acho que chegamos la umas 9h. Demos sorte de pegar uma cerimonia com monges em um dos templos, foi bem massa. E o buda reclinado? Ele é gigante e lindo! Tive que ir duas vezes por que era tanto glamour que uma visitinha só nao ia dar. Sempre quando viajo demoro pra absorver o volume de coisa que conheço...vcs ficam assim tb? Entao das coisas q gosto mto observo por mais tempo 'internalizar' melhor rsrs Saimos umas 13h, nesse dia iamos embarcar para o Camboja. Saimos do hotel as 16h, nosso voo era as 20h, e quase perdemos . Demoramos mto no transito, 3h! Entao precisa prestar bem atenção com esses horarios, pq o aeroporto é longe e o transito é uma bosta. Enfim, deu td certo e fomos para Siem Reap. Chegando no hotel fomos mto bem recebidos, eles são muito prestativos e falavam bem ingles. Fomos jantar a pé, as ruas pareciam meio de praia, sem asfalto, simples, mto sujo e com mtas animais de rua. É uma país mto judiado Comemos na Pub Street, que é uma mini Kao San. No outro dia fechamos de fazer o circuito longo com um tuktuk. Acho que foi a melhor opção fazer o longo primeiro, é longo devido a distancia entre um templo e outro, mas sao menores e nao tao famosos. O circuito curto que tem os bam-bam-bans. Dia 16/11 - Angkor circuito longo. O Tuktuk nos pegou no hotel e a primeira parada foi na bilhetria do parque, que fica numa galeria, onde inclusive tem uma loja das havainas rsrs. Lá compramos o bilhete que dá acesso a todos os templos de Angkor, e pegamos a opção de 3 dias. Custou 124 dolares o casal (carinho, neh). Nessa galeria tinha um livro guia mto legal do complexo, mas achamos que encontraríamos em outro lugar mais barato e nao compramos, só que nao achamos nunca mais Para entrar nos templos precisa estar com ombros e joelhos cobertos. Tem muita gente vendendo de td, te abordam mto e insistem mto! Tenha paciencia! Mas o peoooorrrr de td é o calor umido, gente! Vc sua, fica grudando e é mto abafado... foda. E como tem mta rua sem asfalto, sobe um pó danado. Perdi 2 blusas brancas. Eu levei belisco e whey pra tomar, fiquei com medo de comer na rua. A noite fomos na feirinha noturna, que é uma gracinha. Pechinche td, de 50 vira 25 rsrsrs. Tem mta prata tb, mas tem que ficar de olho com os 'enrolations'. Dia 17/11 - Angkor circuito curto. Esse role fizemos de bike. Foram uns 30 km do total, mas valeu a pena! Andamos pela cidade tranquilo e fizemos o nosso tempo. O circuito curto tem Bayon, Ta Phrom (Tomb Raider) e Angkor Wat. A gente queria ter ido mega cedo no Angkor Wat pra ver o nascer do sol, nao deu, ai chegamos la umas 9h...cara, o que que é aquilo de gente??!! Tem chegar cedo MESMO, pq eh lotado! Bom, entramos e o negócio é gigante! A gente deve ter ficado mais de uma hora la. Tem uns macaquinhos mto fofinhos, e uns turistas babacas que ficavam provocando eles 😡 Adorei esse circuito e achei o Ta Phrom o mais massa. Aquelas arvores gigantes meio cor de prata em cima das construções, surreal. Eu acho teria sido melhor dividir o circuito curto em 2 dias, pq os templos sao grandes e ficou corrido fazer td num dia. Se a gente tivesse dividido esse circuito em 2 poderia ter curtido melhor. Dia 18/11 - Demos umas voltas pela cidade, tomamos chopp na Pub Street - que custaram 0,50 dolares 🍻 - e a tarde seguimos para o Vietnam. Chegamos em Hanoi a noite e na imigração tivemos que passar em duas filas: uma para entregar cartinha que exigem pra gente entrar (consegui com a empresa do passeio em Halong Bay) e a outra pra pegar o visto. É meio burocratico entrar no pais, e eles tem uma carinha invocada, me deu medo kkkkk. Fomos de uber pro hotel e saimos para jantar e trocar dinheiro. La era inverno e tava um tempinho fresco, com garoa. Demos umas voltas pela cidade, compramos um negocio que parecia rolinho primavera de banana num vendedor de rua, e estava uma delicia. Eles tem costume de comer ou no chao, ou em banquetas baixinhas, parecia de criança. Dia 19/11 - Fomos para Halong Bay para fazer o cruzeiro. A praia é ate perto de Hanoi, mas como eles nao tem rodovias, é td por dentro das cidades, demorou demais! Saimos as 8h e chegamos no navio as 12h. Fechamos com a empresa Secret Cuise. Achei o barco legal, comida boa, as atividades extra achei meio zuado, tipo o aula de cozinha e o tai chi. A bacia de Halong Bay é linda, tem umas montanhas incriveis, a agua é linda, mas como tava frio, meio que me arrependi de ter ido. Acho que teria valido mais a pena ter ficado mais tempo em Hanoi e ter conhecido ouras cidade, como Ho Chi Min. Fora que é caro esse cruzeiro, foi uns 900 reais o casal. Dia 20/11 - Na parte da manha terminamos o passeio em Halong Bay e a tarde voltamos para Hanoi. Em Hanoi saimos para jantar e fomos na rua Ta Hien. Eh tipo uma vielinha com varios restaurantes com mesas na rua. Ai sentamos num restaurante, fizemos nosso pedido, e começou um agito estranho. Logo me dei conta que era o 'rapa' da comida em Hanoi hahahaha. Nao podem colocar mesa nas ruas, ai qd a policia aparece vira essa bagunça, tipo o rapa da 25 de março mesmo. Rachei de rir, mas é de boa, apenas engraçado. Adorei a comida no Vietnam, e o café é uma delicia, trouxemos um pacotinho pra casa! Dia 21/11 - Passamos o dia em Hanoi. Fomos no museu da guerra que, apesar da história triste, vale muito a pena conhecer. Fomos ao museu das mulheres, que é bem legal também. Enfim, andamos pela cidade. Fomos no lago Hoan Kien e entramos no museu que tem la, mas nao vale a pena, achei feio e sem nada, mas o lago é bem bonito. Almoçamos de novo na Ta Hien, e comprei umas louças pra trazer de presente, tem muita coisa bonita. Adoramos Hanoi, queriamos ter ficado mais um dia la! Achei que nao ia ter nada de mais, e gostamos mto. Nos divertimos com o caos e aquelas milhoes de motos pela cidade, atravessar a rua era o desafio do dia! A noite seguimos para o Laos. Chegamos em Luang Prabang a noite e fomos dar uma volta na cidade. Ela é super pequena e charmosinha, na rua principal tem varios restaurantes. Achei as coisas mais caras por la, incluive o visto. Chegamos meio tarde no aerporto e nao tinha nada aberto, ou seja, sem casa de cambio! Fizemso a cagada de dar nota baixa pra pagar o visto e na hora de pagar o taxi tinhamos apenas 100 dolares, ou seja, devolveram na moeda local com uma conversao pessima. Dia 22/11 - Alugamos uma bike e fomos andar. Fomos em alguns templos e conhecemos o bar Utopia. Lá é super zen de manha e a noite um fervo. Almoçamos e tomei uma bebida gelada que ia cafe, oero, banana e canela e amei! Vimos o por do sol do mirante, e obviamente é lotadoooo. A vista é incrível, vale o aperto. A noite fomos na feira noturna e la tinha umas barracas de comida que vc escolhe os produtos e a moça faz na hora. Que delicia! E baratinho, acho que pagamos uns 15 reais no prato. Tinha tb uma panquequinha e umas bolachinhas de coco, comemos um monte. Fora as milhares de coisinhas lindas que eles vendem! Me arrependi de nao ter comprado um guarda-chuva de papel que só vi la, e tb uma pintura em tela dos monges. Sempre fico na duvida de comprar as coisas e me lasco 😥. Dia 23/11 - Acordamos suuuper cedo, tipo umas 5h, pra poder ver a ronda das almas. É mto lindo! E como é incrivel a cor das tunicas dos monges! Foi mto legal de ver. E como sempre tinha uns turistas sem noçao que quase enfiavam a camera na cara dos coitados 🤦‍♀️ Alugamos uma moto e uma bike pra ir nas cachoeiras. Eu nao dirijo moto, mas me aventurei em andar la, elas sao automaticas, deu pra ir de boa, e nao precisa de carta. A bike ficou pro Ederson, nao tive coragem de pedalar entre subidas e descidas uns bons km de ida e volta. Foi mto legal poder ir por conta, pq fomos reparando na paisagem, no dia a dia dos locais, vimos ate uns monges entrando numa casa, acredito eu, pra pegar donativos. Umas 2h depois chegamos nas cachoeiras. Que coisas mais linda aquela agua! E olha que tava nublado! Mas é uma cor de agua mto bonita, valeu a pena conhecer. Fora que no começo do parque tem um espaço onde ficam ursos resgatados, um deles nao tinha a perninha, judiação. Fizemos uma trilha pra ir no Budas Cave, mas nao valeu a pena nao, coloquei um pé na caverna e voltei. 'Deuzolivre' aquela escuridao rsrrss to fora. De todos os lugares o Laos foi o mais 'ocidental' que passamos, parece q tem mto europeu vivendo la. Por um lado é bom pq da uma melhorada na higiene e no capricho dos lugares, ajudam a desenvolver o local, inclusive do lado do hotel que fiquei tinha um projeto social onde os turistas ensinam ingles aos locais, achei o maximo. Por outro lado tenho um pouco de receio de perderem a identidade, sabe? Mas por enquanto parece que ta num equilibrio bom, eu adorei conhecer Luang Prabang. Dia 24/11 - De manha demos mais umas voltinhas na cidade e a tarde fomos para Chiang Mai. Andamos um pouco em Chiang Mai e fechamos no hotel para ir ver uma luta de Muai Thai a noite. Pagamos uns 120 por pessoa e as lutas eram das 19h as 23h. Foi legal ver e conhecer, parece ser como o futebol pra nos, mas ficamos na duvida se as lutas foram meeeesmo verdadeiras. VID_20171124_225429.mp4 Dia 25/11 - De manha fui fazer minha tatoo de bambu com um ex monge. Eu tava um pouco cansada dos dias corridos que tivemos e a tarde ficamos no hotel. Saimos a noite para passear na feira noturna e visitamos o templo prateado. Dia 26/11 - Alugamos uma moto e fomos ao zoologico da cidade. Nao sou mto de zoos, mas la tem um PANDA! Amo pandinhas, nao poderia deixar de conhece-lo Depois andamos pela cidade meio que sem rumo, pra conhecer os arredores. Nisso passamos numa cidade vizinha que tava tendo festa das lanternas. Achei que fosse aquelas que eles soltam lanterninhas, tudo lindo e ilmuminado #sqn, ja tinha rolado no começo de novembro. Paramos pra conhecer e tava rolando uma dessas feiras noturnas, mas quase sem nenhum turista, só local. Teve apresentação de dança dos locais também, foi bem legal. Comemos varias coisas que nem sei o que eram, eles nao falavam mto bem ingles, a gente pedia na fé mesmo. Teve um doce mto doido que a moça frita uma massa numa chapa, e tinha uns fios de acuçar colorido pra colocar nessa massa e comer. Dia 27/11- Fomos na reserva de elefante no Natural Park. La eles tratam de animais resgatados de circos, de passeios e etc. Foi muuuto legal, passamos o dia la. Demos comida, fizemos um passeio com eles, demos banho e etc. Valeu mto a pena! Pagamos 520 o casal pelo dia. É caro mas vale, gente! Dia 28/11 - Eu fui dar uma volta na cidade e o Ederson fez um curso de culinaria pela manha, ele curtiu bastante! A tarde pegamos o voo para Krabi e, para a nossa alegria, tava chovendo A sorte que pegamos um hotel bom e proximo ao centro. Dia 29/11 - Acordamos e adivinha, chovendo! Ai que desespero....fez tempo bom a viagem toda, qd chega a tao sonhada praia, chuva! Mas ok, a gente ficou com pensamento positivo que ia passar! Alugamos uma moto e fomos dar uma voltinha na garoa mesmo...qd a chuva deu uma tregua pegamos um barco e fomos para Railay Beach, que fica a uns 10 min de Ao Nang. Chegamos la e começou uma puta chuva. Fomos tomar uma breja pra esperar passar. Breja mega cara, e chuva nao parava...por fim voltamos pra ao nang mesmo e ficamos por la. A noite a chuva parou, fomos ao centrinho e jantamos na Jungle Kitchen. Dia 30/11 e 01/02 - Dia nublado e com garoa...aiaiaiia, cade o soooollll! Qd melhorou um pouco pegamos a moto e fomos pra praia. Saiu um solzinho e fomos novamente para Railay Beach. Chegamos la mas o dia ainda nao tava mto bom...garoava, parava, garoava...nao achei a praia essas coisas - talvez pela chuva - e era cara. Ficamos um pouco e voltamos pra Ao Nang. Parecia que no dia seguinte o tempo estaria melhor, ai fomos atras de um passeio e fechamos um para Hong Island, que parava em algumas praias. Dia 02/12 - Fizemos o passeio para Hong Island. Tava um tempo nublado mas deu pra curtir bem. Só que tava muito cheio. O barco para numas praias mto pequenas e com mta gente...só a ultima que era maior que foi de boa. Dia 03/12 - O tempo ainda nao estava legal e resolvemos adiar nossa ida a ko phi phi, pq la as coisas eram um pouco mais caras e os hoteis nao tao bons. Nesse dia fomos para uma praia ao lado de Railay, Phra Nang. Lugar lindo, achei melhor que Railay. Passamos o dia la! Jantamos no May&Zin, acho que foi restaurante mais gostoso que comemos. Dia 04/12- Fomos para ko phi phi. Aleluia!! De ao Nang pra la da umas 2h, entao pegamos o barco no primeiro horario, as 9h, pra dar temo de chegar e passear a tarde. Nosso hotel ficava perto do pier e da praia. Alugamos um caiaque e fomos na Monkey Beach. Amei essa praia, é cheia de macaquinhos fofos e danados, e dá pra fazer mergulho com snorkel, tem bastante peixe e corais pra ver. Pro dia seguinte fechamos um passeio que saia as 9h e voltava as 20h. Dia 05/12 - Como a gente queria fazer um passeio particular, aproveitamos esse passeio longo pra definir quais praias iriamos voltar. Foi um passeio bem legal, e deu uma volta na ilha toda, desde Bamboo Island ate Maya Bay. No fim paramos quando ja estava escuro uns 15 minutos pra fazer o mergulho com os planctons, é mto bonitinho, curti fazer. Nosso plano era fazer aquele role de dormir no barco e tals, mas nao conseguimos data, e por fim foi ate bom por causa da chuva. Mas esses minutinhos ja valeram a pena. Chegamos em Maya Bay la pelas 16h, e mare ja tava baixinha, mas era lindo de qq jeito. Pra descer em May Bay precisa pagar uns 40 reais de taxa. Outro lugar lindo que fomos nesse passeio é Bamboo Island e Pileh Lagoon. Conhecemos um casal do Rio e no dia seguinte fechamos um passeio privado com eles. Dia 06/12 - Saimos umas 7h de Ko phi phi e fomos para Maya Bay. Eles falam pra chegar cedo pq lota a praia, que as 9h fica insuportavel e etc, mas eu sinceramente nao achei que ficou tao cheia assim. A gente chegou tao cedo que a mare tava baixa, entao tb na adianta. Pra mim é conversa deles pra poder chegar cedo e fazer outro passeio a tarde, sabe? Chegando em Maya Bay umas 8h acho que ta bom...umas 9, 9:30 a mare ja ta boa e tem mta gente sim, mas pra mim foi ok. Voltamos pra ko phi phi umas 14h e ficamos na praia proxima ao hotel, compramos umas brejas e uns petiscos no 7eleven e ficamos de boa la. Dia 7/12 - Infelizmente era o ultimo dia Acordamos cedo, fomos ao mirante e depois ficamos na praia, nosso navio de volta saia as 16h. Adorei conhecer ko phi phi, é bem bonitinha, cheia de restaurantes, bares, festas..pena que é meio largado, acho q ainda sofrem com a devastação do Tsunami de 2004. Mas a praia poderia ser mais limpa, nao tem lata de lixo em nenhum lugar, e tem mto turista porco que larga tudo...isso me deixou meio triste, tanta beleza e pouco cuidado..mas enfim, la é lindo, foi mara e gostaria mto de voltar! Mas ô trem longe, neh! Dia 08/12 - Nosso ultimo dia em Bangkok fomos ao shopping ver eletronicos. Nosso hotel ficava perto da estacao de barco, entao fomos de barco msm. Super baratinho e em 20 minutos estavamos la! Tomamos banho no hotel, deixamos nossas malas num quartinho e fomos jantar em Rambutri e fazer as ultimas massagens rsrss Nosso voo saiu de madrugada e chegamos no Brasil as 17h do sabado. Eu dormi nas primeiras 8h, mas as outras 12 nao passavam nuncaaaaaa. E chegando no Brasil ainda pegamos um busao pra Ribeirao, mais 5h de viagem! Dá pra colocar as séries e filme em dia, e vai sobrar tempo rsrs ] Dia 09/12 - Brasil Bom, espero ter ajudado, e se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a disposição Aproveitem cada minuto!!! Segue os links me ajudaram a montar meu roteiro: http://lalarebelo.com/krabi/ https://www.umviajante.com.br/tailandia/3509-roteiro-de-um-dia-em-ayutthaya-saindo-de-bangkok http://vamosfugir.net.br/2016/07/17/o-que-fazer-em-siem-reap-no-camboja/ https://www.eduardo-monica.com/new-blog/roteiro-do-que-fazer-em-chiang-mai https://www.carpemundi.com.br/o-que-fazer-em-luang-prabang/ http://www.vounajanela.com/camboja/como-se-locomover-e-quantos-dias-ficar-em-siem-reap/
  16. 29 dias por Tailândia, Laos, Vietnã, Camboja e Indonésia (Bali) - Abril 2017 Vim deixar aqui mais um relato pra posteridade rs Dessa vez decidi fazer algo mais resumido, pq sinceramente acredito que já temos ótimos relatos dessa região. Meu tópico vai servir mais como um complemento: atualizar algumas infos já que fui esse ano (2017), adicionar detalhes que eu achei importantes e que não li nos outros relatos (coisas como Songkran no Laos e tatuagens com monges de domingo) e principalmente dar o meu ponto de vista dos lugares visitados. Sabe como é né? Uma mesma pessoa pode ter impressões muito diferentes sobre um mesmo lugar. Se vc procura algo mais completinho recomendo fortemente que leia o relato da Paula Yasuda e da Helen Pusch. [desabafo mode ON] Dessa vez não vou disponibilizar planilha de custos. Alguns arrombados simplesmente se apropriaram das planilhas que fiz em trips anteriores, atualizaram uma ou outra info e hospedam orgulhosos em seus blogs, sem citar fonte, dar credito nem porra nenhuma... tem página no face disponibilizando minhas planilhas mediante like... mano os caras são tão toscos que mantiveram nas planilhas até meus erros de português... o mais triste é que se não bastasse uma, aconteceu duas vezes... isso as que eu encontrei né... não tem problema usar, mais se tu vai de alguma forma capitalizar com o treco cita a fonte e etc, sei lá... Apesar de não ter planilha vou deixar aqui meu custo TOTAL - 7.120,00 por pessoa. Esse valor inclui TUDO que gastamos na viagem: Passagens aéreas, alimentação, hospedagem, compras, passeios, tatuagens, etc... mesmo alguns custos pré-viagem como vistos estão inclusos ai. OBVIO que vc pode fazer a mesma trip gastando menos ou o dobro, fica o valor apenas como uma referencia, pois é algo que muda muito de acordo com cada perfil de pessoa. Desculpem o desabafo... talvez seja a hora de montar um desses blogs de viagem... [desabafo /OFF] Agora vamos começar. Apesar de ser resumo é texto pá porra, vou dividir as postagens por pais. Então senta que lá vem historia Nosso roteiro é esse da imagem: Como vcs vão notar, sou incondicionalmente apaixonado por jogos de luta como Street e KOF. Então na viagem eu fiz questão de visitar todos os lugares que inspiraram cenários desses games ^^V Fiz a viagem com minha esposa. Foram ao todo 29 dias de trip passando por 5 países. Apesar de estar no mapinha nossa passagem por Kuala Lumpur dessa vez foi só uma escala mais demorada, não chegamos a sair do aeroporto. Não tivemos problema quanto a isso pois já havíamos visitado a cidade em 2016 assim como a Tailândia. Tu pode conferir nesse relato aqui: Tailândia Dessa vez passamos apenas por Bangkok. Usamos a cidade como porta de entrada e saída pro Sudeste Asiático pois conseguimos uma ótima promoção de passagens aéreas ida e volta pela Qatar por 2.373,00 (COM TAXAS) Foi um grande achado, fruto de pesquisas diárias e acompanhamento a sites como melhores destinos. É o tipo de promoção que não se pode pensar duas vezes quando aparece. Em 2016 também fomos em Abril que é considerado o mês mais quente, apesar disso não estava tão quente quanto o ano passado... tipo assim, estava bem quente, mais em 2016 foi algo absurdo, muito quente mesmo... então tenha em mente que de ano pra ano essas variações de temperatura/clima podem ocorrer. Vcs vão entender melhor esse meu comentário na parte do Laos. A principal diferença que notamos foi a quantidade gigante de homenagens ao falecido rei em outdoors, monumentos, oferendas, funcionários públicos trajando uniformes pretos, etc... Apesar de já fazer quase 6 meses da morte o luto ainda está bem evidente por lá, e é bem provável que quando vc for a coisa esteja na mesma pegada... mais nada que tenha alterado a rotina de quem vai ao pais em viagem agora. Li que esse luto vai durar 3 anos. Ficamos no mesmo hostel do ano anterior, um quarto de casal com banheiro privativo ficou 50 a diária (22,50 por pessoa). Eles não tem mais anuncio no booking nem no hostel world. O nome do lugar é Joe Guest House caso alguém se interesse é só jogar no Google e reservar por e-mail. Eu gostei e voltei. Joe Guest House Vamos ao que interessa: As tatuagens de bambu feitas por monges. Ano passado nós fizemos tatuagens de bambu, mais como estávamos com o tempo bem apertado fizemos em estúdio de tatuagem mesmo. Mais esse ano prometemos que íamos fazer com monges, com ritual e a porra toda. Durante a chegada não ia dar tempo, então deixamos isso pra volta, pro ultimo dia de viagem. Tatuagem em estúdio feita em 2016 O jeito mais simples de fazer sua Sak Yant é ir até o templo Wat Bang Phra. Fica a uns 50km de Bangkok. Esse dia não acordamos tão cedo como deveríamos, então descartamos a ideia de ir de transporte publico. De carro levou algo em torno de 1h. Chamamos o Uber pra ir pra lá, porem o motorista do Uber nos explicou que como esse templo fica fora do perímetro urbano é PROIBIDO pros motoristas de UBER fazerem esse trajeto. Então já sabem, não rola UBER pra lá. Negociamos um taxi ali mesmo na Khaosan Road pra nos levar, esperar e nos trazer de volta depois de terminada a tatuagem. Aqui deixo a dica de ouro de 1 milhão de reais... NÃO VÁ DE DOMINGO!!!! NÃAAAAAAAAO VÁ DE DOMINGO!!!!! O templo é frequentado unicamente por locais, não é como tudo na Tailândia que é lotado de turistas. Nesse dia mesmo lá acho que só vimos um gringo (o que pros padrões da Tailândia é MUITO pouco). O problema não é a presença ou não de locais, o problema é que a maioria do povo tailandês trabalha de segunda a sábado, então domingo acaba sendo o único dia livre. E domingão por natureza já é o dia clássico do povo ir pro templo.... então pensa... mano tinha muita gente pra ser tatuada, muita mesmo. Pra vc ter ideia chegamos as 10h da manha e só fomos embora ao final da tarde... isso pq o monge que fez a nossa nem parou pra comer. Tinha por volta de 6 monges tatuando, cada um em uma sala/espaço bem grande, o povo chega e vai sentando no chão ficando de próximo. A organização é bem tosca, então toda hora um acaba passando na frente do outro que chegou antes e tal... dai como é um ambiente religioso ninguém encrenca... muito menos eu, o “forasteiro”. E dai veio a triste surpresa... como vcs já devem ter lido as Sak Yant são sagradas pra eles, e os monges tatuam de graça, sendo que vc faz apenas uma pequena oferenda ao mesmo (logo na entrada já vendem os “kit oferendas”, com flores, incenso, etc)... e dai nessa oferenda vc faz uma contribuição espontânea em dinheiro do valor que quiser O problema é que não sabemos por que diabos nesse dia após a oferenda e escolhermos as Sak Yant que faríamos, simplesmente os monges queriam nos cobrar pelas mesmas. Como a Sak que escolhi era do Hanuman (consequentemente um pouco maior que as outras) o valor era ainda mais alto do que o da minha esposa... e quando eu digo cobrar não é pouca coisa não, convertendo o valor que eles estavam pedindo no Hanuman seria algo em torno de 300 reais. Eu fiquei bem puto com essa cobrança e decidi não fazer. Pra fuder tudo mais ainda, lá nesse templo ninguém fala inglês, só tailandês... então a comunicação é tensa Monge que eu carinhosamente apelidei de Buda Outra dica de ouro: Todos os caixas eletrônicos das redondezas não permitem realizar saques com cartão internacional. Como era o ultimo dia da viagem e achávamos que as tatuagens eram de graça nos estávamos com o dinheiro contado pro taxi... o monge cobrou, minha esposa resolveu fazer mesmo assim e eu fui atrás de ATMs... a sorte que o taxista foi me levando em vários e eu fui tentando sacar. O único que aceitou o cartão era beeem longe de lá... e olha que com esse cartão eu já saquei em tudo que é lugar. No final das contas minha esposa fez, teve ritualzinho, teve oração e a porra toda... foi legal, o valor cobrado na dela foi mais “justo”, mais foi uma surpresa bem desagradável essa cobrança em algo que lemos em todos os lugares que era de graça. Eu acredito que se não tivesse sido no domingo não ia rolar a cobrança, pq o próprio taxista disse que durante a semana é bem vazio. Eu acredito que essa “cobrança” tenha alguma relação com a quantidade de pessoas que estavam lá no dia e por sermos estrangeiros. Mais sinceramente até hoje não entendi. A cobrança não é feita diretamente pelo monge, eles tem uns auxiliares. O cara mostrou o desenho pro monge, apontou pra gente e o monge disparou o valor... eu não vi nenhuma das outras pessoas sendo cobradas dessa forma, só se foram em tailandês e passou despercebido por mim. Então sobre esse role tenham em mente: NADA de ir domingo e levem dinheiro caso algum arrombado desses invente de fazer cobranças “adicionais”. Pq assim como no caso da minha esposa, vc tá do outro lado do mundo, num templo com o caralho de um monge tatuador... vc acaba fazendo mesmo com a cobrança, não é todo dia que temos esse tipo de oportunidade. Eu me recuso por uma questão de princípios, vai cobrar na pqp. Pra mim as vezes parece meio obvio, mais vale lembrar que apesar do calor vcs devem ir vestidos de forma respeitosa pois é um lugar religioso e a sak yant pra eles é um ritual sagrado. Procurem ir com peças de roupas que vc posssa levantar e tenha outra por baixo pra que a parte exposta seja apenas onde sera tatuado. Tipo se for ser tatuado no braço vai com uma regata e por cima uma camiseta. Ai na hora da tatuagem vc só tira um lado da camiseta e ainda fica a regata sacaram? Principalmente as meninas, pois eles tem uma serie de regras em relação a tatuar mulheres. próximo capitulo ano novo (Songkran) em Luang Prabang no Laos
  17. Segundo os europeus, um absurdo querer visitar tantos lugares em tão pouco tempo. Pros norte americanos, nada de se locomover tanto e em tantos lugares, mas para uma brasileira sedenta pra conhecer um pouquinho do outro lado do mundo, e com férias regulares, tudo o que foi possível. Paradas rápidas, planejadas e intensas, mas suficiente pra ter uma ideia de quão incrível é o oriente. Desta vez resolvi sacrificar as praias em função de conhecer outros lugares, então o cobiçado sul da Tailândia ficou pro final e com poucos dias. Veja fotos no instagram: @viagensdaleticia e curta a página no facebook @viagensdaleticia roteiro: 31 dias, sendo 2 dias pra ir, 2 dias pra voltar, conexão em Frankfurt, 27 dias entre Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã. Quase todos os trechos de avião. SP-Frankfurt: Frankfurt- Bangkok Bangkok: 5 dias Chiang Mai: 3 dias - festival das lanternas - trem noturno desde Bangkok Chiang Rai: 1 dia Rio Mekong: Laos via slow boat: 2 dias Luang Prabang: 3 dias Vientiane: 1 dia Hanoi: 1 dia Ha Long Bay: 2 dias, 1 noite Hoi An: 2 dias Siem Reap: 3 dias Koh Rong: 2 dias Sul da Tailândia: 5 dias - Krabi, Railay, Phi Phi
  18. Passando por: Bangkok; Ayutthaya; Chiang Mai; Krabi (Ao Nang); Koh Phi Phi; Phuket (Patong) - TAILÂNDIA Siem Reap - CAMBOJA Hanoi e Halong Bay - VIETNÃ ATENÇÃO: em comemoração aos 2 anos do relato (dez.14) E também a grande bagagem de informações que recebi de pessoas que fizeram essa viagem, postei um roteiro alternativo ajudando a maximizar o tempo e a incluir novos lugares... esses dados vocês encontram na página 21 e agora comemoração 3 anos de relato (dez.15) planilhas SUPER ATUALIZADAS na página 25 com detalhes e dicas do que fazer dia a dia. dicas de guias que falam português em Bangkok e também no Cambodia muitas novidades Rumo a Ásia A primeira coisa que precisará saber-> Deixa eu me apresentar, me chamo Felipe Zervelis (28) e fui com meu amigo, Felipe Watson (27), fazer essa viagem. Eu sou chato pra caramba pra comer, mas ele é bom de boca. Eu sou uma pessoa que gosta de aproveitar o dia, e a noite fazer algo leve. Ele, o contrário. Quer dizer, ele consegue energia para fazer tudo, mas ama a noite. Nosso foco nessa viagem foi definitivamente aproveitar mais os dias e as belas paisagens, e relaxando mais as noites para aguentar o ritmo acelerado. Cada um levou uma mochila e uma mala grande e tentamos manter cada uma com no max 20kilos (limite muitas vezes exigido entre os voos internos. Na verdade comprávamos esse limite). Atualizado em 2017 - Agora tenho 32 anos !!! saco kkkkkk Ah, se gostar do depoimento NÃO se esqueça de comentar ! Isso é o que dá o gás para a gente continuar se esforçando ! O trajeto entre países foi feito de avião então escapamos de todas as dificuldades e burocracia chata de quem faz isso na cara e na coragem. Gasto aproximado total por pessoa incluindo absolutamente tudo: entre R$ 11 e R$ 12 mil. Saimos do Rio dia 01 de novembro de 2012 a noite e voltamos dia 20 de novembro de 2012, a noite também. Atualizado em 2017 - Atualmente um preço de uma viagem como a nossa diminuiria pelo menos 20% apesar da alta do dólar ! Na época fui praticamente as cegas, hoje dia sou quase um especialista em sudeste asiático. A viagem da minha mãe, por exemplo, de 15 dias, não custou nem 7 mil reais (incluindo as passagens). Na ida (o que vou considerar de dia 01), fizemos um pit stop em Londres. Ele já conhecia e me levou para dar uma volta durante a escala do voo. Umas 8 horas lá muito bem aproveitadas com direito a um passeio no Big Ben e Parlamento, área do London Eye, Buckingam Palace, Hyde Park e um jantar na Piccaddily Circus atendido por um brasileiro. Great ! Cotação aproximada durante nossa viagem. (Não se esqueça que se pagar no cartão, terá 6,38% de IOF) THB (moeda da Tailândia) US$ 1 = THB 30 em 2017 - aproximadamente US$ 1 = THB 35 (melhor ainda) R$ 1 = THB 15 Resumo (não veja esse Resumo sem deixar de conferir informações atualizadas em dez de 2015 na página 25 e mais dicas na página 21) ROTEIRO UTILIZADO NA ÉPOCA BANGKOK - TAILANDIA chegando a tarde do dia 03 e saindo a noite do dia 05 as 20:40 CHIANG MAI - TAILANDIA chegando a noite do dia 05 as 21:50 e saindo a noite do dia 7 as 20:15 fazendo a pernoite em Bangok para pegar voo cedo para Krabi as 06:35 do dia seguinte KRABI (AO NANG) - TAILANDIA chegando cedo do dia 08 em Krabi (08:00) e sair dia 10 cedo para Phi Phi KOH PHI PHI - TAILANDIA chegando dia 10 em Phi Phi e saindo dia 12 cedo para Phuket PHUKET (PATONG) - TAILANDIA saindo dia 13 de Phuket a tarde (14:50) e chegando em Siem Reap as 18:55 SIEM REAP - CAMBODIA chegando numa noite(18:55), teremos dois dias completos e sairemos no outro dia (16) bem cedo (07:10) para Hanoi HANOI - VIETNAM chegando dia 16 cedo (08:50) e ficando em Hanoi durante o dia TOUR DE BARCO 2 DIAS - DE HANOI A HALONG BAY Depois do tour em Halong Bay e volta para Hanoi, Passagem de Hanoi a Bangkok dia 19 as 17:10 chegando as 19 hrs. Voo para Brasil as 00:20 com escala longa em Londres. Chegada Rio 21:50 do dia 20 (atualizado em 2017 - apaguei os nomes dos hoteis de proposito, hoje em dia mudaria a maior parte deles.. dicas no decorrer do relato) Passeios Reservados ou Parcialmente Pagos antes da Viagem (consulte sempre o Trip Advisor) - Alguns passeios são apenas reservados pela internet, sem precisar pagar agora. TOUR EM BANGKOK COM GUIA PARTICULAR (GIFT)/Thailand [email protected] - THB 6800,00 (US$ 227,00 para duas pessoas) - http://www.privatetourthailand.com/ - esse foi o que eu fiz na época. Esse preço acima é referente ao tour da Gift, em inglês ! Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português da querida DARA ! o email dela é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis TOUR-AYUTTHAYA BOAT AND TRAVEL (PASSEIO DE BIKE)/Thailand - THB 6373,00 (US$ 207,18 para duas pessoas) - preço mais caro por na volta deixaram a gente no aeroporto DMK. TOUR-PATARA ELEPHANT FARM EM CHIANG MAI/Thailand - THB 5800,00 (US$ 180,00 por pessoa) insista no contato por email porque eles são chatos para responder. até 2017 o preço continua o mesmo - [email protected] TOUR-ANGKOR GUIDE SERVICES EM SIEM REAP/Cambodia -US$ 137 por dois dias e por duas pessoas. Primeiro dia com por do sol e segundo dia após Quad Adventure. Esse acima foi o que eu fiz em 2012... Em inglês.... e o preço se refere a ele na época que eu fui. MAS agora eu recomendo o Alex.... Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português do querido ALEX ! o email dele é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis. Ele fez o tour dos meus tios, mãe, irmão, cunhada e zilhões de amigos. Uma simpatia !!!! Aqui vai o site dele - EXPERIÊNCIA CAMBOJA - GUIA ALEX TOUR-QUAD ADVENTURE CAMBODIA-US$ 58,00 por pessoa - Passeio Discovery 43km saindo as 7:30am. http://www.quad-adventure-cambodia.com/tours.aspx (esse passeio recomendo até hoje) !!!! ASIA TOUR ADVISOR - VIETNAM (INDOCHINA JUNK - navio DRAGON PEARL) -US$ 517,00 pra duas pessoas - Cruzeiro de 2 dias em Halong Bay + Carta convite para Visto do Vietna de US$ 10 cada. Não esquecer fotos para o visto - 2 fotos 5CM X 5CM (a gente só deu uma). A cia é a Indochina Junk mas fechamos através da Asia Tour Advisor. Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo fechar os tours do "halongbaytours.com" através do site deles que sai infinitamente mais barato. ATUALIZADO EM 2017 - RECOMENDO PASSEIO EM KOH PHI PHI CHAMADO SLEEP ABOARD MAYA BAY O material é extenso e o que não está na página 1, segue na página 2... ROLE A PÁGINA PARA COMEÇAR A LER O DEPOIMENTO. NÃO PARE DE LER ATÉ EU DIZER THE END PORQUE OS MEUS POSTS SE MISTURAM COM COMENTÁRIOS DAS PESSOAS. PARA FACILITAR -> KOH PHI PHI, PHUKET E CAMBODIA (SIEM REAP) ESTÃO NA PÁGINA 2; HANOI E HALONG BAY (VIETNAM) ESTÃO NA PÁGINA 3. DICAS ESTÃO POR TODOS OS COMENTÁRIOS.... INCLUSIVE ATUALIZAÇÕES IMPORTANTES. HOJE É DIA 27.01.2017 E SE EU FOSSE FAZER ESSA VIAGEM HOJE MUDARIA MUITA COISA. MAS MUITA MESMO. AS DICAS MAIS IMPORTANTES ESTÃO NOS COMENTÁRIOS E NAS PLANILHAS EM ANEXO PELAS PÁGINAS DESSE EXTENSO MATERIAL. Enjoy
  19. VISITANDO O CAMBOJA, by Marcelo Pera/Valinhos-SP ([email protected]) Eu e minha esposa Giselle acabamos de voltar do Camboja onde passamos alguns dias intensos e cansativos pois estava um calor danado e gostaria de postar algumas informações para te ajudar a decidir positivamente a viajar para este pais tão exótico e desconhecido dos Brasileiros. Apesar do Camboja nos lembrar dos terríveis tempos do Khmer vermelho onde houve um dos mais cruéis massacres da Humanidade, na era do ditador Pol Pot, o país hoje está se modernizando e nem lembra mais aqueles tempos antigos da Guerra. É um pais exótico, lindo e maravilhoso e se vc for a Tailândia, não deixe de visita-lo pois é perto (+- 1 hora de vôo) e você ainda poderá inclusive ir por via terrestre se tiver mais tempo e um budget menor. Ao pensar no Camboja talvez apenas uma ou três coisas venham à cabeça: Angelina Jolie e seu filhinho adotivo cambojano, pobreza e a horrenda guerra civil da década de 70. Quem sabe talvez você já tenha ouvido falar de Angkor Wat. E você não está sozinho: o fato é que o turismo no Camboja ainda está muito atrás dos populares vizinhos Vietnã e Tailândia, mas vale muito a pena visita-lo pois é um pais baratíssimo além de exótico e tem um povo simples e fraterno, como pude comprovar. A capital Phonm Penh (pronuncia-se Nón Pén), uma das capitais mais atraentes do Sudeste Asiático é relativamente pequena. A maior parte das suas atrações fica no centro, nas margens do Rio Mekong, e pode ser percorrida a pé pois é plana e gostosa. Reserve ao menos dois dias para sua visita, idealmente três dias. Não deixe de visitar as indicações que faço abaixo. Outra coisa... vocês acreditam que num determinado bar de uma rua próximo ao centro que parei para tomar um café eu abri o cardápio e estava escrito CAIPIRINHA BRASILEIRA no menu? Eu não acreditei quando vi e logo pedi uma (por 3 dólares) e estava uma delícia... bem aparecida com a nossa...matei a saudades da terrinha. Mas infelizmente esqueci de anotar o nome do bar. Veja alguns filmes legais que fiz por lá que vai te mostrar um pouco do Camboja: https://youtu.be/q33yLlsCrhM - Visitando a funerária no centro de Phnom Penh https://youtu.be/SWyvZ62MpjU - Andando pelo centro de Phnom Penh https://youtu.be/rEp8gtX4Wuo - Peixes frescos no aquário do restaurante para escolher https://youtu.be/xqusZC7RnTQ - Musicas Cambojanas típicas em ANGKOR WAT https://youtu.be/Si7EKiCdCcM - Andando de tuk tuk na capital Phnom Penh Percebi que é fácil viajar pela Ásia, só tem que saber se comunicar e procurar detalhes na internet. Também tem que entender os Asiáticos pois são muito diferentes de nós ocidentais e não adianta querer apressá-los muito. Seguem detalhes da viagem que com certeza vão te ajudar a programar a sua viagem e se tiver dúvida mande-me e-mail que te ajudo (ver acima). Fiz vários vídeos de la. Vocês vão gostar !!! DICAS DO CAMBOJA: 1– VÔOS - É muito fácil comprar voos no sudeste da Ásia, principalmente a partir de Bangkok. Exiastem muitas empresas aéreas e os preços são baratos. Eu voei na região por várias cias (Laos Airlines, Vietnam Airlines e AIR ASIA) todas confortáveis e muito boas. Os voos podem ser comprados diretamente nos sites das cias aéreas utilizando cartão de crédito e o preço do voo Bangkok-Phonm Phenh é muito barato e varia muito dependendo do horário e antecedência, mas achei vários voos abaixo de 80 dólares. O Aeroporto de Phnon Phenh é inacreditavelmente lindo, arrumado, asseado e moderno e ainda tem wi-fi grátis. Fiquei impressionado e o melhor é que é descomplicado e muito fácil de achar os balcões das Cias aéreas qie ficam logo na entrada da porta de acesso. Enfim... transporte não é problema na Ásia. Do aeroporto até a região central, a melhor maneira é pegar um táxi oficial que custa menos de 10 dólares. É mais seguro e a corrida não dura mais do que 20 minutos. CHEGANDO NO AEROPORTO DE PHNOM PENH COM E-VISA NA MAO !!! 2– VISTO PARA O CAMBOJA – Brasileiros não tem dificuldade para o VISTO, bastando tirar no Brasil antes da viagem pelo sistema eletrônico (procurar Cambodia e-Visa no Google). Eu tirei o Visto eletrônico aqui no Brasil 30 dias antes de viajar e paguei pelo cartão de crédito o valor de US$ 30 e quando cheguei no balcão de VISA no aeroporto de Phonm Phenh foi só apresentar a cópia impressa e em poucos minutos já estava saindo do aeroporto...Ufaaa... que fácil. Fiquei com o sentimento de como a Ásia é descomplicada! Enfim tire o e-Visa sem titubear e seja felizzzzz! 3– HOSPEDAGEM – Existe fartura deles no Booking.com, mas não espere coisa boa nesses hotéis baratos. Nós ficamos no Grand Hotel Le Palais Boutique (Khemarah Phoumin Ave) que fica numa avenida transversal ao Rio Mekong, bem pertinho do centrão, mas nos decepcionamos um pouco pois é um Hotel muito velho (lá da década de 60) então nem preciso falar muito né? Sugiro que vocês se hospedem na avenida central PREAH SISOWATH QUAY, que margeia o Rio Mekong que é o verdadeiro point dos turistas onde se concentram os barzinhos e pubs e restaurantes e hotéis. Para mochileiros vi que a gama de Hostels é grande e em resumo... você não vai ter dificuldade para encontrar a hospedagem que quiser por aproximadamente 5 a 7 dólares por dia, basta andar pelas ruas e logo acha um hotelzinho joia ! 4– ATRAÇÕES TURISTICAS. As principais atrações são: 4.1 – Passeio de barco no Rio Mekong – Imperdível. Não perca a oportunidade de pegar um passeio de barco. Esse passeio dura de 2 a 3 horas e nós pegamos um barco enorme, porem com poucos turistas, onde pudemos ver o pôr do sol. Chegamos de retorno a noitinha e saímos andando pela avenida principal que margeia o rio Mekong procurando um restaurante para jantar e enfim ... descansar! https://youtu.be/Na7PVQ8bYPE - Navegue comigo pelo Rio Mekong 4.2 - Palácio Real e a Pagoda de Prata - Ao visitar a residência-palácio do Rei Norodom Sihamoni (Sim ... o Camboja é um reino), construído no século 19, lembre-se de usar uma roupa que cubra suas pernas e ombros. O palácio, com seus domos no estilo Khmer e detalhes em dourados é o ponto de referência visual e a atração mais ilustre da capital do país. Um santuário de paz dentro da agitada metrópole, o complexo abriga pavilhões de arte, jardins exuberantes e inúmeros templos construídos no tradicional estilo arquitetônico Khmer. Indispensável é a visita ao Pagoda de Prata , dentro do complexo, que deve seu nome ao chão construído com mais de 5 mil placas do metal precioso, cada uma pesando um quilo. Budas em cristal Baccarat, ouro, mármore e pedras preciosas, assim como artesanatos, joias e afrescos dão uma amostra de todo o brilho e riqueza da arte Khmer. Você vai gastar no mínimo umas 3 horas neste lugar – Endereço: Blvd. Samdech Sothearos, 100 metros ao norte da Street 240 - Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h30 às 17h - Entrada: US$ 3 por pessoa, US$ 2 por câmera fotográfica e por filmadora (não é permitido fotografar ou filmar dentro da Pagoda de Prata). https://youtu.be/73IYhsfqX-c - Visitando o Palácio Real e a Pagoda no centro de Phnom Penh 4.3 - Museu Tuol Sleng - Éé um antigo centro de tortura e detenção dos anos de guerra civil. A face mais cruel da história do Camboja ainda está fresca na memória do mundo (1975 a 1979). Qualquer cambojano com mais de 35 anos fez parte do experimento social mais sangrento do século 20, seja como vítima ou como carrasco. Milhões de pessoas foram forçadas a deixar seus lares e trabalhar em campos de concentração. Muitas famílias perderam membros que morreram de fome, doenças ou assassinato. Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h às 17h - Entrada: US$ 2 por pessoa. O Khmer Rouge (Partido Comunista do Camboja) tentou eliminar qualquer pessoa que tivesse estudo. Intelectuais, artistas, professores, médicos, engenheiros… quase todos foram assassinados. Apenas os “puros” e “não-corruptos” camponeses, ou aqueles que conseguiram enganar os executores, foram poupados. Para viver, você tinha que ser muito esperto ao se fingir de bobo. 4.4 – Campo de concentração - Choeung Ek – Fica a cerca de 15 quilômetros da capital, um antigo campo de extermínio que hoje abriga um museu, valas comuns e uma torre de vidro repleta de caveiras humanas com as abeças furadas por lancas, que é como matavam as pessoas. IMPERDIVEL – Não deixe de ir, mas se prepare porque você vai estar no lugar onde morreram 3 milhões de pessoas e vai se emocionar como eu me emocionei e chorei. Endereço: Choeung Ek Commune, Dangkor District, Phnom Penh - Horário: aberto todos os dias, das 8h às 17h – Entrada: US$ 3 por pessoa MEMORIAL DO GENOCIDIO - ONDE ESTAO OS MILHARES DE CRANIOS FURADOS ! https://youtu.be/uUeeRcVPVqw - Visitando CHOEUNG EK 5- ALIMENTAÇÃO - Comer no Camboja é extremamente barato: por menos de um dólar você pode provar stir-fry, rolinhos primavera, baguetes e frutas frescas nos carrinhos dos vendedores de rua. Abacaxi entao... você encontra em todo lugar. Outra opção para comer bem e barato são os mercados, onde diversas barracas se aglomeram numa espécie de praça de alimentação, cada uma com sua especialidade. Não achei nenhuma rede Fast food internacional que geralmente me salvam nas viagens pela Ásia, mas achei restaurantes pequenos com excelente comida ...Tem também muitos mercadinhos de rua que tem de tudo, inclusive bolachas, agua, salgadinhos, chocolates e tudo muito barato, aliás o Camboja é um pais barato onde você faz muito com pouco. Só que tudo é em dólar... nem se preocupe em trocar dólar pelo dinheiro local. VEJAM QUE COMIDA GOSTOSA ! - OVO, FEIJAO E CARNE 6- IDIOMA - A língua que se fala lá é o Cambojano, mas o inglês é arranhado facilmente entre os jovens. Você vai se virar tranquilamente desde que você tenha um mapa da cidade nas mãos e informações de onde você quer ir (O hotel me deu um belo mapa colorido). Sempre peça informações para os jovens e mostre no mapa onde quer ir...e eles vão te orientar pois adoram os turistas e ainda mais quando você fala que é Brasileiro. 7- TRANSPORTE - Existe fartura de TAXI e especialmente TUK TUKS, especialmente nas regiões centrais e turísticas cujos motoristas ficam te oferecendo corrida e te atazanando o tempo todo até te irritar ... As moto taxis estão em todas as esquinas e é o meio de transporte mais barato. Mas não se preocupe pois vc vai andar muito a pé pois a cidade é plana favorecendo as caminhadas ao longo do leito do Rio Mekong, num lindo calçadão cheio de praças e árvores) que atravessa todo o centro da cidade. TIPICO TUK TUK LOCAL 8– RELIGIÃO – Não vi muita religião no Camboja a não ser alguns templos budistas e seus monges de vestes cor de laranja, mas isso se deve pois o pais é comunista e essa influencia leva o povo a ser Laico, igual na China. O Budismo é predominante em todos os países dessa região porém no Camboja vimos poucos templos budistas comparado a Tailândia onde eles estão em cada esquina. Estude o Budismo antes de viajar para a Ásia e entenda melhor essa linda religião ... Com relação a igrejas cristãs não vimos nenhuma, mas deve haver. Procure na internet detalhes de tudo que você quer ver antes de chegar, assim tudo fica mais fácil e vai entender o lugar melhor quando estiver por lá pois é difícil ficar perguntando pro povo local. 9 - MOCHILEIROS - Eu não fui no estilo mochileiro nesta viagem pois estava com minha esposa, mas já fiz mochilagem pelo mundo ... Quero dizer que o pais é muito barato e você vai gastar muito pouco dinheiro se for como mochileiro principalmente com mais pessoas ... Existe transporte terrestre de boa qualidade para todo lugar, inclusive Tailândia, Laos, Vietnam, Myanmar , mas as fronteiras terrestres são um poucos demoradas e burocráticas, mas você não vai ter problema desde que seja esperto e tenha tempo, Falo em esperteza pois você tem que ter destreza na busca de informações pela internet e na obtenção de informações com outros mochileiros ... e por falar nisso vi muitos turistas do mundo todo no estilo mochileiro andando pelas ruas e pelos pontos turísticos do Camboja então posso falar que o Camboja é um pais muito bem preparado para esse estilo de viajante. 10 – COMPRAS - Quase não compramos nada pois nossa rota era longa na Ásia, mas existem muitas lojinhas de souvenires, a base de 5 dólares. Eletrônicos não vi nada !!! 11 – CIDADE DE SIEM REAP E AS RUíNAS DE ANGKOR WAT – Imperdível... não deixe de ir pois é um dos maiores sítios históricos do Planeta, nem que seja para ficar 2 a 3 dias. Se localiza aproximadamente a 300 km de Phonm Phenh, na direção da fronteira com a Tailândia. Siem Reap é um destino obrigatório (e às vezes único pois muitos não querem nem conhecer a capital) de quem vem ao Camboja, é ponto de partida para o que algumas pessoas chamam de 8a maravilha do mundo: Angkor Wat. O templo, que estampa a bandeira nacional, que dá nome à cervejas e hotéis, é muito mais do que uma obra de arte arquitetônica: ele é o epicentro e fonte maior de orgulho da civilização Khmer, um casamento estonteante de espiritualidade e simetria. Angkor Wat é considerado o maior construção religiosa do mundo. Não vou me deter a explicar detalhes do local pois a internet tem fartura de informações... vou me limitar a dar apenas umas dicas. Um hotel que recomendo é o RESORT PRINCE DANKOR, bem, no centro da cidade. Trata-se de um resort de Luxo pelo preço de um hotel simples. Tem de tudo para você descansar e fica bem no centrinho da cidade onde você pode andar e fazer compras e massagens a qualquer hora. É impressionante como os Hotéis são baratos no Camboja. Siem Reap é uma cidade não tão pequena e tem um centro pitoresco e exótico com milhares de Turistas/mochileiros do mundo todo andando pelas ruas. Se você falar inglês vai fazer muitas amizades com pessoas do mundo todo, principalmente nos pubs onde se toma muita cerveja cambojana que é deliciosa chamada de Angkor Wat. A cidade de Siem Reap tem um aeroporto moderno que fica a 15 km da cidade e o taxi custa 12 dólares até a região central, mas saiba que os Hotéis oferecem traslado gratuito então fique atento na hora de reservar. Fiquei impressionado com a infraestrutura dessa cidade encravada na selva Cambojana, na região dos lagos. Descobri depois que a economia do País gira em torno do turismo baseado nas ruinas de ANGKOR WAT, verdadeiro patrimônio da Humanidade. Com relação as ruinas é muito fácil acessá-las sozinho ou em grupos através de taxis guiados. No nosso caso, por comodidade, compramos uma excursão de 1 dia no próprio Hotel. Essas excursões custam aprox. 35 dólares para um dia + taxa de 40 dólares de acesso e uma van vem nos pegar no Hotel as 8hs da manhã e passa o dia inteiro nos levando aos principais pontos turísticos das ruinas que na verdade é enorme com centenas de km2. Guias competentes explicam tudo e programam um restaurante bem legal, porem simples para o almoço onde a gente dá uma parada pra descansar. Mas saiba que num dia só é impossível ver tudo, apenas o básico, então se você for mais estudioso e detalhista compre o ingresso de 2 dias e vá por conta de moto taxi, assim pode ficar quanto tempo quiser em determinados pontos do seu interesse. Então tenha disposição e estude os mapas antes de ir pois você vai aproveitar mais a viagem. Infelizmente no dia que visitamos as ruinas de ANGKOR WAT estava um calor insuportável de 38 graus o que nos atrapalhou bastante pois chegamos num determinado ponto que não tínhamos mais disposição para ficar andando e perguntando os detalhes de cada coisa que nos vislumbrava a vista e só seguíamos a boiada! Chegamos no hotel exaustos as 18hs e só queríamos entrar no ar condicionado. A noite de SIEM REAP é fantástica. Aproveite as várias opções de refeição Asiática para todos os gostos e bolsos, mas tudo geralmente limpo e apetitoso. Outra coisa – Aproveite e faça uma massagem relaxante em uma das dezenas de casas espalhadas pelas ruas centrais por 7 dólares a hora. Prostituição não vi nada e acho que nesse país nem tem, mas vai saber !!! ENFIM... NÃO DEIXE DE IR A ESSE PAIS LINDO E EXOTICO POIS NÃO VAI SE ARREPENDER. ====================== Abr a todos: Marcelo Pera (Valinhos/SP) Email: [email protected] zap (19)997711398
  20. Tailândia, Camboja & Vietnã - 31 dias SURREAIS! Eu e meu marido passamos um mês inesquecível no Sudeste Asiático, mais precisamente Tailândia, Camboja e Vietnã, entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016. Vou procurar incluir no relato os gastos, informações, dicas etc. Foram dez meses entre a escolha do destino e a viagem. Muito planejamento, muita leitura, muita pesquisa… Vimos e revimos todos os relatos aqui do Mochileiros sobre a região. Dezenas de blogs, sites, fotos, vídeos… E ainda assim, NADA te prepara para o que SENTE quando finalmente se ESTÁ lá. Não parece que fomos para outros países, mas sim para OUTRO MUNDO! Os aromas das comidas de rua por toda a parte, misturados ao cheiro do incenso; o trânsito caótico; as dezenas de templos existentes por onde se passa; as práticas religiosas diárias da população; sabores maravilhosos de temperos e ingredientes dos quais nunca ouvimos falar; um povo hospitaleiro, gentil e humilde; e paisagens de tirar o fôlego… Até agora não tenho bem certeza de que fomos para lá, mas por via das dúvidas vou registrar meu relato. Quem sabe ajuda a ficha a cair... ROTEIRO Como em qualquer planejamento de viagem, esse roteiro mudou diversas vezes. Inicialmente iríamos também para o Laos, depois desistimos. No fim das contas, nosso roteiro foi esse (com uma descrição breve do que fizemos em cada dia): DIA 01 Chegada em Bangkok 09:05 (Khao San Road; Wat Arun; Chao Phraya River) DIA 02 Bangkok (Grand Palace; Wat Phra Kaew; Wat Pho) DIA 03 Bangkok (Flower Market, Wat Traimit, MBK) DIA 04 Bate-volta Ayutthaya DIA 05 Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional) DIA 06 Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market) DIA 07 Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea) DIA 08 Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom) DIA 09 Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An DIA 10 Hoi An (centro histórico, An Bang Beach) DIA 11 Hoi An (passeio de bike, centro histórico) DIA 12 Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge) DIA 13 Da Nang (Marble Mountains) DIA 14 Bate-volta Hue DIA 15 Da Nang (Lady Buda); ida para Hanoi 21:50 DIA 16 Hanoi (Old Quarter e arredores) DIA 17 Halong Bay DIA 18 Retorno de Halong Bay; Hanoi DIA 19 Hanoi (Mausoleu de Ho Chi Minh); ida para Chiang Mai 16:45 DIA 20 Chiang Mai (centro histórico, Doi Suthep, Night Bazaar) DIA 21 Chiang Mai (Patara Elephant Farm, Sunday Night Market) DIA 22 Chiang Mai (curso de culinária: Thai Farm Cooking) DIA 23 Chiang Mai (templos diversos/ dia à toa) DIA24 Chiang Mai; ida para Krabi 17:35 DIA 25 Krabi (Railay Beach) DIA 26 Krabi (passeio Hong Island) DIA 27 Krabi (Railay Beach) DIA 28 Ida para Phi Phi; Maya Bay Sleep Aboard DIA 29 Retorno a Phi Phi; tarde praia (Loh Dalum); view point DIA 30 Phi Phi (Loh Dalum) DIA 31 Praia pela manhã; Ferry para Phuket; Voo para Amsterdã 20:20 PASSAGENS AÉREAS Depois de muitas pesquisas, considerando diversas possibilidades (comprar ida e volta; ou pegar ida e volta com milhas até alguma cidade da Europa e comprar à parte ida e volta para Bangkok ou Hanoi; ou comprar a ida e voltar com milhas; entre outras), a opção mais econômica acabou sendo a seguinte: comprar um bilhete múltiplos destinos de São Paulo a Bangkok, e depois de Phuket até Amsterdã, além de não precisar voltar a Bangkok para ir embora. Já que voaríamos para Amsterdã, resolvemos ficar uns diazinhos por lá para conhecer, mas vou deixar essa parte para um outro relato. O único contra desse roteiro foi ter que incluir roupas para o frio na bagagem. Ficou assim: Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 9000 pontos Azul São Paulo – Bangkok / Phuket – Amsterdã: R$3700 Etihad Amsterdã – Porto Alegre: 45000 pontos TAM #ficaadica: explorem bastante a opção "múltiplos destinos" das companhias aéreas, uma mudança de cidade ou até mesmo a ordem delas pode fazer muita diferença no valor final da passagem! TRECHOS INTERNOS Para os deslocamentos entre as cidades, escolhemos pagar um pouco mais e ganhar tempo para conhecer os lugares, por isso fizemos todos os deslocamentos de avião: Bangkok-Siem Reap USD 74,53 Cambodia Angkor Air Siem Reap-Da Nang USD 160 Vietnam Airlines Da Nang-Hanoi USD 39 Vietnam Airlines Hanoi-Bangkok 12500 milhas Smiles (voando Qatar Airways) Bangkok-Chiang Mai USD 37 Thai Airways Chiang Mai-Krabi USD 59,44 AirAsia Observações: os trechos Hanoi-Bangkok e Bangkok-Chiang Mai foram no mesmo dia, e ficou um trajeto assim quebrado porque a ideia inicial era voar de Hanoi a Luang Prabang, ficar uns dias e depois voar de lá para Chiang Mai. À medida que a viagem se aproximava, resolvemos cortar Luang Prabang do roteiro porque os voos para/de lá eram um tanto caros (em alguns meses acompanhando os preços, eles nunca baixaram, não rolou nem uma mísera promoçãozinha). O voo da AirAsia era o único que não incluía franquia de bagagem, esse preço aí de cima inclui uma bagagem de até 20kg. GASTOS Sei que “quanto se gasta” é a primeira preocupação da maioria das pessoas que pensam em ir para lá. Saibam que dá para fazer essa viagem com bem menos do que eu vou descrever abaixo, por exemplo fazendo os trechos internos de ônibus em vez de avião, cortando alguns dos passeios mais caros que fizemos etc. Excetuando as passagens para ir e voltar, antes de sair do Brasil só estavam pagos Maya Bay Sleep Aboard, hospedagem de Phi Phi e voos internos, totalizando uns USD 550. Para todo o resto, gastamos cerca de USD1650 cada, entre o que levamos e o que sacamos por lá. Os gastos maiores foram (por pessoa): Bate-volta Ayuthaya: 600 bahts (+-USD 17) Guia nos templos de Siem Reap (dois dias, com transporte): USD 70 Passeio de quadriciclo em Siem Reap: USD 41 Passeio de bike Hoi An: 500000 dongs (+- USD 23) Bate-volta Hue: 900000 dongs (+- USD 40) Halong Bay 2D1N: USD 180 Patara Elephant Farm: 5800 bahts (+- USD160) Curso de culinária Chiang Mai: 1300 bahts (+- USD 36) Tour Hong Island: 900 bahts (+- USD 25) Transfer Krabi-Phi Phi (van+ferry): 350 bahts (+- USD 10) Maya Bay Sleep Aboard: 3000 bahts (+- USD 84) Transfer Phi Phi-Phuket (ferry+van até o aeroporto): 400 bahts (+- USD 11) As cotações aproximadas que pegamos: 1USD = 35,80 bahts 1USD = 4000 riels 1USD = 22000 dongs Ao longo do relato vou detalhando melhor gastos com alimentação, entrada com atrações, etc. HOSPEDAGENS Adoramos ficar em hostels, mas muitas vezes essa não é a opção mais econômica para um casal. Acabamos ficando em um hostel somente em Krabi. Bangkok - Bhimann Inn: 5 diárias USD156. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (imprescindível para o calorão de lá), piscina, wi-fi razoável, sem café-da-manhã. Siem Reap - Popular Boutique Hotel: 3 diárias USD48,60. Boa localização, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado (idem), muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. Hoi An - Phuoc An: 3 diárias USD72. A uns 10' de caminhada do centro histórico, quarto limpo, banheiro, ar-condicionado, piscina (nem chegamos a usar), wi-fi bom, com café-da-manhã. Da Nang - Anh Duong II: 3 diárias USD 37. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem pertinho da praia. Quarto amplo e limpo, camas duras, banheiro, ar-condicionado, wi-fi bom, sem café-da-manhã. Hanoi - Hanoi Downtown Hotel: 2 diárias USD 28. Boa localização, quarto não tão limpo com banheiro (e banheira), ar-condicionado (apesar de desnecessário nessa época), wi-fi bom, com café-da-manhã. O único dessa lista que eu aconselho: NÃO fiquem lá! Hanoi (após retorno de Halong Bay) – Hang My Hotel: 1 diária USD 21. As mesmas coisas que o Hanoi Downtown, mas mais limpo, mais novinho e com melhor atendimento. Chiang Mai - RCN Court Inn: 5 diárias USD 70. Dentro do centro histórico, quarto com banheiro, wi-fi, sem café mas com cozinha coletiva. Krabi - Glur Hostel: 4 diárias USD100. A uns 10' de caminhada da praia, quarto limpo com beliche, banheiro coletivo, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, com café-da-manhã e cozinha coletiva. Phi Phi - JJ Bungalow: 2 diárias USD92. Boa localização, quarto amplo e limpo, banheiro, ar-condicionado, muito boa piscina, wi-fi bom, sem café-da-manhã. Média com hospedagem: USD22,3/dia (ressaltando: valor para duas pessoas). No próximo post começo a relatar o dia-a-dia, e prometo colocar fotinhos !
  21. Começar sempre é a parte mais difícil né? Por isso vamos fingir ser uma continuação. ... bem, como eu estava falando anteriormente resolvi dá uma reviravolta na minha vida em quase 180º, e nada melhor que visitar o outro lado do mundo, o sudeste asiático. O destino principal escolhido foi a Tailândia, os demais foram consequência da influência do grupo no whatsapp que me acolheu. Inclusive esse grupo foi fecundado aqui , valeu mochileiros.com, unindo pessoas desde _________ (completa aí pra mim). Diferente dos meus outros relatos, creio que nesse teremos muitas dicas do que não fazer. Gastei uma grana a toa, mas vcs entenderão os motivos e, com fé em Alah, não cometerão os mesmos erros. Disponibilizarei a planilha de custos em excel e o plano de viagem em pdf, para isso preciso atualizar algumas coisinhas, não me cobrem, não funciono sob pressão rs (brincadeira, só funciono assim). Mas resumindo em números foram: 22 dias, 4 países, 13 vôos, 7 cidades, 8000 temeres, 7 companheiros de viagem, 5 meses de planejamento, 6 moedas diferentes na doleira, 17kg nas costas e incontáveis momentos inesquecíveis. Dessa vez sem tragédia, prometo! Qr dizer... se micro-infartos agudos do miocárdio ao tentar me comunicar em "ingrês" não contar pra vcs como tragédia. Depois de papos e papos varando madrugadas a dentro, meu roteiro ficou assim: 06/03 - Deslocamento de Salvador x Guarulhos pela GOL 07/03 - Deslocamento de Guarulhos x Istambul 08/03 - Deslocamento Istambul x Bangkok 09/03 - Bangkok (Tailândia) 10/03 - Bangkok (Tailândia) 11/03 - Bangkok (Tailândia) 12/03 - Siem Reap (Camboja) 13/03 - Siem Reap (Camboja) 14/03 - Siem Reap (Camboja) 15/03 - Chiang Mai (Tailândia) 16/03 - Chiang Rai (Tailândia) 17/03 - Chiang Mai (Tailândia) 18/03 - Ao Nang (Tailândia) 19/03 - Phi phi (Tailândia) 20/03 - Phi Phi (Tailândia) 21/03 - Luang Prabang (Laos) 22/03 - Luang Prabang (Laos) 23/03 - Luang Prabang (Laos) 24/03 - Luang Prabang (Laos) 25/03 - Deslocamento Bangkok x Istambul 26/03 - Deslocamento Istambul x guarulhos 27/03 - Deslocamento Guarulhos x Salvador Todas as passagens internas foram compradas pela low cost Air Asia, considerada a "queridinha" por lá, os preços eram bons e me transmitiu confiança na dificuldade com o inglês já que não vi relatos de atrasos de voos, o que eu por não entender o idioma não conseguiria identificar o aviso pelo alto falante no aeroporto e isso poderia me fazer perder o voo. Vou adiantando que não foi bem assim, um dos voos atrasou 1 hora ,me deixando louca dentro do aeroporto ãã2::'> . A passagem Brasil x tailândia foi comprada pela Turkish Airline, como direito a parada de aproximadamente 24 horas em Istambul, o que me permitiu fazer um city tour 0800 pela companhia aérea, totalmente gratuito mesmo, com direito ao translado, guia, café da manhã, almoço, bilhetes de entrada nas atrações, bandana e fone de ouvido rs . Existem algumas regras para usufruto dessa mamata oferecida pela Turkish. A conexão não pode ser inferior a 6 horas e nem superior a 24 horas. Mais detalhes podem ser visto aqui http://www.istanbulinhours.com/ :'> . Levei todo meu dinheiro de viagem em papel moeda, pra tentar economizar com o iof do cartão. Por lá as notas de 100 dólares tem melhor cotação que as demais. Mas caso o Camboja tb seja seu destino, leve notas menores, já que o dólar é mais usado que a moeda oficial (Riel Cambojano). O riel é apenas usada para compras ou trocos abaixo de 1 dólar. E 50 centavos de dólar equivale a 2000 riel. Cuidado com o período escolhido para viajar, as monções são muito frequentes em determinadas épocas do ano. O período entre novembro e fevereiro é considerado o ideal, pois não chove e não é tão quente. Fui em março e me senti num forno , principalmente em Siem Reap. Turquia e Tailândia não exigiram visto de entrada. Laos e Camboja sim, mas pode ser tirado na chegada ao aeroporto. Certificado de febre amarela é fundamental. Não esqueçam! to be continued...
  22. Dias 1 e 2 Em 9 de março de 2017, comecei a viagem por Floripa. Como usaria muitas companhias de baixo custo, precisei fazer milagre para que tudo, incluindo meu equipamento de mergulho, coubesse numa mochila média. No final da tarde, saí de Guarulhos num voo da AirChina, comprado numa promoção com vários meses de antecedência. A empresa presta um serviço razoavelmente bom em relação à alimentação e entretenimento. Antes de chegar em Seul, os intermináveis voos tiveram conexões em Madri e também em Pequim, onde a imigração levou um tempão. Vi 2 noites passarem dentro do avião, devido ao sol ir na direção contrária. Dia 3 Nesse dia, conheci a cidade de Incheon. Como não fica no Sudeste Asiático, contarei sobre essa parte na parte 2 do relato. À noite, passei com minha mochila na pesagem da AirAsia, pra voar a Cebu, nas Filipinas. O voo custou 132 mil wons, com taxas e refeição. Dia 4 Cheguei morrendo de sono às 2h da madruga, peguei um táxi branco de 250 pesos (15,65 reais), mais barato que o amarelo, até o terminal norte de ônibus de Cebu, e logo depois, por 160 pesos fui num ônibus da Ceres por 4 horas até o norte da ilha, em Maya. Cerca de 1h depois da partida ele para pra usarmos o banheiro e comprar comida. Consegui uns pãezinhos doces por 5 pesos cada! Já em Maya, embarquei pouco depois num barco até Malapascua. Como não tinha passageiros suficientes, pois eles partem a cada meia hora estando cheios ou não, o total por pessoa ficou em 220 pesos. A orla onde os barcos atracam não é muito bonita, e o tempo também estava meio feio. Almocei um pouco adentro da ilha, pagando 210 pesos num arroz frito com vegetais e camarão e mais um suco de limão. Por sorte, uma funcionária da minha hospedagem estava no mesmo local, e me ofereceu uma carona de moto até o Thresher Cove Dive Resort, um tanto distante do embarcadouro. Ali fiquei em uma cabana individual na areia de uma praia particular por menos de 1400 pesos para 3 noites. A pousada e centro de mergulho é bem bacana, o maior problema é da água ser salobra, então meu filtro foi inútil. Caí na água para um pouco de snorkeling no jardim de corais na praia da hospedagem. No começo há apenas pastagem aquática, mas de uns 50m em diante vários corais dispersos se apresentam, embora parte deles branqueados. Ainda assim, vi muitos seres vivos de pequeno porte diferentes, coloridos e bem interessantes. Foi a estreia da minha GoPro 5 Black - por sinal, muito melhor que minha antiga 3 Silver. Já estava satisfeito quando do nada surgiu um monstro a minha frente. Uma serpente marinha (Laticauda colubrina) de uns 1,5m! Fiquei com medo no início, mas como percebi que ela não estava nem aí com minha presença, fiquei a acompanhando enquanto ela procurava comida e voltava à superfície para respirar. Antes de regressar à terra, vi mais 2, mas menores. Depois disso, fiquei relaxando na pousada no resto do tempo. Dia 5 Teria tido uma ótima noite se o despertador da cabana vizinha não tivesse tocado às 4 e meia da madruga, hora que sai o primeiro mergulho do dia. Acordei de verdade às 7h, para me preparar pra pegar um barco (150 pesos) e mergulhar com meu snorkel no Evo Reef. Parte recife, onde vi um peixe-leão, parte areia, onde vi muitos seres pequenos e transparentes, entre águas-vivas, ctenóforos e tunicados, como um bizarro pirossomo (isso é um animal, e não lixo). Almocei adobo, um prato típico filipino com carne temperada. Digestão feita, resolvi fazer um mergulho com cilindro, o primeiro desde que tirei minha certificação há meio ano. O local foi a Chocolate Island, a sudoeste de Malapascua. Fomos em um grupo grande, incluindo meu dupla, o holandês Jasper. Cerca de meia hora depois chegamos. A profundidade máxima atingida foi de 18 m, mas havia um pouco de correnteza e a visibilidade estava ruim, além de meu ar só durar 33 min. Vimos corais moles, cavalos marinhos e alguns coloridos nudibrânquios pequeninos. Ao retornar, fui novamente no jardim de corais. Vi algumas coisas novas, mas pequenas. Seria bom se eu tivesse uma lente de macro. Como dessa vez estava com um traje de neoprene, alugado baratinho na hospedagem, fiquei até o sol se pôr na água. Jantamos pizza e tomamos a cerva filipina San Miguel Pale Pilsen. Não sou muito fã de pilsen, mas estava OK. Dia 6 Um grupo de brasileiros que eu conheceria no destino seguinte resolveu vir conhecer Malapascua (Ingrid, Agatha, Thalita, Camila e Rafael). Depois do meu café da manhã eles já estavam entrando no meu hotel. Com a Agatha e a Ingrid caí na água de snorkel para mostrar a praia a elas. Vi outro pirossomo e uma moreia. Em sequência, todos almoçamos no restaurante do hotel, onde pedi o kinilaw, que é o ceviche filipino. Até que não é ruim, mas ainda prefiro o peruano. À tarde eles voltaram à ilha de Bantayan, enquanto eu fui de moto-táxi até a praia do Farol, onde mergulhei com snorkel em um naufrágio. No caminho, ocorria uma briga de galo. O naufrágio está dividido em vários pedaços, a partir de uns 3 m de profundidade. É comum o mergulho noturno ali. Além do que estava aderido à carcaça, vi um monte de ctenóforos. Vi o sol se pôr e voltei pagando 50 pesos pro cara dá motoca, a tarifa máxima da ilha, por ser noite e um pouco distante. Dia 7 Tive minha última refeição no variado restaurante do hotel e deixei a ilha, dessa vez por 120 pesos. No caminho, bastante lixo flutuando. De fato, os filipinos não parecem se importar muito com a limpeza, pois os próprios barqueiros jogam suas bitucas de cigarro no mar. Como o ônibus levaria mais uma hora para sair, embarquei numa van com ar por 200 pesos. Mesmo na principal rodovia que corta o país, há apenas uma faixa de rodagem. Espere trânsito, especialmente de motos e de lentos tuk-tuks. Já vinha percebendo que o idioma oficial das Filipinas foi bastante influenciado pela ocupação espanhola. Tive certeza que os números são falados da mesma forma quando o cobrador do ônibus para Oslob me informou que a tarifa seria de “ciento y cuarenta y cinco”. Ao chegar, encontrei a mesma turma de brasileiros no Hotel Sebastian, e mais Caio. Ao redor da piscina, tomamos umas biras Red Horse por 60 pesos a garrafa de 500 ml. Pousei no Ocean View Lodging House, à beira-mar, por 1600 pesos a noite, um pouco caro pela localização, mas com um quarto de casal só pra mim. Dia 8 Fechamos um passeio no hotel para sairmos em 6 brasileiros mais eu às 5 e meia para nadarmos com os tubarões-baleia e vermos as cachoeiras Tumalog em seguida. Isso por 1800 pesos, que poderia ter sido feito pagando menos, por conta própria. Chegando no estabelecimento dos tubarões, levamos um susto com a quantidade de turistas que já havia naquele momento. As canoas entram poucos metros na água até chegarem onde ficam os bichões, que permanecem ali enquanto são alimentados. Achei meio artificial por isso, mas mesmo assim não deixa de ser incrível observar de snorkel os maiores peixes do mundo. Ficamos por quase 30 min nadando ao redor dos bichos de cerca de 6 m (juvenis). Tumalog Falls é uma cachoeira que fica lá perto, onde de uma altura bem considerável escorre um bocado de água sobre um paredão verde, culminando num lago raso verde-azulado, coloração devida ao calcário. Kawasan Falls, por sua vez, é bem maior e bem mais distante, a mais de 1 hora e meia de Oslob, em Badian. Nos custou mais 1100 pesos para ir até lá e entrar no parque, que possui infraestrutura completa e uma série de cachoeiras, com trilhas para acessá-las. Um atrativo é uma balsa de bambu que te leva embaixo das quedas principais, dando aquele cachote na cabeça. Outra é o salto de uma das quedas superiores, com uns 10 m de altura, coisa que eu fiz (me borrando de medo, mas fiz). Na volta, ficamos bebendo no hotel dos brasileiros. Apesar de eu já ter gastado bastante por lá, ainda quiseram me cobrar pra entrar na piscina por eu não ser hóspede, uma atitude ridícula. Azar o deles, porque saímos para procurar uma festa no pequeno centrinho. Como não achamos, jantamos numa pizzaria, compramos cervejas no 7Eleven por 85 pesos o litro, e tomamos no quarto do hotel dos brasileiros. Dia 9 Deveríamos ir à ilha Sumilon, mas como a maré estava muita alta não haveria faixa de areia, e com isso teríamos que ficar no resort da ilha. Isso faria o passeio passar de 2500 pesos por todo o barco para 1500 pesos por pessoa. Como alternativa, a moça da agência de turismo nos indicou a praia da cidade de Alcoy, e para lá fomos, pegando um ônibus qualquer em sentido norte. Pagamos 25 pesos e chegamos uns 45 min depois. A praia bonita tem uma faixa de areia modesta, mas maior que as demais da região. Ficamos relaxando nas águas cristalinas até a hora do almoço, quando subimos no restaurante caro de um resort com uma baita vista da barreira de corais que fica a 200m em frente à praia. Fui lá logo depois, nadando por conta própria. Se quisesse pegar um barco, custaria 100 pesos. A maioria da zona é de pasto aquático, com recifes dispersos. Há certa variedade de vida, mas não tão grande quanto Malapascua. Vi uma serpente marinha novamente. Uma coisa que me incomodou foi as várias pontadas que levei na pele no caminho, apesar de só ter visto uma água-viva. Ao retornar, me despedi da galera e segui com um casal de brasileiros num ônibus e depois táxi pra ilha do aeroporto de Cebu, onde passaria a noite antes dos voos seguintes. Dormi num simples dormitório coletivo no Mactan District Budgetel, por 450 pesos, pois ele ficava a apenas 2 km do aeroporto. Dia 10 Na madruga, voei de AirAsia por 3 mil pesos pra Kuala Lumpur, onde esperaria várias horas no aeroporto até o voo seguinte para Yangon, em Mianmar. O que eu não contava era com uma tarifa de 750 pesos que deve ser paga no embarque diretamente no terminal do aeroporto de Cebu, em dólares ou pesos. Tive o azar de molhar minha papelada quando vazou água que esqueci na garrafa do filtro durante o voo. Por sorte, o moderníssimo terminal KLIA2 da AirAsia, que inclui Wi-Fi grátis, dispunha de um serviço pago de impressão, no Sama Sama Lounge. O próximo voo, no fim da tarde, saiu por 197 ringgits. Ao desembarcar, bastou entregar à imigração a carta de recomendação do pedido de eVisa, feito antecipadamente pela internet por 50 dólares, para ingressar num dos países mais exóticos que já conheci. Até a Chinatown, onde iria me hospedar, o taxista queria me cobrar 10 mil kyats (23 reais), e não havia serviço de ônibus por lá. Encontrei um casal de brasileiros (Gleice e Renan) quando fui fazer o câmbio (necessário, já que cartão de crédito é inútil por lá, pois não é aceito em quase nenhum lugar), e por sorte eles ficariam próximos a mim; dessa forma, consegui dividir o carro. Mal cheguei e já saí pra caminhar pelas ruas movimentadas e um pouco escuras da maior cidade do país. Apesar de parecer um pouco amedrontador, a criminalidade contra turistas é baixíssima. Tentei ir a tempo ao templo que supostamente guarda um pedaço do cabelo de Buda (Botahtaung Pagoda), mas ele havia acabado de fechar. Na volta, passei pela praça da independência, onde fica a Sule Pagoda, além da prefeitura e vários prédios do período colonial britânico nas quadras ao redor. Já era 9 e meia; apenas barracas de comida de rua e alguns restaurantes chiques estavam abertos. Por apenas 8 dólares, incluindo café da manhã, hospedei-me no ótimo albergue Shwe Yo Vintage Hostel. Dormir no dormitório de 8 camas com ar condicionado foi um alívio pro calor que estaria fazendo durante os dias. Dia 11 O café da manhã foi um estranho prato de sopa de macarrão de arroz com peixe e temperos, chamado mohinga. Apesar de ser extremamente inusual ingerir isso de manhã cedo, até que não tava ruim. Junto com um sueco do albergue, peguei o trem circular por 200 kyats na estação Lanmadaw. Foi um pouco difícil saber qual o trem certo, mas algumas dezenas de minutos depois embarcamos em um dos velhos vagões britânicos ao redor da cidade. No caminho se vê bastante sujeira e pobreza; essa é a Mianmar real. A certo ponto é preciso trocar de trem, prestem atenção. Quando chega na metade, você vê agricultores e suas plantações. Num dado momento, o corredor do vagão ficou completamente cheio de vegetais a serem vendidos no centro da cidade. Saltamos próximo ao Lago Inya, o maior reservatório da cidade. Compramos 2 cachos de bananas por apenas 400 kyats e caminhamos ao redor. Tentamos ver a residência da filha do líder revolucionário, mas o acesso era proibido. Como o lago não era muito interessante e já fazia um calor de mais de 35 graus, tomamos um táxi por 3500 kyats até 2 templos budistas com estátuas gigantes, ambos gratuitos. No primeiro, Chaukhtatgyi, a estátua é reclinada, enquanto que no Ngahtatgyi ela está sentada. Como todo templo budista, é preciso entrar sem calçados e com ombros e joelhos cobertos. Pela pressa e comodidade, por 300 kyats comi uns bolinhos fritos de feijão e outros vegetais na rua. O museu Bogyoke Aung San, também próximo, conta um pouco da história do general que levou o país à independência logo após o fim da 2ª Guerra Mundial. Fica em sua última casa antes de ser assassinado, mas há tão pouco para ver que não sei se os 5 mil kyats de entrada são justos. Continuei, agora sozinho, em direção ao sul, entrando nos jardins do belo Lago Kandawgyi. Contornei ele, subindo na Utopia Tower, onde tive uma bela vista por 200 kyats. Outro ponto de interesse é o Karaweik, restaurante em formato de um barco de dragões. Corri para chegar ao pôr do sol na maior atração de Yangon, a Shwedagon Pagoda. Por 8 mil kyats se tem acesso a um complexo budista lotado de turistas, cujo maior atrativo é uma stupa de 99 metros de puro ouro. A iluminação noturna dessa stupa, bem como das outras, é incrível, então vale a pena passear de dia e à noite. Tirei uma foto na Maha Vizaya Pagoda já caminhando de volta, me sentindo seguro. No meio do trajeto jantei um curry de bode por apenas 1500 kyats, num local frequentado apenas por locais. Dia 12 Como o mercado de souvenires (Bokyoke Aung San Market) e o National Museum fecham nas segundas, tive que me contentar com o zoológico. Por 3 mil kyats peguei um táxi até lá. Paguei 3 mil também pela entrada. Para os padrões de Mianmar, até que é um zoológico decente. Há centenas de espécies de vários grupos animais, a maioria do próprio país. No entanto, à exceção da área dos veados, as outras jaulas são pequenas demais para os pobres bichos. Há também um museu de história natural, incluso no ingresso, que conta com vários animais empalhados, fósseis e rochas. Duas horas e meia foram suficientes para ver tudo. Voltei pelo trânsito caótico de Yangon, que possivelmente seria menor se motos não fossem proibidas nessa cidade. Dividi um táxi e fomos pro aeroporto, onde tomei um lanche e embarquei na Golden Myanmar Airlines. O voo foi bem salgado, 110 dólares. Fiquei apreensivo quando vi que o avião era um turbo-hélice, mas apesar das chacoalhadas cheguei a salvo. O serviço de bordo incluiu uma revista e um lanche. Ainda no aeroporto, paguei os 25 mil kyats pelo passe arqueológico dos templos da Bagan antiga. Há centenas deles, construídos ao redor do século 12, num complexo quase tão grandioso quanto o de Angkor, no Camboja. Por mais 5 mil kyats, peguei um táxi até o centro de Nyang U, no Royal Bagan Hotel. 14 dólares com café incluído, para o quarto compartilhado. É um hotel bastante bom e bonito. Caminhei aleatoriamente até a Shwezigon Pagoda, quando começou a chover. Com isso, depois de visitar brevemente o templo, parei para jantar no restaurante San Kabar. No menu havia enguias por 4500 kyats; não pude deixar de prová-las fritas em pedaços. E não é que estavam boas? Por fim, tomei um chope Myanmar com os brasileiros que havia conhecido no aeroporto de Yangon. Dia 13 Acordei ainda noite para ver o nascer do sol com os brasileiros. Aluguei uma moto elétrica, principal e mais recomendado meio de transporte para essa cidade. Paguei 7 mil pelo dia e segui a no máximo 40 km/h, a velocidade que o veículo consegue chegar. Sozinhos, vimos o esplendoroso nascer logo após às 6 horas do topo do complexo Sule, vendo os balões acompanharem o movimento do sol logo depois de sua ascensão. Voltei ao hotel pra tomar um baita café da manhã em bufê livre, antes de retomar a jornada aos muitos templos. Danificados por invasões e terremotos, mas ainda assim impressionantes. Quando fui, os maiores estavam sendo restaurados. O comércio de souvenires e comida nos arredores é tão grande que descaracteriza um pouco a importância das ruínas. Depois de ver por fora e por dentro uma dezena de lugares, parei no museu arqueológico. Custa 5 mil de entrada para estrangeiros. A construção em si é incrível, um palácio antigo. Dentro, achados das ruínas, como pedras esculpidas, pinturas, joias e estátuas. Bati um rango esperto ali perto. Depois, me mostraram a preparação e me passaram thanaka, pasta de coloração amarelo clara que as nativas usam no rosto para proteção do sol e como cosmético, que é extraída de uma árvore e elaborada esfregando um toco numa pedra com água. Paguei mais 5 mil kyats pra entrar na Golden Pagoda, uma réplica sem graça do Mandalay Golden Palace, que eu acabei conhecendo na cidade seguinte. Rodei aleatoriamente mais um pouco, e para o pôr do sol achei o complexo Sin-byu-shin, afastado e alto, com uma baita vista de 360 graus. Escalei ele e apenas alguns jovens vieram juntos. Dia 14 Peguei um dos vários micro-ônibus disponíveis diariamente para Mandalay, no meu caso o das 9h. Com ar condicionado, saiu por 9 mil kyats. No caminho, vimos basicamente a área rural. Houve uma parada para usar o banheiro e outra para almoço rápido. Quase 5 horas depois chegamos. A hospedagem compartilhada do [email protected] saiu por 21 dólares para 2 noites, incluso café. Deixei minha mochila lá e peguei um táxi com o alemão Henning que havia recém chegado também, para o Mandalay Golden Palace. Numa área de 2km por 2km, cercada por um muro e um fosso, ficam os resquícios reconstituídos do palácio bombardeado na 2ª Guerra Mundial. A maior parte da área interna pertence ao exército. Os prédios do palácio estão praticamente vazios por dentro e com falta de informação em inglês, mas a arquitetura é interessante e a vista do alto da torre só é superada pelo Mandalay Hill, logo atrás do palácio. Pra entrar nessa atração e em muitas outras na região de Mandalay, é preciso pagar 10 mil kyats por um passe turístico válido por 5 dias. Com o sol se pondo, adentramos os templos próximos: Kyauktawgyi, San Dar Muni e Kuthodaw. Neste último, fica o maior livro do mundo de 729 páginas, mas diferentemente do que se pensa, ele fica dividido em lápides, cada página em uma pedra. Às 20:30h, diariamente há um show de marionetes, arte típica de Mianmar, no Myanmar Marionettes, bem na esquina sudeste do palácio. Pagamos 10 mil kyats pra assistir o espetáculo de 1 hora, onde histórias são contadas com os bonecos, incluindo a complementação sonora de uma banda com instrumentos. Foi legalzinho. Dia 15 Comecei bem o dia com o café do albergue que incluía até Nutella! De fato, as hospedagens desse país me surpreenderam de uma forma positiva. Eu e o alemão fizemos um tour organizado pro dia todo por 18 dólares, incluso guia, transporte e refeição. A primeira parada foi a oficina e loja de carpintaria e tapeçaria. A arte da carpintaria é bem desenvolvida no país. Em seguida, Mahagandhayon Kloster, onde os monges e aprendizes moram e se alimentam. Pegamos o exato momento em que eles fazem fila com suas louças, dirigindo-se ao refeitório, para a última de suas únicas 2 refeições diárias! Depois, a fábrica de tecelagem de seda, onde se elaboram roupas com o auxílio de máquinas manuais. Sagaing, o destino seguinte, é uma cidade destinada à meditação no budismo. Há apenas templos de todos os tipos, além do comércio básico. A vista do Sagaing Hill, onde subimos, é bem bonita, podendo se ver os santuários e o rio e pontes que cortam com Mandalay. Almoçamos por ali. Continuando, visitamos diversas pagodas e mosteiros importantes, como Kyaung Lain Monastery, Bagaya Monastery, Mae Nu Oak Kyaung, Lar Hat Gyi, Pahtodawgyi e Yadana Hsemee. Os últimos são construções mais antigas em ruínas. Por fim, o pôr do sol foi na ponte de madeira U Bein Bridge. Totalmente lotada de turistas e locais, mas ainda assim com uma vista bastante interessante, tanto por cima da ponte quanto dos barquinhos que ficam à espera. Jantamos no Shan Ma Ma, um restaurante bem barato onde você pode escolher 3 entre vários pratos típicos diferentes, pagando 1500 kyats por tudo. Aproveitei o tempo livre pra lavar minhas roupas na pia. Com o ar ligado no quarto, já estavam secas antes de eu partir. Dia 16 Depois do café, dividi um táxi para o voo de Mandalay a Bangkok pela AirAsia. Como o aeroporto fica um pouco longe da cidade, custou 7500 kyats pra cada. Em seguida, encontrei o outro grupo de brasileiros com o qual havia planejado a viagem junto. Tomamos o voo a Hanói, a capital do Vietnã. Diego, Renato, Fernando, Camila, Carol, Andreia e Thais foram meus companheiros nos 12 dias seguintes. Passando a imigração com nossas cartas de aprovação processadas antes da viagem, pagamos 500 mil dongs (68,4 reais) dividido por 8 numa van do aeroporto até o See You Lily’s Hostel. Em comparação aos albergues anteriores, esse deixou a desejar, principalmente no quesito limpeza. No próprio beco do albergue há alguns estabelecimentos para se comer e beber. Foi o que fizemos em seguida. Dia 17 Saímos para conhecer a pé o centro da cidade. A quantidade de motos é absurda, sendo uma tarefa árdua atravessar as ruas. Ao menos os vendedores não são insistentes, então andar pelas calçadas é tranquilo. Passamos por construções do período colonial francês e pelo lago bem ao centro, onde os nativos relaxavam no fim de semana. Do outro lado fica o Presidential Mausoleum Park, um complexo de atrações voltadas à memória de Ho Chi Minh, o líder da independência vietnamita. Lá ficam o mausoléu, a casa, o museu, o palácio e os jardins. Depois de almoçarmos num caro restaurante na região, pagamos 40 mil dongs pelo próximo museu da história militar. A parte mais interessante são os artefatos históricos como armas, além dos veículos grandes capturados. No mais, as informações em inglês são escassas. Passamos numa loja da North Face. Os preços são ótimos, já que as roupas e mochilas são fabricadas lá mesmo. Por 89 dólares comprei um agasalho, uma calça e luvas, todos de goretex, o caro tecido que ao mesmo tempo é à prova d'água e respirável. O quão originais eles são eu nunca saberei, mas pelo menos parecem funcionar. Uma coisa interessante que notei é que, diferentemente dos países ao redor, o comércio de bens é feito em pequenas lojas, e não nas calçadas, deixando-as livres para pedestres e motos. Escolhemos assistir o espetáculo teatral tradicional Four Palaces Show no Viet Theatre. Com 2 sessões diárias (18h e 19:30h), os ingressos custam a partir de 125 mil dongs, mas como estava relativamente vazio e éramos 8, ganhamos um upgrade de assentos. A banda que toca é legal e as vestimentas bem elaboradas, mas é um pouco repetitivo e monótono. Em seguida ocorreria na frente do Opera House a Hora do Planeta, evento que ocorre anualmente em todo o mundo com o apagar de luzes por 1 hora, para alertar para a proteção de nosso planeta. Em Hanói ocorreram shows musicais e danças animadas. Quando saímos de lá, encontramos diversas rodas de música e dança espalhadas pelo centro. O que achamos estranho é que ninguém bebia nas ruas. Para terminar a noite entramos na balada animada Ball Bar. Éramos os mais velhos e os únicos gringos lá dentro, mas curtimos o som globalizado, nada vietnamita, mesmo assim. Dia 18 Conseguimos um baita desconto em grupo para fazermos na Ha Long Cast Away Tour por 90 dólares o cruzeiro de 2 dias e 1 noite em Ha Long Bay. Um ônibus nos levou por umas 3 horas e meia até o terminal onde pegamos o barco. Este tinha 2 andares e a cobertura, mas a aparência e limpeza não eram das melhores. O cruzeiro adentrou a baía, passando pelos montes rochosos verticais e pelas águas esverdeadas, enquanto almoçávamos um rango bom. Certa hora o cruzeiro parou num local onde andamos de caiaque por entre cavernas e matas com macacos. Infelizmente o tempo esteve nublado e ventoso por todo o período em que estivemos no cruzeiro, chegando a fazer um friozinho à noite. Assim que terminarmos de jantar começou a melhor parte, as 3 horas de chope liberado. Na festa regada a bebida e música, rolou altas interações com o grupo de filipinos e o de suecos. Dia 19 Com certa ressaca fizemos as refeições e voltamos, parando brevemente em Hanói antes de voar pela Vietjet Air até Da Nang por 409 mil dongs. Hachi Hostel foi a hospedagem da vez (127 mil dongs). O safado do taxista me roubou dinheiro, dizendo que não paguei quando ele tinha sacado a grana da minha mão; fiquei sabendo depois que não fui caso único, então fiquem atentos a isso. Fomos até a orla do rio para ver a Dragon Bridge. No caminho havia um monte de despachos no chão e ratos pelas ruas. Meia noite em ponto, no exato momento em que chegamos, as luzes das pontes iluminadas se apagaram. Achar comida decente aquela hora também foi bem difícil, então acabamos num mercadinho coreano. Dia 20 Pegamos um transfer até Hoi An com uma parada em uma das Marble Mountains, ao custo de 100 mil dongs por pessoa (800 mil no total). Uma hora foi pouco para subi-la a pé e visitar suas cavernas e templos. É necessário pagar uma taxa de entrada e ela é bastante visitada. Chegando em Hoi An, considerada a cidade mais bonita do Sudeste Asiático (não por mim), ficamos no Horizon Homestay, onde tivemos com 2 quartos só para nós, pagando 132,5 mil dongs cada. O melhor é que havia bicicletas para todos e de graça! Aproveitamos para pedalar aos verdejantes arrozais e à praia, essa meio sem graça. Almoçamos e fizemos câmbio no pequeno restaurante Mót, no centro da cidade. Ali provamos o prato mais típico da cidade, chamado cao lầu. A deliciosa e barata (30 mil) refeição é servida em uma tigela com macarrão, porco, vegetais verdes e tempero. Depois, assistimos um espetáculo teatral de fantoches dançando na água, o tradicional Water Puppet Show, por 80 mil dongs. Durou uns 45 min, tendo a apresentação de várias histórias de lendas e cotidiano vietnamita. Já à noite, conhecemos a pé o centro antigo de Hoi An, patrimônio histórico da UNESCO. As construções antigas ao redor do Rio Song Thu Bon ficam com lanternas iluminadas, num cenário muito bonito. Se o rio não fosse sujo de esgoto e lixo seria ainda melhor. Nas construções ao redor há uma infinidade de souvenires e comidas. O melhor de tudo é a cerveja mais barata que já vi na vida. Por 4 mil dongs (algo como 57 centavos de real!!) tomamos várias no bar e restaurante Chips & Fish, à beira do rio. Dia 21 Voltamos ao centrinho de Hoi An, zanzando aleatoriamente por suas ruas, alguns fazendo mais compras, outros comendo. O transfer na van ao aeroporto nos custou 550 mil dongs, onde voaríamos a Ho Chi Minh City (anteriormente conhecida como Saigon) pela Vietjet Air novamente. Pegamos Uber do aeroporto até Saigon Charming Hostel, a hospedagem da vez. Custou 160 mil dongs pelo dormitório. Mas com o atraso do voo, só deu tempo de dormirmos. Dia 22 Às 8 da manhã pegamos um confortável ônibus de 15 dólares a Phnom Penh no Camboja. Havia opções de até mesmo por 9 dólares em outros horários. Duas horas depois chegamos na fronteira. Ao contrário de relatos da internet, meus amigos que ainda não tinham o visto do Camboja tiveram que pagar apenas 35 dólares e não precisaram esperar tempo algum. Em uns 20 min todos cruzaram ambas fronteiras. Logo depois paramos para almoçar num restaurante estilo de caminhoneiro. Um prato com arroz, alguma carne e alguma salada saiu por 2 dólares. O gosto não tava ruim. 4 horas depois já estávamos na capital do país. Nos hospedamos num hotel de verdade, o Orussey One Hotel & Apartment (14 dólares por cada noite). Caminhamos no final da tarde pela alameda que contém os prédios do governo e monumentos, como o da independência da França. É uma zona bonita e conservada, onde os locais praticam atividades como caminhadas, futebol e peteca. Na frente do colorido templo Wat Botum, o qual adentramos, achamos umas barracas de rua com comidas diferentes, como sapos e patas de galinha. Eu e Andreia comemos lulas, cogumelos e camarões. Nos reencontramos com o português Gonçalo, que estava com minha turma antes de eu conhecê-los. Para terminar o dia fomos à cobertura do hotel, onde fica uma piscina show de bola. Lá tomamos uma e jantamos, já que o tempo estava chuvoso para sair. Enquanto a maioria da turma pediu lok lak, um dos pratos carnívoros mais típicos do país, fiquei com grilos fritos. A hora que os bichinhos chegaram eu quase joguei a toalha, mas resolvi experimentar. E não é que temperados eles eram deliciosos? Tanto que os pedi novamente na noite seguinte. Dia 23 O dia foi de tristeza. Primeiro, por 4 dólares por pessoa saímos os 9 de tuk-tuks até os campos de extermínio (Choeung Ek), resquício dos tempos do comunismo sanguinário do ditador Pol Pot. Pagamos 6 dólares para entrar nos Killing Fields. Esse local, um antigo cemitério chinês, serviu para a tortura, assassinato e desova de centenas de milhares de cidadãos cambojanos durante o regime comunista utópico de 1975 a 1979. Somando os outros campos de extermínio, foram quase 3 milhões de pessoas massacradas. Portar óculos era o suficiente para ter a pena de morte decretada, pois o regime visava abolir qualquer intelecto. Bebês e mulheres não sofreram qualquer distinção na hora de enfrentar suas penas. O passeio consiste em um caminho audio-guiado pelo antigo campo, onde se aprende sobre a triste história e se vê restos do que já esteve ali. Há também um memorial com os ossos das vítimas. Por fim, um pequeno museu com exibição de vídeo. Antes de continuarmos o passeio a pé, ficamos num mercado de souvenires e comidas, um tanto caro, assim como o restaurante que escolhemos em volta. Dali fomos ao passo anterior, a ex-escola que virou uma prisão, onde ocorria a triagem dos suspeitos. Mais 6 dólares para o caminho guiado por áudio no S21 Tuol Sleng Museum. Nesse local os edifícios continuam de pé, e há uma série de retratos e textos. O que me deixou mais indignado foi que Pol Pot, o fdp que fez tudo isso, viveu uma vida tranquila até os 82 anos, nunca tendo sido julgado, ao contrário de seu braço direito Duch, o responsável por essa cadeia, que está em prisão perpétua. Como estava tarde demais para ir ao Royal Palace e Silver Pagoda (10 dólares), pegamos um transporte até o templo erguido no monte artificial ao norte da cidade. Pagamos 1 dólar para entrar no Wat Phnom, achando que teríamos uma boa vista do pôr do sol. Ledo engano; olhamos a construção brevemente e descemos até a orla em direção sul, parando na sorveteria Gelatofix, que estava com uma promoção de compre um leve outro. Ali passamos o pôr olhando o Rio Tonle Sap, que se une ao famoso Mekong. Na volta, quebramos nosso recorde de pessoas num tuk-tuk, 7+motorista! À noite a galera foi pros bares, enquanto eu fiquei pela academia do hotel, já que meu voo seguinte seria bem antes do deles. Dia 24 Não se deixem enganar pelos 10 a 11 km do centro da cidade até o aeroporto. Graças à chuva e ao trânsito intenso, levei uma hora, chegando no momento em que o check-in deveria encerrar. O tuk-tuk ate lá custou 8 dólares só para mim. O voo até Siem Reap pela Bassaka Air levou apenas 45 min e 24 dólares. Ao desembarcar o transfer gratuito do hotel me aguardava. Como aqui seria a metade da viagem de 7 semanas e a hospedagem era barata, resolvi esbanjar um pouco, escolhendo o hotel 5 estrelas Damrei, cuja diária custou 150 reais o quarto. O ambiente espaçoso e luxuoso incluía banheira, cama gigante e TV a cabo. Como chovia, tive que almoçar ali mesmo. Com o tempo melhorando, encontrei-me com a galera no hostel deles, que seria o meu também no próximo dia (Siem Reap Pub Hostel). Saímos à noite para o Night Market, um agrupado de pequenos camelôs que vendem todo tipo de souvenir a preços justos, ainda que mais caros que no Vietnã (mas mais baratos que em Phnom Penh). Trate de negociar bem para chegar num preço bom. Na janta experimentei o amok, outro dos pratos típicos que custa cerca de 3 dólares e inclui uma preparação de frango ou peixe com curry. Eu e metade do pessoal curtimos. Por fim, eu e minha companheira dividimos um vinho no nosso quarto de luxo. Dia 25 Café da manhã incrível no hotel, com direito a pitaia, Nutella, granola e vários pratos quentes. Por 9 dólares por pessoa, negociamos um tour em Angkor com guia e van para 10 pessoas. No caminho, passamos na bilheteria para comprar o ingresso que recém havia inflacionado: 64 dólares para a entrada de 3 dias, que ao menos foi totalmente aproveitada. Há também opções de 1 ou 7 dias. O primeiro templo foi Angkor Thom, a capital murada do império Khmer, cercada também por um fosso de 3 por 3 km. No portão ficam as representativas cabeças de quatro faces. Dentro, prédios religiosos hindu-budistas construídos ao redor do século 12, como Bayon e Baphuon. Nas matas, macacos ficam à vontade. O almoço foi no caro restaurante Palmboo. Melhor levar uma marmita na próxima vez. Menções especiais: o inglês do Camboja é uma bosta e cartões de crédito raramente são aceitos, mesmo em restaurantes caros. Seguindo, paramos no mais famoso de todos, Angkor Wat. O maior monumento religioso do mundo é parecido em seu formato com Angkor Thom, mas apresenta 5 torres centrais que representam os picos do Monte Meru, montanha indiana sagrada no hinduísmo. Assim como nos demais templos, os artefatos religiosos foram retirados e parte das estruturas estão em reparação, mas isso não tira a beleza imponente da edificação sempre lotada de chineses, principalmente em frente ao espelho d'água ao nascer do sol. Já quanto ao pôr do sol, esse é mais interessante visto no morro próximo onde ficam as ruínas do século 10 de Phnom Bakheng, um dos primeiros da era Angkor. Ficamos uma hora e meia na fila até conseguirmos chegar ao topo e ver o final do pôr numa tonalidade incrível. Jantar no Khmer Taste, entre o Night Market e a Pub Street, com uma infinidade de refeições a 3 dólares, chope a 50 cents e coquetéis a 1 dólar. Voltamos lá algumas vezes, de tanto que gostamos. Por fim, conhecemos a tal Pub Street. É bastante agitada à noite com luzes, bebidas e música nas ruas. Assemelha-se à turística Khao San Road de Bangkok, mas ao contrário dela, há muitas crianças moradoras de rua pedindo dinheiro. Comidas exóticas também fazem parte da rua. Além do carrinho da fruta fedida durian, havia um com grilos, baratas d'água, aranhas, escorpiões e cobras. Fiquei com um espetinho da última, que tem o gosto de frango, mas é muito mais dura. Dia 26 Eu e as garotas tomamos um brunch e dividimos tuk-tuks para os templos Banteay Kdei, Ta Prohm, Pre Rup e Angkor Wat durante a tarde. O segundo desses é o utilizado no filme Tomb Raider. O mais legal é a vegetação e as árvores invadindo as construções de pedra, o que ocorre nos dois primeiros desses templos. Ainda assim, achei os templos um tanto mal conservados, se considerada toda a grana arrecadada. Pre Rup tem uma forma diferente que o torna atraente para o pôr do sol de seu topo. Já Angkor Wat fecha antes do pôr do sol, além do astro estar no lado oposto. No Siem Reap Pub Hostel provamos fatias da “Happy” Pizza, feita com orégano de maconha. Aguardamos o tempo necessário, mas não teve efeito em ninguém. Dia 27 Eu e Carol alugamos bicicletas por 2 dólares o dia cada. Durante a tarde atravessamos os cerca de 40 km do circuito grand tour. Apesar do calor de mais de 30 graus, a abundância de árvores altas ameniza o sofrimento. Paramos em Preah Khan, depois passamos por Krol Ko e Neak Pean, entramos também em Ta Som e por fim em East Mebon. Depois de tantos templos, as diferenças entre eles se tornam muito sutis para justificar a visita a outros. Para relaxar, aproveitamos outro dos atrativos bem baratos de Siem Reap, as massagens. Escolhemos a de corpo inteiro durante 30 min por 2,5 dólares. Minha massagista foi ótima, mas Carol não teve tanta sorte. Dia 28 Tive que me despedir da galera bacana. Sozinho novamente, fui ao Angkor National Museum de tuk-tuk (1 dólar). A entrada no grande prédio custou 12 dólares, um pouco caro. Lá dentro há uma série de galerias de exposição, focadas nos temas civilização Khmer, religiões, grandes reis Khmer, Angkor Wat, Angkor Thom, vestimentas, etc. Descrições, maquetes, estátuas, quadros e vídeos compõem o arsenal. É interessante como um complemento do que é visto nos templos, mas desconsidere a visita se lhe faltar tempo e dinheiro. À tarde peguei um tuk-tuk ao aeroporto (5 dólares), onde embarquei em seguida ao Laos, com a Vietnam Airlines. O custo do voo foi 135 dólares até Luang Prabang num turbo-hélice. Ao chegar fiz o visto. O preço varia entre 20 e 42 dólares dependendo do país, e fica pronto rapidinho. No caso do Brasil são 30 dólares + 1 de taxa e, caso não tenha foto, acrescente outro dólar. Como o táxi até a cidade custava 50 mil kip (19 reais), decidi ir caminhando os 4,5 km até o Downtown Backpackers Hostel. Só não contava com a falta de iluminação na rua, já que o sol havia ido embora. O albergue fica bem no meio do mercado de comidas de rua, que à noite continua aberto. Sem saber qual o preço normal, paguei 15 mil kip pra encher uma tigela grande de comida variada + 10 mil pra uma carne e 10 mil pra uma cerveja. A cidade é mais tranquila e limpa do que suas correspondentes da Indochina, e suas atrações estão concentradas numa área suficientemente pequena para ser percorrida a pé. Fiquei conversando um pouco com Liam, um japa de Singapura da hospedagem, e depois fui dormir no quarto refrigerado. Dia 29 Tomei um café da manhã reforçado e fui ao jardim botânico Pha Tad Ke, o primeiro do Laos. Como fica do outro lado do Rio Mekong, é necessário pegar um barco (incluso no ingresso). Esse, por sinal, é caro para os padrões do Sudeste Asiático, além do jardim ter apenas alguns meses de funcionamento e não estar completo. Ainda assim, achei bastante interessante. O paisagismo, a quantidade de informações e de espécies é suficientemente boa, e ainda inclui atividades como aula de artesanato com palmeiras, degustação de chás e caminhada até uma caverna de calcário. Apesar de ser recomendado com guia, escolhi fazer a caminhada sozinho, já que o trajeto é sinalizado e acessível. Só é um pouco cansativo pela subidas e descidas constantes. A caverna simples possui uns cristais de calcita e contém uma estátua de Buda dentro. No caminho vi apenas aves, lagartos e borboletas. Na volta do jardim passei num restaurante aleatório e provei da culinária do Laos: 15 mil kip no khao soy, uma sopa de miojo com pedaços de carne de porco e uma tigela de vegetais verde-folhosos. À tarde tomei um susto grande quando percebi que meu cartão de crédito não estava na carteira; provavelmente havia esquecido na máquina de sacar dinheiro do aeroporto! Fui correndo pra lá e tive a felicidade de eles o terem guardado! Caminhei em seguida pelas margens do Rio Mekong e o Old French Quarter, que fica entre. Essa porção apresenta arquitetura colonial francesa, além de vários templos budistas, restaurantes, hotéis, lojas e agências de turismo. A maioria dos templos da cidade são pagos, ainda que em valores simbólicos. No meio da rua abundam barraquinhas de suco natural e algumas de crepe a 10 mil kip - o de Nutella com banana é uma delícia! Com o pôr do sol chegando, subi a Phousi Mountain, morro cravado bem no centro de Luang Prabang, que inclui um santuário religioso e a melhor vista da cidade em todas as direções e principalmente para o pôr, hora em que os turistas se aglomeram em busca do melhor posto. Custa 20 mil kip o ingresso. Para o jantar, descobri um local ainda mais barato, mas ainda assim saboroso. Por apenas 10 mil kip (4 reais!) você pode encher um prato escolhendo vários tipos diferentes de comidas vegetarianas, incluso cogumelos. Fica num beco bem no meio do Night Market, mercado montado a partir do fim do dia na Sisavangvong Road. Dia 30 Ao sair do albergue, dei de cara com o mercado matutino e suas carnes expostas às moscas. Fui ao museu nacional, localizado dentro do Royal Palace. A entrada vale 30 mil kip. O museu nada mais é do que os aposentos da família real, incluindo as mobílias e artefatos. Uma hora é mais que suficiente pra ver tudo. No terreno do palácio também ficam outros prédios, inclusive o templo que guarda a estátua de Buda mais sagrada do Laos, que deu nome ao município. De lá, fui a outro museu, o Traditional Arts and Ethnology Centre. Custa 25 mil kip, e é uma pequena antiga construção francesa, que atualmente comporta informações, vestimentas e objetos das diversas etnias do Laos. Aqui também não é necessário mais que uma hora para a visita. Almocei em algum lugar no meio do caminho e em seguida fui ao último museu, o UXO Visitor’s Center, situado ao lado da praça do monumento do ex-presidente Souphanouvong. Aqui fiquei outra hora. O centro de visitantes é gratuito, mostrando de forma didática através de filmes, pôsteres e artefatos reais a tragédia causada pelas milhões de bombas lançadas principalmente pelos EUA durante a Guerra do Vietnã, apesar do Laos ser um país neutro. Isso fez com que seja a nação mais bombeada do mundo e ainda hoje tenha quase uma fatalidade por dia devido ao armamento não desarmado que continua no solo, impedindo um dos países mais pobres da Ásia de se desenvolver. A UXO LAO, detentora desse museu, é a organização que atua na educação, identificação, remoção e detonação dos explosivos, principalmente bombas de fragmentos. Continuei a caminhada pela cidade sob “agradáveis” 35 graus, fechando numa agência um passeio com elefantes e cachoeiras para o dia seguinte por 30 dólares. Foi a única vez que consegui usar cartão de crédito para pagar algo no país. Depois disso jantei e fui com o singapurense Liam ao bar Utopia, o preferido dos mochileiros. Havia bastante gente lá interagindo em um ambiente agradável, com música boa e cerveja, à beira do rio. Por lei o local tem que ser fechado quando está em seu melhor momento, às 23:30h. De lá, a galera vai em peso pro boliche (Bowling Alley), aparentemente o único lugar que fica aberto depois dessa hora. Nessa fuga em massa foi a primeira vez que vi os exageradamente grandes tuk-tuks de Luang Prabang ficarem cheios. Como tinha que acordar cedo, acabei indo embora. Dia 31 Às 8 e meia parti com a Treasure Travel para o Luang Prabang Elephant Camp, um dos sítios com elefantes, onde alimentei, passeei e banhei os bichões de pele dura. O triste é que eles ficam acorrentados boa parte do tempo. Uma vez conhecida como a terra dos milhões de elefantes, Laos perdeu quase todos durante os bombardeios das guerras recentes, quando estes fugiram para a Tailândia, ou morreram. A maior parte dos restantes está em campos como esse. Continuando, fomos até a Kuang Si Falls, um dos principais atrativos de Luang Prabang. Há alguns restaurantes no lado da portaria do parque, onde almoçamos. Um prato padrão custa 30 mil kip. Kuang Si é uma série de quedas d'água e piscinas turquesas naturais de calcário. A água geladíssima ao menos refresca o calor infernal fora das sombras. Dentro do parque fica também um centro de resgate de ursos-lua, o relativamente pequeno urso negro asiático, ameaçado devido a extração de sua bile para fins medicinais. Pelas 15h já estávamos de volta, mas não fiz nada de diferente no resto do dia quente. Dia 32 Peguei um tuk-tuk até o aeroporto por 35 mil kip. Meu voo seguinte pela AirAsia saiu às 10 e meia da noite rumo a Osaka, no Japão. No entanto, precisei fazer uma conexão interminável em Kuala Lumpur até a noite. Aproveitei para botar a leitura em dia, lendo o livro Vagabonding. Continua em filipinas-mianmar-vietna-camboja-laos-japao-e-coreia-do-sul-50-dias-em-marco-abril-de-2017-parte-2-2-t143952.html Curtiram? Então não deixem de conferir outros relatos mais detalhados no meu blog: http://rediscoveringtheworld.com
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